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Avaible Pieces
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1
Portinari
“Ensaio Cubista”
Óleo sobre madeira
Medidas: 80 x 62 cm.
1958
Assinada e datada na metade inferior esquerda "Portinari 58".
Reproduzido no "Catálogo Raisonné - Vol. IV do artista, pág. 375;
Reproduzido no livro "Portinari - A Construção de uma Obra", pág. 191. [FCO 3042]
4 bids
Bid
R$ 61.000,00 (BRL)
4 bids
Valor do lote
R$ 61.000,00 (BRL)
Cotações
$ 10,980.00 (USD)
$ 9,150.00 (EUR)
$ 1.051.640,00 (ARS)
Cotações
$ 10,980.00 (USD)
$ 9,150.00 (EUR)
$ 1.051.640,00 (ARS)
2
Portinari
“Anchieta”
Guache sobre cartão
Medidas: 8,5 x 32 cm.
1958
Maquete para a pintura mural ou painel "Brasil", não executada.
Reproduzido no Catálogo Raisonné - Vol. III do artista, pág. 334;
Reproduzido no livro "Portinari - A Construção de uma Obra", Ed. Dom Quixote, pág. 130-131;
Participou da Exposição Portinari, 1959, Casa da Amizade com os Povos, Moscou. [FCO 3703]
Bid
R$ 50.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 50.000,00 (BRL)
Cotações
$ 9,000.00 (USD)
$ 7,500.00 (EUR)
$ 862.000,00 (ARS)
Cotações
$ 9,000.00 (USD)
$ 7,500.00 (EUR)
$ 862.000,00 (ARS)
3
Portinari
“Retrato de Jorge Amado”
Desenho a grafite sobre papel
38x28 cm/
1934
Assinado no canto inferior direito. Estudo para a pintura Retrato de Jorge Amado.

Reproduzido no Catálogo Raisonné - Vol. I, pg. 286; Reproduzido no livro Portinari - A Construção de uma Obra, Ed Dom Quixote, pág. 59;
Reproduzido no livro Imagens Negociadas: retratos da elite brasileira, Sergio Miceli, 1996, pág. 163; Participou da exposição "Candido Portinari 1903-1962: pinturas e desenhos, Pinakotheke Cultural, SP, 2002. FCO 473

SOBRE:

Estudou na Escola Nacional de Belas Artes. Interessa-se por um movimento artístico até então considerado marginal: o modernismo.

Em 1928 portinari ganha a medalha de ouro e uma viagem para a Europa, do Salão Nacional de Belas Artes.

Em Paris firmou seu estilo quando teve contato com Van Dongen e Othon Friesz.

Em 1931, portinari volta ao Brasil renovado. Muda completamente a estética de sua obra, valorizando mais cores e a ideia das pinturas. Ele quebra o compromisso volumétrico e abandona a tridimensionalidade de suas obras.
Expõe três telas no Pavilhão Brasil da Feira Mundial em Nova Iorque de 1939. Os quadros chamam a atenção de Alfred Barr, diretor geral do MoMA Nova Iorque, que compra a tela "Morro do Rio" e imediatamente a expõe no Museu, ao lado de artistas consagrados mundialmente.

O interesse geral pelo trabalho do artista brasileiro faz Barr preparar uma exposição individual para portinari em plena Nova Iorque.

portinari pintou dois murais para a Biblioteca do Congresso em Washington.

Na 1° Bienal de São Paulo portinari teve com destaque em uma sala particular.

No começo de 1962, a prefeitura de Barcelona convida portinari para uma grande exposição com 200 telas.

Em 1941. Pinta mural para o edifício da Biblioteca do Congresso, Washington, DC com o título "A descoberta da terra".

Pintou temas sociais, históricos, religiosos, trabalho no campo e na cidade, tipos populares, festas populares, infância, folclore, a fauna, a flora a paisagem e até os retratos dos grandes brasileiros de sua geração.

Suas influências inúmeras o aproximam do renascimento italiano, do cubismo, surrealismo e do muralismo mexicano e Neorrealismo.

Entre 1953 e 1956 os enormes painéis Guerra e Paz, para ONU de Nova Iorque. Em 2012, no Memorial da América Latina, em São Paulo.


Bid
R$ 28.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 28.000,00 (BRL)
Cotações
$ 5,040.00 (USD)
$ 4,200.00 (EUR)
$ 482.720,00 (ARS)
Cotações
$ 5,040.00 (USD)
$ 4,200.00 (EUR)
$ 482.720,00 (ARS)
4
Portinari
“Nossa Senhora”
Grande desenho a carvão e grafite sobre papel
1941
Medidas: 64 x 28 cm.
Assinatura estampada no canto inferior direito "Portinari"
Estudo para a pintura mural "Encontro de Nossa Senhora e Santa Isabel".

Reproduzido nos livros:
Catálogo Raisonné - Vol. II do artista, pág. 184;
Portinari - A Construção de uma Obra, Ed. Dom Quixote, pág. 89. FCO 329

SOBRE:

Estudou na Escola Nacional de Belas Artes. Interessa-se por um movimento artístico até então considerado marginal: o modernismo.

Em 1928 portinari ganha a medalha de ouro e uma viagem para a Europa, do Salão Nacional de Belas Artes.

Em Paris firmou seu estilo quando teve contato com Van Dongen e Othon Friesz.

Em 1931, portinari volta ao Brasil renovado. Muda completamente a estética de sua obra, valorizando mais cores e a ideia das pinturas. Ele quebra o compromisso volumétrico e abandona a tridimensionalidade de suas obras.
Expõe três telas no Pavilhão Brasil da Feira Mundial em Nova Iorque de 1939. Os quadros chamam a atenção de Alfred Barr, diretor geral do MoMA Nova Iorque, que compra a tela "Morro do Rio" e imediatamente a expõe no Museu, ao lado de artistas consagrados mundialmente.

O interesse geral pelo trabalho do artista brasileiro faz Barr preparar uma exposição individual para portinari em plena Nova Iorque.

portinari pintou dois murais para a Biblioteca do Congresso em Washington.

Na 1° Bienal de São Paulo portinari teve com destaque em uma sala particular.

No começo de 1962, a prefeitura de Barcelona convida portinari para uma grande exposição com 200 telas.

Em 1941. Pinta mural para o edifício da Biblioteca do Congresso, Washington, DC com o título "A descoberta da terra".

Pintou temas sociais, históricos, religiosos, trabalho no campo e na cidade, tipos populares, festas populares, infância, folclore, a fauna, a flora a paisagem e até os retratos dos grandes brasileiros de sua geração.

Suas influências inúmeras o aproximam do renascimento italiano, do cubismo, surrealismo e do muralismo mexicano e Neorrealismo.

Entre 1953 e 1956 os enormes painéis Guerra e Paz, para ONU de Nova Iorque. Em 2012, no Memorial da América Latina, em São Paulo.

Bid
R$ 28.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 28.000,00 (BRL)
Cotações
$ 5,040.00 (USD)
$ 4,200.00 (EUR)
$ 482.720,00 (ARS)
Cotações
$ 5,040.00 (USD)
$ 4,200.00 (EUR)
$ 482.720,00 (ARS)
5
Portinari
“Jesuíta”
Grande desenho a nanquim bico-de-pena e lápis sobre cartolina
Medidas: 46 x 27 cm.
1941

Reproduzido nos livros:
Catálogo Raisonné - Vol. II do artista, pág. 272;
Portinari - A Construção de uma Obra, Ed Dom Quixote, pág. 87;
Portinari: o Lavrador de Quadros, 2003, pág. 116;

Participou das exposições:
Portinari, Galeria Praça Roosevelt, SP, 1970;
30 Desenhos de Portinari, Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1987;
Portinari: Retrospectiva, Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, 1997. FCO 400

SOBRE:

Estudou na Escola Nacional de Belas Artes. Interessa-se por um movimento artístico até então considerado marginal: o modernismo.

Em 1928 portinari ganha a medalha de ouro e uma viagem para a Europa, do Salão Nacional de Belas Artes.

Em Paris firmou seu estilo quando teve contato com Van Dongen e Othon Friesz.

Em 1931, portinari volta ao Brasil renovado. Muda completamente a estética de sua obra, valorizando mais cores e a ideia das pinturas. Ele quebra o compromisso volumétrico e abandona a tridimensionalidade de suas obras.
Expõe três telas no Pavilhão Brasil da Feira Mundial em Nova Iorque de 1939. Os quadros chamam a atenção de Alfred Barr, diretor geral do MoMA Nova Iorque, que compra a tela "Morro do Rio" e imediatamente a expõe no Museu, ao lado de artistas consagrados mundialmente.

