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Gallery Galeria Paiva Frade
Next auction: 04/05/2021, 00:00h
Exhibition
at Galeria Paiva Frade
Av. Getulio Vargas, 350, Centro - São Lourenço - MG
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Phone: 55 (35) 3332-4150 / 55 (35) 3331-6966
Email: paivafrade@paivafrade.com.br
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Auctioned Pieces
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1
CHANINA (Chanina Luwisz Szejnbejn, Polonia,1927 - Belo Horizonte, 2012)
med:32 x 22 CM. (Com moldura:60X49 cm.)
Grafite e aquarela, Cristo, 1980.
BIOGRAFIA:
Emigra para o Brasil com seus pais, aos nove anos de idade, estabelecendo-se em Belo Horizonte. Cursa gravura em metal com Anna Letycia (1929), litografia com João Quaglia (1928) e composição com Fayga Ostrower (1920-2001), na mesma cidade, em meados de 1940. Em 1946, estuda pintura e desenho com Guignard (1896-1962) e escultura com Franz Weissmann (1921), no Instituto de Belas Artes de Belo Horizonte, hoje Escola Guignard. Naquele mesmo ano, ingressa no curso de medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), formando-se em 1955. Paralelamente ao exercício da medicina, dedica-se às atividades artísticas e ao ensino, tornando-se professor de pintura na Escola Guignard. Faz capas de livros e ilustrações, especialmente para o Suplemento Literário do Diário Oficial de Minas Gerais. Em 1984, é laureado com a medalha da Inconfidência, comenda concedida pelo governo de Minas Gerais a personalidades que contribuem para a projeção da cultura mineira.
(...) "A obra pictórica de Chanina caracteriza-se por intenso colorismo e apoia-se numa abordagem em que a fantasia é a tônica dominante. Os temas de suas pinturas são os mais variados, incluindo paisagens, figuras, palhaços, cavalos e retratos, entre outros. Ao longo de sua carreira, Chanina também faz algumas incursões pela abstração lírica, em trabalhos como Abstração (1964) e O Sonho (1988). Para o ensaísta Isaías Golgher, a gama de cores presente nesses trabalhos se harmoniza com a forma, pois sua função não seria apenas decorativa. Por outro lado, o tema das cidades imaginárias, que permeia décadas da produção de Chanina - Festa em BH (1955) e Noite de São João no Interior (1999) são exemplos -, mostra os vínculos de sua pintura com a obra de Guignard, com quem estudou em 1946. Algumas lições deixadas pelo mestre marcam fortemente sua obra: o grafismo, a linha como elemento decorativo e a cor modulada nas figuras e muitas vezes na paisagem. Segundo a artista Yara Tupynambá (1932), também aluna de Guignard, é recorrente nos trabalhos de Chanina a conciliação do uso da cor homogênea, no primeiro plano, com a liberdade do traço, no fundo. Além disso, o artista retoma de Guignard o emprego da transparência nas cores, o uso dos azuis e a delicadeza dos meios tons, vazados por um lirismo onírico. A todas essas características Chanina acrescenta ainda algo da fantasia poética de Marc Chagall (1887-1985). (...)"
ARTISTA CITADO NO LIVRO: "A escola Guignard: na cultura modernista de Minas, 1944-1962".
por Ivone Luzia Vieira, 1988
2
AMÍLCAR DE CASTRO
med.: 47 x 68 cm. (Com moldura:51x73 cm.
Serigrafia manual limitada: 47/100, Composição, 1985.
ARTISTA CITADO NO LIVRO: "A escola Guignard: na cultura modernista de Minas, 1944-1962".
por Ivone Luzia Vieira, 1988
2
OSCAR PEREIRA DA SILVA (São Fidélis RJ 1867 - São Paulo SP 1939)
"Iconografia - "Praia do José Menino em Santos - Vista para São Vicente, SP".
Óleo sobre tela
Medidas: 50 x 95 cm
Assinado: Canto inferior direito - 1904
Procedência: Galeria Maurício Pontual.

Em 1882, matriculou-se na Academia Imperial de Belas Artes
Em 1887, tornou-se ajudante de Zeferino da Costa na decoração da Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro.

