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Galeria Paiva Frade
Auctioneer: Alexandre Paiva Frade
ARTE ATEMPORAL
19 de May às 20:30h
20 de May às 20:30h
Description
Pintores Viajantes do período imperial; Pintores Medalhistas da Academia Imperial e Escola Nacional de Belas Artes; Pintores das coleções italianas em São Paulo do inicio do século XX; Pintores dos movimentos modernistas e pós-modernista; Oratório e Documentos Imperiais; Prataria inglesa, portuguesa e brasileira; Porcelanas Cia da Indias. Arte Sacra. Art Nouveau e Art Deco. Esculturas e Antiguidades.
IMPORTANTE: Esse leilão será apregoado A VISTA. MODALIDADES: DEPÓSITO BANCÁRIO. Entre em contato: (35) 3332 4150. No caso de arrematação os valores deverão ser quitados, em até 72 horas, após recebimento do E-MAIL DE COBRANÇA. O não cumprimento do prazo previsto, Leiloeiro dará por desfeita a venda e, por via de EXECUÇÃO JUDICIAL, cobrará sua comissão e a dos organizadores. DÚVIDAS POR FAVOR CONTATE: (35) 3332- 4150.
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1
Portinari
“Ensaio Cubista”
Óleo sobre madeira
Medidas: 80 x 62 cm.
1958
Assinada e datada na metade inferior esquerda "Portinari 58".
Reproduzido no "Catálogo Raisonné - Vol. IV do artista, pág. 375;
Reproduzido no livro "Portinari - A Construção de uma Obra", pág. 191. [FCO 3042]
2
Portinari
“Anchieta”
Guache sobre cartão
Medidas: 8,5 x 32 cm.
1958
Maquete para a pintura mural ou painel "Brasil", não executada.
Reproduzido no Catálogo Raisonné - Vol. III do artista, pág. 334;
Reproduzido no livro "Portinari - A Construção de uma Obra", Ed. Dom Quixote, pág. 130-131;
Participou da Exposição Portinari, 1959, Casa da Amizade com os Povos, Moscou. [FCO 3703]
3
Portinari
“Retrato de Jorge Amado”
Desenho a grafite sobre papel
Medidas: 38 x 28 cm.
1934
Assinado no canto inferior direito. Estudo para a pintura Retrato de Jorge Amado.
Reproduzido no Catálogo Raisonné - Vol. I, pg. 286; Reproduzido no livro Portinari - A Construção de uma Obra, Ed Dom Quixote, pág. 59;
Reproduzido no livro Imagens Negociadas: retratos da elite brasileira, Sergio Miceli, 1996, pág. 163; Participou da exposição "Candido Portinari 1903-1962: pinturas e desenhos, Pinakotheke Cultural, SP, 2002. FCO 473

SOBRE:
Estudou na Escola Nacional de Belas Artes. Interessa-se por um movimento artístico até então considerado marginal: o modernismo.
Em 1928 Portinari ganha a medalha de ouro e uma viagem para a Europa, do Salão Nacional de Belas Artes.
Em Paris firmou seu estilo quando teve contato com Van Dongen e Othon Friesz.
Em 1931, Portinari volta ao Brasil renovado. Muda completamente a estética de sua obra, valorizando mais cores e a ideia das pinturas. Ele quebra o compromisso volumétrico e abandona a tridimensionalidade de suas obras.
Expõe três telas no Pavilhão Brasil da Feira Mundial em Nova Iorque de 1939. Os quadros chamam a atenção de Alfred Barr, diretor geral do MoMA Nova Iorque, que compra a tela "Morro do Rio" e imediatamente a expõe no Museu, ao lado de artistas consagrados mundialmente.
O interesse geral pelo trabalho do artista brasileiro faz Barr preparar uma exposição individual para Portinari em plena Nova Iorque.
Portinari pintou dois murais para a Biblioteca do Congresso em Washington.
Na 1° Bienal de São Paulo Portinari teve com destaque em uma sala particular.
No começo de 1962, a prefeitura de Barcelona convida Portinari para uma grande exposição com 200 telas.
Em 1941. Pinta mural para o edifício da Biblioteca do Congresso, Washington, DC com o título "A descoberta da terra".
Pintou temas sociais, históricos, religiosos, trabalho no campo e na cidade, tipos populares, festas populares, infância, folclore, a fauna, a flora a paisagem e até os retratos dos grandes brasileiros de sua geração.
Suas influências inúmeras o aproximam do renascimento italiano, do cubismo, surrealismo e do muralismo mexicano e Neorrealismo.
Entre 1953 e 1956 os enormes painéis Guerra e Paz, para ONU de Nova Iorque. Em 2012, no Memorial da América Latina, em São Paulo.


4
Portinari
“Nossa Senhora”
Grande desenho a carvão e grafite sobre papel
1941
Medidas: 64 x 28 cm.
Assinatura estampada no canto inferior direito "Portinari"
Estudo para a pintura mural "Encontro de Nossa Senhora e Santa Isabel".
Reproduzido nos livros:
Catálogo Raisonné - Vol. II do artista, pág. 184;
Portinari - A Construção de uma Obra, Ed. Dom Quixote, pág. 89. FCO 329

SOBRE:
Estudou na Escola Nacional de Belas Artes. Interessa-se por um movimento artístico até então considerado marginal: o modernismo.
Em 1928 Portinari ganha a medalha de ouro e uma viagem para a Europa, do Salão Nacional de Belas Artes.
Em Paris firmou seu estilo quando teve contato com Van Dongen e Othon Friesz.
Em 1931, Portinari volta ao Brasil renovado. Muda completamente a estética de sua obra, valorizando mais cores e a ideia das pinturas. Ele quebra o compromisso volumétrico e abandona a tridimensionalidade de suas obras.
Expõe três telas no Pavilhão Brasil da Feira Mundial em Nova Iorque de 1939. Os quadros chamam a atenção de Alfred Barr, diretor geral do MoMA Nova Iorque, que compra a tela "Morro do Rio" e imediatamente a expõe no Museu, ao lado de artistas consagrados mundialmente.
O interesse geral pelo trabalho do artista brasileiro faz Barr preparar uma exposição individual para Portinari em plena Nova Iorque.
Portinari pintou dois murais para a Biblioteca do Congresso em Washington.
Na 1° Bienal de São Paulo Portinari teve com destaque em uma sala particular.
No começo de 1962, a prefeitura de Barcelona convida Portinari para uma grande exposição com 200 telas.
Em 1941. Pinta mural para o edifício da Biblioteca do Congresso, Washington, DC com o título "A descoberta da terra".
Pintou temas sociais, históricos, religiosos, trabalho no campo e na cidade, tipos populares, festas populares, infância, folclore, a fauna, a flora a paisagem e até os retratos dos grandes brasileiros de sua geração.
Suas influências inúmeras o aproximam do renascimento italiano, do cubismo, surrealismo e do muralismo mexicano e Neorrealismo.
Entre 1953 e 1956 os enormes painéis Guerra e Paz, para ONU de Nova Iorque. Em 2012, no Memorial da América Latina, em São Paulo.
5
Portinari
“Jesuíta”
Grande desenho a nanquim bico-de-pena e lápis sobre cartolina
Medidas: 46 x 27 cm.
1941
Reproduzido nos livros:
Catálogo Raisonné - Vol. II do artista, pág. 272;
Portinari - A Construção de uma Obra, Ed Dom Quixote, pág. 87;
Portinari: o Lavrador de Quadros, 2003, pág. 116;
Participou das exposições:
Portinari, Galeria Praça Roosevelt, SP, 1970;
30 Desenhos de Portinari, Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1987;
Portinari: Retrospectiva, Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, 1997. FCO 400

