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Galeria Paiva Frade
Auctioneer: Alexandre Paiva Frade
BELLE ÉPOQUE
04 de July às 20:00h
05 de July às 20:00h
06 de July às 20:00h
Description
IMPORTANTE: Esse leilão será apregoado A VISTA. MODALIDADES: DEPÓSITO BANCÁRIO. Entre em contato: (35) 3332 4150. No caso de arrematação os valores deverão ser quitados, em até 72 horas, após recebimento do E-MAIL DE COBRANÇA. O não cumprimento do prazo previsto, Leiloeiro dará por desfeita a venda e, por via de EXECUÇÃO JUDICIAL, cobrará sua comissão e a dos organizadores. DÚVIDAS POR FAVOR CONTATE: (35) 3332- 4150.
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1
Bid
R$ 1.000.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 1.000.000,00 (BRL)
Cotações
$ 190,000.00 (USD)
$ 180,000.00 (EUR)
$ 23.850.000,00 (ARS)
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$ 190,000.00 (USD)
$ 180,000.00 (EUR)
$ 23.850.000,00 (ARS)
2
PICASSO
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“Tête de Femme no 7. Portrait de Dora Maar”
Medidas: 29,7 x 23,7 cm.
Ponta-seca sobre papel em quatro cores 1939/1942
Exemplar de pequena tiragem de 105 unidades em papel Montval.
Com certificado da Quedilart, no06.2014.476
Reproduzido:
“Picasso - Tome I - Catalogue de l’oeuvre Gravé et litographié 1904 - 1967” G.
Bloch, pg. 290, fig. 1336.
“Picasso - Peintre-graveur”,B. Baer, Editions Kornfeld, pg. 215, fig. 655


1 bid
Bid
R$ 40.000,00 (BRL)
1 bid
Valor do lote
R$ 40.000,00 (BRL)
Cotações
$ 7,600.00 (USD)
$ 7,200.00 (EUR)
$ 954.000,00 (ARS)
Cotações
$ 7,600.00 (USD)
$ 7,200.00 (EUR)
$ 954.000,00 (ARS)
3
PORTINARI
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Nonna de Jardinópolis
Desenho a nanquim e bico-de-pena/papel
Medidas: 34 x 16 cm.
Ilustração do livro "Retrato de Portinari" de Antonio Callado.

A figura sentada é a avó do artista: Maria Sandri Torquato.
Participou da V Bienal de São Paulo, Museu de Arte Moderna de São Paulo, 1959
Exposição Portinari, na Galeria Praça Roosevelt, São Paulo, 1970.
Reproduzido em todas edições do livro " Retrato de Portinari" de Antonio Callado.
Reproduzido no livro "Portinari - A Construção de uma Obra", Ed Dom Quixote, pg. 171.
CÂNDIDO PORTINARI (1903 - 1962)

Candido Portinari nasceu em Brodowski, no estado de São Paulo em 30 de dezembro de 1903 dois dias antes de 1904, o não da eclosão da Revolta da Vacina, contra a vacinação obrigatória, na cidade do Rio de Janeiro.
Semelhante a Picasso, começa a pintar aos 9 anos e, torna-se um dos maiores pintores da história tendo a O.N.U. abdicado de uma Tapeçaria da Guernica pelos painéis Guerra e Paz de Portinari.
Em 1920 com quinze anos, matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes e em 1928 com apenas 24 anos conquistou o Prêmio de Viagem à Europa.
Em 1922 recebe Menção Honrosa por um retrato, provavelmente de seu amigo Ezequiel Fonseca Filho.
Em 1927 com Retrato do Dr. Antônio Ferreira dos Santos recebe a Grande Medalha de Prata da XXXIV Exposição Geral de Belas Artes da Escola Nacional de Belas Artes.
Possibilitando, em 1928, na XXXV Exposição Geral de Belas Artes ganhar o Prêmio de Viagem à Europa, com mais um retrato o de Olegario Mariano
Em Paris, mora momentaneamente, em Montparnasse, reduto de artistas, porém, muda-se para o Hôtel du Dragon na mesma rua da Académie Julien, que frequenta e, no ano de 1930, percebe sua vocação: “Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…”
Antonio Callado escreve no magnifico livro de Portinari: “...arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra...”
Retorna em 1931 e, põe-se a retratar com cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor do povo, da cultura, da flora, da fauna e da história. Pintando em 1934 “Despojados” - a obra de temática social. Neste ano, a primeira instituição pública adquire obra, “Mestiço”, pela Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Em 1935, no Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal (UDF), Rio de Janeiro. Conquista com a tela “Café” no Instituto Carnegie, em Pittsburgh Menção Honrosa e realiza quatro famosos grandes painéis para o Monumento Rodoviário, na rodovia Washington Luís.
Em 1938, realiza centenas de estudos a carvão, crayon, têmpera, guache e aquarela para a execução dos 12 murais em afresco para a sede do Ministério da Educação, hoje Palácio Gustavo Capanema.
Em 1939, para o Pavilhão Brasileiro da Feira Mundial de Nova York, sob encomenda de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, pinta os painéis: Cena Gaúcha, Noite de São João e Jangadas do Nordeste. O Museu Nacional de Belas Artes realiza a sua maior exposição com 269 obras e catálogo com prefácio do modernista Mário de Andrade.
Em 1940, Exposição Portinari of Brazil é realizada no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) com 180 obras. Participa ainda da Latin American Exhibition of Fine Arts no Museu Riverside de Nova York, com 35 obras.
Em 1941, Universidade de Chicago edita o álbum Portinari, his Life and Art (Portinari, Vida e Arte). Inaugurada exposição na Galeria de Arte da Universidade de Howard, em Washington. Garimperos ,1941
Candido Portinari, ao lado de Niemeyer, Santa Rosa, Carlos Leão, Bianco, Burle-Marx, Santa Rosa, Quirino Campos Fiorito, Oswald de Andrade Filho, Bruno Giorgio, Mario Zarinini, participam da elite intelectual brasileira numa época de notável renovação na cultura do Brasil, refletida pelo caráter social da obra de Portinari.
Em 1942, são inaugurados os murais na Fundação Hispânica da Biblioteca do Congresso, em Washington.
Em 1943, é inaugurada uma exposição individual de Portinari no Museu Nacional de Belas Artes, com 168 trabalhos.
Em 1944, participa da exposição comemorativa dos 15 anos de fundação do MoMA – Art in Progress
É concluído o conjunto arquitetônico da Pampulha em Belo Horizonte, e a Igreja de São Francisco de Assis, decorada por Candido Portinari sob encomenda do então prefeito Juscelino Kubitschek a Oscar Niemeyer.
Em 1946, o governo francês condecora Portinari com a Legião de Honra. E na Galeria Charpentier, em Paris e inaugura uma individual de Portinari com 84 trabalhos.
Em 1947, é inaugurada sua primeira exposição individual na Argentina, no Salón Peuser, em Buenos Aires, com 91 obras.
Em 1948, Portinari, de volta ao Brasil, faz uma retrospectiva no MASP, em São Paulo.
Em 1949 a Embaixada Americana nega-lhe o visto de entrada. Portinari inicia o painel Tiradentes para o Colégio de Cataguases, em Minas Gerais, e em 1950 Recebe a Medalha de Ouro da Paz, com a obra Tiradentes, no II Congresso Mundial dos Partidários da Paz, em Varsóvia.
Em 1951, Portinari participa da I Bienal de São Paulo.
Em 1952, o Secretário Geral das Nações Unidas anuncia oferta, feita pelo governo brasileiro, de dois painéis (Guerra e Paz), que serão executados por Portinari, e que decorarão um dos salões da nova sede da ONU. Do mesmo ano "Nobre e Religioso"
Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País, com diversos convites de instituições para exposições e encomendas de obras, além de inúmeras honrarias por todo mundo, como para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz.
Em 1953, após dez anos sem expor individualmente no Rio de Janeiro, expõe 100 obras no MAM, Museu de Arte Moderna.
Em 1954, realiza individual no Museu de Arte de São Paulo – MASP com mais de 100 obras, entre elas, duas maquetes para os painéis Guerra e Paz.
Em 1955, participa da III Bienal de São Paulo com sala especial, hors concours, e apresenta 12 estudos para o painel Guerra, todos eles de grandes dimensões.
Ainda em 1955, é Agraciado em Nova York, como o melhor pintor do ano com a Medalha de Ouro concedida pelo International Fine Arts Council – IFAC.
Em 1956, entrega os painéis, de 14m x 10m cada um, Guerra e Paz, que foram realizados com a ajuda de Enrico Bianco e Rosalina Leão para a O.N.U. Antes de seguirem Presidente da República, Juscelino Kubitschek, inaugura a exposição dos painéis no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Na avaliação do artista Enrico Bianco: “Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.”
Em 1957, é inaugurada exposição individual de Portinari na Maison de la Pensée Française, em Paris, depois em Munique e em Colônia, na Alemanha.
Em 1957 São doados oficialmente os painéis Guerra e Paz. Portinari.
Em 1958, inaugura uma individual, na Galleria del Libraio, em Bolonha na Itália, terra de seus pais.
Em 1959, A V Bienal de São Paulo realiza retrospectiva da obra de Portinari com 127 obras e, participa da exposição itinerante Artistas Brasileiros na Europa, organizada pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Em 1960, Nasce Denise, neta de Candido Portinari. É publicado na Itália o livro Brasil, Dipinti di Portinari.
Em 1961, realiza sua última exposição individual em vida, na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro e, faz três painéis em azulejos: Frevo e Peixes, para o Pampulha Iate Clube, projeto de Oscar Niemeyer, e Pombas, para um edifício em Paris.
Em 1962, Portinari intoxicado pelos metais pesados contidos nas tintas. Estavam em seu velório, o ex-Presidente da República Juscelino Kubitschek, Hermes Lima, representando o Presidente João Goulart, Luis Carlos Prestes e Carlos Marighela, Carlos Lacerda. É decretado luto oficial de três dias no Estado da Guanabara.
Bid
R$ 35.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 35.000,00 (BRL)
Cotações
$ 6,650.00 (USD)
$ 6,300.00 (EUR)
$ 834.750,00 (ARS)
Cotações
$ 6,650.00 (USD)
$ 6,300.00 (EUR)
$ 834.750,00 (ARS)
4
PORTINARI
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"Pulando carniça"
Parte do painel de azulejos "Pulando Carniça", executado para decorar uma das fachadas externas do
ginásio de esportes do conjunto residencial do Pedregulho no RJ - projeto do arquiteto Afonso Eduardo Reid
Medidas: 30 x 30 cm.
Reproduzido no livro Portinari
A Construção de uma Obra, Ed Dom Quixote, pg. 133.
Com etiqueta no verso da ex-coleção Ralf Camargo.