Em Paris, Oscar foi pensionista do ateliê de dois dos maiores conservadores, Léon Bonnat e Jean-Léon Gérôme, que atendia aos pedidos de oficiais do governo francês.

Em 1896 retornou ao Brasil. No Rio de Janeiro, realizou uma exposição individual no salão da Escola Nacional de Belas Artes (Enba).
Em São Paulo e lecionou no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo e fundou o Núcleo Artístico, que, mais tarde, se transformaria na Escola de Belas Artes, onde deu aulas.
Entre 1903 e 1911, decorou o Theatro Municipal de São Paulo, elaborando três murais: O Teatro na Grécia Antiga, A Dança e A Música.

Sua pintura era muito apreciada pelas elites ligadas a cafeicultura, as quais assumiam cada vez mais um papel de destaque no canário político, devido a instauração da República no país, gerando a produção de iconografias locais.

"Iconografia - Santos - SP" é uma rara obra pois sabe-se que Oscar Pereira da Silva e Benedito Calixto, nesta época, tornaram-se próximos, pois executavam pinturas na igreja de Santa Cecília.

A experiência de trabalhar na decoração da Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, gerou frutos em São Paulo, tendo a oportunidade de decorar, juntamente com Benedito Calixto, a Igreja de Santa Cecília e as igrejas de Santa Ifigênia, da Consolação e do Rosário, em São Paulo.

Na cidade de São Paulo estão os principais trabalhos do artista, entre os quais se destacam "Escrava Romana" (1894), "Infância de Giotto" (1895), "Fundação de São Paulo" (1909) e "Desembarque de Cabral em Porto Seguro" (1900), entre outros preservados pela Pinacoteca de São Paulo e pelo Museu Paulista da Universidade de São Paulo.


3
SCLIAR, Carlos (Santa Maria da Boca do Monte, RS 1920 - Rio de Janeiro, 2001),
med.:47x 67 cm. ( Com moldura:54x74 cm.)
"Frutas"
serigrafia manual limitada: 42/120, 1989.
3
José Paulo Moreira da Fonseca (Rio de Janeiro, 1922-2004)
43x35 cm. / 60x52 cm.
O.S.E.
"Mar azul", 1996.
3
OSCAR PEREIRA DA SILVA (São Fidélis - RJ, 1867 - São Paulo - SP, 1939)
OVAL
Medidas: 69 x 39 cm. / 80 x 43 cm.
Óleo sobre cartão.
Flores, natureza morta.
Consta de selo no verso: Restaurado em 1999 por Renata Weithermer.

Em 1882, matriculou-se na Academia Imperial de Belas Artes
Em 1887, tornou-se ajudante de Zeferino da Costa na decoração da Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro.

Em Paris, Oscar foi pensionista do ateliê de dois dos maiores conservadores, Léon Bonnat e Jean-Léon Gérôme, que atendia aos pedidos de oficiais do governo francês.

Em 1896 retornou ao Brasil. No Rio de Janeiro, realizou uma exposição individual no salão da Escola Nacional de Belas Artes (Enba).
Em São Paulo e lecionou no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo e fundou o Núcleo Artístico, que, mais tarde, se transformaria na Escola de Belas Artes, onde deu aulas.
Entre 1903 e 1911, decorou o Theatro Municipal de São Paulo, elaborando três murais: O Teatro na Grécia Antiga, A Dança e A Música.

Sua pintura era muito apreciada pelas elites ligadas a cafeicultura, as quais assumiam cada vez mais um papel de destaque no canário político, devido a instauração da República no país, gerando a produção de iconografias locais.

A experiência de trabalhar na decoração da Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, gerou frutos em São Paulo, tendo a oportunidade de decorar, juntamente com Benedito Calixto, a Igreja de Santa Cecília e as igrejas de Santa Ifigênia, da Consolação e do Rosário, em São Paulo.

Na cidade de São Paulo estão os principais trabalhos do artista, entre os quais se destacam "Escrava Romana" (1894), "Infância de Giotto" (1895), "Fundação de São Paulo" (1909) e "Desembarque de Cabral em Porto Seguro" (1900), entre outros preservados pela Pinacoteca de São Paulo e pelo Museu Paulista da Universidade de São Paulo.

