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Cândido Portinari
Candido Portinari
"Garimpo"
Desenho a grafite e aquarela sobre papel
Medidas: 46 x 44 cm.
1941

Estudo não utilizado para a pintura mural "Descoberta do Ouro". Reproduzido nos livros: "Catálogo Raisonné - Vol. II", pág. 238; "Portinari - A Construção de uma obra", Ed. Dom Quixote, pág. 91. FCO 425

Candido Portinari nasceu em Brodowski, no estado de São Paulo em 30 de dezembro de 1903 dois dias antes de 1904, o não da eclosão da Revolta da Vacina, contra a vacinação obrigatória, na cidade do Rio de Janeiro.
Semelhante a Picasso, começa a pintar aos 9 anos e, torna-se um dos maiores pintores da história tendo a O.N.U. abdicado de uma Tapeçaria da Guernica pelos painéis Guerra e Paz de Portinari.
Em 1920 com quinze anos, matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes e em 1928 com apenas 24 anos conquistou o Prêmio de Viagem à Europa.
Em 1922 recebe Menção Honrosa por um retrato, provavelmente de seu amigo Ezequiel Fonseca Filho.
Em 1927 com Retrato do Dr. Antônio Ferreira dos Santos recebe a Grande Medalha de Prata da XXXIV Exposição Geral de Belas Artes da Escola Nacional de Belas Artes.
Possibilitando, em 1928, na XXXV Exposição Geral de Belas Artes ganhar o Prêmio de Viagem à Europa, com mais um retrato o de Olegario Mariano
Em Paris, mora momentaneamente, em Montparnasse, reduto de artistas, porém, muda-se para o Hôtel du Dragon na mesma rua da Académie Julien, que frequenta e, no ano de 1930, percebe sua vocação: “Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…”
Antonio Callado escreve no magnifico livro de Portinari: “...arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra...”
Retorna em 1931 e, põe-se a retratar com cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor do povo, da cultura, da flora, da fauna e da história. Pintando em 1934 “Despojados” - a obra de temática social. Neste ano, a primeira instituição pública adquire obra, “Mestiço”, pela Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Em 1935, no Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal (UDF), Rio de Janeiro. Conquista com a tela “Café” no Instituto Carnegie, em Pittsburgh Menção Honrosa e realiza quatro famosos grandes painéis para o Monumento Rodoviário, na rodovia Washington Luís.
Em 1938, realiza centenas de estudos a carvão, crayon, têmpera, guache e aquarela para a execução dos 12 murais em afresco para a sede do Ministério da Educação, hoje Palácio Gustavo Capanema.
Em 1939, para o Pavilhão Brasileiro da Feira Mundial de Nova York, sob encomenda de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, pinta os painéis: Cena Gaúcha, Noite de São João e Jangadas do Nordeste. O Museu Nacional de Belas Artes realiza a sua maior exposição com 269 obras e catálogo com prefácio do modernista Mário de Andrade.
Em 1940, Exposição Portinari of Brazil é realizada no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) com 180 obras. Participa ainda da Latin American Exhibition of Fine Arts no Museu Riverside de Nova York, com 35 obras.
Em 1941, Universidade de Chicago edita o álbum Portinari, his Life and Art (Portinari, Vida e Arte). Inaugurada exposição na Galeria de Arte da Universidade de Howard, em Washington. Garimperos ,1941
Candido Portinari, ao lado de Niemeyer, Santa Rosa, Carlos Leão, Bianco, Burle-Marx, Santa Rosa, Quirino Campos Fiorito, Oswald de Andrade Filho, Bruno Giorgio, Mario Zarinini, participam da elite intelectual brasileira numa época de notável renovação na cultura do Brasil, refletida pelo caráter social da obra de Portinari.
Em 1942, são inaugurados os murais na Fundação Hispânica da Biblioteca do Congresso, em Washington.
Em 1943, é inaugurada uma exposição individual de Portinari no Museu Nacional de Belas Artes, com 168 trabalhos.
Em 1944, participa da exposição comemorativa dos 15 anos de fundação do MoMA – Art in Progress
É concluído o conjunto arquitetônico da Pampulha em Belo Horizonte, e a Igreja de São Francisco de Assis, decorada por Candido Portinari sob encomenda do então prefeito Juscelino Kubitschek a Oscar Niemeyer.
Em 1946, o governo francês condecora Portinari com a Legião de Honra. E na Galeria Charpentier, em Paris e inaugura uma individual de Portinari com 84 trabalhos.
Em 1947, é inaugurada sua primeira exposição individual na Argentina, no Salón Peuser, em Buenos Aires, com 91 obras.
