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Galeria Paiva Frade
Auctioneer: Alexandre Paiva Frade
UMA COLEÇÃO MINEIRA
15 de April às 20:30hs
Description
IMPORTANTE: Esse leilão será apregoado A VISTA. MODALIDADES: DEPÓSITO BANCÁRIO. Entre em contato: (35) 3332 4150. No caso de arrematação os valores deverão ser quitados, em até 72 horas, após recebimento do E-MAIL DE COBRANÇA. O não cumprimento do prazo previsto, Leiloeiro dará por desfeita a venda e, por via de EXECUÇÃO JUDICIAL, cobrará sua comissão e a dos organizadores. DÚVIDAS POR FAVOR CONTATE: (35) 3332- 4150.
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1
CHANINA (Chanina Luwisz Szejnbejn, Polonia,1927 - Belo Horizonte, 2012)
med:32 x 22 CM. (Com moldura:60X49 cm.)
Grafite e aquarela, Cristo, 1980.
BIOGRAFIA:
Emigra para o Brasil com seus pais, aos nove anos de idade, estabelecendo-se em Belo Horizonte. Cursa gravura em metal com Anna Letycia (1929), litografia com João Quaglia (1928) e composição com Fayga Ostrower (1920-2001), na mesma cidade, em meados de 1940. Em 1946, estuda pintura e desenho com Guignard (1896-1962) e escultura com Franz Weissmann (1921), no Instituto de Belas Artes de Belo Horizonte, hoje Escola Guignard. Naquele mesmo ano, ingressa no curso de medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), formando-se em 1955. Paralelamente ao exercício da medicina, dedica-se às atividades artísticas e ao ensino, tornando-se professor de pintura na Escola Guignard. Faz capas de livros e ilustrações, especialmente para o Suplemento Literário do Diário Oficial de Minas Gerais. Em 1984, é laureado com a medalha da Inconfidência, comenda concedida pelo governo de Minas Gerais a personalidades que contribuem para a projeção da cultura mineira.
(...) "A obra pictórica de Chanina caracteriza-se por intenso colorismo e apoia-se numa abordagem em que a fantasia é a tônica dominante. Os temas de suas pinturas são os mais variados, incluindo paisagens, figuras, palhaços, cavalos e retratos, entre outros. Ao longo de sua carreira, Chanina também faz algumas incursões pela abstração lírica, em trabalhos como Abstração (1964) e O Sonho (1988). Para o ensaísta Isaías Golgher, a gama de cores presente nesses trabalhos se harmoniza com a forma, pois sua função não seria apenas decorativa. Por outro lado, o tema das cidades imaginárias, que permeia décadas da produção de Chanina - Festa em BH (1955) e Noite de São João no Interior (1999) são exemplos -, mostra os vínculos de sua pintura com a obra de Guignard, com quem estudou em 1946. Algumas lições deixadas pelo mestre marcam fortemente sua obra: o grafismo, a linha como elemento decorativo e a cor modulada nas figuras e muitas vezes na paisagem. Segundo a artista Yara Tupynambá (1932), também aluna de Guignard, é recorrente nos trabalhos de Chanina a conciliação do uso da cor homogênea, no primeiro plano, com a liberdade do traço, no fundo. Além disso, o artista retoma de Guignard o emprego da transparência nas cores, o uso dos azuis e a delicadeza dos meios tons, vazados por um lirismo onírico. A todas essas características Chanina acrescenta ainda algo da fantasia poética de Marc Chagall (1887-1985). (...)"
ARTISTA CITADO NO LIVRO: "A escola Guignard: na cultura modernista de Minas, 1944-1962".
por Ivone Luzia Vieira, 1988
2
AMÍLCAR DE CASTRO
med.: 47 x 68 cm. (Com moldura:51x73 cm.
Serigrafia manual limitada: 47/100, Composição, 1985.
ARTISTA CITADO NO LIVRO: "A escola Guignard: na cultura modernista de Minas, 1944-1962".
por Ivone Luzia Vieira, 1988
3
SCLIAR, Carlos (Santa Maria da Boca do Monte, RS 1920 - Rio de Janeiro, 2001),
med.:47x 67 cm. ( Com moldura:54x74 cm.)
"Frutas"
serigrafia manual limitada: 42/120, 1989.
4
SCLIAR, Carlos (Santa Maria da Boca do Monte, RS 1920 - Rio de Janeiro, 2001),
med.:47x 67 cm. ( Com moldura:54x74 cm.)
"Taça".
Serigrafia manual, limitada: 87/120. Assinada, 1989.

5
FERNANDO PACHECO (São João del Rei, MG - 1949)
Med: 120 x 180 cm.
Óleo sobre tela painel, sem moldura.
"O ROSTO NÃO REVELADO". MARÇO, 2011.
(...) "O mineiro de São João del-Rei, criado desde cedo na capital, celebra 50 anos de uma sólida carreira. Nesta mostra, apesar da versatilidade de sua produção – que passa por pintura, desenho, instalação, escultura, performance, entre outros gêneros –, Pacheco traz somente pinturas: óleo e acrílica sobre tela.
“Minha produção é muito eclética, mas vou expor apenas pinturas”, fala o artista. “Eu pinto o tempo todo, de maneira que passo praticamente meu tempo todo no ateliê”, afirma. Para esta exposição, o artista escolheu obras que instigam o público a refletir.
“Essa ‘Pintura Nua’ quer dizer que trata-se de uma pintura direta, transparente, como se fosse o cão sem plumas”, explica Pacheco. “Não é feita para iludir o fruidor, mas para convidá-lo à reflexão. É nua no sentido de despojada, de uma caligrafia pictórica direta – não há enfeites para iludir”.
Segundo o artista, sua obra convida o espectador a olhar para dentro de si. As formas que criam olhos em suas pinturas, os “olhinhos”, como ele nomina, são a metáfora do olhar para dentro de nós mesmos.
“É como se a pintura absorvida num primeiro momento pela retina lançasse uma pergunta para o espectador. ‘De quem são os olhinhos?’. ‘Quem você é, quais os seus sonhos, suas fantasias, aqueles guardados no fundo da alma?’. De maneira que é uma provocação”, fala Pacheco. “E significa também que o olhar com os olhos fechados vai mais longe que o raso, a visão natural. O olhar para dentro é um olhar infinito, pois vai ao encontro de um universo amplo de sonhos, fantasias”, destaca.
(...) O artista vive muito esse universo dos sonhos. “Desde criança, fui construindo um mundo paralelo a esse palpável, físico. Um mundo de fantasia, no sentido de que imaginava coisas, falava com pessoas invisíveis”, lembra o artista. “Fui criando um universo próprio a ponto de ficar um pouco deslocado na escola. Eu era aquele que diziam viver ‘no mundo da lua’ (risos)”, conta.
Pacheco diz que, na época, parecia até que ele tinha problemas neurológicos de tão forte que esse universo abraçava sua vida: “Mas a partir do momento em que fui para a adolescência, senti necessidade de materializar esse mundo, aquilo que imaginava, que via”.