SOBRE:
Estudou na Escola Nacional de Belas Artes. Interessa-se por um movimento artístico até então considerado marginal: o modernismo.
Em 1928 Portinari ganha a medalha de ouro e uma viagem para a Europa, do Salão Nacional de Belas Artes.
Em Paris firmou seu estilo quando teve contato com Van Dongen e Othon Friesz.
Em 1931, Portinari volta ao Brasil renovado. Muda completamente a estética de sua obra, valorizando mais cores e a ideia das pinturas. Ele quebra o compromisso volumétrico e abandona a tridimensionalidade de suas obras.
Expõe três telas no Pavilhão Brasil da Feira Mundial em Nova Iorque de 1939. Os quadros chamam a atenção de Alfred Barr, diretor geral do MoMA Nova Iorque, que compra a tela "Morro do Rio" e imediatamente a expõe no Museu, ao lado de artistas consagrados mundialmente.
O interesse geral pelo trabalho do artista brasileiro faz Barr preparar uma exposição individual para Portinari em plena Nova Iorque.
Portinari pintou dois murais para a Biblioteca do Congresso em Washington.
Na 1° Bienal de São Paulo Portinari teve com destaque em uma sala particular.
No começo de 1962, a prefeitura de Barcelona convida Portinari para uma grande exposição com 200 telas.
Em 1941. Pinta mural para o edifício da Biblioteca do Congresso, Washington, DC com o título "A descoberta da terra".
Pintou temas sociais, históricos, religiosos, trabalho no campo e na cidade, tipos populares, festas populares, infância, folclore, a fauna, a flora a paisagem e até os retratos dos grandes brasileiros de sua geração.
Suas influências inúmeras o aproximam do renascimento italiano, do cubismo, surrealismo e do muralismo mexicano e Neorrealismo.
Entre 1953 e 1956 os enormes painéis Guerra e Paz, para ONU de Nova Iorque. Em 2012, no Memorial da América Latina, em São Paulo.
6
Portinari

RARÍSSIMA OBRA EM QUE PORTINARI RETRATA SEUS PAIS E ELE COMO A SAGRADA FAMILIA

“Fuga para o Egito”
Desenho a grafite e crayon sobre papel
Medidas: 30 x 23,5 cm.
1955
Estudo para pintura "Fuga para o Egito". Assinada e datada na metade inferior à esquerda. "Portinari 55".
Participou da Exposição:
Portinari, Galeria Bonino, Rio de Janeiro.
Reproduzido no catálogo Raisonné - vol. lll, pág: 473;
Reproduzido no livro "Portinari - A Construção de uma Obra", Ed. Dom Quixote, pág.167. FCO 4124

SOBRE:
Estudou na Escola Nacional de Belas Artes. Interessa-se por um movimento artístico até então considerado marginal: o modernismo.
Em 1928 Portinari ganha a medalha de ouro e uma viagem para a Europa, do Salão Nacional de Belas Artes.
Em Paris firmou seu estilo quando teve contato com Van Dongen e Othon Friesz.
Em 1931, Portinari volta ao Brasil renovado. Muda completamente a estética de sua obra, valorizando mais cores e a ideia das pinturas. Ele quebra o compromisso volumétrico e abandona a tridimensionalidade de suas obras.
Expõe três telas no Pavilhão Brasil da Feira Mundial em Nova Iorque de 1939. Os quadros chamam a atenção de Alfred Barr, diretor geral do MoMA Nova Iorque, que compra a tela "Morro do Rio" e imediatamente a expõe no Museu, ao lado de artistas consagrados mundialmente.
O interesse geral pelo trabalho do artista brasileiro faz Barr preparar uma exposição individual para Portinari em plena Nova Iorque.
Portinari pintou dois murais para a Biblioteca do Congresso em Washington.
Na 1° Bienal de São Paulo Portinari teve com destaque em uma sala particular.
No começo de 1962, a prefeitura de Barcelona convida Portinari para uma grande exposição com 200 telas.
Em 1941. Pinta mural para o edifício da Biblioteca do Congresso, Washington, DC com o título "A descoberta da terra".
Pintou temas sociais, históricos, religiosos, trabalho no campo e na cidade, tipos populares, festas populares, infância, folclore, a fauna, a flora a paisagem e até os retratos dos grandes brasileiros de sua geração.
Suas influências inúmeras o aproximam do renascimento italiano, do cubismo, surrealismo e do muralismo mexicano e Neorrealismo.
Entre 1953 e 1956 os enormes painéis Guerra e Paz, para ONU de Nova Iorque. Em 2012, no Memorial da América Latina, em São Paulo.
7
Portinari
“Cangaceiro”
Grande desenho a carvão sobre papel
Medidas: 66,5 x 59 cm.
1955
Assinada e datada na metade inferior à esquerda "Portinari 55".
Reproduzido no catálogo Raisonné - vol. III, pág. 468;
Reproduzido no livro "Portinari - A Construção de uma Obra", Ed. Dom Quixote, pág. 168. FCO 2100

SOBRE:
Estudou na Escola Nacional de Belas Artes. Interessa-se por um movimento artístico até então considerado marginal: o modernismo.
Em 1928 Portinari ganha a medalha de ouro e uma viagem para a Europa, do Salão Nacional de Belas Artes.
Em Paris firmou seu estilo quando teve contato com Van Dongen e Othon Friesz.
Em 1931, Portinari volta ao Brasil renovado. Muda completamente a estética de sua obra, valorizando mais cores e a ideia das pinturas. Ele quebra o compromisso volumétrico e abandona a tridimensionalidade de suas obras.
Expõe três telas no Pavilhão Brasil da Feira Mundial em Nova Iorque de 1939. Os quadros chamam a atenção de Alfred Barr, diretor geral do MoMA Nova Iorque, que compra a tela "Morro do Rio" e imediatamente a expõe no Museu, ao lado de artistas consagrados mundialmente.
O interesse geral pelo trabalho do artista brasileiro faz Barr preparar uma exposição individual para Portinari em plena Nova Iorque.
Portinari pintou dois murais para a Biblioteca do Congresso em Washington.
Na 1° Bienal de São Paulo Portinari teve com destaque em uma sala particular.
No começo de 1962, a prefeitura de Barcelona convida Portinari para uma grande exposição com 200 telas.
Em 1941. Pinta mural para o edifício da Biblioteca do Congresso, Washington, DC com o título "A descoberta da terra".
Pintou temas sociais, históricos, religiosos, trabalho no campo e na cidade, tipos populares, festas populares, infância, folclore, a fauna, a flora a paisagem e até os retratos dos grandes brasileiros de sua geração.
Suas influências inúmeras o aproximam do renascimento italiano, do cubismo, surrealismo e do muralismo mexicano e Neorrealismo.
Entre 1953 e 1956 os enormes painéis Guerra e Paz, para ONU de Nova Iorque. Em 2012, no Memorial da América Latina, em São Paulo.
9
ARTISTA VIAJANTE – PERIODO DO IMPÉRIO

HILDEBRANDT - Eduard Hildebrandt (Dantzig/Alemanha [atual Gdansk/Polônia], 1817 ou 1818 Berlim/Alemanha, 1868 ou 1869)

