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Gallery Galeria Paiva Frade
Next auction: 19/05/2021, 20:30h
Exhibition
at Galeria Paiva Frade
Av. Getulio Vargas, 350, Centro - São Lourenço - MG
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Phone: 55 (35) 3332-4150 / 55 (35) 3331-6966
Email: paivafrade@paivafrade.com.br
The Gallery
Avaible Pieces
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1
2
3
4
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1
Portinari
“Ensaio Cubista”
Óleo sobre madeira
Medidas: 80 x 62 cm.
1958
Assinada e datada na metade inferior esquerda "Portinari 58".
Reproduzido no "Catálogo Raisonné - Vol. IV do artista, pág. 375;
Reproduzido no livro "Portinari - A Construção de uma Obra", pág. 191. [FCO 3042]
4 bids
Bid
R$ 61.000,00 (BRL)
4 bids
Valor do lote
R$ 61.000,00 (BRL)
Cotações
$ 10,980.00 (USD)
$ 9,150.00 (EUR)
$ 1.051.640,00 (ARS)
Cotações
$ 10,980.00 (USD)
$ 9,150.00 (EUR)
$ 1.051.640,00 (ARS)
2
Portinari
“Anchieta”
Guache sobre cartão
Medidas: 8,5 x 32 cm.
1958
Maquete para a pintura mural ou painel "Brasil", não executada.
Reproduzido no Catálogo Raisonné - Vol. III do artista, pág. 334;
Reproduzido no livro "Portinari - A Construção de uma Obra", Ed. Dom Quixote, pág. 130-131;
Participou da Exposição Portinari, 1959, Casa da Amizade com os Povos, Moscou. [FCO 3703]
Bid
R$ 50.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 50.000,00 (BRL)
Cotações
$ 9,000.00 (USD)
$ 7,500.00 (EUR)
$ 862.000,00 (ARS)
Cotações
$ 9,000.00 (USD)
$ 7,500.00 (EUR)
$ 862.000,00 (ARS)
3
Portinari
“Retrato de Jorge Amado”
Desenho a grafite sobre papel
38x28 cm/
1934
Assinado no canto inferior direito. Estudo para a pintura Retrato de Jorge Amado.

Reproduzido no Catálogo Raisonné - Vol. I, pg. 286; Reproduzido no livro Portinari - A Construção de uma Obra, Ed Dom Quixote, pág. 59;
Reproduzido no livro Imagens Negociadas: retratos da elite brasileira, Sergio Miceli, 1996, pág. 163; Participou da exposição "Candido Portinari 1903-1962: pinturas e desenhos, Pinakotheke Cultural, SP, 2002. FCO 473

SOBRE:

Estudou na Escola Nacional de Belas Artes. Interessa-se por um movimento artístico até então considerado marginal: o modernismo.

Em 1928 portinari ganha a medalha de ouro e uma viagem para a Europa, do Salão Nacional de Belas Artes.

Em Paris firmou seu estilo quando teve contato com Van Dongen e Othon Friesz.

Em 1931, portinari volta ao Brasil renovado. Muda completamente a estética de sua obra, valorizando mais cores e a ideia das pinturas. Ele quebra o compromisso volumétrico e abandona a tridimensionalidade de suas obras.
Expõe três telas no Pavilhão Brasil da Feira Mundial em Nova Iorque de 1939. Os quadros chamam a atenção de Alfred Barr, diretor geral do MoMA Nova Iorque, que compra a tela "Morro do Rio" e imediatamente a expõe no Museu, ao lado de artistas consagrados mundialmente.

O interesse geral pelo trabalho do artista brasileiro faz Barr preparar uma exposição individual para portinari em plena Nova Iorque.

portinari pintou dois murais para a Biblioteca do Congresso em Washington.

Na 1° Bienal de São Paulo portinari teve com destaque em uma sala particular.

No começo de 1962, a prefeitura de Barcelona convida portinari para uma grande exposição com 200 telas.

Em 1941. Pinta mural para o edifício da Biblioteca do Congresso, Washington, DC com o título "A descoberta da terra".

Pintou temas sociais, históricos, religiosos, trabalho no campo e na cidade, tipos populares, festas populares, infância, folclore, a fauna, a flora a paisagem e até os retratos dos grandes brasileiros de sua geração.

Suas influências inúmeras o aproximam do renascimento italiano, do cubismo, surrealismo e do muralismo mexicano e Neorrealismo.

Entre 1953 e 1956 os enormes painéis Guerra e Paz, para ONU de Nova Iorque. Em 2012, no Memorial da América Latina, em São Paulo.


Bid
R$ 28.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 28.000,00 (BRL)
Cotações
$ 5,040.00 (USD)
$ 4,200.00 (EUR)
$ 482.720,00 (ARS)
Cotações
$ 5,040.00 (USD)
$ 4,200.00 (EUR)
$ 482.720,00 (ARS)
4
Portinari
“Nossa Senhora”
Grande desenho a carvão e grafite sobre papel
1941
Medidas: 64 x 28 cm.
Assinatura estampada no canto inferior direito "Portinari"
Estudo para a pintura mural "Encontro de Nossa Senhora e Santa Isabel".

Reproduzido nos livros:
Catálogo Raisonné - Vol. II do artista, pág. 184;
Portinari - A Construção de uma Obra, Ed. Dom Quixote, pág. 89. FCO 329

SOBRE:

Estudou na Escola Nacional de Belas Artes. Interessa-se por um movimento artístico até então considerado marginal: o modernismo.

Em 1928 portinari ganha a medalha de ouro e uma viagem para a Europa, do Salão Nacional de Belas Artes.

Em Paris firmou seu estilo quando teve contato com Van Dongen e Othon Friesz.

Em 1931, portinari volta ao Brasil renovado. Muda completamente a estética de sua obra, valorizando mais cores e a ideia das pinturas. Ele quebra o compromisso volumétrico e abandona a tridimensionalidade de suas obras.
Expõe três telas no Pavilhão Brasil da Feira Mundial em Nova Iorque de 1939. Os quadros chamam a atenção de Alfred Barr, diretor geral do MoMA Nova Iorque, que compra a tela "Morro do Rio" e imediatamente a expõe no Museu, ao lado de artistas consagrados mundialmente.

O interesse geral pelo trabalho do artista brasileiro faz Barr preparar uma exposição individual para portinari em plena Nova Iorque.

portinari pintou dois murais para a Biblioteca do Congresso em Washington.

Na 1° Bienal de São Paulo portinari teve com destaque em uma sala particular.

No começo de 1962, a prefeitura de Barcelona convida portinari para uma grande exposição com 200 telas.

Em 1941. Pinta mural para o edifício da Biblioteca do Congresso, Washington, DC com o título "A descoberta da terra".

Pintou temas sociais, históricos, religiosos, trabalho no campo e na cidade, tipos populares, festas populares, infância, folclore, a fauna, a flora a paisagem e até os retratos dos grandes brasileiros de sua geração.

Suas influências inúmeras o aproximam do renascimento italiano, do cubismo, surrealismo e do muralismo mexicano e Neorrealismo.

Entre 1953 e 1956 os enormes painéis Guerra e Paz, para ONU de Nova Iorque. Em 2012, no Memorial da América Latina, em São Paulo.

Bid
R$ 28.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 28.000,00 (BRL)
Cotações
$ 5,040.00 (USD)
$ 4,200.00 (EUR)
$ 482.720,00 (ARS)
Cotações
$ 5,040.00 (USD)
$ 4,200.00 (EUR)
$ 482.720,00 (ARS)
5
Portinari
“Jesuíta”
Grande desenho a nanquim bico-de-pena e lápis sobre cartolina
Medidas: 46 x 27 cm.
1941

Reproduzido nos livros:
Catálogo Raisonné - Vol. II do artista, pág. 272;
Portinari - A Construção de uma Obra, Ed Dom Quixote, pág. 87;
Portinari: o Lavrador de Quadros, 2003, pág. 116;

Participou das exposições:
Portinari, Galeria Praça Roosevelt, SP, 1970;
30 Desenhos de Portinari, Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 1987;
Portinari: Retrospectiva, Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, 1997. FCO 400

SOBRE:

Estudou na Escola Nacional de Belas Artes. Interessa-se por um movimento artístico até então considerado marginal: o modernismo.

Em 1928 portinari ganha a medalha de ouro e uma viagem para a Europa, do Salão Nacional de Belas Artes.

Em Paris firmou seu estilo quando teve contato com Van Dongen e Othon Friesz.

Em 1931, portinari volta ao Brasil renovado. Muda completamente a estética de sua obra, valorizando mais cores e a ideia das pinturas. Ele quebra o compromisso volumétrico e abandona a tridimensionalidade de suas obras.
Expõe três telas no Pavilhão Brasil da Feira Mundial em Nova Iorque de 1939. Os quadros chamam a atenção de Alfred Barr, diretor geral do MoMA Nova Iorque, que compra a tela "Morro do Rio" e imediatamente a expõe no Museu, ao lado de artistas consagrados mundialmente.

O interesse geral pelo trabalho do artista brasileiro faz Barr preparar uma exposição individual para portinari em plena Nova Iorque.

portinari pintou dois murais para a Biblioteca do Congresso em Washington.

Na 1° Bienal de São Paulo portinari teve com destaque em uma sala particular.

No começo de 1962, a prefeitura de Barcelona convida portinari para uma grande exposição com 200 telas.

Em 1941. Pinta mural para o edifício da Biblioteca do Congresso, Washington, DC com o título "A descoberta da terra".

Pintou temas sociais, históricos, religiosos, trabalho no campo e na cidade, tipos populares, festas populares, infância, folclore, a fauna, a flora a paisagem e até os retratos dos grandes brasileiros de sua geração.

Suas influências inúmeras o aproximam do renascimento italiano, do cubismo, surrealismo e do muralismo mexicano e Neorrealismo.

Entre 1953 e 1956 os enormes painéis Guerra e Paz, para ONU de Nova Iorque. Em 2012, no Memorial da América Latina, em São Paulo.

Bid
R$ 28.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 28.000,00 (BRL)
Cotações
$ 5,040.00 (USD)
$ 4,200.00 (EUR)
$ 482.720,00 (ARS)
Cotações
$ 5,040.00 (USD)
$ 4,200.00 (EUR)
$ 482.720,00 (ARS)
6
Portinari

RARÍSSIMA OBRA EM QUE PORTINARI RETRATA SEUS PAIS E ELE COMO A SAGRADA FAMILIA

“Fuga para o Egito”
Desenho a grafite e crayon sobre papel
Medidas: 30 x 23,5 cm.
1955

Estudo para pintura "Fuga para o Egito". Assinada e datada na metade inferior à esquerda. "Portinari 55".

