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Gallery Galeria Paiva Frade
Next auction: 11/08/2021, 20:30h
Exhibition
at Galeria Paiva Frade
Av. Getulio Vargas, 350, Centro - São Lourenço - MG
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Phone: 55 (35) 3332-4150 / 55 (35) 3331-6966
Email: paivafrade@paivafrade.com.br
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1
MANUEL MADRUGA (1882-1951)
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Paisagem Rural, década de 1940
O.S.T.
Medidas: 33 x 41 cm. / 53 x 61 cm.

Estudou na Academia Imperial de Belas Artes, sob orientação de João Zeferino da Costa e José Maria de Medeiros, onde obteve menção honrosa no de 1894 e medalha de ouro em 1898.

Posteriormente ligou-se a Antônio Parreiras para fundarem o mais importante grupo de sua época, em contraposição a Academia Imperial, o grupo Grimm, liderado pelo próprio Jorge Grimm.
O grupo propunha a pintura ao ar livre, e nele, seu amigo mais próximo era Antônio Parreiras.

Viajou para a Europa em 1894, subvencionado por seu tio, coronel Tomás Madruga, onde estudou na Academia Julien, sob orientação de Jean Laurens e Marcel Baschet. Permaneceu um ano em Roma, na Itália. Voltou a Paris, onde realizou grande parte de seu trabalho.

Em 1898 em diante participou do Salão da Sociedade dos Artistas Franceses e de fez em Paris algumas individuais, inclusive no Musée Carnavalet.

No Brasil, em 1899, realizou uma exposição individual, cujo tamanho sucesso financeiro permitiu-lhe voltar para Paris onde fez carreia e viveu por 40 anos, até os idos de 1940.

em 1911 a equipe de artistas encarregada da decoração do Pavilhão do Brasil na Exposição Internacional de Turim. Pintou para a ocasião enorme painel de cinco por dez metros, O Brasil ofertando os produtos do seu solo ao mundo, adquirido mais tarde para o Ministério da Agricultura e depois foi destruído por falta de cultura e manutenção.

Após 40 anos, de volta ao Brasil devido a II Guerra Mundial, venceu o concurso para as decorações do novo edifício do Ministério da Guerra, com O Grito do Ipiranga.

Em 1940 participou do Salão Paulista de Belas Artes e obteve a medalha de prata e a medalha de ouro - postumamente - em 1952.

Praticou um tardio Impressionismo, que cultivou com sensibilidade e emoção verdadeiras.

Devido ao motivo de ser um artista brasileiro, com carreira na França, suas obras em nosso país, são raras e escassas.

Exposições:
1899 - Casa Postal, São Paulo;

1898 - Salão da Sociedade dos Artistas Franceses, Paris (França);
1908 - Salão Nacional de Belas Artes , Medalha de Ouro, Rio de Janeiro
1911 - Exposição Internacional de Turim (Itália);
1942 - Salão Paulista de Belas Artes, Grande Medalha de Prata, São Paulo
1942 - Salão de Belas Artes de Porto Alegre, Prêmio de Aquisição (RS);
1944 - Medalha de Ouro e 1.º Prêmio Interventor Fernando Costa;
1947 - Prêmio de Aquisição 1948 - Salão Nacional de Belas Artes, Medalha de Ouro, Rio de Janeiro
1949 - Salão Municipal de Belas Artes, 1.° Prêmio Prefeitura do Distrito Federal, Rio de Janeiro
1950 - Salão dos Artistas Nacionais, Medalha de Honra, Rio de Janeiro (RJ).
Bid
R$ 2.500,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 2.500,00 (BRL)
Cotações
$ 475.00 (USD)
$ 400.00 (EUR)
$ 46.300,00 (ARS)
Cotações
$ 475.00 (USD)
$ 400.00 (EUR)
$ 46.300,00 (ARS)
2
MANUEL MADRUGA (Manuel Pereira Madruga Filho, 1872- 1951)
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Épica obra: "A BANDEIRA DE FERNÃO DIAS".
Med. 90 x 118 cm. / 105 x 135 cm.

CONSTA CARIMBO DA EXPOSIÇÃO RETROSPECTIVA, NO M.N.B.A, SALÃO ASSÍRIO, JUNHO DE 1952. UM ANO APÓS SEU FALECIMENTO.
Assista vídeo sobre o artista copiando e colando este link: https://www.youtube.com/watch?v=x3SfyWJZHo8&t=5s
RARO VÍDEO DA EXPOSIÇÃO: https://youtu.be/h18d9XL0UCk

BIOGRAFIA: Estudou na Academia Imperial de Belas Artes, sob orientação de João Zeferino da Costa e José Maria de Medeiros, onde obteve menção honrosa no de 1894 e medalha de ouro em 1898.

Posteriormente ligou-se a Antônio Parreiras para fundarem o mais importante grupo de sua época, em contraposição a Academia Imperial, o grupo Grimm, liderado pelo próprio Jorge Grimm.
O grupo propunha a pintura ao ar livre, e nele, seu amigo mais próximo era Antônio Parreiras.

Viajou para a Europa em 1894, subvencionado por seu tio, coronel Tomás Madruga, onde estudou na Academia Julien, sob orientação de Jean Laurens e Marcel Baschet. Permaneceu um ano em Roma, na Itália. Voltou a Paris, onde realizou grande parte de seu trabalho.

Em 1898 em diante participou do Salão da Sociedade dos Artistas Franceses e de fez em Paris algumas individuais, inclusive no Musée Carnavalet.

No Brasil, em 1899, realizou uma exposição individual, cujo tamanho sucesso financeiro permitiu-lhe voltar para Paris onde fez carreira e viveu por 40 anos, até os idos de 1940.

Em 1911 a equipe de artistas encarregada da decoração do Pavilhão do Brasil na Exposição Internacional de Turim. Pintou para a ocasião enorme painel de cinco por dez metros, O Brasil ofertando os produtos do seu solo ao mundo, adquirido mais tarde para o Ministério da Agricultura e depois foi destruído por falta de cultura e manutenção.

Após 40 anos, de volta ao Brasil devido a II Guerra Mundial, venceu o concurso para as decorações do novo edifício do Ministério da Guerra, com O Grito do Ipiranga.

Em 1940 participou do Salão Paulista de Belas Artes e obteve a medalha de prata e a medalha de ouro - postumamente - em 1952.

Praticou um tardio Impressionismo, que cultivou com sensibilidade e emoção verdadeiras.