66 x85 cm assinado cie
óleo sobre madeira.
Selo exposição no verso "PAISAGEM DO RIO DE JANEIRO- ENGENHO VELHO- Paisagem do Rio de Janeiro , – Estudo do o.s.t. da Pinacoteca do Estado de São Paulo -Brasil"

Pintor e desenhista alemão. Hildebrandt recebeu suas primeiras lições artísticas de seu pai. Ainda jovem, em 1837, mudou-se de Dantzig para Berlim, chegando a visitar alguns estúdios de pintores. Apesar de ter nascido em família pobre, estudou em Berlim entre 1838 e 1840, quando realizou uma viagem de estudos para a ilha de Ruegen, onde descobriu a paisagem da costa do Mar Báltico alemão, utilizando-a como tema para suas pinturas. Visitou ainda a Escandinávia, a Inglaterra e a Escócia com o propósito de conhecer o entorno da costa do mar do norte. Após seu retorno, foi trabalhar no estúdio do pintor de temas marinhos William Krause, que lhe recomendou uma viagem à França. Em 1842, fixou-se em Paris para estudos, sendo influenciado pelo detalhismo de Jean-Baptiste Isabey, de quem foi aluno. Em 1843, participou da Exposição do Salão de Paris com uma pintura de gênero, com a qual foi premiado com medalha de ouro. Voltou a Berlim neste mesmo ano. Em 1844, recomendado por Alexander Von Humboldt, obteve um prêmio de viagem, financiado pelo imperador da Prússia Frederico Guilherme IV, que o levou ao Brasil entre março e outubro desse mesmo ano. Visitou o Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador e Recife, de onde partiu posteriormente para os EUA. Durante sua estadia no Brasil, produziu cerca de 170 aquarelas e desenhos (pertencentes ao Museu de Berlim), a maior parte retratando paisagens naturais, fauna e flora, tipos humanos e vistas citadinas. A viagem às Américas foi decisiva na vida artística de Hildebrandt, pois houve uma diminuição significativa da produção de paisagens marítimas, substituídas então por pinturas de paisagens, com a utilização do contraste e vigorosos efeitos de sombra. Ao retornar à Europa, seus esboços e desenhos serviram para criação de aquarelas e pinturas a óleo, muitas delas posteriormente compradas pela realeza. Em 1845, foi nomeado membro da Academia de Belas Artes de Berlim. Pouco depois, foi nomeado pintor da corte, o que lhe permitiu viajar, em 1848, de Londres para Funchal, na Ilha de Madeira, aproveitando a oportunidade para fazer um cruzeiro ao longo da Costa Ocidental Africana. Sabe-se que Hildebrandt visitou Palmas de Gran Canaria (as Ilhas Canárias) e passou pela Espanha e Portugal para finalmente retornar a Berlim, em 1849. Foi uma viagem bastante prolífica, pois rendeu mais de 200 aquarelas, compradas em sua quase totalidade pelo imperador da Prússia. Na “Berliner Kunstausstellung” (Exposição de Belas Artes de Berlin) o artista concorreu com suas telas “Um olhar sobre o mar” e “Entardecer em Madeira”, com as quais recebeu medalha de ouro. Novamente patrocinado pelo imperador prussiano, realizou, entre 1851 e 1864, uma série de viagens para outros países, entre os quais Grécia, Turquia, Egito, Palestina, Escandinávia, Índia, China e Japão. Pintou obras referentes a estes países (compradas também pelo Imperador prussiano e pelo Czar Nicolau I da Rússia), acumulando farto volume de trabalho e usando esse material para compor a obra Viagem à Volta do Mundo, publicada em 1867. Fez ainda outra viagem promovida pela corte prussiana nas montanhas Suíças, na Áustria e na Itália. Participou de exposições individuais e coletivas, onde apresentou suas obras de viagem. É considerado um dos grandes paisagistas alemães do século XIX.

10
BAPTISTA DA COSTA (Rio de Janeiro, 1865– 1926)
Paisagem de Petrópolis - Westphalia
Medidas: 33 x 46 cm. / 54 x 66,5 cm.
O. S. Madeira

Foi: Pintor , desenhista, professor e ilustrador brasileiro. Comumente conhecido como o Mestre dos Verdes .
Vila Westphalia, residência em Petrópolis do barão do Rio Branco, onde foi assinado o Tratado de Petrópolis .....
11
ACADEMIA IMPERIAL DE BELAS ARTES - GRUPO GRIMM

ANTÔNIO PARREIRAS (1860 - 1937)
Interior do estado do Rio de Janeiro.
Medidas: 51 x 74 cm. / 77 x 100 cm.
O.S.T.
1925

Considerando que entre os nomes de seus maiores já falecidos, conta o Estado do Rio de Janeiro, com o de Antônio Parreiras. Pintor genial que ainda em vida, fora consagrado o mais eminente dos
artistas entre os brasileiros.
Essa obra data de 1925, o ano que termina a decoração do Palácio da Liberdade em Belo Horizonte e assina contrato para decorar O Conservatório de Musica de Minas Gerais. Também em 1925 foi eleito o maior artista do país, no Grande Concurso Nacional realizado entre os leitores da revista Fon-Fon (Revista Fon-Fon, 28 de março de 1925). Os segundo e terceiro lugares ficaram para Rodolfo Bernardelli e Baptista da Costa, respectivamente.

SOBRE:
Em 1883, matriculou-se na Academia Imperial.
Em 1884, deixou de fazer parte da Academia para pintar d'après nature junto ao núcleo formado pela inspiração do pintor alemão Georg Grimm.
Em 1886 Dom Pedro II não só visitou a exposição na casa do paisagista niteroiense, mas também adquiriu duas obras do pintor. Foi então que a Academia encomendou algumas obras, sob a condição de quando retornasse ao Brasil, lecionasse algumas aulas sem a necessidade de receber salário.
Na França, parreiras montou seu próprio ateliê e tornou-se sucesso, quando voltou, cumpriu o acordo e tornou-se professor de paisagem na Academia.
Nos vários anos entre Brasil e França, executou encomendas oficiais para edifícios públicos destacando entre outros:
"Sertanejas" para decorar o Palácio do Catete,
Painéis para a sede do Supremo Tribunal Federal.
Parreiras foi o segundo pintor brasileiro a expor no Salão de Paris.
Em 1911 e nomeado delegado da Sociedade Nacional de Belas-Artes.
Em 1922 conquistou todas as Grandes Honrarias:
Medalha de Ouro (Exposição do Centenário da Independência)
Medalha de Honra (Exposição do Centenário da Independência)
Grande Medalha (Exposição do Centenário da Independência)
Em 1926 foi publicada sua primeira biografia de Antônio parreiras.
Em 1927, Antônio parreiras participou da inauguração de um busto em bronze, sua homenagem, executado pelo francês Marc Robert e exposto no Jardim Icaraí, atual praça Getúlio Vargas.
Em sua carreira, pode-se dizer que Antônio Parreiras expressou o romantismo, ainda que de forma tardia, em "sua forma de procurar um lugar no mundo".
Segundo ele próprio, ao longo de aproximadamente 55 anos, realizou mais de 850 pinturas, das quais 720 foram criadas em solo brasileiro, tendo feito 39 exposições no Rio de Janeiro e em vários outros estados do Brasil.
12
ACADEMIA IMPERIAL DE BELAS ARTES - GRUPO GRIMM

ANTONIO PARREIRAS (1860 - 1937)
Montanhas rochosas, Serra das Araras, RJ.
O.S.T.
Medidas: 40 x 70 cm. / 66 x 95 cm.
Assinado e datado (1932)

Considerando que entre os nomes de seus maiores já falecidos, conta o Estado do Rio de Janeiro, com o de Antônio Parreiras. Pintor genial que ainda em vida, fora consagrado o mais eminente dos
artistas entre os brasileiros.