O interesse geral pelo trabalho do artista brasileiro faz Barr preparar uma exposição individual para portinari em plena Nova Iorque.

portinari pintou dois murais para a Biblioteca do Congresso em Washington.

Na 1° Bienal de São Paulo portinari teve com destaque em uma sala particular.

No começo de 1962, a prefeitura de Barcelona convida portinari para uma grande exposição com 200 telas.

Em 1941. Pinta mural para o edifício da Biblioteca do Congresso, Washington, DC com o título "A descoberta da terra".

Pintou temas sociais, históricos, religiosos, trabalho no campo e na cidade, tipos populares, festas populares, infância, folclore, a fauna, a flora a paisagem e até os retratos dos grandes brasileiros de sua geração.

Suas influências inúmeras o aproximam do renascimento italiano, do cubismo, surrealismo e do muralismo mexicano e Neorrealismo.

Entre 1953 e 1956 os enormes painéis Guerra e Paz, para ONU de Nova Iorque. Em 2012, no Memorial da América Latina, em São Paulo.

Bid
R$ 28.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 28.000,00 (BRL)
Cotações
$ 5,040.00 (USD)
$ 4,200.00 (EUR)
$ 482.720,00 (ARS)
Cotações
$ 5,040.00 (USD)
$ 4,200.00 (EUR)
$ 482.720,00 (ARS)
6
Portinari

RARÍSSIMA OBRA EM QUE PORTINARI RETRATA SEUS PAIS E ELE COMO A SAGRADA FAMILIA

“Fuga para o Egito”
Desenho a grafite e crayon sobre papel
Medidas: 30 x 23,5 cm.
1955

Estudo para pintura "Fuga para o Egito". Assinada e datada na metade inferior à esquerda. "Portinari 55".

Participou da Exposição:
Portinari, Galeria Bonino, Rio de Janeiro.

Reproduzido no catálogo Raisonné - vol. lll, pág: 473;
Reproduzido no livro "Portinari - A Construção de uma Obra", Ed. Dom Quixote, pág.167. FCO 4124

SOBRE:

Estudou na Escola Nacional de Belas Artes. Interessa-se por um movimento artístico até então considerado marginal: o modernismo.

Em 1928 portinari ganha a medalha de ouro e uma viagem para a Europa, do Salão Nacional de Belas Artes.

Em Paris firmou seu estilo quando teve contato com Van Dongen e Othon Friesz.

Em 1931, portinari volta ao Brasil renovado. Muda completamente a estética de sua obra, valorizando mais cores e a ideia das pinturas. Ele quebra o compromisso volumétrico e abandona a tridimensionalidade de suas obras.
Expõe três telas no Pavilhão Brasil da Feira Mundial em Nova Iorque de 1939. Os quadros chamam a atenção de Alfred Barr, diretor geral do MoMA Nova Iorque, que compra a tela "Morro do Rio" e imediatamente a expõe no Museu, ao lado de artistas consagrados mundialmente.

O interesse geral pelo trabalho do artista brasileiro faz Barr preparar uma exposição individual para portinari em plena Nova Iorque.

portinari pintou dois murais para a Biblioteca do Congresso em Washington.

Na 1° Bienal de São Paulo portinari teve com destaque em uma sala particular.

No começo de 1962, a prefeitura de Barcelona convida portinari para uma grande exposição com 200 telas.

Em 1941. Pinta mural para o edifício da Biblioteca do Congresso, Washington, DC com o título "A descoberta da terra".

Pintou temas sociais, históricos, religiosos, trabalho no campo e na cidade, tipos populares, festas populares, infância, folclore, a fauna, a flora a paisagem e até os retratos dos grandes brasileiros de sua geração.

Suas influências inúmeras o aproximam do renascimento italiano, do cubismo, surrealismo e do muralismo mexicano e Neorrealismo.

Entre 1953 e 1956 os enormes painéis Guerra e Paz, para ONU de Nova Iorque. Em 2012, no Memorial da América Latina, em São Paulo.
Bid
R$ 38.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 38.000,00 (BRL)
Cotações
$ 6,840.00 (USD)
$ 5,700.00 (EUR)
$ 655.120,00 (ARS)
Cotações
$ 6,840.00 (USD)
$ 5,700.00 (EUR)
$ 655.120,00 (ARS)
7
Portinari
“Cangaceiro”
Grande desenho a carvão sobre papel
Medidas: 66,5 x 59 cm.
1955
Assinada e datada na metade inferior à esquerda "Portinari 55".
Reproduzido no catálogo Raisonné - vol. III, pág. 468;
Reproduzido no livro "Portinari - A Construção de uma Obra", Ed. Dom Quixote, pág. 168. FCO 2100

SOBRE:

Estudou na Escola Nacional de Belas Artes. Interessa-se por um movimento artístico até então considerado marginal: o modernismo.

Em 1928 portinari ganha a medalha de ouro e uma viagem para a Europa, do Salão Nacional de Belas Artes.

Em Paris firmou seu estilo quando teve contato com Van Dongen e Othon Friesz.

Em 1931, portinari volta ao Brasil renovado. Muda completamente a estética de sua obra, valorizando mais cores e a ideia das pinturas. Ele quebra o compromisso volumétrico e abandona a tridimensionalidade de suas obras.
Expõe três telas no Pavilhão Brasil da Feira Mundial em Nova Iorque de 1939. Os quadros chamam a atenção de Alfred Barr, diretor geral do MoMA Nova Iorque, que compra a tela "Morro do Rio" e imediatamente a expõe no Museu, ao lado de artistas consagrados mundialmente.

O interesse geral pelo trabalho do artista brasileiro faz Barr preparar uma exposição individual para portinari em plena Nova Iorque.

portinari pintou dois murais para a Biblioteca do Congresso em Washington.

Na 1° Bienal de São Paulo portinari teve com destaque em uma sala particular.

No começo de 1962, a prefeitura de Barcelona convida portinari para uma grande exposição com 200 telas.

Em 1941. Pinta mural para o edifício da Biblioteca do Congresso, Washington, DC com o título "A descoberta da terra".

Pintou temas sociais, históricos, religiosos, trabalho no campo e na cidade, tipos populares, festas populares, infância, folclore, a fauna, a flora a paisagem e até os retratos dos grandes brasileiros de sua geração.

Suas influências inúmeras o aproximam do renascimento italiano, do cubismo, surrealismo e do muralismo mexicano e Neorrealismo.

Entre 1953 e 1956 os enormes painéis Guerra e Paz, para ONU de Nova Iorque. Em 2012, no Memorial da América Latina, em São Paulo.
Bid
R$ 32.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 32.000,00 (BRL)
Cotações
$ 5,760.00 (USD)
$ 4,800.00 (EUR)
$ 551.680,00 (ARS)
Cotações
$ 5,760.00 (USD)
$ 4,800.00 (EUR)
$ 551.680,00 (ARS)
8
ACADEMIA IMPERIAL DE BELAS ARTES

F. AURÉLIO (Francisco Aurélio de Figueiredo e Mello, Areia/PB, 1854 - Rio de Janeiro/RJ, 1916)
Óleo sobre Tela

MEDIDAS: 74 x 82 cm.
Floresta da Tijuca

BIOGRAFIA:
Pintor, caricaturista, desenhista, escultor, escritor. Frequenta, ainda adolescente, a Academia Imperial de Belas Artes - Aiba, no Rio de Janeiro, sob a orientação de seu irmão, o pintor Pedro Américo (1843 - 1905), e de Jules Le Chevrel (ca.1810 - 1872). Em 1871, publica suas primeiras caricaturas em A Comédia Social. Colabora também como caricaturista na Semana Ilustrada, de 1873 a 1875, com séries temáticas, como Os Mistérios de Todos os Dias na Côrte, de 1874. Viaja para a Europa e reside em Florença, entre 1876 e 1878. Nessa época, trabalha no ateliê do irmão e estuda com Antonio Ciseri (1821 - 1891), Nicolò Barabino (1832 - 1891) e Stefano Ussi (1822 - 1901), todos pintores de história, gênero e retrato. Retornando ao Brasil, colabora, entre 1878 e 1879, com o periódico Diabo Coxo, no Recife. Nos anos 1880, visita outros países europeus e participa de várias edições da Exposição Geral de Belas Artes. Torna-se conhecido pelos quadros Francesca da Rimini, de 1893, e Último Baile da Ilha Fiscal, 1905. Produz também retratos, naturezas-mortas, cenas de gênero e paisagens. Sua produção é apresentada em duas exposições individuais: a primeira em 1912, no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo, e a segunda, póstuma, em 1956, no Museu Nacional de Belas Artes - MNBA, no Rio de Janeiro.

