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Cândido Portinari
Candido Portinari
"Menino com arapuca"
Desenho a grafite sobre papel colado em cartão
Medidas: 14 x 16,5 cm.
1933

Estudo para os desenhos "Infância" e "Menino com arapuca" e para a pintura "Menino Sentado". Reproduzido nos livros: "Catálogo Raisonné - Vol. I", pág. 234; "Portinari - A Construção de uma obra", Ed. Dom Quixote, pág. 56; "Portinari, o menino de Brodósqui: retalhos da minha vida de infância", Candido Portinari, 1979, pág. 71. FCO 542

Candido Portinari nasceu em Brodowski, no estado de São Paulo em 30 de dezembro de 1903 dois dias antes de 1904, o não da eclosão da Revolta da Vacina, contra a vacinação obrigatória, na cidade do Rio de Janeiro.
Semelhante a Picasso, começa a pintar aos 9 anos e, torna-se um dos maiores pintores da história tendo a O.N.U. abdicado de uma Tapeçaria da Guernica pelos painéis Guerra e Paz de Portinari.
Em 1920 com quinze anos, matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes e em 1928 com apenas 24 anos conquistou o Prêmio de Viagem à Europa.
Em 1922 recebe Menção Honrosa por um retrato, provavelmente de seu amigo Ezequiel Fonseca Filho.
Em 1927 com Retrato do Dr. Antônio Ferreira dos Santos recebe a Grande Medalha de Prata da XXXIV Exposição Geral de Belas Artes da Escola Nacional de Belas Artes.
Possibilitando, em 1928, na XXXV Exposição Geral de Belas Artes ganhar o Prêmio de Viagem à Europa, com mais um retrato o de Olegario Mariano
Em Paris, mora momentaneamente, em Montparnasse, reduto de artistas, porém, muda-se para o Hôtel du Dragon na mesma rua da Académie Julien, que frequenta e, no ano de 1930, percebe sua vocação: “Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…”
Antonio Callado escreve no magnifico livro de Portinari: “...arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra...”
Retorna em 1931 e, põe-se a retratar com cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor do povo, da cultura, da flora, da fauna e da história. Pintando em 1934 “Despojados” - a obra de temática social. Neste ano, a primeira instituição pública adquire obra, “Mestiço”, pela Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Em 1935, no Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal (UDF), Rio de Janeiro. Conquista com a tela “Café” no Instituto Carnegie, em Pittsburgh Menção Honrosa e realiza quatro famosos grandes painéis para o Monumento Rodoviário, na rodovia Washington Luís.
Em 1938, realiza centenas de estudos a carvão, crayon, têmpera, guache e aquarela para a execução dos 12 murais em afresco para a sede do Ministério da Educação, hoje Palácio Gustavo Capanema.
Em 1939, para o Pavilhão Brasileiro da Feira Mundial de Nova York, sob encomenda de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, pinta os painéis: Cena Gaúcha, Noite de São João e Jangadas do Nordeste. O Museu Nacional de Belas Artes realiza a sua maior exposição com 269 obras e catálogo com prefácio do modernista Mário de Andrade.
Em 1940, Exposição Portinari of Brazil é realizada no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) com 180 obras. Participa ainda da Latin American Exhibition of Fine Arts no Museu Riverside de Nova York, com 35 obras.
Em 1941, Universidade de Chicago edita o álbum Portinari, his Life and Art (Portinari, Vida e Arte). Inaugurada exposição na Galeria de Arte da Universidade de Howard, em Washington. Garimperos ,1941
Candido Portinari, ao lado de Niemeyer, Santa Rosa, Carlos Leão, Bianco, Burle-Marx, Santa Rosa, Quirino Campos Fiorito, Oswald de Andrade Filho, Bruno Giorgio, Mario Zarinini, participam da elite intelectual brasileira numa época de notável renovação na cultura do Brasil, refletida pelo caráter social da obra de Portinari.
Em 1942, são inaugurados os murais na Fundação Hispânica da Biblioteca do Congresso, em Washington.
Em 1943, é inaugurada uma exposição individual de Portinari no Museu Nacional de Belas Artes, com 168 trabalhos.
Em 1944, participa da exposição comemorativa dos 15 anos de fundação do MoMA – Art in Progress
É concluído o conjunto arquitetônico da Pampulha em Belo Horizonte, e a Igreja de São Francisco de Assis, decorada por Candido Portinari sob encomenda do então prefeito Juscelino Kubitschek a Oscar Niemeyer.
Em 1946, o governo francês condecora Portinari com a Legião de Honra. E na Galeria Charpentier, em Paris e inaugura uma individual de Portinari com 84 trabalhos.
Em 1947, é inaugurada sua primeira exposição individual na Argentina, no Salón Peuser, em Buenos Aires, com 91 obras.
Em 1948, Portinari, de volta ao Brasil, faz uma retrospectiva no MASP, em São Paulo.
Em 1949 a Embaixada Americana nega-lhe o visto de entrada. Portinari inicia o painel Tiradentes para o Colégio de Cataguases, em Minas Gerais, e em 1950 Recebe a Medalha de Ouro da Paz, com a obra Tiradentes, no II Congresso Mundial dos Partidários da Paz, em Varsóvia.
Em 1951, Portinari participa da I Bienal de São Paulo.
Em 1952, o Secretário Geral das Nações Unidas anuncia oferta, feita pelo governo brasileiro, de dois painéis (Guerra e Paz), que serão executados por Portinari, e que decorarão um dos salões da nova sede da ONU. Do mesmo ano "Nobre e Religioso"
Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País, com diversos convites de instituições para exposições e encomendas de obras, além de inúmeras honrarias por todo mundo, como para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz.
Em 1953, após dez anos sem expor individualmente no Rio de Janeiro, expõe 100 obras no MAM, Museu de Arte Moderna.
Em 1954, realiza individual no Museu de Arte de São Paulo – MASP com mais de 100 obras, entre elas, duas maquetes para os painéis Guerra e Paz.
Em 1955, participa da III Bienal de São Paulo com sala especial, hors concours, e apresenta 12 estudos para o painel Guerra, todos eles de grandes dimensões.
Ainda em 1955, é Agraciado em Nova York, como o melhor pintor do ano com a Medalha de Ouro concedida pelo International Fine Arts Council – IFAC.
Em 1956, entrega os painéis, de 14m x 10m cada um, Guerra e Paz, que foram realizados com a ajuda de Enrico Bianco e Rosalina Leão para a O.N.U. Antes de seguirem Presidente da República, Juscelino Kubitschek, inaugura a exposição dos painéis no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Na avaliação do artista Enrico Bianco: “Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.”
Em 1957, é inaugurada exposição individual de Portinari na Maison de la Pensée Française, em Paris, depois em Munique e em Colônia, na Alemanha.
Em 1957 São doados oficialmente os painéis Guerra e Paz. Portinari.
Em 1958, inaugura uma individual, na Galleria del Libraio, em Bolonha na Itália, terra de seus pais.
Em 1959, A V Bienal de São Paulo realiza retrospectiva da obra de Portinari com 127 obras e, participa da exposição itinerante Artistas Brasileiros na Europa, organizada pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Em 1960, Nasce Denise, neta de Candido Portinari. É publicado na Itália o livro Brasil, Dipinti di Portinari.
Em 1961, realiza sua última exposição individual em vida, na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro e, faz três painéis em azulejos: Frevo e Peixes, para o Pampulha Iate Clube, projeto de Oscar Niemeyer, e Pombas, para um edifício em Paris.
Em 1962, Portinari intoxicado pelos metais pesados contidos nas tintas. Estavam em seu velório, o ex-Presidente da República Juscelino Kubitschek, Hermes Lima, representando o Presidente João Goulart, Luis Carlos Prestes e Carlos Marighela, Carlos Lacerda. É decretado luto oficial de três dias no Estado da Guanabara.
R$ 18.000,00
UKAI - Japan, Meiji period (1868 - 1912), Okimono. Escultura em monobloco de marfim, figurando pescadores Ukai. Incisões realçadas em nanquim. Medidas: 28x 10 x 10 cm.
Ukai é um método de pesca tradicional que usa cormorões treinados para pegar peixes de rio, como o peixe-doce (ayu). Este tipo de pesca existe há mais de 1300 anos, principalmente ao longo do rio Nagaragawa, na cidade de Gifu, onde os mestres pescadores têm patrocínio oficial do imperador.
https://www.nationalgeographic.com/animals/2018/08/ukai-comorant-fishing-japan-news/
R$ 2.400,00
ESCOLA CATALÃ - Século XVIII
SAN RAMÓN NONATO ("NÃO- NATO")
Óleo sobre tela
Medidas: 147 x 102 cm.; na moldura: 170 x 124 cm.
Obra com tratamento de conservação e restauro.
ICONOGRAFIA: Em trajes de Mercedário, ele aguarda de joelhos a transmissão dos estigmas pelo Cristo, descido da cruz e rodeado dos instrumentos de martírio.