Essa obra, uma das primeiras após longos anos de sucesso em Paris pintando "nu artístico", revela a retomada pelo espirito do Grupo Grimm, do qual foi um de seus fundadores na década de 1880, quando o alemão Johann Georg Grimm reúne em torno de si um grupo de estudantes entusiasmados com a ideia de, como ele, pintar o naturalismo do ambiente nacional, o que em muito se celebrou na imprensa nacional, pois a iniciativa do estrangeiro que fazia ver aos brasileiros sua própria terra.

Os artistas que fizeram parte desse grupo são fundamentais dentro da história da arte brasileira, dentre eles: Antonio Parreiras, Giambattista Castagneto, Garcia y Vasquez, Hipólito Caron, Gomes Ribeiro e França Júnior, que dedicaram-se à pintar realísticas paisagens, e como um desafio o dificílimo tema de pedreiras.

Parreiras:

Em 1883, matriculou-se na Academia Imperial.

Em 1884, deixou de fazer parte da Academia para pintar d'après nature junto ao núcleo formado pela inspiração do pintor alemão Georg Grimm.

EM 1886 Dom Pedro II não só visitou a exposição na casa do paisagista niteroiense, mas também adquiriu duas obras do pintor. Foi então que a Academia encomendou algumas obras, sob a condição de quando retornasse ao Brasil, lecionasse algumas aulas sem a necessidade de receber salário.
Na França, Parreiras montou seu próprio ateliê e tornou-se sucesso, quando voltou, cumpriu o acordo e tornou-se professor de paisagem na Academia.

Nos vários anos entre Brasil e França, executou encomendas oficiais para edifícios públicos destacando entre outros:
"Sertanejas" para decorar o Palácio do Catete,
Painéis para a sede do Supremo Tribunal Federal.

Parreiras foi o segundo pintor brasileiro a expor no Salão de Paris.

Em 1911 e nomeado delegado da Sociedade Nacional de Belas-Artes.

Em 1922 conquistou todas as Grandes Honrarias:
Medalha de Ouro (Exposição do Centenário da Independência)
Medalha de Honra (Exposição do Centenário da Independência)
Grande Medalha (Exposição do Centenário da Independência)

Em 1926 foi publicada sua primeira biografia de Antônio Parreiras.

Em 1927, Antônio Parreiras participou da inauguração de um busto em bronze, sua homenagem, executado pelo francês Marc Robert e exposto no Jardim Icaraí, atual praça Getúlio Vargas.

Em sua carreira, pode-se dizer que Antônio Parreiras expressou o romantismo, ainda que de forma tardia, em "sua forma de procurar um lugar no mundo".

Segundo ele próprio, ao longo de aproximadamente 55 anos, realizou mais de 850 pinturas, das quais 720 foram criadas em solo brasileiro, tendo feito 39 exposições no Rio de Janeiro e em vários outros estados do Brasil.
Foto do Museu Antonio Parreiras, sua antiga casa, visitada por D. Pedro II.
14
ESCOLA NACIONAL DE BELAS ARTES - MEDALHA DE OURO

RAIMUNDO CELA (Sobral, CE, 1890 - Niterói, RJ, 1954).
Aquarela datada de 1954, ano da morte do artista em Niterói. Inscrição em carvão no verso: "primeira aquarela de 1954" (emoldurado em sanduíche de vidro anti-reflexo)
Medidas: 29 x 43 cm. / 44 x 59 cm.
ICONOGRAFIA DE NITERÓI: Praia das Flechas, chegando na Pedra da Itapuca. O primeiro prédio é o número 171, Edifício Itapuca, o primeiro do Bairro do Ingá. O último ao fundo, é o Edifício Moema na Praia de Icaraí, Rua Joaquim Távora.

REFERÊNCIAS: (...)No seu regresso ao Rio de Janeiro, em 1945, Raimundo Cela volta a participar de exposições e salões no eixo Rio/São Paulo. O artista promissor, que
chegara a ser dado como morto pela ausência de notícias, retorna de forma
triunfante, e sua obra conquista o espaço e o reconhecimento merecidos. Nesse mesmo ano, ele recebe a medalha de ouro no L Salão Nacional de Belas
Artes, no Rio de Janeiro. Repetindo o feito obtém, em 1947, as medalhas de
ouro em gravura e em pintura no LII Salão Nacional de Belas Artes. Realiza
diversas exposições individuais, é premiado com a Pequena Medalha de Ouro
no IX Salão Paulista de Belas Artes, em São Paulo, e recebe o Prêmio Antônio
Parreiras em pintura, no VII Salão Fluminense de Belas Artes de Niterói.
Cela retoma também sua atividade como professor de desenho, assumindo,
em 1948, a cadeira de Modelo Vivo e Desenho Figurado na Escola Fluminense de Belas Artes de Niterói. Em 1949 concorre a cadeira de Geometria Descritiva na ENBA, para a qual publica sua tese Perspectiva das Sombras Solares
em que analisa seus estudos para a pintura Jangadeiros em Palestra. Em 1950 é
aprovado com unanimidade para o cargo de professor de Gravura da Escola
Nacional de Belas Artes, passando assim a figurar entre os mestres que o formaram. Assume o cargo em 1951, lecionando até 1954, o ano de sua morte. (...)
15
Alberto da Veiga Guignard
Embaixatriz Lucia Flecha
Óleo sobre madeira
MED. 80 x 60 cm
Assinado no verso

Guignard foi convidado pelo Governador do Rio de Janeiro, Sette Camaras, Para pintar a Via Sacra da Capela de Manguinhos, projetada por Niemeyer e inaugurada em dezembro de 1960.
O pintor passou 17 dias hospedado na Gávea Pequena, então residência oficial do governador, ciceroneado por Dona Elba e a amiga Lúcia Flecha de Lima.
O poeta Augusto Frederico Schmidt visitou a capela e disse que era “a maior coisa que se fez no Brasil em matéria de arte”. A revista americana Time, cita que os quadros eram bons demais para igrejinha e, que Elba e Lúcia Flecha de Lima brilharam pelo gesto altruísta.
Ao fim de uma longa historia essas obras foram parar nas coleções das senhoras Elba e Lucia.
Essas obras não eram assinadas na frente, somente no verso, com os dizeres: “Pertence a Dona Elba”.
Esse magnifico quadro, à ser Leiloado, segue o padrão: “Pertence a Dona Lúcia” assinado apenas no verso. Feito raro, que o situa no “modus operandi” desse período, tento em vista que Guignard geralmente assinava e dedicava na pintura. Certo que a expressiva obra foi pintada juntamente com Via Sacra.
Vide Foto


Nascida em Minas Gerais, foi retrada pelo artista ainda
em sua juventude antes de ficar conhecida e ser
considerada uma das mulheres mais glamourosas e
elegantes da diplomacia brasileira.
Nos anos 90, junto
com o marido, o embaixador aposentado Paulo Tarso
Flexa de Lima, levou o Brasil para as manchetes
durante o comando das embaixadas de Paris, Roma,
Londres e Washington, postos mais cobiçados do
Itamaraty.
Durante a separação e morte da princesa
Diana, Lúcia ganhou destaque como sua primeira
amiga e confidente. A ex embaixatriz faleceu em
Brasilia aos 76 anos em 2017.
16
Iconografia do Novo Mundo
Porto com negros livres,
óleo sobre c. 1840
Medidas: 66 x 98
Com moldura 82 x 116 cm.