ANÁLISE:
Aurélio de Figueiredo estuda pintura na Academia Imperial de Belas Artes - Aiba com Jules le Chevrel e com Pedro Américo, seu irmão. A partir da década de 1870, trabalha para publicações como A Comédia Social e Semana Ilustrada. Para o historiador Herman Lima, essas caricaturas se destacam pelo traço vigoroso e elegante, pelo desenho correto e limpo e pela composição harmônica.

Concluído o curso da Academia, viaja para Florença, na Itália, onde permanece entre 1876 e 1878. De volta ao Rio de Janeiro, realiza ainda frequentes viagens à Europa e tem intensa atividade como pintor, expondo em sucessivos salões.

Torna-se conhecido principalmente como pintor de história, com obras como Francesca da Rimini (1883) e Último Baile da Ilha Fiscal (1905). Entretanto, como aponta o crítico Gonzaga Duque (1863-1911), em sua produção de pequeno formato, como nos quadros de gênero e nas paisagens, revela-se mais inovador: "Nos pequenos quadros de gênero, nas alegorias, nas fantasias a pincel, o talento de Aurélio tem uma feição característica. Vê-se que todo o trabalho é espontâneo e rápido. Nos traços, os mais simples, conhece-se a mão sempre ligeira e leve do artista; nos toques, os mais insignificantes, o pincel passa com a mesma facilidade". Como nota ainda o historiador da arte Luciano Migliaccio (1960), em obras como O Copo d´Água (1893) o artista trata a cena de gênero com uma sensibilidade simbolista, que antecede certas obras de Eliseu Visconti (1866-1944).
FONTE: http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa10302/aurelio-de-figueiredo
OBRAS EM MUSEUS: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_pinturas_de_Aur%C3%A9lio_de_Figueiredo

CRÍTICAS:
"Menos dotado que Pedro Américo, chegou a ser pintor de apreciáveis recursos, deixando às vezes pressentir certa inclinação para o Romantismo, na inspiração, conquanto na técnica não se afastasse do convencionalismo acadêmico, desprovido, como sempre, de qualquer espontaneidade pictórica ou nervosismo de desenho. Sua produção é polimorfa, abordando também a caricatura, a escultura e a literatura. Aplicou-se a telas de grandes dimensões, que requerem disposições especiais para a composição e a execução".
CAMPOFIORITO, Quirino. História da pintura brasileira no século XIX. Rio de Janeiro: Pinakotheke, 1983.

"(...) Francisco Aurélio distinguiu-se como pintor de bons recursos e precisão técnica. Dedicou-se com intensidade a composições de temas históricos e aplicou-se com disposição à execução de telas de grandes dimensões. Não obstante ter realizado uma produção de características formalmente convencionais, destacou-se pela acuidade no tratamento cromático, bem como pelo rigor no detalhamento de panejamentos, tapeçarias e ornamentos".
Equipe de pesquisa do MNBA
O MUSEU Nacional de Belas Artes. Prefácio de Alcidio Mafra de Souza. Editado por Alcidio Mafra de Souza. Textos de Abbadia Caparelli et al. São Paulo: Banco Safra, 1985.

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS:
1912 - São Paulo SP - Exposição de Pintura de Aurélio de Figueiredo, no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo na Sala de Congregação do Ginásio de São Paulo

EXPOSIÇÕES COLETIVAS:
1871 - Rio de Janeiro RJ - Mostra Desenho Figurado, na Aiba - medalha de prata e pequena medalha de ouro
1884 - Rio de Janeiro RJ - 26ª Exposição Geral de Belas Artes, na Aiba
1894 - Rio de Janeiro RJ - 1ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1895 - Rio de Janeiro RJ - 2ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1896 - Rio de Janeiro RJ - 3ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1898 - Rio de Janeiro RJ - 5ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1899 - Rio de Janeiro RJ - Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1901 - Rio de Janeiro RJ - 8ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1902 - Rio de Janeiro RJ - 9ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1912 - Rio de Janeiro RJ - 19ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1915 - Rio de Janeiro RJ - 22ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1916 - Rio de Janeiro RJ - 23ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba

EXPOSIÇÕES PÓSTUMAS:
1940 - São Paulo SP - Exposição Retrospectiva: obras dos grandes mestres da pintura e seus discípulos, no Salão de Arte Almeida Júnior da Prefeitura Municipal de São Paulo
1948 - Rio de Janeiro RJ - Retrospectiva da Pintura no Brasil, no MNBA
1950 - Rio de Janeiro RJ - Um Século da Pintura Brasileira: 1850-1950, no MNBA
1950 - Bahia - Um Século de Pintura Brasileira: 1850-1950, s.l.
1950 - Paraíba - Um Século de Pintura Brasileira: 1850-1950, s.l.
1950 - Pernambuco - Um Século de Pintura Brasileira: 1850-1950, s.l.
1953 - São Paulo SP - 2ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão dos Estados
1956 - Rio de Janeiro RJ - Exposição comemorativa do centenário do nascimento do artista, no MNBA
1977 - Rio de Janeiro RJ - Aspectos da Paisagem Brasileira: 1816-1916, no MNBA
1980 - São Paulo SP - A Paisagem Brasileira: 1650-1976, no Paço das Artes
1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal
1985 - Rio de Janeiro RJ - Desfile Venda de Obras, na Acervo Galeria de Arte
1986 - Rio de Janeiro RJ - A Mulher e o Feminino na Pintura Brasileira: 1800-1930, na Acervo Galeria de Arte
1986 - São Paulo SP - Dezenovevinte: uma virada no século, na Pinacoteca do Estado
1989 - Rio de Janeiro RJ - O Rio de Janeiro de Machado de Assis, no CCBB
2000 - Rio de Janeiro RJ - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento. Carta de Pero Vaz de Caminha, no Museu Histórico Nacional
2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal
2005 - São Paulo SP - Homo Ludens: do faz-de-conta à vertigem, no Itaú Cultural
2010 - São Paulo SP - 6ª sp-arte, na Fundação Bienal.


Bid
R$ 35.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 35.000,00 (BRL)
Cotações
$ 6,300.00 (USD)
$ 5,250.00 (EUR)
$ 603.400,00 (ARS)
Cotações
$ 6,300.00 (USD)
$ 5,250.00 (EUR)
$ 603.400,00 (ARS)
9
ARTISTA VIAJANTE – PERIODO DO IMPÉRIO

HILDEBRANDT - Eduard Hildebrandt (Dantzig/Alemanha [atual Gdansk/Polônia], 1817 ou 1818 Berlim/Alemanha, 1868 ou 1869)

66 x85 cm assinado cie
óleo sobre madeira.
Selo exposição no verso "PAISAGEM DO RIO DE JANEIRO- ENGENHO VELHO- Paisagem do Rio de Janeiro , – Estudo do o.s.t. da Pinacoteca do Estado de São Paulo -Brasil"

