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Galeria Paiva Frade
Auctioneer: Alexandre Paiva Frade
CLÁSSICO - MODERNO
05 de October às 20:00h
06 de October às 20:00h
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1
João BAPTISTA DA COSTA (1865 — 1926)
CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
Ex-coleção RAUL PALETTO com dístico no verso.
"Paisagem de Teresópolis".
Óleo sobre tela,
Medidas: 60 x 81 cm. Com moldura: 95 x 116,5 cm.
Assinado no canto inferior esquerdo.


João Batista da Costa (1865 — 1926) foi um pintor, desenhista, professor e ilustrador brasileiro.

Filho de Francisco José da Costa e Emília da Costa. Após uma infância pobre passada no Asilo de Meninos Desvalidos, no Rio de Janeiro, Batista da Costa ingressou em 1885 na Academia Imperial de Belas Artes, com o apoio do Barão de Mamoré, Ministro do Império, onde foi aluno de Zeferino da Costa e de Rodolfo Amoedo.

Em 1896, após ganhar o Prêmio Viagem à Europa, estudou em Paris na Academia Julian. Dois anos depois retorna ao Brasil e a partir de 1906 foi professor e depois diretor da Escalo Nacional de Belas Artes, onde trabalhou até a sua morte.

Bid
R$ 75.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 75.000,00 (BRL)
Cotações
$ 14,250.00 (USD)
$ 15,000.00 (EUR)
$ 2.106.000,00 (ARS)
Cotações
$ 14,250.00 (USD)
$ 15,000.00 (EUR)
$ 2.106.000,00 (ARS)
2
João BAPTISTA DA COSTA (1865 — 1926)
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"Paisagem de Teresópolis".
Óleo sobre madeira,
Medidas: 30 x 40 cm. Com moldura: 71 x 80,5 cm.
Assinado no canto inferior esquerdo.


João Batista da Costa (1865 — 1926) foi um pintor, desenhista, professor e ilustrador brasileiro.

Filho de Francisco José da Costa e Emília da Costa. Após uma infância pobre passada no Asilo de Meninos Desvalidos, no Rio de Janeiro, Batista da Costa ingressou em 1885 na Academia Imperial de Belas Artes, com o apoio do Barão de Mamoré, Ministro do Império, onde foi aluno de Zeferino da Costa e de Rodolfo Amoedo.

Em 1896, após ganhar o Prêmio Viagem à Europa, estudou em Paris na Academia Julian. Dois anos depois retorna ao Brasil e a partir de 1906 foi professor e depois diretor da Escalo Nacional de Belas Artes, onde trabalhou até a sua morte.
Bid
R$ 22.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 22.000,00 (BRL)
Cotações
$ 4,180.00 (USD)
$ 4,400.00 (EUR)
$ 617.760,00 (ARS)
Cotações
$ 4,180.00 (USD)
$ 4,400.00 (EUR)
$ 617.760,00 (ARS)
3
MANUEL FARIA (1895 - 1980)
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INTITULADO NO VERSO: "GRAJAHU"
Obra medalha de prata do Salão Nacional de Belas Artes de 1940.
O.S.T.
Consta da descrição no chassis: "SALÃO DE BELAS ARTES, 1940. MEDALHA DE PRATA".
E CARIMBO: XLVI SALÃO NACIONAL DE BELAS ARTES coberto por reentelamento mas antes registrado fotograficamente. No Chassi consta escrito a pincel pelo artista o referido prêmio. Consta também a obra no catálogo do referido Salão de 1940.
Medindo:130 x 90 cm, com moldura:152 x 112 cm.


Biografia inedita e completa fruto de pesquisa da Galeria Paiva Frade:

Manuel Faria
1895 - 1980, Rio de Janeiro
Em 1909, iniciou seus estudos de arte no Liceu de Artes e Ofícios, quatro anos depois transferiu-se para a Escola Nacional de Belas Artes onde estudou com Lucílio de Albuquerque, Rodolfo Chambelland e João Batista da Costa de quem tornou-se amigo e foi influenciado por toda a vida, porém conseguiu não ser uma copia, mas criar um estilo próprio inclusive tendo pintado sem o uso da tinta preta, como fizeram os impressionistas.
Haveria ainda de pintar um quadro de costumes e com um ele conquistou um merecido e indiscutível primeiro lugar num concurso desse gênero.
Possuidor no Salão Nacional de Bellas Artes, da menção honrosa, em 1922, da medalha de bronze em 1925 e de prata em 1926
Em 1925, segundo o "O Jornal" (RJ), Ano 1925\Edição 02090, Faria realizou uma exposição no saguño do palácio do Lyceu de Artes e Officios do Rio de Janeiro.
Em 1930, segundo o jornal Diário da Noite, de Assis Chateaubriand, deSEQUNDA-FEIRA, 25 DE AGOSTO DE 1930, um fato inusitado aconteceu quando a redação recebeu uma carta de Manoel Faria elogiando e afirmando ser seu concorrente o único merecedor do Prêmio Viagem do Salão Nacional de Belas Artes. A carta era falsa e mereceu a primeira página do Jornal.
Obteve da no Salão de 1931 da Associação dos Artistas Brasileiros, patrocinado pelo Lloyd Brasileiro, um prêmio de viagem ao Brasil, com a tela Serra dos Órgãos, em decisão unânime do júri constituído por Nestor Figueiredo, Olegário Mariano, Celso Kelly, Humberto Cozzo e Cândido Portinari.
Em 1931 realizou uma mostra individual no Palace Hotel, promovida pelaAssociação dos Artistas Brasileiros.
Ainda em 1931, recebeu o premio viagem do Salão Nacional de Belas Artes
Em 1932 realizou uma exposição no Palacio do Lyceu de Artes e Officios com o tema Cidade MAravilhosa.
Em 1934 recebeu o Prêmio Viagem ao Estrageiro, partindo para a Europa
Segundo a edição 00030 do ano 1937 da Revista Ilustração Brasileira, Manuel Faria realizou uma mostra individual no Palace Hotel, promovida pelaAssociação dos Artistas Brasileiros. Manuel Faria trouxe várias lembranças de sua estadia recente na Europa. Duas delas, Coimbra e Penacova,atestam-lhe sensível evolução na técnica.
Expôs individualmente no Rio e em Lisboa, em 1936.
Em 1938 o Museu Nacional de Belas Artes realizou uma grande e prestigiada exposição de Manuel Faria.
Em 1940, Manoel Faria recebe o Prêmio Viagem ao Brasil do XLVI Salão Nacional de Belas Artes com a enorme obra 358 de título "Serra da mar", hoje no acervo da Galeria de Arte Paiva Frade de MG, a obra 359, Corcovado Acervo Museu Nacional de Belas Artes e medalha de prata do Salão Nacional com 360 - Grajahú hoje no acervo da Galeria de Arte Paiva Frade de MG.
Ainda em 1941 a Sociedade Brasileira de Belas Artes realizou uma grande exposição individual do consagrado pintor na Associação Christã de Moços com 60 obras. Ainda
Em 1941 já é membro do júri do Salão Nacional de Belas Artes, premiando o artista cearense Vicente Leite.
Em 1941, por iniciativa do Centro Carioca em prol do turismo indigena edita um álbum de tricromias das paisagens.
Em 1942, ilustrou o catálogo oficial A CIDADE MARAVILHOSA, com uma coleção de paisagens do Rio de Janeiro, com enorme diversidade dos aspectos panorâmicos.
Segundo o Almanach Eu Sei Tudo (RJ) 1946, pág 36, expôs 40 obras no Museu Nacional de Belas Artes, também em 1954 conforme anuncia o jornal Imprensa Popular Ano 1954\Edição 01283.
Em 1951 no segundo Salão da Municipal do Rio de Janeiro recebe, com o quadro "Entrada da Guanabara" o Grande Prêmio Municipalidade do Rio de Janeiro.
Foi é membro do júri de vários Salões Nacionais de Belas Artes
Em 1956, um trágico acidente aconteceu na loja de tintas, atelier de pintura e fábrica de móveis de propriedade de Manoel Faria, na rua do Lavradio n 140 pegou fogo e consumiu o prédio e muitas de suas obras.
Ocupou a cadeira 9 da Academia Brasileira de Belas Artes.
Bid
R$ 22.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 22.000,00 (BRL)
Cotações
$ 4,180.00 (USD)
$ 4,400.00 (EUR)
$ 617.760,00 (ARS)
Cotações
$ 4,180.00 (USD)
$ 4,400.00 (EUR)
$ 617.760,00 (ARS)
4
MANUEL FARIA (1895 - 1980)
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Obra que participou do Salão em que ganhou o Premio viagem ao Brasil da DIVISÃO VERDE AMARELLA do XLVI do Salão Nacional de Belas Artes e Medalha de Prata.
INTITULADO: "Serra do Mar", datado de 1940.
Medindo:170 x 110 cm, com moldura: 193 x 131 cm.


Consta CARIMBO DA DIVISÃO VERDE AMARELLA do XLVI SALÃO NACIONAL DE BELAS ARTES, coberto por reentelamento, mas antes registrado fotograficamente. Consta também a obra no catálogo do referido Salão de 1940.

