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Gallery Galeria Paiva Frade
Next auction: 11/08/2021, 20:30h
Exhibition
at Galeria Paiva Frade
Av. Getulio Vargas, 350, Centro - São Lourenço - MG
Gallery contacts
Phone: 55 (35) 3332-4150 / 55 (35) 3331-6966
Email: paivafrade@paivafrade.com.br
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MANOEL MADRUGA (1882-1951)
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Paisagem Rural, década de 1940
O.S.T.
Medidas: 33 x 41 cm. / 53 x 61 cm.

Estudou na Academia Imperial de Belas Artes, sob orientação de João Zeferino da Costa e José Maria de Medeiros, onde obteve menção honrosa no de 1894 e medalha de ouro em 1898.

Posteriormente ligou-se a Antônio Parreiras para fundarem o mais importante grupo de sua época, em contraposição a Academia Imperial, o grupo Grimm, liderado pelo próprio Jorge Grimm.
O grupo propunha a pintura ao ar livre, e nele, seu amigo mais próximo era Antônio Parreiras.

Viajou para a Europa em 1894, subvencionado por seu tio, coronel Tomás Madruga, onde estudou na Academia Julien, sob orientação de Jean Laurens e Marcel Baschet. Permaneceu um ano em Roma, na Itália. Voltou a Paris, onde realizou grande parte de seu trabalho.

Em 1898 em diante participou do Salão da Sociedade dos Artistas Franceses e de fez em Paris algumas individuais, inclusive no Musée Carnavalet.

No Brasil, em 1899, realizou uma exposição individual, cujo tamanho sucesso financeiro permitiu-lhe voltar para Paris onde fez carreia e viveu por 40 anos, até os idos de 1940.

em 1911 a equipe de artistas encarregada da decoração do Pavilhão do Brasil na Exposição Internacional de Turim. Pintou para a ocasião enorme painel de cinco por dez metros, O Brasil ofertando os produtos do seu solo ao mundo, adquirido mais tarde para o Ministério da Agricultura e depois foi destruído por falta de cultura e manutenção.

Após 40 anos, de volta ao Brasil devido a II Guerra Mundial, venceu o concurso para as decorações do novo edifício do Ministério da Guerra, com O Grito do Ipiranga.

Em 1940 participou do Salão Paulista de Belas Artes e obteve a medalha de prata e a medalha de ouro - postumamente - em 1952.

Praticou um tardio Impressionismo, que cultivou com sensibilidade e emoção verdadeiras.

Devido ao motivo de ser um artista brasileiro, com carreira na França, suas obras em nosso país, são raras e escassas.

Exposições:
1899 - Casa Postal, São Paulo;

1898 - Salão da Sociedade dos Artistas Franceses, Paris (França);
1908 - Salão Nacional de Belas Artes , Medalha de Ouro, Rio de Janeiro
1911 - Exposição Internacional de Turim (Itália);
1942 - Salão Paulista de Belas Artes, Grande Medalha de Prata, São Paulo
1942 - Salão de Belas Artes de Porto Alegre, Prêmio de Aquisição (RS);
1944 - Medalha de Ouro e 1.º Prêmio Interventor Fernando Costa;
1947 - Prêmio de Aquisição 1948 - Salão Nacional de Belas Artes, Medalha de Ouro, Rio de Janeiro
1949 - Salão Municipal de Belas Artes, 1.° Prêmio Prefeitura do Distrito Federal, Rio de Janeiro
1950 - Salão dos Artistas Nacionais, Medalha de Honra, Rio de Janeiro (RJ).
Bid
R$ 2.500,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 2.500,00 (BRL)
Cotações
$ 475.00 (USD)
$ 400.00 (EUR)
$ 46.400,00 (ARS)
Cotações
$ 475.00 (USD)
$ 400.00 (EUR)
$ 46.400,00 (ARS)
2
MANOEL MADRUGA (Manoel Pereira Madruga Filho, 1872- 1951)
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Artista premiado com o maior prêmio da ENBA: "Viagem ao Estrangeiro".
Épica obra: "A BANDEIRA DE FERNÃO DIAS".
Med. 90 x 118 cm. / 105 x 135 cm.

CONSTA CARIMBO DA EXPOSIÇÃO RETROSPECTIVA, NO M.N.B.A, SALÃO ASSÍRIO, JUNHO DE 1952. UM ANO APÓS SEU FALECIMENTO.
Assista vídeo sobre o artista copiando e colando este link: https://www.youtube.com/watch?v=x3SfyWJZHo8&t=5s
RARO VÍDEO DA EXPOSIÇÃO: https://youtu.be/h18d9XL0UCk

BIOGRAFIA: Estudou na Academia Imperial de Belas Artes, sob orientação de João Zeferino da Costa e José Maria de Medeiros, onde obteve menção honrosa no de 1894 e medalha de ouro em 1898.