Pintor e desenhista alemão. Hildebrandt recebeu suas primeiras lições artísticas de seu pai. Ainda jovem, em 1837, mudou-se de Dantzig para Berlim, chegando a visitar alguns estúdios de pintores. Apesar de ter nascido em família pobre, estudou em Berlim entre 1838 e 1840, quando realizou uma viagem de estudos para a ilha de Ruegen, onde descobriu a paisagem da costa do Mar Báltico alemão, utilizando-a como tema para suas pinturas. Visitou ainda a Escandinávia, a Inglaterra e a Escócia com o propósito de conhecer o entorno da costa do mar do norte. Após seu retorno, foi trabalhar no estúdio do pintor de temas marinhos William Krause, que lhe recomendou uma viagem à França. Em 1842, fixou-se em Paris para estudos, sendo influenciado pelo detalhismo de Jean-Baptiste Isabey, de quem foi aluno. Em 1843, participou da Exposição do Salão de Paris com uma pintura de gênero, com a qual foi premiado com medalha de ouro. Voltou a Berlim neste mesmo ano. Em 1844, recomendado por Alexander Von Humboldt, obteve um prêmio de viagem, financiado pelo imperador da Prússia Frederico Guilherme IV, que o levou ao Brasil entre março e outubro desse mesmo ano. Visitou o Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador e Recife, de onde partiu posteriormente para os EUA. Durante sua estadia no Brasil, produziu cerca de 170 aquarelas e desenhos (pertencentes ao Museu de Berlim), a maior parte retratando paisagens naturais, fauna e flora, tipos humanos e vistas citadinas. A viagem às Américas foi decisiva na vida artística de Hildebrandt, pois houve uma diminuição significativa da produção de paisagens marítimas, substituídas então por pinturas de paisagens, com a utilização do contraste e vigorosos efeitos de sombra. Ao retornar à Europa, seus esboços e desenhos serviram para criação de aquarelas e pinturas a óleo, muitas delas posteriormente compradas pela realeza. Em 1845, foi nomeado membro da Academia de Belas Artes de Berlim. Pouco depois, foi nomeado pintor da corte, o que lhe permitiu viajar, em 1848, de Londres para Funchal, na Ilha de Madeira, aproveitando a oportunidade para fazer um cruzeiro ao longo da Costa Ocidental Africana. Sabe-se que Hildebrandt visitou Palmas de Gran Canaria (as Ilhas Canárias) e passou pela Espanha e Portugal para finalmente retornar a Berlim, em 1849. Foi uma viagem bastante prolífica, pois rendeu mais de 200 aquarelas, compradas em sua quase totalidade pelo imperador da Prússia. Na “Berliner Kunstausstellung” (Exposição de Belas Artes de Berlin) o artista concorreu com suas telas “Um olhar sobre o mar” e “Entardecer em Madeira”, com as quais recebeu medalha de ouro. Novamente patrocinado pelo imperador prussiano, realizou, entre 1851 e 1864, uma série de viagens para outros países, entre os quais Grécia, Turquia, Egito, Palestina, Escandinávia, Índia, China e Japão. Pintou obras referentes a estes países (compradas também pelo Imperador prussiano e pelo Czar Nicolau I da Rússia), acumulando farto volume de trabalho e usando esse material para compor a obra Viagem à Volta do Mundo, publicada em 1867. Fez ainda outra viagem promovida pela corte prussiana nas montanhas Suíças, na Áustria e na Itália. Participou de exposições individuais e coletivas, onde apresentou suas obras de viagem. É considerado um dos grandes paisagistas alemães do século XIX.

Bid
R$ 800.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 800.000,00 (BRL)
Cotações
$ 144,000.00 (USD)
$ 120,000.00 (EUR)
$ 13.792.000,00 (ARS)
Cotações
$ 144,000.00 (USD)
$ 120,000.00 (EUR)
$ 13.792.000,00 (ARS)
10
BAPTISTA DA COSTA (Rio de Janeiro, 1865– 1926)
Paisagem de Petrópolis - Westphalia
Medidas: 33 x 46 cm. / 54 x 66,5 cm.
O. S. Madeira

Foi: Pintor , desenhista, professor e ilustrador brasileiro. Comumente conhecido como o Mestre dos Verdes .
Vila Westphalia, residência em Petrópolis do barão do Rio Branco, onde foi assinado o Tratado de Petrópolis .....
Bid
R$ 50.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 50.000,00 (BRL)
Cotações
$ 9,000.00 (USD)
$ 7,500.00 (EUR)
$ 862.000,00 (ARS)
Cotações
$ 9,000.00 (USD)
$ 7,500.00 (EUR)
$ 862.000,00 (ARS)
11
ACADEMIA IMPERIAL DE BELAS ARTES - GRUPO GRIMM

ANTONIO PARREIRAS (1860 - 1937)
Interior do estado do Rio de Janeiro.
Medidas: 51 x 74 cm. / 77 x 100 cm.
O.S.T.
1925.

Considerando que entre os nomes de seus maiores já falecidos, conta o Estado do Rio de Janeiro, com o de Antônio parreiras. Pintor genial que ainda em vida, fora consagrado o mais eminente dos
artistas entre os brasileiros.

Essa obra, Data de 1925, o ano que termina a decoração do Palacio da Liberdade em Belo Horizonte e assina contrato para decorar O Conservatorio de Musica de Minas Gerais. Também em 1925 foi eleito o maior artista do país, no Grande Concurso Nacional realizado entre os leitores da revista Fon-Fon (Revista Fon-Fon, 28 de março de 1925). Os segundo e terceiro lugares ficaram para Rodolfo Bernardelli e Baptista da Costa, respectivamente.

SOBRE:

Em 1883, matriculou-se na Academia Imperial.

Em 1884, deixou de fazer parte da Academia para pintar d'après nature junto ao núcleo formado pela inspiração do pintor alemão Georg Grimm.

EM 1886 Dom Pedro II não só visitou a exposição na casa do paisagista niteroiense, mas também adquiriu duas obras do pintor. Foi então que a Academia encomendou algumas obras, sob a condição de quando retornasse ao Brasil, lecionasse algumas aulas sem a necessidade de receber salário.
Na França, parreiras montou seu próprio ateliê e tornou-se sucesso, quando voltou, cumpriu o acordo e tornou-se professor de paisagem na Academia.

Nos vários anos entre Brasil e França, executou encomendas oficiais para edifícios públicos destacando entre outros:
"Sertanejas" para decorar o Palácio do Catete,
Painéis para a sede do Supremo Tribunal Federal.

parreiras foi o segundo pintor brasileiro a expor no Salão de Paris.

Em 1911 e nomeado delegado da Sociedade Nacional de Belas-Artes.

Em 1922 conquistou todas as Grandes Honrarias:
Medalha de Ouro (Exposição do Centenário da Independência)
Medalha de Honra (Exposição do Centenário da Independência)
Grande Medalha (Exposição do Centenário da Independência)

Em 1926 foi publicada sua primeira biografia de Antônio parreiras.

Em 1927, Antônio parreiras participou da inauguração de um busto em bronze, sua homenagem, executado pelo francês Marc Robert e exposto no Jardim Icaraí, atual praça Getúlio Vargas.

Em sua carreira, pode-se dizer que Antônio parreiras expressou o romantismo, ainda que de forma tardia, em "sua forma de procurar um lugar no mundo".

Segundo ele próprio, ao longo de aproximadamente 55 anos, realizou mais de 850 pinturas, das quais 720 foram criadas em solo brasileiro, tendo feito 39 exposições no Rio de Janeiro e em vários outros estados do Brasil.
Foto do Museu Antonio parreiras, sua antiga casa, visitada por D. Pedro II
Bid
R$ 35.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 35.000,00 (BRL)
Cotações
$ 6,300.00 (USD)
$ 5,250.00 (EUR)
$ 603.400,00 (ARS)
Cotações
$ 6,300.00 (USD)
$ 5,250.00 (EUR)
$ 603.400,00 (ARS)
12
ACADEMIA IMPERIAL DE BELAS ARTES - GRUPO GRIMM

ANTONIO PARREIRAS (1860 - 1937)
Montanhas rochosas, Serra das Araras, RJ.
O.S.T.
Medidas: 40 x 70 cm. / 66 x 95 cm.
Assinado e datado (1932)

Considerando que entre os nomes de seus maiores já falecidos, conta o Estado do Rio de Janeiro, com o de Antônio Parreiras. Pintor genial que ainda em vida, fora consagrado o mais eminente dos
artistas entre os brasileiros.

Essa obra, uma das primeiras após longos anos de sucesso em Paris pintando "nu artístico", revela a retomada pelo espirito do Grupo Grimm, do qual foi um de seus fundadores na década de 1880, quando o alemão Johann Georg Grimm reúne em torno de si um grupo de estudantes entusiasmados com a ideia de, como ele, pintar o naturalismo do ambiente nacional, o que em muito se celebrou na imprensa nacional, pois a iniciativa do estrangeiro que fazia ver aos brasileiros sua própria terra.

Os artistas que fizeram parte desse grupo são fundamentais dentro da história da arte brasileira, dentre eles: Antonio Parreiras, Giambattista Castagneto, Garcia y Vasquez, Hipólito Caron, Gomes Ribeiro e França Júnior, que dedicaram-se à pintar realísticas paisagens, e como um desafio o dificílimo tema de pedreiras.

Parreiras:

Em 1883, matriculou-se na Academia Imperial.

Em 1884, deixou de fazer parte da Academia para pintar d'après nature junto ao núcleo formado pela inspiração do pintor alemão Georg Grimm.