Após retornar de Paris em novembro de 1930, surge modificações em suas telas de composições mais despreocupadas, paleta mais claras, pinceladas soltas, contudo preservando o primor no desenho.
4
BENIGNO (José Benigno Ribeiro, 1955)
Igreja da Glória
O.S.T.
Medidas: 21 x 35 cm.
Medida total com moldura: 44 x 57 cm.
4
SCLIAR, Carlos (Santa Maria da Boca do Monte, RS 1920 - Rio de Janeiro, 2001),
med.:47x 67 cm. ( Com moldura:54x74 cm.)
"Taça".
Serigrafia manual, limitada: 87/120. Assinada, 1989.

4
José Paulo Moreira da Fonseca (Rio de Janeiro, 1922-2004)
12x22 cm./ 27x37 cm.
O.S.E.
1982
4
SURREALISMO BRASIL - ESCOLA NACIONAL DE BELAS ARTES

CÍCERO DIAS
Gravura
Medidas: 64 x 50 cm.
4
ASSINATURA ILEGÍVEL- ESCOLA EUROPÉIA - SÉCULO XIX.
Figura feminina ao estilo BELLE ÉPOQUE (1870-1900). Composição rodeada de flores e véus com transparência no busto, fundos em arvoredos.
Moldura original.
Medidas: 72 x 60 cm. / 96 x 83 cm.
5
TERUZ, Orlando (Rio de Janeiro, 1902-1984)
Década de 1960
"Animais do Circo", O.S.T.
Medidas: 30 x 60 cm.
Medida total com moldura: 40 x 70 cm.
5
EDUARDO SUED (Rio de Janeiro RJ 1925)
Composição – AST – 60 x 65
2014.
5
FERNANDO PACHECO (São João del Rei, MG - 1949)
Med: 120 x 180 cm.
Óleo sobre tela painel, sem moldura.
"O ROSTO NÃO REVELADO". MARÇO, 2011.
(...) "O mineiro de São João del-Rei, criado desde cedo na capital, celebra 50 anos de uma sólida carreira. Nesta mostra, apesar da versatilidade de sua produção – que passa por pintura, desenho, instalação, escultura, performance, entre outros gêneros –, Pacheco traz somente pinturas: óleo e acrílica sobre tela.
“Minha produção é muito eclética, mas vou expor apenas pinturas”, fala o artista. “Eu pinto o tempo todo, de maneira que passo praticamente meu tempo todo no ateliê”, afirma. Para esta exposição, o artista escolheu obras que instigam o público a refletir.
“Essa ‘Pintura Nua’ quer dizer que trata-se de uma pintura direta, transparente, como se fosse o cão sem plumas”, explica Pacheco. “Não é feita para iludir o fruidor, mas para convidá-lo à reflexão. É nua no sentido de despojada, de uma caligrafia pictórica direta – não há enfeites para iludir”.
Segundo o artista, sua obra convida o espectador a olhar para dentro de si. As formas que criam olhos em suas pinturas, os “olhinhos”, como ele nomina, são a metáfora do olhar para dentro de nós mesmos.
“É como se a pintura absorvida num primeiro momento pela retina lançasse uma pergunta para o espectador. ‘De quem são os olhinhos?’. ‘Quem você é, quais os seus sonhos, suas fantasias, aqueles guardados no fundo da alma?’. De maneira que é uma provocação”, fala Pacheco. “E significa também que o olhar com os olhos fechados vai mais longe que o raso, a visão natural. O olhar para dentro é um olhar infinito, pois vai ao encontro de um universo amplo de sonhos, fantasias”, destaca.
(...) O artista vive muito esse universo dos sonhos. “Desde criança, fui construindo um mundo paralelo a esse palpável, físico. Um mundo de fantasia, no sentido de que imaginava coisas, falava com pessoas invisíveis”, lembra o artista. “Fui criando um universo próprio a ponto de ficar um pouco deslocado na escola. Eu era aquele que diziam viver ‘no mundo da lua’ (risos)”, conta.
Pacheco diz que, na época, parecia até que ele tinha problemas neurológicos de tão forte que esse universo abraçava sua vida: “Mas a partir do momento em que fui para a adolescência, senti necessidade de materializar esse mundo, aquilo que imaginava, que via”.
E, assim, usando seus instintos para dar formas a esse mundo paralelo, Pacheco começou a pintar. “Sou o famoso autodidata”, conta ele. “Comecei meu traço muito pessoal, sem influência da Escola de Belas Artes ou da Guignard. E quando comecei a inscrever os trabalhos nos salões de arte, que existiam muito àquela época, e talvez pelo ineditismo do trabalho, passei a ser selecionado e premiado, o que chamou a atenção da crítica”, relata.