Devido ao motivo de ser um artista brasileiro com carreira na França, suas obras em nosso país são raras e escassas, sobretudo as de cunho histórico.
Bid
R$ 12.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 12.000,00 (BRL)
Cotações
$ 2,280.00 (USD)
$ 1,920.00 (EUR)
$ 222.240,00 (ARS)
Cotações
$ 2,280.00 (USD)
$ 1,920.00 (EUR)
$ 222.240,00 (ARS)
3
MANUEL MADRUGA (1882-1951).
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Artista premiado com o maior prêmio da ENBA: "Viagem ao estrangeiro".
"Felicidade",
Medidas: 73 X 60 cm.
ÓLEO SOBRE TELA.

Obra faz parte do raro vídeo DA EXPOSIÇÃO RETROSPECTIVA, NO M.N.B.A, SALÃO ASSÍRIO, JUNHO DE 1952.
RARO VÍDEO DA EXPOSIÇÃO: https://youtu.be/h18d9XL0UCk

BIOGRAFIA: Estudou na Academia Imperial de Belas Artes, sob orientação de João Zeferino da Costa e José Maria de Medeiros, onde obteve menção honrosa no de 1894 e medalha de ouro em 1898.

Posteriormente ligou-se a Antônio Parreiras para fundarem o mais importante grupo de sua época, em contraposição a Academia Imperial, o grupo Grimm, liderado pelo próprio Jorge Grimm.
O grupo propunha a pintura ao ar livre, e nele, seu amigo mais próximo era Antônio Parreiras.

Viajou para a Europa em 1894, subvencionado por seu tio, coronel Tomás Madruga, onde estudou na Academia Julien, sob orientação de Jean Laurens e Marcel Baschet. Permaneceu um ano em Roma, na Itália. Voltou a Paris, onde realizou grande parte de seu trabalho.

Em 1898 em diante participou do Salão da Sociedade dos Artistas Franceses e de fez em Paris algumas individuais, inclusive no Musée Carnavalet.

No Brasil, em 1899, realizou uma exposição individual, cujo tamanho sucesso financeiro permitiu-lhe voltar para Paris onde fez carreira e viveu por 40 anos, até os idos de 1940.

Em 1911 a equipe de artistas encarregada da decoração do Pavilhão do Brasil na Exposição Internacional de Turim. Pintou para a ocasião enorme painel de cinco por dez metros, O Brasil ofertando os produtos do seu solo ao mundo, adquirido mais tarde para o Ministério da Agricultura e depois foi destruído por falta de cultura e manutenção.

Após 40 anos, de volta ao Brasil devido a II Guerra Mundial, venceu o concurso para as decorações do novo edifício do Ministério da Guerra, com O Grito do Ipiranga.

Em 1940 participou do Salão Paulista de Belas Artes e obteve a medalha de prata e a medalha de ouro - postumamente - em 1952.

Praticou um tardio Impressionismo, que cultivou com sensibilidade e emoção verdadeiras.

Devido ao motivo de ser um artista brasileiro com carreira na França, suas obras em nosso país são raras e escassas, sobretudo as de cunho histórico.
Bid
R$ 5.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 5.000,00 (BRL)
Cotações
$ 950.00 (USD)
$ 800.00 (EUR)
$ 92.600,00 (ARS)
Cotações
$ 950.00 (USD)
$ 800.00 (EUR)
$ 92.600,00 (ARS)
4
EDGARD PARREIRAS (1885/1960)
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Artista premiado com a medalha de ouro em 1925 no Salão Nacional de Belas Artes
“Caminho com figura e árvores”, 1944.
Óleo sobre tela colado em cartão, tela de viagem.
Medidas: 27 x 35 cm. / 35,5 x 43,5 cm.

Em 1905, estudou com seu tio, o pintor Antônio Parreiras. Posteriormente, seguiram, em 1908, para Paris e Edgar matriculou-se na Academia Julian, onde estudou até 1910.
No Brasil, em 1911, integrou a 1ª Exposição Paulista de Belas Artes, no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo.
Retorna à Paris ainda em 1913, e vive com seu tio Antônio e primo Dakir Parreiras.
1913, recebeu menção honrosa na 20ª Exposição Geral de Belas Artes,
1916, recebeu nova menção honrosa na 23ª Exposição Geral de Belas Artes,
1917, recebeu medalha de bronze na 24ª Exposição Geral de Belas Artes,
1918, recebeu medalha de prata na 25ª Exposição Geral de Belas Artes
1919, recebeu medalha de prata na 26ª Exposição Geral de Belas Artes,
Foi medalha de ouro em 1925.
Em 1928, ao lado de Georgina de Albuquerque, Lucílio de Albuquerque, Pedro Alexandrino, Rodolfo Bernardelli e Oscar Pereira da Silva faz da parte da exposição do Grupo Almeida Júnior, em São Paulo, no Palácio das Arcadas.
Em 1940 fundou, com Azeredo Coutinho e Campofiorito, a Associação Fluminense de Belas Artes, em Niterói,
Obteve medalha de prata em 1940 e grande medalha de prata em 1945 no Salão Paulista de Belas Artes.
Suas pinturas integram o acervo do Museu Antônio Parreiras, em Niterói.
Bid
R$ 2.800,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 2.800,00 (BRL)
Cotações
$ 532.00 (USD)
$ 448.00 (EUR)
$ 51.856,00 (ARS)
Cotações
$ 532.00 (USD)
$ 448.00 (EUR)
$ 51.856,00 (ARS)
5
EDGARD PARREIRAS (1885/1960)
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Artista premiado com a medalha de ouro em 1925 no Salão Nacional de Belas Artes
Óleo sobre tela.
Figuras na praia
Datado 1937.
Medidas: 27 x 22 cm. / 35 x 30 cm.