E, assim, usando seus instintos para dar formas a esse mundo paralelo, Pacheco começou a pintar. “Sou o famoso autodidata”, conta ele. “Comecei meu traço muito pessoal, sem influência da Escola de Belas Artes ou da Guignard. E quando comecei a inscrever os trabalhos nos salões de arte, que existiam muito àquela época, e talvez pelo ineditismo do trabalho, passei a ser selecionado e premiado, o que chamou a atenção da crítica”, relata.

Nesses 50 anos, a carreira de Pacheco ganhou força não só aqui no Brasil, mas também no exterior. O artista conta que tem ido muito à Oceania, em particular à Nova Zelândia, e também à Ásia. Ele ganhou uma exposição individual em Pequim, na China. “Tudo isso me dá muito orgulho, pois construir uma carreira internacional morando em Belo Horizonte, ou seja, fora do eixo Rio-SP, é uma coisa fantástica, um milagre”, comemora. “E, veja, não são aquelas exposições no exterior no qual o artista é convidado a pagar. Foram convites oficiais”, completa.
Pacheco já está traçando planos para 2019 e trará ao público exposições de trabalhos em outros suportes. Há também dois filmes em produção. O primeiro é um documentário dirigido por Fernando Batista, da Noir Filmes, com lançamento previsto para o próximo ano.
“Inclui depoimentos de músicos do Clube da Esquina, como Flávio Venturini e Lô Borges; do (editor e jornalista) José Eduardo Gonçalves; do (escritor) Bartolomeu Campos de Queiroz (1944-2012)”. O segundo é uma produção de Ernane Alves. “Também está fazendo um filme sobre a irmã do Tom Jobim, Helena Jobim”, conta o artista. (..). FONTE: https://www.otempo.com.br/diversao/magazine/fernando-pacheco-em-75-telas-1.2057536
6
FERNANDO PACHECO (São João del Rei, MG - 1949)
Med: 100 x 150 cm.
Óleo sobre tela painel, sem moldura.
"COMPOSIÇÃO, 2010."
(...) "O mineiro de São João del-Rei, criado desde cedo na capital, celebra 50 anos de uma sólida carreira. Nesta mostra, apesar da versatilidade de sua produção – que passa por pintura, desenho, instalação, escultura, performance, entre outros gêneros –, Pacheco traz somente pinturas: óleo e acrílica sobre tela.
“Minha produção é muito eclética, mas vou expor apenas pinturas”, fala o artista. “Eu pinto o tempo todo, de maneira que passo praticamente meu tempo todo no ateliê”, afirma. Para esta exposição, o artista escolheu obras que instigam o público a refletir.
“Essa ‘Pintura Nua’ quer dizer que trata-se de uma pintura direta, transparente, como se fosse o cão sem plumas”, explica Pacheco. “Não é feita para iludir o fruidor, mas para convidá-lo à reflexão. É nua no sentido de despojada, de uma caligrafia pictórica direta – não há enfeites para iludir”.
Segundo o artista, sua obra convida o espectador a olhar para dentro de si. As formas que criam olhos em suas pinturas, os “olhinhos”, como ele nomina, são a metáfora do olhar para dentro de nós mesmos.
“É como se a pintura absorvida num primeiro momento pela retina lançasse uma pergunta para o espectador. ‘De quem são os olhinhos?’. ‘Quem você é, quais os seus sonhos, suas fantasias, aqueles guardados no fundo da alma?’. De maneira que é uma provocação”, fala Pacheco. “E significa também que o olhar com os olhos fechados vai mais longe que o raso, a visão natural. O olhar para dentro é um olhar infinito, pois vai ao encontro de um universo amplo de sonhos, fantasias”, destaca.
(...) O artista vive muito esse universo dos sonhos. “Desde criança, fui construindo um mundo paralelo a esse palpável, físico. Um mundo de fantasia, no sentido de que imaginava coisas, falava com pessoas invisíveis”, lembra o artista. “Fui criando um universo próprio a ponto de ficar um pouco deslocado na escola. Eu era aquele que diziam viver ‘no mundo da lua’ (risos)”, conta.
Pacheco diz que, na época, parecia até que ele tinha problemas neurológicos de tão forte que esse universo abraçava sua vida: “Mas a partir do momento em que fui para a adolescência, senti necessidade de materializar esse mundo, aquilo que imaginava, que via”.
E, assim, usando seus instintos para dar formas a esse mundo paralelo, Pacheco começou a pintar. “Sou o famoso autodidata”, conta ele. “Comecei meu traço muito pessoal, sem influência da Escola de Belas Artes ou da Guignard. E quando comecei a inscrever os trabalhos nos salões de arte, que existiam muito àquela época, e talvez pelo ineditismo do trabalho, passei a ser selecionado e premiado, o que chamou a atenção da crítica”, relata.

Nesses 50 anos, a carreira de Pacheco ganhou força não só aqui no Brasil, mas também no exterior. O artista conta que tem ido muito à Oceania, em particular à Nova Zelândia, e também à Ásia. Ele ganhou uma exposição individual em Pequim, na China. “Tudo isso me dá muito orgulho, pois construir uma carreira internacional morando em Belo Horizonte, ou seja, fora do eixo Rio-SP, é uma coisa fantástica, um milagre”, comemora. “E, veja, não são aquelas exposições no exterior no qual o artista é convidado a pagar. Foram convites oficiais”, completa.
Pacheco já está traçando planos para 2019 e trará ao público exposições de trabalhos em outros suportes. Há também dois filmes em produção. O primeiro é um documentário dirigido por Fernando Batista, da Noir Filmes, com lançamento previsto para o próximo ano.
“Inclui depoimentos de músicos do Clube da Esquina, como Flávio Venturini e Lô Borges; do (editor e jornalista) José Eduardo Gonçalves; do (escritor) Bartolomeu Campos de Queiroz (1944-2012)”. O segundo é uma produção de Ernane Alves. “Também está fazendo um filme sobre a irmã do Tom Jobim, Helena Jobim”, conta o artista. (..). FONTE: https://www.otempo.com.br/diversao/magazine/fernando-pacheco-em-75-telas-1.2057536
7
CICERO DIAS
"A Pipa" serigrafia, 67 x 55 cm.
Tiragem 167/400. Com moldura e proteção de vidro. Medida total 90 x 78 cm.
8
CARLOS BRACHER (Juiz de Fora, MG, 1940)
med.:55 x 75 cm. (Com moldura:67x86 cm.)
Aquarela sobre Canson- “Casa dos Contos”.
Capa da revisa “Casa dos Contos”: ano 1, número 02 julho 2007. Acompanha kit da revista Casa dos Contos.
Sobre o artista. a ensaísta Ivanise Junqueira escreveu: "Céus de Bracher", no livro "Cheiros, Marcas e Rastros".