EM 1886 Dom Pedro II não só visitou a exposição na casa do paisagista niteroiense, mas também adquiriu duas obras do pintor. Foi então que a Academia encomendou algumas obras, sob a condição de quando retornasse ao Brasil, lecionasse algumas aulas sem a necessidade de receber salário.
Na França, Parreiras montou seu próprio ateliê e tornou-se sucesso, quando voltou, cumpriu o acordo e tornou-se professor de paisagem na Academia.

Nos vários anos entre Brasil e França, executou encomendas oficiais para edifícios públicos destacando entre outros:
"Sertanejas" para decorar o Palácio do Catete,
Painéis para a sede do Supremo Tribunal Federal.

Parreiras foi o segundo pintor brasileiro a expor no Salão de Paris.

Em 1911 e nomeado delegado da Sociedade Nacional de Belas-Artes.

Em 1922 conquistou todas as Grandes Honrarias:
Medalha de Ouro (Exposição do Centenário da Independência)
Medalha de Honra (Exposição do Centenário da Independência)
Grande Medalha (Exposição do Centenário da Independência)

Em 1926 foi publicada sua primeira biografia de Antônio Parreiras.

Em 1927, Antônio Parreiras participou da inauguração de um busto em bronze, sua homenagem, executado pelo francês Marc Robert e exposto no Jardim Icaraí, atual praça Getúlio Vargas.

Em sua carreira, pode-se dizer que Antônio Parreiras expressou o romantismo, ainda que de forma tardia, em "sua forma de procurar um lugar no mundo".

Segundo ele próprio, ao longo de aproximadamente 55 anos, realizou mais de 850 pinturas, das quais 720 foram criadas em solo brasileiro, tendo feito 39 exposições no Rio de Janeiro e em vários outros estados do Brasil.
Foto do Museu Antonio Parreiras, sua antiga casa, visitada por D. Pedro II.
Bid
R$ 30.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 30.000,00 (BRL)
Cotações
$ 5,400.00 (USD)
$ 4,500.00 (EUR)
$ 517.200,00 (ARS)
Cotações
$ 5,400.00 (USD)
$ 4,500.00 (EUR)
$ 517.200,00 (ARS)
13
Edouard VAUMORT (RENNES, 1823 - 1886)
Cena de Casamento
O.S.T.
Medidas: 24 x 32 cm. / 46 x 54 cm.

Seu pai Jean nasceu em 3 de setembro de 1796, em Vaumort, Bourgogne, France e viveu em Rennes, casou em 1812 e abriu seu primeiro estabelecimento em 1820. Uma fábrica nos moldes dos ceramistas chineses produzindo porcelanas com massa dura. Em 1827 Muda e amplia suas instalações, passando a gerenciar uma equipe e pintando porcelanas.
Jean Vaumort, um dos primeiros ceramistas, falece em 1843 e sua viúva assume a gestão da fabrica.
Madame Vaumort falece em 1855. Edward Vaumort, seu filho, pintor de gênero e paisagem assume as pinturas das cerâmicas em colaboração com dois irmãos. Encerram os trabalhos em 1878.

As antigas fábricas de faiança de Rennes

Obra leiloada , pela casa Leiloeira Americana, fundada em 1929, a Charlton Hall Galleries.
Bid
R$ 6.600,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 6.600,00 (BRL)
Cotações
$ 1,188.00 (USD)
$ 990.00 (EUR)
$ 113.784,00 (ARS)
Cotações
$ 1,188.00 (USD)
$ 990.00 (EUR)
$ 113.784,00 (ARS)
14
ESCOLA NACIONAL DE BELAS ARTES - MEDALHA DE OURO

RAIMUNDO CELA (Sobral, CE, 1890 - Niterói, RJ, 1954).
Aquarela datada de 1954, ano da morte do artista em Niterói. Inscrição em carvão no verso: "primeira aquarela de 1954" (emoldurado em sanduíche de vidro anti-reflexo)
Medidas: 29 x 43 cm. / 44 x 59 cm.
ICONOGRAFIA DE NITERÓI: Praia das Flechas, chegando na Pedra da Itapuca. O primeiro prédio é o número 171, Edifício Itapuca, o primeiro do Bairro do Ingá. O último ao fundo, é o Edifício Moema na Praia de Icaraí, Rua Joaquim Távora.

REFERÊNCIAS: (...)No seu regresso ao Rio de Janeiro, em 1945, Raimundo Cela volta a participar de exposições e salões no eixo Rio/São Paulo. O artista promissor, que
chegara a ser dado como morto pela ausência de notícias, retorna de forma
triunfante, e sua obra conquista o espaço e o reconhecimento merecidos. Nesse mesmo ano, ele recebe a medalha de ouro no L Salão Nacional de Belas
Artes, no Rio de Janeiro. Repetindo o feito obtém, em 1947, as medalhas de
ouro em gravura e em pintura no LII Salão Nacional de Belas Artes. Realiza
diversas exposições individuais, é premiado com a Pequena Medalha de Ouro
no IX Salão Paulista de Belas Artes, em São Paulo, e recebe o Prêmio Antônio
Parreiras em pintura, no VII Salão Fluminense de Belas Artes de Niterói.
Cela retoma também sua atividade como professor de desenho, assumindo,
em 1948, a cadeira de Modelo Vivo e Desenho Figurado na Escola Fluminense de Belas Artes de Niterói. Em 1949 concorre a cadeira de Geometria Descritiva na ENBA, para a qual publica sua tese Perspectiva das Sombras Solares
em que analisa seus estudos para a pintura Jangadeiros em Palestra. Em 1950 é
aprovado com unanimidade para o cargo de professor de Gravura da Escola
Nacional de Belas Artes, passando assim a figurar entre os mestres que o formaram. Assume o cargo em 1951, lecionando até 1954, o ano de sua morte. (...)
Bid
R$ 12.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 12.000,00 (BRL)
Cotações
$ 2,160.00 (USD)
$ 1,800.00 (EUR)
$ 206.880,00 (ARS)
Cotações
$ 2,160.00 (USD)
$ 1,800.00 (EUR)
$ 206.880,00 (ARS)
15
Alberto da Veiga Guignard - Retrato de D. Lucia Flecha
de Lima - Déc. 40
Óleo sobre madeira
MED. 80 x 60 cm
Assinado no verso

Nascida em Minas Gerais, foi retrada pelo artista ainda
em sua juventude antes de ficar conhecida e ser
considerada uma das mulheres mais glamourosas e
elegantes da diplomacia brasileira.
Nos anos 90, junto
com o marido, o embaixador aposentado Paulo Tarso
Flexa de Lima, levou o Brasil para as manchetes
durante o comando das embaixadas de Paris, Roma,
Londres e Washington, postos mais cobiçados do
Itamaraty.
Durante a separação e morte da princesa
Diana, Lúcia ganhou destaque como sua primeira
amiga e confidente. A ex embaixatriz faleceu em
Brasilia aos 76 anos em 2017.
Bid
R$ 130.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 130.000,00 (BRL)
Cotações
$ 23,400.00 (USD)
$ 19,500.00 (EUR)
$ 2.241.200,00 (ARS)
Cotações
$ 23,400.00 (USD)
$ 19,500.00 (EUR)
$ 2.241.200,00 (ARS)
16
ARTISTA VIAJANTE – PERIODO DO IMPÉRIO

Iconografia do Novo Mundo
Porto com negros livres,
óleo sobre c. 1840
Medidas: 66 x 98
Com moldura 82 x 116 cm.

Especificamente sobre essa obra escreve o Prof Dr. Julio Bandeira - Sócio do IHGB, do IHGRJ e do Pen Clube, pertence ao corpo de pesquisadores e curadores da Biblioteca Nacional, realizou seu pós-doutorado na ECO/UFRJ, sendo Doutor em Teoria e História da Arte pela Universidade de Essex, Reino Unido, Mestre em História do Brasil pelo IFCS/UFRJ e Bacharel em Comunicação Social pela PUC/RJ.