Em 1905, estudou com seu tio, o pintor Antônio Parreiras. Posteriormente, seguiram, em 1908, para Paris e Edgar matriculou-se na Academia Julian, onde estudou até 1910.
No Brasil, em 1911, integrou a 1ª Exposição Paulista de Belas Artes, no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo.
Retorna à Paris ainda em 1913, e vive com seu tio Antônio e primo Dakir Parreiras.
1913, recebeu menção honrosa na 20ª Exposição Geral de Belas Artes,
1916, recebeu nova menção honrosa na 23ª Exposição Geral de Belas Artes,
1917, recebeu medalha de bronze na 24ª Exposição Geral de Belas Artes,
1918, recebeu medalha de prata na 25ª Exposição Geral de Belas Artes
1919, recebeu medalha de prata na 26ª Exposição Geral de Belas Artes,
Foi medalha de ouro em 1925.
Em 1928, ao lado de Georgina de Albuquerque, Lucílio de Albuquerque, Pedro Alexandrino, Rodolfo Bernardelli e Oscar Pereira da Silva faz da parte da exposição do Grupo Almeida Júnior, em São Paulo, no Palácio das Arcadas.
Em 1940 fundou, com Azeredo Coutinho e Campofiorito, a Associação Fluminense de Belas Artes, em Niterói,
Obteve medalha de prata em 1940 e grande medalha de prata em 1945 no Salão Paulista de Belas Artes.
Suas pinturas integram o acervo do Museu Antônio Parreiras, em Niterói.
Bid
R$ 2.630,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 2.630,00 (BRL)
Cotações
$ 499.70 (USD)
$ 420.80 (EUR)
$ 48.707,60 (ARS)
Cotações
$ 499.70 (USD)
$ 420.80 (EUR)
$ 48.707,60 (ARS)
7
DAKIR PARREIRAS (Niterói, RJ 1894-1967)
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Medidas: 71 X 95 cm.
Panorâmica da Praia do Flamengo, Avenida Beira Mar, Praça Paris, relógio do prédio Art Déco da Mesbla, marca francesa, primeira loja de departamentos do Rio de Janeiro.
Datado na década 1930.

BIOGRAFIA: Expõe pela primeira vez na Exposição Geral de Belas Artes de 1911 e recebe menção honrosa e estuda na Académie Julian de Paris.
A partir de 1913, é encarregado da decoração dos navios e das agências da companhia de navegação Lloyd Brasileiro.
Em 1915, expõe com Antônio Parreiras na Escola Nacional de Belas Artes (Enba). Torna-se professor do Instituto de Educação de Niterói.
Em 1922, ano desta obra, recebe medalha de bronze da ENBA
Em 1930, recebe medalha de prata; e, em 1964, seu último salão, exibe Canal Grande, Veneza e Mau tempo.
Também participa de salões oficiais em São Paulo.
Há obras suas nos palácios de governo de Porto Alegre e Florianópolis.
Realiza panos de boca para teatros das cidades paulistas de Campinas e Ribeirão Preto.

HOMENAGEM PÓSTUMA: A relação entre os pintores e suas respectivas carreiras foram tema da exposição “Antônio e Dakir Parreiras: de pai para filho” com curadoria do Museu Antônio Parreiras - Secretaria de Estado de Cultura/FUNARJ.


Bid
R$ 12.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 12.000,00 (BRL)
Cotações
$ 2,280.00 (USD)
$ 1,920.00 (EUR)
$ 222.240,00 (ARS)
Cotações
$ 2,280.00 (USD)
$ 1,920.00 (EUR)
$ 222.240,00 (ARS)
8
DAKIR PARREIRAS (Niterói, RJ 1894- 1967).
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Assinado e datado de 1928.
Óleo sobre tela, técnica de pontilhismo.
Medidas: 96,5 x 110 cm.
PROJETO PARA O "PANO DE BOCA" DO TEATRO CARLOS GOMES DE CAMPINAS, SP.

Acompanha a partitura "Sinfonia dell´Opera Ballo IL GUARANY" - O Guarani. Edição original italiana Com 13 páginas, por G. Ricordi.
Com carimbo da Casa Levy - São Paulo.

DESCRIÇÃO: Na reserva superior: "As nove Musas"*.
Na cena central: O maestro CARLOS GOMES, ao piano, veste um robe sobre as roupas, segura uma partitura e sonha as três cenas ao fundo: 1 - Cecília (Ceci) e Peri (índio da tribo dos Goitacazes, considerado o herói da trama); 2 - Morte de Álvaro de Sá em uma emboscada, Isabel e seu pai D. Antonio de Mariz; 3 - Peri age como um verdadeiro cavaleiro medieval, valorizando a fidalguia, a honradez, a hierarquia e até mesmo a religião, que acaba por abraçar para obter permissão do pai para salvar a amada Ceci.

DA TEMÁTICA: Essa raríssima pintura foi modelo para o pano de boca do teatro Carlos Gomes em Campinas e talvez hoje seja tudo que sobrou dele.
Campinas, que nesta época era uma cidade rica, dos grandes barões do Café, moderna e privilegiada culturalmente, distribuía ao restante do país, em primeira mão, as novidades que vinham da Europa.
Em 1.850 existia o Teatro São Carlos, demolido em 1922, para dar lugar à um teatro maior e mais luxuoso, o Teatro Carlos Gomes, inaugurado em 10 de setembro de 1930. Era um prédio majestoso, para dar lugar à nova “Casa de Ópera” em um ambiente de muita riqueza.

Devido ao abandono, problemas estruturais, rachaduras e infiltrações em 1965, baseado em dois laudos técnicos, o então prefeito Ruy Novais apoiado pela maioria dos vereadores, decidiu colocar o monumento abaixo, demolindo repentinamente.

Assim se foi “um pouco” da história de Campinas ainda registrada nesta importante obra de Dakir Parreiras, artista que seguiu os passos do pai, o pintor Antônio Parreiras, ícone do paisagismo brasileiro entre os séculos XIX e XX.

A relação entre os pintores e suas respectivas carreiras foram tema da exposição “Antônio e Dakir Parreiras: de pai para filho” com curadoria do Museu Antônio Parreiras - Secretaria de Estado de Cultura/FUNARJ.

BIOGRAFIA: Dakir Parreiras expõe pela primeira vez na Exposição Geral de Belas Artes de 1911 e recebe menção honrosa e estuda na Académie Julian de Paris.
A partir de 1913, é encarregado da decoração dos navios e das agências da companhia de navegação Lloyd Brasileiro.
Em 1915, expõe com Antônio Parreiras na Escola Nacional de Belas Artes (Enba). Torna-se professor do Instituto de Educação de Niterói.
Em 1922, ano desta obra, recebe medalha de bronze da ENBA.
Em 1930, recebe medalha de prata; e, em 1964, seu último salão, exibe "Grand Canal-Veneza" e "Mau tempo".
Também participa de salões oficiais em São Paulo.
Há obras suas nos palácios de governo de Porto Alegre e Florianópolis.
Realiza panos de boca para teatros das cidades paulistas de Campinas e Ribeirão Preto.

A ÓPERA: "Il Guarany" é uma ópera em quatro atos composta por Antônio Carlos Gomes, baseada no romance de José de Alencar, O Guarani. Seu libreto, em italiano ao invés do português nativo de Carlos Gomes, foi escrito por Antonio Scalvini e Carlo D'Ormeville. A obra se destaca como a primeira ópera brasileira a ser aclamada fora do Brasil. A estreia mundial teve lugar no Teatro Alla Scala, em Milão, Itália, em 19 de março de 1870. A ópera recebeu produções europeias adicionais. A primeira apresentação brasileira foi no Rio de Janeiro em 2 de dezembro de 1870, no Theatro D. Pedro II, prédio que foi demolido em 1934.