Em 1948, Portinari, de volta ao Brasil, faz uma retrospectiva no MASP, em São Paulo.
Em 1949 a Embaixada Americana nega-lhe o visto de entrada. Portinari inicia o painel Tiradentes para o Colégio de Cataguases, em Minas Gerais, e em 1950 Recebe a Medalha de Ouro da Paz, com a obra Tiradentes, no II Congresso Mundial dos Partidários da Paz, em Varsóvia.
Em 1951, Portinari participa da I Bienal de São Paulo.
Em 1952, o Secretário Geral das Nações Unidas anuncia oferta, feita pelo governo brasileiro, de dois painéis (Guerra e Paz), que serão executados por Portinari, e que decorarão um dos salões da nova sede da ONU. Do mesmo ano "Nobre e Religioso"
Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País, com diversos convites de instituições para exposições e encomendas de obras, além de inúmeras honrarias por todo mundo, como para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz.
Em 1953, após dez anos sem expor individualmente no Rio de Janeiro, expõe 100 obras no MAM, Museu de Arte Moderna.
Em 1954, realiza individual no Museu de Arte de São Paulo – MASP com mais de 100 obras, entre elas, duas maquetes para os painéis Guerra e Paz.
Em 1955, participa da III Bienal de São Paulo com sala especial, hors concours, e apresenta 12 estudos para o painel Guerra, todos eles de grandes dimensões.
Ainda em 1955, é Agraciado em Nova York, como o melhor pintor do ano com a Medalha de Ouro concedida pelo International Fine Arts Council – IFAC.
Em 1956, entrega os painéis, de 14m x 10m cada um, Guerra e Paz, que foram realizados com a ajuda de Enrico Bianco e Rosalina Leão para a O.N.U. Antes de seguirem Presidente da República, Juscelino Kubitschek, inaugura a exposição dos painéis no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Na avaliação do artista Enrico Bianco: “Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.”
Em 1957, é inaugurada exposição individual de Portinari na Maison de la Pensée Française, em Paris, depois em Munique e em Colônia, na Alemanha.
Em 1957 São doados oficialmente os painéis Guerra e Paz. Portinari.
Em 1958, inaugura uma individual, na Galleria del Libraio, em Bolonha na Itália, terra de seus pais.
Em 1959, A V Bienal de São Paulo realiza retrospectiva da obra de Portinari com 127 obras e, participa da exposição itinerante Artistas Brasileiros na Europa, organizada pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Em 1960, Nasce Denise, neta de Candido Portinari. É publicado na Itália o livro Brasil, Dipinti di Portinari.
Em 1961, realiza sua última exposição individual em vida, na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro e, faz três painéis em azulejos: Frevo e Peixes, para o Pampulha Iate Clube, projeto de Oscar Niemeyer, e Pombas, para um edifício em Paris.
Em 1962, Portinari intoxicado pelos metais pesados contidos nas tintas. Estavam em seu velório, o ex-Presidente da República Juscelino Kubitschek, Hermes Lima, representando o Presidente João Goulart, Luis Carlos Prestes e Carlos Marighela, Carlos Lacerda. É decretado luto oficial de três dias no Estado da Guanabara.


R$ 55.000,00
OSWALDO TEIXEIRA
Artista premiado com o "Premio Viagem" no Salão Nacional de Belas Artes
Ponte Vecchio em FLORENÇA
Med. 48 X 64 cm.
Obra rara datada de 1926.
******DE 1924 A 1927 (…) Um outro ponto significativo foi sua passagem pela antiga Escola de Belas Artes, onde obteve orientação de Rodolfo Chambelland (1879/1926) em desenho de modelo vivo e de Batista da Costa (1865/1926) em pintura; e conquistou, em 1924, PRÊMIO DE VIAGEM À EUROPAcom 19 anos, com o quadro “O pescador.” Dessa forma, não podemos deixar de mencionar que foi o mais jovem artista a receber a distinção em toda a história da Instituição e o único pintor brasileiro a receber todas as honrarias possíveis em sua categoria e um dos mais premiados pintores brasileiros. Ficou fora do País durante alguns anos,PERMANECENDO NA EUROPAATÉ1927, ocupado entre a Academia Inglesa, seu estágio em FLORENÇA (Foi aluno da Brittish Academy of Rome) e Paris.
FONTE: PINTURA E ARTE GRÁFICA DE OSWALDO TEIXEIRA: UMA REVISÃO HISTORIOGRÁFICA DE SUA OBRA: https://core.ac.uk/download/pdf/227293865.pdf

Estudou no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro e na Escola Nacional de Belas Artes - Enba com Baptista da Costa.