A marinha Porto com negros livres, título que atribuímos a este óleo sobre tela de autoria desconhecida, se aproxima, pelo cenário com elementos das Índias Ocidentais, da obra do pintor italiano Agostino Brunias (1730–1796), célebre pela sua representação costumbrista de escravizados . Um exame mais detalhado a remete, contudo, a uma fatura posterior, de meados do século XIX, em que os negros representados na tela são homens livres.
Os elementos de estilo empregados pelo autor, ao que tudo indica um dos muitos artistas viajantes europeus que percorreram o Novo Mundo, trazem para o expectador uma série de referências paradoxais à situação de ex-escravizados que parecem contraditórias, associando pobreza ao contentamento. Isso se dá, por exemplo, no fato de todas as 23 figuras, mulheres, homens e uma criança, apesar de estarem andrajosas, transmitirem serenidade. Entre elas, algumas se dedicam a tarefas cotidianas, como os barqueiros, o pescador e a lavadeira trazendo à cabeça uma enorme trouxa, mas a maioria se entretém em tertúlias. O namoro da lavadeira abraçada ao seu par no primeiro plano, cuja trouxa está largada na mureta, sugere que são donos de seu tempo. Não há feitores, nem brancos.
Visto que as revoltas da escravatura no Caribe se iniciam com a revolta de São Domingos(1791-1803) e acontece a libertação dos escravos nas Índias Orientais Britânicas em 1833, podemos coloca lo como uma iconografia caribenha edatar este quadro como da primeira metade do século XIX entre 1804 e 1833, o que leva o pintor por suatemática, aser um seguidor da escola Brunias.
Bid
R$ 60.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 60.000,00 (BRL)
Cotações
$ 10,800.00 (USD)
$ 9,000.00 (EUR)
$ 1.034.400,00 (ARS)
Cotações
$ 10,800.00 (USD)
$ 9,000.00 (EUR)
$ 1.034.400,00 (ARS)
16a
PERIODO DO IMPÉRIO

Henrique Tribolet (Rio de Janeiro/RJ, 1862 - 1908)
Casario na Gávea - Rio de Janeiro.
Méd: 35 x 26 cm.
Datado 1896.
Participou da Exposição Geral de Belas Artes de 1896.
Esta casa pertenceu ao antiquário Antonio Caetano e permanece conservada até os dias de hoje.

Nota Biográfica: Henrique tribolet foi um pintor e desenhista franco-brasileiro. Foi aluno e companheiro do paisagista italiano Nicola Facchinetti, a quem deve toda sua excelente formação artística. Tal como seu mestre, deixou muitos quadros em pequeno formato. Nota declaração do Doutor em História Eduardo Schnnoor: "Eu, Eduardo Schnoor Professor Doutor em História social pela USP-SP, venho informar que considero procedente ser o quadro ost 21X32 pintado em 1889 por Henrique tribolet ter como iconografia do Rio de Janeiro , os estabelecimentos militares do Exercito Imperial existentes na Ilha do Bom Jesus que ficava próxima a Ilha do Governador. Além dos prédios o pequeno trapiche acrescenta um importante dado a esta iconografia por ser pelo tamanho um trapiche de "serviço" Areas estas aterradas do decorrer do crescimento da Cidade.
Bid
R$ 22.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 22.000,00 (BRL)
Cotações
$ 3,960.00 (USD)
$ 3,300.00 (EUR)
$ 379.280,00 (ARS)
Cotações
$ 3,960.00 (USD)
$ 3,300.00 (EUR)
$ 379.280,00 (ARS)
16b
PERIODO DO IMPÉRIO

HENRIQUE TRIBOLET(Rio de Janeiro/RJ, 1862 - 1908)
ESTUDO BASEADO NA OBRA ENSEADA DE BOTAFOGO DE 1817 POR THOMAS ENDER. Colecção Casa Geyer.
Óleo sobre madeira.
25,5 x 40,5 cm
"Praia da Enseada de Botafogo"
Procedência Ernani Leiloeiro

Nota Biográfica:
Henrique Tribolet foi um pintor e desenhista franco-brasileiro.
Foi aluno e companheiro do paisagista italiano Nicola Facchinetti, a quem deve toda sua excelente formação artística.
Tal como seu mestre, deixou muitos quadros em pequeno formato.
No acervo do Museu Nacional de Belas Artes, encontra-se um óleo de sua autoria intitulado simplesmente Marinha, datado e assinado em 1896 (inventário nº 2753).

Bid
R$ 15.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 15.000,00 (BRL)
Cotações
$ 2,700.00 (USD)
$ 2,250.00 (EUR)
$ 258.600,00 (ARS)
Cotações
$ 2,700.00 (USD)
$ 2,250.00 (EUR)
$ 258.600,00 (ARS)
16c
PERIODO DO IMPÉRIO

Henrique Tribolet (Rio de Janeiro/RJ, 1862 - 1908)
"Localizado URCA"
Óleo sobre madeira, assinado "H. Tribolet e datado 1905.
Medidas: 20 X 29 cm.
Moldura de época.

Nota Biográfica: Henrique Tribolet foi um pintor e desenhista franco-brasileiro. Foi aluno e companheiro do paisagista italiano Nicola Facchinetti, a quem deve toda sua excelente formação artística. Tal como seu mestre, deixou muitos quadros em pequeno formato.
No acervo do Museu Nacional de Belas Artes, encontra-se um óleo de sua autoria intitulado simplesmente Marinha, datado e assinado em 1896 (inventário nº 2753).

No acervo do Museu Nacional de Belas Artes, encontra-se um óleo de sua autoria intitulado simplesmente Marinha, datado e assinado em 1896 (inventário nº 2753).

Procedência Galeria Colecionador - Rio de Janeiro com transferência anexa.
Bid
R$ 18.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 18.000,00 (BRL)
Cotações
$ 3,240.00 (USD)
$ 2,700.00 (EUR)
$ 310.320,00 (ARS)
Cotações
$ 3,240.00 (USD)
$ 2,700.00 (EUR)
$ 310.320,00 (ARS)
17
ESCOLA NACIONAL DE BELAS ARTES

FRANCISCO COCULILLO (Rio de Janeiro, 1895-1945)
Medidas: 41,5 x 51,5 cm. / 67,5 x 77 cm.
Óleo sobre tela
"Niterói"
Iconográfico, assinado no C.I.D. onde consta "Rio".

BIOGRAFIA: descendente de italianos, nasceu em 13 de fevereiro de 1893 no Estado do Rio de Janeiro. Pintor laureado pela Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, onde formou-se com o professor Oswaldo Teixeira. Pai de sete filhos, para criá-los e educá-los o fez com o produto da venda de suas obras, por isso não dispunha de tempo para palestras de porta de museu, o que muito o prejudicou na seleção de trabalhos para prêmios de destaques em exposições.
Mesmo assim não deixaram de reconhecer seus méritos, quando da exposição do Salão de 1949, onde foi agraciado com a medalha de prata pela obra intitulada “Ponte Velha” (paisagem de Niterói). Foi emérito pintor de paisagens, os motivos de sua preferência eram os crepúsculos, as marinhas e as florestas. Bom gastrônomo, como todo italiano, apreciava um bom vinho e uma boa cerveja. Possuía uma bela voz de tenor, o que lhe proporcionou certa frustração em virtude de sua mãe não poder pagar-lhe os estudos de canto, dada a sua condição de ser viúva e sem recursos. Certa vez fora convidado para estudar na Escala de Milão, porém sua mãe não permitiu.
Suas obras estão espalhadas pelo mundo inteiro, destacando-se os Estados Unidos, Suécia, Inglaterra e Argentina. Excursionou por todo o Brasil. Nessas viagens acompanhava-o sempre, sua família. Grandes admiradores de suas pinturas e do “bom garfo” que era, foram, entre outros: Arnaldo Guinle, Gal. Castelo Branco, chefe do Gabinete Militar do Presidente Getúlio Vargas, Dr. Baschine, Diretor da General Elétrica do Brasil, e o Embaixador da Suécia da época, também possuidores de suas telas.
Após longa jornada, com os filhos já criados, foi acometido de crises mentais sendo internado na Casa de Saúde Alfredo Neves, em Niterói, e, mais tarde transferido para a Clínica de Doenças Mentais, em Botafogo, ali permaneceu cerca de dois anos, após a alta hospitalar, tinha algumas vezes alucinações e nesse estado pintava os quadros assinando-os como Coculichi, nome verdadeiro de seus avós italianos, dizendo ser seu avô que os pintava. Coculilo é nome que no Brasil por razões estranhas fora registrado e assim permaneceu.
É importante citar que, várias vezes, não assinava os quadros e posteriormente os vendia a um senhor que, por sua vez também os vendia a outros pintores que assinavam os quadros do como sendo da autoria deles. Certa vez uma dessas obras tirou o primeiro lugar numa exposição, este fato, pelo que soube através dos seus filhos, o abalou muito e pelo que parece foi uma das causas de sua doença.
Nos últimos anos os quadros dele são disputados em leilões, principalmente no Rio de Janeiro e em São Paulo. Em 1985 a procura de suas telas tornou-se mais intensa, por particulares e galerias, alcançado preços relativamente altos, o que proporcionou boa cotação no mercado de arte.
Francisco Coculilo faleceu aos 78 anos de idade de câncer pulmonar, em 8 de julho de 1971 na cidade de São Gonçalo, Rio de Janeiro.