BIOGRAFIA: Pintor, desenhista, escultor, gravador. Frequenta a Sociedade de Belas Artes Antônio Parreiras, em Juiz de Fora, Minas Gerais, por volta de 1959. Entre 1965 e 1966, em Belo Horizonte, é aluno de Fayga Ostrower (1920-2001) na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Estuda técnicas de mural e de mosaico com Inimá de Paula (1918-1999), na Escola Municipal de Belas Artes. Em 1967, recebe o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Belas Artes (SNBA) do Rio de Janeiro. Vai para a Europa, fixa-se principalmente em Paris e Lisboa, estuda pintura e expõe em galerias locais. Retorna ao Brasil em meados de 1970 e reside em Ouro Preto, Minas Gerais. Em 1989, é realizada a exposição retrospectiva de seus 30 anos de trabalho, intitulada Pintura Sempre, em São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte. No ano seguinte, pinta uma série de quadros em homenagem ao centenário da morte do pintor holandês Vincent van Gogh (1853 - 1890), que é exposta em várias galerias e museus no Brasil e no exterior. São editados vários livros sobre sua obra, entre eles, Bracher, do crítico Olívio Tavares de Araújo, pela editora Métron, em 1989, e Bracher: Do Ouro ao Aço, pela editora Salamandra, em 1992.
9
CARLOS BRACHER (Juiz de Fora, 1940)
Óleo sobre tela.
med:100 x 100, o.s.t. (Com moldura:140x135 cm.)
"Casa dos Contos, Ouro Preto, MG"
Ilustra as luxuosas edições do livro “A Casa dos Contos de Ouro Preto Ensaio Histórico e Memória de sua Restauração” (2004), acompanham as duas edições do livro.
Sobre o artista. a ensaísta Ivanise Junqueira escreveu: "Céus de Bracher", no livro "Cheiros, Marcas e Rastros".
BIOGRAFIA: Pintor, desenhista, escultor, gravador. Frequenta a Sociedade de Belas Artes Antônio Parreiras, em Juiz de Fora, Minas Gerais, por volta de 1959. Entre 1965 e 1966, em Belo Horizonte, é aluno de Fayga Ostrower (1920-2001) na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Estuda técnicas de mural e de mosaico com Inimá de Paula (1918-1999), na Escola Municipal de Belas Artes. Em 1967, recebe o prêmio de viagem ao exterior do Salão Nacional de Belas Artes (SNBA) do Rio de Janeiro. Vai para a Europa, fixa-se principalmente em Paris e Lisboa, estuda pintura e expõe em galerias locais. Retorna ao Brasil em meados de 1970 e reside em Ouro Preto, Minas Gerais. Em 1989, é realizada a exposição retrospectiva de seus 30 anos de trabalho, intitulada Pintura Sempre, em São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte. No ano seguinte, pinta uma série de quadros em homenagem ao centenário da morte do pintor holandês Vincent van Gogh (1853 - 1890), que é exposta em várias galerias e museus no Brasil e no exterior. São editados vários livros sobre sua obra, entre eles, Bracher, do crítico Olívio Tavares de Araújo, pela editora Métron, em 1989, e Bracher: Do Ouro ao Aço, pela editora Salamandra, em 1992.
10
MAURINO ARAUJO (Rio Casca MG, 1943)
Escultura em madeira
60x30x20 cm.
(Rio Casca/MG, 1943)
BIOGRAFIA:Escultor. Foi criado em uma família camponesa em Minas Gerais, mas mudou-se para o Paraná ainda criança. Começou a produzir peças de barro na infância em companhia do avô, que era oleiro, e aprendeu a desenhar com a avó. Nos anos 1950, mudou-se para Belo Horizonte. Entrou em contato com a escultura de Aleijadinho, que o impressionou e o motivou a procurar instrução artística formal na Escola de Belas Artes; contudo, não encontrou cursos de torêutica. Ingressou no seminário em São João del-Rei (MG), onde começou a praticar a escultura em madeira, abandonando a carreira eclesiástica em 1965 e retornando a Belo Horizonte como artista. Começou expondo na feira de artesanato da Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, onde sua obra ganhou a atenção de críticos de arte. Em 1977, viajou à África e participou do II Festival de Arte Negra da Nigéria. Sobre esta viagem, afirmou: “ali, parece que algo dentro de mim acorda, se rompe e começo a me entender melhor”. Realizou exposições individuais a partir de 1972, em Belo Horizonte, Ouro Preto, Rio de Janeiro e São Paulo, e participou de exposições coletivas em Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Bruxelas (Bélgica), Lagos (Nigéria) e Nova York (EUA). Conquistou o Prêmio de Aquisição no IX Salão Nacional de Arte de Belo Horizonte (1977) e teve uma sala especial dedicada à sua obra na Bienal Nacional de São Paulo de 1976. Sua produção é majoritariamente composta por esculturas em madeira retratando santos e figuras da tradição católica com evidente influência da escultura barroca. Ângelo Oswaldo de Araújo define sua obra: “Corpo opulento, cara arredondada, em rebatimentos arredondados, olhos esbugalhados e cabeleira basta fazem parte do vocabulário de formas copiosas praticado por Maurino de Araújo.” Para Olívio Tavares de Araújo, o que caracteriza sua obra é “a concentração (no sentido químico do termo) e a intensificação de certos estilemas, certos procedimentos formais do barroco, tratados, porém, com uma rusticidade que lhes potencializa o impacto, a dramaticidade, a estranheza. [...] Ao invés de proselitismo faz exorcismo, e sua obra na verdade fornece [...] a atualíssima metáfora de uma humanidade machucada e grotesca".
FONTE: http://www.museuafrobrasil.org.br/pesquisa/indice-biografico/lista-de-biografias/biografia/2017/07/03/maurino-de-araújo
11
INIMÁ DE PAULA (Itanhomi, MG 1918 — Belo Horizonte,1999)
27x20 cm. (Com moldura: 53x46 cm.)
Desenho original a grafite
Rio, 01/09/1951.
Figura masculina
12
INIMÁ DE PAULA (Itanhomi, MG 1918 — Belo Horizonte,1999)
27x20 cm. (Com moldura: 53x46 cm.)
Desenho original a grafite
Rio, 01/09/1951.
Figura feminina.
13
TOMIE OHTAKE (Kyoto, Japão 1913)
med.: 29 x 69 cm. (Com moldura:43x83 cm.)
serigrafia manual, P.A. assinada, com timbre, 1994.
Adquirido do ICAM - Instituto Cultural Amilcar Martins.
(...) "Pintora, gravadora, escultora. Vem para o Brasil em 1936, fixando-se em São Paulo. Em 1952, inicia-se em pintura com o artista Keisuke Sugano. No ano seguinte, integra o Grupo Seibi, do qual participam Manabu Mabe (1924 - 1997), Tikashi Fukushima (1920 - 2001), Flavio - Shiró (1928) e Tadashi Kaminagai (1899 - 1982), entre outros. Após um breve período de arte figurativa, a artista define-se pelo abstracionismo. A partir dos anos 1970, trabalha com serigrafia, litogravura e gravura em metal. Surgem em suas obras as formas orgânicas e a sugestão de paisagens. Na década de 1980, passa a utilizar uma gama cromática mais intensa e contrastante. Dedica-se também à escultura, e realiza algumas delas para espaços públicos. Recebe, em Brasília, o Prêmio Nacional de Artes Plásticas do Ministério da Cultura - Minc, em 1995. Em 2000, é criado o Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo". Fonte: http://www.itaucultural.org.br
14
BIEL ( GABRIEL WILLIAM LOPES SILVA, Mariana MG. 1986 )
med.:16 x 16 x 8 cm.