Biografia inedita e completa fruto de pesquisa da Galeria Paiva Frade:

Manuel Faria
1895 - 1980, Rio de Janeiro
Em 1909, iniciou seus estudos de arte no Liceu de Artes e Ofícios, quatro anos depois transferiu-se para a Escola Nacional de Belas Artes onde estudou com Lucílio de Albuquerque, Rodolfo Chambelland e João Batista da Costa de quem tornou-se amigo e foi influenciado por toda a vida, porém conseguiu não ser uma copia, mas criar um estilo próprio inclusive tendo pintado sem o uso da tinta preta, como fizeram os impressionistas.
Haveria ainda de pintar um quadro de costumes e com um ele conquistou um merecido e indiscutível primeiro lugar num concurso desse gênero.
Possuidor no Salão Nacional de Bellas Artes, da menção honrosa, em 1922, da medalha de bronze em 1925 e de prata em 1926
Em 1925, segundo o "O Jornal" (RJ), Ano 1925\Edição 02090, Faria realizou uma exposição no saguño do palácio do Lyceu de Artes e Officios do Rio de Janeiro.
Em 1930, segundo o jornal Diário da Noite, de Assis Chateaubriand, deSEQUNDA-FEIRA, 25 DE AGOSTO DE 1930, um fato inusitado aconteceu quando a redação recebeu uma carta de Manoel Faria elogiando e afirmando ser seu concorrente o único merecedor do Prêmio Viagem do Salão Nacional de Belas Artes. A carta era falsa e mereceu a primeira página do Jornal.
Obteve da no Salão de 1931 da Associação dos Artistas Brasileiros, patrocinado pelo Lloyd Brasileiro, um prêmio de viagem ao Brasil, com a tela Serra dos Órgãos, em decisão unânime do júri constituído por Nestor Figueiredo, Olegário Mariano, Celso Kelly, Humberto Cozzo e Cândido Portinari.
Em 1931 realizou uma mostra individual no Palace Hotel, promovida pelaAssociação dos Artistas Brasileiros.
Ainda em 1931, recebeu o premio viagem do Salão Nacional de Belas Artes
Em 1932 realizou uma exposição no Palacio do Lyceu de Artes e Officios com o tema Cidade MAravilhosa.
Em 1934 recebeu o Prêmio Viagem ao Estrageiro, partindo para a Europa
Segundo a edição 00030 do ano 1937 da Revista Ilustração Brasileira, Manuel Faria realizou uma mostra individual no Palace Hotel, promovida pelaAssociação dos Artistas Brasileiros. Manuel Faria trouxe várias lembranças de sua estadia recente na Europa. Duas delas, Coimbra e Penacova,atestam-lhe sensível evolução na técnica.
Expôs individualmente no Rio e em Lisboa, em 1936.
Em 1938 o Museu Nacional de Belas Artes realizou uma grande e prestigiada exposição de Manuel Faria.
Em 1940, Manoel Faria recebe o Prêmio Viagem ao Brasil do XLVI Salão Nacional de Belas Artes com a enorme obra 358 de título Serra da mar, hoje no acervo da Galeria de Arte Paiva Frade de MG, a obra 359, Corcovado Acervo Museu Nacional de Belas Artes e medalha de prata do Salão Nacional com 360 - Grajahú hoje no acervo da Galeria de Arte Paiva Frade de MG.
Ainda em 1941 a Sociedade Brasileira de Belas Artes realizou uma grande exposição individual do consagrado pintor na Associação Christã de Moços com 60 obras. Ainda
Em 1941 já é membro do júri do Salão Nacional de Belas Artes, premiando o artista cearense Vicente Leite.
Em 1941, por iniciativa do Centro Carioca em prol do turismo indigena edita um álbum de tricromias das paisagens.
Em 1942, ilustrou o catálogo oficial A CIDADE MARAVILHOSA, com uma coleção de paisagens do Rio de Janeiro, com enorme diversidade dos aspectos panorâmicos.
Segundo o Almanach Eu Sei Tudo (RJ) 1946, pág 36, expôs 40 obras no Museu Nacional de Belas Artes, também em 1954 conforme anuncia o jornal Imprensa Popular Ano 1954\Edição 01283.
Em 1951 no segundo Salão da Municipal do Rio de Janeiro recebe, com o quadro "Entrada da Guanabara" o Grande Prêmio Municipalidade do Rio de Janeiro.
Foi é membro do júri de vários Salões Nacionais de Belas Artes
Em 1956, um trágico acidente aconteceu na loja de tintas, atelier de pintura e fábrica de móveis de propriedade de Manoel Faria, na rua do Lavradio n 140 pegou fogo e consumiu o prédio e muitas de suas obras.
Ocupou a cadeira 9 da Academia Brasileira de Belas Artes.
Bid
R$ 44.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 44.000,00 (BRL)
Cotações
$ 8,360.00 (USD)
$ 8,800.00 (EUR)
$ 1.235.520,00 (ARS)
Cotações
$ 8,360.00 (USD)
$ 8,800.00 (EUR)
$ 1.235.520,00 (ARS)
5
MANUEL FARIA (1895 - 1980)
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Paisagem de Petrópolis, década de 1940.
Óleo sobre tela.
Medidas: 64 x 96 cm. Com moldura: 81,5 x 113,5 cm.

Biografia inedita e completa fruto de pesquisa da Galeria Paiva Frade:

Manuel Faria
1895 - 1980, Rio de Janeiro
Em 1909, iniciou seus estudos de arte no Liceu de Artes e Ofícios, quatro anos depois transferiu-se para a Escola Nacional de Belas Artes onde estudou com Lucílio de Albuquerque, Rodolfo Chambelland e João Batista da Costa de quem tornou-se amigo e foi influenciado por toda a vida, porém conseguiu não ser uma copia, mas criar um estilo próprio inclusive tendo pintado sem o uso da tinta preta, como fizeram os impressionistas.
Haveria ainda de pintar um quadro de costumes e com um ele conquistou um merecido e indiscutível primeiro lugar num concurso desse gênero.
Possuidor no Salão Nacional de Bellas Artes, da menção honrosa, em 1922, da medalha de bronze em 1925 e de prata em 1926
Em 1925, segundo o "O Jornal" (RJ), Ano 1925\Edição 02090, Faria realizou uma exposição no saguño do palácio do Lyceu de Artes e Officios do Rio de Janeiro.
Em 1930, segundo o jornal Diário da Noite, de Assis Chateaubriand, deSEQUNDA-FEIRA, 25 DE AGOSTO DE 1930, um fato inusitado aconteceu quando a redação recebeu uma carta de Manoel Faria elogiando e afirmando ser seu concorrente o único merecedor do Prêmio Viagem do Salão Nacional de Belas Artes. A carta era falsa e mereceu a primeira página do Jornal.
Obteve da no Salão de 1931 da Associação dos Artistas Brasileiros, patrocinado pelo Lloyd Brasileiro, um prêmio de viagem ao Brasil, com a tela Serra dos Órgãos, em decisão unânime do júri constituído por Nestor Figueiredo, Olegário Mariano, Celso Kelly, Humberto Cozzo e Cândido Portinari.
Em 1931 realizou uma mostra individual no Palace Hotel, promovida pelaAssociação dos Artistas Brasileiros.
Ainda em 1931, recebeu o premio viagem do Salão Nacional de Belas Artes
Em 1932 realizou uma exposição no Palacio do Lyceu de Artes e Officios com o tema Cidade MAravilhosa.
Em 1934 recebeu o Prêmio Viagem ao Estrageiro, partindo para a Europa
Segundo a edição 00030 do ano 1937 da Revista Ilustração Brasileira, Manuel Faria realizou uma mostra individual no Palace Hotel, promovida pelaAssociação dos Artistas Brasileiros. Manuel Faria trouxe várias lembranças de sua estadia recente na Europa. Duas delas, Coimbra e Penacova,atestam-lhe sensível evolução na técnica.
Expôs individualmente no Rio e em Lisboa, em 1936.
Em 1938 o Museu Nacional de Belas Artes realizou uma grande e prestigiada exposição de Manuel Faria.
Em 1940, Manoel Faria recebe o Prêmio Viagem ao Brasil do XLVI Salão Nacional de Belas Artes com a enorme obra 358 de título Serra da mar, hoje no acervo da Galeria de Arte Paiva Frade de MG, a obra 359, Corcovado Acervo Museu Nacional de Belas Artes e medalha de prata do Salão Nacional com 360 - Grajahú hoje no acervo da Galeria de Arte Paiva Frade de MG.
Ainda em 1941 a Sociedade Brasileira de Belas Artes realizou uma grande exposição individual do consagrado pintor na Associação Christã de Moços com 60 obras. Ainda
Em 1941 já é membro do júri do Salão Nacional de Belas Artes, premiando o artista cearense Vicente Leite.
Em 1941, por iniciativa do Centro Carioca em prol do turismo indigena edita um álbum de tricromias das paisagens.
Em 1942, ilustrou o catálogo oficial A CIDADE MARAVILHOSA, com uma coleção de paisagens do Rio de Janeiro, com enorme diversidade dos aspectos panorâmicos.
Segundo o Almanach Eu Sei Tudo (RJ) 1946, pág 36, expôs 40 obras no Museu Nacional de Belas Artes, também em 1954 conforme anuncia o jornal Imprensa Popular Ano 1954\Edição 01283.
Em 1951 no segundo Salão da Municipal do Rio de Janeiro recebe, com o quadro "Entrada da Guanabara" o Grande Prêmio Municipalidade do Rio de Janeiro.
Foi é membro do júri de vários Salões Nacionais de Belas Artes
Em 1956, um trágico acidente aconteceu na loja de tintas, atelier de pintura e fábrica de móveis de propriedade de Manoel Faria, na rua do Lavradio n 140 pegou fogo e consumiu o prédio e muitas de suas obras.
Ocupou a cadeira 9 da Academia Brasileira de Belas Artes.
Bid
R$ 6.200,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 6.200,00 (BRL)
Cotações
$ 1,178.00 (USD)
$ 1,240.00 (EUR)
$ 174.096,00 (ARS)
Cotações
$ 1,178.00 (USD)
$ 1,240.00 (EUR)
$ 174.096,00 (ARS)
6
DÉCIO VILLARES (Rio de Janeiro, 1851 — 1931)
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ARES, O DEUS DA GUERRA.
Óleo sobre tela
DATAÇÃO ATRIBUÍDA: Anterior a 1888.*
Medidas: 190 x 123 cm. / 211 x 143 cm.