Participou da Exposição:
Portinari, Galeria Bonino, Rio de Janeiro.

Reproduzido no catálogo Raisonné - vol. lll, pág: 473;
Reproduzido no livro "Portinari - A Construção de uma Obra", Ed. Dom Quixote, pág.167. FCO 4124

SOBRE:

Estudou na Escola Nacional de Belas Artes. Interessa-se por um movimento artístico até então considerado marginal: o modernismo.

Em 1928 portinari ganha a medalha de ouro e uma viagem para a Europa, do Salão Nacional de Belas Artes.

Em Paris firmou seu estilo quando teve contato com Van Dongen e Othon Friesz.

Em 1931, portinari volta ao Brasil renovado. Muda completamente a estética de sua obra, valorizando mais cores e a ideia das pinturas. Ele quebra o compromisso volumétrico e abandona a tridimensionalidade de suas obras.
Expõe três telas no Pavilhão Brasil da Feira Mundial em Nova Iorque de 1939. Os quadros chamam a atenção de Alfred Barr, diretor geral do MoMA Nova Iorque, que compra a tela "Morro do Rio" e imediatamente a expõe no Museu, ao lado de artistas consagrados mundialmente.

O interesse geral pelo trabalho do artista brasileiro faz Barr preparar uma exposição individual para portinari em plena Nova Iorque.

portinari pintou dois murais para a Biblioteca do Congresso em Washington.

Na 1° Bienal de São Paulo portinari teve com destaque em uma sala particular.

No começo de 1962, a prefeitura de Barcelona convida portinari para uma grande exposição com 200 telas.

Em 1941. Pinta mural para o edifício da Biblioteca do Congresso, Washington, DC com o título "A descoberta da terra".

Pintou temas sociais, históricos, religiosos, trabalho no campo e na cidade, tipos populares, festas populares, infância, folclore, a fauna, a flora a paisagem e até os retratos dos grandes brasileiros de sua geração.

Suas influências inúmeras o aproximam do renascimento italiano, do cubismo, surrealismo e do muralismo mexicano e Neorrealismo.

Entre 1953 e 1956 os enormes painéis Guerra e Paz, para ONU de Nova Iorque. Em 2012, no Memorial da América Latina, em São Paulo.
Bid
R$ 38.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 38.000,00 (BRL)
Cotações
$ 6,840.00 (USD)
$ 5,700.00 (EUR)
$ 655.120,00 (ARS)
Cotações
$ 6,840.00 (USD)
$ 5,700.00 (EUR)
$ 655.120,00 (ARS)
7
Portinari
“Cangaceiro”
Grande desenho a carvão sobre papel
Medidas: 66,5 x 59 cm.
1955
Assinada e datada na metade inferior à esquerda "Portinari 55".
Reproduzido no catálogo Raisonné - vol. III, pág. 468;
Reproduzido no livro "Portinari - A Construção de uma Obra", Ed. Dom Quixote, pág. 168. FCO 2100

SOBRE:

Estudou na Escola Nacional de Belas Artes. Interessa-se por um movimento artístico até então considerado marginal: o modernismo.

Em 1928 portinari ganha a medalha de ouro e uma viagem para a Europa, do Salão Nacional de Belas Artes.

Em Paris firmou seu estilo quando teve contato com Van Dongen e Othon Friesz.

Em 1931, portinari volta ao Brasil renovado. Muda completamente a estética de sua obra, valorizando mais cores e a ideia das pinturas. Ele quebra o compromisso volumétrico e abandona a tridimensionalidade de suas obras.
Expõe três telas no Pavilhão Brasil da Feira Mundial em Nova Iorque de 1939. Os quadros chamam a atenção de Alfred Barr, diretor geral do MoMA Nova Iorque, que compra a tela "Morro do Rio" e imediatamente a expõe no Museu, ao lado de artistas consagrados mundialmente.

O interesse geral pelo trabalho do artista brasileiro faz Barr preparar uma exposição individual para portinari em plena Nova Iorque.

portinari pintou dois murais para a Biblioteca do Congresso em Washington.

Na 1° Bienal de São Paulo portinari teve com destaque em uma sala particular.

No começo de 1962, a prefeitura de Barcelona convida portinari para uma grande exposição com 200 telas.

Em 1941. Pinta mural para o edifício da Biblioteca do Congresso, Washington, DC com o título "A descoberta da terra".

Pintou temas sociais, históricos, religiosos, trabalho no campo e na cidade, tipos populares, festas populares, infância, folclore, a fauna, a flora a paisagem e até os retratos dos grandes brasileiros de sua geração.

Suas influências inúmeras o aproximam do renascimento italiano, do cubismo, surrealismo e do muralismo mexicano e Neorrealismo.

Entre 1953 e 1956 os enormes painéis Guerra e Paz, para ONU de Nova Iorque. Em 2012, no Memorial da América Latina, em São Paulo.
Bid
R$ 32.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 32.000,00 (BRL)
Cotações
$ 5,760.00 (USD)
$ 4,800.00 (EUR)
$ 551.680,00 (ARS)
Cotações
$ 5,760.00 (USD)
$ 4,800.00 (EUR)
$ 551.680,00 (ARS)
8
ACADEMIA IMPERIAL DE BELAS ARTES

F. AURÉLIO (Francisco Aurélio de Figueiredo e Mello, Areia/PB, 1854 - Rio de Janeiro/RJ, 1916)
Óleo sobre Tela

MEDIDAS: 74 x 82 cm.
Floresta da Tijuca

BIOGRAFIA:
Pintor, caricaturista, desenhista, escultor, escritor. Frequenta, ainda adolescente, a Academia Imperial de Belas Artes - Aiba, no Rio de Janeiro, sob a orientação de seu irmão, o pintor Pedro Américo (1843 - 1905), e de Jules Le Chevrel (ca.1810 - 1872). Em 1871, publica suas primeiras caricaturas em A Comédia Social. Colabora também como caricaturista na Semana Ilustrada, de 1873 a 1875, com séries temáticas, como Os Mistérios de Todos os Dias na Côrte, de 1874. Viaja para a Europa e reside em Florença, entre 1876 e 1878. Nessa época, trabalha no ateliê do irmão e estuda com Antonio Ciseri (1821 - 1891), Nicolò Barabino (1832 - 1891) e Stefano Ussi (1822 - 1901), todos pintores de história, gênero e retrato. Retornando ao Brasil, colabora, entre 1878 e 1879, com o periódico Diabo Coxo, no Recife. Nos anos 1880, visita outros países europeus e participa de várias edições da Exposição Geral de Belas Artes. Torna-se conhecido pelos quadros Francesca da Rimini, de 1893, e Último Baile da Ilha Fiscal, 1905. Produz também retratos, naturezas-mortas, cenas de gênero e paisagens. Sua produção é apresentada em duas exposições individuais: a primeira em 1912, no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo, e a segunda, póstuma, em 1956, no Museu Nacional de Belas Artes - MNBA, no Rio de Janeiro.

ANÁLISE:
Aurélio de Figueiredo estuda pintura na Academia Imperial de Belas Artes - Aiba com Jules le Chevrel e com Pedro Américo, seu irmão. A partir da década de 1870, trabalha para publicações como A Comédia Social e Semana Ilustrada. Para o historiador Herman Lima, essas caricaturas se destacam pelo traço vigoroso e elegante, pelo desenho correto e limpo e pela composição harmônica.

Concluído o curso da Academia, viaja para Florença, na Itália, onde permanece entre 1876 e 1878. De volta ao Rio de Janeiro, realiza ainda frequentes viagens à Europa e tem intensa atividade como pintor, expondo em sucessivos salões.

Torna-se conhecido principalmente como pintor de história, com obras como Francesca da Rimini (1883) e Último Baile da Ilha Fiscal (1905). Entretanto, como aponta o crítico Gonzaga Duque (1863-1911), em sua produção de pequeno formato, como nos quadros de gênero e nas paisagens, revela-se mais inovador: "Nos pequenos quadros de gênero, nas alegorias, nas fantasias a pincel, o talento de Aurélio tem uma feição característica. Vê-se que todo o trabalho é espontâneo e rápido. Nos traços, os mais simples, conhece-se a mão sempre ligeira e leve do artista; nos toques, os mais insignificantes, o pincel passa com a mesma facilidade". Como nota ainda o historiador da arte Luciano Migliaccio (1960), em obras como O Copo d´Água (1893) o artista trata a cena de gênero com uma sensibilidade simbolista, que antecede certas obras de Eliseu Visconti (1866-1944).
FONTE: http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa10302/aurelio-de-figueiredo
OBRAS EM MUSEUS: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_pinturas_de_Aur%C3%A9lio_de_Figueiredo

CRÍTICAS:
"Menos dotado que Pedro Américo, chegou a ser pintor de apreciáveis recursos, deixando às vezes pressentir certa inclinação para o Romantismo, na inspiração, conquanto na técnica não se afastasse do convencionalismo acadêmico, desprovido, como sempre, de qualquer espontaneidade pictórica ou nervosismo de desenho. Sua produção é polimorfa, abordando também a caricatura, a escultura e a literatura. Aplicou-se a telas de grandes dimensões, que requerem disposições especiais para a composição e a execução".
CAMPOFIORITO, Quirino. História da pintura brasileira no século XIX. Rio de Janeiro: Pinakotheke, 1983.

"(...) Francisco Aurélio distinguiu-se como pintor de bons recursos e precisão técnica. Dedicou-se com intensidade a composições de temas históricos e aplicou-se com disposição à execução de telas de grandes dimensões. Não obstante ter realizado uma produção de características formalmente convencionais, destacou-se pela acuidade no tratamento cromático, bem como pelo rigor no detalhamento de panejamentos, tapeçarias e ornamentos".
Equipe de pesquisa do MNBA
O MUSEU Nacional de Belas Artes. Prefácio de Alcidio Mafra de Souza. Editado por Alcidio Mafra de Souza. Textos de Abbadia Caparelli et al. São Paulo: Banco Safra, 1985.