Nesses 50 anos, a carreira de Pacheco ganhou força não só aqui no Brasil, mas também no exterior. O artista conta que tem ido muito à Oceania, em particular à Nova Zelândia, e também à Ásia. Ele ganhou uma exposição individual em Pequim, na China. “Tudo isso me dá muito orgulho, pois construir uma carreira internacional morando em Belo Horizonte, ou seja, fora do eixo Rio-SP, é uma coisa fantástica, um milagre”, comemora. “E, veja, não são aquelas exposições no exterior no qual o artista é convidado a pagar. Foram convites oficiais”, completa.
Pacheco já está traçando planos para 2019 e trará ao público exposições de trabalhos em outros suportes. Há também dois filmes em produção. O primeiro é um documentário dirigido por Fernando Batista, da Noir Filmes, com lançamento previsto para o próximo ano.
“Inclui depoimentos de músicos do Clube da Esquina, como Flávio Venturini e Lô Borges; do (editor e jornalista) José Eduardo Gonçalves; do (escritor) Bartolomeu Campos de Queiroz (1944-2012)”. O segundo é uma produção de Ernane Alves. “Também está fazendo um filme sobre a irmã do Tom Jobim, Helena Jobim”, conta o artista. (..). FONTE: https://www.otempo.com.br/diversao/magazine/fernando-pacheco-em-75-telas-1.2057536
5
José Paulo Moreira da Fonseca (Rio de Janeiro, 1922-2004)
24x19 cm./44x39 cm.
O.S.T.
"O vento que vem a tarde", 1985.
5
Simone Ribeiro (Peça Única) Escultura em Bronze São Francisco. Altura: 100 cm.
___________Nascida em São Lourenço, MG em 09/06/1971. Matrícula n 12112 na Sociedade Brasileira de Belas Artes, Rio 27/10/1994. Catalogada no Dicionário Artes Plásticas Brasil - Julio Louzada desde 1994 com cotações em diversos estados. Desde 1993 mantém seu atelier, em São Lourenço, MG.Junho 1997, Exposição na Casa de Minas, órgão de representação do governo mineiro em São Paulo, temática Cenas de bar”. De 1999 a 2001, participação na Seleção de Artistas da SOCIARTE, no clube Monte Líbano, São Paulo. Em maio, 2000 (comemoração 500 anos) exposição Artes e Ofícios de um povo aos 500 anos Câmara dos Deputados, Brasília. 2001- Individual Meninos do Brasil coleção adquirida pela empresa Arquitetura Humana, São Paulo. 2002- Individual Festa popular Brasileira coleção adquirida pela empresa Jandaia Sucos, Fortaleza. 2002- Individual Mãos que trabalham coleção adquirida pela empresa Arquitetura Humana, São Paulo. 2002/2003 manteve um Atelier / Galeria de trabalho e pesquisa no centro do Pelourinho em Salvador. Atelier Simone Ribeiro, Rua Inácio Acciole, 15, Pelourinho, Salvador. Maio, 2003, exposição “Costumes e festas na cultura brasileira” Espaço Cultural Câmara dos Deputados, galeria do anexo 4, Brasília, DF. Julho, 2004, Coletiva “Arte Cidadã”, Espaço Cultural Zumbi dos Palmares, Câmara dos Deputados, Brasília. Abril, 2005, Coletiva “Minas das Artes” Gabinete de Arte da Câmara dos Deputados, Brasília,DF. Maio, 2007, Individual “Barrocão” evento simultâneo: Exposição dos quadros, lançamento de livro e DVD com dois documentários. Congresso Nacional – Brasília, DF. Setembro, 2007, abertura do atelier no Parque das Águas Nestlé-Waters em São Lourenço - MG. Outubro, 2008, ilustração do livro “Monumentos Históricos Fazendários” – Casa da Moeda do Brasil, edição comemorativa aos 200 anos do Ministério da Fazenda no Brasil. Outubro, 2008, Exposição dos sete quadros reproduzidos no livro “Monumentos Históricos Fazendários – Museu Casa dos Contos, Ouro Preto MG. Março 2009, coletiva “Artistas Brasileiras” Gabinete de Arte da Câmara dos Deputados em Brasília, DF. Novembro 2010, Exposição “O Aleijadinho Pop” no Museu Casa dos Contos de Ouro Preto, com lançamento do livro de mesmo mome. Dezembro 2010, Exposição “O Aleijadinho Pop” no Palácio das Artes - Fundação Clóvis Salgado - BH, com abertura do Governador Antonio Anastasia. Dezembro 2010, Coletiva “Cem Mona lisas, com Mona lisa” Palácio das Artes - BH, com lançamento de livro