DO PERSONAGEM: ARES é o deus grego da guerra e da coragem. Ele é um dos Doze Olimpianos , e filho de Zeus e Hera
Seu correspondente Romano é MARTE.

DA DATAÇÃO:
"Católico fervoroso no princípio de sua carreira, Décio Vilares converteu-se em Paris ao dogma POSITIVISTA (1888) , pintando então obras como "Queda do Cristianismo" e "Virgem da Humanidade", destinados a adornar o Templo da Religião da Humanidade na capital francesa. (...)"
"Chama a atenção que as obras arroladas no quadro eram todas em homenagem a
um homem ou mulher reais. Não apoiaram obras a seres MITOLÓGICOS, FICTÍCIOS OU SIMBÓLICOS,
pois a arte para, os positivistas, não deveria ser voltada para ilusões ou para um
sentimentalismo vago."

FONTE: OS FILÓSOFOS EM TINTAS e BRONZE: ARTE, POSITIVISMO E POLÍTICA
NA OBRA DE DÉCIO VILLARES E EDUARDO DE SÁ". Elisabete da Costa Leal , UFRJ

BIOGRAFIA:
Em 1889, Benjamin Constant, ministro da Guerra da República Velha, aprovou a arte final, que serviu de base à pintura a óleo de Villares. Esta foi molde para que as costureiras confeccionassem as primeiras bandeiras da República.
Os republicanos, defendiam a separação de Estado e Igreja e apoiaram o desenho da Bandeira Nacional, concebido por Raimundo Teixeira Mendes em novembro de 1889, após a Proclamação da República. Os rascunhos foram feitos em dois papéis, sendo que Décio Villares foi o responsável pelo desenho da esfera, onde vem as estrelas e os dizeres "Ordem e Progresso".
Em 2010, foi furtada. A Polícia Federal e a Interpol foram acionadas, mas a obra até hoje não foi recuperada.
Filho de um monarquista detentor do título de Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa, garantiu-lhe a entrada no Colégio Pedro II e depois na Academia Imperial de Belas Artes, onde matriculou-se na principal instituição de ensino superior em Artes Plásticas do país, relevante para a vida cultural do Império.
A partir 1870, Villares foi caricaturista na Comédia Social, publicada por Pedro Américo e seu irmão Aurélio de Figueiredo. Posteriormente, Aurélio e Villares trabalharam juntos no atelier de Pedro Américo em Florença.
Estudou na Europa por nove anos no exterior, tendo em 1872, quando foi para Paris e matriculou-se no atelier de Alexandre Cabanel, artista francês dos mais influentes na pintura acadêmica e opositor dos impressionistas - era o preferido de Napoleão III.
Villares foi premiado no Salão de Paris de 1874, ganhando a medalha de ouro de melhor pintura de artista estrangeiro.
Em sua estadia em Paris, Villares, deixa o catolicismo e afirma-se na perspectiva positivo-materialista inaugurada pelo filósofo Auguste Comte e, pinta a obra Virgem da Humanidade para o Templo Positivista de Paris. O positivismo torna-se uma constante na sua obra, inclusive o lema "Ordem e Progresso", que usou na bandeira nacional.
Por suas ideias positivistas, se recusa a se naturalizar francês, e perde o cargo de professor da Académie des Beaux-Arts de Paris, conquistado em concurso.
Regressado ao Brasil em 1881, trabalhou esculturas e vários bustos de personagens históricas.
Após seu retorno da Europa, Villares juntamente com Aurélio de Figueiredo recebem uma grande encomenda oficial: 18 telas retratando índios Botocudos para a Exposição Antropológica de 1882, no Museu Nacional com a presença do imperador, D. Pedro II, e da princesa Isabel.
Em 1887, foi eleito professor de pintura histórica na Academia Imperial de Belas Artes, mas nunca assumiu, pedindo inclusive a extinção da Academia de Belas Artes.
Morreu considerado insubordinado recusou o cargo de professor na Ècole de Beaux Arts de Paris e, ao voltar ao Brasil, na Escola Nacional de Belas Artes.
No Museu Nacional de Belas Artes se encontram 22 trabalhos de Villares.
No dia seguinte à sua morte parte de suas obras é incendiada por sua esposa, que num acesso de loucura ateou fogo em seu ateliê.


Bid
R$ 85.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 85.000,00 (BRL)
Cotações
$ 16,150.00 (USD)
$ 17,000.00 (EUR)
$ 2.386.800,00 (ARS)
Cotações
$ 16,150.00 (USD)
$ 17,000.00 (EUR)
$ 2.386.800,00 (ARS)
7
SÉVRES - FALCONET (D'APRÉS) la baigneuse aux fleurs (BANHISTA COM FLORES) - Belíssima e rara escultura executada em pasta de porcelana de excepcional qualidade, riquíssima em movimentos, assinado manufatura de Sevres e assinatura Falconet (D'APRÉS). França final do Século XIX. Medidas: 25,5 x 26 x 21,5 cm.

NOTA: Étienne-Maurice Falconet (Paris, 1 de dezembro de 1716 - 4 de janeiro de 1791) é contado entre os principais escultores rococós da França. Falconet nasceu em uma família pobre. Primeiro foi aprendiz de carpinteiro, mas algumas de suas figuras de barro, com que ocupava suas horas de lazer, atraíram a atenção do escultor Jean-Baptiste Lemoyne, que fez dele seu pupilo. Uma de suas primeiras esculturas de sucesso foi a de Milo de Crotona, que garantiu seu ingresso na Academia de Belas Artes de Paris em 1754. Ele chamou a atenção do público nos Salões de 1755 e 1757 com seus mármores L'Amour menaçante Le Nymphe descendente au bain, que agora estão no Museu do Louvre. Em 1757 Falconet foi nomeado diretor do ateliê de escultura da Manufacture royale de porcelaine de Sèvres, onde ele trouxe nova vida para o fabrico de pequenas esculturas em porcelana que tinham sido uma especialidade na manufatura antecessora de Sèvres, em Vincennes. A influência do pintor François Bouchere do teatro e ballet são igualmente nítidas em suas formas doces, elegantes e eróticas. Logo no início, Falconet criou um conjunto de mesa em biscuit branco, de meninos ilustrando as artes, destinado a complementar os grandes serviços de jantar. A moda de pequenas esculturas para mesa de jantar se espalhou para a maior parte das manufaturas de porcelana da Europa. Ele permaneceu no posto em Sèvres até que ele foi convidado para a Rússia por Catarina, a Grande, em setembro de 1766. Em São Petersburgo executou uma estátua colossal de Pedro, o Grande, em bronze, conhecida como o Cavaleiro de Bronze, juntamente com sua aluna e enteada de Anne-Marie Collot. Em 1788 voltou a Paris e se tornou diretor da Academia. Muitas das obras religiosas de Falconet, encomendadas por igrejas, foram destruídas na Revolução Francesa. Seus trabalhos profanos tiveram melhor sorte. Ele encontrou tempo para estudar grego e latim, e também escreveu várias brochuras sobre a arte. Denis Diderot confiou-lhe o capítulo sobre "Escultura" na Encyclopédie, publicado separadamente por Falconet em 1768 como Réflexions sur la sculpture. Três anos depois ele publicou Observations sur la statue de Marc-Aurèle, que pode ser interpretado como o programa artístico para a sua estátua de Pedro, o Grande. Os escritos reunidos sobre arte de Falconet, Oeuvres littéraires, veio à luz em seis volumes que foram publicados pela primeira vez em Lausanne, em 1781-1782.

Bid
R$ 7.800,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 7.800,00 (BRL)
Cotações
$ 1,482.00 (USD)
$ 1,560.00 (EUR)
$ 219.024,00 (ARS)
Cotações
$ 1,482.00 (USD)
$ 1,560.00 (EUR)
$ 219.024,00 (ARS)
8
SÉVRES - Escultura em biscuit francês, com marcas do fabricante, reproduz meninos caçando pássaro, Séc. XVIII.
Modelo 262, Livro: "Le biscuit de Sèvres : recueil des modèles de la manufacture de Sèvres au XVIIIe siècle. Publisher: Paris : Pierre Lafitte & Cie, 1913.
Série: Enfant François, (1756-1770) por LA RUE (Louis-Felix de La Rue, Sculpteur a Sévres: (1853-1882).
Medidas: 20 x 16 x 11,5 cm.