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS:
1912 - São Paulo SP - Exposição de Pintura de Aurélio de Figueiredo, no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo na Sala de Congregação do Ginásio de São Paulo

EXPOSIÇÕES COLETIVAS:
1871 - Rio de Janeiro RJ - Mostra Desenho Figurado, na Aiba - medalha de prata e pequena medalha de ouro
1884 - Rio de Janeiro RJ - 26ª Exposição Geral de Belas Artes, na Aiba
1894 - Rio de Janeiro RJ - 1ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1895 - Rio de Janeiro RJ - 2ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1896 - Rio de Janeiro RJ - 3ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1898 - Rio de Janeiro RJ - 5ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1899 - Rio de Janeiro RJ - Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1901 - Rio de Janeiro RJ - 8ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1902 - Rio de Janeiro RJ - 9ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1912 - Rio de Janeiro RJ - 19ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1915 - Rio de Janeiro RJ - 22ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
1916 - Rio de Janeiro RJ - 23ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba

EXPOSIÇÕES PÓSTUMAS:
1940 - São Paulo SP - Exposição Retrospectiva: obras dos grandes mestres da pintura e seus discípulos, no Salão de Arte Almeida Júnior da Prefeitura Municipal de São Paulo
1948 - Rio de Janeiro RJ - Retrospectiva da Pintura no Brasil, no MNBA
1950 - Rio de Janeiro RJ - Um Século da Pintura Brasileira: 1850-1950, no MNBA
1950 - Bahia - Um Século de Pintura Brasileira: 1850-1950, s.l.
1950 - Paraíba - Um Século de Pintura Brasileira: 1850-1950, s.l.
1950 - Pernambuco - Um Século de Pintura Brasileira: 1850-1950, s.l.
1953 - São Paulo SP - 2ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão dos Estados
1956 - Rio de Janeiro RJ - Exposição comemorativa do centenário do nascimento do artista, no MNBA
1977 - Rio de Janeiro RJ - Aspectos da Paisagem Brasileira: 1816-1916, no MNBA
1980 - São Paulo SP - A Paisagem Brasileira: 1650-1976, no Paço das Artes
1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal
1985 - Rio de Janeiro RJ - Desfile Venda de Obras, na Acervo Galeria de Arte
1986 - Rio de Janeiro RJ - A Mulher e o Feminino na Pintura Brasileira: 1800-1930, na Acervo Galeria de Arte
1986 - São Paulo SP - Dezenovevinte: uma virada no século, na Pinacoteca do Estado
1989 - Rio de Janeiro RJ - O Rio de Janeiro de Machado de Assis, no CCBB
2000 - Rio de Janeiro RJ - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento. Carta de Pero Vaz de Caminha, no Museu Histórico Nacional
2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal
2005 - São Paulo SP - Homo Ludens: do faz-de-conta à vertigem, no Itaú Cultural
2010 - São Paulo SP - 6ª sp-arte, na Fundação Bienal.


Bid
R$ 35.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 35.000,00 (BRL)
Cotações
$ 6,300.00 (USD)
$ 5,250.00 (EUR)
$ 603.400,00 (ARS)
Cotações
$ 6,300.00 (USD)
$ 5,250.00 (EUR)
$ 603.400,00 (ARS)
11
ACADEMIA IMPERIAL DE BELAS ARTES - GRUPO GRIMM

ANTONIO PARREIRAS (1860 - 1937)
Interior do estado do Rio de Janeiro.
Medidas: 51 x 74 cm. / 77 x 100 cm.
O.S.T.
1925.

Considerando que entre os nomes de seus maiores já falecidos, conta o Estado do Rio de Janeiro, com o de Antônio parreiras. Pintor genial que ainda em vida, fora consagrado o mais eminente dos
artistas entre os brasileiros.

Essa obra, Data de 1925, o ano que termina a decoração do Palacio da Liberdade em Belo Horizonte e assina contrato para decorar O Conservatorio de Musica de Minas Gerais. Também em 1925 foi eleito o maior artista do país, no Grande Concurso Nacional realizado entre os leitores da revista Fon-Fon (Revista Fon-Fon, 28 de março de 1925). Os segundo e terceiro lugares ficaram para Rodolfo Bernardelli e Baptista da Costa, respectivamente.

SOBRE:

Em 1883, matriculou-se na Academia Imperial.

Em 1884, deixou de fazer parte da Academia para pintar d'après nature junto ao núcleo formado pela inspiração do pintor alemão Georg Grimm.

EM 1886 Dom Pedro II não só visitou a exposição na casa do paisagista niteroiense, mas também adquiriu duas obras do pintor. Foi então que a Academia encomendou algumas obras, sob a condição de quando retornasse ao Brasil, lecionasse algumas aulas sem a necessidade de receber salário.
Na França, parreiras montou seu próprio ateliê e tornou-se sucesso, quando voltou, cumpriu o acordo e tornou-se professor de paisagem na Academia.

Nos vários anos entre Brasil e França, executou encomendas oficiais para edifícios públicos destacando entre outros:
"Sertanejas" para decorar o Palácio do Catete,
Painéis para a sede do Supremo Tribunal Federal.

parreiras foi o segundo pintor brasileiro a expor no Salão de Paris.

Em 1911 e nomeado delegado da Sociedade Nacional de Belas-Artes.

Em 1922 conquistou todas as Grandes Honrarias:
Medalha de Ouro (Exposição do Centenário da Independência)
Medalha de Honra (Exposição do Centenário da Independência)
Grande Medalha (Exposição do Centenário da Independência)

Em 1926 foi publicada sua primeira biografia de Antônio parreiras.

Em 1927, Antônio parreiras participou da inauguração de um busto em bronze, sua homenagem, executado pelo francês Marc Robert e exposto no Jardim Icaraí, atual praça Getúlio Vargas.

Em sua carreira, pode-se dizer que Antônio parreiras expressou o romantismo, ainda que de forma tardia, em "sua forma de procurar um lugar no mundo".

Segundo ele próprio, ao longo de aproximadamente 55 anos, realizou mais de 850 pinturas, das quais 720 foram criadas em solo brasileiro, tendo feito 39 exposições no Rio de Janeiro e em vários outros estados do Brasil.
Foto do Museu Antonio parreiras, sua antiga casa, visitada por D. Pedro II
Bid
R$ 35.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 35.000,00 (BRL)
Cotações
$ 6,300.00 (USD)
$ 5,250.00 (EUR)
$ 603.400,00 (ARS)
Cotações
$ 6,300.00 (USD)
$ 5,250.00 (EUR)
$ 603.400,00 (ARS)
12
ACADEMIA IMPERIAL DE BELAS ARTES - GRUPO GRIMM

ANTONIO PARREIRAS (1860 - 1937)
Montanhas rochosas, Serra das Araras, RJ.
O.S.T.
Medidas: 40 x 70 cm. / 66 x 95 cm.
Assinado e datado (1932)

Considerando que entre os nomes de seus maiores já falecidos, conta o Estado do Rio de Janeiro, com o de Antônio Parreiras. Pintor genial que ainda em vida, fora consagrado o mais eminente dos
artistas entre os brasileiros.

Essa obra, uma das primeiras após longos anos de sucesso em Paris pintando "nu artístico", revela a retomada pelo espirito do Grupo Grimm, do qual foi um de seus fundadores na década de 1880, quando o alemão Johann Georg Grimm reúne em torno de si um grupo de estudantes entusiasmados com a ideia de, como ele, pintar o naturalismo do ambiente nacional, o que em muito se celebrou na imprensa nacional, pois a iniciativa do estrangeiro que fazia ver aos brasileiros sua própria terra.

Os artistas que fizeram parte desse grupo são fundamentais dentro da história da arte brasileira, dentre eles: Antonio Parreiras, Giambattista Castagneto, Garcia y Vasquez, Hipólito Caron, Gomes Ribeiro e França Júnior, que dedicaram-se à pintar realísticas paisagens, e como um desafio o dificílimo tema de pedreiras.

Parreiras:

Em 1883, matriculou-se na Academia Imperial.

Em 1884, deixou de fazer parte da Academia para pintar d'après nature junto ao núcleo formado pela inspiração do pintor alemão Georg Grimm.

EM 1886 Dom Pedro II não só visitou a exposição na casa do paisagista niteroiense, mas também adquiriu duas obras do pintor. Foi então que a Academia encomendou algumas obras, sob a condição de quando retornasse ao Brasil, lecionasse algumas aulas sem a necessidade de receber salário.
Na França, Parreiras montou seu próprio ateliê e tornou-se sucesso, quando voltou, cumpriu o acordo e tornou-se professor de paisagem na Academia.

Nos vários anos entre Brasil e França, executou encomendas oficiais para edifícios públicos destacando entre outros:
"Sertanejas" para decorar o Palácio do Catete,
Painéis para a sede do Supremo Tribunal Federal.

Parreiras foi o segundo pintor brasileiro a expor no Salão de Paris.

Em 1911 e nomeado delegado da Sociedade Nacional de Belas-Artes.

Em 1922 conquistou todas as Grandes Honrarias:
Medalha de Ouro (Exposição do Centenário da Independência)
Medalha de Honra (Exposição do Centenário da Independência)
Grande Medalha (Exposição do Centenário da Independência)

Em 1926 foi publicada sua primeira biografia de Antônio Parreiras.

Em 1927, Antônio Parreiras participou da inauguração de um busto em bronze, sua homenagem, executado pelo francês Marc Robert e exposto no Jardim Icaraí, atual praça Getúlio Vargas.

Em sua carreira, pode-se dizer que Antônio Parreiras expressou o romantismo, ainda que de forma tardia, em "sua forma de procurar um lugar no mundo".

Segundo ele próprio, ao longo de aproximadamente 55 anos, realizou mais de 850 pinturas, das quais 720 foram criadas em solo brasileiro, tendo feito 39 exposições no Rio de Janeiro e em vários outros estados do Brasil.
Foto do Museu Antonio Parreiras, sua antiga casa, visitada por D. Pedro II.
Bid
R$ 30.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 30.000,00 (BRL)
Cotações
$ 5,400.00 (USD)
$ 4,500.00 (EUR)
$ 517.200,00 (ARS)
Cotações
$ 5,400.00 (USD)
$ 4,500.00 (EUR)
$ 517.200,00 (ARS)
14
ESCOLA NACIONAL DE BELAS ARTES - MEDALHA DE OURO

RAIMUNDO CELA (Sobral, CE, 1890 - Niterói, RJ, 1954).
Aquarela datada de 1954, ano da morte do artista em Niterói. Inscrição em carvão no verso: "primeira aquarela de 1954" (emoldurado em sanduíche de vidro anti-reflexo)
Medidas: 29 x 43 cm. / 44 x 59 cm.
ICONOGRAFIA DE NITERÓI: Praia das Flechas, chegando na Pedra da Itapuca. O primeiro prédio é o número 171, Edifício Itapuca, o primeiro do Bairro do Ingá. O último ao fundo, é o Edifício Moema na Praia de Icaraí, Rua Joaquim Távora.