O autor da obra literária "O GUARANY" (1857), José de Alencar nasceu em Fortaleza, CE 1829. Formado em Direito pela Faculdade de Direito de São Paulo, teve intensa carreira política como deputado, ministro e outros cargos. Vitimado pela tuberculose, faleceu no Rio de Janeiro em 12 de dezembro de 1877.

* AS NOVE MUSAS: Após a guerra contra os titãs, as divindades anteriores aos deuses, Zeus se encontra com Mnemosine, deusa da memória, e, por dez noites consecutivas, se deita com ela. Após um ano, Mnemosine dá a luz às nove musas. As nove musas foram encarregadas de cantar a vitória e os grandes feitos dos deuses, sobre as suas divindades e belezas. Mouseion, significa Templo das Musas.
Bid
R$ 22.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 22.000,00 (BRL)
Cotações
$ 4,180.00 (USD)
$ 3,520.00 (EUR)
$ 407.440,00 (ARS)
Cotações
$ 4,180.00 (USD)
$ 3,520.00 (EUR)
$ 407.440,00 (ARS)
11
HENRIQUE BERNARDELLI (Valparaiso, Chile, 1857 - Rio de Janeiro, RJ, 1936)
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ACADEMIA IMPERIAL DE BELAS ARTES
"Lembranças do ateliê"
Rio, 1916
Medidas: 47 x 32 cm. / 75,5 x 59,5 cm.

Nascido no Chile, em 1857, mudou-se ainda criança para o Brasil, em 1865, quando seus pais, um violinista e uma bailarina, foram contratados pelo Imperador Dom Pedro II para serem preceptores das princesas imperiais.

Em 1870 matricula-se na Academia Imperial de Belas Artes. Entre 1879 e 1888 vive e estuda na Europa. De volta ao Rio de Janeiro em 1888, o artista participou de inúmeras exposições: em 1889, da Exposição Universal de Paris, ganhando medalha de bronze com a tela Os Bandeirantes; em 1890 da Exposição Geral das Belas Artes; em 1893 da Exposição Universal de Chicago.

Em 1891, torna-se professor de pintura na recém-inaugurada Escola Nacional de Belas Artes. Leciona na Escola até 1906, passando então a dar aulas particulares em seu atelier. Sua atuação como decorador merece destaque, tendo realizado trabalhos no Theatro Municipal, na Biblioteca Nacional e no Museu Nacional de Belas Artes.

Em 1916 conquista uma das mais altas premiações que um artista plástico pode aspirar no Brasil: a Medalha de Honra.

Foi membro do Conselho Superior de Belas Artes, para o qual prestou relevantes serviços.

O Museu Nacional de Belas-Artes possui 120 obras suas, de diferentes épocas e técnicas.
A Pinacoteca do Estado de São Paulo possui cerca de 344 desenhos, entre 41 aquarelas e vários óleos.
Bid
R$ 6.600,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 6.600,00 (BRL)
Cotações
$ 1,254.00 (USD)
$ 1,056.00 (EUR)
$ 122.232,00 (ARS)
Cotações
$ 1,254.00 (USD)
$ 1,056.00 (EUR)
$ 122.232,00 (ARS)
21
LUCÍLIO DE ALBUQUERQUE (Barras, PI 1877 - Rio de Janeiro, RJ 1939)
Artista premiado com o maior prêmio da ENBA: "Viagem ao estrangeiro".
Óleo sobre tela
Modelo vivo de atelier.
Medidas: 46 x 30 cm. / 62 x 45 cm.

NESTA OBRA, AO INVÉS DE PUBLICARMOS O CURRÍCULO DO ARTISTA, PUBLICAMOS INTERESSANTE TEXTO SOBRE O AMOR NA ESCOLA NACIONAL DE BELAS ARTES:

"HISTÓRIA DE AMOR: Na vida, na arte, até que a morte nos separe: o romance de GEORGINA e de LUCÍLIO DE ALBUQUERQUE.

(...) Dois pintores brasileiros que se apaixonaram, e dividiram uma cama, um ateliê e uma vida inteira. Espero que você se apaixone por eles também.

Então, primeiro as damas. Seu trabalho e paixão pela arte fizeram de Georgina uma figura importante no meio artístico brasileiro. Certa vez, ela escreveu que sentiu que nasceu pintora:

'Sinto que nasci pintora, ia a museus e procurava pintar, pintar muito a qualquer hora, a qualquer hora do dia, nem quando meus dois filhos eram pequenos, saía um dia para trabalhar. É o que eu faço, o tempo todo.'

Começou a pintar muito jovem, primeiro com um professor particular, um pintor italiano residente em sua cidade, e depois sua formação profissional começou aos 15 anos, quando viajou ao Rio de Janeiro para se matricular na Escola de Belas Arts.

Ficou conhecida pela beleza de suas obras e também trabalhou como professora, tendo até dirigido a Escola de Belas Artes. Nenhuma dessas frases soaria tão estranha hoje, mas há um detalhe que ainda não contei: Georgina nasceu em 1885 e sua trajetória artística aconteceu nos primeiros anos do século 20, época em que as mulheres não eram consideradas artistas profissionais em Brasil .

Lucílio era quase dez anos mais velho que ela e estudou Direito em São Paulo. Por volta da virada do século, ele decidiu abandonar os estudos e estudar pintura na Escola de Belas Artes. Foi lá que Georgina e Lucílio se conheceram pela primeira vez.

Os dois tiveram aulas com o mesmo professor, Henrique Bernardelli, e ficaram cada vez mais próximos. O que antes era um vínculo artístico logo se tornou uma amizade sincera, que mais tarde se transformou em amor e em 1906 em casamento - e a promessa de união na vida e na arte.

No mesmo ano, Lucílio ganhou uma bolsa para estudar arte na Europa, o que era muito comum na época. Todos os anos, quando o Salão era inaugurado, o premiado artista ganhava uma viagem para estudar por um ou dois anos em qualquer país europeu. O casal foi para a França (e só voltou em 1911)

Na França, Lucílio e Georgina entraram em contato com o impressionismo e o simbolismo, que se refletem em suas obras. Ambos se interessaram pelos efeitos da luz e se encantaram com a técnica da pintura ao ar livre. Eles passaram muito tempo pintando juntos e servindo como modelos um para o outro. Eles também permaneceram colegas de classe, estudando juntos na Academia Julien enquanto Lucílio também participava de Salões em Paris, Bruxelas e Torino.

