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Galeria Paiva Frade
Auctioneer: Alexandre Paiva Frade
LEILÃO DE BELAS ARTES
11 de August às 20:30h
12 de August às 20:30h
Description
Da Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios (1808-1821) aos dias de Hoje. CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEONeste leilão: Documentos do período Imperial,Esculturas e Pinturas do período Imperial aos dias de hoje.Obras de artista medalhista de ouro laureados pela primeira e principal instituição de arte no Brasil: A Escola Nacional de Belas Artes.Raríssima obra de Baptista da Costa que gerou a primeira medalha de ouro do período Republicano e varias obras de seu aluno o Mestre Cândido Portinari. Raras obras da família Parreiras: Antonio, Edgar e Dakir, Incluindo o importantíssimo pano de boca do extinto Teatro Carlos Gomes de Campinas. Obras da École de Barbizon e impressionista. Porcelanas Companhia das Índias.
IMPORTANTE: Esse leilão será apregoado A VISTA. MODALIDADES: DEPÓSITO BANCÁRIO. Entre em contato: (35) 3332 4150. No caso de arrematação os valores deverão ser quitados, em até 72 horas, após recebimento do E-MAIL DE COBRANÇA. O não cumprimento do prazo previsto, Leiloeiro dará por desfeita a venda e, por via de EXECUÇÃO JUDICIAL, cobrará sua comissão e a dos organizadores. DÚVIDAS POR FAVOR CONTATE: (35) 3332- 4150.
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1
MANUEL MADRUGA (1882-1951)
CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
Paisagem Rural, década de 1940
O.S.T.
Medidas: 33 x 41 cm. / 53 x 61 cm.

Estudou na Academia Imperial de Belas Artes, sob orientação de João Zeferino da Costa e José Maria de Medeiros, onde obteve menção honrosa no de 1894 e medalha de ouro em 1898.

Posteriormente ligou-se a Antônio Parreiras para fundarem o mais importante grupo de sua época, em contraposição a Academia Imperial, o grupo Grimm, liderado pelo próprio Jorge Grimm.
O grupo propunha a pintura ao ar livre, e nele, seu amigo mais próximo era Antônio Parreiras.

Viajou para a Europa em 1894, subvencionado por seu tio, coronel Tomás Madruga, onde estudou na Academia Julien, sob orientação de Jean Laurens e Marcel Baschet. Permaneceu um ano em Roma, na Itália. Voltou a Paris, onde realizou grande parte de seu trabalho.

Em 1898 em diante participou do Salão da Sociedade dos Artistas Franceses e de fez em Paris algumas individuais, inclusive no Musée Carnavalet.

No Brasil, em 1899, realizou uma exposição individual, cujo tamanho sucesso financeiro permitiu-lhe voltar para Paris onde fez carreia e viveu por 40 anos, até os idos de 1940.

em 1911 a equipe de artistas encarregada da decoração do Pavilhão do Brasil na Exposição Internacional de Turim. Pintou para a ocasião enorme painel de cinco por dez metros, O Brasil ofertando os produtos do seu solo ao mundo, adquirido mais tarde para o Ministério da Agricultura e depois foi destruído por falta de cultura e manutenção.

Após 40 anos, de volta ao Brasil devido a II Guerra Mundial, venceu o concurso para as decorações do novo edifício do Ministério da Guerra, com O Grito do Ipiranga.

Em 1940 participou do Salão Paulista de Belas Artes e obteve a medalha de prata e a medalha de ouro - postumamente - em 1952.

Praticou um tardio Impressionismo, que cultivou com sensibilidade e emoção verdadeiras.

Devido ao motivo de ser um artista brasileiro, com carreira na França, suas obras em nosso país, são raras e escassas.

Exposições:
1899 - Casa Postal, São Paulo;

1898 - Salão da Sociedade dos Artistas Franceses, Paris (França);
1908 - Salão Nacional de Belas Artes , Medalha de Ouro, Rio de Janeiro
1911 - Exposição Internacional de Turim (Itália);
1942 - Salão Paulista de Belas Artes, Grande Medalha de Prata, São Paulo
1942 - Salão de Belas Artes de Porto Alegre, Prêmio de Aquisição (RS);
1944 - Medalha de Ouro e 1.º Prêmio Interventor Fernando Costa;
1947 - Prêmio de Aquisição 1948 - Salão Nacional de Belas Artes, Medalha de Ouro, Rio de Janeiro
1949 - Salão Municipal de Belas Artes, 1.° Prêmio Prefeitura do Distrito Federal, Rio de Janeiro
1950 - Salão dos Artistas Nacionais, Medalha de Honra, Rio de Janeiro (RJ).
Bid
R$ 2.500,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 2.500,00 (BRL)
Cotações
$ 475.00 (USD)
$ 400.00 (EUR)
$ 46.300,00 (ARS)
Cotações
$ 475.00 (USD)
$ 400.00 (EUR)
$ 46.300,00 (ARS)
2
MANUEL MADRUGA (Manuel Pereira Madruga Filho, 1872- 1951)
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Épica obra: "A BANDEIRA DE FERNÃO DIAS".
Med. 90 x 118 cm. / 105 x 135 cm.

CONSTA CARIMBO DA EXPOSIÇÃO RETROSPECTIVA, NO M.N.B.A, SALÃO ASSÍRIO, JUNHO DE 1952. UM ANO APÓS SEU FALECIMENTO.
Assista vídeo sobre o artista copiando e colando este link: https://www.youtube.com/watch?v=x3SfyWJZHo8&t=5s
RARO VÍDEO DA EXPOSIÇÃO: https://youtu.be/h18d9XL0UCk

BIOGRAFIA: Estudou na Academia Imperial de Belas Artes, sob orientação de João Zeferino da Costa e José Maria de Medeiros, onde obteve menção honrosa no de 1894 e medalha de ouro em 1898.

Posteriormente ligou-se a Antônio Parreiras para fundarem o mais importante grupo de sua época, em contraposição a Academia Imperial, o grupo Grimm, liderado pelo próprio Jorge Grimm.
O grupo propunha a pintura ao ar livre, e nele, seu amigo mais próximo era Antônio Parreiras.

Viajou para a Europa em 1894, subvencionado por seu tio, coronel Tomás Madruga, onde estudou na Academia Julien, sob orientação de Jean Laurens e Marcel Baschet. Permaneceu um ano em Roma, na Itália. Voltou a Paris, onde realizou grande parte de seu trabalho.

Em 1898 em diante participou do Salão da Sociedade dos Artistas Franceses e de fez em Paris algumas individuais, inclusive no Musée Carnavalet.

No Brasil, em 1899, realizou uma exposição individual, cujo tamanho sucesso financeiro permitiu-lhe voltar para Paris onde fez carreira e viveu por 40 anos, até os idos de 1940.

Em 1911 a equipe de artistas encarregada da decoração do Pavilhão do Brasil na Exposição Internacional de Turim. Pintou para a ocasião enorme painel de cinco por dez metros, O Brasil ofertando os produtos do seu solo ao mundo, adquirido mais tarde para o Ministério da Agricultura e depois foi destruído por falta de cultura e manutenção.

Após 40 anos, de volta ao Brasil devido a II Guerra Mundial, venceu o concurso para as decorações do novo edifício do Ministério da Guerra, com O Grito do Ipiranga.

Em 1940 participou do Salão Paulista de Belas Artes e obteve a medalha de prata e a medalha de ouro - postumamente - em 1952.

Praticou um tardio Impressionismo, que cultivou com sensibilidade e emoção verdadeiras.

Devido ao motivo de ser um artista brasileiro com carreira na França, suas obras em nosso país são raras e escassas, sobretudo as de cunho histórico.
Bid
R$ 12.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 12.000,00 (BRL)
Cotações
$ 2,280.00 (USD)
$ 1,920.00 (EUR)
$ 222.240,00 (ARS)
Cotações
$ 2,280.00 (USD)
$ 1,920.00 (EUR)
$ 222.240,00 (ARS)
3
MANUEL MADRUGA (1882-1951).
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Artista premiado com o maior prêmio da ENBA: "Viagem ao estrangeiro".
"Felicidade",
Medidas: 73 X 60 cm.
ÓLEO SOBRE TELA.

Obra faz parte do raro vídeo DA EXPOSIÇÃO RETROSPECTIVA, NO M.N.B.A, SALÃO ASSÍRIO, JUNHO DE 1952.
RARO VÍDEO DA EXPOSIÇÃO: https://youtu.be/h18d9XL0UCk

BIOGRAFIA: Estudou na Academia Imperial de Belas Artes, sob orientação de João Zeferino da Costa e José Maria de Medeiros, onde obteve menção honrosa no de 1894 e medalha de ouro em 1898.