Talha em cedro policromado e com folha de ouro figurando anjos.
REFERÊNCIA: https://idd.org.br/acervo/aleijadinho-o-criador-do-deus-brasileiro/
15
BIEL BIEL ( GABRIEL WILLIAM LOPES SILVA, Mariana MG. 1986 )
med.: 62 x 36x 14 cm.
"Pia para água benta"- Talha em cedro policromado, com folha de ouro, 2008.
REFERÊNCIA: https://idd.org.br/acervo/aleijadinho-o-criador-do-deus-brasileiro/
16
YARA TUPINAMBÁ (Montes Claros, 1932)
Med: 41x56 cm. ( Com moldura: 66x62 cm. )
Serigrafia.
"O jardim" 20/50.

BIOGRAFIA: Yara Tupynambá Gordilho Santos (Montes Claros MG 1932). Pintora, gravadora, desenhista, muralista e professora. Tem seu primeiro emprego aos 17 anos de idade como concursada em datilografia, na Caixa Econômica Estadual. Lá permanece por dois anos e, por datilografar com agilidade, faz um acordo com o chefe e consegue mais tempo livre, o qual utiliza para desenhar. Inicia-se nos estudos de arte com Guignard (1896-1962), em 1950, em Belo Horizonte, além de estudar gravura com Misabel Pedrosa (1927), em 1954, e aperfeiçoar-se posteriormente com Oswaldo Goeldi (1895-1961), no Rio de Janeiro. Cursa a Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG e, em 1967, defende tese sobre Albert Dürer. No ano seguinte, passa lecionar gravura na mesma universidade. Dedica-se à gravura, especialmente sobre madeira, preferindo o preto e branco à gama de cores. Em telas a óleo pinta congados, cavalhadas e violeiros, temas referentes a sua adolescência, e as andanças pelo interior do estado de Minas Gerais. Ela mesma fabrica algumas tintas vinílicas. É convidada a fazer um mural sobre a inconfidência mineira na reitoria da UFMG, inaugurado em 1969, e posteriormente torna-se se diretora da Escola de Belas Artes da mesma universidade. Na década de 1970, realiza diversos murais para residências, estabelecimentos comerciais e órgãos públicos, como o Minas, do século XVII ao século XX , feito para a Assembléia Legislativa de Minas Gerais. Executa um mural na Igreja Matriz na cidade de Ferros, Minas Gerais, no qual retrata Adão e Eva nus, fato que causa polêmica, obrigando o prefeito a colocar a obra no seguro. Pesquisa as pinturas do século XVIII em igrejas de Ouro Preto e Sabará, produzindo desenhos realizados sobre arcas e baús, e retratando cenas da época e símbolos como brazões. Lidera o Atelier Vivo na Bienal Nacional de São Paulo, em 1974, onde mostra uma pesquisa realizada na área educacional e com estandartes. Recebe bolsa de estudos do Pratt Institute e viaja para Nova York (Estados Unidos). Retorna a Belo Horizonte e torna-se assessora cultural da Empresa Mineira de Turismo - Turminas, além de ser responsável pela implantação de um programa do Ministério do Trabalho para requalificação do artesanato no estado de Minas Gerais. Em 1992, recebe o título de Cidadã Honorária de Belo Horizonte do governo de Minas Gerais. É escolhida pela crítica diversas vezes como destaque das artes, além de homenageada com poemas, como fez Carlos Drummond de Andrade (1902 - 1987) ao escrever o poema Exposição sobre a artista. FONTE ITAU CULTURAL
ARTISTA CITADO NO LIVRO: "A escola Guignard: na cultura modernista de Minas, 1944-1962".
por Ivone Luzia Vieira, 1988
17
JOSÉ LUIZ
med.: 20 x 50 cm. (Com moldura:25x56 cm.)
o.s.e.,
"A Maria Fumaça e Festa de São Pedro, 2005."
18
ESTEVÃO (José de Souza Estêvão, Belo Horizonte, 1925-Ouro Preto, 1977)
med.: 40 X 50 cm. (Com moldura:55x65 cm.)
óleo sobre tela.
"Casa dos Contos"
BIOGRAFIA:
Tratou de temas populares, como festejos populares da Bahia e de Minas Gerais. Em sua cidade natal começou a trabalhar como autodidata, fazendo placas e cartazes. Foi discípulo de Guignard.e de Edith Behring.
Participou, entre outras, das seguintes mostras coletivas:
1947 – Salão Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, RJ, Medalha de bronze.
1952 – Salão Municipal de Belas Artes de Belo Horizonte, MG, Primeiro prêmio.
1964 – Artistas Mineiros, Galeria Atrium, Belo Horizonte, MG.
Fontes:
CAVALCANTI e Ayala. Dicionário Brasileiro de Artistas Plásticos. MEC/INL. 1973-77.
RIBEIRO, Marília Andrés; SILVA, Fernando Pedro. Um Século de História das Artes Plásticas em Belo Horizonte. Fundação João Pinheiro/Belo Horizonte, 1997.
ARTISTA CITADO NO LIVRO: "A escola Guignard: na cultura modernista de Minas, 1944-1962".
por Ivone Luzia Vieira, 1988.
19
ESTEVÃO (José de Souza Estêvão, Belo Horizonte, 1925-Ouro Preto, 1977)
med.: 38 x 46 cm. (Com moldura:60x69 cm.)
óleo sobre tela.
"Tropeiros".
BIOGRAFIA:
Tratou de temas populares, como festejos populares da Bahia e de Minas Gerais. Em sua cidade natal começou a trabalhar como autodidata, fazendo placas e cartazes. Foi discípulo de Guignard.e de Edith Behring.
Participou, entre outras, das seguintes mostras coletivas:
1947 – Salão Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, RJ, Medalha de bronze.
1952 – Salão Municipal de Belas Artes de Belo Horizonte, MG, Primeiro prêmio.
1964 – Artistas Mineiros, Galeria Atrium, Belo Horizonte, MG.
Fontes:
CAVALCANTI e Ayala. Dicionário Brasileiro de Artistas Plásticos. MEC/INL. 1973-77.
RIBEIRO, Marília Andrés; SILVA, Fernando Pedro. Um Século de História das Artes Plásticas em Belo Horizonte. Fundação João Pinheiro/Belo Horizonte, 1997.
ARTISTA CITADO NO LIVRO: "A escola Guignard: na cultura modernista de Minas, 1944-1962".
por Ivone Luzia Vieira, 1988.
20
ESTEVÃO (José de Souza Estêvão, Belo Horizonte, 1925-Ouro Preto, 1977)
Med.:45 x 15 cm. (Com moldura:58x28 cm.)
Desenho hidrocor.
" Igreja São Francisco, Ouro Preto, década 1970."
BIOGRAFIA:
Tratou de temas populares, como festejos populares da Bahia e de Minas Gerais. Em sua cidade natal começou a trabalhar como autodidata, fazendo placas e cartazes. Foi discípulo de Guignard.e de Edith Behring.