Quando voltaram ao Brasil, os dois se tornaram professores da Academia de Belas Artes. Lucílio assumiu a direção da instituição em 1937, mas logo em seguida renunciou ao cargo por motivos de saúde. Enquanto isso, Georgina lecionava não apenas na Academia, mas também em outras universidades.

O doloroso golpe veio em 1939. Após mais de trinta anos de companheirismo na arte e no amor, a morte de Lucílio o separou de Georgina. Mas ela se recusou a aceitá-lo com demissão, e no ano seguinte fundou em sua casa o Museu Lucílio de Albuquerque. Como artista, Georgina conhecia o valor e a importância do trabalho de um colega pintor. Como esposa, ela queria honrar a memória do homem que amava tanto quanto amava sua própria arte.

Poucos anos após a morte de Lucílio, em 1952 Georgina foi convidada a dirigir a Escola Nacional de Belas Artes, cargo que ocupou por dois anos. Ela foi a primeira mulher a dirigir a instituição. Morreu em 1962. Talvez Georgina e Lucílio ainda pintem juntos, onde quer que estejam.

FONTE: https://www.dailyartmagazine.com/romance-of-georgina-and-lucilio/
Bid
R$ 3.500,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 3.500,00 (BRL)
Cotações
$ 665.00 (USD)
$ 560.00 (EUR)
$ 64.820,00 (ARS)
Cotações
$ 665.00 (USD)
$ 560.00 (EUR)
$ 64.820,00 (ARS)
27
OSWALDO TEIXEIRA
1905 - 1974
Artista premiado com o "Prêmio Viagem" no Salão Nacional de Belas Artes
Medidas: 24 x 14 cm. / 42 x 36 cm.
Desenho.

BIOGRAFIA:
Estudou no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro e na Escola Nacional de Belas Artes - Enba com Baptista da Costa.
Em 1924, recebeu o prêmio de viagem ao exterior, na 31ª Exposição Geral de Belas Artes.
Em 1925 viajou para a Europa, e esteve em Portugal, Espanha, França e Itália onde viveu na capital do renascimento, Florença.
De 1932 e 1937 lecionou desenho na Escola Nacional de Belas Artes e no Instituto Nacional de Educação.
Em 1937, assumiu o cargo de diretor do Museu Nacional de Belas Artes - MNBA no Rio de Janeiro, permanecendo até 1961.
Em 1940 publicou o livro Getúlio Vargas e a Arte no Brasil.
Em 1944 escreveu o prefácio do livro História da Pintura no Brasil de Reis Júnior.
Em 1952 participou da exposição "Um Século de Pintura Brasileira" No Museu Nacional de Belas Artes
Em 1958 participou da exposição "O Trabalho na Arte" No Museu Nacional de Belas Artes.
O Museu Nacional de Belas Artes, o homenageou com um retrospectiva em 1973.
Até o final da vida, exerceu a atividade de professor de pintura e em várias instituições, inclusive no Instituto de Belas Artes.
Bid
R$ 450,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 450,00 (BRL)
Cotações
$ 85.50 (USD)
$ 72.00 (EUR)
$ 8.334,00 (ARS)
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28
ESCOLA NACIONAL DE BELAS ARTES - SEGUNDO QUARTEL DO SÉC. XX

OSWALDO TEIXEIRA 1905 - 1974.
Artista premiado com o "Prêmio Viagem" no Salão Nacional de Belas Artes.
"A divina vigília", 1946.
(Episódio Bíblico da Fuga para o Egito)
Medidas: 24 x 14 cm./ 42 x 36 cm.
Desenho original, grafite e lápis de cor.

BIOGRAFIA:
Estudou no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro e na Escola Nacional de Belas Artes - Enba com Baptista da Costa.
Em 1924, recebeu o prêmio de viagem ao exterior, na 31ª Exposição Geral de Belas Artes.
Em 1925 viajou para a Europa, e esteve em Portugal, Espanha, França e Itália onde viveu na capital do renascimento, Florença.
De 1932 e 1937 lecionou desenho na Escola Nacional de Belas Artes e no Instituto Nacional de Educação.
Em 1937, assumiu o cargo de diretor do Museu Nacional de Belas Artes - MNBA no Rio de Janeiro, permanecendo até 1961.
Em 1940 publicou o livro Getúlio Vargas e a Arte no Brasil.
Em 1944 escreveu o prefácio do livro História da Pintura no Brasil de Reis Júnior.
Em 1952 participou da exposição "Um Século de Pintura Brasileira" No Museu Nacional de Belas Artes
Em 1958 participou da exposição "O Trabalho na Arte" No Museu Nacional de Belas Artes.
O Museu Nacional de Belas Artes, o homenageou com um retrospectiva em 1973.
Até o final da vida, exerceu a atividade de professor de pintura e em várias instituições, inclusive no Instituto de Belas Artes.
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29
OSWALDO TEIXEIRA
Artista premiado com o "Prêmio Viagem" no Salão Nacional de Belas Artes
Ponte Vecchio em FLORENÇA
Med. 48 X 64 cm.
Obra rara datada de 1926.

******DE 1924 A 1927 (…) Um outro ponto significativo foi sua passagem pela antiga Escola de Belas Artes, onde obteve orientação de Rodolfo Chambelland (1879/1926) em desenho de modelo vivo e de Batista da Costa (1865/1926) em pintura; e conquistou, em 1924, PRÊMIO DE VIAGEM À EUROPA com 19 anos, com o quadro “O pescador.” Dessa forma, não podemos deixar de mencionar que foi o mais jovem artista a receber a distinção em toda a história da Instituição e o único pintor brasileiro a receber todas as honrarias possíveis em sua categoria e um dos mais premiados pintores brasileiros. Ficou fora do País durante alguns anos, PERMANECENDO NA EUROPA ATÉ 1927, ocupado entre a Academia Inglesa, seu estágio em FLORENÇA (Foi aluno da Brittish Academy of Rome) e Paris.
FONTE: PINTURA E ARTE GRÁFICA DE OSWALDO TEIXEIRA: UMA REVISÃO HISTORIOGRÁFICA DE SUA OBRA: https://core.ac.uk/download/pdf/227293865.pdf