Especificamente sobre essa obra escreve o Prof Dr. Julio Bandeira - Sócio do IHGB, do IHGRJ e do Pen Clube, pertence ao corpo de pesquisadores e curadores da Biblioteca Nacional, realizou seu pós-doutorado na ECO/UFRJ, sendo Doutor em Teoria e História da Arte pela Universidade de Essex, Reino Unido, Mestre em História do Brasil pelo IFCS/UFRJ e Bacharel em Comunicação Social pela PUC/RJ.

A marinha Porto com negros livres, título que atribuímos a este óleo sobre tela de autoria desconhecida, se aproxima, pelo cenário com elementos das Índias Ocidentais, da obra do pintor italiano Agostino Brunias (1730–1796), célebre pela sua representação costumbrista de escravizados . Um exame mais detalhado a remete, contudo, a uma fatura posterior, de meados do século XIX, em que os negros representados na tela são homens livres.
Os elementos de estilo empregados pelo autor, ao que tudo indica um dos muitos artistas viajantes europeus que percorreram o Novo Mundo, trazem para o expectador uma série de referências paradoxais à situação de ex-escravizados que parecem contraditórias, associando pobreza ao contentamento. Isso se dá, por exemplo, no fato de todas as 23 figuras, mulheres, homens e uma criança, apesar de estarem andrajosas, transmitirem serenidade. Entre elas, algumas se dedicam a tarefas cotidianas, como os barqueiros, o pescador e a lavadeira trazendo à cabeça uma enorme trouxa, mas a maioria se entretém em tertúlias. O namoro da lavadeira abraçada ao seu par no primeiro plano, cuja trouxa está largada na mureta, sugere que são donos de seu tempo. Não há feitores, nem brancos.
Visto que as revoltas da escravatura no Caribe se iniciam com a revolta de São Domingos(1791-1803) e acontece a libertação dos escravos nas Índias Orientais Britânicas em 1833, podemos coloca lo como uma iconografia caribenha edatar este quadro como da primeira metade do século XIX entre 1804 e 1833, o que leva o pintor por suatemática, aser um seguidor da escola Brunias.
16a
Henrique Tribolet
Casario na Gávea - Rio de Janeiro.
Méd: 35 x 26 cm.
Datado 1896.
Participou da Exposição Geral de Belas Artes de 1896.
Esta casa pertenceu ao antiquário Antonio Caetano e permanece conservada até os dias de hoje.

Nota Biográfica: Henrique Tribolet foi um pintor e desenhista franco-brasileiro. Foi aluno e companheiro do paisagista italiano Nicola Facchinetti, a quem deve toda sua excelente formação artística. Tal como seu mestre, deixou muitos quadros em pequeno formato. Nota declaração do Doutor em História Eduardo Schnnoor: "Eu, Eduardo Schnoor Professor Doutor em História social pela USP-SP, venho informar que considero procedente ser o quadro o.s.t. 21 x 32 pintado em 1889 por Henrique Tribolet ter como iconografia do Rio de Janeiro, os estabelecimentos militares do Exercito Imperial existentes na Ilha do Bom Jesus que ficava próxima a Ilha do Governador." Além dos prédios o pequeno trapiche acrescenta um importante dado a esta iconografia por ser pelo tamanho um trapiche de "serviço", áreas estas aterradas do decorrer do crescimento da Cidade.
16b
PERIODO DO IMPÉRIO

HENRIQUE TRIBOLET(Rio de Janeiro/RJ, 1862 - 1908)
ESTUDO BASEADO NA OBRA ENSEADA DE BOTAFOGO DE 1817 POR THOMAS ENDER. Colecção Casa Geyer.
Óleo sobre madeira.
25,5 x 40,5 cm
"Praia da Enseada de Botafogo"
Procedência Ernani Leiloeiro

Nota Biográfica:
Henrique Tribolet foi um pintor e desenhista franco-brasileiro.
Foi aluno e companheiro do paisagista italiano Nicola Facchinetti, a quem deve toda sua excelente formação artística.
Tal como seu mestre, deixou muitos quadros em pequeno formato.
No acervo do Museu Nacional de Belas Artes, encontra-se um óleo de sua autoria intitulado simplesmente Marinha, datado e assinado em 1896 (inventário nº 2753).

16c
Henrique Tribolet (Rio de Janeiro/RJ, 1862 - 1908)
"Localizado URCA"
Óleo sobre madeira, assinado "H. Tribolet e datado 1905.
Medidas: 20 X 29 cm.
Moldura de época.

Nota Biográfica: Henrique Tribolet foi um pintor e desenhista franco-brasileiro. Foi aluno e companheiro do paisagista italiano Nicola Facchinetti, a quem deve toda sua excelente formação artística. Tal como seu mestre, deixou muitos quadros em pequeno formato.
No acervo do Museu Nacional de Belas Artes, encontra-se um óleo de sua autoria intitulado simplesmente Marinha, datado e assinado em 1896 (inventário nº 2753).

No acervo do Museu Nacional de Belas Artes, encontra-se um óleo de sua autoria intitulado simplesmente Marinha, datado e assinado em 1896 (inventário nº 2753).

Procedência Galeria Colecionador - Rio de Janeiro com transferência anexa.
17
ESCOLA NACIONAL DE BELAS ARTES

FRANCISCO COCULILLO (Rio de Janeiro, 1895-1945)
Medidas: 41,5 x 51,5 cm. / 67,5 x 77 cm.
Óleo sobre tela
"Niterói"
Iconográfico, assinado no C.I.D. onde consta "Rio".