Participou, entre outras, das seguintes mostras coletivas:
1947 – Salão Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, RJ, Medalha de bronze.
1952 – Salão Municipal de Belas Artes de Belo Horizonte, MG, Primeiro prêmio.
1964 – Artistas Mineiros, Galeria Atrium, Belo Horizonte, MG.
Fontes:
CAVALCANTI e Ayala. Dicionário Brasileiro de Artistas Plásticos. MEC/INL. 1973-77.
RIBEIRO, Marília Andrés; SILVA, Fernando Pedro. Um Século de História das Artes Plásticas em Belo Horizonte. Fundação João Pinheiro/Belo Horizonte, 1997.
ARTISTA CITADO NO LIVRO: "A escola Guignard: na cultura modernista de Minas, 1944-1962".
por Ivone Luzia Vieira, 1988.
21
ESTEVÃO (José de Souza Estêvão, Belo Horizonte, 1925-Ouro Preto, 1977)
med.: 46 x 31 cm. (Com moldura:59x44 cm.)
Desenho hidrocor.
"Igreja São Francisco", lateral, Ouro Preto década 1970. 
BIOGRAFIA:
Tratou de temas populares, como festejos populares da Bahia e de Minas Gerais. Em sua cidade natal começou a trabalhar como autodidata, fazendo placas e cartazes. Foi discípulo de Guignard.e de Edith Behring.
Participou, entre outras, das seguintes mostras coletivas:
1947 – Salão Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, RJ, Medalha de bronze.
1952 – Salão Municipal de Belas Artes de Belo Horizonte, MG, Primeiro prêmio.
1964 – Artistas Mineiros, Galeria Atrium, Belo Horizonte, MG.
Fontes:
CAVALCANTI e Ayala. Dicionário Brasileiro de Artistas Plásticos. MEC/INL. 1973-77.
RIBEIRO, Marília Andrés; SILVA, Fernando Pedro. Um Século de História das Artes Plásticas em Belo Horizonte. Fundação João Pinheiro/Belo Horizonte, 1997.
ARTISTA CITADO NO LIVRO: "A escola Guignard: na cultura modernista de Minas, 1944-1962".
por Ivone Luzia Vieira, 1988.
22
YARA TUPYNAMBÁ (Montes Claros, MG 1932)
Acrílica sobre tela.
med.:100 x 80 cm. (Sem moldura)
"Vaso de flor e livro de Anglada, 2009."
BIOGRAFIA: Yara Tupynambá Gordilho Santos (Montes Claros MG 1932). Pintora, gravadora, desenhista, muralista e professora. Tem seu primeiro emprego aos 17 anos de idade como concursada em datilografia, na Caixa Econômica Estadual. Lá permanece por dois anos e, por datilografar com agilidade, faz um acordo com o chefe e consegue mais tempo livre, o qual utiliza para desenhar. Inicia-se nos estudos de arte com Guignard (1896-1962), em 1950, em Belo Horizonte, além de estudar gravura com Misabel Pedrosa (1927), em 1954, e aperfeiçoar-se posteriormente com Oswaldo Goeldi (1895-1961), no Rio de Janeiro. Cursa a Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG e, em 1967, defende tese sobre Albert Dürer. No ano seguinte, passa lecionar gravura na mesma universidade. Dedica-se à gravura, especialmente sobre madeira, preferindo o preto e branco à gama de cores. Em telas a óleo pinta congados, cavalhadas e violeiros, temas referentes a sua adolescência, e as andanças pelo interior do estado de Minas Gerais. Ela mesma fabrica algumas tintas vinílicas. É convidada a fazer um mural sobre a inconfidência mineira na reitoria da UFMG, inaugurado em 1969, e posteriormente torna-se se diretora da Escola de Belas Artes da mesma universidade. Na década de 1970, realiza diversos murais para residências, estabelecimentos comerciais e órgãos públicos, como o Minas, do século XVII ao século XX , feito para a Assembléia Legislativa de Minas Gerais. Executa um mural na Igreja Matriz na cidade de Ferros, Minas Gerais, no qual retrata Adão e Eva nus, fato que causa polêmica, obrigando o prefeito a colocar a obra no seguro. Pesquisa as pinturas do século XVIII em igrejas de Ouro Preto e Sabará, produzindo desenhos realizados sobre arcas e baús, e retratando cenas da época e símbolos como brazões. Lidera o Atelier Vivo na Bienal Nacional de São Paulo, em 1974, onde mostra uma pesquisa realizada na área educacional e com estandartes. Recebe bolsa de estudos do Pratt Institute e viaja para Nova York (Estados Unidos). Retorna a Belo Horizonte e torna-se assessora cultural da Empresa Mineira de Turismo - Turminas, além de ser responsável pela implantação de um programa do Ministério do Trabalho para requalificação do artesanato no estado de Minas Gerais. Em 1992, recebe o título de Cidadã Honorária de Belo Horizonte do governo de Minas Gerais. É escolhida pela crítica diversas vezes como destaque das artes, além de homenageada com poemas, como fez Carlos Drummond de Andrade (1902 - 1987) ao escrever o poema Exposição sobre a artista. FONTE ITAU CULTURAL
ARTISTA CITADO NO LIVRO: "A escola Guignard: na cultura modernista de Minas, 1944-1962".
por Ivone Luzia Vieira, 1988
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YARA TUPINAMBÁ(Montes Claros MG 1932).
Acrílica sobre tela.
42X63 cm. (Com moldura:62X82 cm.)
2007
Capa da revista “Casa dos Contos”, ano I, número 3, dezembro de 2007. Acompanha revista Casa dos Contos.

BIOGRAFIA: Yara Tupynambá Gordilho Santos (Montes Claros MG 1932). Pintora, gravadora, desenhista, muralista e professora. Tem seu primeiro emprego aos 17 anos de idade como concursada em datilografia, na Caixa Econômica Estadual. Lá permanece por dois anos e, por datilografar com agilidade, faz um acordo com o chefe e consegue mais tempo livre, o qual utiliza para desenhar. Inicia-se nos estudos de arte com Guignard (1896-1962), em 1950, em Belo Horizonte, além de estudar gravura com Misabel Pedrosa (1927), em 1954, e aperfeiçoar-se posteriormente com Oswaldo Goeldi (1895-1961), no Rio de Janeiro. Cursa a Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG e, em 1967, defende tese sobre Albert Dürer. No ano seguinte, passa lecionar gravura na mesma universidade. Dedica-se à gravura, especialmente sobre madeira, preferindo o preto e branco à gama de cores. Em telas a óleo pinta congados, cavalhadas e violeiros, temas referentes a sua adolescência, e as andanças pelo interior do estado de Minas Gerais. Ela mesma fabrica algumas tintas vinílicas. É convidada a fazer um mural sobre a inconfidência mineira na reitoria da UFMG, inaugurado em 1969, e posteriormente torna-se se diretora da Escola de Belas Artes da mesma universidade. Na década de 1970, realiza diversos murais para residências, estabelecimentos comerciais e órgãos públicos, como o Minas, do século XVII ao século XX , feito para a Assembléia Legislativa de Minas Gerais. Executa um mural na Igreja Matriz na cidade de Ferros, Minas Gerais, no qual retrata Adão e Eva nus, fato que causa polêmica, obrigando o prefeito a colocar a obra no seguro. Pesquisa as pinturas do século XVIII em igrejas de Ouro Preto e Sabará, produzindo desenhos realizados sobre arcas e baús, e retratando cenas da época e símbolos como brazões. Lidera o Atelier Vivo na Bienal Nacional de São Paulo, em 1974, onde mostra uma pesquisa realizada na área educacional e com estandartes. Recebe bolsa de estudos do Pratt Institute e viaja para Nova York (Estados Unidos). Retorna a Belo Horizonte e torna-se assessora cultural da Empresa Mineira de Turismo - Turminas, além de ser responsável pela implantação de um programa do Ministério do Trabalho para requalificação do artesanato no estado de Minas Gerais. Em 1992, recebe o título de Cidadã Honorária de Belo Horizonte do governo de Minas Gerais. É escolhida pela crítica diversas vezes como destaque das artes, além de homenageada com poemas, como fez Carlos Drummond de Andrade (1902 - 1987) ao escrever o poema Exposição sobre a artista. FONTE ITAU CULTURAL.