Posteriormente ligou-se a Antônio Parreiras para fundarem o mais importante grupo de sua época, em contraposição a Academia Imperial, o grupo Grimm, liderado pelo próprio Jorge Grimm.
O grupo propunha a pintura ao ar livre, e nele, seu amigo mais próximo era Antônio Parreiras.

Viajou para a Europa em 1894, subvencionado por seu tio, coronel Tomás Madruga, onde estudou na Academia Julien, sob orientação de Jean Laurens e Marcel Baschet. Permaneceu um ano em Roma, na Itália. Voltou a Paris, onde realizou grande parte de seu trabalho.

Em 1898 em diante participou do Salão da Sociedade dos Artistas Franceses e de fez em Paris algumas individuais, inclusive no Musée Carnavalet.

No Brasil, em 1899, realizou uma exposição individual, cujo tamanho sucesso financeiro permitiu-lhe voltar para Paris onde fez carreira e viveu por 40 anos, até os idos de 1940.

Em 1911 a equipe de artistas encarregada da decoração do Pavilhão do Brasil na Exposição Internacional de Turim. Pintou para a ocasião enorme painel de cinco por dez metros, O Brasil ofertando os produtos do seu solo ao mundo, adquirido mais tarde para o Ministério da Agricultura e depois foi destruído por falta de cultura e manutenção.

Após 40 anos, de volta ao Brasil devido a II Guerra Mundial, venceu o concurso para as decorações do novo edifício do Ministério da Guerra, com O Grito do Ipiranga.

Em 1940 participou do Salão Paulista de Belas Artes e obteve a medalha de prata e a medalha de ouro - postumamente - em 1952.

Praticou um tardio Impressionismo, que cultivou com sensibilidade e emoção verdadeiras.

Devido ao motivo de ser um artista brasileiro com carreira na França, suas obras em nosso país são raras e escassas, sobretudo as de cunho histórico.
Bid
R$ 5.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 5.000,00 (BRL)
Cotações
$ 950.00 (USD)
$ 800.00 (EUR)
$ 92.600,00 (ARS)
Cotações
$ 950.00 (USD)
$ 800.00 (EUR)
$ 92.600,00 (ARS)
3a
Catálogo da Exposição Retrospectiva de MANUEL MADRUGA (1882-1951), no M.N.B.A, RIO DE JANEIRO, SALÃO ASSÍRIO, JUNHO DE 1952. HOMENAGEM PÓSTUMA.
Bid
R$ 600,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 600,00 (BRL)
Cotações
$ 114.00 (USD)
$ 96.00 (EUR)
$ 11.112,00 (ARS)
Cotações
$ 114.00 (USD)
$ 96.00 (EUR)
$ 11.112,00 (ARS)
4
EDGARD PARREIRAS (1885/1960)
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Artista premiado com a medalha de ouro em 1925 no Salão Nacional de Belas Artes
“Caminho com figura e árvores”, 1944.
Óleo sobre tela colado em cartão, tela de viagem.
Medidas: 27 x 35 cm. / 35,5 x 43,5 cm.

Em 1905, estudou com seu tio, o pintor Antônio Parreiras. Posteriormente, seguiram, em 1908, para Paris e Edgar matriculou-se na Academia Julian, onde estudou até 1910.
No Brasil, em 1911, integrou a 1ª Exposição Paulista de Belas Artes, no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo.
Retorna à Paris ainda em 1913, e vive com seu tio Antônio e primo Dakir Parreiras.
1913, recebeu menção honrosa na 20ª Exposição Geral de Belas Artes,
1916, recebeu nova menção honrosa na 23ª Exposição Geral de Belas Artes,
1917, recebeu medalha de bronze na 24ª Exposição Geral de Belas Artes,
1918, recebeu medalha de prata na 25ª Exposição Geral de Belas Artes
1919, recebeu medalha de prata na 26ª Exposição Geral de Belas Artes,
Foi medalha de ouro em 1925.
Em 1928, ao lado de Georgina de Albuquerque, Lucílio de Albuquerque, Pedro Alexandrino, Rodolfo Bernardelli e Oscar Pereira da Silva faz da parte da exposição do Grupo Almeida Júnior, em São Paulo, no Palácio das Arcadas.
Em 1940 fundou, com Azeredo Coutinho e Campofiorito, a Associação Fluminense de Belas Artes, em Niterói,
Obteve medalha de prata em 1940 e grande medalha de prata em 1945 no Salão Paulista de Belas Artes.
Suas pinturas integram o acervo do Museu Antônio Parreiras, em Niterói.
Bid
R$ 2.800,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 2.800,00 (BRL)
Cotações
$ 532.00 (USD)
$ 448.00 (EUR)
$ 51.856,00 (ARS)
Cotações
$ 532.00 (USD)
$ 448.00 (EUR)
$ 51.856,00 (ARS)
5
EDGARD PARREIRAS (1885/1960)
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Artista premiado com a medalha de ouro em 1925 no Salão Nacional de Belas Artes
Óleo sobre tela.
Figuras na praia
Datado 1937.
Medidas: 27 x 22 cm. / 35 x 30 cm.

Em 1905, estudou com seu tio, o pintor Antônio Parreiras. Posteriormente, seguiram, em 1908, para Paris e Edgar matriculou-se na Academia Julian, onde estudou até 1910.
No Brasil, em 1911, integrou a 1ª Exposição Paulista de Belas Artes, no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo.
Retorna à Paris ainda em 1913, e vive com seu tio Antônio e primo Dakir Parreiras.
1913, recebeu menção honrosa na 20ª Exposição Geral de Belas Artes,
1916, recebeu nova menção honrosa na 23ª Exposição Geral de Belas Artes,
1917, recebeu medalha de bronze na 24ª Exposição Geral de Belas Artes,
1918, recebeu medalha de prata na 25ª Exposição Geral de Belas Artes
1919, recebeu medalha de prata na 26ª Exposição Geral de Belas Artes,
Foi medalha de ouro em 1925.
Em 1928, ao lado de Georgina de Albuquerque, Lucílio de Albuquerque, Pedro Alexandrino, Rodolfo Bernardelli e Oscar Pereira da Silva faz da parte da exposição do Grupo Almeida Júnior, em São Paulo, no Palácio das Arcadas.
Em 1940 fundou, com Azeredo Coutinho e Campofiorito, a Associação Fluminense de Belas Artes, em Niterói,
Obteve medalha de prata em 1940 e grande medalha de prata em 1945 no Salão Paulista de Belas Artes.
Suas pinturas integram o acervo do Museu Antônio Parreiras, em Niterói.
Bid
R$ 2.630,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 2.630,00 (BRL)
Cotações
$ 499.70 (USD)
$ 420.80 (EUR)
$ 48.707,60 (ARS)
Cotações
$ 499.70 (USD)
$ 420.80 (EUR)
$ 48.707,60 (ARS)
6
DAKIR PARREIRAS (1894 - 1967)
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Pedra de Itapuca
Óleo s/ tela.
Medidas: 51 x 61 cm.

BIOGRAFIA: Expõe pela primeira vez na Exposição Geral de Belas Artes de 1911 e recebe menção honrosa e estuda na Académie Julian de Paris.
A partir de 1913, é encarregado da decoração dos navios e das agências da companhia de navegação Lloyd Brasileiro.
Em 1915, expõe com Antônio Parreiras na Escola Nacional de Belas Artes (Enba). Torna-se professor do Instituto de Educação de Niterói.
Em 1922, ano desta obra, recebe medalha de bronze da ENBA
Em 1930, recebe medalha de prata; e, em 1964, seu último salão, exibe Canal Grande, Veneza e Mau tempo.
Também participa de salões oficiais em São Paulo.
Há obras suas nos palácios de governo de Porto Alegre e Florianópolis.
Realiza panos de boca para teatros das cidades paulistas de Campinas e Ribeirão Preto.

HOMENAGEM PÓSTUMA: A relação entre os pintores e suas respectivas carreiras foram tema da exposição “Antônio e Dakir Parreiras: de pai para filho” com curadoria do Museu Antônio Parreiras - Secretaria de Estado de Cultura/FUNARJ.
Bid
R$ 4.800,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 4.800,00 (BRL)
Cotações
$ 912.00 (USD)
$ 768.00 (EUR)
$ 88.896,00 (ARS)
Cotações
$ 912.00 (USD)
$ 768.00 (EUR)
$ 88.896,00 (ARS)
7
DAKIR PARREIRAS (Niterói, RJ 1894-1967)
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Medidas: 71 X 95 cm, na moldura 97 x 124,5cm
Panorâmica da Praia do Flamengo, Avenida Beira Mar, Praça Paris, relógio do prédio Art Déco da Mesbla, marca francesa, primeira loja de departamentos do Rio de Janeiro.
Datado na década 1930.