DA TRADIÇÃO: O heróico redentor dos cativos San Ramón, conhecido pelo nome de "Não-Nato" ou não nascido, porque nasceu um dia após a morte de sua mãe, era natural de Portell, no principado da Catalunha. No noa 1.224, ingressou na Ordem de Nossa Senhora das Mercês, fundada por seu amigo Pedro Nolasco, que também tornou-se santo. A Ordem tinha como principal finalidade libertar cristãos que caíam nas mãos dos mouros e eram por eles feitos escravos. Nessa missão, dedicou-se de coração e alma. Muitas foram as pessoas convertidas por ele, o que despertou a ira dos magistrados muçulmanos, os quais mandaram que lhe perfurassem a boca e colocassem cadeados, para que Raimundo nunca mais pudesse falar e pregar a doutrina de Cristo.

Ramón sofreu durante oito meses essa tortura até ser libertado, mas com a saúde abalada. Quando chegou à pátria, na Catalunha, em 1239, logo foi nomeado cardeal pelo papa Gregório IX, que o chamou para ser seu conselheiro em Roma. Empreendeu a viagem no ano seguinte, mas não conseguiu concluí-la. Próximo de Barcelona, na cidade de Cardona, já com a saúde debilitada pelos sofrimentos do cativeiro, RAMÓN MONATO foi acometido de forte febre e acabou morrendo, em 31 de agosto de 1240, quando tinha, apenas, quarenta anos de idade.

ALGUMAS OBRAS EM MUSEUS DE REFERÊNCIA: San Ramón Nonato coronado por Cristo ,Diego González de la Vega  (1628-1697) ;  
Carcereiros islâmicos põem um cadeado na boca de São Ramimundo Nonato
para que não prossiga pregando. Vicente Carducho (1576 - 1638), Museo del Prado

R$ 10.000,00
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