Bid
R$ 1.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 1.000,00 (BRL)
Cotações
$ 180.00 (USD)
$ 150.00 (EUR)
$ 17.240,00 (ARS)
Cotações
$ 180.00 (USD)
$ 150.00 (EUR)
$ 17.240,00 (ARS)
18
ESCOLA NACIONAL DE BELAS ARTES

FRANCISCO COCULILO (Rio de Janeiro, 1895-1945)
Medidas: 40 x 58 cm. / 53 x 70 cm.
Óleo sobre tela
"Vista de Paquetá para a Baía de Guanabara"

BIOGRAFIA: descendente de italianos, nasceu em 13 de fevereiro de 1893 no Estado do Rio de Janeiro. Pintor laureado pela Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, onde formou-se com o professor Oswaldo Teixeira. Pai de sete filhos, para criá-los e educá-los o fez com o produto da venda de suas obras, por isso não dispunha de tempo para palestras de porta de museu, o que muito o prejudicou na seleção de trabalhos para prêmios de destaques em exposições.
Mesmo assim não deixaram de reconhecer seus méritos, quando da exposição do Salão de 1949, onde foi agraciado com a medalha de prata pela obra intitulada “Ponte Velha” (paisagem de Niterói). Foi emérito pintor de paisagens, os motivos de sua preferência eram os crepúsculos, as marinhas e as florestas. Bom gastrônomo, como todo italiano, apreciava um bom vinho e uma boa cerveja. Possuía uma bela voz de tenor, o que lhe proporcionou certa frustração em virtude de sua mãe não poder pagar-lhe os estudos de canto, dada a sua condição de ser viúva e sem recursos. Certa vez fora convidado para estudar na Escala de Milão, porém sua mãe não permitiu.
Suas obras estão espalhadas pelo mundo inteiro, destacando-se os Estados Unidos, Suécia, Inglaterra e Argentina. Excursionou por todo o Brasil. Nessas viagens acompanhava-o sempre, sua família. Grandes admiradores de suas pinturas e do “bom garfo” que era, foram, entre outros: Arnaldo Guinle, Gal. Castelo Branco, chefe do Gabinete Militar do Presidente Getúlio Vargas, Dr. Baschine, Diretor da General Elétrica do Brasil, e o Embaixador da Suécia da época, também possuidores de suas telas.
Após longa jornada, com os filhos já criados, foi acometido de crises mentais sendo internado na Casa de Saúde Alfredo Neves, em Niterói, e, mais tarde transferido para a Clínica de Doenças Mentais, em Botafogo, ali permaneceu cerca de dois anos, após a alta hospitalar, tinha algumas vezes alucinações e nesse estado pintava os quadros assinando-os como Coculichi, nome verdadeiro de seus avós italianos, dizendo ser seu avô que os pintava. Coculilo é nome que no Brasil por razões estranhas fora registrado e assim permaneceu.
É importante citar que, várias vezes, não assinava os quadros e posteriormente os vendia a um senhor que, por sua vez também os vendia a outros pintores que assinavam os quadros do como sendo da autoria deles. Certa vez uma dessas obras tirou o primeiro lugar numa exposição, este fato, pelo que soube através dos seus filhos, o abalou muito e pelo que parece foi uma das causas de sua doença.
Nos últimos anos os quadros dele são disputados em leilões, principalmente no Rio de Janeiro e em São Paulo. Em 1985 a procura de suas telas tornou-se mais intensa, por particulares e galerias, alcançado preços relativamente altos, o que proporcionou boa cotação no mercado de arte.
FRANCISCO Coculilo faleceu aos 78 anos de idade de câncer pulmonar, em 8 de julho de 1971 na cidade de São Gonçalo, Rio de Janeiro.
Bid
R$ 1.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 1.000,00 (BRL)
Cotações
$ 180.00 (USD)
$ 150.00 (EUR)
$ 17.240,00 (ARS)
Cotações
$ 180.00 (USD)
$ 150.00 (EUR)
$ 17.240,00 (ARS)
19
PEINTRE DE L'ÉCOLE DE BARBIZON
Artista com obras no Musee D'Orsay

JEAN FERDINAND CHAIGNEAU (Bordéus, França, 1830 - Barbizon, França, 1906"
Óleo sobre tela
Med. 65 cm x 82 cm. / 86 x 62 cm.
Datado: 1879
"Ovelhas em Fontainebleau"

Importante artista com obras nos museus:

Musee D'Orsay
Departamento de Artes Gráficas do Museu do Louvre - coleção de desenhos.
Metropolitan Museum of Art, NY
Museu de Belas Artes da Cidade de Paris
Musée municipal de l'école de Barbizon
Musée des beaux-arts de Lyon
Musée des beaux-arts de Bordeaux
Museu de Belas Artes de Rennes
Amiens: Musée de Picardie
Art Institute of Chicago
Victoria and Albert Museum, Londres
Manchester Art Gallery
Petit Palais

SOBRE:
Entrou na École des beaux-arts de Paris em 1849.

Expôs pela primeira vez no Salão de 1848

Em 1854 obtem o terceiro lugar no concurso Académie des Beaux-Arts e torna-se residente da cidade de Paris. Chaigneau então se afastou da pintura histórica para dedicar-se à paisagem e temas animais.

Participou da Exposição Universal de 1855 e Continuou a expor regularmente nos Salões
Apartir de 1858, encantado com a verdejante floresta de Fontainebleau, mudou-de para Barbizon e
torna, com Théodore Rousseau, Camille Corot e Jean-François Millet , um dos membros da Escola Barbizon.

Foi particularmente conhecido durante a sua vida pela sua arte de pintar animais , caracterizada pelo seu talento para demarcar rebanhos de ovelhas que, de certa forma, constitui a sua marca registada.

Foi também gravador, autor de um álbum de seis placas, Paysages et moutons (1862), depois de doze gravuras originais intituladas Voyage around Barbizon. Além disso, em 1880 ele publicou um Projeto para a reorganização das exposições anuais de artes plásticas .

Medalha de bronze na Exposição Universal de 1889

Ferdinand Chaigneau faleceu em 23 de outubro de 1906 em Barbizon.

Além dos museus franceses, suas pinturas são mantidas em coleções públicas na América do Norte, bem como no Brasil e no Japão.

Exposições
1849: L'Art Français , Viena, n o124.
1854: Bordeaux, Society of Arts Gallery Friends . 4ªexposição da Society of Friends of Arts.
1855: Exposição Universal de 1855 , Marais nos Landes .
1885: exposição em Paris, The Return of Father Chicory e seu rebanho, ao longe a aldeia de Barbizon .
1885: 27 th Exposição de Amiens, organizados pelos amigos das Artes da Somme, Depois da chuva ( N O118); Cordeiros pastagem ( N O119) [ 4 ] .
Exposição Universal de Paris de 1889 .
1985: Homenagem a Ferdinand Chaigneau , prefeitura de Barbizon.
Bid
R$ 25.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 25.000,00 (BRL)
Cotações
$ 4,500.00 (USD)
$ 3,750.00 (EUR)
$ 431.000,00 (ARS)
Cotações
$ 4,500.00 (USD)
$ 3,750.00 (EUR)
$ 431.000,00 (ARS)
19a
PEINTRE DE L'ÉCOLE DE BARBIZON

Charles Ferdinand Ceramano - 1831 Bélgica / 1909 Barbizon (França)
Medidas: 65 x 92 cm. / 89 x 115 cm.
O.S.T.
Ovelhas

Nascido em Tielt, Bélgica, em 1829, Charles-Ferdinand Ceramano foi autodidata junto com Charles Jacque e os dois colaboraram em projetos regularmente.
Seu trabalho finalmente cresceu com uma firme especialização em cenas pastorais, especificamente focada em rebanhos de ovelhas.
Em última análise, Ceramano seria o último pintor dos grupos Millet e Théodore Rousseau na Escola Barbizon.

Expôs no Salons des Artistes Français em 1893, 1895 e 1897.
Tendo passado os últimos 40 anos de sua vida em Barbizon, França,
Ceramano foi sepultado em Barbizon em 1909.