BIOGRAFIA: descendente de italianos, nasceu em 13 de fevereiro de 1893 no Estado do Rio de Janeiro. Pintor laureado pela Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, onde formou-se com o professor Oswaldo Teixeira. Pai de sete filhos, para criá-los e educá-los o fez com o produto da venda de suas obras, por isso não dispunha de tempo para palestras de porta de museu, o que muito o prejudicou na seleção de trabalhos para prêmios de destaques em exposições.
Mesmo assim não deixaram de reconhecer seus méritos, quando da exposição do Salão de 1949, onde foi agraciado com a medalha de prata pela obra intitulada “Ponte Velha” (paisagem de Niterói). Foi emérito pintor de paisagens, os motivos de sua preferência eram os crepúsculos, as marinhas e as florestas. Bom gastrônomo, como todo italiano, apreciava um bom vinho e uma boa cerveja. Possuía uma bela voz de tenor, o que lhe proporcionou certa frustração em virtude de sua mãe não poder pagar-lhe os estudos de canto, dada a sua condição de ser viúva e sem recursos. Certa vez fora convidado para estudar na Escala de Milão, porém sua mãe não permitiu.
Suas obras estão espalhadas pelo mundo inteiro, destacando-se os Estados Unidos, Suécia, Inglaterra e Argentina. Excursionou por todo o Brasil. Nessas viagens acompanhava-o sempre, sua família. Grandes admiradores de suas pinturas e do “bom garfo” que era, foram, entre outros: Arnaldo Guinle, Gal. Castelo Branco, chefe do Gabinete Militar do Presidente Getúlio Vargas, Dr. Baschine, Diretor da General Elétrica do Brasil, e o Embaixador da Suécia da época, também possuidores de suas telas.
Após longa jornada, com os filhos já criados, foi acometido de crises mentais sendo internado na Casa de Saúde Alfredo Neves, em Niterói, e, mais tarde transferido para a Clínica de Doenças Mentais, em Botafogo, ali permaneceu cerca de dois anos, após a alta hospitalar, tinha algumas vezes alucinações e nesse estado pintava os quadros assinando-os como Coculichi, nome verdadeiro de seus avós italianos, dizendo ser seu avô que os pintava. Coculilo é nome que no Brasil por razões estranhas fora registrado e assim permaneceu.
É importante citar que, várias vezes, não assinava os quadros e posteriormente os vendia a um senhor que, por sua vez também os vendia a outros pintores que assinavam os quadros do como sendo da autoria deles. Certa vez uma dessas obras tirou o primeiro lugar numa exposição, este fato, pelo que soube através dos seus filhos, o abalou muito e pelo que parece foi uma das causas de sua doença.
Nos últimos anos os quadros dele são disputados em leilões, principalmente no Rio de Janeiro e em São Paulo. Em 1985 a procura de suas telas tornou-se mais intensa, por particulares e galerias, alcançado preços relativamente altos, o que proporcionou boa cotação no mercado de arte.
Francisco Coculilo faleceu aos 78 anos de idade de câncer pulmonar, em 8 de julho de 1971 na cidade de São Gonçalo, Rio de Janeiro.

18
ESCOLA NACIONAL DE BELAS ARTES

FRANCISCO COCULILO (Rio de Janeiro, 1895-1945)
Medidas: 40 x 58 cm. / 53 x 70 cm.
Óleo sobre tela
"Vista de Paquetá para a Baía de Guanabara"

BIOGRAFIA: descendente de italianos, nasceu em 13 de fevereiro de 1893 no Estado do Rio de Janeiro. Pintor laureado pela Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, onde formou-se com o professor Oswaldo Teixeira. Pai de sete filhos, para criá-los e educá-los o fez com o produto da venda de suas obras, por isso não dispunha de tempo para palestras de porta de museu, o que muito o prejudicou na seleção de trabalhos para prêmios de destaques em exposições.
Mesmo assim não deixaram de reconhecer seus méritos, quando da exposição do Salão de 1949, onde foi agraciado com a medalha de prata pela obra intitulada “Ponte Velha” (paisagem de Niterói). Foi emérito pintor de paisagens, os motivos de sua preferência eram os crepúsculos, as marinhas e as florestas. Bom gastrônomo, como todo italiano, apreciava um bom vinho e uma boa cerveja. Possuía uma bela voz de tenor, o que lhe proporcionou certa frustração em virtude de sua mãe não poder pagar-lhe os estudos de canto, dada a sua condição de ser viúva e sem recursos. Certa vez fora convidado para estudar na Escala de Milão, porém sua mãe não permitiu.
Suas obras estão espalhadas pelo mundo inteiro, destacando-se os Estados Unidos, Suécia, Inglaterra e Argentina. Excursionou por todo o Brasil. Nessas viagens acompanhava-o sempre, sua família. Grandes admiradores de suas pinturas e do “bom garfo” que era, foram, entre outros: Arnaldo Guinle, Gal. Castelo Branco, chefe do Gabinete Militar do Presidente Getúlio Vargas, Dr. Baschine, Diretor da General Elétrica do Brasil, e o Embaixador da Suécia da época, também possuidores de suas telas.
Após longa jornada, com os filhos já criados, foi acometido de crises mentais sendo internado na Casa de Saúde Alfredo Neves, em Niterói, e, mais tarde transferido para a Clínica de Doenças Mentais, em Botafogo, ali permaneceu cerca de dois anos, após a alta hospitalar, tinha algumas vezes alucinações e nesse estado pintava os quadros assinando-os como Coculichi, nome verdadeiro de seus avós italianos, dizendo ser seu avô que os pintava. Coculilo é nome que no Brasil por razões estranhas fora registrado e assim permaneceu.
É importante citar que, várias vezes, não assinava os quadros e posteriormente os vendia a um senhor que, por sua vez também os vendia a outros pintores que assinavam os quadros do como sendo da autoria deles. Certa vez uma dessas obras tirou o primeiro lugar numa exposição, este fato, pelo que soube através dos seus filhos, o abalou muito e pelo que parece foi uma das causas de sua doença.
Nos últimos anos os quadros dele são disputados em leilões, principalmente no Rio de Janeiro e em São Paulo. Em 1985 a procura de suas telas tornou-se mais intensa, por particulares e galerias, alcançado preços relativamente altos, o que proporcionou boa cotação no mercado de arte.
FRANCISCO Coculilo faleceu aos 78 anos de idade de câncer pulmonar, em 8 de julho de 1971 na cidade de São Gonçalo, Rio de Janeiro.
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PEINTRE DE L'ÉCOLE DE BARBIZON
Artista com obras no Musee D'Orsay

JEAN FERDINAND CHAIGNEAU (Bordéus, França, 1830 - Barbizon, França, 1906"
Óleo sobre tela
Med. 65 cm x 82 cm. / 86 x 62 cm.
Datado: 1879
"Ovelhas em Fontainebleau"

Importante artista com obras nos museus:

Musee D'Orsay
Departamento de Artes Gráficas do Museu do Louvre - coleção de desenhos.
Metropolitan Museum of Art, NY
Museu de Belas Artes da Cidade de Paris
Musée municipal de l'école de Barbizon
Musée des beaux-arts de Lyon
Musée des beaux-arts de Bordeaux
Museu de Belas Artes de Rennes
Amiens: Musée de Picardie
Art Institute of Chicago
Victoria and Albert Museum, Londres
Manchester Art Gallery
Petit Palais

SOBRE:
Entrou na École des beaux-arts de Paris em 1849.

Expôs pela primeira vez no Salão de 1848

Em 1854 obtem o terceiro lugar no concurso Académie des Beaux-Arts e torna-se residente da cidade de Paris. Chaigneau então se afastou da pintura histórica para dedicar-se à paisagem e temas animais.

Participou da Exposição Universal de 1855 e Continuou a expor regularmente nos Salões
Apartir de 1858, encantado com a verdejante floresta de Fontainebleau, mudou-de para Barbizon e
torna, com Théodore Rousseau, Camille Corot e Jean-François Millet , um dos membros da Escola Barbizon.

Foi particularmente conhecido durante a sua vida pela sua arte de pintar animais , caracterizada pelo seu talento para demarcar rebanhos de ovelhas que, de certa forma, constitui a sua marca registada.

Foi também gravador, autor de um álbum de seis placas, Paysages et moutons (1862), depois de doze gravuras originais intituladas Voyage around Barbizon. Além disso, em 1880 ele publicou um Projeto para a reorganização das exposições anuais de artes plásticas .

Medalha de bronze na Exposição Universal de 1889

Ferdinand Chaigneau faleceu em 23 de outubro de 1906 em Barbizon.