Candido Portinari nasceu em Brodowski, no estado de São Paulo em 30 de dezembro de 1903 dois dias antes de 1904, o não da eclosão da Revolta da Vacina, contra a vacinação obrigatória, na cidade do Rio de Janeiro.
Semelhante a Picasso, começa a pintar aos 9 anos e, torna-se um dos maiores pintores da história tendo a O.N.U. abdicado de uma Tapeçaria da Guernica pelos painéis Guerra e Paz de Portinari.
Em 1920 com quinze anos, matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes e em 1928 com apenas 24 anos conquistou o Prêmio de Viagem à Europa.
Em 1922 recebe Menção Honrosa por um retrato, provavelmente de seu amigo Ezequiel Fonseca Filho.
Em 1927 com Retrato do Dr. Antônio Ferreira dos Santos recebe a Grande Medalha de Prata da XXXIV Exposição Geral de Belas Artes da Escola Nacional de Belas Artes.
Possibilitando, em 1928, na XXXV Exposição Geral de Belas Artes ganhar o Prêmio de Viagem à Europa, com mais um retrato o de Olegario Mariano.
Em Paris, mora momentaneamente, em Montparnasse, reduto de artistas, porém, muda-se para o Hôtel du Dragon na mesma rua da Académie Julien, que frequenta e, no ano de 1930, percebe sua vocação: “Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…”
Antonio Callado escreve no magnifico livro de Portinari: “...arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra...”
Retorna em 1931 e, põe-se a retratar com cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor do povo, da cultura, da flora, da fauna e da história. Pintando em 1934 “Despojados” - a obra de temática social. Neste ano, a primeira instituição pública adquire obra, “Mestiço”, pela Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Em 1935, no Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal (UDF), Rio de Janeiro. Conquista com a tela “Café” no Instituto Carnegie, em Pittsburgh Menção Honrosa e realiza quatro famosos grandes painéis para o Monumento Rodoviário, na rodovia Washington Luís.
Em 1938, realiza centenas de estudos a carvão, crayon, têmpera, guache e aquarela para a execução dos 12 murais em afresco para a sede do Ministério da Educação, hoje Palácio Gustavo Capanema.
Em 1939, para o Pavilhão Brasileiro da Feira Mundial de Nova York, sob encomenda de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, pinta os painéis: Cena Gaúcha, Noite de São João e Jangadas do Nordeste. O Museu Nacional de Belas Artes realiza a sua maior exposição com 269 obras e catálogo com prefácio do modernista Mário de Andrade.
Em 1940, Exposição Portinari of Brazil é realizada no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) com 180 obras. Participa ainda da Latin American Exhibition of Fine Arts no Museu Riverside de Nova York, com 35 obras.
Em 1941, Universidade de Chicago edita o álbum Portinari, his Life and Art (Portinari, Vida e Arte). Inaugurada exposição na Galeria de Arte da Universidade de Howard, em Washington. Garimperos ,1941
Candido Portinari, ao lado de Niemeyer, Santa Rosa, Carlos Leão, Bianco, Burle-Marx, Santa Rosa, Quirino Campos Fiorito, Oswald de Andrade Filho, Bruno Giorgio, Mario Zarinini, participam da elite intelectual brasileira numa época de notável renovação na cultura do Brasil, refletida pelo caráter social da obra de Portinari.
Em 1942, são inaugurados os murais na Fundação Hispânica da Biblioteca do Congresso, em Washington.
Em 1943, é inaugurada uma exposição individual de Portinari no Museu Nacional de Belas Artes, com 168 trabalhos.
Em 1944, participa da exposição comemorativa dos 15 anos de fundação do MoMA – Art in Progress
É concluído o conjunto arquitetônico da Pampulha em Belo Horizonte, e a Igreja de São Francisco de Assis, decorada por Candido Portinari sob encomenda do então prefeito Juscelino Kubitschek a Oscar Niemeyer.
Em 1946, o governo francês condecora Portinari com a Legião de Honra. E na Galeria Charpentier, em Paris e inaugura uma individual de Portinari com 84 trabalhos.
Em 1947, é inaugurada sua primeira exposição individual na Argentina, no Salón Peuser, em Buenos Aires, com 91 obras.
Em 1948, Portinari, de volta ao Brasil, faz uma retrospectiva no MASP, em São Paulo.
Em 1949 a Embaixada Americana nega-lhe o visto de entrada. Portinari inicia o painel Tiradentes para o Colégio de Cataguases, em Minas Gerais, e em 1950 Recebe a Medalha de Ouro da Paz, com a obra Tiradentes, no II Congresso Mundial dos Partidários da Paz, em Varsóvia.
Em 1951, Portinari participa da I Bienal de São Paulo.
Em 1952, o Secretário Geral das Nações Unidas anuncia oferta, feita pelo governo brasileiro, de dois painéis (Guerra e Paz), que serão executados por Portinari, e que decorarão um dos salões da nova sede da ONU. Do mesmo ano "Nobre e Religioso"
Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País, com diversos convites de instituições para exposições e encomendas de obras, além de inúmeras honrarias por todo mundo, como para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz.
Em 1953, após dez anos sem expor individualmente no Rio de Janeiro, expõe 100 obras no MAM, Museu de Arte Moderna.
Em 1954, realiza individual no Museu de Arte de São Paulo – MASP com mais de 100 obras, entre elas, duas maquetes para os painéis Guerra e Paz.
Em 1955, participa da III Bienal de São Paulo com sala especial, hors concours, e apresenta 12 estudos para o painel Guerra, todos eles de grandes dimensões.
Ainda em 1955, é Agraciado em Nova York, como o melhor pintor do ano com a Medalha de Ouro concedida pelo International Fine Arts Council – IFAC.
Em 1956, entrega os painéis, de 14m x 10m cada um, Guerra e Paz, que foram realizados com a ajuda de Enrico Bianco e Rosalina Leão para a O.N.U. Antes de seguirem Presidente da República, Juscelino Kubitschek, inaugura a exposição dos painéis no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Na avaliação do artista Enrico Bianco: “Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.”
Em 1957, é inaugurada exposição individual de Portinari na Maison de la Pensée Française, em Paris, depois em Munique e em Colônia, na Alemanha.
Em 1957 São doados oficialmente os painéis Guerra e Paz. Portinari.
Em 1958, inaugura uma individual, na Galleria del Libraio, em Bolonha na Itália, terra de seus pais.
Em 1959, A V Bienal de São Paulo realiza retrospectiva da obra de Portinari com 127 obras e, participa da exposição itinerante Artistas Brasileiros na Europa, organizada pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Em 1960, Nasce Denise, neta de Candido Portinari. É publicado na Itália o livro Brasil, Dipinti di Portinari.
Em 1961, realiza sua última exposição individual em vida, na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro e, faz três painéis em azulejos: Frevo e Peixes, para o Pampulha Iate Clube, projeto de Oscar Niemeyer, e Pombas, para um edifício em Paris.
Em 1962, Portinari intoxicado pelos metais pesados contidos nas tintas. Estavam em seu velório, o ex-Presidente da República Juscelino Kubitschek, Hermes Lima, representando o Presidente João Goulart, Luis Carlos Prestes e Carlos Marighela, Carlos Lacerda. É decretado luto oficial de três dias no Estado da Guanabara.
7 bids
Bid
R$ 13.000,00 (BRL)
7 bids
Valor do lote
R$ 13.000,00 (BRL)
Cotações
$ 2,470.00 (USD)
$ 2,340.00 (EUR)
$ 310.050,00 (ARS)
Cotações
$ 2,470.00 (USD)
$ 2,340.00 (EUR)
$ 310.050,00 (ARS)
5
EDOUARD DROUOT ( Sommevoire, France 03/04/1859-1945)
"On the track of deer" (na trilha dos cervos)
Escultura em bronze, marfim, base em mármore.
Medidas: 53 x 61 cm.
Peso: 18 kg.