Estudou no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro e na Escola Nacional de Belas Artes - Enba com Baptista da Costa.
Em 1924, recebeu o prêmio de viagem ao exterior, na 31ª Exposição Geral de Belas Artes.
Em 1925 viajou para a Europa, e esteve em Portugal, Espanha, França e Itália onde viveu na capital do renascimento, Florença.
De 1932 e 1937 lecionou desenho na Escola Nacional de Belas Artes e no Instituto Nacional de Educação.
Em 1937, assumiu o cargo de diretor do Museu Nacional de Belas Artes - MNBA no Rio de Janeiro, permanecendo até 1961.
Em 1940 publicou o livro Getúlio Vargas e a Arte no Brasil.
Em 1944 escreveu o prefácio do livro História da Pintura no Brasil de Reis Júnior.
Em 1952 participou da exposição "Um Século de Pintura Brasileira" No Museu Nacional de Belas Artes
Em 1958 participou da exposição "O Trabalho na Arte" No Museu Nacional de Belas Artes.
O Museu Nacional de Belas Artes, o homenageou com um retrospectiva em 1973.
Até o final da vida, exerceu a atividade de professor de pintura e em várias instituições, inclusive no Instituto de Belas Artes.
Bid
R$ 4.500,00 (BRL)
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R$ 4.500,00 (BRL)
Cotações
$ 855.00 (USD)
$ 720.00 (EUR)
$ 83.340,00 (ARS)
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$ 720.00 (EUR)
$ 83.340,00 (ARS)
30
OSWALDO TEIXEIRA 1905 - 1974).
Artista premiado com o "Prêmio Viagem" no Salão Nacional de Belas Artes
Iconografia de Ouro Preto, MG: À direita Igreja Mercês de Baixo. À esquerda, igreja de S. Francisco de Assis.
Medidas: 48 x 65 cm. / 68 x 86 cm.
O.S.E
DÉCADA DE 1960.

Estudou no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro e na Escola Nacional de Belas Artes - Enba com Baptista da Costa.
Em 1924, recebeu o prêmio de viagem ao exterior, na 31ª Exposição Geral de Belas Artes.
Em 1925 viajou para a Europa, e esteve em Portugal, Espanha, França e Itália onde viveu na capital do renascimento, Florença.
De 1932 e 1937 lecionou desenho na Escola Nacional de Belas Artes e no Instituto Nacional de Educação.
Em 1937, assumiu o cargo de diretor do Museu Nacional de Belas Artes - MNBA no Rio de Janeiro, permanecendo até 1961.
Em 1940 publicou o livro Getúlio Vargas e a Arte no Brasil.
Em 1944 escreveu o prefácio do livro História da Pintura no Brasil de Reis Júnior.
Em 1952 participou da exposição "Um Século de Pintura Brasileira" No Museu Nacional de Belas Artes
Em 1958 participou da exposição "O Trabalho na Arte" No Museu Nacional de Belas Artes.
O Museu Nacional de Belas Artes, o homenageou com um retrospectiva em 1973.
Até o final da vida, exerceu a atividade de professor de pintura e em várias instituições, inclusive no Instituto de Belas Artes.

Bid
R$ 4.800,00 (BRL)
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R$ 4.800,00 (BRL)
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$ 912.00 (USD)
$ 768.00 (EUR)
$ 88.896,00 (ARS)
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38
VISCONDE DE SÃO FRANCISCO - Francisco José Pacheco. (Rio de Janeiro, 31/07/1831 - 10/10/1880)
PINTURA A ÓLEO SOBRE TELA, Sem assinatura aparente.
MEDIDAS: 116 x 90 cm.

BIOGRAFIA: Filho do 1º Barão de São Francisco, por Portugal, Francisco José Pacheco. Casou com D. Anna da Rocha Miranda, irmã do Barão do Bananal. Dedicou-se à carreira comercial, foi Diretor do Banco do Brasil, Provedor de diversas Ordens e Irmandades, e sócio de varias associações de Beneficência. Era Comendador da Real Ordem de Cristo de Portugal e da Imperial Ordem da Rosa. Era 2º Barão de São Francisco, por Portugal.

CRIAÇÃO DOS TÍTULOS: Visconde por decreto de 17 de Setembro de 1888. 2º Barão por carta de 2 de Julho de 1869, em Portugal.

Bid
R$ 16.000,00 (BRL)
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R$ 16.000,00 (BRL)
Cotações
$ 3,040.00 (USD)
$ 2,560.00 (EUR)
$ 296.320,00 (ARS)
Cotações
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$ 2,560.00 (EUR)
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40
MAURO COSTA
Medidas: 50 x 60 cm. / 69 x 79 cm.
Óleo sobre tela.
2003
"Vassouras, interior do estado do RJ"
Bid
R$ 750,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 750,00 (BRL)
Cotações
$ 142.50 (USD)
$ 120.00 (EUR)
$ 13.890,00 (ARS)
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44
Candido Portinari
"Baiana"
Gravura a ponta-seca e gouache sobre papel
Medidas: 24 x 19 cm.
1942

Edição limitada de 15 exemplares e exemplares HC, coloridos a guache. Assinada a lápis. Reproduzida nos livros: "Catálogo Raisonné", Vol. II, pág. 316; "Portinari - A Construção de uma obra", Ed. Dom Quixote, pág. 93. FCO 1716
Bid
R$ 8.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 8.000,00 (BRL)
Cotações
$ 1,520.00 (USD)
$ 1,280.00 (EUR)
$ 148.160,00 (ARS)
Cotações
$ 1,520.00 (USD)
$ 1,280.00 (EUR)
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45
Candido Portinari
"Menino com arapuca"
Desenho a grafite sobre papel colado em cartão
Medidas: 14 x 16,5 cm.
1933

Estudo para os desenhos "Infância" e "Menino com arapuca" e para a pintura "Menino Sentado". Reproduzido nos livros: "Catálogo Raisonné - Vol. I", pág. 234; "Portinari - A Construção de uma obra", Ed. Dom Quixote, pág. 56; "Portinari, o menino de Brodósqui: retalhos da minha vida de infância", Candido Portinari, 1979, pág. 71. FCO 542
Bid
R$ 18.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 18.000,00 (BRL)
Cotações
$ 3,420.00 (USD)
$ 2,880.00 (EUR)
$ 333.360,00 (ARS)
Cotações
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46
Candido Portinari
"Garimpo"
Desenho a grafite e aquarela sobre papel
Medidas: 46 x 44 cm.
1941

Estudo não utilizado para a pintura mural "Descoberta do Ouro". Reproduzido nos livros: "Catálogo Raisonné - Vol. II", pág. 238; "Portinari - A Construção de uma obra", Ed. Dom Quixote, pág. 91. FCO 425
Bid
R$ 55.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 55.000,00 (BRL)
Cotações
$ 10,450.00 (USD)
$ 8,800.00 (EUR)
$ 1.018.600,00 (ARS)
Cotações
$ 10,450.00 (USD)
$ 8,800.00 (EUR)
$ 1.018.600,00 (ARS)
47
Candido Portinari
"Nobre e Religioso"
Desenho a grafite, lápis de cor e nanquim bico-de-pena sobre papel
Medidas: 29 x 14,5 cm.
1952