Posteriormente ligou-se a Antônio Parreiras para fundarem o mais importante grupo de sua época, em contraposição a Academia Imperial, o grupo Grimm, liderado pelo próprio Jorge Grimm.
O grupo propunha a pintura ao ar livre, e nele, seu amigo mais próximo era Antônio Parreiras.

Viajou para a Europa em 1894, subvencionado por seu tio, coronel Tomás Madruga, onde estudou na Academia Julien, sob orientação de Jean Laurens e Marcel Baschet. Permaneceu um ano em Roma, na Itália. Voltou a Paris, onde realizou grande parte de seu trabalho.

Em 1898 em diante participou do Salão da Sociedade dos Artistas Franceses e de fez em Paris algumas individuais, inclusive no Musée Carnavalet.

No Brasil, em 1899, realizou uma exposição individual, cujo tamanho sucesso financeiro permitiu-lhe voltar para Paris onde fez carreira e viveu por 40 anos, até os idos de 1940.

Em 1911 a equipe de artistas encarregada da decoração do Pavilhão do Brasil na Exposição Internacional de Turim. Pintou para a ocasião enorme painel de cinco por dez metros, O Brasil ofertando os produtos do seu solo ao mundo, adquirido mais tarde para o Ministério da Agricultura e depois foi destruído por falta de cultura e manutenção.

Após 40 anos, de volta ao Brasil devido a II Guerra Mundial, venceu o concurso para as decorações do novo edifício do Ministério da Guerra, com O Grito do Ipiranga.

Em 1940 participou do Salão Paulista de Belas Artes e obteve a medalha de prata e a medalha de ouro - postumamente - em 1952.

Praticou um tardio Impressionismo, que cultivou com sensibilidade e emoção verdadeiras.

Devido ao motivo de ser um artista brasileiro com carreira na França, suas obras em nosso país são raras e escassas, sobretudo as de cunho histórico.
Bid
R$ 12.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 12.000,00 (BRL)
Cotações
$ 2,280.00 (USD)
$ 1,920.00 (EUR)
$ 222.720,00 (ARS)
Cotações
$ 2,280.00 (USD)
$ 1,920.00 (EUR)
$ 222.720,00 (ARS)
3
MANOEL MADRUGA (1882-1951).
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Artista premiado com o maior prêmio da ENBA: "Viagem ao estrangeiro".
"Felicidade",
Medidas: 73 X 60 cm.

Obra faz parte do raro vídeo DA EXPOSIÇÃO RETROSPECTIVA, NO M.N.B.A, SALÃO ASSÍRIO, JUNHO DE 1952.

COM CARIMBO DA EXPOSIÇÃO RETROSPECTIVA, NO M.N.B.A, SALÃO ASSÍRIO, JUNHO DE 1952. UM ANO APÓS SEU FALECIMENTO.

Assinado no c.i.d. Esta obra foi reproduzida na "Revista de Assuntos Gerais" de 1954, e recebeu também postumamente por esta obra a medalha de ouro no "Salão Paulista de Belas Artes" em 1952. Acompanha cópia da foto da referida exposição com este quadro em destaque.

RARO VÍDEO DA EXPOSIÇÃO: https://youtu.be/h18d9XL0UCk

BIOGRAFIA: Estudou na Academia Imperial de Belas Artes, sob orientação de João Zeferino da Costa e José Maria de Medeiros, onde obteve menção honrosa no de 1894 e medalha de ouro em 1898.

Posteriormente ligou-se a Antônio Parreiras para fundarem o mais importante grupo de sua época, em contraposição a Academia Imperial, o grupo Grimm, liderado pelo próprio Jorge Grimm.
O grupo propunha a pintura ao ar livre, e nele, seu amigo mais próximo era Antônio Parreiras.

Viajou para a Europa em 1894, subvencionado por seu tio, coronel Tomás Madruga, onde estudou na Academia Julien, sob orientação de Jean Laurens e Marcel Baschet. Permaneceu um ano em Roma, na Itália. Voltou a Paris, onde realizou grande parte de seu trabalho.

Em 1898 em diante participou do Salão da Sociedade dos Artistas Franceses e de fez em Paris algumas individuais, inclusive no Musée Carnavalet.