"(...) Em Paris foi aluno de Émile Thomas e Mathurin-Moreau, medalha de bronze no Salão de 1892, e Menção Honrosa na Exposição universal de Paris ano 1.900." (...) the Dictionary of Sculptors in Bronze, James Mackay, página 111.

Reproduzida fotograficamente na página 141, “Art deco and other figures” by Brian Catley, Antique collectors club.

Reproduzido no livro: ”Les bronzes de XIXe siècle” by Pierre Kjellberg, Les éditions des amateurs

29 outras esculturas reproduzidas na enciclopédia ABAGE- Bronze- Sculptors & Founders, Harold Berman.

Reproduzida fotograficamente no livro: Statuettes art deco period, 2016 -Alberto Shayo
Bid
R$ 150.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 150.000,00 (BRL)
Cotações
$ 28,500.00 (USD)
$ 27,000.00 (EUR)
$ 3.577.500,00 (ARS)
Cotações
$ 28,500.00 (USD)
$ 27,000.00 (EUR)
$ 3.577.500,00 (ARS)
6
CHIPARUS - (Demetre H. Chiparus, 1886-1947)

"PIERROT"
Bronze patinado e marfim
assinado para a base 'D.H. Chiparus'
Medidas: 66,5 cm.; 2ft 2¼ pol.
Cerca de 1925
Peso: 5 kg.

Alberto Shayo, Chiparus, Mestre em Art Déco, Nova York, Londres, 1999, pl. 128
Bryan Catley, Art Deco and Other Figures, Woodbridge, 2000, p. 76
Bid
R$ 70.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 70.000,00 (BRL)
Cotações
$ 13,300.00 (USD)
$ 12,600.00 (EUR)
$ 1.669.500,00 (ARS)
Cotações
$ 13,300.00 (USD)
$ 12,600.00 (EUR)
$ 1.669.500,00 (ARS)
7
HENRI FUGERE (France, 1872-1944).
Escultura em bronze criselefantino.
SPANISH DANCER
Bailarina com castanholas.
Assinado "H. Fugere"
Altura total de 17 polegadas.
Peso: 11,5 kg.
Bid
R$ 50.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 50.000,00 (BRL)
Cotações
$ 9,500.00 (USD)
$ 9,000.00 (EUR)
$ 1.192.500,00 (ARS)
Cotações
$ 9,500.00 (USD)
$ 9,000.00 (EUR)
$ 1.192.500,00 (ARS)
8
ART DECO - EUROPA ANOS 1920/30.
Vitral em pasta de vidro e chumbo. Composto por duas folhas.
Trata-se de um fragmento arquitetônico de rara beleza, preservado e emoldurado em caixa.
Medidas: 59,5 x 105,5 cm. Com moldura: 69 x 116 cm.
1 bid
Bid
R$ 2.400,00 (BRL)
1 bid
Valor do lote
R$ 2.400,00 (BRL)
Cotações
$ 456.00 (USD)
$ 432.00 (EUR)
$ 57.240,00 (ARS)
Cotações
$ 456.00 (USD)
$ 432.00 (EUR)
$ 57.240,00 (ARS)
9
DÉCIO VILLARES (Rio de Janeiro, 1851 — 1931)
MEDIDAS:60 X 49 cm./ 80 x 65 cm.
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O.S.T.
1888


BIOGRAFIA: Em 1889, Benjamin Constant, ministro da Guerra da República Velha, aprovou a arte final, que serviu de base à pintura a óleo de VILLARES. Esta foi molde para que as costureiras confeccionassem as primeiras bandeiras da República.