Além dos museus franceses, suas pinturas são mantidas em coleções públicas na América do Norte, bem como no Brasil e no Japão.

Exposições
1849: L'Art Français , Viena, n o124.
1854: Bordeaux, Society of Arts Gallery Friends . 4ªexposição da Society of Friends of Arts.
1855: Exposição Universal de 1855 , Marais nos Landes .
1885: exposição em Paris, The Return of Father Chicory e seu rebanho, ao longe a aldeia de Barbizon .
1885: 27 th Exposição de Amiens, organizados pelos amigos das Artes da Somme, Depois da chuva ( N O118); Cordeiros pastagem ( N O119) [ 4 ] .
Exposição Universal de Paris de 1889 .
1985: Homenagem a Ferdinand Chaigneau , prefeitura de Barbizon.
19a
PEINTRE DE L'ÉCOLE DE BARBIZON

Charles Ferdinand Ceramano - 1831 Bélgica / 1909 Barbizon (França)
Medidas: 65 x 92 cm. / 89 x 115 cm.
O.S.T.
Ovelhas

Nascido em Tielt, Bélgica, em 1829, Charles-Ferdinand Ceramano foi autodidata junto com Charles Jacque e os dois colaboraram em projetos regularmente.
Seu trabalho finalmente cresceu com uma firme especialização em cenas pastorais, especificamente focada em rebanhos de ovelhas.
Em última análise, Ceramano seria o último pintor dos grupos Millet e Théodore Rousseau na Escola Barbizon.

Expôs no Salons des Artistes Français em 1893, 1895 e 1897.
Tendo passado os últimos 40 anos de sua vida em Barbizon, França,
Ceramano foi sepultado em Barbizon em 1909.

Leituras:

Dicionário de Artistas E. Benezit, Vol. III, Gründ, 2006, p. 658-659.
Lexicon of the Belgian Romantic Painters, Flippo, Antwerpen, 1981.
Dicionário de pintores belgas nascidos entre 1750 e 1875, Berko, 1981.

https://fr.wikipedia.org/wiki/Charles_Ferdinand_Ceramano
20
Escola Europeia
Espanha- Circa de 1900
Meninos se banhando no Rio
Óleo sobre placa
Medidas: 48 x 67 cm. / 60 x 78 cm.
Assinatura ilegível CID


21
LAFAYETTE REGO
Paisagem Rural, década de 1940
O.S.T. colada sobre cartão (tela de viagem)
Medidas: 22 x 33 cm. / 42 x 52,5 cm.

Artista com obra muito pequena e rara do qual sabe-se:

Em 1948 Participou do Salão da Sociedade Brasileira de Belas Artes
Em 1948 Exposição individual no Liceu de artes e ofícios do Rio de Janeiro.
Em 1949 Participou do Salão Nacional de Belas Artes
Em 1951 Recebeu Menção Honrosa do Salão Baiano de Belas Artes em Salvador

O jornal Gazeta de 1948, disponibilizado pela Biblioteca Nacional cita o verbete: "Este artista nos dá uma mostra de pintura no Liceu de Artes e Ofícios, à Avenida Rio Branco, N7"

22
MANUEL MADRUGA (1882-1951)
Paisagem Rural, década de 1940
O.S.T.
Medidas: 33 x 41 cm. / (moldura Kaminagai) 53 x 61 cm.

Estudou na Academia Imperial de Belas Artes, sob orientação de João Zeferino da Costa e José Maria de Medeiros, onde obteve menção honrosa no de 1894 e medalha de ouro em 1898.

Posteriormente ligou-se a Antônio Parreiras para fundarem o mais importante grupo de sua época, em contraposição a Academia Imperial, o grupo Grimm, liderado pelo próprio Jorge Grimm.
O grupo propunha a pintura ao ar livre, e nele, seu amigo mais próximo era Antônio Parreiras.

Viajou para a Europa em 1894, subvencionado por seu tio, coronel Tomás Madruga, onde estudou na Academia Julien, sob orientação de Jean Laurens e Marcel Baschet. Permaneceu um ano em Roma, na Itália. Voltou a Paris, onde realizou grande parte de seu trabalho.

Em 1898 em diante participou do Salão da Sociedade dos Artistas Franceses e de fez em Paris algumas individuais, inclusive no Musée Carnavalet

No Brasil, em 1899, realizou uma exposição individual, cujo tamanho sucesso financeiro permitiu-lhe voltar para Paris onde fez carreia e viveu por 40 anos, até os idos de 1940.

em 1911 a equipe de artistas encarregada da decoração do Pavilhão do Brasil na Exposição Internacional de Turim. Pintou para a ocasião enorme painel de cinco por dez metros, O Brasil ofertando os produtos do seu solo ao mundo, adquirido mais tarde para o Ministério da Agricultura e depois foi destruído por falta de cultura e manutenção.

Após 40 anos, de volta ao Brasil devido a II Guerra Mundial, venceu o concurso para as decorações do novo edifício do Ministério da Guerra, com O Grito do Ipiranga.

Em 1940 participou do Salão Paulista de Belas Artes e obteve a medalha de prata e a medalha de ouro - postumamente - em 1952.

Praticou um tardio Impressionismo, que cultivou com sensibilidade e emoção verdadeiras.

Devido ao motivo de ser um artista brasileiro, com carreira na França, suas obras em nosso pais, são raras e escassas.

Exposições:
1899 - Casa Postal, São Paulo;

1898 - Salão da Sociedade dos Artistas Franceses, Paris (França);
1908 - Salão Nacional de Belas Artes , Medalha de Ouro, Rio de Janeiro
1911 - Exposição Internacional de Turim (Itália);
1942 - Salão Paulista de Belas Artes, Grande Medalha de Prata, São Paulo
1942 - Salão de Belas Artes de Porto Alegre, Prêmio de Aquisição (RS);
1944 - Medalha de Ouro e 1.º Prêmio Interventor Fernando Costa;
1947 - Prêmio de Aquisição 1948 - Salão Nacional de Belas Artes, Medalha de Ouro, Rio de Janeiro
1949 - Salão Municipal de Belas Artes, 1.° Prêmio Prefeitura do Distrito Federal, Rio de Janeiro
1950 - Salão dos Artistas Nacionais, Medalha de Honra, Rio de Janeiro (RJ).
23
Bustamante Sá

CAPA DO LIVRO: “A PINTURA DE BUSTAMANTE SÁ”. TAMBÉM REPRODUZIDO NA PÁGINA 211.