com o mesmo nome. Fevereiro 2011, Exposição “O Aleijadinho Pop” na Câmara Municipal de Belo Horizonte - MG. Março de 2011, criação e lançamento da imagem símbolo da primeira “Comenda Ambiental Estância Hidromineral de São Lourenço, MG". Desta imagem foi feita uma série limitada de 140 gravuras ofertadas aos agraciados e foi usada em todo material gráfico, publicitário e ainda como fundo do palco na proporção de 7 x 10 metros. A solenidade foi presidida pelo Governador do Estado de Minas Gerais Antonio Anastasia. Abril de 2011, Solenidade de recebimento e inauguração dos 14 painéis da Via Sacra de “O Aleijadinho Pop” na Igreja N. Sra. da Imaculada Conceição, na Gávea no Rio de Janeiro, presidida pelo reverendíssimo Arcebispo do estado do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta. Fonte www.simoneribeiro.com
6
Telles Júnior (Jerônimo José Telles Júnior, Recife 1851 - idem 1914)
Vista Iconográfica Recife Antigo
O.S.T.
Medidas: 42 x 68 cm.
Medida total com moldura: 52 x 78 cm.
6
ANTONIO POTEIRO ( Santa Cristina da Posse, Portugal 1925 – 2010, Goiânia )
Cavalhadas do Fogaréu – OST - 60 x 70 – 1986 - ACID
6
FERNANDO PACHECO (São João del Rei, MG - 1949)
Med: 100 x 150 cm.
Óleo sobre tela painel, sem moldura.
"COMPOSIÇÃO, 2010."
(...) "O mineiro de São João del-Rei, criado desde cedo na capital, celebra 50 anos de uma sólida carreira. Nesta mostra, apesar da versatilidade de sua produção – que passa por pintura, desenho, instalação, escultura, performance, entre outros gêneros –, Pacheco traz somente pinturas: óleo e acrílica sobre tela.
“Minha produção é muito eclética, mas vou expor apenas pinturas”, fala o artista. “Eu pinto o tempo todo, de maneira que passo praticamente meu tempo todo no ateliê”, afirma. Para esta exposição, o artista escolheu obras que instigam o público a refletir.
“Essa ‘Pintura Nua’ quer dizer que trata-se de uma pintura direta, transparente, como se fosse o cão sem plumas”, explica Pacheco. “Não é feita para iludir o fruidor, mas para convidá-lo à reflexão. É nua no sentido de despojada, de uma caligrafia pictórica direta – não há enfeites para iludir”.
Segundo o artista, sua obra convida o espectador a olhar para dentro de si. As formas que criam olhos em suas pinturas, os “olhinhos”, como ele nomina, são a metáfora do olhar para dentro de nós mesmos.
“É como se a pintura absorvida num primeiro momento pela retina lançasse uma pergunta para o espectador. ‘De quem são os olhinhos?’. ‘Quem você é, quais os seus sonhos, suas fantasias, aqueles guardados no fundo da alma?’. De maneira que é uma provocação”, fala Pacheco. “E significa também que o olhar com os olhos fechados vai mais longe que o raso, a visão natural. O olhar para dentro é um olhar infinito, pois vai ao encontro de um universo amplo de sonhos, fantasias”, destaca.
(...) O artista vive muito esse universo dos sonhos. “Desde criança, fui construindo um mundo paralelo a esse palpável, físico. Um mundo de fantasia, no sentido de que imaginava coisas, falava com pessoas invisíveis”, lembra o artista. “Fui criando um universo próprio a ponto de ficar um pouco deslocado na escola. Eu era aquele que diziam viver ‘no mundo da lua’ (risos)”, conta.
Pacheco diz que, na época, parecia até que ele tinha problemas neurológicos de tão forte que esse universo abraçava sua vida: “Mas a partir do momento em que fui para a adolescência, senti necessidade de materializar esse mundo, aquilo que imaginava, que via”.
E, assim, usando seus instintos para dar formas a esse mundo paralelo, Pacheco começou a pintar. “Sou o famoso autodidata”, conta ele. “Comecei meu traço muito pessoal, sem influência da Escola de Belas Artes ou da Guignard. E quando comecei a inscrever os trabalhos nos salões de arte, que existiam muito àquela época, e talvez pelo ineditismo do trabalho, passei a ser selecionado e premiado, o que chamou a atenção da crítica”, relata.