NOTA: Étienne-Maurice Falconet (Paris, 1 de dezembro de 1716 - 4 de janeiro de 1791) é contado entre os principais escultores rococós da França. Falconet nasceu em uma família pobre. Primeiro foi aprendiz de carpinteiro, mas algumas de suas figuras de barro, com que ocupava suas horas de lazer, atraíram a atenção do escultor Jean-Baptiste Lemoyne, que fez dele seu pupilo. Uma de suas primeiras esculturas de sucesso foi a de Milo de Crotona, que garantiu seu ingresso na Academia de Belas Artes de Paris em 1754. Ele chamou a atenção do público nos Salões de 1755 e 1757 com seus mármores L'Amour menaçante Le Nymphe descendente au bain, que agora estão no Museu do Louvre. Em 1757 Falconet foi nomeado diretor do ateliê de escultura da Manufacture royale de porcelaine de Sèvres, onde ele trouxe nova vida para o fabrico de pequenas esculturas em porcelana que tinham sido uma especialidade na manufatura antecessora de Sèvres, em Vincennes. A influência do pintor François Bouchere do teatro e ballet são igualmente nítidas em suas formas doces, elegantes e eróticas. Logo no início, Falconet criou um conjunto de mesa em biscuit branco, de meninos ilustrando as artes, destinado a complementar os grandes serviços de jantar. A moda de pequenas esculturas para mesa de jantar se espalhou para a maior parte das manufaturas de porcelana da Europa. Ele permaneceu no posto em Sèvres até que ele foi convidado para a Rússia por Catarina, a Grande, em setembro de 1766. Em São Petersburgo executou uma estátua colossal de Pedro, o Grande, em bronze, conhecida como o Cavaleiro de Bronze, juntamente com sua aluna e enteada de Anne-Marie Collot. Em 1788 voltou a Paris e se tornou diretor da Academia. Muitas das obras religiosas de Falconet, encomendadas por igrejas, foram destruídas na Revolução Francesa. Seus trabalhos profanos tiveram melhor sorte. Ele encontrou tempo para estudar grego e latim, e também escreveu várias brochuras sobre a arte. Denis Diderot confiou-lhe o capítulo sobre "Escultura" na Encyclopédie, publicado separadamente por Falconet em 1768 como Réflexions sur la sculpture. Três anos depois ele publicou Observations sur la statue de Marc-Aurèle, que pode ser interpretado como o programa artístico para a sua estátua de Pedro, o Grande. Os escritos reunidos sobre arte de Falconet, Oeuvres littéraires, veio à luz em seis volumes que foram publicados pela primeira vez em Lausanne, em 1781-1782.
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R$ 3.500,00 (BRL)
Cotações
$ 665.00 (USD)
$ 700.00 (EUR)
$ 98.280,00 (ARS)
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9
CLODION (Claude MicheL, 1738-1814)- SÉVRES- FRANCE. Grupo escultórico em Biscuit francês na cor branca, reproduzindo, Faunesse ladeada por Putti, sendo, um pequeno fauno com a flauta de pã (Siringe), e uma pequena fauna com pandeiro, Séc. XVIII, em perfeito estado. Medidas: 26 x 21,5 x 16,5 cm.

Bid
R$ 6.600,00 (BRL)
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R$ 6.600,00 (BRL)
Cotações
$ 1,254.00 (USD)
$ 1,320.00 (EUR)
$ 185.328,00 (ARS)
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10
SÉVRES, manufatura real- 1789.
Grande estatueta em porcelana branca bisquit figurando FLAUTISTA. Marcado LL ano 1789. Página 341 do livro SÉVRES, des origines à nos jours. Vide fotos. Peso: 7.350 g.
Medidas: 60 x 24 x 24 cm.
Bid
R$ 1.500,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 1.500,00 (BRL)
Cotações
$ 285.00 (USD)
$ 300.00 (EUR)
$ 42.120,00 (ARS)
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11
James Pradier (1790- 1852), Sèvres - Estatueta em Biscuit na cor branca, representa pequeno leitor, marcas do fabricante, assinado Pradier, Séc XVIII. Medidas: 25,5 x 10 x 12,5 cm.

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R$ 3.700,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 3.700,00 (BRL)
Cotações
$ 703.00 (USD)
$ 740.00 (EUR)
$ 103.896,00 (ARS)
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$ 703.00 (USD)
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12
EDGAR WALTER
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(1917-1994)
Paisagem de Sabará
Óleo s/ tela
Ass. e datado 1969, cie e verso
Medidas: 73 x 100 cm. Com moldura: 87 x 113,5 cm.

Sobre Edgar Walter Simmons:
Nasceu em Nova Lima em 1917 e faleceu, aos 77 anos, em Teresópolis 1994. Filho do minerador inglês Frederick James Simmons, e da Ouro Pretana Francisca Walter Hailbulth Simmons.
Em 1935, apenas 18 anos, dedicou-se a dança, especificamente ao Balé Clássico, chegando ao cobiçado posto de primeiro bailarino do Teatro Municipal do Rio Janeiro, o maior posto que alguém poderia almejar no Brasil. Nesta época ainda fez sapateado e dança moderna trabalhando, como auxilio na forma de sustento, nos grandiosos musicais do Cassino da Urca, Quitandinha e outros.
Um dia, estressado do trabalho contábil que exercia no agitado centro do Rio, ao passar em frente a Igreja da Candelária resolve entrar para escutar o órgão, neste momento vê uma criança, um coroinha, deitado sobre um degrau de mármore com uma fresta de luz sobre seu rosto. Essa cena, como uma luz divina, o faz optar naquele momento por ser pintor. Abandonou a dança e o trabalho, de modo súbito, dedicando-se a pintura com Oswaldo Teixeira, na Escola Nacional de Belas artes.
Como um “Faça-se a Luz” nasce, naquele momento o pintor que lidaria como ninguém com raios e frestas de luz. Apesar do retrato e cenas de gênero, sua especialidade maior tornou-se a paisagem e, embora tenha pintado Inglaterra, Itália, França e Austrália, a Minas Gerais da Ouro preto de sua infância continuou a ser sua maior fonte de inspiração. No Rio de Janeiro frequentemente ia ao Corcovado pintar a belíssima estrada das Paineiras, que tornou-se seu principal tema. Tamanha assiduidade, que tinha uma espécie de resguardo do atelier no Hotel Paineiras, onde guardava seus equipamentos e fazia suas refeições.
Aos 36 anos, em 1953, conquistou pela primeira vez, o cobiçado Prêmio Viagem ao estrangeiro do LIX Salão Nacional de Belas artes e, também o premio aquisição de outra obra - algo muito raro.
Seguiu primeiro para Tavistock, cidade de seu pai, na Inglaterra, posteriormente para Milão, Roma, Florença, Veneza e Paris, cidades onde convive com outros artistas premiados do Salão: Iberê Camargo em 1947, Clovis Graciano em 1948, Bustamante Sá em 1949, Armando Pacheco em 1950, Aurelio d'Alincourt e Fernando P. em 1951, Sylvio Pinto em 1952.
No Globo noticia:
"Foi um exemplo de disposição para a vitória da arte..." "... aos 18 anos escapou do curso de contabilidade e chegou ao cobiçado posto de bailarino do Teatro Municipal do Rio Janeiro; ninguém dançava melhor que ele, mas largou tudo pelo desejo de ser pintor."
Com apenas 44 anos, a partir de 1961, devido a sua altíssima qualidade técnica é mais convidado, para os Salões como hors-concours e membro júri. Foi o que aconteceu no Primeiro Salão Fluminense de Belas Artes.
Em 1962, participou da criação do Instituto de Belas Artes do Rio de Janeiro.
Em 1965 é homenageado como hors-concours do festejado Salão do IV Centenário do Rio Janeiro. No Salão da Sociedade Brasileira de Belas Artes recebeu seu segundo Prêmio Viagem ao Estrangeiro. Conquistou ainda, a Medalha de Ouro - Grande Prêmio Governador do Estado do Rio de Janeiro.
Nas comemorações dos 120 anos de JF, O museu Mariano Procópio realizou uma exposição comemorativa - individual de Edgar.
Em 1974, hors-concours, recebeu a “Medalha especial Antônio Parreiras” da Associação Artística Baptista da Costa.
Em 1975, hors-concours, a Sociedade dos Artistas Nacionais confere-lhe a Medalha de Honra, por sua Participação Especial no Salão.
Em 1976, hors-concours, foi o Convidado Especial do Primeiro Salão de Artes Plásticas da Associação Brasileira de Desenho e de Artes Visuais.
Em 1977, recebeu Menção Especial de Honra no Primeiro Salão de Paisagem organizado pela Sociedade Brasileira de Belas Artes.
Em 1978, a Instituição Conexão Brasil-Israel convidou Edgar, como hors-concours, para promover o Salão da Associação Brasileira de Desenho e Artes Visuais no Clube Hebraica.
Em 1985, volta mais uma vez a concorrer, desta vez no Salão da Sociedade Petropolitana de Pintores, um importante salão realizado no Quitandinha Clube e, recebe seu terceiro Prêmio de Viagem ao Estrangeiro e viaja à Alemanha.
Outras premiações acumulam-se: Medalha de Ouro da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, Medalha de Ouro da Associação Brasileira de Desenho e Artes Visuais de 1989 entre muitas outras.
Embora Edgar tenha sido um acadêmico, foi localizado em um documento de 1979 em que o cita até como professor dos Cursos de Verão, da Escola de Artes Visuais do Parque Laje.
Segundo Vitor Braga, autor do livro de Edgar Walter: “Oswaldo Teixeira é uma espécie de hífen; como discípulo de Baptista da Costa, Oswaldo soube transmitir a Edgar toda a força emotiva, técnica e pictórica de seu amigo mais experimentado.”
Bid
R$ 6.200,00 (BRL)
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R$ 6.200,00 (BRL)
Cotações
$ 1,178.00 (USD)
$ 1,240.00 (EUR)
$ 174.096,00 (ARS)
Cotações
$ 1,178.00 (USD)
$ 1,240.00 (EUR)
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13
MAURO FERREIRA (Belo Horizonte, 1958 - 2021)
Óleo sobre tela.
Medidas: 46 x 75 cm. Com moldura: 63 x 92 cm.
Riacho da Zona da Mata, MG.
2005
Bid
R$ 3.000,00 (BRL)
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R$ 3.000,00 (BRL)
Cotações
$ 570.00 (USD)
$ 600.00 (EUR)
$ 84.240,00 (ARS)
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$ 570.00 (USD)
$ 600.00 (EUR)
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14
EDGAR PARREIRAS (Niterói, RJ 1885 – 1960)
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Óleo sobre tela - datado 1953.
Medidas: 54 x 65 cm. Com moldura: 77,5 x 89,5 cm.