“Gruta de Maquiné”
Óleo sobre tela
Medidas: 50 x 61 cm.
Déc. 70
Rubens Fortes Bustamante Sá Rio de Janeiro 1907 --- Rio de Janeiro, 1988

Estudou na Escola Nacional de Belas Artes,
Em 1928 iniciou sua participação no Salão Nacional de Arte Moderna, recebendo vasta premiação. em Em 1949 recebeu o Prêmio de Viagem ao estrangeiro.
Estudou em Paris na Academia Julian.
Em 1931 foi fundador do Núcleo Henrique Bernardelli.
Foi professor da Associação Brasileira de Desenho
Foi fundador do Instituto Nacional de Educação de Surdos
Em 1952 exposição individual, no Salão Assírio do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Participou de diversas Exposições Gerais de Belas Artes,
Escola Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro
Menção honrosa na edição de 1933,
Medalha de bronze na de 1934,
Medalha de prata em 1936,
Prêmio de viagem ao país na de 1938
Prêmio de viagem ao estrangeiro na de 1949
De 1952 a 1966 participou do Salão Nacional de Arte Moderna do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
24
ARTISTA VIAJANTE – PERIODO DO IMPÉRIO

Walder, H.
Vista do Rio de Janeiro com Igreja da Glória e Pão de Açúcar ao Fundo.
Aquarela, 9,8 cm x 14,8 cm. / 37,5 x 47,5 cm.
Assinado embaixo à esquerda: H. Walder
25
Enrique Casanova
Panorama do Rio de Janeiro, tomado da Ilha das Cobras, 1883
Litografia aquarelada
Medidas: 36,5 x 108,5 cm. / 51,5 x 127 cm.
Encontra-se assinada: E. Casanova 1893

Reproduzido na página 359 do livro Paisagem do Rio de Janeiro - Aquarelas, Desenhos e Gravuras dos Artistas Viajantes - 1790 - 1890, autoria de George Ermakoff, editado em 2011 por G. Ermakoff Casa Editorial - Rio de Janeiro.

Enrique Casanova (Saragoça, 1850 – Madrid, 1913) foi um pintor aguarelista espanhol que veio para Portugal em 1880 como refugiado político.

Em Portugal adquiriu grande notoriedade, tendo sido mestre da casa real, tendo entre os seu alunos D. Luís I e D. Carlos I, ambos bons aguarelistas. Pintou retratos da família real portuguesa, sendo muito conhecido, pela sua ternura, o retrato da rainha D. Maria Pia e seu neto D. Luís Filipe.

Dirigiu a revista de arqueologia A Arte Portuguesa (1895) e teve colaboração artística em várias publicações periódicas O António Maria (1879-1885;1891-1898), Branco e Negro (1896-1898) e Serões (1901-1911).

Contribuiu com ilustrações científicas para a obra Herpetologie d'Angola et du Congo (1895) de José Vicente Barbosa du Bocage (1823-1907).

Obras:

Aguarelas do Palácio Nacional de Sintra
Sala de Despacho de El-Rei D. Luís I no Palácio Nacional da Ajuda
Gabinete de Trabalho de El-Rei D. Luís I
Quarto de D. Luís I
Sala dos Cisnes
Casa de Jantar (actual Sala das Pegas)
Sala Azul (Palácio Nacional da Ajuda)

Fonte: https://monarquiaportuguesa.blogs.sapo.pt/enrique-casanova-mestre-da-casa-real-539874
26
SEM ASSINATURA
Iconográfico: BAIA DA GUANABARA, século XIX.
34 X 26 CM. / 58 X 48 CM.
Óleo sobre cartão.

27
BENNO TREIDLER (Berlim, Alemanha 1857 - Rio de Janeiro RJ 1931).
"Morro do Castelo", 1928.
Aquarela sobre papel 29 x 38,5 cm./
Medidas: 50 x 59,5 cm.
Assinada, localizada e data no canto inferior esquerdo, Rio de Janeiro 1928.

BIOGRAFIA: Pintor, desenhista, aquarelista, decorador, cenógrafo, professor.

Cursa a Academia de Belas Artes de Berlim, na Alemanha, entre 1875 e 1880, sendo aluno de Christian Wilberg e de Lechner. Por volta de 1870, trabalha como cenógrafo do Teatro Imperial de Berlim. Vem ao Rio de Janeiro em 1885, quando dá aulas de pintura. Fixa residência no Rio de Janeiro em 1891 e faz trabalhos de decoração no Banco do Brasil, no Edifício Gaffrée e na Fabrica de São Paulo. Em 1894, decora o teto do Salão de Honra da Sede do Jockey Club do Brasil. São seus alunos Ana Vasco, Maria Vasco e França Júnior.

Críticas
"O Sr. Treidler - affirmou Gonzaga Duque, possue a arte de mandar, tem a justeza, a precisão do golpe de pincel dos antigos especialistas em aquarella, e, em grande parte, essa certeza e proceder vieram-lhe dos seus estudos de scenographia em Berlim".
Carlos Rubens
RUBENS, Carlos. Pequena história das artes plásticas no Brasil. São Paulo: Nacional, 1941.

"(...) Sua atividade como cenógrafo contribuiu para que resolvesse com facilidade relativa vastas superfícies, e esse treino no teatro iria revelar-se de grande utilidade no Brasil, quando se viu obrigado a resumir, na bidimensionalidade de uma tela, o imenso e desconhecido cenário tropical. Dominara, além disso, com extrema mestria, a técnica da aquarela, que no Brasil, até o momento de sua chegada, não dispusera senão de alguns raros e discretos cultores".
José Roberto Teixeira Leite
LEITE, José Roberto Teixeira. Dicionário crítico da pintura no Brasil. Rio de Janeiro: Artlivre, 1988.

Exposições Coletivas
1885 - Berlim (Alemanha) - Salão de Berlim
1890 - Rio de Janeiro RJ - Exposição Geral de Belas Artes, na Enba - medalha de prata
1894 - Rio de Janeiro RJ - 1ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba - medalha de ouro
1896 - Rio de Janeiro RJ - 3ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1898 - Rio de Janeiro RJ - 5ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1899 - Rio de Janeiro RJ - 6ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1900 - Rio de Janeiro RJ - 7ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1901 - Rio de Janeiro RJ - 8ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1902 - Rio de Janeiro RJ - 9ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1904 - Rio de Janeiro RJ - 11ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1905 - Rio de Janeiro RJ - 12ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1905 - Rio de Janeiro RJ - Salão da Associação dos Aquarelistas
1906 - Rio de Janeiro RJ - 13ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1907 - Rio de Janeiro RJ - Salão da Associação dos Aquarelistas
1909 - Rio de Janeiro RJ - 16ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1912 - Rio de Janeiro RJ - 19ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1924 - Rio de Janeiro RJ - 31ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1925 - Rio de Janeiro RJ - 32ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1926 - Rio de Janeiro RJ - 33ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1930 - Rio de Janeiro RJ - 37ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba

Exposições Póstumas
1978 - São Paulo SP - A Paisagem na Coleção da Pinacoteca, na Pinacoteca do Estado
1980 - São Paulo SP - A Paisagem Brasileira: 1650-1976, no Paço das Artes/ Sociarte
1982 - Rio de Janeiro RJ - Exposição em Homenagem ao Centenário de Anna Vasco
1985 - Rio de Janeiro RJ - O Rio é Lindo, na Galeria de Arte Banerj
1986 - São Paulo SP - Dezenovevinte: uma virada no século, na Pinacoteca do Estado
1989 - São Paulo SP - Pintores Alemães no Brasil durante o Século XIX, no Museu da Casa Brasileira
1989 - Rio de Janeiro RJ - O Rio de Janeiro de Machado de Assis, no CCBB
1996 - Rio de Janeiro RJ - Visões do Rio, no MAM/RJ
2001 - Rio de Janeiro RJ - Aquarela Brasileira, no Centro Cultural Light
2002 - Niterói RJ - Arte Brasileira sobre Papel: séculos XIX e XX, no Solar do Jambeiro

Fonte: Itaú Cultural
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ESCOLA DE MAURICE UTRILLO (Montmartre, 1883 - Dax, 1955)
França, Década de 1920
Óleo sobre madeira.
Paisagem urbana. No verso esboços de outra pintura: paisagem lacustre com ponte.
Medidas:51 x 62 cm. / 78 x 89 cm.
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