Nesses 50 anos, a carreira de Pacheco ganhou força não só aqui no Brasil, mas também no exterior. O artista conta que tem ido muito à Oceania, em particular à Nova Zelândia, e também à Ásia. Ele ganhou uma exposição individual em Pequim, na China. “Tudo isso me dá muito orgulho, pois construir uma carreira internacional morando em Belo Horizonte, ou seja, fora do eixo Rio-SP, é uma coisa fantástica, um milagre”, comemora. “E, veja, não são aquelas exposições no exterior no qual o artista é convidado a pagar. Foram convites oficiais”, completa.
Pacheco já está traçando planos para 2019 e trará ao público exposições de trabalhos em outros suportes. Há também dois filmes em produção. O primeiro é um documentário dirigido por Fernando Batista, da Noir Filmes, com lançamento previsto para o próximo ano.
“Inclui depoimentos de músicos do Clube da Esquina, como Flávio Venturini e Lô Borges; do (editor e jornalista) José Eduardo Gonçalves; do (escritor) Bartolomeu Campos de Queiroz (1944-2012)”. O segundo é uma produção de Ernane Alves. “Também está fazendo um filme sobre a irmã do Tom Jobim, Helena Jobim”, conta o artista. (..). FONTE: https://www.otempo.com.br/diversao/magazine/fernando-pacheco-em-75-telas-1.2057536
6
Virgílio Dias (Rio de janeiro, 1956)
40x30 cm./74x64 cm.
o.s.m.
"Glória"
6
SOCIEDADE CEARENSE DE ARTES PLÁSTICAS