Leituras:

Dicionário de Artistas E. Benezit, Vol. III, Gründ, 2006, p. 658-659.
Lexicon of the Belgian Romantic Painters, Flippo, Antwerpen, 1981.
Dicionário de pintores belgas nascidos entre 1750 e 1875, Berko, 1981.

https://fr.wikipedia.org/wiki/Charles_Ferdinand_Ceramano
Bid
R$ 12.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 12.000,00 (BRL)
Cotações
$ 2,160.00 (USD)
$ 1,800.00 (EUR)
$ 206.880,00 (ARS)
Cotações
$ 2,160.00 (USD)
$ 1,800.00 (EUR)
$ 206.880,00 (ARS)
20
Escola Europeia
Espanha- Circa de 1900
Meninos se banhando no Rio
Óleo sobre placa
Medidas: 48 x 67 cm. / 60 x 78 cm.
Assinatura ilegível CID


Bid
R$ 5.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 5.000,00 (BRL)
Cotações
$ 900.00 (USD)
$ 750.00 (EUR)
$ 86.200,00 (ARS)
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$ 900.00 (USD)
$ 750.00 (EUR)
$ 86.200,00 (ARS)
21
SOCIEDADE BRASILEIRA DE BELAS ARTES

LAFAYETTE REGO
Paisagem Rural, década de 1940
O.S.T. colada sobre cartão (tela de viagem)
Medidas: 22 x 33 cm. / 42 x 52,5 cm.

Artista com obra muito pequena e rara do qual sabe-se:

Em 1948 Participou do Salão da Sociedade Brasileira de Belas Artes
Em 1948 Exposição individual no Liceu de artes e ofícios do Rio de Janeiro.
Em 1949 Participou do Salão Nacional de Belas Artes
Em 1951 Recebeu Menção Honrosa do Salão Baiano de Belas Artes em Salvador

O jornal Gazeta de 1948, disponibilizado pela Biblioteca Nacional cita o verbete: "Este artista nos dá uma mostra de pintura no Liceu de Artes e Ofícios, à Avenida Rio Branco, N7"

Bid
R$ 1.350,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 1.350,00 (BRL)
Cotações
$ 243.00 (USD)
$ 202.50 (EUR)
$ 23.274,00 (ARS)
Cotações
$ 243.00 (USD)
$ 202.50 (EUR)
$ 23.274,00 (ARS)
22
ACADEMIA IMPERIAL DE BELAS ARTES - GRUPO GRIMM

MANUEL MADRUGA (1882-1951)
Paisagem Rural, década de 1940
O.S.T.
Medidas: 33 x 41 cm. / (moldura Kaminagai) 53 x 61 cm.

Estudou na Academia Imperial de Belas Artes sob orientação de João Zeferino.
Ligou-se a Antonio Parreiras e ao grupo liderado por Georg Grimm na pesquisa de pintura ao ar livre.
Viajou para a Europa em 1894 estudando na Academia Julian, de Paris.
Em 1898 participou do Salão da Sociedade dos Artistas Franceses.
Em 1899 e realizou no Rio de Janeiro uma exposição, cujo sucesso financeiro lhe permitiu retornar a Paris onde permaneceu até 1940.

Exposições:
1899 - Casa Postal, São Paulo;

1898 - Salão da Sociedade dos Artistas Franceses, Paris (França);
1908 - Salão Nacional de Belas Artes , Medalha de Ouro, Rio de Janeiro
1911 - Exposição Internacional de Turim (Itália);
1942 - Salão Paulista de Belas Artes, Grande Medalha de Prata, São Paulo
1942 - Salão de Belas Artes de Porto Alegre, Prêmio de Aquisição (RS);
1944 - Medalha de Ouro e 1.º Prêmio Interventor Fernando Costa;
1947 - Prêmio de Aquisição 1948 - Salão Nacional de Belas Artes, Medalha de Ouro, Rio de Janeiro
1949 - Salão Municipal de Belas Artes, 1.° Prêmio Prefeitura do Distrito Federal, Rio de Janeiro
1950 - Salão dos Artistas Nacionais, Medalha de Honra, Rio de Janeiro (RJ).
Bid
R$ 2.500,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 2.500,00 (BRL)
Cotações
$ 450.00 (USD)
$ 375.00 (EUR)
$ 43.100,00 (ARS)
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$ 450.00 (USD)
$ 375.00 (EUR)
$ 43.100,00 (ARS)
23
ESCOLA NACIONAL DE BELAS ARTES - MEDALHA DE OURO / PREMIO VIAGEM

Bustamante Sá
CAPA DO LIVRO: “A PINTURA DE BUSTAMANTE SÁ”. TAMBÉM REPRODUZIDO NA PÁGINA 211.

“Gruta de Maquiné”
Óleo sobre tela
Medidas: 50 x 61 cm.
Déc. 70

Rubens Fortes Bustamante Sá Rio de Janeiro 1907 --- Rio de Janeiro, 1988

Estudou na Escola Nacional de Belas Artes,
Em 1928 iniciou sua participação no Salão Nacional de Arte Moderna, recebendo vasta premiação. em Em 1949 recebeu o Prêmio de Viagem ao estrangeiro.
Estudou em Paris na Academia Julian.
Em 1931 foi fundador do Núcleo Henrique Bernardelli.
Foi professor da Associação Brasileira de Desenho
Foi fundador do Instituto Nacional de Educação de Surdos
Em 1952 exposição individual, no Salão Assírio do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Participou de diversas Exposições Gerais de Belas Artes,
Escola Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro
Menção honrosa na edição de 1933,
Medalha de bronze na de 1934,
Medalha de prata em 1936,
Prêmio de viagem ao país na de 1938
Prêmio de viagem ao estrangeiro na de 1949
De 1952 a 1966 participou do Salão Nacional de Arte Moderna do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Bid
R$ 5.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 5.000,00 (BRL)
Cotações
$ 900.00 (USD)
$ 750.00 (EUR)
$ 86.200,00 (ARS)
Cotações
$ 900.00 (USD)
$ 750.00 (EUR)
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24
ARTISTA VIAJANTE – PERIODO DO IMPÉRIO

Walder, H.
Vista do Rio de Janeiro com Igreja da Glória e Pão de Açúcar ao Fundo.
Aquarela, 9,8 cm x 14,8 cm. / 37,5 x 47,5 cm.
Assinado embaixo à esquerda: H. Walder
Bid
R$ 2.500,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 2.500,00 (BRL)
Cotações
$ 450.00 (USD)
$ 375.00 (EUR)
$ 43.100,00 (ARS)
Cotações
$ 450.00 (USD)
$ 375.00 (EUR)
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25
ARTISTA VIAJANTE – PERIODO DO IMPÉRIO

Eugène Cicéri / Enesto Casanova
Vista do Rio de Janeiro. Litografia aquarelada, 37,8 x 131,4 cm. / 51,5 x 127 cm.
Eugène Cicéri, pintor litógrafo francês (1813-1890), litografou muitas vistas do Rio de Janeiro, quase sempre baseadas em daguerreótipos. Esta é a segunda de uma série de quatro sob desenho de Galot (paisagista francês, 1806- ?, professor de desenho no Rio de Janeiro, onde também faleceu), editada por Georges Leuzinger em 1849 no Rio de Janeiro (nº 17057 do CEHB) e foi iluminada por Ernesto Casanova, desenhista e ilustrador português (1845 - ?), colaborador da revista Arte Portugueza (Lisboa, 1895); encontra-se assinada: E. Casanova 1893
Reproduzido na página 359 do livro Paisagem do Rio de Janeiro - Aquarelas, Desenhos e Gravuras dos Artistas Viajantes - 1790 - 1890, autoria de George Ermakoff, editado em 2011 por G. Ermakoff Casa Editorial - Rio de Janeiro.
Bid
R$ 30.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 30.000,00 (BRL)
Cotações
$ 5,400.00 (USD)
$ 4,500.00 (EUR)
$ 517.200,00 (ARS)
Cotações
$ 5,400.00 (USD)
$ 4,500.00 (EUR)
$ 517.200,00 (ARS)
26
SEM ASSINATURA
Iconográfico: BAIA DA GUANABARA, século XIX.
34 X 26 CM. / 58 X 48 CM.
Óleo sobre cartão.

Bid
R$ 1.500,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 1.500,00 (BRL)
Cotações
$ 270.00 (USD)
$ 225.00 (EUR)
$ 25.860,00 (ARS)
Cotações
$ 270.00 (USD)
$ 225.00 (EUR)
$ 25.860,00 (ARS)
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