REFERÊNCIAS: (...)No seu regresso ao Rio de Janeiro, em 1945, Raimundo Cela volta a participar de exposições e salões no eixo Rio/São Paulo. O artista promissor, que
chegara a ser dado como morto pela ausência de notícias, retorna de forma
triunfante, e sua obra conquista o espaço e o reconhecimento merecidos. Nesse mesmo ano, ele recebe a medalha de ouro no L Salão Nacional de Belas
Artes, no Rio de Janeiro. Repetindo o feito obtém, em 1947, as medalhas de
ouro em gravura e em pintura no LII Salão Nacional de Belas Artes. Realiza
diversas exposições individuais, é premiado com a Pequena Medalha de Ouro
no IX Salão Paulista de Belas Artes, em São Paulo, e recebe o Prêmio Antônio
Parreiras em pintura, no VII Salão Fluminense de Belas Artes de Niterói.
Cela retoma também sua atividade como professor de desenho, assumindo,
em 1948, a cadeira de Modelo Vivo e Desenho Figurado na Escola Fluminense de Belas Artes de Niterói. Em 1949 concorre a cadeira de Geometria Descritiva na ENBA, para a qual publica sua tese Perspectiva das Sombras Solares
em que analisa seus estudos para a pintura Jangadeiros em Palestra. Em 1950 é
aprovado com unanimidade para o cargo de professor de Gravura da Escola
Nacional de Belas Artes, passando assim a figurar entre os mestres que o formaram. Assume o cargo em 1951, lecionando até 1954, o ano de sua morte. (...)
Bid
R$ 12.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 12.000,00 (BRL)
Cotações
$ 2,160.00 (USD)
$ 1,800.00 (EUR)
$ 206.880,00 (ARS)
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$ 2,160.00 (USD)
$ 1,800.00 (EUR)
$ 206.880,00 (ARS)
15
Alberto da Veiga Guignard - Retrato de D. Lucia Flecha
de Lima - Déc. 40
Óleo sobre madeira
MED. 80 x 60 cm
Assinado no verso

Nascida em Minas Gerais, foi retrada pelo artista ainda
em sua juventude antes de ficar conhecida e ser
considerada uma das mulheres mais glamourosas e
elegantes da diplomacia brasileira.
Nos anos 90, junto
com o marido, o embaixador aposentado Paulo Tarso
Flexa de Lima, levou o Brasil para as manchetes
durante o comando das embaixadas de Paris, Roma,
Londres e Washington, postos mais cobiçados do
Itamaraty.
Durante a separação e morte da princesa
Diana, Lúcia ganhou destaque como sua primeira
amiga e confidente. A ex embaixatriz faleceu em
Brasilia aos 76 anos em 2017.
Bid
R$ 130.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 130.000,00 (BRL)
Cotações
$ 23,400.00 (USD)
$ 19,500.00 (EUR)
$ 2.241.200,00 (ARS)
Cotações
$ 23,400.00 (USD)
$ 19,500.00 (EUR)
$ 2.241.200,00 (ARS)
16a
PERIODO DO IMPÉRIO

Henrique Tribolet (Rio de Janeiro/RJ, 1862 - 1908)
Casario na Gávea - Rio de Janeiro.
Méd: 35 x 26 cm.
Datado 1896.
Participou da Exposição Geral de Belas Artes de 1896.
Esta casa pertenceu ao antiquário Antonio Caetano e permanece conservada até os dias de hoje.

Nota Biográfica: Henrique tribolet foi um pintor e desenhista franco-brasileiro. Foi aluno e companheiro do paisagista italiano Nicola Facchinetti, a quem deve toda sua excelente formação artística. Tal como seu mestre, deixou muitos quadros em pequeno formato. Nota declaração do Doutor em História Eduardo Schnnoor: "Eu, Eduardo Schnoor Professor Doutor em História social pela USP-SP, venho informar que considero procedente ser o quadro ost 21X32 pintado em 1889 por Henrique tribolet ter como iconografia do Rio de Janeiro , os estabelecimentos militares do Exercito Imperial existentes na Ilha do Bom Jesus que ficava próxima a Ilha do Governador. Além dos prédios o pequeno trapiche acrescenta um importante dado a esta iconografia por ser pelo tamanho um trapiche de "serviço" Areas estas aterradas do decorrer do crescimento da Cidade.
Bid
R$ 22.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 22.000,00 (BRL)
Cotações
$ 3,960.00 (USD)
$ 3,300.00 (EUR)
$ 379.280,00 (ARS)
Cotações
$ 3,960.00 (USD)
$ 3,300.00 (EUR)
$ 379.280,00 (ARS)
16c
PERIODO DO IMPÉRIO

Henrique Tribolet (Rio de Janeiro/RJ, 1862 - 1908)
"Localizado URCA"
Óleo sobre madeira, assinado "H. Tribolet e datado 1905.
Medidas: 20 X 29 cm.
Moldura de época.

Nota Biográfica: Henrique Tribolet foi um pintor e desenhista franco-brasileiro. Foi aluno e companheiro do paisagista italiano Nicola Facchinetti, a quem deve toda sua excelente formação artística. Tal como seu mestre, deixou muitos quadros em pequeno formato.
No acervo do Museu Nacional de Belas Artes, encontra-se um óleo de sua autoria intitulado simplesmente Marinha, datado e assinado em 1896 (inventário nº 2753).

No acervo do Museu Nacional de Belas Artes, encontra-se um óleo de sua autoria intitulado simplesmente Marinha, datado e assinado em 1896 (inventário nº 2753).

Procedência Galeria Colecionador - Rio de Janeiro com transferência anexa.
Bid
R$ 18.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 18.000,00 (BRL)
Cotações
$ 3,240.00 (USD)
$ 2,700.00 (EUR)
$ 310.320,00 (ARS)
Cotações
$ 3,240.00 (USD)
$ 2,700.00 (EUR)
$ 310.320,00 (ARS)
16b
PERIODO DO IMPÉRIO

HENRIQUE TRIBOLET(Rio de Janeiro/RJ, 1862 - 1908)
ESTUDO BASEADO NA OBRA ENSEADA DE BOTAFOGO DE 1817 POR THOMAS ENDER. Colecção Casa Geyer.
Óleo sobre madeira.
25,5 x 40,5 cm
"Praia da Enseada de Botafogo"
Procedência Ernani Leiloeiro

Nota Biográfica:
Henrique Tribolet foi um pintor e desenhista franco-brasileiro.
Foi aluno e companheiro do paisagista italiano Nicola Facchinetti, a quem deve toda sua excelente formação artística.
Tal como seu mestre, deixou muitos quadros em pequeno formato.
No acervo do Museu Nacional de Belas Artes, encontra-se um óleo de sua autoria intitulado simplesmente Marinha, datado e assinado em 1896 (inventário nº 2753).

Bid
R$ 15.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 15.000,00 (BRL)
Cotações
$ 2,700.00 (USD)
$ 2,250.00 (EUR)
$ 258.600,00 (ARS)
Cotações
$ 2,700.00 (USD)
$ 2,250.00 (EUR)
$ 258.600,00 (ARS)
17
ESCOLA NACIONAL DE BELAS ARTES

FRANCISCO COCULILLO (Rio de Janeiro, 1895-1945)
Medidas: 41,5 x 51,5 cm. / 67,5 x 77 cm.
Óleo sobre tela
"Niterói"
Iconográfico, assinado no C.I.D. onde consta "Rio".

BIOGRAFIA: descendente de italianos, nasceu em 13 de fevereiro de 1893 no Estado do Rio de Janeiro. Pintor laureado pela Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, onde formou-se com o professor Oswaldo Teixeira. Pai de sete filhos, para criá-los e educá-los o fez com o produto da venda de suas obras, por isso não dispunha de tempo para palestras de porta de museu, o que muito o prejudicou na seleção de trabalhos para prêmios de destaques em exposições.
Mesmo assim não deixaram de reconhecer seus méritos, quando da exposição do Salão de 1949, onde foi agraciado com a medalha de prata pela obra intitulada “Ponte Velha” (paisagem de Niterói). Foi emérito pintor de paisagens, os motivos de sua preferência eram os crepúsculos, as marinhas e as florestas. Bom gastrônomo, como todo italiano, apreciava um bom vinho e uma boa cerveja. Possuía uma bela voz de tenor, o que lhe proporcionou certa frustração em virtude de sua mãe não poder pagar-lhe os estudos de canto, dada a sua condição de ser viúva e sem recursos. Certa vez fora convidado para estudar na Escala de Milão, porém sua mãe não permitiu.
Suas obras estão espalhadas pelo mundo inteiro, destacando-se os Estados Unidos, Suécia, Inglaterra e Argentina. Excursionou por todo o Brasil. Nessas viagens acompanhava-o sempre, sua família. Grandes admiradores de suas pinturas e do “bom garfo” que era, foram, entre outros: Arnaldo Guinle, Gal. Castelo Branco, chefe do Gabinete Militar do Presidente Getúlio Vargas, Dr. Baschine, Diretor da General Elétrica do Brasil, e o Embaixador da Suécia da época, também possuidores de suas telas.
Após longa jornada, com os filhos já criados, foi acometido de crises mentais sendo internado na Casa de Saúde Alfredo Neves, em Niterói, e, mais tarde transferido para a Clínica de Doenças Mentais, em Botafogo, ali permaneceu cerca de dois anos, após a alta hospitalar, tinha algumas vezes alucinações e nesse estado pintava os quadros assinando-os como Coculichi, nome verdadeiro de seus avós italianos, dizendo ser seu avô que os pintava. Coculilo é nome que no Brasil por razões estranhas fora registrado e assim permaneceu.
É importante citar que, várias vezes, não assinava os quadros e posteriormente os vendia a um senhor que, por sua vez também os vendia a outros pintores que assinavam os quadros do como sendo da autoria deles. Certa vez uma dessas obras tirou o primeiro lugar numa exposição, este fato, pelo que soube através dos seus filhos, o abalou muito e pelo que parece foi uma das causas de sua doença.
Nos últimos anos os quadros dele são disputados em leilões, principalmente no Rio de Janeiro e em São Paulo. Em 1985 a procura de suas telas tornou-se mais intensa, por particulares e galerias, alcançado preços relativamente altos, o que proporcionou boa cotação no mercado de arte.
Francisco Coculilo faleceu aos 78 anos de idade de câncer pulmonar, em 8 de julho de 1971 na cidade de São Gonçalo, Rio de Janeiro.