BIOGRAFIA: Expõe pela primeira vez na Exposição Geral de Belas Artes de 1911 e recebe menção honrosa e estuda na Académie Julian de Paris.
A partir de 1913, é encarregado da decoração dos navios e das agências da companhia de navegação Lloyd Brasileiro.
Em 1915, expõe com Antônio Parreiras na Escola Nacional de Belas Artes (Enba). Torna-se professor do Instituto de Educação de Niterói.
Em 1922, ano desta obra, recebe medalha de bronze da ENBA
Em 1930, recebe medalha de prata; e, em 1964, seu último salão, exibe Canal Grande, Veneza e Mau tempo.
Também participa de salões oficiais em São Paulo.
Há obras suas nos palácios de governo de Porto Alegre e Florianópolis.
Realiza panos de boca para teatros das cidades paulistas de Campinas e Ribeirão Preto.

HOMENAGEM PÓSTUMA: A relação entre os pintores e suas respectivas carreiras foram tema da exposição “Antônio e Dakir Parreiras: de pai para filho” com curadoria do Museu Antônio Parreiras - Secretaria de Estado de Cultura/FUNARJ.


Bid
R$ 12.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 12.000,00 (BRL)
Cotações
$ 2,280.00 (USD)
$ 1,920.00 (EUR)
$ 222.240,00 (ARS)
Cotações
$ 2,280.00 (USD)
$ 1,920.00 (EUR)
$ 222.240,00 (ARS)
8
DAKIR PARREIRAS (Niterói, RJ 1894- 1967).
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Assinado e datado de 1928.
Óleo sobre tela, técnica de pontilhismo.
Medidas: 96,5 x 110 cm.
PROJETO PARA O "PANO DE BOCA" DO TEATRO CARLOS GOMES DE CAMPINAS, SP.

Acompanha a partitura "Sinfonia dell´Opera Ballo IL GUARANY" - O Guarani. Edição original italiana Com 13 páginas, por G. Ricordi.
Com carimbo da Casa Levy - São Paulo.

DESCRIÇÃO: Na reserva superior: "As nove Musas"*.
Na cena central: O maestro CARLOS GOMES, ao piano, veste um robe sobre as roupas, segura uma partitura e sonha as três cenas ao fundo: 1 - Cecília (Ceci) e Peri (índio da tribo dos Goitacazes, considerado o herói da trama); 2 - Morte de Álvaro de Sá em uma emboscada, Isabel e seu pai D. Antonio de Mariz; 3 - Peri age como um verdadeiro cavaleiro medieval, valorizando a fidalguia, a honradez, a hierarquia e até mesmo a religião, que acaba por abraçar para obter permissão do pai para salvar a amada Ceci.

DA TEMÁTICA: Essa raríssima pintura foi modelo para o pano de boca do teatro Carlos Gomes em Campinas e talvez hoje seja tudo que sobrou dele.
Campinas, que nesta época era uma cidade rica, dos grandes barões do Café, moderna e privilegiada culturalmente, distribuía ao restante do país, em primeira mão, as novidades que vinham da Europa.
Em 1.850 existia o Teatro São Carlos, demolido em 1922, para dar lugar à um teatro maior e mais luxuoso, o Teatro Carlos Gomes, inaugurado em 10 de setembro de 1930. Era um prédio majestoso, para dar lugar à nova “Casa de Ópera” em um ambiente de muita riqueza.

Devido ao abandono, problemas estruturais, rachaduras e infiltrações em 1965, baseado em dois laudos técnicos, o então prefeito Ruy Novais apoiado pela maioria dos vereadores, decidiu colocar o monumento abaixo, demolindo repentinamente.

Assim se foi “um pouco” da história de Campinas ainda registrada nesta importante obra de Dakir Parreiras, artista que seguiu os passos do pai, o pintor Antônio Parreiras, ícone do paisagismo brasileiro entre os séculos XIX e XX.

A relação entre os pintores e suas respectivas carreiras foram tema da exposição “Antônio e Dakir Parreiras: de pai para filho” com curadoria do Museu Antônio Parreiras - Secretaria de Estado de Cultura/FUNARJ.

BIOGRAFIA: Dakir Parreiras expõe pela primeira vez na Exposição Geral de Belas Artes de 1911 e recebe menção honrosa e estuda na Académie Julian de Paris.
A partir de 1913, é encarregado da decoração dos navios e das agências da companhia de navegação Lloyd Brasileiro.
Em 1915, expõe com Antônio Parreiras na Escola Nacional de Belas Artes (Enba). Torna-se professor do Instituto de Educação de Niterói.
Em 1922, ano desta obra, recebe medalha de bronze da ENBA.
Em 1930, recebe medalha de prata; e, em 1964, seu último salão, exibe "Grand Canal-Veneza" e "Mau tempo".
Também participa de salões oficiais em São Paulo.
Há obras suas nos palácios de governo de Porto Alegre e Florianópolis.
Realiza panos de boca para teatros das cidades paulistas de Campinas e Ribeirão Preto.

A ÓPERA: "Il Guarany" é uma ópera em quatro atos composta por Antônio Carlos Gomes, baseada no romance de José de Alencar, O Guarani. Seu libreto, em italiano ao invés do português nativo de Carlos Gomes, foi escrito por Antonio Scalvini e Carlo D'Ormeville. A obra se destaca como a primeira ópera brasileira a ser aclamada fora do Brasil. A estreia mundial teve lugar no Teatro Alla Scala, em Milão, Itália, em 19 de março de 1870. A ópera recebeu produções europeias adicionais. A primeira apresentação brasileira foi no Rio de Janeiro em 2 de dezembro de 1870, no Theatro D. Pedro II, prédio que foi demolido em 1934.

O autor da obra literária "O GUARANY" (1857), José de Alencar nasceu em Fortaleza, CE 1829. Formado em Direito pela Faculdade de Direito de São Paulo, teve intensa carreira política como deputado, ministro e outros cargos. Vitimado pela tuberculose, faleceu no Rio de Janeiro em 12 de dezembro de 1877.

* AS NOVE MUSAS: Após a guerra contra os titãs, as divindades anteriores aos deuses, Zeus se encontra com Mnemosine, deusa da memória, e, por dez noites consecutivas, se deita com ela. Após um ano, Mnemosine dá a luz às nove musas. As nove musas foram encarregadas de cantar a vitória e os grandes feitos dos deuses, sobre as suas divindades e belezas. Mouseion, significa Templo das Musas.
Bid
R$ 22.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 22.000,00 (BRL)
Cotações
$ 4,180.00 (USD)
$ 3,520.00 (EUR)
$ 407.440,00 (ARS)
Cotações
$ 4,180.00 (USD)
$ 3,520.00 (EUR)
$ 407.440,00 (ARS)
9
ANTÔNIO PARREIRAS (1860 - 1937)
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Montanhas rochosas, Serra da Arcádia, interior do estado do RJ.
Óleo sobre tela.
Medidas: 40 x 70 cm. / 64 x 93 cm.
Assinado e datado (1932)

Acompanha uma bela medalha da Exposição Internacional do Centenário da Independência - Rio de Janeiro. Onde Antônio Parreiras, conquistou todas as três medalhas de ouro no mesmo Salão da Exposição Internacional do Centenário da Independência e foi o Grande artista aclamado pelo público. Isso num momento onde toda a imprensa apoiava o movimento modernista e desprezava os grande acadêmicos.

Considerando dentre os maiores nomes já falecidos do Estado do Rio de Janeiro, está o de Antônio Parreiras. Pintor genial que ainda em vida, fora consagrado o mais eminente dos artistas entre os brasileiros.

Foi em um estabelecimento fotográfico, de Joaquim Insley Pacheco, fotógrafo da Casa Imperial, que Parreiras realizou a sua primeira grande mostra, em 1886.
Na época havia proximidade entre pintores e fotógrafos: foi no ateliê do fotógrafo Félix Nadar (1820-1910), que aconteceu a primeira exposição dos impressionistas em Paris, entre 15 de abril e 15 de maio de 1874. Na época, rejeitados pela crítica.

Do Grupo Grimm, foi um dos fundadores na década de 1880 quando, o alemão Johann Georg Grimm, reúne em torno de si um grupo de estudantes entusiasmados com pintar o naturalismo. Foram destaque na imprensa nacional, pois fazia ver, aos brasileiros, sua própria terra.