ARTISTA CITADO NO LIVRO: "A escola Guignard: na cultura modernista de Minas, 1944-1962".
por Ivone Luzia Vieira, 1988
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ELIAS LAYON (Mariana, MG 1950)
óleo sobre painel montado em eucatx.
med:100 x 120 cm.
"Casa dos Contos em vermelho".
Sobre o artista. a ensaísta Ivanise Junqueira escreveu: "Céus de Bracher", no livro "Cheiros, Marcas e Rastros".
SOBRE ELIAS LAYON:
– Estudou pintura com ErnaAntunes, formada pela Academia de Belas Artes de Viena
– Estudou com Oscar Walzack, pintura ao natural, teoria e prática das cores complementares
– Estudou com o arquiteto Théo Lorer perspectiva linear
– Estudou com Jair Afonso Inácio na FAOP, composição e restauração de pinturas.
– Estudou anatomia humana pela Escola de Farmácia de Ouro Preto
– Estudoupintura ao ar livre com Estevão , aluno de Guignard
– Estudou como autodidata, história da arte, modelagem,xilogravura, aquarela e escultura
Membro:
– Fundação Nacional de Arte (FUNARTE)
– Associação dos Artistas Plásticos de Mariana
– Associação dos Artistas Plásticos de Minas Gerais
– Conselho do Patrimônio Histórico de Mariana
Livros:
– Mariana Berço de Varões Ilustres
– The Sensual and Entertening Guide to Adventure in Brasil
– Catálogo de Arte do Brasil de Júlio Louzada -Volume 4e 8
– Sinfonias Cromáticas de Layon- Eugênio Ferraz
Ilustrações:
– Moinho D’Água – Dom Oscar de Oliveira
– Estância da Saudade- Dom Oscar de Oliveira
– XXI Poemas- Sylvia Plath
– Raicais- J.B.Donadon Leal
– Caravela Vazia- Gabriel Bicalho
– Revista Rua Direita- Cônego José Geraldo Vidigal
– Cheiros , Marcas e Rastros- Ivanise Junqueira Ferraz
Acervos:
– Vaticano – Retrato de João Paulo II
– Museu de Arte de São Paulo( MASP)- O Homem e seus Conflitos
– Museu da Músicade Mariana- O Orgão da Sé
– Museu Histórico de Marília- Retrato de Marília de Dirceu
– Museu de Belas Artes de Cataguases- Princípio de Minas( Pintura reconhecida atravésde um projeto lei pela Assembléia de Minas com quadro oficial da fundação do estado)
– Museu Casa Guignard de Ouro Preto- Retrato de Guignard
– Museu Alfhonsus de Guimarães- Retrato do Poeta
– Academia Mineira de Letras- Brumas de Minas
– Secretaria de Cultura de Minas Gerais- Retrato de Murilo Híngel
– TV Alterosa- Casa Dos Contos
– TV Band-Casa dos Contos
– Jornal do Brasil- Interior de Igreja
– Seminário Menor de Mariana – Retrato de Dom Oscar de Oliveira
– Seminário dos Médios de Mariana- Assunção de Nossa Senhora
– Sé de Mariana- Queda de Cristo
– Igreja do Carmo de Mariana- Cristo Crucificado
– Prefeitura de Mariana- A Cachoeira do Brumado
– Câmara Municipal de Mariana- Retrato de Dom João V e Maria Ana de Áustria
– Palácio Episcopal de Mariana- Pinturas várias
– Escola Guignard de Belo Horizonte- Retrato de Guignard
Mantém Atelier em Mariana e Ouro Preto, MG.

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ELIAS LAYON (Mariana, MG 1950)
óleo sobre painel montado em eucatx.
med:100 x 120 cm.
Casa dos Contos em vermelho, vista pelos fundos.
Sobre o artista. a ensaísta Ivanise Junqueira escreveu: "Céus de Bracher", no livro "Cheiros, Marcas e Rastros".
SOBRE ELIAS LAYON:
– Estudou pintura com ErnaAntunes, formada pela Academia de Belas Artes de Viena
– Estudou com Oscar Walzack, pintura ao natural, teoria e prática das cores complementares
– Estudou com o arquiteto Théo Lorer perspectiva linear
– Estudou com Jair Afonso Inácio na FAOP, composição e restauração de pinturas.
– Estudou anatomia humana pela Escola de Farmácia de Ouro Preto
– Estudoupintura ao ar livre com Estevão , aluno de Guignard
– Estudou como autodidata, história da arte, modelagem,xilogravura, aquarela e escultura
Membro:
– Fundação Nacional de Arte (FUNARTE)
– Associação dos Artistas Plásticos de Mariana
– Associação dos Artistas Plásticos de Minas Gerais
– Conselho do Patrimônio Histórico de Mariana
Livros:
– Mariana Berço de Varões Ilustres
– The Sensual and Entertening Guide to Adventure in Brasil
– Catálogo de Arte do Brasil de Júlio Louzada -Volume 4e 8
– Sinfonias Cromáticas de Layon- Eugênio Ferraz
Ilustrações:
– Moinho D’Água – Dom Oscar de Oliveira
– Estância da Saudade- Dom Oscar de Oliveira
– XXI Poemas- Sylvia Plath
– Raicais- J.B.Donadon Leal
– Caravela Vazia- Gabriel Bicalho
– Revista Rua Direita- Cônego José Geraldo Vidigal
– Cheiros , Marcas e Rastros- Ivanise Junqueira Ferraz
Acervos:
– Vaticano – Retrato de João Paulo II
– Museu de Arte de São Paulo( MASP)- O Homem e seus Conflitos
– Museu da Músicade Mariana- O Orgão da Sé
– Museu Histórico de Marília- Retrato de Marília de Dirceu
– Museu de Belas Artes de Cataguases- Princípio de Minas( Pintura reconhecida atravésde um projeto lei pela Assembléia de Minas com quadro oficial da fundação do estado)
– Museu Casa Guignard de Ouro Preto- Retrato de Guignard
– Museu Alfhonsus de Guimarães- Retrato do Poeta
– Academia Mineira de Letras- Brumas de Minas
– Secretaria de Cultura de Minas Gerais- Retrato de Murilo Híngel
– TV Alterosa- Casa Dos Contos
– TV Band-Casa dos Contos
– Jornal do Brasil- Interior de Igreja
– Seminário Menor de Mariana – Retrato de Dom Oscar de Oliveira
– Seminário dos Médios de Mariana- Assunção de Nossa Senhora
– Sé de Mariana- Queda de Cristo
– Igreja do Carmo de Mariana- Cristo Crucificado
– Prefeitura de Mariana- A Cachoeira do Brumado
– Câmara Municipal de Mariana- Retrato de Dom João V e Maria Ana de Áustria
– Palácio Episcopal de Mariana- Pinturas várias
– Escola Guignard de Belo Horizonte- Retrato de Guignard
Mantém Atelier em Mariana e Ouro Preto, MG.