No Brasil, em 1899, realizou uma exposição individual, cujo tamanho sucesso financeiro permitiu-lhe voltar para Paris onde fez carreira e viveu por 40 anos, até os idos de 1940.

Em 1911 a equipe de artistas encarregada da decoração do Pavilhão do Brasil na Exposição Internacional de Turim. Pintou para a ocasião enorme painel de cinco por dez metros, O Brasil ofertando os produtos do seu solo ao mundo, adquirido mais tarde para o Ministério da Agricultura e depois foi destruído por falta de cultura e manutenção.

Após 40 anos, de volta ao Brasil devido a II Guerra Mundial, venceu o concurso para as decorações do novo edifício do Ministério da Guerra, com O Grito do Ipiranga.

Em 1940 participou do Salão Paulista de Belas Artes e obteve a medalha de prata e a medalha de ouro - postumamente - em 1952.

Praticou um tardio Impressionismo, que cultivou com sensibilidade e emoção verdadeiras.

Devido ao motivo de ser um artista brasileiro com carreira na França, suas obras em nosso país são raras e escassas, sobretudo as de cunho histórico.
Bid
R$ 5.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 5.000,00 (BRL)
Cotações
$ 950.00 (USD)
$ 800.00 (EUR)
$ 92.800,00 (ARS)
Cotações
$ 950.00 (USD)
$ 800.00 (EUR)
$ 92.800,00 (ARS)
4
EDGARD PARREIRAS (1885/1960)
Artista premiado com a medalha de ouro em 1925 no Salão Nacional de Belas Artes
“Caminho com figura e árvores”, 1944.
Óleo sobre tela colado em cartão, tela de viagem.
Medidas: 27 x 35 cm. / 35,5 x 43,5 cm.

Em 1905, estudou com seu tio, o pintor Antônio Parreiras. Posteriormente, seguiram, em 1908, para Paris e Edgar matriculou-se na Academia Julian, onde estudou até 1910.
No Brasil, em 1911, integrou a 1ª Exposição Paulista de Belas Artes, no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo.
Retorna à Paris ainda em 1913, e vive com seu tio Antônio e primo Dakir Parreiras.
1913, recebeu menção honrosa na 20ª Exposição Geral de Belas Artes,
1916, recebeu nova menção honrosa na 23ª Exposição Geral de Belas Artes,
1917, recebeu medalha de bronze na 24ª Exposição Geral de Belas Artes,
1918, recebeu medalha de prata na 25ª Exposição Geral de Belas Artes
1919, recebeu medalha de prata na 26ª Exposição Geral de Belas Artes,
Foi medalha de ouro em 1925.
Em 1928, ao lado de Georgina de Albuquerque, Lucílio de Albuquerque, Pedro Alexandrino, Rodolfo Bernardelli e Oscar Pereira da Silva faz da parte da exposição do Grupo Almeida Júnior, em São Paulo, no Palácio das Arcadas.
Em 1940 fundou, com Azeredo Coutinho e Campofiorito, a Associação Fluminense de Belas Artes, em Niterói,
Obteve medalha de prata em 1940 e grande medalha de prata em 1945 no Salão Paulista de Belas Artes.
Suas pinturas integram o acervo do Museu Antônio Parreiras, em Niterói.
Bid
R$ 2.800,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 2.800,00 (BRL)
Cotações
$ 532.00 (USD)
$ 448.00 (EUR)
$ 51.968,00 (ARS)
Cotações
$ 532.00 (USD)
$ 448.00 (EUR)
$ 51.968,00 (ARS)
5
EDGARD PARREIRAS (1885/1960)
Artista premiado com a medalha de ouro em 1925 no Salão Nacional de Belas Artes
Óleo sobre tela.
Figuras na praia
Datado 1937.
Medidas: 27 x 22 cm. / 35 x 30 cm.