Os artistas que fizeram parte desse grupo são fundamentais dentro da história da arte brasileira, dentre eles: Antônio Parreiras, Castagneto, Garcia y Vasquez, França Júnior e Manuel Madruga

Dedicaram-se à pintar realísticas paisagens, e como grande desafio: O dificílimo tema de pedreiras.

Parreiras:

1878 – Solicitou inscrição no curso noturno de desenho da Academia Imperial de Belas Artes.

Em 1883, matriculou-se na Academia Imperial e, em 1884, saiu para pintar a “d'après nature” no Georg Grimm.

Em 1886 Dom Pedro II, visitou a casa do paisagista e adquiriu duas obras do pintor. Então a Academia encomendou algumas obras.

Em 1887, com recursos de suas obras adquiridas pela Academia viajou à Europa e, na França, montou seu próprio ateliê que tornou-se sucesso, e ainda, foi o segundo pintor brasileiro a expor no Salão de Paris. Nos vários anos entre Brasil e França, executou encomendas oficiais para edifícios públicos.

1888 - Em 27 de janeiro, numa exposição na Casa Insley Pacheco, na Rua do Ouvidor, duas foram adquiridas pela própria princesa Isabel.

Viajou para a Itália e durante dois anos frequentou a Academia de Belas Artes de Veneza e expôs, com sucesso, no Salão Permanente de Belas Artes em Veneza.

Em 5 de janeiro de 1890, retornou ao Brasil e ganhou medalha de ouro na Exposição Geral de Belas Artes

Tornou-se professor de paisagem na Academia e, em 1911, delegado da Sociedade Nacional de Belas-Artes.

Participa de inúmeras exposições de grande sucesso em São Paulo e Rio, e também travou uma propagada luta pela renovação da ENBA

Em 1898 foi contratado pelo presidente da República, Campos Salles, para produzir obras para o Supremo Tribunal Federal.

1905 - Contratado pelo governador do Pará executou em Belém a obra "A conquista do Amazonas" e expôs no Teatro da Paz, e no Palácio do Rio Negro de Manaus.

Em 1906, em Lisboa, conviveu com pintor José Malhôa e pintores do Grupo Leão. Em Paris, encontrava-se frequentemente com o casal Lucílio de Georgina de Albuquerque.

1907 - Retornou ao Brasil, mas já em 1909 tornou-se associado da Societé Nationale de Beaux Arts et Lettres de Paris.

Década de 1910 realiza inúmeras mostras e vai várias vezes a Paris, onde tem um ateliê.

1911 – participou da Exposição Universal de Turim.

Em 1915 expõe na Escola de Belas Artes, com seu filho, Dakir .

Em 1922 conquistou todas as Grandes Honrarias:
•Medalha de Ouro (Exposição do Centenário da Independência)
•Medalha de Honra (Exposição do Centenário da Independência)
•Grande Medalha (Exposição do Centenário da Independência)

1923 – Recebeu a medalha de honra de ouro na 30ª Exposição Geral de Belas Artes.

Foi eleito, em 1925, o maior artista do país no Grande Concurso Nacional realizado entre os leitores da revista Fon-Fon. segundo Rodolfo Bernardelli e terceiro lugar Baptista da Costa.

Em 1926 foi publicado o primeiro livro sobre Antônio Parreiras.

Em 1927, participou em vida, de uma homenagem oficial: a inauguração de seu busto em bronze, executado pelo francês Marc Robert, no Jardim Icaraí, atual praça Getúlio Vargas. Ainda entra para a Academia Fluminense de Letras.

Em 1935, no Salão Ibero Americano de Sevilha, bem como na Exposição Universal de Barcelona foi premiado com medalhas de ouro.

Em 1936, já doente e bastante debilitado, pinta ao ar livre, em viagens ao distrito de Barão de Javary, perto de Miguel Pereira.

Em 1937, no dia 17 de outubro, faleceu em sua residência de Niterói.

Segundo ele nos 55 anos fez mais 850 pinturas, sendo 720 no Brasil e fez 39 exposições.

Grande Medalha das comemorações do Centenário da Independência.
A conhecida face ao motivo, tamanho e magnifico desenho.

Em 1942, por decreto-Lei, inaugura-se o Museu Antônio Parreiras, o primeiro museu brasileiro dedicado a um só artista, hoje tombado pelo Instituto do Patrimônio Artístico Nacional.

Medalha - Exposição Internacional do Centenário da Independência - Rio de Janeiro

É a maior exposição internacional realizada até hoje em terras brasileiras.
Grande Medalha das comemorações do Centenário da Independência.
A conhecida face ao motivo, tamanho e magnifico desenho.
Bronze, com 7,5 cm de diâmetro.

A Exposição Internacional do Centenário da Independência foi uma exposição realizada no Rio de Janeiro entre 7 de setembro de 1922 e 23 de março de 1923.

Participaram no total 14 países de 3 continentes.
O Brasil teve no total 6.013 expositores, representando todos os estados da federação.
No total circularam pela exposição mais de 3 milhões de pessoas.

Em artes plásticas, o pintor Antônio Parreiras, conquistou três medalhas de ouro, no mesmo Salão da Exposição Internacional do Centenário da Independência - Rio de Janeiro e foi aclamado pelo publico.
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R$ 18.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 18.000,00 (BRL)
Cotações
$ 3,420.00 (USD)
$ 2,880.00 (EUR)
$ 333.360,00 (ARS)
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$ 3,420.00 (USD)
$ 2,880.00 (EUR)
$ 333.360,00 (ARS)
9e
Grande Medalha das comemorações do Centenário da Independência. (1822-1922)
A conhecida face ao motivo, tamanho e magnifico desenho.
Bronze, com 7,5 cm de diâmetro.
Exposição Internacional do Centenário da Independência - Rio de Janeiro
É a maior exposição internacional realizada até hoje em terras brasileiras.

A Exposição Internacional do Centenário da Independência foi uma exposição realizada no Rio de Janeiro entre 7 de setembro de 1922 e 23 de março de 1923.

Participaram no total 14 países de 3 continentes.
O Brasil teve no total 6.013 expositores, representando todos os estados da federação.
No total circularam pela exposição mais de 3 milhões de pessoas.

Em artes plásticas, o pintor Antônio Parreiras conquistou três medalhas de ouro, no mesmo Salão da Exposição Internacional do Centenário da Independência - Rio de Janeiro e foi aclamado pelo publico.
Bid
R$ 300,00 (BRL)
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R$ 300,00 (BRL)
Cotações
$ 57.00 (USD)
$ 48.00 (EUR)
$ 5.556,00 (ARS)
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$ 48.00 (EUR)
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10
BAPTISTA DA COSTA
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Itaguaí-RJ, 1865 - Rio de Janeiro-RJ, 1926.
Artista premiado com o maior prêmio da ENBA: "Viagem ao estrangeiro".
Óleo sobre tela
INTITULADO: Esboceto - Transe Doloroso.
Medidas: 70 x 90 cm, na moldura 88 x 108cm.

Esta inédita obra foi herança para sua filha, e posteriormente para seu neto, Mauro da Costa Lobo, diplomata brasileiro que morou seus últimos anos em Morretes, Paraná, onde conservou consigo por mais de 20 anos, até vender ao marchand paranaense José Eduardo Ribas em 2008, que por sua vez negociou a obra em 2021, possibilitando pela primeira vez na história ser apresentada em um leilão.

Essa obra é histórica e um marco na carreira de Baptista da Costa, quando no Rio de Janeiro e em 1900 conquistou medalha de ouro na Exposição Geral de Belas Artes da ENBA, com a obra Transe Doloroso, uma obra intensa e pincelada solta, marcada por magnífica luz nos lençóis brancos que cobrem o menino na cama e nas mangas do vestido da moça que se ajoelha ao lado dele. Nesta cena de gênero, no canto do lado esquerdo do quadro, um homem sozinho, afastado da cena, está sentado e ao seu lado um cão observam os acontecimentos. No primeiro plano vemos discretamente ao pé da cama um menino.
Transe Doloroso é bem diferente das outras obras de Baptista, pois apresenta o silêncio, a introspecção, com intensidade.