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JUNG, WLADIMYR (Rio de Janeiro, 1963)
80x60 cm. Painel sem moldura
Acrílica sobre Juta.
BIOGRAFIA:
O artista é formado em Direito e possui trajetória artística em ascensão, iniciou suas atividades em atelier livre no ano de 2000. Sua pintura começou na rua e o aprimoramento do desenho veio com os estudos junto ao mestre Bandeira de Melo em 2007. Aluno da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (EAV), frequentou os cursos de teoria ministrados nesta instituição por grandes nomes do cenário artístico nacional, como os professores Paulo Sergio Duarte, Franz Manata e João Magalhães.
Participou este ano pela terceira vez da Feira Artigo 2014 com grande sucesso - sendo que na edição 2013 foi indicado ao Prêmio “Trajetória”. Sua última exposição aconteceu na Sergio Gonçalves Galeria, quando participou da coletiva “Quem viver, Verão!”. Jung tem se destacado em mostras coletivas como “Salve Jorge”edição de 2014 na Sergio Gonçalves Galeria e em 2013 no Espaço EU, VIRA-Rio e nas individuais “Faces do Volume” (Galeria TNT/2011),“Abstração Gestual” e “As Cores de Jung”(Galeria Rodin no Shopping Cassino Atlântico/2011-2009, respectivamente) “ Enigmas “ é sua primeira exposição em espaço público.
Jung possui obras em acervos públicos e privados do país e do exterior, Desde 2010 é representado pela Galeria TNT e tem suas obras em papel disponíveis em Márcia Zoé Ramos | Escritório de Arte que assina o projeto expositivo “ Enigmas”.
Como autêntico carioca Jung mantém seu ateliê no centro boêmio do Rio de Janeiro, no bairro da Lapa. O local é destinado à criação, pesquisa, e reelaboração da arte.
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JADER BARROSO (Juiz de Fora, MG, 1930.)
Óleo sobre tela.
"As amigas, 2007".
BIOGRAFIA: Pintor, estudou com Guignard e Edith Bhering. Foi professor da FAOP. Premiado no Salão de Arte Religiosa Brasileira, Londrina, PR (1967); II e III Concurso Nacional de Artes Plásticas, CEF, Goiânia, GO (1975-76); I e II Salão de Artes Plásticas, CEC, BH (1978-79); II Salão da Aeronáutica, BH (1986). Participou do XXI, XXII e XXIV SMBA, MAP, BH (1966/67/69); I Salão Brasileiro de Ouro Preto, MG (1967); I Salão Nacional do Pequeno Quadro, Galeria Guignard, BH (1969); SNAC, MAP, BH (1970); Salão de Artes Plásticas do Barroco Mineiro, Associação Paulista de Belas Artes, SP (1972); III, IV e V Salão de Artes Plásticas, CEC, BH (1980/81/82); II Salão de Artes Visuais, Palácio das Artes, BH (1985); Salão da Aeronáutica (1985); Salão Nacional de Arte, MAP (1985); VII CAAP, Centro Cultural de Montes Claros, MG (1985). Participou das seguintes coletivas: Galeria Guignard, BH (1967); Exposição de Arte Integrada, Escola Israelita Brasileira, BH (1967); Coletiva na UFMG, BH (1968); Geração Guignard 1944/1970, Palácio das Artes (1970); Casa dos Contos, Ouro Preto (1974); Quatro Artistas Mineiros, Galeria AMI, BH (1975); Estandarte, Galeria Arte Exposta, BH (1975); São Francisco de Assis, Galeria AMI (1975); A Brasiliana, Galeria AMI (1975); Professores da FAOP (1976); O Desenho Mineiro, Palácio das Artes (1979); Pintura de Jáder Barroso e Jaime Fortes, Centro de Extensão Cultural de Montes Claros (1981); Galeria Guignard (1983); Usiminas, BH (1984); Cinco Artistas Mineiros, São João del-Rei, MG (1985); Banco do Brasil, Brasília (1987); FAOP (1990); Pintura no Festival de Inverno, FAOP (1993). Realizou exposicões individuais na Galeria Chez Bastião, BH (1968); Galeria AMI (1973); UFV, MG (1974-89); FAOP (1977-88); Centro Cultural Pró-Música, Juiz de Fora (1977); Casa dos Contos, Ouro Preto (1979/86/87); Uberlândia, MG (1984); Galeria Guignard (1984); Banco do Brasil, Brasília (1987); Prefeitura de Cataguases, MG (1989); Prefeitura de Ouro Preto (1992); Museu da Inconfidência, Ouro Preto (1997). Tem obras nos seguintes acervos: Universidade do Estado de Wisconsin, EUA; UFMG, BH; Pinacoteca da UFV; Prefeitura Municipal de Curitiba, PR; Prefeitura Municipal de Juiz de Fora; Sociedade Amigas da Cultura, BH: Belgo-Mineira, MG; Centro de Instrução da Aeronáutica, BH; Ministério da Aeronáutica, Brasília.

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FERNANDO PACHECO (São João del Rei, MG 1949)
50 x 70 cm.
Acrílica sobre tela colada em eucatex.
"IMPERMANÊNCIA", Janeiro, 2007.

(...) "O mineiro de São João del-Rei, criado desde cedo na capital, celebra 50 anos de uma sólida carreira. Nesta mostra, apesar da versatilidade de sua produção – que passa por pintura, desenho, instalação, escultura, performance, entre outros gêneros –, Pacheco traz somente pinturas: óleo e acrílica sobre tela.
“Minha produção é muito eclética, mas vou expor apenas pinturas”, fala o artista. “Eu pinto o tempo todo, de maneira que passo praticamente meu tempo todo no ateliê”, afirma. Para esta exposição, o artista escolheu obras que instigam o público a refletir.
