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Yara Tupynambá
YARA TUPYNAMBÁ (Montes Claros, MG 1932)
Acrílica sobre tela.
med.:100 x 80 cm. (Sem moldura)
"Vaso de flor e livro de Anglada, 2009."
BIOGRAFIA: Yara Tupynambá Gordilho Santos (Montes Claros MG 1932). Pintora, gravadora, desenhista, muralista e professora. Tem seu primeiro emprego aos 17 anos de idade como concursada em datilografia, na Caixa Econômica Estadual. Lá permanece por dois anos e, por datilografar com agilidade, faz um acordo com o chefe e consegue mais tempo livre, o qual utiliza para desenhar. Inicia-se nos estudos de arte com Guignard (1896-1962), em 1950, em Belo Horizonte, além de estudar gravura com Misabel Pedrosa (1927), em 1954, e aperfeiçoar-se posteriormente com Oswaldo Goeldi (1895-1961), no Rio de Janeiro. Cursa a Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG e, em 1967, defende tese sobre Albert Dürer. No ano seguinte, passa lecionar gravura na mesma universidade. Dedica-se à gravura, especialmente sobre madeira, preferindo o preto e branco à gama de cores. Em telas a óleo pinta congados, cavalhadas e violeiros, temas referentes a sua adolescência, e as andanças pelo interior do estado de Minas Gerais. Ela mesma fabrica algumas tintas vinílicas. É convidada a fazer um mural sobre a inconfidência mineira na reitoria da UFMG, inaugurado em 1969, e posteriormente torna-se se diretora da Escola de Belas Artes da mesma universidade. Na década de 1970, realiza diversos murais para residências, estabelecimentos comerciais e órgãos públicos, como o Minas, do século XVII ao século XX , feito para a Assembléia Legislativa de Minas Gerais. Executa um mural na Igreja Matriz na cidade de Ferros, Minas Gerais, no qual retrata Adão e Eva nus, fato que causa polêmica, obrigando o prefeito a colocar a obra no seguro. Pesquisa as pinturas do século XVIII em igrejas de Ouro Preto e Sabará, produzindo desenhos realizados sobre arcas e baús, e retratando cenas da época e símbolos como brazões. Lidera o Atelier Vivo na Bienal Nacional de São Paulo, em 1974, onde mostra uma pesquisa realizada na área educacional e com estandartes. Recebe bolsa de estudos do Pratt Institute e viaja para Nova York (Estados Unidos). Retorna a Belo Horizonte e torna-se assessora cultural da Empresa Mineira de Turismo - Turminas, além de ser responsável pela implantação de um programa do Ministério do Trabalho para requalificação do artesanato no estado de Minas Gerais. Em 1992, recebe o título de Cidadã Honorária de Belo Horizonte do governo de Minas Gerais. É escolhida pela crítica diversas vezes como destaque das artes, além de homenageada com poemas, como fez Carlos Drummond de Andrade (1902 - 1987) ao escrever o poema Exposição sobre a artista. FONTE ITAU CULTURAL
R$ 14.000,00
Sylvio Pinto
SYLVIO PINTO ( Rio de Janeiro, RJ, 1918 - 1997)
o.s.t. 65x55 cm. (Com moldura:87x77 cm.)
Palhaço, 1967
R$ 3.600,00
Wilde Damaso Lacerda
WILDE LACERDA (Belo Horizonte MG 1929 - idem 1996)
55 x35 cm. óleo sobre eucatex. (Com moldura:75x55 cm.)
Ladeira de Santa Efigenia, Ouro Preto 1976
Reproduzido no catálogo do Leilão Vitor Braga-Rugendas , outono 2014.
BIOGRAFIA: Antes de iniciar a carreira artística, Wilde Damaso Lacerda trabalha como funileiro na oficina mecânica do irmão. Em 1946, recebe da prefeitura de Belo Horizonte uma bolsa de estudos para a Escola de Belas Artes de Belo Horizonte. Estuda pintura com Alberto da Veiga Guignard (1896-1962) e escultura com Franz Weissmann (1911-2005), tornando-se posteriormente assistente de ambos. Começa a expor em mostras coletivas no início da década de 1950. Atua como presidente da Associação Mineira de Artistas Plásticos - Amap. Em 1967, com a expansão da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais - EBA/UFMG, Lacerda é convidado a exercer atividade docente nesta instituição, tornando-se professor de escultura.
(...) "Antigo aluno de mestre Guignard e seu companheiro de jornadas, Wilde Damaso Lacerda é o discípulo que mais se aproxima do professor, de quem soube tão bem assimilar e transubstanciar a influência recebida, quer quanto à depuração técnica, ao aflorado lirismo virtual das linhas ou à espontânea ingenuidade no tratamento do tema, tão rico de variações".
Pierre Santos
CAVALCANTI, Carlos; AYALA, Walmir, org. Dicionário brasileiro de artistas plásticos. Apresentação de Maria Alice Barroso. Brasília: MEC/INL, 1973-1980. (Dicionários especializados, 5).

R$ 2.200,00
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