Os republicanos, defendiam a separação de Estado e Igreja e apoiaram o desenho da Bandeira Nacional, concebido por Raimundo Teixeira Mendes em novembro de 1889, após a Proclamação da República. Os rascunhos foram feitos em dois papéis, sendo que Décio VILLARES foi o responsável pelo desenho da esfera, onde vem as estrelas e os dizeres "Ordem e Progresso".
Em 2010, foi furtada. A Polícia Federal e a Interpol foram acionadas, mas a obra até hoje não foi recuperada.
Filho de um monarquista detentor do título de Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa, garantiu-lhe a entrada no Colégio Pedro II e depois na Academia Imperial de Belas Artes, onde matriculou-se na principal instituição de ensino superior em Artes Plásticas do país, relevante para a vida cultural do Império.
A partir 1870, VILLARES foi caricaturista na Comédia Social, publicada por Pedro Américo e seu irmão Aurélio de Figueiredo. Posteriormente, Aurélio e VILLARES trabalharam juntos no atelier de Pedro Américo em Florença.
Estudou na Europa por nove anos no exterior, tendo em 1872, quando foi para Paris e matriculou-se no atelier de Alexandre Cabanel, artista francês dos mais influentes na pintura acadêmica e opositor dos impressionistas - era o preferido de Napoleão III.
VILLARES foi premiado no Salão de Paris de 1874, ganhando a medalha de ouro de melhor pintura de artista estrangeiro.
Em sua estadia em Paris, VILLARES, deixa o catolicismo e afirma-se na perspectiva positivo-materialista inaugurada pelo filósofo Auguste Comte e, pinta a obra Virgem da Humanidade para o Templo Positivista de Paris. O positivismo torna-se uma constante na sua obra, inclusive o lema "Ordem e Progresso", que usou na bandeira nacional.
Por suas ideias positivistas, se recusa a se naturalizar francês, e perde o cargo de professor da Académie des Beaux-Arts de Paris, conquistado em concurso.
Regressado ao Brasil em 1881, trabalhou esculturas e vários bustos de personagens históricas.
Após seu retorno da Europa, VILLARES juntamente com Aurélio de Figueiredo recebem uma grande encomenda oficial: 18 telas retratando índios Botocudos para a Exposição Antropológica de 1882, no Museu Nacional com a presença do imperador, D. Pedro II, e da princesa Isabel.
Em 1887, foi eleito professor de pintura histórica na Academia Imperial de Belas Artes, mas nunca assumiu, pedindo inclusive a extinção da Academia de Belas Artes.
Morreu considerado insubordinado recusou o cargo de professor na Ècole de Beaux Arts de Paris e, ao voltar ao Brasil, na Escola Nacional de Belas Artes.
No Museu Nacional de Belas Artes se encontram 22 trabalhos de VILLARES.
No dia seguinte à sua morte parte de suas obras é incendiada por sua esposa, que num acesso de loucura ateou fogo em seu ateliê.
Bid
R$ 17.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 17.000,00 (BRL)
Cotações
$ 3,230.00 (USD)
$ 3,060.00 (EUR)
$ 405.450,00 (ARS)
Cotações
$ 3,230.00 (USD)
$ 3,060.00 (EUR)
$ 405.450,00 (ARS)
10
Décio Villares
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Moça
O.S.T.
Medidas: 59 x 49 cm. Com moldura: 86 x 78 cm.


BIOGRAFIA: Em 1889, Benjamin Constant, ministro da Guerra da República Velha, aprovou a arte final, que serviu de base à pintura a óleo de VILLARES. Esta foi molde para que as costureiras confeccionassem as primeiras bandeiras da República.

Os republicanos, defendiam a separação de Estado e Igreja e apoiaram o desenho da Bandeira Nacional, concebido por Raimundo Teixeira Mendes em novembro de 1889, após a Proclamação da República. Os rascunhos foram feitos em dois papéis, sendo que Décio VILLARES foi o responsável pelo desenho da esfera, onde vem as estrelas e os dizeres "Ordem e Progresso".
Em 2010, foi furtada. A Polícia Federal e a Interpol foram acionadas, mas a obra até hoje não foi recuperada.
Filho de um monarquista detentor do título de Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa, garantiu-lhe a entrada no Colégio Pedro II e depois na Academia Imperial de Belas Artes, onde matriculou-se na principal instituição de ensino superior em Artes Plásticas do país, relevante para a vida cultural do Império.
A partir 1870, VILLARES foi caricaturista na Comédia Social, publicada por Pedro Américo e seu irmão Aurélio de Figueiredo. Posteriormente, Aurélio e VILLARES trabalharam juntos no atelier de Pedro Américo em Florença.
Estudou na Europa por nove anos no exterior, tendo em 1872, quando foi para Paris e matriculou-se no atelier de Alexandre Cabanel, artista francês dos mais influentes na pintura acadêmica e opositor dos impressionistas - era o preferido de Napoleão III.
VILLARES foi premiado no Salão de Paris de 1874, ganhando a medalha de ouro de melhor pintura de artista estrangeiro.
Em sua estadia em Paris, VILLARES, deixa o catolicismo e afirma-se na perspectiva positivo-materialista inaugurada pelo filósofo Auguste Comte e, pinta a obra Virgem da Humanidade para o Templo Positivista de Paris. O positivismo torna-se uma constante na sua obra, inclusive o lema "Ordem e Progresso", que usou na bandeira nacional.
Por suas ideias positivistas, se recusa a se naturalizar francês, e perde o cargo de professor da Académie des Beaux-Arts de Paris, conquistado em concurso.
Regressado ao Brasil em 1881, trabalhou esculturas e vários bustos de personagens históricas.
Após seu retorno da Europa, VILLARES juntamente com Aurélio de Figueiredo recebem uma grande encomenda oficial: 18 telas retratando índios Botocudos para a Exposição Antropológica de 1882, no Museu Nacional com a presença do imperador, D. Pedro II, e da princesa Isabel.
Em 1887, foi eleito professor de pintura histórica na Academia Imperial de Belas Artes, mas nunca assumiu, pedindo inclusive a extinção da Academia de Belas Artes.
Morreu considerado insubordinado recusou o cargo de professor na Ècole de Beaux Arts de Paris e, ao voltar ao Brasil, na Escola Nacional de Belas Artes.
No Museu Nacional de Belas Artes se encontram 22 trabalhos de VILLARES.
No dia seguinte à sua morte parte de suas obras é incendiada por sua esposa, que num acesso de loucura ateou fogo em seu ateliê.
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R$ 8.900,00 (BRL)
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$ 1,691.00 (USD)
$ 1,602.00 (EUR)
$ 212.265,00 (ARS)
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11

OSCAR HORACIO PALACIOS (Córdoba, Argentina, 1926- Niterói, RJ 02/06/2009) "Nu feminino entre lençóis", estudo número 198", óleo sobre eucatex. 23 X 18 cm./ 42 x 46,5 cm. BIOGRAFIA: Foi aluno de Marcelo Dasso, que o orientou em desenho e pintura. Mais tarde ingressa na Academia de Belas Artes Figueiroa Alcorta, em sua cidade natal. Trabalhou como ilustrador de livros e colaborador em importantes agências de publicidade e editoras na Argentina, Brasil, Chile e Uruguai. Participou de exposições em vários Salões e Galerias na Argentina, Niterói (RJ), São Paulo e Rio de Janeiro. Possui obras no Museu de Belas Artes de Córdoba e em coleções particulares nos Estados Unidos e em diversos países europeus