ALDEMIR MARTINS 1922 — 2006
Medidas: 34 x 30 cm./ 65 x 61 cm.
LITHO -
CANGACEIRO, ESTUDO NÚMERO 3, SETEMBRO 1976


ARTISTA PREMIADO DUAS VEZES NA BIENAL DE VENEZA, TRÊS VEZES CONSECUTIVAS NA BIENAL DE SÃO PAULO E ISENÇÃO DE JÚRI DO SALÃO NACIONAL DE ARTE MODERNA.

Com Antônio Bandeira, Inimá de Paula e outros, funda Sociedade Cearense de Artistas Plásticas, consideradas como responsáveis pela renovação do ambiente artístico cearense.

Em 1945 participa do Salão Nacional de Belas Artes.
Em 1946 realiza sua primeira exposição individual no Instituto de Arquitetos do Brasil- SP.
Em 1947 é convidado a participar da exposição "19 Pintores", que marca a ascensão de uma nova geração de artistas brasileiros.
A partir de 1947, tinha exposições nos principais salões de arte do país e recebeu vários prêmios. Em 1949, fez um curso de história da arte com Pietro Maria Bardi e trabalhou no Masp,
Em 1951 Recebe o Prêmio de Aquisição na Iª Bienal de São Paulo.
Em 1952 participa participa da Bienal de Veneza. Também do IIº Salão Nacional de Arte Moderna, Salão de Arte Moderna América do Sul e da "Exposición de Pinturas y Dibujos Brasileños", em Santiago, Buenos Aires e Caracas.
Em 1953, Aldemir participa do 3º Salão Nacional de Arte Moderna e, recebe o Certificado de Isenção do Júri.
Em 1953 novamente é premiado na 2ª Bienal de São Paulo.
Em 1954 recebe Prêmio no 3º Salão Paulista de Arte Moderna,
Em 1955 novamente é premiado 3ª Bienal de São Paulo
Em 1956, em Veneza, recebe o prêmio "Prezidente del Consigli dei Ministri" da XXVIII Biennale di Venezia...
7
G. DORÉ (Gustave Paul Louis Dore-France 1832-1883)
Medidas: 81 x 55 cm.
Medida total com moldura: 95 x 70 cm.
Mãe com filho ao colo, 1881.
7
MILTON DACOSTA (Niterói 1915 – Rio de Janeiro, 1988)
Vênus – Litho 14/50 – 1963 – 25 x 30
7
CICERO DIAS
"A Pipa" serigrafia, 67 x 55 cm.
Tiragem 167/400. Com moldura e proteção de vidro. Medida total 90 x 78 cm.
7
BENIGNO ( José Benigno Ribeiro, 1955)
MED:50x68/68x86 CM.
O.S.E.
"Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro", 2005.
8
CARLOS BRACHER (Juiz de Fora, MG, 1940)
med.:55 x 75 cm. (Com moldura:67x86 cm.)
Aquarela sobre Canson- “Casa dos Contos”.
Capa da revisa “Casa dos Contos”: ano 1, número 02 julho 2007. Acompanha kit da revista Casa dos Contos.
Sobre o artista. a ensaísta Ivanise Junqueira escreveu: "Céus de Bracher", no livro "Cheiros, Marcas e Rastros".
BIOGRAFIA: Pintor, desenhista, escultor, gravador. Frequenta a Sociedade de Belas Artes Antônio Parreiras, em Juiz de Fora, Minas Gerais, por volta de 1959. Entre 1965 e 1966, em Belo Horizonte, é aluno de Fayga Ostrower (1920-2001) na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Estuda técnicas de mural e de mosaico com Inimá de Paula (1918-1999), na Escola Municipal de Belas Artes. Em 1967, recebe o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Belas Artes (SNBA) do Rio de Janeiro. Vai para a Europa, fixa-se principalmente em Paris e Lisboa, estuda pintura e expõe em galerias locais. Retorna ao Brasil em meados de 1970 e reside em Ouro Preto, Minas Gerais. Em 1989, é realizada a exposição retrospectiva de seus 30 anos de trabalho, intitulada Pintura Sempre, em São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte. No ano seguinte, pinta uma série de quadros em homenagem ao centenário da morte do pintor holandês Vincent van Gogh (1853 - 1890), que é exposta em várias galerias e museus no Brasil e no exterior. São editados vários livros sobre sua obra, entre eles, Bracher, do crítico Olívio Tavares de Araújo, pela editora Métron, em 1989, e Bracher: Do Ouro ao Aço, pela editora Salamandra, em 1992.
9
CARLOS BRACHER (Juiz de Fora, 1940)
Óleo sobre tela.
med:100 x 100, o.s.t. (Com moldura:140x135 cm.)
"Casa dos Contos, Ouro Preto, MG"
Ilustra as luxuosas edições do livro “A Casa dos Contos de Ouro Preto Ensaio Histórico e Memória de sua Restauração” (2004), acompanham as duas edições do livro.
Sobre o artista. a ensaísta Ivanise Junqueira escreveu: "Céus de Bracher", no livro "Cheiros, Marcas e Rastros".