Em um artigo sobre esta obra Marcelo José Pereira Carvalho observa que:
"A arte proporcionou ao pintor, portanto, a possibilidade de tornar pública sua própria
experiência." (PERROT, 2011:239/30)

Posteriormente, Baptista da Costa se casa em 1905 com Noemi, irmã de Oswaldo Cruz, com quem tem mais quatro filhos.
Em 1906 foi nomeado Diretor da Escola Nacional de Belas Artes, cargo que ocupou até o ano de seu falecimento em 1926.
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$ 10,640.00 (USD)
$ 8,960.00 (EUR)
$ 1.037.120,00 (ARS)
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11
HENRIQUE BERNARDELLI (Valparaiso, Chile, 1857 - Rio de Janeiro, RJ, 1936)
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ACADEMIA IMPERIAL DE BELAS ARTES
"Lembranças do ateliê"
Rio, 1916
Medidas: 47 x 32 cm. / 75,5 x 59,5 cm.

Nascido no Chile, em 1857, mudou-se ainda criança para o Brasil, em 1865, quando seus pais, um violinista e uma bailarina, foram contratados pelo Imperador Dom Pedro II para serem preceptores das princesas imperiais.

Em 1870 matricula-se na Academia Imperial de Belas Artes. Entre 1879 e 1888 vive e estuda na Europa. De volta ao Rio de Janeiro em 1888, o artista participou de inúmeras exposições: em 1889, da Exposição Universal de Paris, ganhando medalha de bronze com a tela Os Bandeirantes; em 1890 da Exposição Geral das Belas Artes; em 1893 da Exposição Universal de Chicago.

Em 1891, torna-se professor de pintura na recém-inaugurada Escola Nacional de Belas Artes. Leciona na Escola até 1906, passando então a dar aulas particulares em seu atelier. Sua atuação como decorador merece destaque, tendo realizado trabalhos no Theatro Municipal, na Biblioteca Nacional e no Museu Nacional de Belas Artes.

Em 1916 conquista uma das mais altas premiações que um artista plástico pode aspirar no Brasil: a Medalha de Honra.

Foi membro do Conselho Superior de Belas Artes, para o qual prestou relevantes serviços.

O Museu Nacional de Belas-Artes possui 120 obras suas, de diferentes épocas e técnicas.
A Pinacoteca do Estado de São Paulo possui cerca de 344 desenhos, entre 41 aquarelas e vários óleos.
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R$ 6.600,00 (BRL)
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$ 1,254.00 (USD)
$ 1,056.00 (EUR)
$ 122.232,00 (ARS)
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$ 1,056.00 (EUR)
$ 122.232,00 (ARS)
11a
PRINCESA ISABEL DO BRASIL - RODOLFO BERNARDELLI (Guadalajara, 1852 - RJ, 1931) -
CASA IMPERIAL BRASILEIRA.
Artista premiado com o maior prêmio da ENBA: "Viagem ao estrangeiro".

Escultura em bronze de S.A.I Princesa Isabel
Assinada.
Medidas: 30 x 19 x 12 cm. com base; 27 x 19 x 12 cm. (escultura)

A versão em gesso desta obra integra o acervo artístico da Pinacoteca do Estado de São Paulo.

"(...) Dessa forma nota-se que os retratos realizados por Bernardelli nos anos 1880 foram muito destacados na imprensa carioca. O artista dedica-se principalmente a realização de retratos da Família Imperial, como busto da Princesa Isabel (c.1888) e da Imperatriz Teresa Cristina (1889), em que se demonstra um notável escultor."(...)*

"(...) Com grande pompa e festejos, em 13 de maio de 1922, no prédio “Mariano Procópio”, foram inaugurados a pinacoteca e os bustos em bronze da Princesa Isabel e do Conde d´Eu, obras de Bernardelli, reproduzidos em bronze a partir dos moldes do natural, realizados em Petrópolis em 1888. A fundição das peças, consideradas perfeitas, foram concretizadas pela Fundição Cavina. A solenidade contou com a presença de vereadores, deputados e representantes militares, além de outras personalidades, como Max Fleiuss, do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), que discursou. Algumas obras chegaram ao museu por meio de doação de Henrique Bernardelli, irmão de Rodolpho." (...)**

* FONTE: "A propósito de três esculturas de Rodolfo Bernardelli: a Baiana (1886), o Retrato de Negro (1886) e o Túmulo de José Bonifácio (1888-89)" Maria do Carmo Couto da Silva- Doutoranda em História da Arte pelo Departamento de História do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual em Campinas.
**https://pjf.mg.gov.br/noticias/view.php?modo=link2&idnoticia2=64139
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R$ 3.200,00 (BRL)
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$ 608.00 (USD)
$ 512.00 (EUR)
$ 59.264,00 (ARS)
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11b
Descrição do Documento:
Carta pessoal escrita à mão pela PRINCESA ISABEL DO BRASIL,
Raríssima peça emitida pela REPÚBLICA FRANCESA no início do século XX. figurando a própria PRINCESA ISABEL
O Cartão é datado de 1º de Janeiro de 1907 onde a CONDESSA D’EU, ilustre filha do IMPERADOR D. PEDRO II e responsável pela ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA no Brasil, escreve para sua amiga pessoal AMANDA.

Transcrição do Documento:

( Isabel de perfil)

1º de janeiro de 1907

Minha Querida Amanda
Que Deus lhe de e a seu
marido e filha ..ado quando
lhes desejamos! ……. que
formamos as emoções 1907
leia muito de emoção

ISABEL CONDESSA D’EU

Medidas: 14 x 9 cm.
Cartão postal impressão oficial “REPUBLIQUE FRANCAISE, CARTE POSTALE, Ce côté exclusivement réservé á l’adresse”.
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Bid
R$ 1.800,00 (BRL)
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R$ 1.800,00 (BRL)
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$ 342.00 (USD)
$ 288.00 (EUR)
$ 33.336,00 (ARS)
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$ 342.00 (USD)
$ 288.00 (EUR)
$ 33.336,00 (ARS)
12
ISABEL DO BRASIL
Princesa Isabel (A REDENTORA) antigo busto, raríssimo sinete para coleção.
Bronze maciço espessurado a prata,
Base virgem sem monograma ou brasão.
Escultura produzida de rara fotografia da PRINCESA ISABEL, onde seu cabelo está disposto amarrado para trás e cacheado em cima das orelhas, diferente das fotos mais comuns onde isabel dispõe de um cabelo curto e cacheado.
Medidas: 7 x 3,5 x 2,5 cm.

Bid
R$ 450,00 (BRL)
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R$ 450,00 (BRL)
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$ 85.50 (USD)
$ 72.00 (EUR)
$ 8.334,00 (ARS)
Cotações
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$ 72.00 (EUR)
$ 8.334,00 (ARS)
12a
AUGUSTA FAMÍLIA IMPERIAL DO BRASIL

LITOGRAFIA FRANCESA do séc XIX, Retrata a AUGUSTA FAMÍLIA IMPERIAL DO BRASIL. Ilustrado por Hélio Dujardin e impresso em Paris por volta de 1880.

MEDIDAS: 21 X 28cm/ 51 X 61cm.

A imagem traz sete medalhões que emolduram a imagem dos descendentes da Coroa Brasileira. Ao topo o Imperador DOM PEDRO II e sua esposa, a Imperatriz DONA THERESA CHRISTINA. Ao centro a Princesa DONA ISABEL e seu Marido o Conde D'EU e aos pés seus descendentes DOM LUIZ, DOM PEDRO DE ALCANTARA E DOM ANTONIO. Os Medalhões são envoltos por Ramos de Café e Tabaco em Flor, dispostos como louro e encimados por uma Tremulante BANDEIRA IMPERIAL DO BRASIL.
Envolta por paspatour em Camurça na cor Verde e Primorosa moldura Dourada adornada com Flores, Ramos e Volutas.