Em 1905, estudou com seu tio, o pintor Antônio Parreiras. Posteriormente, seguiram, em 1908, para Paris e Edgar matriculou-se na Academia Julian, onde estudou até 1910.
No Brasil, em 1911, integrou a 1ª Exposição Paulista de Belas Artes, no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo.
Retorna à Paris ainda em 1913, e vive com seu tio Antônio e primo Dakir Parreiras.
1913, recebeu menção honrosa na 20ª Exposição Geral de Belas Artes,
1916, recebeu nova menção honrosa na 23ª Exposição Geral de Belas Artes,
1917, recebeu medalha de bronze na 24ª Exposição Geral de Belas Artes,
1918, recebeu medalha de prata na 25ª Exposição Geral de Belas Artes
1919, recebeu medalha de prata na 26ª Exposição Geral de Belas Artes,
Foi medalha de ouro em 1925.
Em 1928, ao lado de Georgina de Albuquerque, Lucílio de Albuquerque, Pedro Alexandrino, Rodolfo Bernardelli e Oscar Pereira da Silva faz da parte da exposição do Grupo Almeida Júnior, em São Paulo, no Palácio das Arcadas.
Em 1940 fundou, com Azeredo Coutinho e Campofiorito, a Associação Fluminense de Belas Artes, em Niterói,
Obteve medalha de prata em 1940 e grande medalha de prata em 1945 no Salão Paulista de Belas Artes.
Suas pinturas integram o acervo do Museu Antônio Parreiras, em Niterói.
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R$ 3.500,00 (BRL)
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R$ 3.500,00 (BRL)
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$ 665.00 (USD)
$ 700.00 (EUR)
$ 98.280,00 (ARS)
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$ 665.00 (USD)
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15
EDGAR PARREIRAS(Niterói, RJ 1885 – 1960)\CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
OURO PRETO
O.S.T.C.M.
Consta de estudo de marinha inacabado no verso.
Medidas: 24 x 33 cm. Com moldura: 32 x 41 cm.
Dat. 1926



Em 1905, estudou com seu tio, o pintor Antônio Parreiras. Posteriormente, seguiram, em 1908, para Paris e Edgar matriculou-se na Academia Julian, onde estudou até 1910.
No Brasil, em 1911, integrou a 1ª Exposição Paulista de Belas Artes, no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo.
Retorna à Paris ainda em 1913, e vive com seu tio Antônio e primo Dakir Parreiras.
1913, recebeu menção honrosa na 20ª Exposição Geral de Belas Artes,
1916, recebeu nova menção honrosa na 23ª Exposição Geral de Belas Artes,
1917, recebeu medalha de bronze na 24ª Exposição Geral de Belas Artes,
1918, recebeu medalha de prata na 25ª Exposição Geral de Belas Artes
1919, recebeu medalha de prata na 26ª Exposição Geral de Belas Artes,
Foi medalha de ouro em 1925.
Em 1928, ao lado de Georgina de Albuquerque, Lucílio de Albuquerque, Pedro Alexandrino, Rodolfo Bernardelli e Oscar Pereira da Silva faz da parte da exposição do Grupo Almeida Júnior, em São Paulo, no Palácio das Arcadas.
Em 1940 fundou, com Azeredo Coutinho e Campofiorito, a Associação Fluminense de Belas Artes, em Niterói,
Obteve medalha de prata em 1940 e grande medalha de prata em 1945 no Salão Paulista de Belas Artes.
Suas pinturas integram o acervo do Museu Antônio Parreiras, em Niterói.
Bid
R$ 2.600,00 (BRL)
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R$ 2.600,00 (BRL)
Cotações
$ 494.00 (USD)
$ 520.00 (EUR)
$ 73.008,00 (ARS)
Cotações
$ 494.00 (USD)
$ 520.00 (EUR)
$ 73.008,00 (ARS)
16

OSWALDO TEIXEIRA (Rio de Janeiro, 1905 — 1974) CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO Artista premiado com o "Prêmio Viagem" no Salão Nacional. Medidas: 33 X 41 cm. Com moldura: 54,5 x 63,5 cm. Cais de porto, década de 1940. DE 1924 A 1927 (…) Um outro ponto significativo foi sua passagem pela antiga Escola de Belas Artes, onde obteve orientação de Rodolfo Chambelland (1879/1926) em desenho de modelo vivo e de Batista da Costa (1865/1926) em pintura; e conquistou, em 1924, PRÊMIO DE VIAGEM À EUROPA com 19 anos, com o quadro “O pescador.” Dessa forma, não podemos deixar de mencionar que foi o mais jovem artista a receber a distinção em toda a história da Instituição e o único pintor brasileiro a receber todas as honrarias possíveis em sua categoria e um dos mais premiados pintores brasileiros. Ficou fora do país durante alguns anos, PERMANECENDO NA EUROPA ATÉ 1927, ocupado entre a Academia Inglesa e seu estágio em FLORENÇA (Foi aluno da Brittish Academy of Rome) e Paris. FONTE: PINTURA E ARTE GRÁFICA DE OSWALDO TEIXEIRA: UMA REVISÃO HISTORIOGRÁFICA DE SUA OBRA: https://core.ac.uk/download/pdf/227293865.pdf Estudou no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro e na Escola Nacional de Belas Artes - Enba com Baptista da Costa. Em 1924, recebeu o prêmio de viagem ao exterior, na 31ª Exposição Geral de Belas Artes. Em 1925 viajou para a Europa, e esteve em Portugal, Espanha, França e Itália onde viveu na capital do renascimento, Florença. De 1932 e 1937 lecionou desenho na Escola Nacional de Belas Artes e no Instituto Nacional de Educação. Em 1937, assumiu o cargo de diretor do Museu Nacional de Belas Artes - MNBA no Rio de Janeiro, permanecendo até 1961. Em 1940 publicou o livro Getúlio Vargas e a Arte no Brasil. Em 1944 escreveu o prefácio do livro História da Pintura no Brasil de Reis Júnior. Em 1952 participou da exposição "Um Século de Pintura Brasileira" No Museu Nacional de Belas Artes Em 1958 participou da exposição "O Trabalho na Arte" No Museu Nacional de Belas Artes. O Museu Nacional de Belas Artes, o homenageou com um retrospectiva em 1973. Até o final da vida, exerceu a atividade de professor de pintura e em várias instituições, inclusive no Instituto de Belas Artes.

Bid
R$ 3.500,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 3.500,00 (BRL)
Cotações
$ 665.00 (USD)
$ 700.00 (EUR)
$ 98.280,00 (ARS)
Cotações
$ 665.00 (USD)
$ 700.00 (EUR)
$ 98.280,00 (ARS)
17
JOAQUIM DA ROCHA FERREIRA (1900-1965)
Saiba a importância do artista - CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
"Sala de Dona Veridiana da Silva Prado"
O.S.E.
CID
Medidas: 36 x 49 cm. Com moldura: 48 x 57,2 cm.