“Essa ‘Pintura Nua’ quer dizer que trata-se de uma pintura direta, transparente, como se fosse o cão sem plumas”, explica Pacheco. “Não é feita para iludir o fruidor, mas para convidá-lo à reflexão. É nua no sentido de despojada, de uma caligrafia pictórica direta – não há enfeites para iludir”.
Segundo o artista, sua obra convida o espectador a olhar para dentro de si. As formas que criam olhos em suas pinturas, os “olhinhos”, como ele nomina, são a metáfora do olhar para dentro de nós mesmos.
“É como se a pintura absorvida num primeiro momento pela retina lançasse uma pergunta para o espectador. ‘De quem são os olhinhos?’. ‘Quem você é, quais os seus sonhos, suas fantasias, aqueles guardados no fundo da alma?’. De maneira que é uma provocação”, fala Pacheco. “E significa também que o olhar com os olhos fechados vai mais longe que o raso, a visão natural. O olhar para dentro é um olhar infinito, pois vai ao encontro de um universo amplo de sonhos, fantasias”, destaca.
(...) O artista vive muito esse universo dos sonhos. “Desde criança, fui construindo um mundo paralelo a esse palpável, físico. Um mundo de fantasia, no sentido de que imaginava coisas, falava com pessoas invisíveis”, lembra o artista. “Fui criando um universo próprio a ponto de ficar um pouco deslocado na escola. Eu era aquele que diziam viver ‘no mundo da lua’ (risos)”, conta.
Pacheco diz que, na época, parecia até que ele tinha problemas neurológicos de tão forte que esse universo abraçava sua vida: “Mas a partir do momento em que fui para a adolescência, senti necessidade de materializar esse mundo, aquilo que imaginava, que via”.
E, assim, usando seus instintos para dar formas a esse mundo paralelo, Pacheco começou a pintar. “Sou o famoso autodidata”, conta ele. “Comecei meu traço muito pessoal, sem influência da Escola de Belas Artes ou da Guignard. E quando comecei a inscrever os trabalhos nos salões de arte, que existiam muito àquela época, e talvez pelo ineditismo do trabalho, passei a ser selecionado e premiado, o que chamou a atenção da crítica”, relata.

Nesses 50 anos, a carreira de Pacheco ganhou força não só aqui no Brasil, mas também no exterior. O artista conta que tem ido muito à Oceania, em particular à Nova Zelândia, e também à Ásia. Ele ganhou uma exposição individual em Pequim, na China. “Tudo isso me dá muito orgulho, pois construir uma carreira internacional morando em Belo Horizonte, ou seja, fora do eixo Rio-SP, é uma coisa fantástica, um milagre”, comemora. “E, veja, não são aquelas exposições no exterior no qual o artista é convidado a pagar. Foram convites oficiais”, completa.
Pacheco já está traçando planos para 2019 e trará ao público exposições de trabalhos em outros suportes. Há também dois filmes em produção. O primeiro é um documentário dirigido por Fernando Batista, da Noir Filmes, com lançamento previsto para o próximo ano.
“Inclui depoimentos de músicos do Clube da Esquina, como Flávio Venturini e Lô Borges; do (editor e jornalista) José Eduardo Gonçalves; do (escritor) Bartolomeu Campos de Queiroz (1944-2012)”. O segundo é uma produção de Ernane Alves. “Também está fazendo um filme sobre a irmã do Tom Jobim, Helena Jobim”, conta o artista. (..). FONTE: https://www.otempo.com.br/diversao/magazine/fernando-pacheco-em-75-telas-1.2057536
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WILDE LACERDA (Belo Horizonte MG 1929 - idem 1996)
55 x35 cm. óleo sobre eucatex. (Com moldura:75x55 cm.)
Ladeira de Santa Efigenia, Ouro Preto 1976
Reproduzido no catálogo do Leilão Vitor Braga-Rugendas , outono 2014.
BIOGRAFIA: Antes de iniciar a carreira artística, Wilde Damaso Lacerda trabalha como funileiro na oficina mecânica do irmão. Em 1946, recebe da prefeitura de Belo Horizonte uma bolsa de estudos para a Escola de Belas Artes de Belo Horizonte. Estuda pintura com Alberto da Veiga Guignard (1896-1962) e escultura com Franz Weissmann (1911-2005), tornando-se posteriormente assistente de ambos. Começa a expor em mostras coletivas no início da década de 1950. Atua como presidente da Associação Mineira de Artistas Plásticos - Amap. Em 1967, com a expansão da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais - EBA/UFMG, Lacerda é convidado a exercer atividade docente nesta instituição, tornando-se professor de escultura.
(...) "Antigo aluno de mestre Guignard e seu companheiro de jornadas, Wilde Damaso Lacerda é o discípulo que mais se aproxima do professor, de quem soube tão bem assimilar e transubstanciar a influência recebida, quer quanto à depuração técnica, ao aflorado lirismo virtual das linhas ou à espontânea ingenuidade no tratamento do tema, tão rico de variações".
Pierre Santos
CAVALCANTI, Carlos; AYALA, Walmir, org. Dicionário brasileiro de artistas plásticos. Apresentação de Maria Alice Barroso. Brasília: MEC/INL, 1973-1980. (Dicionários especializados, 5).
ARTISTA CITADO NO LIVRO: "A escola Guignard: na cultura modernista de Minas, 1944-1962".
por Ivone Luzia Vieira, 1988
30
WILDE LACERDA (Belo Horizonte MG 1929 - idem 1996)
60 x35 cm. óleo sobre eucatex. (Com moldura: 80x55 cm.)
Ladeira de Santa Efigenia, Ouro Preto 1976
Reproduzido no catálogo do Leilão Vitor Braga-Rugendas , outono 2014.

BIOGRAFIA: Antes de iniciar a carreira artística, Wilde Damaso Lacerda trabalha como funileiro na oficina mecânica do irmão. Em 1946, recebe da prefeitura de Belo Horizonte uma bolsa de estudos para a Escola de Belas Artes de Belo Horizonte. Estuda pintura com Alberto da Veiga Guignard (1896-1962) e escultura com Franz Weissmann (1911-2005), tornando-se posteriormente assistente de ambos. Começa a expor em mostras coletivas no início da década de 1950. Atua como presidente da Associação Mineira de Artistas Plásticos - Amap. Em 1967, com a expansão da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais - EBA/UFMG, Lacerda é convidado a exercer atividade docente nesta instituição, tornando-se professor de escultura.
(...) "Antigo aluno de mestre Guignard e seu companheiro de jornadas, Wilde Damaso Lacerda é o discípulo que mais se aproxima do professor, de quem soube tão bem assimilar e transubstanciar a influência recebida, quer quanto à depuração técnica, ao aflorado lirismo virtual das linhas ou à espontânea ingenuidade no tratamento do tema, tão rico de variações".
Pierre Santos
CAVALCANTI, Carlos; AYALA, Walmir, org. Dicionário brasileiro de artistas plásticos. Apresentação de Maria Alice Barroso. Brasília: MEC/INL, 1973-1980. (Dicionários especializados, 5).
ARTISTA CITADO NO LIVRO: "A escola Guignard: na cultura modernista de Minas, 1944-1962".
por Ivone Luzia Vieira, 1988
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