Em 1924, recebeu o prêmio de viagem ao exterior, na 31ª Exposição Geral de Belas Artes.
Em 1925 viajou para a Europa, e esteve em Portugal, Espanha, França e Itália onde viveu na capital do renascimento, Florença.
De 1932 e 1937 lecionou desenho na Escola Nacional de Belas Artes e no Instituto Nacional de Educação.
Em 1937, assumiu o cargo de diretor do Museu Nacional de Belas Artes - MNBA no Rio de Janeiro, permanecendo até 1961.
Em 1940 publicou o livro Getúlio Vargas e a Arte no Brasil.
Em 1944 escreveu o prefácio do livro História da Pintura no Brasil de Reis Júnior.
Em 1952 participou da exposição "Um Século de Pintura Brasileira" No Museu Nacional de Belas Artes
Em 1958 participou da exposição "O Trabalho na Arte" No Museu Nacional de Belas Artes.
O Museu Nacional de Belas Artes, o homenageou com um retrospectiva em 1973.
Até o final da vida, exerceu a atividade de professor de pintura e em várias instituições, inclusive no Instituto de Belas Artes.
R$ 4.500,00
Cândido Portinari
Candido Portinari
"Nobre e Religioso"
Desenho a grafite, lápis de cor e nanquim bico-de-pena sobre papel
Medidas: 29 x 14,5 cm.
1952

Assinada na dedicatória na margem inferior "Para o querido amigo Callado, com abraço do Portinari". Estudo para o painel "A chagada de Dom João VI à Bahia". Participou da exposição "Mostra di Candido Portinari", Palazzo, Milão. Reproduzido no Catalogue Raisonné - Vol. III, pág. 357; reproduzido no livro "Portinari - A Construção de uma obra", Ed. Dom Quixote, pág. 140. FCO 1564

Candido Portinari nasceu em Brodowski, no estado de São Paulo em 30 de dezembro de 1903 dois dias antes de 1904, o não da eclosão da Revolta da Vacina, contra a vacinação obrigatória, na cidade do Rio de Janeiro.
Semelhante a Picasso, começa a pintar aos 9 anos e, torna-se um dos maiores pintores da história tendo a O.N.U. abdicado de uma Tapeçaria da Guernica pelos painéis Guerra e Paz de Portinari.
Em 1920 com quinze anos, matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes e em 1928 com apenas 24 anos conquistou o Prêmio de Viagem à Europa.
Em 1922 recebe Menção Honrosa por um retrato, provavelmente de seu amigo Ezequiel Fonseca Filho.
Em 1927 com Retrato do Dr. Antônio Ferreira dos Santos recebe a Grande Medalha de Prata da XXXIV Exposição Geral de Belas Artes da Escola Nacional de Belas Artes.
Possibilitando, em 1928, na XXXV Exposição Geral de Belas Artes ganhar o Prêmio de Viagem à Europa, com mais um retrato o de Olegario Mariano
Em Paris, mora momentaneamente, em Montparnasse, reduto de artistas, porém, muda-se para o Hôtel du Dragon na mesma rua da Académie Julien, que frequenta e, no ano de 1930, percebe sua vocação: “Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…”
Antonio Callado escreve no magnifico livro de Portinari: “...arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra...”
Retorna em 1931 e, põe-se a retratar com cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor do povo, da cultura, da flora, da fauna e da história. Pintando em 1934 “Despojados” - a obra de temática social. Neste ano, a primeira instituição pública adquire obra, “Mestiço”, pela Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Em 1935, no Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal (UDF), Rio de Janeiro. Conquista com a tela “Café” no Instituto Carnegie, em Pittsburgh Menção Honrosa e realiza quatro famosos grandes painéis para o Monumento Rodoviário, na rodovia Washington Luís.
Em 1938, realiza centenas de estudos a carvão, crayon, têmpera, guache e aquarela para a execução dos 12 murais em afresco para a sede do Ministério da Educação, hoje Palácio Gustavo Capanema.
Em 1939, para o Pavilhão Brasileiro da Feira Mundial de Nova York, sob encomenda de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, pinta os painéis: Cena Gaúcha, Noite de São João e Jangadas do Nordeste. O Museu Nacional de Belas Artes realiza a sua maior exposição com 269 obras e catálogo com prefácio do modernista Mário de Andrade.
Em 1940, Exposição Portinari of Brazil é realizada no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) com 180 obras. Participa ainda da Latin American Exhibition of Fine Arts no Museu Riverside de Nova York, com 35 obras.