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12

OSCAR HORACIO PALACIOS (Córdoba, Argentina, 1926- Niterói, RJ 02/06/2009) Modelo e vaso de flores, década de 1990. óleo sobre eucatex 22 X 17 cm./ 44 X 50 CM. BIOGRAFIA: Foi aluno de Marcelo Dasso, que o orientou em desenho e pintura. Mais tarde ingressa na Academia de Belas Artes Figueiroa Alcorta, em sua cidade natal. Trabalhou como ilustrador de livros e colaborador em importantes agências de publicidade e editoras na Argentina, Brasil, Chile e Uruguai. Participou de exposições em vários Salões e Galerias na Argentina, Niterói (RJ), São Paulo e Rio de Janeiro. Possui obras no Museu de Belas Artes de Córdoba e em coleções particulares nos Estados Unidos e em diversos países europeus

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OSCAR HORACIO PALACIOS (Córdoba, Argentina, 1926- Niterói, RJ 02/06/2009) "Modelo no atelier, década de 1990. óleo sobre eucatex. 22 x 16 cm./49 x 44 cm. Numerado no verso: 1.03652 BIOGRAFIA: Foi aluno de Marcelo Dasso, que o orientou em desenho e pintura. Mais tarde ingressa na Academia de Belas Artes Figueiroa Alcorta, em sua cidade natal. Trabalhou como ilustrador de livros e colaborador em importantes agências de publicidade e editoras na Argentina, Brasil, Chile e Uruguai. Participou de exposições em vários Salões e Galerias na Argentina, Niterói (RJ), São Paulo e Rio de Janeiro. Possui obras no Museu de Belas Artes de Córdoba e em coleções particulares nos Estados Unidos e em diversos países europeus

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OSCAR HORACIO PALACIOS (Córdoba, Argentina, 1926- Niterói, RJ 02/06/2009) Nu com flor. Década de 1990. Óleo sobre eucatex. Medidas: 22 x 16 cm/48 x 42 cm. BIOGRAFIA: Foi aluno de Marcelo Dasso, que o orientou em desenho e pintura. Mais tarde ingressa na Academia de Belas Artes Figueiroa Alcorta, em sua cidade natal. Trabalhou como ilustrador de livros e colaborador em importantes agências de publicidade e editoras na Argentina, Brasil, Chile e Uruguai. Participou de exposições em vários Salões e Galerias na Argentina, Niterói (RJ), São Paulo e Rio de Janeiro. Possui obras no Museu de Belas Artes de Córdoba e em coleções particulares nos Estados Unidos e em diversos países europeus

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15

OSCAR HORACIO PALACIOS (Córdoba, Argentina, 1926- Niterói, RJ 02/06/2009) Medidas: 20 x 25 cm. /47 x 52 cm. O.S.E. Numerado: B-4576 Nu feminino, década de 1990. BIOGRAFIA: Foi aluno de Marcelo Dasso, que o orientou em desenho e pintura. Mais tarde ingressa na Academia de Belas Artes Figueiroa Alcorta, em sua cidade natal. Trabalhou como ilustrador de livros e colaborador em importantes agências de publicidade e editoras na Argentina, Brasil, Chile e Uruguai. Participou de exposições em vários Salões e Galerias na Argentina, Niterói (RJ), São Paulo e Rio de Janeiro. Possui obras no Museu de Belas Artes de Córdoba e em coleções particulares nos Estados Unidos e em diversos países europeus

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BARBOTINE FAIENCE - ART NOUVEAU - FRANCE - C.1890. Estilo Delphin Massier Medidas: 114 x 29 x 29 cm. Esta coluna uma reminiscência da tradição da majólica mediterrânea. Esta peça é típica do trabalho de Delphin Massier, estabelecido em Vallauris há várias gerações, que geralmente expressa com exuberância o gosto pela flora e fauna locais. Delphin Massier pertence a uma família de ceramistas. A família vivia em Vallauris desde o século XVIII. O século seguinte viu o surgimento de uma cerâmica artística de alta qualidade que privilegiava a estética sobre a utilidade. Este desenvolvimento foi possível pela utilização sistemática de moldes de gesso que permitiram a difusão dos modelos e pela utilização de faiança vidrada que permitiu uma vasta gama de cores. Depois de instalar por algum tempo sua oficina em Vallauris, Clément Massier se instalou em 1883 em Golfe-Juan, um lugar privilegiado para os turistas. Ele também foi o instigador da criação de uma escola de Belas Artes em Vallauris para ensinar desenho a trabalhadores em oficinas de cerâmica. A partir de 1886, desenvolveu uma cerâmica brilhante importante e de alta qualidade e cercou-se de colaboradores brilhantes. Ele deu a esta técnica tradicional suas letras de nobreza e esteve na origem de uma verdadeira revolução industrial e artística que deu um novo e decisivo impulso à produção de cerâmica em Vallauris.

Bid
R$ 2.200,00 (BRL)
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R$ 2.200,00 (BRL)
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$ 418.00 (USD)
$ 396.00 (EUR)
$ 52.470,00 (ARS)
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JARDINIÉRE BARBOTINE FAIENCE - ART NOUVEAU - FRANCE - C.1890. Cachepot sobre coluna em grupo escultórico de complexa figuração: Base com figura de bisão, fuste fitomorfo e capitel com efígies de pelicanos com asas abertas. No cachepot a figura de dois faraós ladeiam a composição simétrica. Medidas: 94 x 28 x 28 cm

Bid
R$ 7.100,00 (BRL)
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$ 1,349.00 (USD)
$ 1,278.00 (EUR)
$ 169.335,00 (ARS)
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18

GEORGES FLAMAND (French, 1862–1940) "Secrecy of Letters signet", c. 1900. "O SEGREDO DAS CARTAS": Busto feminino amordaçado, chave no decote, par de "pombos correio", sobre os ombros. Bronze maciço com banho de prata localizado. Sinete representando busto feminino Art Nouveau Assinado e monogramado: E.N. O escultor é citado no livro de Harold Berman, "Bronzes: sculptors & founders 1800-1930", volume 2. Medidas: 13,5 x 4,2 x 3,5 cm.

Bid
R$ 1.260,00 (BRL)
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R$ 1.260,00 (BRL)
Cotações
$ 239.40 (USD)
$ 226.80 (EUR)
$ 30.051,00 (ARS)
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19
GEORGES FLAMAND (French, 1862–1940)
"PORTA CARTÕES, homem e mulher entrelaçados entre agapantos, ART NOUVEAU (1890-1910)
10X22X17 cm.
O escultor é citado no livro de Harold Berman, "Bronzes: sculptors & founders 1800-1930", volume 2.
REFERÊNCIA: http://www.artnet.de/k%C3%BCnstler/georges-flamand/doppelschale-5GWR8oOEIVMNdXyg1O1HTg2
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R$ 900,00 (BRL)
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$ 171.00 (USD)
$ 162.00 (EUR)
$ 21.465,00 (ARS)
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GEORGES FLAMAND (French, 1862–1940) ART NOUVEAU - Luminária em bronze maciço com cúpula original de vidro e pintura manual de marinha com veleiros. Medidas: 29 x 14 x 24 cm. O escultor é citado no livro de Harold Berman, "Bronzes: sculptors & founders 1800-1930", volume 2. COTAÇÃO: https://www.yannlemouel.com/lot/9233/1746554?offset=260&

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R$ 3.100,00 (BRL)
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R$ 3.100,00 (BRL)
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$ 589.00 (USD)
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$ 73.935,00 (ARS)
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Adrien Henri VAN EMELEN (Leuven, BÉLGICA 1868- 1943) CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
Figura Feminina com tecido diáfano
Óleo sobre tela
Medidas: 54 x 42 cm. Com moldura: 76 x 64 cm.
Assinatura inf. esq.