DA TEMÁTICA: Atualmente sede do Iate Clube de Santos na Av. Higienópolis, 18 - São Paulo capital, o PALACETE VERIDIANA DA SILVA PRADO , foi construído após uma viagem a Paris, da qual
VERIDIANA volta em 1882. Inspirada na arquitetura francesa, ela inicia a construção na chácara que comprara em 1879, no então bairro de Santa Cecília. 
Na chácara, a proprietária lançou um salão intelectual onde se encontravam inúmeras personalidades históricas para discutir sobre arte e política. Lá estiveram pessoas como Teodoro Sampaio, Joaquim Nabuco, Graça Aranha, D. Pedro II e a Princesa Isabel, que elogiou muito o palacete. 
Segundo uma nota publicada no jornal Correio Paulistano de 19 de novembro de 1884, em seu diário, a Princesa Isabel escreveu: “A propriedade de D. Veridiana é lindíssima; casa à francesa, exterior e interior muitíssimo bonitos, de muito bom gosto”. 
Segundo o livro Dona Veridiana, de Luiz Felipe Avila,  quando a mulher recebeu D.Pedro II, ela fez questão de colocar todos os seus filhos e netos em fila, desde o porão de sua chácara até a porta principal do palácio, como se seus entes queridos fossem uma família real prestes a receber o monarca. 
A família Prado foi, de fato, um alicerce para a monarquia. O Barão de Iguape ( pai de Veridiana) era amigo pessoal de D.Pedro I. Além disso, o filho primogênito de Veridiana, Antônio Prado, foi ministro do Império em 1887" (...)
FONTE: https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/dona-veridiana-mulher-que-escandalizou-o-conservadorismo-da-elite-cafeeira-paulista.phtml

(…) “Segundo o sociólogo José de Souza Martins, da USP, Dona Veridiana deixou a casa para o neto, Paulo Prado, que foi patrono da “Semana de 22”, na condição que fosse para um clube masculino, com uma cláusula de que mulher não entraria, pois, as mulheres que falavam mal da vida dela, na casa dela não podiam entrar.”
FONTE: https://jornaldomedico.com.br/2021/09/a-maldicao-de-dona-veridiana-da-silva-prado/

DO AUTOR: JOAQUIM DA ROCHA FERREIRA, também conhecido como "Rocha Ferreira", foi um pintor brasileiro.
Realizou seus estudos no "Colégio do Convento do Carmo", depois no Liceu de Artes e Ofícios e, ao lado de Candido Portinari, Oswaldo Teixeira e Quirino da Silva, na Escola Nacional de Belas Artes, onde foi discípulo de Lucílio de Albuquerque.
No Salão Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro recebeu, dentre, outras as distinções:
1921: menção honrosa no Salão Nacional de Belas Artes;
1924: medalha de bronze no Salão Nacional de Belas Artes;
1932: medalha de prata no Salão Nacional de Belas Artes;
1936: Recebeu o prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Belas Artes. Viveu sucessivamente, entre Roma e Paris onde radicou-se. Ali encontrou a romana Bianca Maria Colléla, com quem casou em grande pompa e teve a bênção epistolar do Sumo Pontífice da Igreja
Católica Apostólica Romana, o Santo Papa Pio XII. O Matrimonio foi celebrado sob o patrocínio do Conde Galleazzo Ciano, Ministro das Relações do Reino da Itália, do Embaixador Leão Velloso e Consulesa Leontina Licínio Cardoso, da representação diplomática dos Estados Unidos do Brasil.
No Salão Paulista de Belas foi Competidor emérito do "Salão Paulista de Belas Artes", galardeou-se em anos quase sucessivos com a "Grande Medalha de Ouro";
"Prêmio Governador do Estado";
"Prêmio Presidência da Assembléia Legislativa"
Em 1962 recebeu prêmio de viagem ao exterior do Salão Paulista de Belas Artes.
Autor de obras emblemáticas de Museus como:
Museu Nacional de Buenos Aires:
"General Osório"
Museu Paulista:
Retrato de José de Anchieta
Dom Pedro I
Museu Histórico Nacional
Barão do Triunfo
General Osório
No Edifício do Ministério da Guerra, no Rio de Janeiro
Painel mosaico de Duque de Caxias - patrono do Exército Nacional
Na Escola Militar das Agulhas Negras:
Destacam-se várias cenas guerreiras da nossos dos feitos e armas.
Do Grande Hotel de Araxá, então maior edificação Balneária da América do Sul:
Autor dos murais em encáustica, que decoraram a rotunda das termas, mostrando a importância dos banhos desde a antiguidade egípcia, Índia, Gréga e Romana.
Recentemente restaurados pelo Iphan.
Fonte Dona Beja em Araxá MG:
Autor dos azulejos que decoram o interior fonte de água radioativa foi batizada com o nome de Dona Beja que, segundo a lenda, costumava tomar banhos naturais no local. Na época a obra foi orçada em 281 contos.
Membro da "Academia Brasileira de Bélas Artes"
Supervisor Artístico dos "Museu Paulista do Ipiranga"
Professor da "Escola Paulista de Belas Artes"
Professor da "Fundação Alvares Penteado"
Membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo.
Homenagens:
No ano de seu falecimento, foi homenageado de no Salão Paulista de Belas Artes, São Paulo de 1965.
Em São Paulo, no Bairro Barra Funda, existe a Avenida Joaquim da Rocha Ferreira, que eterniza seu nome.
1 bid
Bid
R$ 1.700,00 (BRL)
1 bid
Valor do lote
R$ 1.700,00 (BRL)
Cotações
$ 323.00 (USD)
$ 340.00 (EUR)
$ 47.736,00 (ARS)
Cotações
$ 323.00 (USD)
$ 340.00 (EUR)
$ 47.736,00 (ARS)
18
JOAQUIM DA ROCHA FERREIRA (1900-1965)
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Modelo Vivo
O.S.T.
CID
Rio - 936
Medidas: 59 x 47 cm. Com moldura: 80 x 68 cm.

BIOGRAFIA: JOAQUIM DA ROCHA FERREIRA, também conhecido como "Rocha Ferreira", foi um pintor brasileiro.
Realizou seus estudos no "Colégio do Convento do Carmo", depois no Liceu de Artes e Ofícios e, ao lado de Candido Portinari, Oswaldo Teixeira e Quirino da Silva, na Escola Nacional de Belas Artes, onde foi discípulo de Lucílio de Albuquerque.

No Salão Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro recebeu, dentre outras as distinções:
1921: menção honrosa no Salão Nacional de Belas Artes;
1924: medalha de bronze no Salão Nacional de Belas Artes;
1932: medalha de prata no Salão Nacional de Belas Artes;
1936: Recebeu o prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Belas Artes. Viveu sucessivamente, entre Roma e Paris onde radicou-se. Ali encontrou a romana Bianca Maria Colléla, com quem casou em grande pompa e teve a bênção epistolar do Sumo Pontífice da Igreja Católica Apostólica Romana, o Santo Papa Pio XII. O matrimônio foi celebrado sob o patrocínio do Conde Galleazzo Ciano, Ministro das Relações do Reino da Itália, do Embaixador Leão Velloso e Consulesa Leontina Licínio Cardoso, da representação diplomática dos Estados Unidos do Brasil. Ao Salão Paulista de Belas foi Competidor emérito do "Salão Paulista de Belas Artes", galardeou-se em anos quase sucessivos com a "Grande Medalha de Ouro";"Prêmio Governador do Estado";"Prêmio Presidência da Assembleia Legislativa". Em 1962 recebeu prêmio de viagem ao exterior do Salão Paulista de Belas Artes.

Autor de obras emblemáticas de Museus como:
Do Museu Nacional de Buenos Aires:
"General Osório"
Do Museu Paulista:
Retrato de José de Anchieta
Dom Pedro I
Do Museu Histórico Nacional
Barão do Triunfo
General Osório
No Edifício do Ministério da Guerra, no Rio de Janeiro
Painel mosaico de Duque de Caxias - patrono do Exército Nacional
Na Escola Militar das Agulhas Negras:
Destacam-se várias cenas guerreiras da nossos dos feitos e armas.
Do Grande Hotel de Araxá, então maior edificação Balneária da América do Sul:
Autor dos murais em encausticada, que decoraram a rotunda das termas, mostrando a importância dos banhos desde a antiguidade egípcia, Índia, Grega e Romana. Recentemente restaurados pelo Iphan.
Fonte Dona Beja em Araxá MG:
Autor dos azulejos que decoram o interior fonte de água radioativa foi batizada com o nome de Dona Beja que, segundo a lenda, costumava tomar banhos naturais no local. Na época a obra foi orçada em 281 contos.
Membro da "Academia Brasileira de Belas Artes"
Supervisor Artístico dos "Museu Paulista do Ipiranga"
Professor da "Escola Paulista de Belas Artes"
Professor da "Fundação Alvares Penteado"
Membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo.