Bid
R$ 1.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 1.000,00 (BRL)
Cotações
$ 180.00 (USD)
$ 150.00 (EUR)
$ 17.240,00 (ARS)
Cotações
$ 180.00 (USD)
$ 150.00 (EUR)
$ 17.240,00 (ARS)
21
SOCIEDADE BRASILEIRA DE BELAS ARTES

LAFAYETTE REGO
Paisagem Rural, década de 1940
O.S.T. colada sobre cartão (tela de viagem)
Medidas: 22 x 33 cm. / 42 x 52,5 cm.

Artista com obra muito pequena e rara do qual sabe-se:

Em 1948 Participou do Salão da Sociedade Brasileira de Belas Artes
Em 1948 Exposição individual no Liceu de artes e ofícios do Rio de Janeiro.
Em 1949 Participou do Salão Nacional de Belas Artes
Em 1951 Recebeu Menção Honrosa do Salão Baiano de Belas Artes em Salvador

O jornal Gazeta de 1948, disponibilizado pela Biblioteca Nacional cita o verbete: "Este artista nos dá uma mostra de pintura no Liceu de Artes e Ofícios, à Avenida Rio Branco, N7"

Bid
R$ 1.350,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 1.350,00 (BRL)
Cotações
$ 243.00 (USD)
$ 202.50 (EUR)
$ 23.274,00 (ARS)
Cotações
$ 243.00 (USD)
$ 202.50 (EUR)
$ 23.274,00 (ARS)
22
ACADEMIA IMPERIAL DE BELAS ARTES - GRUPO GRIMM

MANUEL MADRUGA (1882-1951)
Paisagem Rural, década de 1940
O.S.T.
Medidas: 33 x 41 cm. / (moldura Kaminagai) 53 x 61 cm.

Estudou na Academia Imperial de Belas Artes sob orientação de João Zeferino.
Ligou-se a Antonio Parreiras e ao grupo liderado por Georg Grimm na pesquisa de pintura ao ar livre.
Viajou para a Europa em 1894 estudando na Academia Julian, de Paris.
Em 1898 participou do Salão da Sociedade dos Artistas Franceses.
Em 1899 e realizou no Rio de Janeiro uma exposição, cujo sucesso financeiro lhe permitiu retornar a Paris onde permaneceu até 1940.

Exposições:
1899 - Casa Postal, São Paulo;

1898 - Salão da Sociedade dos Artistas Franceses, Paris (França);
1908 - Salão Nacional de Belas Artes , Medalha de Ouro, Rio de Janeiro
1911 - Exposição Internacional de Turim (Itália);
1942 - Salão Paulista de Belas Artes, Grande Medalha de Prata, São Paulo
1942 - Salão de Belas Artes de Porto Alegre, Prêmio de Aquisição (RS);
1944 - Medalha de Ouro e 1.º Prêmio Interventor Fernando Costa;
1947 - Prêmio de Aquisição 1948 - Salão Nacional de Belas Artes, Medalha de Ouro, Rio de Janeiro
1949 - Salão Municipal de Belas Artes, 1.° Prêmio Prefeitura do Distrito Federal, Rio de Janeiro
1950 - Salão dos Artistas Nacionais, Medalha de Honra, Rio de Janeiro (RJ).
Bid
R$ 2.500,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 2.500,00 (BRL)
Cotações
$ 450.00 (USD)
$ 375.00 (EUR)
$ 43.100,00 (ARS)
Cotações
$ 450.00 (USD)
$ 375.00 (EUR)
$ 43.100,00 (ARS)
23
ESCOLA NACIONAL DE BELAS ARTES - MEDALHA DE OURO / PREMIO VIAGEM

Bustamante Sá
CAPA DO LIVRO: “A PINTURA DE BUSTAMANTE SÁ”. TAMBÉM REPRODUZIDO NA PÁGINA 211.

“Gruta de Maquiné”
Óleo sobre tela
Medidas: 50 x 61 cm.
Déc. 70

Rubens Fortes Bustamante Sá Rio de Janeiro 1907 --- Rio de Janeiro, 1988

Estudou na Escola Nacional de Belas Artes,
Em 1928 iniciou sua participação no Salão Nacional de Arte Moderna, recebendo vasta premiação. em Em 1949 recebeu o Prêmio de Viagem ao estrangeiro.
Estudou em Paris na Academia Julian.
Em 1931 foi fundador do Núcleo Henrique Bernardelli.
Foi professor da Associação Brasileira de Desenho
Foi fundador do Instituto Nacional de Educação de Surdos
Em 1952 exposição individual, no Salão Assírio do Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Participou de diversas Exposições Gerais de Belas Artes,
Escola Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro
Menção honrosa na edição de 1933,
Medalha de bronze na de 1934,
Medalha de prata em 1936,
Prêmio de viagem ao país na de 1938
Prêmio de viagem ao estrangeiro na de 1949
De 1952 a 1966 participou do Salão Nacional de Arte Moderna do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Bid
R$ 5.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 5.000,00 (BRL)
Cotações
$ 900.00 (USD)
$ 750.00 (EUR)
$ 86.200,00 (ARS)
Cotações
$ 900.00 (USD)
$ 750.00 (EUR)
$ 86.200,00 (ARS)
26
SEM ASSINATURA
Iconográfico: BAIA DA GUANABARA, século XIX.
34 X 26 CM. / 58 X 48 CM.
Óleo sobre cartão.

Bid
R$ 1.500,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 1.500,00 (BRL)
Cotações
$ 270.00 (USD)
$ 225.00 (EUR)
$ 25.860,00 (ARS)
Cotações
$ 270.00 (USD)
$ 225.00 (EUR)
$ 25.860,00 (ARS)
29
SEMANA DE ARTE MODERNA DE 1922

Menotti del Picchia. 1892 - 1988.
“O Homem e a Morte”
O.S.T.
Medidas: 24 x 35 cm.

São raríssimas as pinturas de Menotti, e em importância nenhuma compara-se a essa, que remete a sua emblemático romance “O Homem e a Morte”, data de 1922, ano em que deu-se a Semana de Arte Moderna de São Paulo, que ano vindouro completará 100 anos. Cabe frisar que Menotti foi quem leu no Theatro Municipal de São Paulo o Manifesto do Modernismo e foi, ao lado de Mario de Andrade, os principais escritores modernistas.

No Discurso de recepção da Academia Brasileira de Letres, Cassiano Ricardo cita:

"O homem e a Morte – que denominastes “tragédia cerebral”. Este, tão representativo de uma outra modalidade do vosso espírito, é o estudo, através de “símbolos bárbaros e galopantes”, do drama dos artistas incompreendidos pelo meio ainda pouco receptivo e bastante inculto de um Brasil de 1920. Drama individualista, realizado com propósitos estritamente literários, é um romance admirável, estilizado, estuante de poesia. As facetas do romancista são, porém, numerosas – tão numerosas como as do poeta. E a experiência não parou nesses volumes, mais do que suficientes para atestar as vossas qualidades de ficcionista e garantir-vos um lugar de vanguarda, na moderna história do romance brasileiro."


Paulo Menotti Del Picchia estudou em Campinas e em Pouso Alegre, Minas Gerais.
Formou na Faculdade de Direito do Largo São Francisco. Estreiou na literatura com o livro Poemas do Vício e da Virtude, em 1913.
Trabalhou como redator-chefe da Tribuna de Santos, dirigiu o jornal A Gazeta em São Paulo ecolaborando com o Correio Paulistano, sob o pseudônimo Hélios, faz uma das mais contundentes defesas do movimento modernista.
Participa da Semana de Arte Moderna, em 1922, coordenando a segunda noite do evento.
Nos anos seguintes integra, com Cassiano Ricardo e Plínio Salgado, os grupos político-literários de caráter nacionalista, Verde-Amarelo e Anta.
Assis Chateaubriand, faz-lhe diretor do jornal Diário da Noite em 1933.
Em 1936, integra o grupo A Bandeira, e é indicado pelo governador Ademar de Barros, em 1938, para a direção do Serviço de Publicidade e Propaganda do Estado de São Paulo.
Em 1942, dirige o jornal A Noite.
Em 1943 toma posse da cadeira número 28 da Academia Brasileira de Letras - ABL.
Entre 1926 e 1962, ocupa por diversas vezes os cargos de deputado estadual e federal.
A Casa Menotti Del Picchia, inaugurada, em 1987 em Itapira, preserva seu acervo e memória.

Comentário Crítico
A importância histórica de Menotti del Picchia para o Modernismo brasileiro é consensualmente reconhecida: para além de ter sido o responsável pela apresentação dos pressupostos estéticos durante a Semana de Arte Moderna, o autor militou em favor do movimento em sua coluna diária no Correio Paulistano, tornando-se assim um de seus principais cronistas.

Menotti del Picchia atuou ativamente na linha de frente do movimento e da organização da Semana de Arte Moderna de 1922.
Bid
R$ 25.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 25.000,00 (BRL)
Cotações
$ 4,500.00 (USD)
$ 3,750.00 (EUR)
$ 431.000,00 (ARS)
Cotações
$ 4,500.00 (USD)
$ 3,750.00 (EUR)
$ 431.000,00 (ARS)
30
SEMANA DE ARTE MODERNA DE 1922

Di Cavalcanti
“Vila de Pescadores”
Medidas: 54,5 x 73,5 cm.
1964
Assinado e datado no canto esquerdo.

Sobre Di, na última exposição póstuma que realizamos em SP, Alexandre Paiva Frade escreveu no catálogo:

"Segundo Einstein: “A definição de insanidade é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes”, É necessário um toque de gênio – e muita coragem para ir na direção oposta.”, e ainda “Tudo é energia e isso é tudo o que há.” Se assim é, tudo se faz de pulso e contra pulso, de zero e um, ou positivo e negativo. Essa energia, faz o mundo, faz os softwares funcionarem e fazem a vida pulsar em nosso coração que contrai e retrai!

Me parece que, se não fosse o incerto, o inconseqüente, o irresponsável, o inconformado certamente estaríamos na idade das pedras! Aquele que não está disposto a arriscar, está disposto a uma vida comum. Imagine se O império Romano, Napoleão Bonaparte, Alexandre o Grande, Moises, Jesus “não quisessem confusão”, buscassem apenas estabilidade e equilíbrio, o que seria o mundo hoje?