Adrien Henri Vital Van Emelen Louvain Bélgica, 1868

Adrien, estudou tanto escultura, quanto pintura, na Escola de Belas Artes de Louvain e segundo sua carta de apresentação ao diretor do Museu Paulista, estudou escultura em Paris e foi um dos discípulos de Auguste Rodin.

Adrien Van Emelen participou na Bélgica em 1884, 1894 e 1897 nas competições preliminares do Prêmio de Roma para a escultura.

Ali exibiu suas esculturas no “Salon triennal de Bruxelles” em 1893 e 1903 e na “Exposição Universal des Beaux-Arts” em Antuérpia no ano 1894.

Após a invasão do exército alemão a Louvain, em 1914, exilou-se no País de Gales e depois do fim da Primeira Guerra Mundial, em 1920, a convite de Dom Kruse, abade do mosteiro de São Bento, chegou ao Brasil onde conheceu Oreste Mantovani, Nicola Rollo, Victor Brecheret.

A partir de 1920, como escultor, é autor de obras importantes e de acesso público em São Paulo:
A pietá no Mosteiro de São Bento
Os Doze Apóstolos e as estátuas Santa Ana e Santa Gertrudes do Museu Paulista
Os bandeirantes Manoel Preto e Francisco de Brito Peixoto
Para o Hospital Santa Catarina, foi autor da estátua da Santa Catarina
Para a Bolsa do Café em Santos (atual Museu do Café), quatro esculturas representando a Agricultura, o Comércio, a Indústria e a Navegação

Como pintor, van Emelen foi autor de pinturas históricas por encomenda e prolífico na produção de retratos de tipos populares e também de paisagens.

O diretor Affonso de Taunay do Museu Paulista, encomendou para o Museu:
“Cena Porto de Santos - Jantar do Porto de Santos”
“Tropeiros à Beira da Estrada”
“Rancho na Estrada de Sorocaba”
“Velhas arcadas da Faculdade de Direito da USP”
“Centenário de Porto Feliz”
“Caboclos do Sertão do Tietê”
Em 2010 o Museu Paulista recebeu uma doação de 34 pinturas de Van Emelen da Coleção Elisiário Dupas, doada à instituição por sua filha, Juacy Aparecida Trindade Dupas.
O Museu Afro Brasil, em São Paulo, expõe três óleos sobre madeira e um óleo sobre metal
de autoria do Ad. H. van Emelen.
Van Emelen está na coleção da Pinacoteca do Estado de São Paulo.
No catálogo de 1954, na seção “Obras não expostas - pintura” aparecem quatro títulos:
“Paisagem”,
“Academia de Direito - S. Paulo”,
“Cabeça de preto”
“Preta fumando”.
Há também um retrato em tinta a óleo sobre tela de sua autoria no Seminário de Pirapora do Bom Jesus (SP).

Pintou até sua morte, em 1943, e suas telas estão expostas na Pinacoteca, no Masp e no Museu do Ipiranga

Em 2019, foi lançado o livro "Ad. H. van Emelen: a Trajetória de um Artista Belga em São Paulo", de autoria do belga Marc Storms, que pesquisa o legado de seus conterrâneos no Brasil.

http://museudaimigracao.org.br/blog/conhecendo-o-acervo/entre-estantes-ad-h-van-emelen-a-trajetoria-de-um-artista-belga-em-sao-paulo ;
https://vejasp.abril.com.br/cidades/artista-belga-van-emelen/
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R$ 4.400,00 (BRL)
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R$ 4.400,00 (BRL)
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$ 836.00 (USD)
$ 792.00 (EUR)
$ 104.940,00 (ARS)
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$ 792.00 (EUR)
$ 104.940,00 (ARS)
22

MAJORELLE - ART NOUVEAU (1890-1914) NAMORADEIRA, sofá de dois lugares em madeira, entalhada, assento com estofado MEDIDAS: 104 x 110 x 52 cm. MAJORELLE foi uma família de artistas e industriais de Nancy - . Auguste Majorelle (1825 – 1879), pai de Louis, foi decorador de faiança antes de expandir sua atividade para a decoração em madeira. Sua morte levou dois de seus filhos, Louis (1859 – 1926) e Jules (1866 – 1934), a assumirem, com a mãe, a direção dos negócios da família. No final do século, o negócio prosperou: o sucesso foi no encontro na Exposição Universal de 1900, em Paris . As oficinas Majorelle colaboram com a fábrica Daumpara a criação de luminárias, praticando ferragens desde 1897 para a produção de puxadores, fechaduras e rampas, elementos arquitetônicos e molduras para luminárias. Eles abrem muitas lojas em toda a França. Em 1885, Louis Majorelle casou -se com Jane Kretz (1864 – 1912). De sua união nasceu um filho único, Jacques Majorelle (1886 – 1962) cujo nome permanecerá ligado à pintura e Marrocos. A casa que Louis Majorelle construiu em Nancy, às vezes apelidada de Villa Jikaem referência às iniciais de Jane, é portanto uma casa de família, a de uma família de artistas. Louis Majorelle reserva, no 2º andar, uma oficina de pintura bem iluminada por uma grande janela. Mas a vila é também uma casa que mostra as realizações das oficinas Majorelle: a sala de jantar publicada no catálogo de 1904 (Les Blés, modelo rico) ou as diferentes vistas da sala reproduzidas várias vezes, são bons exemplos disso. Os Majorelles são artistas e industriais.

Bid
R$ 9.800,00 (BRL)
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R$ 9.800,00 (BRL)
Cotações
$ 1,862.00 (USD)
$ 1,764.00 (EUR)
$ 233.730,00 (ARS)
Cotações
$ 1,862.00 (USD)
$ 1,764.00 (EUR)
$ 233.730,00 (ARS)
22a

GRAND CANAPÉ Art Nouveau - Sala de estar (1890-1914) Formato triangular, de canto. em mogno, espaldar alto encimado por vitrine e duas prateleiras colaterais espelhadas, sustentadas por misulas ornamentadas por talha em baixo relevo. Cimalhas colaterais entalhadas em galeria vazada e dois festões pendentes. Cimalha da vitrine rematada por volutas e florão. Espelhos em cristal bisotado original. Estofamento em veludo, assento curvo, três pés dianteiros torneados. MEDIDAS: 216 x 207 x 110 cm. REFERÊNCIA EM FOTO ANEXA: Peça similar no Nizhnyaya Dacha, Palácio de Nicolau II. Sofá de canto com encosto alto. Fábrica de móveis F.F. Meltzer, São Petersburgo. Final do século 19. Nogueira, osso, espelho, veludo, embutido. Da sala de estar das grã-duquesas. Chalé inferior. Alexandria. Ermida do Estado. FONTE: https://www.citywalls.ru/house21051.html?s=itmuq2ivnm5mgpqntgk6jdmci1

Bid
R$ 12.000,00 (BRL)
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R$ 12.000,00 (BRL)
Cotações
$ 2,280.00 (USD)
$ 2,160.00 (EUR)
$ 286.200,00 (ARS)
Cotações
$ 2,280.00 (USD)
$ 2,160.00 (EUR)
$ 286.200,00 (ARS)
22b
LAUBISCH & HIRTH - MÓVEL DE SALA EM CANTONEIRA, TRANSIÇÃO ART NOUVEAU-ART DECO. Projetado pela LAUBISCH & HIRTH, na Capital Federal, Guanabara.
Múltiplo uso: sofá estofado de espaldar alto, estante e vitrine de vidro curvo original. Vários nichos com portas, prateleiras. Faixas com apurada talha vegetalista no estilo Art Nouveau. Consta de plaqueta de origem. Medidas: 210 x 223 x 70 cm.