Homenagens:
No ano de seu falecimento, foi homenageado de no Salão Paulista de Belas Artes, São Paulo de 1965.
Em São Paulo, no da Bairro Barra Funda, existe a Avenida Joaquim da Rocha Ferreira, que eterniza seu nome.
Bid
R$ 2.200,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 2.200,00 (BRL)
Cotações
$ 418.00 (USD)
$ 440.00 (EUR)
$ 61.776,00 (ARS)
Cotações
$ 418.00 (USD)
$ 440.00 (EUR)
$ 61.776,00 (ARS)
19
Grupo escultórico em porcelana europeia, século XIX. Marca somente em numerais em baixo relevo.
TRÊS FIGURAS NA HORA DO CHÁ. Pintura manual e douração.
Peso: 1,730 kg. Medidas: 18 x 21 x 17 cm.
Bid
R$ 1.500,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 1.500,00 (BRL)
Cotações
$ 285.00 (USD)
$ 300.00 (EUR)
$ 42.120,00 (ARS)
Cotações
$ 285.00 (USD)
$ 300.00 (EUR)
$ 42.120,00 (ARS)
20
GRUPO ESCULTÓRICO "MÚSICA NA CORTE" , marca e numeração.
Porcelana alemã Ackermann & Fritze, página 92.
Medidas: 20 x 21 x 29 cm.
Bid
R$ 1.500,00 (BRL)
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R$ 1.500,00 (BRL)
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$ 285.00 (USD)
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21
Grupo escultórico figurando casal de nobres fazendo prova de roupas no atelier de modista. Porcelana de pintura manual. Rica base Rocaille brasonada. Manufatura: EDMÉ SAMSON, Rue Béranger desde 1873, marca número 3450, cerca de 1905, página 545. Marks 1710 to present, Robert Rontgen.
Peso: 2,230 kg. Medidas: 23 x 25 x 17 cm.
Bid
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R$ 1.500,00 (BRL)
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22
Grupo escultórico figurando dama da nobreza fazendo a toalete com dois serviçais. Porcelana de pintura manual, base Rocaille.
Manufatura: LA COURTILLE, Rue de la Fontaine-au-Roi, Paris. Século XIX.
Marca com flechas cruzadas: p.557 Marks Robert Rontgen.
Peso: 2,300 kg. Medidas: 26 x 30 x 20 cm.
Bid
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23
Grupo escultórico figurando cena de campo, com figura adormecida, bode e cãozinho. Porcelana de pintura manual e delicada modelagem floral. Alemanha, século XIX. Marca ilegível, ao estilo de Meissen.
Peso: 3,194 kg.
Medidas: 25 x 33 x 19 cm.

Espadas Cruzadas variantes de Meissen.
Marks Robert Rontgen páginas 544 a 550.
IMITATIONS OF MEISSEN MARKS, chapter 11, páginas 287 a 300. THE BOOK OF MEISSEN, Robert Rontgen.
THE FOLWING COMPANIES USED MARK SIMILAR TO THAT OF MEISSEN: Anspach; Arnstadt; Berlin; Bristol; Buschbad; Caughley; Charlottenbrun; Chelsea; Choisy-le-Roi; Derby; Dresden; Fontainebleau; Gräfenroda; Hohenberg; Hüttensteinach; Ilmenau; Kronach; Kronach; Longton Hall; Lowestoft; Montreuil-sous-Bois; Moscow; Nieder-Salzbrunn; Nymphenburg; Oberhohndorf; Paris; Potschappel; Rauenstein; Schney; Schwarzenbach / Saale; Sitzerode; Tiefenfurt; Tournai; Volkstedt-Rudolstadt; Wallendorf; Weesp; Worcestshire
Bid
R$ 1.500,00 (BRL)
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R$ 1.500,00 (BRL)
Cotações
$ 285.00 (USD)
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$ 285.00 (USD)
$ 300.00 (EUR)
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24
Grande grupo escultórico figurando a FAMILIA DE NAPOLEÃO.
Porcelana branca bisquit, rica em detalhes. Marcado e numerado. Século XIX. Manufatura: A.W.Fr. KISTER SCHEIBE-ALSBACH, Desde 1838. J. P. Cushion, página 87.
Peso: 3,860 kg. Medidas: 27 x 52 x 22 cm.
Bid
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Valor do lote
R$ 1.500,00 (BRL)
Cotações
$ 285.00 (USD)
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$ 42.120,00 (ARS)
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$ 285.00 (USD)
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25
Grande grupo escultórico brasonado e coroado, figurando apresentação do jovem príncipe PHILIPPE D'ORLEANS, SÉCULO XVIII . Nobres em mesura cortês. Trajes acrescidos da técnica "Dresden lace" (rendilhado). Manufatura alemã VEB OLDEST VOLKSTEDT, desde 1762.*
*Marks 1710 to present, Robert Rontgen, página 142.
Peso: 8,100 kg. Medidas: 34 x 60 x 28 cm.

BRASÃO: Philippe II, duque de Orléans (Philippe Charles; 2 de agosto de 1674 - 2 de dezembro de 1723), foi um real francês, soldado e estadista que serviu como regente do Reino da França de 1715 a 1723. Ele era filho de Monsieur Philippe I, Duque de Orléans, e da Duquesa Madame Elisabeth Charlotte. Nascido no palácio de seu pai em Saint-Cloud, ele era conhecido desde o nascimento sob o título de Duque de Chartres.

DA MARCA: Manufactury Porcelain Volkstedt, situado em Rudolstadt, Thuringia, Alemanha, foi a manufatura de porcelana mais antiga na Turíngia. Ele ainda está em negócio como Aelteste Volkstedter Porzellanmanufaktur, o "mais velho Volkstedt Manufactura de Porcelana", que é integrado ao VEB Vereinigte Zierporzellanwerke Lichte, que por sua vez faz parte do Kombinat Feinkeramik Kahla.
A fábrica teve suas origens em um pedido oficial feito 08 de setembro de 1760 pelo fabricante de porcelana Georg Heinrich Macheleid (1723-1801). Macheleid trabalhou muito tempo na manufatura de vidro na Glücksthal e tinha ganhado os arcanos de tomada de porcelana por suas próprias pesquisas, aparentemente independente da Ehrenfried Walther von Tschirnhaus e Johann Friedrich Böttger, os ceramistas em Meissen. Ele queria abrir uma fábrica de porcelana privilegiada, tornando verdadeira porcelana de pasta dura, destina-se a ser instalados em Sitzendorf.
Em 1762 o privilégio foi concedido por Johann Friederich, Fürst von Schwarzburg-Rudolstadt, um grande patrono das artes e música, especificando que a oficina era para ser criado perto sua corte principesco de Schwarzburg-Rudolstadt, sob sua direção pessoal.
Bid
R$ 4.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 4.000,00 (BRL)
Cotações
$ 760.00 (USD)
$ 800.00 (EUR)
$ 112.320,00 (ARS)
Cotações
$ 760.00 (USD)
$ 800.00 (EUR)
$ 112.320,00 (ARS)
26
Grupo escultórico com três figuras em "Carteado" e mesa de chá. Porcelana, pintura manual, manufatura CAPODIMONTI, NÁPOLIS desde 1743.
Peso: 2,006 kg. Medidas: 16 x 20 x 20 cm.


Bid
R$ 1.500,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 1.500,00 (BRL)
Cotações
$ 285.00 (USD)
$ 300.00 (EUR)
$ 42.120,00 (ARS)
Cotações
$ 285.00 (USD)
$ 300.00 (EUR)
$ 42.120,00 (ARS)
27
CESARE ALESSANDRO FORMENTI (Ferrara, 11 de setembro de 1874 — Rio de Janeiro, 23 de janeiro de 1944)
Assinado em monograma: C. A. Formenti
Óleo sobre tela cartonada.
"Mouros muçulmanos."
Medidas: 25,5 x 17 cm. Com moldura: 32,5 x 24 cm.

BIOGRAFIA: Mosaicista e decorador ítalo-brasileiro. Seu filho, Gastão Formenti, também foi pintor.
Estudou Belas Artes na Escola de Belas Artes de Ferrara, Itália. Chegou ao Brasil em 1890, radicando-se em São Paulo. Transferiu-se em 1918 para o Rio de Janeiro, onde montou um ateliê de vitrais.
OBRAS PÚBLICAS EM VITRAIS:
Jockey Club Brasileiro
Clube Naval do Rio de Janeiro, RJ.
Palácio Tiradentes, RJ.
Fundação Oswaldo Cruz, RJ.
Supremo Tribunal Federal no Rio de Janeiro, RJ.
Igreja do Rosário, na cidade de Valença, RJ.
Igreja de Bom Jesus do Monte, na Ilha de Paquetá, RJ.
Catedral Metropolitana de Vitória, ES.
Secretaria da Fazenda do Ceará, Fortaleza, CE.
Faculdade de Medicina do Recife, hoje Memorial da Medicina de Pernambuco, PE.
EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS:
1940 - Rio de Janeiro RJ - Individual promovida pela Sociedade Brasileira de Belas Artes - SBBA
EXPOSIÇÕES COLETIVAS:
1890 - Ferrara (Itália) - Associação de Belas Artes de Ferrara - Prêmio Roma
1908 - Rio de Janeiro RJ - Exposição Comemorativa do Centenário da Abetura dos Portos, realiza a decoração do Pavilhão da Bahia - premiado
1930 - Rio de Janeiro RJ - 37ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba - menção honrosa
1934 - São Paulo SP - 1º Salão Paulista de Belas Artes, na Rua 11 de Agosto
1935 - Rio de Janeiro RJ - 3º Salão Carioca.
EXPOSIÇÕES PÓSTUMAS:
1945 - São Paulo SP - 11º Salão Paulista de Belas Artes, na Galeria Prestes Maia
1982 - São Paulo SP - Pintores Italianos no Brasil, no MAM/SP
1993 - São Paulo SP - O Olhar Italiano sobre São Paulo, na Pinacoteca do Estado.
CRÍTICAS:
"Artista completo - pintor, escultor, vitralista, mosaísta - espalhou com prodigalidade primores de seu talento, devendo destacar-se a obra que realizou em São Paulo, decorando os edifícios do arquiteto Ramos de Azevedo. Compreendeu ele, desde cedo, que a arte não deveria pairar em altitudes inatingíveis; possuía noção muito justa da função da arte na coletividade, e para atingir esse ideal procurou difundir o gosto da decoração entre os particulares, fornecendo uma produção acessível e de boa qualidade".
Henrique Sálvio
150 ANOS de pintura no Brasil: 1820-1970. Apresentação de Jean Boghici e Sergio Sahione Fadel. Textos de Ferreira Gullar e Rogério Faria. Rio de Janeiro: Colorama, 1989.