Imagine se todos fossemos mornos e equilibrados o quão chata seria a arte, a ciência, a filosofia e os esportes! Pra quê as Olimpíadas? Porquê do pensamento grego? Porquê da busca cientifica, que em grande parte se desenvolveu no campo bélico e na busca natural de superioridade do homem? Porquê da Arte que sempre propõe e se torna ícone registrando o tempo e o pensamento do homem e sua busca pelo desconhecido?

Pois é, o que seria de Emiliano, se não se transformasse em di cavalcanti? O que seria, ainda hoje, da mulata brasileira sem suas retratações? A mulata, de certa forma desprezada, por meio da arte de Di, se fez presente em quase todas as paredes aristocráticas que a desprezavam ou não, como pessoa. Era o antagonismo da arte, do belo, do provocativo e do pensamento contraditório em uma mesma parede.

O boêmio e sarcástico Emiliano, que freqüentava a Lapa e os rendez-vous de Paris, faz-se o primeiro legitimo embaixador das mulatas, das prostitutas, junto a aristocracia da época. Sua obra se torna um manifesto anti-racista e que desperta a percepção de beleza para essa miscigena raça designada por uma controversa palavra: “mulata”.

A mulata nunca mais foi vista da mesma forma, após ser retratada por di cavalcanti.

Mas di cavalcanti, famoso por suas mulatas, pintou temáticas outras e criou em sua técnica, dentro do espírito do momento, a volumetria. Suas figuras em “Naturezas Mortas”, favelas, alagados, casarios, samba, carnaval, e até sacras, dotadas de um fantástico volume, primorosa composição e cores tropicais são um compendio do rico momento artístico brasileiro. Momento esse que afirmava o samba, e a Bossa Nova como identidade nacional.

Como ver uma obra de di cavalcanti e não acreditar no poder do incerto, do inconseqüente, do irresponsável, do inconformado na criação de uma nova estética? Ou seja di cavalcanti é o criador de uma estética e temática, nunca antes retratada no mundo, di cavalcanti é único e, como na frase de Einsten, com “um toque de gênio – e muita coragem para ir na direção oposta”. Assim transformou-se num ícone da arte brasileira."

Em 1922, idealizou e organizou a Semana de Arte Moderna no Teatro Municipal de São Paulo.
Criou as publicidades, cartazes e catálogos do evento.

Em 1923 mudou-se para Paris onde frequentou a Academia Ranson e travou conhecimento com Pablo Picasso, Fernand Léger, Matisse e muitos outros pensadores da época. Expôs em Londres, Berlim, Bruxelas, Amsterdã e Paris.

Em 1926, ilustrou o livro Losango Cáqui, de Mário de Andrade

Em 1929 executou os primeiros painéis modernos do Brasil, para o Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro

Em 1932, di cavalcanti fundou o Clube dos Artistas Modernos, junto com Flávio de Carvalho, Antônio Gomide e Carlos Prado. e participou em exposições coletivas e salões nacionais e internacionais, como a International Art Center em Nova Iorque.

Em 1932 sofreu sua primeira prisão durante a Revolução Constitucionalista e publicou o álbum "A Realidade Brasileira", série de doze desenhos satirizando o militarismo da época.

Em 1937, recebeu medalha de ouro com a decoração do Pavilhão da Companhia Franco-Brasileira, na Exposição de Arte Técnica, em Paris.

Em 1938, trabalhou na rádio "Diffusion Française" nas emissões "Paris Mondial".

Ilustrou livros de:
Vinícius de Morais,
Álvares de Azevedo
e Jorge Amado.

Em 1947, participou com Anita Malfatti e Lasar Segall do júri de premiação de pintura do Grupo dos 19.
Em 1949 expôs na Cidade do México.

Em 1950, ano desta obra, pinta a celebre obra Aldeia de Pescadores

Participou da I Bienal Internacional de Arte de São Paulo em 1951.

Em 1953 negou-se a participar da Bienal de Veneza. Recebeu a láurea de melhor pintor nacional na II Bienal de São Paulo, prêmio dividido com Alfredo Volpi.

Em 1954, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro realizou exposição retrospectiva de seus trabalhos.

Em 1956 participou da Bienal de Veneza e recebeu o I Prêmio da Mostra Internacional de Arte Sacra de Trieste. Criou a enorme tapeçaria do Palácio da Alvorada e pintou as estações para a via-sacra da Catedral Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida, de Brasília.

Participou com sala Especial na Bienal Interamericana do México, recebendo Medalha de Ouro.
Participou com Sala Especial na VII Bienal de São Paulo.
Recebeu indicação do presidente brasileiro João Goulart para ser adido cultural na França.

Em 1971, o Museu de Arte Moderna de São Paulo organizou retrospectiva de sua obra.
Recebeu prêmio da Associação Brasileira dos Críticos de Arte.
A Universidade Federal da Bahia outorgou-lhe o título de doutor honoris causa.

Em 1975 foi feito Comendador da Ordem do Infante D. Henrique de Portugal.[7]

Faleceu no Rio de Janeiro em 26 de outubro de 1976.
Bid
R$ 560.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 560.000,00 (BRL)
Cotações
$ 100,800.00 (USD)
$ 84,000.00 (EUR)
$ 9.654.400,00 (ARS)
Cotações
$ 100,800.00 (USD)
$ 84,000.00 (EUR)
$ 9.654.400,00 (ARS)
31
SEMANA DE ARTE MODERNA DE 1922

DI CAVALCANTI ( Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque Melo, Rio de Janeiro, 1897 — 1976 )
Med: 18 x 23 cm.
Moldura: 85 x 92 cm.
óleo sobre tela.
Datado: 1950

Sobre Di, na última exposição póstuma que realizamos em SP, Alexandre Paiva Frade escreveu no catálogo:

"Segundo Einstein: “A definição de insanidade é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes”, É necessário um toque de gênio – e muita coragem para ir na direção oposta.”, e ainda “Tudo é energia e isso é tudo o que há.” Se assim é, tudo se faz de pulso e contra pulso, de zero e um, ou positivo e negativo. Essa energia, faz o mundo, faz os softwares funcionarem e fazem a vida pulsar em nosso coração que contrai e retrai!

Me parece que, se não fosse o incerto, o inconseqüente, o irresponsável, o inconformado certamente estaríamos na idade das pedras! Aquele que não está disposto a arriscar, está disposto a uma vida comum. Imagine se O império Romano, Napoleão Bonaparte, Alexandre o Grande, Moises, Jesus “não quisessem confusão”, buscassem apenas estabilidade e equilíbrio, o que seria o mundo hoje?

Imagine se todos fossemos mornos e equilibrados o quão chata seria a arte, a ciência, a filosofia e os esportes! Pra quê as Olimpíadas? Porquê do pensamento grego? Porquê da busca cientifica, que em grande parte se desenvolveu no campo bélico e na busca natural de superioridade do homem? Porquê da Arte que sempre propõe e se torna ícone registrando o tempo e o pensamento do homem e sua busca pelo desconhecido?

Pois é, o que seria de Emiliano, se não se transformasse em Di Cavalcanti? O que seria, ainda hoje, da mulata brasileira sem suas retratações? A mulata, de certa forma desprezada, por meio da arte de Di, se fez presente em quase todas as paredes aristocráticas que a desprezavam ou não, como pessoa. Era o antagonismo da arte, do belo, do provocativo e do pensamento contraditório em uma mesma parede.

O boêmio e sarcástico Emiliano, que freqüentava a Lapa e os rendez-vous de Paris, faz-se o primeiro legitimo embaixador das mulatas, das prostitutas, junto a aristocracia da época. Sua obra se torna um manifesto anti-racista e que desperta a percepção de beleza para essa miscigena raça designada por uma controversa palavra: “mulata”.

A mulata nunca mais foi vista da mesma forma, após ser retratada por Di Cavalcanti.

Mas Di Cavalcanti, famoso por suas mulatas, pintou temáticas outras e criou em sua técnica, dentro do espírito do momento, a volumetria. Suas figuras em “Naturezas Mortas”, favelas, alagados, casarios, samba, carnaval, e até sacras, dotadas de um fantástico volume, primorosa composição e cores tropicais são um compendio do rico momento artístico brasileiro. Momento esse que afirmava o samba, e a Bossa Nova como identidade nacional.

Como ver uma obra de Di Cavalcanti e não acreditar no poder do incerto, do inconseqüente, do irresponsável, do inconformado na criação de uma nova estética? Ou seja Di Cavalcanti é o criador de uma estética e temática, nunca antes retratada no mundo, Di Cavalcanti é único e, como na frase de Einsten, com “um toque de gênio – e muita coragem para ir na direção oposta”. Assim transformou-se num ícone da arte brasileira."

Em 1922, idealizou e organizou a Semana de Arte Moderna no Teatro Municipal de São Paulo.
Criou as publicidades, cartazes e catálogos do evento.

Em 1923 mudou-se para Paris onde frequentou a Academia Ranson e travou conhecimento com Pablo Picasso, Fernand Léger, Matisse e muitos outros pensadores da época. Expôs em Londres, Berlim, Bruxelas, Amsterdã e Paris.

Em 1926, ilustrou o livro Losango Cáqui, de Mário de Andrade

Em 1929 executou os primeiros painéis modernos do Brasil, para o Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro

Em 1932, Di Cavalcanti fundou o Clube dos Artistas Modernos, junto com Flávio de Carvalho, Antônio Gomide e Carlos Prado. e participou em exposições coletivas e salões nacionais e internacionais, como a International Art Center em Nova Iorque.

Em 1932 sofreu sua primeira prisão durante a Revolução Constitucionalista e publicou o álbum "A Realidade Brasileira", série de doze desenhos satirizando o militarismo da época.

Em 1937, recebeu medalha de ouro com a decoração do Pavilhão da Companhia Franco-Brasileira, na Exposição de Arte Técnica, em Paris.

Em 1938, trabalhou na rádio "Diffusion Française" nas emissões "Paris Mondial".

Ilustrou livros de:
Vinícius de Morais,
Álvares de Azevedo
e Jorge Amado.

Em 1947, participou com Anita Malfatti e Lasar Segall do júri de premiação de pintura do Grupo dos 19.
Em 1949 expôs na Cidade do México.

Em 1950, ano desta obra, pinta a celebre obra Aldeia de Pescadores

Participou da I Bienal Internacional de Arte de São Paulo em 1951.