Em 1941, Universidade de Chicago edita o álbum Portinari, his Life and Art (Portinari, Vida e Arte). Inaugurada exposição na Galeria de Arte da Universidade de Howard, em Washington. Garimperos ,1941
Candido Portinari, ao lado de Niemeyer, Santa Rosa, Carlos Leão, Bianco, Burle-Marx, Santa Rosa, Quirino Campos Fiorito, Oswald de Andrade Filho, Bruno Giorgio, Mario Zarinini, participam da elite intelectual brasileira numa época de notável renovação na cultura do Brasil, refletida pelo caráter social da obra de Portinari.
Em 1942, são inaugurados os murais na Fundação Hispânica da Biblioteca do Congresso, em Washington.
Em 1943, é inaugurada uma exposição individual de Portinari no Museu Nacional de Belas Artes, com 168 trabalhos.
Em 1944, participa da exposição comemorativa dos 15 anos de fundação do MoMA – Art in Progress
É concluído o conjunto arquitetônico da Pampulha em Belo Horizonte, e a Igreja de São Francisco de Assis, decorada por Candido Portinari sob encomenda do então prefeito Juscelino Kubitschek a Oscar Niemeyer.
Em 1946, o governo francês condecora Portinari com a Legião de Honra. E na Galeria Charpentier, em Paris e inaugura uma individual de Portinari com 84 trabalhos.
Em 1947, é inaugurada sua primeira exposição individual na Argentina, no Salón Peuser, em Buenos Aires, com 91 obras.
Em 1948, Portinari, de volta ao Brasil, faz uma retrospectiva no MASP, em São Paulo.
Em 1949 a Embaixada Americana nega-lhe o visto de entrada. Portinari inicia o painel Tiradentes para o Colégio de Cataguases, em Minas Gerais, e em 1950 Recebe a Medalha de Ouro da Paz, com a obra Tiradentes, no II Congresso Mundial dos Partidários da Paz, em Varsóvia.
Em 1951, Portinari participa da I Bienal de São Paulo.
Em 1952, o Secretário Geral das Nações Unidas anuncia oferta, feita pelo governo brasileiro, de dois painéis (Guerra e Paz), que serão executados por Portinari, e que decorarão um dos salões da nova sede da ONU. Do mesmo ano "Nobre e Religioso"
Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País, com diversos convites de instituições para exposições e encomendas de obras, além de inúmeras honrarias por todo mundo, como para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz.
Em 1953, após dez anos sem expor individualmente no Rio de Janeiro, expõe 100 obras no MAM, Museu de Arte Moderna.
Em 1954, realiza individual no Museu de Arte de São Paulo – MASP com mais de 100 obras, entre elas, duas maquetes para os painéis Guerra e Paz.
Em 1955, participa da III Bienal de São Paulo com sala especial, hors concours, e apresenta 12 estudos para o painel Guerra, todos eles de grandes dimensões.
Ainda em 1955, é Agraciado em Nova York, como o melhor pintor do ano com a Medalha de Ouro concedida pelo International Fine Arts Council – IFAC.
Em 1956, entrega os painéis, de 14m x 10m cada um, Guerra e Paz, que foram realizados com a ajuda de Enrico Bianco e Rosalina Leão para a O.N.U. Antes de seguirem Presidente da República, Juscelino Kubitschek, inaugura a exposição dos painéis no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Na avaliação do artista Enrico Bianco: “Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.”
Em 1957, é inaugurada exposição individual de Portinari na Maison de la Pensée Française, em Paris, depois em Munique e em Colônia, na Alemanha.
Em 1957 São doados oficialmente os painéis Guerra e Paz. Portinari.
Em 1958, inaugura uma individual, na Galleria del Libraio, em Bolonha na Itália, terra de seus pais.
Em 1959, A V Bienal de São Paulo realiza retrospectiva da obra de Portinari com 127 obras e, participa da exposição itinerante Artistas Brasileiros na Europa, organizada pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Em 1960, Nasce Denise, neta de Candido Portinari. É publicado na Itália o livro Brasil, Dipinti di Portinari.
Em 1961, realiza sua última exposição individual em vida, na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro e, faz três painéis em azulejos: Frevo e Peixes, para o Pampulha Iate Clube, projeto de Oscar Niemeyer, e Pombas, para um edifício em Paris.
Em 1962, Portinari intoxicado pelos metais pesados contidos nas tintas. Estavam em seu velório, o ex-Presidente da República Juscelino Kubitschek, Hermes Lima, representando o Presidente João Goulart, Luis Carlos Prestes e Carlos Marighela, Carlos Lacerda. É decretado luto oficial de três dias no Estado da Guanabara.
R$ 32.000,00
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