Assinada na dedicatória na margem inferior "Para o querido amigo Callado, com abraço do Portinari". Estudo para o painel "A chagada de Dom João VI à Bahia". Participou da exposição "Mostra di Candido Portinari", Palazzo, Milão. Reproduzido no Catalogue Raisonné - Vol. III, pág. 357; reproduzido no livro "Portinari - A Construção de uma obra", Ed. Dom Quixote, pág. 140. FCO 1564
Bid
R$ 32.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 32.000,00 (BRL)
Cotações
$ 6,080.00 (USD)
$ 5,120.00 (EUR)
$ 592.640,00 (ARS)
Cotações
$ 6,080.00 (USD)
$ 5,120.00 (EUR)
$ 592.640,00 (ARS)
48
Candido Portinari
"Autorretrato"
Desenho a nanquim bico-de-pena sobre papel
Medidas: 19 x 15,5 cm.
1957

Reproduzido nos livros: "Catálogo Raisonné - Vol. IV", pág. 317; "Portinari - A Construção de uma obra", Ed. Dom Quixote, pág. 185. FCO 430
Bid
R$ 28.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 28.000,00 (BRL)
Cotações
$ 5,320.00 (USD)
$ 4,480.00 (EUR)
$ 518.560,00 (ARS)
Cotações
$ 5,320.00 (USD)
$ 4,480.00 (EUR)
$ 518.560,00 (ARS)
49
Candido Portinari
"Retrato de Beatriz Llambi-Campbell"
Óleo sobre tela
Medidas: 49 x 39 cm.
1934

Reproduzido nos livros: "Catálogo Raisonné - Vol. I", pág. 296; "Portinari - A Construção de uma obra", Ed. Dom Quixote, pág. 63; "Imagens Negociadas: retrato da elite brasileira", Sérgio Miceli, 1996, pág. 128-129. Participou da Exposição Portinari, na Galeria Itá, São Paulo, em 1934. Participou da exposição Imagens Negociadas: retratos da elite brasileira, no CCBB, Rio de Janeiro, 1998. FCO 1715
Bid
R$ 55.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 55.000,00 (BRL)
Cotações
$ 10,450.00 (USD)
$ 8,800.00 (EUR)
$ 1.018.600,00 (ARS)
Cotações
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$ 8,800.00 (EUR)
$ 1.018.600,00 (ARS)
50
Candido Portinari
"Duas Índias Carajás"
Desenho a grafite, nanquim bico-de-pena, crayon e crayon colorido sobre papel
Medidas: 27,2 x 21,2 cm.
C. 1960

Reproduzido nos livros: "Catalogue Raisonné - Vol. IV", pág. 471; "Portinari - A Construção de uma obra", Ed. Dom Quixote, pág. 200. FCO 4732
Bid
R$ 50.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 50.000,00 (BRL)
Cotações
$ 9,500.00 (USD)
$ 8,000.00 (EUR)
$ 926.000,00 (ARS)
Cotações
$ 9,500.00 (USD)
$ 8,000.00 (EUR)
$ 926.000,00 (ARS)
51
Candido Portinari
Medidas: 28,3 x 20,2 cm.
Pintura à óleo sobre cartão.
Retrato do Monsenhor André Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti
FCO: 4669
CR: 74
DATA: 1926
Bid
R$ 55.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 55.000,00 (BRL)
Cotações
$ 10,450.00 (USD)
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$ 1.018.600,00 (ARS)
Cotações
$ 10,450.00 (USD)
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$ 1.018.600,00 (ARS)
59
JUAREZ MACHADO
Medidas:70,5 x 50,5 cm.
ASSINADO E NUMERADO: P/A. (Prova do Artista)
1981.
EMOLDURADO EM ALUMÍNIO COM ESPELHO.

O artista plástico Juarez Machado, pioneiro do desenho de humor na televisão brasileira, teve um quadro de enorme sucesso nos primeiros anos do Fantástico: vinhetas animadas nas quais ele atuava como mímico – ou, na sua própria definição, um “desenhista do gesto” – ao som de um tema composto pelo maestro Júlio Medaglia.

Juarez Machado trabalhava como cenógrafo da Globo quando – inspirado na coluna de humor Nonsense, que assinava no Jornal do Brasil – teve a ideia de emprestar o corpo para dar vida aos seus desenhos. No seu quadro, exibido até 1978, Juarez interagia com os próprios desenhos e se apresentava com o rosto pintado de branco e vestindo uma fantasia que era uma mistura de boneco e palhaço.

As performances invariavelmente terminavam com o mímico desenhando uma linha de trem, uma passarela ou uma trilha de pegadas, por onde ele caminhava até desaparecer na tela. A estrada sempre foi um tema recorrente na obra de Juarez Machado e aparecia representada de várias formas em muito dos seus desenhos.
Bid
R$ 1.800,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 1.800,00 (BRL)
Cotações
$ 342.00 (USD)
$ 288.00 (EUR)
$ 33.336,00 (ARS)
Cotações
$ 342.00 (USD)
$ 288.00 (EUR)
$ 33.336,00 (ARS)
62
ENRICO BIANCO (Roma, Itália, 1918 - Rio de Janeiro, 2013)
Raríssima obra da década de 1930.
Óleo sobre tela
Paisagem com árvores.
Medidas: 64 x 99 cm.

CONSTA DE FARTA DOCUMENTAÇÃO ANEXADA PELO ANTERIOR PROPRIETÁRIO:
1) Declaração de reconhecimento de autoria por Enrico Bianco em 01/09/1998.
2) Reproduzido em cores no catálogo do 45 Leilão H. Stern-R. Visconde de Pirajá, 490. Leiloeiro: N.M. Khoury - Novembro, 1998.
3) N.F. de compra em 10/11/1998. N.F. de prestação de Serviços do leiloeiro oficial, na mesma data.
4) Recortes de jornais, O Globo, com matérias sobre o pintor.
5) DA RARIDADE: Quando da elaboração do livro "BIANCO"- Léo Christiano Editorial Ltda. em 1982.
Somente 25 das 1.380 obras, então catalogadas para a confecção do livro, são atribuídas a década de 1930.
Melhor amigo, compadre e principal auxiliar de Candido Portinari, trabalhou nas obras do Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal - UDF, nos murais do Ministério da Educação e Cultura - MEC, os painéis do Banco da Bahia, além do Painel Guerra e Paz no edifício da ONU, e etc...