Em 1953 negou-se a participar da Bienal de Veneza. Recebeu a láurea de melhor pintor nacional na II Bienal de São Paulo, prêmio dividido com Alfredo Volpi.

Em 1954, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro realizou exposição retrospectiva de seus trabalhos.

Em 1956 participou da Bienal de Veneza e recebeu o I Prêmio da Mostra Internacional de Arte Sacra de Trieste. Criou a enorme tapeçaria do Palácio da Alvorada e pintou as estações para a via-sacra da Catedral Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida, de Brasília.

Participou com sala Especial na Bienal Interamericana do México, recebendo Medalha de Ouro.
Participou com Sala Especial na VII Bienal de São Paulo.
Recebeu indicação do presidente brasileiro João Goulart para ser adido cultural na França.

Em 1971, o Museu de Arte Moderna de São Paulo organizou retrospectiva de sua obra.
Recebeu prêmio da Associação Brasileira dos Críticos de Arte.
A Universidade Federal da Bahia outorgou-lhe o título de doutor honoris causa.

Em 1975 foi feito Comendador da Ordem do Infante D. Henrique de Portugal.[7]

Faleceu no Rio de Janeiro em 26 de outubro de 1976.
1 bid
Bid
R$ 65.000,00 (BRL)
1 bid
Valor do lote
R$ 65.000,00 (BRL)
Cotações
$ 11,700.00 (USD)
$ 9,750.00 (EUR)
$ 1.120.600,00 (ARS)
Cotações
$ 11,700.00 (USD)
$ 9,750.00 (EUR)
$ 1.120.600,00 (ARS)
32
SEMANA DE ARTE MODERNA DE 1922

DI CAVALCANTI (Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque Melo, Rio de Janeiro, 1897 — 1976)
60x73 cm./
Óleo sobre tela
Bahianas, 1967.
reproduzido no Catálogo da Sothebys- Sale Date: May 27, 1998
http://www.artnet.com/artists/emiliano-di-cavalcanti/10

Sobre Di, na última exposição póstuma que realizamos em SP, Alexandre Paiva Frade escreveu no catálogo:

"Segundo Einstein: “A definição de insanidade é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes”, É necessário um toque de gênio – e muita coragem para ir na direção oposta.”, e ainda “Tudo é energia e isso é tudo o que há.” Se assim é, tudo se faz de pulso e contra pulso, de zero e um, ou positivo e negativo. Essa energia, faz o mundo, faz os softwares funcionarem e fazem a vida pulsar em nosso coração que contrai e retrai!

Me parece que, se não fosse o incerto, o inconseqüente, o irresponsável, o inconformado certamente estaríamos na idade das pedras! Aquele que não está disposto a arriscar, está disposto a uma vida comum. Imagine se O império Romano, Napoleão Bonaparte, Alexandre o Grande, Moises, Jesus “não quisessem confusão”, buscassem apenas estabilidade e equilíbrio, o que seria o mundo hoje?

Imagine se todos fossemos mornos e equilibrados o quão chata seria a arte, a ciência, a filosofia e os esportes! Pra quê as Olimpíadas? Porquê do pensamento grego? Porquê da busca cientifica, que em grande parte se desenvolveu no campo bélico e na busca natural de superioridade do homem? Porquê da Arte que sempre propõe e se torna ícone registrando o tempo e o pensamento do homem e sua busca pelo desconhecido?

Pois é, o que seria de Emiliano, se não se transformasse em di cavalcanti? O que seria, ainda hoje, da mulata brasileira sem suas retratações? A mulata, de certa forma desprezada, por meio da arte de Di, se fez presente em quase todas as paredes aristocráticas que a desprezavam ou não, como pessoa. Era o antagonismo da arte, do belo, do provocativo e do pensamento contraditório em uma mesma parede.

O boêmio e sarcástico Emiliano, que freqüentava a Lapa e os rendez-vous de Paris, faz-se o primeiro legitimo embaixador das mulatas, das prostitutas, junto a aristocracia da época. Sua obra se torna um manifesto anti-racista e que desperta a percepção de beleza para essa miscigena raça designada por uma controversa palavra: “mulata”.

A mulata nunca mais foi vista da mesma forma, após ser retratada por di cavalcanti.

Mas di cavalcanti, famoso por suas mulatas, pintou temáticas outras e criou em sua técnica, dentro do espírito do momento, a volumetria. Suas figuras em “Naturezas Mortas”, favelas, alagados, casarios, samba, carnaval, e até sacras, dotadas de um fantástico volume, primorosa composição e cores tropicais são um compendio do rico momento artístico brasileiro. Momento esse que afirmava o samba, e a Bossa Nova como identidade nacional.

Como ver uma obra de di cavalcanti e não acreditar no poder do incerto, do inconseqüente, do irresponsável, do inconformado na criação de uma nova estética? Ou seja di cavalcanti é o criador de uma estética e temática, nunca antes retratada no mundo, di cavalcanti é único e, como na frase de Einsten, com “um toque de gênio – e muita coragem para ir na direção oposta”. Assim transformou-se num ícone da arte brasileira."

Em 1922, idealizou e organizou a Semana de Arte Moderna no Teatro Municipal de São Paulo.
Criou as publicidades, cartazes e catálogos do evento.

Em 1923 mudou-se para Paris onde frequentou a Academia Ranson e travou conhecimento com Pablo Picasso, Fernand Léger, Matisse e muitos outros pensadores da época. Expôs em Londres, Berlim, Bruxelas, Amsterdã e Paris.

Em 1926, ilustrou o livro Losango Cáqui, de Mário de Andrade

Em 1929 executou os primeiros painéis modernos do Brasil, para o Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro

Em 1932, di cavalcanti fundou o Clube dos Artistas Modernos, junto com Flávio de Carvalho, Antônio Gomide e Carlos Prado. e participou em exposições coletivas e salões nacionais e internacionais, como a International Art Center em Nova Iorque.

Em 1932 sofreu sua primeira prisão durante a Revolução Constitucionalista e publicou o álbum "A Realidade Brasileira", série de doze desenhos satirizando o militarismo da época.

Em 1937, recebeu medalha de ouro com a decoração do Pavilhão da Companhia Franco-Brasileira, na Exposição de Arte Técnica, em Paris.

Em 1938, trabalhou na rádio "Diffusion Française" nas emissões "Paris Mondial".

Ilustrou livros de:
Vinícius de Morais,
Álvares de Azevedo
e Jorge Amado.

Em 1947, participou com Anita Malfatti e Lasar Segall do júri de premiação de pintura do Grupo dos 19.
Em 1949 expôs na Cidade do México.

Em 1950, ano desta obra, pinta a celebre obra Aldeia de Pescadores

Participou da I Bienal Internacional de Arte de São Paulo em 1951.

Em 1953 negou-se a participar da Bienal de Veneza. Recebeu a láurea de melhor pintor nacional na II Bienal de São Paulo, prêmio dividido com Alfredo Volpi.

Em 1954, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro realizou exposição retrospectiva de seus trabalhos.

Em 1956 participou da Bienal de Veneza e recebeu o I Prêmio da Mostra Internacional de Arte Sacra de Trieste. Criou a enorme tapeçaria do Palácio da Alvorada e pintou as estações para a via-sacra da Catedral Metropolitana de Nossa Senhora Aparecida, de Brasília.

Participou com sala Especial na Bienal Interamericana do México, recebendo Medalha de Ouro.
Participou com Sala Especial na VII Bienal de São Paulo.
Recebeu indicação do presidente brasileiro João Goulart para ser adido cultural na França.

Em 1971, o Museu de Arte Moderna de São Paulo organizou retrospectiva de sua obra.
Recebeu prêmio da Associação Brasileira dos Críticos de Arte.
A Universidade Federal da Bahia outorgou-lhe o título de doutor honoris causa.

Em 1975 foi feito Comendador da Ordem do Infante D. Henrique de Portugal.[7]

Faleceu no Rio de Janeiro em 26 de outubro de 1976.
Bid
R$ 650.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 650.000,00 (BRL)
Cotações
$ 117,000.00 (USD)
$ 97,500.00 (EUR)
$ 11.206.000,00 (ARS)
Cotações
$ 117,000.00 (USD)
$ 97,500.00 (EUR)
$ 11.206.000,00 (ARS)
39
DJANIRA DA MOTTA E SILVA(1914-1979)
MEDIDAS:31,5 X 50 CM/68 X 48 CM.
"Colheita de cacau".
Óleo sobre eucatex.
Assinado no canto inferior direito. Titulado, assinado e datado de 1970 e com dedicatória:"Este quadro eu pinteipara o grande amigo Wilson, off. da DJANIRA. 15/07/1970.

“DJANIRA traz o Brasil em suas mãos, sua ciência é a do povo, seu saber é esse do coração aberto à paisagem, à cor, ao perfume, P'as alegrias, dores e esperanças dos brasileiros." Jorge Amado

BIOGRAFIA: Aos 23 anos, foi internada com virus num Sanatório Dória. Posteriormente, no Rio de Janeiro, reside em Santa Teresa. Emeric Marcier a incentivava e dando aulas de pintura. Também frequentava, o Liceu de Artes e Ofícios onde conheceu Maria Helena Vieira da Silva, com Milton Da Costa e Scliar.

Em 1942 Djnira expos no 48º Salão Nacional de Belas Artes
Em 1943 realizou sua primeira mostra individual, na Associação Brasileira de Imprensa (ABI).
Em 1945, viaja para Nova York e, de volta ao Brasil, cria o mural Candomblé para Jorge Amado, em Salvador. Em Petrópolis realizou o painel para o Liceu Municipal.
Entre 1953 e 1954, viaja para estudar na União Soviética.
Na década de 1950, de volta ao Rio de Janeiro, torna-se uma das líderes do movimento pelo Salão Preto e Branco.
Realiza em 1963, o magnifico painel de azulejos Santa Bárbara, para a capela do túnel Santa Bárbara, no Rio de Janeiro.
No ano de 1966, a editora Cultrix publicou um álbum com poemas e serigrafias de sua autoria.
Em 1977, o Museu Nacional de Belas Artes, realizou uma grande retrospectiva de sua obra.
Na década de 1970, foi em Santa Catarina para ver de perto a vida dos mineiros e, para Itabira conhecer a extração de ferro.