REFERÊNCIAS: A empresa projetou e executou movelaria de alto padrão para: Palácio do Itamaraty; Residência Monteiro de Carvalho, Baby & Evinha- Santa Teresa; Palácio Piratini, sede governo RS; teve filiais na Bahia e no Recife.
Grandes Prêmios: Exposição Centenário Rio 1922; Exposição de Sevilha-Espanha 1929; Antuérpia-Bélgica 1920;
(...) Foi ainda possível identificar a participação da Empresa LAUBISCH & HIRTH, que empregou o “designer” de móvel Joaquim Tenreiro, no período 1933-1943. Este fato possibilita inferir que, pelo seu período de atuação na empresa, é muito provável que tenha projetado mobiliário e interiores de alguns pavilhões da UFRRJ, o que amplia o interesse de preservação deste mobiliário, pouco considerado ao longo dos anos. http://www.dezenovevinte.net/arte%20decorativa/caslc_ufrrj.htm

(...) Em entrevista, Tenreiro contou esse importante momento:
Foi quando trabalhava na Laubisch e Hirth que projetei meus primeiros móveis modernos, para a casa de Dr. Francisco Inácio Peixoto, em Cataguases, que fora projetada por Oscar Niemeyer. Devo ressaltar que o projeto destes móveis só chegou às minhas mãos porque naquele momento a firma estava desfalcada de seus dois principais profissionais. Depois de prontos, o Dr. Francisco viu e gostou. Foram os primeiros móveis modernos da Laubisch & Hirth. (MACEDO, 1985, p. 12) http://portal.mackenzie.br/fileadmin/ARQUIVOS/PUBLIC/SITES/PORTAL/IV_COLOQUIO_BRASIL-PORTUGAL/37-2.pdf
Bid
R$ 12.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 12.000,00 (BRL)
Cotações
$ 2,280.00 (USD)
$ 2,160.00 (EUR)
$ 286.200,00 (ARS)
Cotações
$ 2,280.00 (USD)
$ 2,160.00 (EUR)
$ 286.200,00 (ARS)
23
LEGRAS (1839-1916)
Vaso em pasta de vidro, figurando paisagem, assinado.
35X11X11CM

https://www.sda.pl/aukcja/obiekty/wazon-legras-francja-saint-denis-ok-1910,24064,pl

REFERÊNCIAS:
François Théodore LEGRAS foi um renomado mestre vidreiro com reputação mundial. Filho de um modesto lenhador, tornou-se o chefe da maior vidraria da França, com 1.400 operários e 150 decoradores.

Nasceu e Cresceu em uma pequena aldeia, no seio da natureza, no coração da floresta Darney, uma das mais belas florestas da França, provavelmente o marcou e se tornará uma fonte de inspiração para suas criações voltadas para a vida selvagem., flora e especialmente em paisagens florestais e lacustres.

Seus temas favoritos são todas as variedades de crisântemos, íris e orquídeas. Ele também fabricava FROSTED GLASS. Praticava todas as técnicas do vidro e era um grande admirador de Emile Gallé, a quem procurava imitar nas peças artísticas.

As criações artísticas de LEGRAS nem sempre são assinadas, mas seu estilo muitas vezes permite que sejam reconhecidas.


Aos 20 anos, ele trabalhava como balconista em uma vidraria perto de sua aldeia natal, onde aprende seu ofício. Aos 25, ele deixou sua cidade natal, Vosges, para trabalhar na vidraria do distrito de Plaine Saint-Denis, na cidade de Saint Denis.

Em 1871, ele construiu uma nova fábrica moderna e uma cidade operária que ao longo dos anos se tornou um complexo industrial de quase 20.000 metros quadrados.

Em 1888, a vidraria Plaine Saint-Denis recebeu uma medalha de ouro na exposição de Barcelona, foi nomeado Cavaleiro da Legião de Honra pelo Presidente da República Sadi Carnot.

A Exposição Universal de 1889 foi um sucesso para o vidreiro que ofereceu um catálogo extremamente variado. Obteve novos prémios, o que motivou uma nova expansão para aumentar a capacidade de produção, visto que em 1897 as vidrarias de Pantin foram anexadas à de Saint-Denis.

Em 1902, a vidraria já era uma das maiores de seu tempo
Bid
R$ 3.100,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 3.100,00 (BRL)
Cotações
$ 589.00 (USD)
$ 558.00 (EUR)
$ 73.935,00 (ARS)
Cotações
$ 589.00 (USD)
$ 558.00 (EUR)
$ 73.935,00 (ARS)
24
DAUN NANCY - França, c. 1900
"VASO CAMEO GLASS MARTELÉ"
Gravado a ácido, polido a fogo e rodado em vidro camafeu opalescente, superfície Martelé.
Assinado ao fundo.
13X9X9CM

REFERÊNCIAS: DAUM é um estúdio de cristal na cidade de NANCY, França.
Foi fundado em 1878 por Jean Daum (1825-1885).
Seus filhos, Auguste Daum (1853–1909) e Antonin Daum (1864–1931), supervisionaram seu sucesso durante o florescente período Art Nouveau.

Atualmente, a Daum é o único fabricante comercial de cristal que emprega o processo pâte de verre (pasta de vidro) para vidro artístico e esculturas de cristal, uma técnica em que o vidro triturado é embalado em um molde refratário e, em seguida, fundido em um forno.

Durante a Exposição Universal de 1900, Daum foi premiado com uma medalha de 'Grand Prix'. O vidro Daum tornou-se mais elaborado, a gravação com ácido (de Jacques Gruber) foi frequentemente combinada com entalhe, esmaltação e gravação em uma única peça de vidro para produzir peças-primas criativas de vidro.

As criações mais complicadas também apresentam elementos de vidro aplicados, como puxadores e motivos ornamentais em formas naturalísticas. Os irmãos Daum rapidamente se tornaram uma das principais forças no movimento Art Nouveau, rivalizando seriamente com Gallé, tanto que quando Émile Gallé morreu em 1904 eles se tornaram os líderes no campo do vidro decorativo.

Em 1906, Daum reviveu a pâte de verre (pasta de vidro), um método egípcio antigo de fundição de vidro, desenvolvendo o método de forma que na década de 1930 os painéis das janelas de Daum usassem a pâte de verre para obter riqueza em vez de vidro com chumbo ou pintado. Hoje Daum ainda usa esse método para produzir suas peças.
Bid
R$ 4.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 4.000,00 (BRL)
Cotações
$ 760.00 (USD)
$ 720.00 (EUR)
$ 95.400,00 (ARS)
Cotações
$ 760.00 (USD)
$ 720.00 (EUR)
$ 95.400,00 (ARS)
25
GALLÉ, Émile (1846, Nancy - France, 1904)
PASTA DE VIDRO - CAMEO GLASS.
FORMATO DE FOLHA , paisagens e montanhas ao fundo.
Marca número 3671 (1919-1920) vide foto.