Bid
R$ 2.200,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 2.200,00 (BRL)
Cotações
$ 418.00 (USD)
$ 440.00 (EUR)
$ 61.776,00 (ARS)
Cotações
$ 418.00 (USD)
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$ 61.776,00 (ARS)
28
CESARE ALESSANDRO FORMENTI (Ferrara, 11 de setembro de 1874 — Rio de Janeiro, 23 de janeiro de 1944)
Assinado em monograma: C. A. Formenti. (Rio, 1818-1944)
Intitulado: "Bacchante"
Pastel oleoso sobre cartão
Medidas: 35 x 28 cm. Com moldura: 56 x 49 cm.

BIOGRAFIA: Mosaicista e decorador ítalo-brasileiro. Seu filho, Gastão Formenti, também foi pintor.
Estudou Belas Artes na Escola de Belas Artes de Ferrara, Itália. Chegou ao Brasil em 1890, radicando-se em São Paulo. Transferiu-se em 1918 para o Rio de Janeiro, onde montou um ateliê de vitrais.
OBRAS PÚBLICAS EM VITRAIS:
Jockey Club Brasileiro
Clube Naval do Rio de Janeiro, RJ.
Palácio Tiradentes, RJ.
Fundação Oswaldo Cruz, RJ.
Supremo Tribunal Federal no Rio de Janeiro, RJ.
Igreja do Rosário, na cidade de Valença, RJ.
Igreja de Bom Jesus do Monte, na Ilha de Paquetá, RJ.
Catedral Metropolitana de Vitória, ES.
Secretaria da Fazenda do Ceará, Fortaleza, CE.
Faculdade de Medicina do Recife, hoje Memorial da Medicina de Pernambuco, PE.
EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS:
1940 - Rio de Janeiro RJ - Individual promovida pela Sociedade Brasileira de Belas Artes - SBBA
EXPOSIÇÕES COLETIVAS:
1890 - Ferrara (Itália) - Associação de Belas Artes de Ferrara - Prêmio Roma
1908 - Rio de Janeiro RJ - Exposição Comemorativa do Centenário da Abetura dos Portos, realiza a decoração do Pavilhão da Bahia - premiado
1930 - Rio de Janeiro RJ - 37ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba - menção honrosa
1934 - São Paulo SP - 1º Salão Paulista de Belas Artes, na Rua 11 de Agosto
1935 - Rio de Janeiro RJ - 3º Salão Carioca.
EXPOSIÇÕES PÓSTUMAS:
1945 - São Paulo SP - 11º Salão Paulista de Belas Artes, na Galeria Prestes Maia
1982 - São Paulo SP - Pintores Italianos no Brasil, no MAM/SP
1993 - São Paulo SP - O Olhar Italiano sobre São Paulo, na Pinacoteca do Estado.
CRÍTICAS:
"Artista completo - pintor, escultor, vitralista, mosaísta - espalhou com prodigalidade primores de seu talento, devendo destacar-se a obra que realizou em São Paulo, decorando os edifícios do arquiteto Ramos de Azevedo. Compreendeu ele, desde cedo, que a arte não deveria pairar em altitudes inatingíveis; possuía noção muito justa da função da arte na coletividade, e para atingir esse ideal procurou difundir o gosto da decoração entre os particulares, fornecendo uma produção acessível e de boa qualidade".
Henrique Sálvio
150 ANOS de pintura no Brasil: 1820-1970. Apresentação de Jean Boghici e Sergio Sahione Fadel. Textos de Ferreira Gullar e Rogério Faria. Rio de Janeiro: Colorama, 1989.



Bid
R$ 1.700,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 1.700,00 (BRL)
Cotações
$ 323.00 (USD)
$ 340.00 (EUR)
$ 47.736,00 (ARS)
Cotações
$ 323.00 (USD)
$ 340.00 (EUR)
$ 47.736,00 (ARS)
29
GASTÃO FORMENTI
1894 - 1974
Estrada Imperial, Petrópolis
Medidas: 65 x 81. Com moldura: 92,5 x 109 cm.
Datado de 1956

Biografia inédita e completa fruto de pesquisa da Galeria Paiva Frade:
Foi além de um pintor, vitralista e cantor brasileiro.
De família de artistas, era filho do italiano Cesare Formenti, pintor, decorador e cantor lírico amador.
Em 1895, sua família se transferiu para São Paulo.
Aos nove anos, começou a estudar pintura com o pai e com Pedro Strina.
Em 1910, transferindo-se com a família para o Rio de Janeiro, passou a trabalhar com o pai em pintura.
Em 1913, da Exposição Geral de Belas Artes, organizada pela Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, recebe menção honrosa.
Em 1921, da mesma Exposição Geral de Belas Artes, recebe medalha de bronze.
E, em 1924 Exposição Geral de Belas Artes, recebe medalha de prata
Também, no Salão Paulista de Belas Artes de 1940, obtem a medalha de prata.
Ao lado do pai, produziu os vitrais da cúpula do Palácio Tiradentes, aa Igreja de São Domingos, do Hospital dos Lázaros de São Cristóvão...
Ao lado de Carmen Miranda, foi o primeiro cantor brasileiro a assinar um contrato com uma rádio, a Mayrink Veiga, em 1930. No mesmo ano, porém, transferiu-se para a Rádio Transmissora. Trocou também de gravadora; saindo da Odeon, passou para a Brunswick e, após gravar um único disco pela Columbia em fevereiro de 1931, foi contratado pela Victor, através da qual lançou várias músicas da dupla Joubert de Carvalho e Olegário Mariano, como o cateretê "De Papo pro Á", a canção "Zíngara" e o fox "Beduíno". Em junho de 1932, gravou a canção "Maringá" (Joubert de Carvalho), um grande sucesso que, mais tarde, daria nome à cidade paranaense.
Começou a se afastar da carreira de cantor a partir de 1940. Entre esse ano e o seguinte, gravou apenas dois discos.
Passou a se dedicar mais à pintura, área em que se destacou com louvor e maestria.
Um de seus entusiastas críticos, foi Monteiro Lobato, que escreveu vários artigos sobre o pintor.
Em 1970, no projeto “Depoimentos para a Posteridade” do Museu da Imagem e do Som de São Paulo – MIS, gravou sua história de vida.
Possui obras no acervo do Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro.
Bid
R$ 3.100,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 3.100,00 (BRL)
Cotações
$ 589.00 (USD)
$ 620.00 (EUR)
$ 87.048,00 (ARS)
Cotações
$ 589.00 (USD)
$ 620.00 (EUR)
$ 87.048,00 (ARS)
30
GASTÃO FORMENTI
Marinha - Itaipu
O.S.T.
Medidas: 60 x 81 cm. Com moldura: 74,5 x 95,5 cm.

Biografia inédita e completa fruto de pesquisa da Galeria Paiva Frade:
Foi além de um pintor, vitralista e cantor brasileiro.
De família de artistas, era filho do italiano Cesare Formenti, pintor, decorador e cantor lírico amador.
Em 1895, sua família se transferiu para São Paulo.
Aos nove anos, começou a estudar pintura com o pai e com Pedro Strina.
Em 1910, transferindo-se com a família para o Rio de Janeiro, passou a trabalhar com o pai em pintura.
Em 1913, da Exposição Geral de Belas Artes, organizada pela Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, recebe menção honrosa.
Em 1921, da mesma Exposição Geral de Belas Artes, recebe medalha de bronze.
E, em 1924 Exposição Geral de Belas Artes, recebe medalha de prata
Também, no Salão Paulista de Belas Artes de 1940, obtém a medalha de prata.
Ao lado do pai, produziu os vitrais da cúpula do Palácio Tiradentes, aa Igreja de São Domingos, do Hospital dos Lázaros de São Cristóvão...
Ao lado de Carmen Miranda, foi o primeiro cantor brasileiro a assinar um contrato com uma rádio, a Mayrink Veiga, em 1930. No mesmo ano, porém, transferiu-se para a Rádio Transmissora. Trocou também de gravadora; saindo da Odeon, passou para a Brunswick e, após gravar um único disco pela Columbia em fevereiro de 1931, foi contratado pela Victor, através da qual lançou várias músicas da dupla Joubert de Carvalho e Olegário Mariano, como o cateretê "De Papo pro Á", a canção "Zíngara" e o fox "Beduíno". Em junho de 1932, gravou a canção "Maringá" (Joubert de Carvalho), um grande sucesso que, mais tarde, daria nome à cidade paranaense.
Começou a se afastar da carreira de cantor a partir de 1940. Entre esse ano e o seguinte, gravou apenas dois discos.
Passou a se dedicar mais à pintura, área em que se destacou com louvor e maestria.
Um de seus entusiastas críticos, foi Monteiro Lobato, que escreveu vários artigos sobre o pintor.
Em 1970, no projeto “Depoimentos para a Posteridade” do Museu da Imagem e do Som de São Paulo – MIS, gravou sua história de vida.
Possui obras no acervo do Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro.
Bid
R$ 3.100,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 3.100,00 (BRL)
Cotações
$ 589.00 (USD)
$ 620.00 (EUR)
$ 87.048,00 (ARS)
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