DJANIRA é a maior cronista Brasileira de Ritos e Costumes.
Bid
R$ 30.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 30.000,00 (BRL)
Cotações
$ 5,400.00 (USD)
$ 4,500.00 (EUR)
$ 517.200,00 (ARS)
Cotações
$ 5,400.00 (USD)
$ 4,500.00 (EUR)
$ 517.200,00 (ARS)
40
DJANIRA MOTTA E SILVA (1914-1979).
"Mulher Rendeira".
Década de 1950
técnica mista,
Medidas: 76 X 42 cm. / 100 x 66 cm.

“DJANIRA traz o Brasil em suas mãos, sua ciência é a do povo, seu saber é esse do coração aberto à paisagem, à cor, ao perfume, P'as alegrias, dores e esperanças dos brasileiros." Jorge Amado

Aos 23 anos, foi internada com vírus num Sanatório Dória. Posteriormente, no Rio de Janeiro, reside em Santa Teresa. Emeric Marcier a incentivava e dando aulas de pintura. Também frequentava, o Liceu de Artes e Ofícios onde conheceu Maria Helena Vieira da Silva, com Milton Da Costa e Scliar.

Em 1942 Djanira expos no 48º Salão Nacional de Belas Artes
Em 1943 realizou sua primeira mostra individual, na Associação Brasileira de Imprensa (ABI).
Em 1945, viaja para Nova York e, de volta ao Brasil, cria o mural Candomblé para Jorge Amado, em Salvador. Em Petrópolis realizou o painel para o Liceu Municipal.
Entre 1953 e 1954, viaja para estudar na União Soviética.
Na década de 1950, de volta ao Rio de Janeiro, torna-se uma das líderes do movimento pelo Salão Preto e Branco.
Realiza em 1963, o magnifico painel de azulejos Santa Bárbara, para a capela do túnel Santa Bárbara, no Rio de Janeiro.
No ano de 1966, a editora Cultrix publicou um álbum com poemas e serigrafias de sua autoria.
Em 1977, o Museu Nacional de Belas Artes, realizou uma grande retrospectiva de sua obra.
Na década de 1970, foi em Santa Catarina para ver de perto a vida dos mineiros e, para Itabira conhecer a extração de ferro.

DJANIRA é a maior cronista Brasileira de Ritos e Costumes.
Bid
R$ 45.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 45.000,00 (BRL)
Cotações
$ 8,100.00 (USD)
$ 6,750.00 (EUR)
$ 775.800,00 (ARS)
Cotações
$ 8,100.00 (USD)
$ 6,750.00 (EUR)
$ 775.800,00 (ARS)
41
BENEDICTO CALIXTO (Conceição de Itanhaém, São Paulo, 1853 - São Paulo, São Paulo, 1927).
MEDIDAS:59 x 52 cm./ 87 x 80 cm.
SELO DO PROJETO: QdReOtCpAsSiSd0081. (23/02/2021)
CONSERVAÇÃO: CELSO CALIXTO RIOS.
RETRATO DA SRA. ANNA JOAQUINA FERREIRA EM 1892.
Esposa do Dr. JOHANN RENNOW, IMIGRANTE ALEMÃO, médico do Exército Prussiano, natural de Ludwigslust.
Em 1817 partiu rumo ao Brasil, no navio holandês NEPTUNUS.
Em 1826, casa-se com ANNA JOAQUINA FERREIRA na cidade de Itajubá, MG. Desde então o sobrenome RENNOW, deixa de ter a letra "W" e passa a ser abrasileirado para RENNÓ. No retrato, a octogenária trajando preto, ostenta jóias…….
Referência no livro : “A história da família Rennó”. Editora Vida a três, 2018.

https://issuu.com/marcelloaraujo5/docs/proposta1_fam_renno

Diferente da típica trajetória dos consagrados artistas brasileiros da época, Calixto não frequentou a Academia Imperial de Belas Artes, no Rio de Janeiro. Começando como autodidata, teve sua formação em ateliês e escolas de arte do estado de São Paulo onde teve seu talento reconhecido pela elite da cidade, através da Associação Comercial, que acabou por patrocinar a sua ida à França, onde estudou na Académie Julien, em Paris.
Destaca-se em suas obras um gosto acentuado pelo tema regionalista. O artista preocupou-se em construir uma carreira voltada para organizações ligadas à esfera pública e seus interesses, tendo se dedicado, nos últimos anos de sua vida, à pintura histórica, de costumes regionais e temas religiosos.
Bid
R$ 15.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 15.000,00 (BRL)
Cotações
$ 2,700.00 (USD)
$ 2,250.00 (EUR)
$ 258.600,00 (ARS)
Cotações
$ 2,700.00 (USD)
$ 2,250.00 (EUR)
$ 258.600,00 (ARS)
42
OSCAR PEREIRA DA SILVA (São Fidélis - RJ, 1867 - São Paulo - SP, 1939)
OVAL
Medidas: 69 x 39 cm. / 80 x 43 cm.
Óleo sobre cartão.
Flores, natureza morta.
Consta de selo no verso: Restaurado em 1999 por Renata Weithermer.

Em 1882, matriculou-se na Academia Imperial de Belas Artes
Em 1887, tornou-se ajudante de Zeferino da Costa na decoração da Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro.

Em Paris, Oscar foi pensionista do ateliê de dois dos maiores conservadores, Léon Bonnat e Jean-Léon Gérôme, que atendia aos pedidos de oficiais do governo francês.

Em 1896 retornou ao Brasil. No Rio de Janeiro, realizou uma exposição individual no salão da Escola Nacional de Belas Artes (Enba).
Em São Paulo e lecionou no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo e fundou o Núcleo Artístico, que, mais tarde, se transformaria na Escola de Belas Artes, onde deu aulas.
Entre 1903 e 1911, decorou o Theatro Municipal de São Paulo, elaborando três murais: O Teatro na Grécia Antiga, A Dança e A Música.

Sua pintura era muito apreciada pelas elites ligadas a cafeicultura, as quais assumiam cada vez mais um papel de destaque no canário político, devido a instauração da República no país, gerando a produção de iconografias locais.

A experiência de trabalhar na decoração da Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, gerou frutos em São Paulo, tendo a oportunidade de decorar, juntamente com Benedito Calixto, a Igreja de Santa Cecília e as igrejas de Santa Ifigênia, da Consolação e do Rosário, em São Paulo.

Na cidade de São Paulo estão os principais trabalhos do artista, entre os quais se destacam "Escrava Romana" (1894), "Infância de Giotto" (1895), "Fundação de São Paulo" (1909) e "Desembarque de Cabral em Porto Seguro" (1900), entre outros preservados pela Pinacoteca de São Paulo e pelo Museu Paulista da Universidade de São Paulo.

Após retornar de Paris em novembro de 1930, surge modificações em suas telas de composições mais despreocupadas, paleta mais claras, pinceladas soltas, contudo preservando o primor no desenho.
Bid
R$ 12.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 12.000,00 (BRL)
Cotações
$ 2,160.00 (USD)
$ 1,800.00 (EUR)
$ 206.880,00 (ARS)
Cotações
$ 2,160.00 (USD)
$ 1,800.00 (EUR)
$ 206.880,00 (ARS)
43
SEMANA DE ARTE MODERNA DE 1922

Anita Malfatti (São Paulo, São Paulo, 1889 - 1964)
Figuras na roça “Caipiras”, década de 40
Óleo s/ tela
Ass. Inf. Direito
Procedência: Coleção Luiza P. Greggio – Coleção Particular Rio de Janeiro
Medidas: 75 x 54,5 cm. / 92 x 72 cm.
1 bid
Bid
R$ 120.000,00 (BRL)
1 bid
Valor do lote
R$ 120.000,00 (BRL)
Cotações
$ 21,600.00 (USD)
$ 18,000.00 (EUR)
$ 2.068.800,00 (ARS)
Cotações
$ 21,600.00 (USD)
$ 18,000.00 (EUR)
$ 2.068.800,00 (ARS)
44
ACADEMIA IMPERIAL DE BELAS ARTES - MEDALHA DE OURO / PREMIO VIAGEM

OSCAR PEREIRA DA SILVA (São Fidélis RJ 1867 - São Paulo SP 1939)
"Iconografia - "Praia do José Menino em Santos - Vista para São Vicente, SP".
Óleo sobre tela
Medidas: 50 x 95 cm. / 62 x 107 cm.
Assinado: Canto inferior direito - 1904
Procedência: Galeria Maurício Pontual.

Em 1882, matriculou-se na Academia Imperial de Belas Artes
Em 1887, tornou-se ajudante de Zeferino da Costa na decoração da Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro.

Em Paris, Oscar foi pensionista do ateliê de dois dos maiores conservadores, Léon Bonnat e Jean-Léon Gérôme, que atendia aos pedidos de oficiais do governo francês.

Em 1896 retornou ao Brasil. No Rio de Janeiro, realizou uma exposição individual no salão da Escola Nacional de Belas Artes (Enba).
Em São Paulo e lecionou no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo e fundou o Núcleo Artístico, que, mais tarde, se transformaria na Escola de Belas Artes, onde deu aulas.
Entre 1903 e 1911, decorou o Theatro Municipal de São Paulo, elaborando três murais: O Teatro na Grécia Antiga, A Dança e A Música.

Sua pintura era muito apreciada pelas elites ligadas a cafeicultura, as quais assumiam cada vez mais um papel de destaque no canário político, devido a instauração da República no país, gerando a produção de iconografias locais.

"Iconografia - Santos - SP" é uma rara obra pois sabe-se que Oscar Pereira da Silva e Benedito Calixto, nesta época, tornaram-se próximos, pois executavam pinturas na igreja de Santa Cecília.

A experiência de trabalhar na decoração da Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, gerou frutos em São Paulo, tendo a oportunidade de decorar, juntamente com Benedito Calixto, a Igreja de Santa Cecília e as igrejas de Santa Ifigênia, da Consolação e do Rosário, em São Paulo.

Na cidade de São Paulo estão os principais trabalhos do artista, entre os quais se destacam "Escrava Romana" (1894), "Infância de Giotto" (1895), "Fundação de São Paulo" (1909) e "Desembarque de Cabral em Porto Seguro" (1900), entre outros preservados pela Pinacoteca de São Paulo e pelo Museu Paulista da Universidade de São Paulo.


Bid
R$ 60.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 60.000,00 (BRL)
Cotações
$ 10,800.00 (USD)
$ 9,000.00 (EUR)
$ 1.034.400,00 (ARS)
Cotações
$ 10,800.00 (USD)
$ 9,000.00 (EUR)
$ 1.034.400,00 (ARS)
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