O Processo de Litogravura consiste na preparação de uma matriz em pedra calcária desenhada com material de base gordurosa, onde de maneira particular desta técnica, o autor possui grande liberdade nos traços para criar formas sobre a matriz, que logo após a finalização do desenho recebe um tratamento químico para repelir a água e aderir a tinta, vinda de um rolo; Desta forma quando prensada sobre a celulose somente os espaços do desenho que possuem a base gordurosa atraem a tinta, e repelem os espaços em branco que são preenchidos pela água, assim esse processo centenário é capaz de produzir obras únicas e em número limitado, (uma vez que a matriz é desfeita para a produção de novas impressões, e a ação do tempo vai transformando as obras existentes) tornando as peças produzidas cada vez mais Raras.
Bid
R$ 2.000,00 (BRL)
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R$ 2.000,00 (BRL)
Cotações
$ 380.00 (USD)
$ 320.00 (EUR)
$ 37.040,00 (ARS)
Cotações
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12b
Revista: O OCCIDENTE - REVISTA ILLUSTRADA DE PORTUGAL E DO EXTRANGEIRO. 1 DE AGOSTO DE 1889 - SUA MAGESTADE O IMPERADOR DO BRAZIL D. PEDRO II. (Segundo uma photographia de Nadar). Revista portuguesa criada pelo prestigiado gravador Caetano Alberto da Silva, Brito Rebelo e Manuel de Macedo reconhecida por sua qualidade gráfica e literária, e atestada pelos numerosos prémios que recebeu nas exposições de Paris (1878), Lisboa (1888), Antuérpia (1894), Saint Louis (1895), Paris (1900) e Lovaina (1907). Volume XII; Nº 382. págs. 170 à 176 com gravuras. Medidas: 37 x 26 cm.
Bid
R$ 800,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 800,00 (BRL)
Cotações
$ 152.00 (USD)
$ 128.00 (EUR)
$ 14.816,00 (ARS)
Cotações
$ 152.00 (USD)
$ 128.00 (EUR)
$ 14.816,00 (ARS)
13
IMPERADOR DOM PEDRO II
1889 no ÚLTIMO ano do IMPÉRIO.
Fotografia em Cartão
Representação do IMPERADOR DOM PEDRO II.

O Imperador Dom Pedro II foi o último grande monarca do Trono Brasileiro, esta rara fotografia mostra Pedro II dois anos antes de sua morte, já com os cabelos e barba totalmente brancos, data do ano de sua deposição do poder, quando por meio de um golpe militar foi obrigado a deixar seu País e viver os últimos anos de vida em exílio.

O retrato possui a forma de um "Carte de Cabinet", que se tornou popular na década de 1870 e foi o sucessor do "Carte de Visite" que era um formato de apresentação de fotografias, patenteada na França em 1854, e possuía um tamanho diminuto e revelação pela técnica de Impressão em Albumina, tornou-se um modismo mundial durante a década de 1860 e popularizou a arte do retrato, conferindo ao fotografado o status de distinção e representação social. Como seu sucessor o Carte de Cabinet herdou as mesmas técnicas de Impressão e cumpria o mesmo papel social.


Medidas: 11 x 16,7 cm.
Fotografia, em Cartão.
Bid
R$ 1.200,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 1.200,00 (BRL)
Cotações
$ 228.00 (USD)
$ 192.00 (EUR)
$ 22.224,00 (ARS)
Cotações
$ 228.00 (USD)
$ 192.00 (EUR)
$ 22.224,00 (ARS)
13a
IMPERADOR DOM PEDRO II,

Descrição do Documento:
Carta com Assinatura Atribuída ao IMPERADOR DOM PEDRO II, datada de 18 de junho de 1866 no período da GUERRA DO PARAGUAY, enviada por Dr. FRANCISCO MOREIRA DE CARVALHO, BARÃO VISCONDE E CONDE DE SUBAÉ (Formado em Direito, pela Universidade de Coimbra, era senhor de engenho, foi provedor da Santa Casa da Misericórdia de Santo Amaro e também presidente da Câmara Municipal, durante alguns quadriênios) Era Comendador da IMPERIAL ORDEM DE CRISTO e da IMPERIAL ORDEM DA ROSA. Seu solar em Santo Amaro da Purificação hospedou em 1859 o IMPERADOR DOM PEDRO II.

Transcrição do Documento:
Frente:

Illm A. Dor. Francisco Moreira de Carvalho
Bahia 18 de Junho de 1866
Amigo o A.

Recebemos sua p… 14 as cons. a qual não respondemos pelo mesmo portador por que …fuido , de uma carta o .. sócio E…lio; Julgou provavelmente que seria a m.. respostae então não a procurou.
A carta de …..do das 15 b… que farão as primeiras … ja lhe foi remettida, e como a não recebes ha por que foi desencaminhada com a carta que a copiava, por ele juntamos uma outra carta.
Provavelmente hira o …. do resto ou sua safra, bem com a .. corrente, o que não fazemos agora por muito ocupados - mas examinando a sua conta observamos haver um saldo a favor de cerca de 8:….., de que podera dispor não so … como ou qualquer quantia de que papa precisar para os seus arranjos, porque bem sabe que ano ha havia vendido estão a sua disposição
… ….. praça ficaria muito calma com as últimas. noticias de Londres, de t….. j….. t….. maior ou menor ……
Somos com respeito

ASSINATURA


Verso:

Illm siur
Cons. Dr. Francisco Mor. de Carv.
St. AMARO


Medidas: 42 x 27,5 cm.
Papel seda ao maço, marca d’água com coroa real “B A T II” ao canto superior esquerdo. Vestígios de lacre em sinete.
Bid
R$ 2.600,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 2.600,00 (BRL)
Cotações
$ 494.00 (USD)
$ 416.00 (EUR)
$ 48.152,00 (ARS)
Cotações
$ 494.00 (USD)
$ 416.00 (EUR)
$ 48.152,00 (ARS)
13b
COLAR DOM PEDRO II, medalha da SOCIEDADE CULTURAL E CONDECORATIVA DO BRASIL em comemoração ao centenário de desenlace de DOM PEDRO DE ALCÂNTARA, IMPERADOR PERPÉTUO DO BRASIL. No Estojo.
Medalha em metal dourado em forma de cruz nas cores verde e amarelo, com a inscrição “CENTENÁRIO DE DOM PEDRO II” na frente e cunhagem da sociedade cultural e condecorava do Brasil no verso. Fita em gorgurão nas cores Verde e Amarelo.
O “Colar Dom Pedro II” tem o objetivo de laurear as personalidades físicas ou jurídicas que por seus méritos, se tenham feito dignas desta especial distinção.

Medidas Medalha: 5,5 x 6 cm. Comprimento Fita: 54 cm. Medidas Estojo: 13 x 18 x 4 cm.
1 bid
Bid
R$ 120,00 (BRL)
1 bid
Valor do lote
R$ 120,00 (BRL)
Cotações
$ 22.80 (USD)
$ 19.20 (EUR)
$ 2.222,40 (ARS)
Cotações
$ 22.80 (USD)
$ 19.20 (EUR)
$ 2.222,40 (ARS)
13c
CARTÃO POSTAL século XIX com Representação do IMPERADOR DOM PEDRO II envolto por ramos de Café e Tabaco em forma de louro, acimado pela COROA IMPERIAL, e SONETO DE SUA AUTORIA assinado como Pedro d'Alcantara. Circa 1890.

Transcrição do Documento:

TERRA DO BRAZIL

Espavorida agita-se a criança,
De nocturnos phantasmas com receio,

Mas se abrigo lhe dá materno seio,
Fecha os doloridos olhos e descança.

Perdida é para mim toda a esperança
De volver ao Brasil: de lá me veio
Um pugillo de terra: e neste creio,
Brando será meu somno sem tardança...

Qual o infante a dormir em peito amigo
Tristes sombras varrendo memoria,
Oh doce Patria, sonharei contigo!

E entre visões de paz, de luz, de gloria,
Sereno aguardarei no meu jazigo
A justiça de Deus na voz da História!


Medidas:9 x 14 cm.
Cartão Postal.
Bid
R$ 600,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 600,00 (BRL)
Cotações
$ 114.00 (USD)
$ 96.00 (EUR)
$ 11.112,00 (ARS)
Cotações
$ 114.00 (USD)
$ 96.00 (EUR)
$ 11.112,00 (ARS)
14
Imperador Dom Pedro I do Brasil
Esculturação em placa em cobre, por A. Rojo a partir da obra de Simplício de Sá, do ano 1826, hoje exposta no Museu Imperial.
Medidas: 60 x 50 cm.
Bid
R$ 750,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 750,00 (BRL)
Cotações
$ 142.50 (USD)
$ 120.00 (EUR)
$ 13.890,00 (ARS)
Cotações
$ 142.50 (USD)
$ 120.00 (EUR)
$ 13.890,00 (ARS)
14a
IMPERADOR D. PEDRO I

Carta escrita a pedido do IMPERADOR D. PEDRO I redigida por JOÃO VALENTIM DE FARIA SOUZA LOBATO (grande dignitário da Ordem da Rosa, GUARDA JÓIAS DO TESOURO IMPERIAL e Mordomo imperial, Vogal do Conselho Supremo Militar de Justiça e oficial do Exército) assinada pelo BARÃO DA PARNAHIBA (grande apoiador do movimento de adesão ao GRITO DO IPIRANGA e PRESIDENTE DO CONSELHO DE GOVERNO), o documento informava um pedido de regularização à algumas atribuições de funções. A peça requer cuidados especiais.