SOBRE:
Não se pode evocar os anos de 1900, do Art Nouveau ou de Nancy sem evocar o nome de gallé.
O Mestre Vidreiro Emile gallé sempre quis que sua cidade natal fosse associada ao seu nome e à sua obra. Poucos anos antes de sua morte, lançou a Aliança Provincial das Indústrias de Arte, conhecida como Escola de Nancy de 1901). Objetivava reunir todos os artistas, artesãos e industriais.
A pasta de vidro é conhecida desde a antiguidade, mas nas mãos de gallé, que tambem foi um industrial, a produção passou de mais de um milhão de vasos durante sua vida.
gallé foi proprietário da empresa Emile gallé com mais de 300 funcionários.
O processo de decoração do vidro foi patenteado em 26 de abril de 1898 a foiapresentado no Salon du Champ de Mars em Paris no mesmo ano.
De 1894 a 1904, suas assinaturas em vidro são, na maioria das vezes, assinadas sem o primeiro nome do artista, gravados em camafeu ou em uma cavidade, com um único ou duplo curso.
Após sua morte até 1914, sua esposa decidiu usar a mesma assinatura para todas as produções, independentemente do cenário. A assinatura continuou de 1914 a 1936 pelos sucessores: Paul Perdrizet, Claude gallé e Emile Lang. O nome da empresa passou à: Maison gallé e depois Société anonyme des Etablissements gallé. A produção de peças durante a 1ª Guerra Mundial é estimada em 30.000 exemplares.
Entre 1896 e 1931 estima-se em 1 milhão a produção de peças “gallé”
Em 8 de maio de 1954 foi inaugurado Musée de l'Ecole de Nancy.
Hoje é, senão o maior nome do Art Nouveau, O maior vidreiro dos anos 1900.
Bid
R$ 8.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 8.000,00 (BRL)
Cotações
$ 1,520.00 (USD)
$ 1,440.00 (EUR)
$ 190.800,00 (ARS)
Cotações
$ 1,520.00 (USD)
$ 1,440.00 (EUR)
$ 190.800,00 (ARS)
26
LOETZ (1836-1947)
PASTA DE VIDRO - CAMEO GLASS
MARCADO EM ALTO RELEVO.
21X10X10CM

REFERÊNCIAS: http://www.stylendesign.co.uk/guidepages/marksl.html;
https://www.loetz.com/identifying-loetz-glass/loetz-signatures-and-marks-after-1918

DA MANUFATURA: Em 1848, a viúva Suzanne Loetz assume a fábrica após a morte do marido, Johan Loetz. Daí o nome da fábrica de vidro: Loetz Witwe. Em 1879 seu neto Max Ritter von Spaun assume a liderança dela. Von Spaun começa com o desenvolvimento da técnica para fazer o vidro iridescente, a principal característica desta fábrica de vidro boêmio. Os projetos novos são exibidos pela primeira vez em 1898 em Viena. Em 1900, Loetz/Von Spaun obtém um grande prêmio para os desenhos originais do vidro iridescente. Tiffany também fez no final do século XIX vasos iridescentes. Isso faz com que Von Spaun fosse fortemente influenciado. No entanto, nem Tiffany, nem Loetz têm a técnica iridescente que inventou. Esta técnica foi emprestada da cerâmica. Foi em particular Clemente Massier que experimentou com sucesso com iridescentes esmaltes em cerâmica. Loetz e Tiffany aplicou com muita criatividade no vidro do material. Na fábrica do Loetz outras artistas da época-Kolo Moser, Dagobert Peche, Josef Hoffmann, Michael Powolny, Otto Prutscher, Maria Kirschner – foram convidadas a criar projetos para a empresa por Loetz. Um desenho feito por Kolo Moser é ver abaixo.
A maioria das peças do Loetz não têm nenhuma assinatura, apenas os vasos que foram destinados à exportação para os Estados Unidos, foram assinados. Lotes de objetos de vidro são determinados para Loetz e também vendidos no eBay, enquanto eles são de outras fábricas boêmios, tais como Kralik ou Rindskopf.

Bid
R$ 1.500,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 1.500,00 (BRL)
Cotações
$ 285.00 (USD)
$ 270.00 (EUR)
$ 35.775,00 (ARS)
Cotações
$ 285.00 (USD)
$ 270.00 (EUR)
$ 35.775,00 (ARS)
27
ÉMILLE GALLÉ - CAMEO GLASS
Grande vaso Hydrangea em pasta de vidro.
Medidas: 59,5 x 19 x 19 cm.
*MARCA EQUIVALENTE AO PERÍODO 1920-1925. número: 3676 (vide foto)
REFERÊNCIA: https://www.proantic.com/en/display.php?id=800699#

SOBRE:
Não se pode evocar os anos de 1900, do Art Nouveau ou de Nancy sem evocar o nome de Gallé.
O Mestre Vidreiro Emile Gallé sempre quis que sua cidade natal fosse associada ao seu nome e à sua obra. Poucos anos antes de sua morte, lançou a Aliança Provincial das Indústrias de Arte, conhecida como Escola de Nancy de 1901). Objetivava reunir todos os artistas, artesãos e industriais.
A pasta de vidro é conhecida desde a antiguidade, mas nas mãos de Gallé, que também foi um industrial, a produção passou de mais de um milhão de vasos durante sua vida.
Gallé foi proprietário da empresa Emile Gallé com mais de 300 funcionários.
O processo de decoração do vidro foi patenteado em 26 de abril de 1898 a foi apresentado no Salon du Champ de Mars em Paris no mesmo ano.
De 1894 a 1904, suas assinaturas em vidro são, na maioria das vezes, assinadas sem o primeiro nome do artista, gravados em camafeu ou em uma cavidade, com um único ou duplo curso.
Após sua morte até 1914, sua esposa decidiu usar a mesma assinatura para todas as produções, independentemente do cenário. A assinatura continuou de 1914 a 1936 pelos sucessores: Paul Perdrizet, Claude Gallé e Emile Lang. O nome da empresa passou à: Maison Gallé e depois Société Anonyme des Etablissements Gallé. A produção de peças durante a 1ª Guerra Mundial é estimada em 30.000 exemplares.
Entre 1896 e 1931 estima-se em 1 milhão a produção de peças “Gallé”
Em 8 de maio de 1954 foi inaugurado Musée de l'Ecole de Nancy.
Hoje é, senão o maior nome do Art Nouveau, O maior vidreiro dos anos 1900.
Bid
R$ 13.400,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 13.400,00 (BRL)
Cotações
$ 2,546.00 (USD)
$ 2,412.00 (EUR)
$ 319.590,00 (ARS)
Cotações
$ 2,546.00 (USD)
$ 2,412.00 (EUR)
$ 319.590,00 (ARS)
28

LOUCEIRO ART NOUVEAU Majorelle STYLE, 1890 - 1914. Veja foto comparativa. BUFFET sobreposto por tampo em Mármore de Carrara. Espelho bisotado intermediário. Sua característica mais emblemática são os dois braços sinuosos que sustentam a VITRINE. Os vidros são originais, manualmente lapidados e satinados em decoração fitomorfa. Consta iluminação interna. A cimalha no formato de chapéu, tem apelo oristalista, muito em voga à época. Quatro gavetas, puxadores em bronze. MEDIDAS: 227 x 130 x 50 cm

Bid
R$ 12.500,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 12.500,00 (BRL)
Cotações
$ 2,375.00 (USD)
$ 2,250.00 (EUR)
$ 298.125,00 (ARS)
Cotações
$ 2,375.00 (USD)
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$ 298.125,00 (ARS)
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