BIOGRAFIA: Pintor, desenhista, escultor, gravador. Frequenta a Sociedade de Belas Artes Antônio Parreiras, em Juiz de Fora, Minas Gerais, por volta de 1959. Entre 1965 e 1966, em Belo Horizonte, é aluno de Fayga Ostrower (1920-2001) na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Estuda técnicas de mural e de mosaico com Inimá de Paula (1918-1999), na Escola Municipal de Belas Artes. Em 1967, recebe o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Belas Artes (SNBA) do Rio de Janeiro. Vai para a Europa, fixa-se principalmente em Paris e Lisboa, estuda pintura e expõe em galerias locais. Retorna ao Brasil em meados de 1970 e reside em Ouro Preto, Minas Gerais. Em 1989, é realizada a exposição retrospectiva de seus 30 anos de trabalho, intitulada Pintura Sempre, em São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte. No ano seguinte, pinta uma série de quadros em homenagem ao centenário da morte do pintor holandês Vincent van Gogh (1853 - 1890), que é exposta em várias galerias e museus no Brasil e no exterior. São editados vários livros sobre sua obra, entre eles, Bracher, do crítico Olívio Tavares de Araújo, pela editora Métron, em 1989, e Bracher: Do Ouro ao Aço, pela editora Salamandra, em 1992.
10
SYLVIO PINTO (Rio de Janeiro, 1918- 1997)
Porto de Maria Angu – OST - 54 x 65 - Déc. 70 - ACID
10
MAURINO ARAUJO (Rio Casca MG, 1943)
Escultura em madeira
60x30x20 cm.
(Rio Casca/MG, 1943)
BIOGRAFIA:Escultor. Foi criado em uma família camponesa em Minas Gerais, mas mudou-se para o Paraná ainda criança. Começou a produzir peças de barro na infância em companhia do avô, que era oleiro, e aprendeu a desenhar com a avó. Nos anos 1950, mudou-se para Belo Horizonte. Entrou em contato com a escultura de Aleijadinho, que o impressionou e o motivou a procurar instrução artística formal na Escola de Belas Artes; contudo, não encontrou cursos de torêutica. Ingressou no seminário em São João del-Rei (MG), onde começou a praticar a escultura em madeira, abandonando a carreira eclesiástica em 1965 e retornando a Belo Horizonte como artista. Começou expondo na feira de artesanato da Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, onde sua obra ganhou a atenção de críticos de arte. Em 1977, viajou à África e participou do II Festival de Arte Negra da Nigéria. Sobre esta viagem, afirmou: “ali, parece que algo dentro de mim acorda, se rompe e começo a me entender melhor”. Realizou exposições individuais a partir de 1972, em Belo Horizonte, Ouro Preto, Rio de Janeiro e São Paulo, e participou de exposições coletivas em Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Bruxelas (Bélgica), Lagos (Nigéria) e Nova York (EUA). Conquistou o Prêmio de Aquisição no IX Salão Nacional de Arte de Belo Horizonte (1977) e teve uma sala especial dedicada à sua obra na Bienal Nacional de São Paulo de 1976. Sua produção é majoritariamente composta por esculturas em madeira retratando santos e figuras da tradição católica com evidente influência da escultura barroca. Ângelo Oswaldo de Araújo define sua obra: “Corpo opulento, cara arredondada, em rebatimentos arredondados, olhos esbugalhados e cabeleira basta fazem parte do vocabulário de formas copiosas praticado por Maurino de Araújo.” Para Olívio Tavares de Araújo, o que caracteriza sua obra é “a concentração (no sentido químico do termo) e a intensificação de certos estilemas, certos procedimentos formais do barroco, tratados, porém, com uma rusticidade que lhes potencializa o impacto, a dramaticidade, a estranheza. [...] Ao invés de proselitismo faz exorcismo, e sua obra na verdade fornece [...] a atualíssima metáfora de uma humanidade machucada e grotesca".
FONTE: http://www.museuafrobrasil.org.br/pesquisa/indice-biografico/lista-de-biografias/biografia/2017/07/03/maurino-de-araújo
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TOMÁS SANTA ROSA (João Pessoa PB 1909 - Nova Délhi, Índia 1956).
O.S.T. 59X61 CM.
"PEIXES", 1946
Personagens de teatro (com desenho no verso) e Perfil de Mulher Surrealista (aquarela) Rio de Janeiro, décadas de 1940/50. Santa Rosa foi grande artista e personagem de sua época, porque realizou obra de grande visibilidade como ilustrador de livros e cenógrafo de teatro. Ilustrou mais de 200 livros só para a editora José Olympio, dos melhores autores da época. E no teatro, entre incontáveis produções, fez a premiada e inesquecível cenografia da peça “Vestido de Noiva”, de Nélson Rodrigues.
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