Transcrição do documento:

Manda sua Majestade O Imperador pelo conselho de primo militar remetter presidente da província do phiauhy, para sua inteligência…ao o exemplar incluzo do decreto[…]
{…}
[…] Nós do exercito, e mais capellães Militares



Cumpra-se e Guarde-se
Palacio do ….
12 de dezembro de 1823

Barão da Parnahiba P.

[…]


Medidas: 32,5 x 41,3 cm. Folha Dupla.
Bid
R$ 600,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 600,00 (BRL)
Cotações
$ 114.00 (USD)
$ 96.00 (EUR)
$ 11.112,00 (ARS)
Cotações
$ 114.00 (USD)
$ 96.00 (EUR)
$ 11.112,00 (ARS)
15
PEDRO AMÉRICO - ALBERTO REPETTATI

Placa Comemorativa em BRONZE: "GRITO DO IPIRANGA, 1822".
Medidas: 15,5 x 23 x 1,5 cm.

Antiga placa fundida em Bronze, comercializada em 1922, na ocasião dos Cem anos da independência do Brasil.

Baseada no quadro "Independência ou Morte"(1888) de PEDRO AMÉRICO, que se encontra no Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro;

A obra representa a cena de DOM PEDRO I proclamando a independência do Brasil. O Grito do Ipiranga foi o ato que, simbolicamente, oficializou o rompimento com o Governo de Portugal.

Peça, em sua original, produzida por ALBERTO REPETTATI: medalhista Italiano de Torino, gravador chefe da Officina Carte Valori em Torino (Casa da Moeda - Italiana), Teve um papel importante como gravador de matrizes para várias moedas, medalhas e selos italianos até 1931.
Bid
R$ 750,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 750,00 (BRL)
Cotações
$ 142.50 (USD)
$ 120.00 (EUR)
$ 13.890,00 (ARS)
Cotações
$ 142.50 (USD)
$ 120.00 (EUR)
$ 13.890,00 (ARS)
15a
Catálogo de Miniaturas Reais - Retrato de D. Pedro I - Ludwig; Ernst.

DIE MINIATUREN-SAMMLUNG SEINER KÖNIGLICHEN HOHEIT DES GROSSHERZOGS ERNST LUDWIG VIN HESSEN UND BEI RHEIN - KURT WOLFF VERLAG. Den druck werkes im Laufe Jahres 1917 die Offizin W. Drugulin zu Leipzig. Die Lichtdrucktafeln sind in der Hofkunstalt Albert Frisch, Berlin, nach der eneigenen Alfnahmen während der Jahre 1916 und 1917 hergestellt. Die Buchausgabewurde von H. Fikentscher, die Fürtenausgabe von der Königlich Bayerischen Hofbuchbinderei Hübel & Denck, beide in Leipzig, gebunden. Den Eibandzeichnete Professor Emil Preetorius, den Titel Erich Hoffmeister. Das Werkerschien in zwei Ausgaben: einer Fürstenausgabe von vierzig, under einer allgemeinen Ausgabe von dreihundertfünfzig Exemplaren. Dierist Nr. 223 der allgemeinen Ausgabe. Coleção dos quadros em miniaturas do Grão Duque Ernst Ludwig. 1917 - Índice 38 pp; 148 pp. com riquíssimas ilustrações a cor e P&B. Dom Pedro I retratado por Alexandre Simplício, 1826 na prancha 116. Encadernado.

Med. 39 x 29 x 7 cm. Cod. MMC-453.
Bid
R$ 2.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 2.000,00 (BRL)
Cotações
$ 380.00 (USD)
$ 320.00 (EUR)
$ 37.040,00 (ARS)
Cotações
$ 380.00 (USD)
$ 320.00 (EUR)
$ 37.040,00 (ARS)
16
JEAN-BAPTISTE DEBRET(1768-1848)
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JEAN-BAPTISTE DEBRET, Decoração do Ballet Histórico (Decoration du Ballet Historique"- Donnéau Théatre de la Cour à Rio de Janeiro, le 13 Mai 1818). E Cena do teatro representando a coroação do IMPERADOR D. PEDRO I.(Rideau d'avant scène exécuté au Théatre de lacour, pour la répresentation d'apparat, à l'occasion du Couronnement de L'Empereur D.Pedro I)

Par de LITOGRAFIAS ORIGINAIS AQUARELADAS À MÃO séc. XIX

JEAN-BAPTISTE DEBRET integrou a Missão Artística francesa em 1817 que fundou no Rio de Janeiro uma Academia de Artes e Ofícios, mais tarde Academia Imperialismos de Belas Artes, onde lecionou.
De volta à França em 1831 publicou “VOYAGE PITTORESQUE ET HISTORIQUE AU BRÉSIL” documentando aspectos da natureza do homem e da sociedade Brasileira no início do séc. XIX.

A derrota de Napoleão, em 1815, foi um golpe duro aos artistas, que perderam o principal pilar que sustentava a arte neoclássica. Assim ele e o arquiteto Grandjean deMontigny foram convidados a participar de uma missão de artistas franceses que rumava para a Rússia a pedido do Czar Alexandre I, mas Debret escolheu a missão para o Brasil chefiada por Joachim Lebreton aportando em território brasileiro em 1816.

Os franceses foram recebidos oficialmente e pensionados pelo príncipe regente DOM JOÃO VI. Debret produz muitas obras em território nacional, aqui permanecendo até depois da volta da Corte Portuguesa para Lisboa, passando a trabalhar para o governo como pintor após a Proclamação da Independência por DOM PEDRO I, de quem recebeu a comenda da Ordem de Cristo.
Debret foi professor de pintura histórica na Academia Imperial; entre seus alunos estavam Manuel de Araújo Porto Alegre e Augusto Müller. Em 1829 organizou uma exposição da Classe de Pintura Histórica, a primeira mostra pública de arte no Brasil.

Uma de suas obras serviu como base para definir as cores e formas geométricas da atual Bandeira do Brasil, adotada em 19 de novembro de 1889. Exímio artista, demonstrou em suas telas não somente o cotidiano do Brasil da época que englobava tanto a aristocracia, da população em geral e a vida dos escravos, como também acontecimentos históricos do período anterior à independência do país e nos anos seguintes.

A primeira bandeira da história do Brasil independente é uma de suas obras mais importantes.

O processo de litogravura consiste na preparação de uma matriz em pedra calcária desenhada com material de base gordurosa, onde de maneira particular desta técnica, o autor possui grande liberdade nos traços para criar formas sobre a matriz, que logo após a finalização do desenho recebe um tratamento químico para repelir a água e aderir a tinta, vinda de um rolo; desta forma quando prensada sobre a celulose somente os espaços do desenho que possuem a base gordurosa atraem a tinta, e repelem os espaços em branco que são preenchidos pela água, assim esse processo centenário é capaz de produzir obras únicas e em número limitado (uma vez que a matriz é desfeita para a produção de novas impressões, e a ação do tempo vai transformando as obras existentes), tornando as peças produzidas cada vez mais raras.

Medidas: 20 x 34 cm., na moldura 40 x 59 cm. Aquarela e Litografia sobre Papel.
Bid
R$ 1.800,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 1.800,00 (BRL)
Cotações
$ 342.00 (USD)
$ 288.00 (EUR)
$ 33.336,00 (ARS)
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17
OTTO BUNGNER (1890 - 1965)
Medidas: 24 x 36 cm. / 52 x 61 cm.
Aquarela.
Papel com Marca d'agua com inscrição Latina "LABOR OMNIA VINCIT"* Numerado 144
Intitulado no C.I.D.: "Rio"

Nasceu na Alemanha em 1890 e faleceu em 1965 no Rio de Janeiro. O Dicionário brasileiro de artistas plásticos (INL/MEC, v. 1, 1973), organizado por Carlos Cavalcanti, registra o nome do artista numa grafia diferente, Otto Bughner, e lhe atribui origem alemã. Nenhum outro dicionário, entre os mais conhecidos, a ele se refere. De acordo com o que consta no verbete acima referido, Otto participou de vários Salões de Arte Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, tendo conquistado medalha de prata em 1915 e menção honrosa de primeiro grau em 1918,além de ter participado dos Salões de 1922 a 1933. Também no Rio, consta ainda que participou, em 1940, da exposição Flamboyant, promovida pela Sociedade Brasileira de Belas Artes. Em 2005, teve uma obra participante da exposição “Cidade Maravilhosa: uma iconografia carioca – 1920/1980”, no Instituto Moreira Salles no Rio de Janeiro.
*FONTE: http://www.brasilcult.pro.br/ex_libris/catalogo_lista.htm

Bid
R$ 2.500,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 2.500,00 (BRL)
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$ 46.300,00 (ARS)
18
FREDERICO GUILHERME BRIGGS
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PANORAMA DO RIO DE JANEIRO séc. XIX
LITOGRAFIA AQUARELADA F. G. BRIGGS (PANORAMA DO RIO DE JANEIRO- CAPITAL DO BRAZIL-1837)
Litografado em Londres por DAY & HAGHE (lithographers to the King 1837-1840)
Medidas: 243,5 x 33 cm.; na moldura 40,5 x 250,5 cm.
Aquarela e litografia sobre Papel.