Participou da I Bienal de São Paulo, em 1951.

Realizou exposições em diversos países como: México, Portugal, Itália, Estados Unidos, Israel e França.

Bianco pintou especialmente paisagens e cenas do campo, num trabalho que evoca a tradição do “saber fazer” dos grandes pintores, pelo esforço incessante e a elaboração técnica.

Em 1937 veio para o Brasil, fixando-se no Rio de Janeiro.

No fim da década de 30, ligado desde então a Portinari, trabalha como assistente na execução dos murais para o antigo Ministério da Educação e Saúde, no Rio de Janeiro.

Auxiliou Portinari na pintura dos painéis "Guerra e Paz" para a sede da ONU, em New York.

Enrico Bianco participou do grupo de intelectuais composto por Mário de Andrade, Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Graciliano Ramos, Lúcio Costa, Oscar Niemeyer, Carlos Leão, Affonso Eduardo Reydi, Villa-Lobos e outros, que na década de 40 fizeram no Brasil o movimento renovador da arte contemporânea.
Bid
R$ 24.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 24.000,00 (BRL)
Cotações
$ 4,560.00 (USD)
$ 3,840.00 (EUR)
$ 444.480,00 (ARS)
Cotações
$ 4,560.00 (USD)
$ 3,840.00 (EUR)
$ 444.480,00 (ARS)
63
ENRICO BIANCO (Roma, Itália 1918 - Rio de Janeiro, 2013)
Medidas: 46 x 59,5 cm. / 64 x 77,5 cm.
DATADO: 2006.
Colheita do trigo.

Melhor amigo, compadre e principal auxiliar de Candido Portinari, trabalhou nas obras do Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal - UDF, nos murais do Ministério da Educação e Cultura - MEC, os painéis do Banco da Bahia, além do Painel Guerra e Paz no edifício da ONU, e etc...

Participou da I Bienal de São Paulo, em 1951.

Realizou exposições em diversos países como: México, Portugal, Itália, Estados Unidos, Israel e França.

Bianco pintou especialmente paisagens e cenas do campo, num trabalho que evoca a tradição do “saber fazer” dos grandes pintores, pelo esforço incessante e a elaboração técnica.

Em 1937 veio para o Brasil, fixando-se no Rio de Janeiro.

No fim da década de 30, ligado desde então a Portinari, trabalha como assistente na execução dos murais para o antigo Ministério da Educação e Saúde, no Rio de Janeiro.

Auxiliou Portinari na pintura dos painéis "Guerra e Paz" para a sede da ONU, em New York.

Enrico Bianco participou do grupo de intelectuais composto por Mário de Andrade, Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Graciliano Ramos, Lúcio Costa, Oscar Niemeyer, Carlos Leão, Affonso Eduardo Reydi, Villa-Lobos e outros, que na década de 40 fizeram no Brasil o movimento renovador da arte contemporânea.
Bid
R$ 6.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 6.000,00 (BRL)
Cotações
$ 1,140.00 (USD)
$ 960.00 (EUR)
$ 111.120,00 (ARS)
Cotações
$ 1,140.00 (USD)
$ 960.00 (EUR)
$ 111.120,00 (ARS)
64
ORLANDO TERUZ (Rio de Janeiro RJ 1902 - idem 1984)
Maternidade, 1974
O.S.T.
Medidas: 100 x 80 cm.
Assinado na frente e atrás
Bid
R$ 38.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 38.000,00 (BRL)
Cotações
$ 7,220.00 (USD)
$ 6,080.00 (EUR)
$ 703.760,00 (ARS)
Cotações
$ 7,220.00 (USD)
$ 6,080.00 (EUR)
$ 703.760,00 (ARS)
65
ZIRALDO (Ziraldo Alves Pinto, Caratinga - MG - 24/10/1932)
"Jane Birkin and Me (Autorretrato)"
Acrílica sobre tela
Medidas: 180 x 122 cm.
2014
Assinado no canto inferior
Bid
R$ 28.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 28.000,00 (BRL)
Cotações
$ 5,320.00 (USD)
$ 4,480.00 (EUR)
$ 518.560,00 (ARS)
Cotações
$ 5,320.00 (USD)
$ 4,480.00 (EUR)
$ 518.560,00 (ARS)
66
EMERIC MARCIER (Romênia, 1916 -1990 Rio de Janeiro)
“Maria aos pés de Jesus , 1963”.
Óleo s/ tela.Ass. Sup. direito.
Obra apresenta cachet da Galeria Bonino.
Medidas : 73 x 59 CM.

Estudou na Accademia di Belli Arti de Brera [Academia de Belas Artes de Brera], em Milão, Itália e
École Nationale Superieure des Beaux-Arts [Escola Nacional Superior de Belas-Artes], em Paris.

Em 1940, na Segunda Guerra Mundial viveu na casa de Arpad Szenes e Vieira da Silva em Lisboa, e muda-se para o Rio de Janeiro onde em Santa Teresa aluga de Djanira uma sala ampla onde pinta e ministra aulas para ela.

Em 1947, muda-se para Barbacena, onde reside e mantém ateliê até o final da vida entre idas e vindas ao Rio de Janeiro.

Marcier morreu em Paris, de enfarte.
Bid
R$ 6.800,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 6.800,00 (BRL)
Cotações
$ 1,292.00 (USD)
$ 1,088.00 (EUR)
$ 125.936,00 (ARS)
Cotações
$ 1,292.00 (USD)
$ 1,088.00 (EUR)
$ 125.936,00 (ARS)
67
Emeric Marcier (Cluj, Romênia, 1916 - Paris, França, 1990)
Aquarela, Paris - 1988
Medidas: 31,5 x 44,5 cm. / 56 x 70 cm.

Estudou na Accademia di Belli Arti de Brera [Academia de Belas Artes de Brera], em Milão, Itália e
École Nationale Superieure des Beaux-Arts [Escola Nacional Superior de Belas-Artes], em Paris.

Em 1940, na Segunda Guerra Mundial viveu na casa de Arpad Szenes e Vieira da Silva em Lisboa, e muda-se para o Rio de Janeiro onde em Santa Teresa aluga de Djanira uma sala ampla onde pinta e ministra aulas para ela.

Em 1947, muda-se para Barbacena, onde reside e mantém ateliê até o final da vida entre idas e vindas ao Rio de Janeiro.

Marcier morreu em Paris, de enfarte.


Bid
R$ 2.400,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 2.400,00 (BRL)
Cotações
$ 456.00 (USD)
$ 384.00 (EUR)
$ 44.448,00 (ARS)
Cotações
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