Segue link para maiores informações acerca da distinção da obra:
https://drive.google.com/drive/folders/1zjAMs7LSpauEvIFk7mdk3yFqwtjq-WRE?usp=sharing

Este raro panorama é construído a partir da união de 4 estampas de F. Briggs, que traz consigo uma vista em 360º do Rio de Janeiro do Séc. XIX. As 4 litografias colorizadas à mão formam um conjunto verdadeiramente raro; atualmente existem apenas 3 iguais no Brasil, expostas na COLEÇÃO BRASILIANA ITAÚ, na COLEÇÃO GEYER e nos arquivos da BIBLIOTECA NACIONAL. É também reproduzido a cores no livro “Paisagem do Rio de Janeiro” por George Ermakoff em página inteira.

Biografia:

FREDERICO GUILHERME BRIGGS, Brasileiro de ascendência inglesa, é um dos primeiros alunos da Academia Imperial de Belas Artes - Aiba, onde estuda pintura de paisagem com FÉLIX TAUNAY (1795 - 1881) e arquitetura com GRANDJEAN DE MONTIGNY (1776 - 1850), entre 1826 e 1834, no Rio de Janeiro.
Viaja posteriormente para a Inglaterra, onde se especializa em litografia. Realiza, em 1837, um álbum composto de quatro pranchas em cores sobre o Rio de Janeiro, intitulado Panorama da Cidade do Rio de Janeiro. Capital do Brasil. Nessas litografias a cidade é tomada em quatro vistas, que abrangem principalmente o quadrilátero urbano: na primeira está representada uma paisagem vista do morro de Santo Antônio, abarcando o convento de mesmo nome e o morro do Castelo; na segunda é enfocada a atual praça Tiradentes, no centro da cidade, o morro da Conceição e o campo de São Cristóvão; na terceira estão o Morro de Santo Antônio, o morro e convento de Santa Teresa, e ao fundo a baía de Guanabara e Pão de Açúcar; e na quarta são vistos principalmente o Morro e Convento de Santa Teresa e o bairro do Catumbi. Para o historiador Gilberto Ferrez, suas vistas destacam-se não só pelo caráter artístico como também pela elaboração, perspectiva, detalhes arquitetônicos e beleza dos primeiros planos.

Em 1840, o artista abre no Rio de Janeiro a Litografia Briggs, onde realiza a impressão de documentos, faturas, músicas, etiquetas para farmácia e também produz litografias artísticas. Entre elas, destaca-se uma série de desenhos satíricos, abordando cenas e tipos populares ou relativos à crítica política, atribuídos a Rafael Mendes de Carvalho (1817 - 1870) e a Porto Alegre (1806 - 1879). Pela sua oficina, é publicada a série Costumes do Brasil, com 50 lâminas coloridas, que abordam diversos aspectos da vida no Rio de Janeiro. A coleção é vendida completa ou em exemplares avulsos. Segundo o escritor Herman Lima, com tal série parece ter se encerrado a voga das caricaturas avulsas, já que, em 1844, com o surgimento de A Lanterna Mágica, de Porto Alegre, inicia-se o ciclo de publicações ilustradas com desenhos humorísticos.
Briggs teve importante atuação no desenvolvimento da técnica da litografia assim como na divulgação das estampas litográficas no Brasil.

O processo de litogravura consiste na preparação de uma matriz em pedra calcária desenhada com material de base gordurosa, onde de maneira particular desta técnica, o autor possui grande liberdade nos traços para criar formas sobre a matriz, que logo após a finalização do desenho recebe um tratamento químico para repelir a água e aderir a tinta, vinda de um rolo; desta forma quando prensada sobre a celulose somente os espaços do desenho que possuem a base gordurosa atraem a tinta, e repelem os espaços em branco que são preenchidos pela água, assim esse processo centenário é capaz de produzir obras únicas e em número limitado (uma vez que a matriz é desfeita para a produção de novas impressões, e a ação do tempo vai transformando as obras existentes), tornando as peças produzidas cada vez mais raras.
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R$ 253.000,00 (BRL)
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R$ 253.000,00 (BRL)
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$ 48,070.00 (USD)
$ 40,480.00 (EUR)
$ 4.685.560,00 (ARS)
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$ 48,070.00 (USD)
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18a
JEAN-BAPTISTE DEBRET (1765-1848)
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JEAN-BAPTISTE DEBRET (1765-1848)Cortejo do Batismo da Princesa real D.ª Maria da Glória no Rio de Janeiro, BRASIL no séc. XIX, 1839 (CORTÉGE DU BAPTÊME DE LA PRINCESSE ROYALE Da. MARIA DA GLÓRIA, À RIO DE JANEIRO.)

Litografado por THIERRY FRÈRES, À PARIS. Colorizado à mão.

LITOGRAFIA ORIGINAL AQUARELADA À MÃO

Medidas: 26 x 35,5 cm., na moldura 52,8 x 63,4 cm. Aquarela e Litografia em Papel.

Ex-Coleção Mauricio Pontual Galeria de Arte, RJ.

PL: 44, 3ª Parte do Livro “VOYAGE PITTORESQUE ET HISTORIQUE AU BRÉSIL”, consta no Acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo, Coleção Brasiliana.

JEAN-BAPTISTE DEBRET integrou a Missão Artística francesa em 1817 que fundou no Rio de Janeiro uma Academia de Artes e Ofícios, mais tarde Academia Imperialismos de Belas Artes, onde lecionou.
De volta à França em 1831 publicou “VOYAGE PITTORESQUE ET HISTORIQUE AU BRÉSIL” documentando aspectos da natureza do homem e da sociedade Brasileira no início do séc. XIX.

A derrota de Napoleão, em 1815, foi um golpe duro aos artistas, que perderam o principal pilar que sustentava a arte neoclássica. Assim ele e o arquiteto Grandjean deMontigny foram convidados a participar de uma missão de artistas franceses que rumava para a Rússia a pedido do Czar Alexandre I, mas Debret escolheu a missão para o Brasil chefiada por Joachim Lebreton aportando em território brasileiro em 1816.

Os franceses foram recebidos oficialmente e pensionados pelo príncipe regente DOM JOÃO VI. Debret produz muitas obras em território nacional, aqui permanecendo até depois da volta da Corte Portuguesa para Lisboa, passando a trabalhar para o governo como pintor após a Proclamação da Independência por DOM PEDRO I, de quem recebeu a comenda da Ordem de Cristo.

Debret foi professor de pintura histórica na Academia Imperial, entre seus alunos estavam Manuel de Araújo Porto Alegre e Augusto Müller. Em 1829 organizou uma exposição da Classe de Pintura Histórica, a primeira mostra pública de arte no Brasil.

Uma de suas obras serviu como base para definir as cores e formas geométricas da atual Bandeira do Brasil, adotada em 19 de novembro de 1889. Exímio artista, demonstrou em suas telas não somente o cotidiano do Brasil da época que englobava tanto a aristocracia, da população em geral e a vida dos escravos, como também acontecimentos históricos do período anterior à independência do país e nos anos seguintes.

A primeira bandeira da história do Brasil independente é uma de suas obras mais importantes.

O processo de litogravura consiste na preparação de uma matriz em pedra calcária desenhada com material de base gordurosa, onde de maneira particular desta técnica, o autor possui grande liberdade nos traços para criar formas sobre a matriz, que logo após a finalização do desenho recebe um tratamento químico para repelir a água e aderir a tinta, vinda de um rolo; desta forma quando prensada sobre a celulose somente os espaços do desenho que possuem a base gordurosa atraem a tinta, e repelem os espaços em branco que são preenchidos pela água, assim esse processo centenário é capaz de produzir obras únicas e em número limitado (uma vez que a matriz é desfeita para a produção de novas impressões, e a ação do tempo vai transformando as obras existentes), tornando as peças produzidas cada vez mais raras.

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R$ 900,00 (BRL)
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R$ 900,00 (BRL)
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$ 171.00 (USD)
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