Em 1905, estudou com seu tio, o pintor Antônio Parreiras. Posteriormente, seguiram, em 1908, para Paris e Edgar matriculou-se na Academia Julian, onde estudou até 1910.
No Brasil, em 1911, integrou a 1ª Exposição Paulista de Belas Artes, no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo.
Retorna à Paris ainda em 1913, e vive com seu tio Antônio e primo Dakir Parreiras.
1913, recebeu menção honrosa na 20ª Exposição Geral de Belas Artes,
1916, recebeu nova menção honrosa na 23ª Exposição Geral de Belas Artes,
1917, recebeu medalha de bronze na 24ª Exposição Geral de Belas Artes,
1918, recebeu medalha de prata na 25ª Exposição Geral de Belas Artes
1919, recebeu medalha de prata na 26ª Exposição Geral de Belas Artes,
Foi medalha de ouro em 1925.
Em 1928, ao lado de Georgina de Albuquerque, Lucílio de Albuquerque, Pedro Alexandrino, Rodolfo Bernardelli e Oscar Pereira da Silva faz da parte da exposição do Grupo Almeida Júnior, em São Paulo, no Palácio das Arcadas.
Em 1940 fundou, com Azeredo Coutinho e Campofiorito, a Associação Fluminense de Belas Artes, em Niterói,
Obteve medalha de prata em 1940 e grande medalha de prata em 1945 no Salão Paulista de Belas Artes.
Suas pinturas integram o acervo do Museu Antônio Parreiras, em Niterói.
Bid
R$ 2.630,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 2.630,00 (BRL)
Cotações
$ 499.70 (USD)
$ 420.80 (EUR)
$ 48.812,80 (ARS)
Cotações
$ 499.70 (USD)
$ 420.80 (EUR)
$ 48.812,80 (ARS)
6
DAKIR PARREIRAS (1894 - 1967)
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Pedra de Itapuca
Óleo s/ tela.
Medidas: 51 x 61 cm.

BIOGRAFIA: Expõe pela primeira vez na Exposição Geral de Belas Artes de 1911 e recebe menção honrosa e estuda na Académie Julian de Paris.
A partir de 1913, é encarregado da decoração dos navios e das agências da companhia de navegação Lloyd Brasileiro.
Em 1915, expõe com Antônio Parreiras na Escola Nacional de Belas Artes (Enba). Torna-se professor do Instituto de Educação de Niterói.
Em 1922, ano desta obra, recebe medalha de bronze da ENBA
Em 1930, recebe medalha de prata; e, em 1964, seu último salão, exibe Canal Grande, Veneza e Mau tempo.
Também participa de salões oficiais em São Paulo.
Há obras suas nos palácios de governo de Porto Alegre e Florianópolis.
Realiza panos de boca para teatros das cidades paulistas de Campinas e Ribeirão Preto.

HOMENAGEM PÓSTUMA: A relação entre os pintores e suas respectivas carreiras foram tema da exposição “Antônio e Dakir Parreiras: de pai para filho” com curadoria do Museu Antônio Parreiras - Secretaria de Estado de Cultura/FUNARJ.
Bid
R$ 4.800,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 4.800,00 (BRL)
Cotações
$ 912.00 (USD)
$ 768.00 (EUR)
$ 89.088,00 (ARS)
Cotações
$ 912.00 (USD)
$ 768.00 (EUR)
$ 89.088,00 (ARS)
7
DAKIR PARREIRAS (Niterói, RJ 1894-1967)
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Medidas: 71 X 95 cm.
Panorâmica da Praia do Flamengo, Avenida Beira Mar, Praça Paris, relógio do prédio Art Déco da Mesbla, marca francesa, primeira loja de departamentos do Rio de Janeiro.
Datado na década 1930.

BIOGRAFIA: Expõe pela primeira vez na Exposição Geral de Belas Artes de 1911 e recebe menção honrosa e estuda na Académie Julian de Paris.
A partir de 1913, é encarregado da decoração dos navios e das agências da companhia de navegação Lloyd Brasileiro.
Em 1915, expõe com Antônio Parreiras na Escola Nacional de Belas Artes (Enba). Torna-se professor do Instituto de Educação de Niterói.
Em 1922, ano desta obra, recebe medalha de bronze da ENBA
Em 1930, recebe medalha de prata; e, em 1964, seu último salão, exibe Canal Grande, Veneza e Mau tempo.
Também participa de salões oficiais em São Paulo.
Há obras suas nos palácios de governo de Porto Alegre e Florianópolis.
Realiza panos de boca para teatros das cidades paulistas de Campinas e Ribeirão Preto.

HOMENAGEM PÓSTUMA: A relação entre os pintores e suas respectivas carreiras foram tema da exposição “Antônio e Dakir Parreiras: de pai para filho” com curadoria do Museu Antônio Parreiras - Secretaria de Estado de Cultura/FUNARJ.


Bid
R$ 12.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 12.000,00 (BRL)
Cotações
$ 2,280.00 (USD)
$ 1,920.00 (EUR)
$ 222.720,00 (ARS)
Cotações
$ 2,280.00 (USD)
$ 1,920.00 (EUR)
$ 222.720,00 (ARS)
8
DAKIR PARREIRAS (Niterói, RJ 1894- 1967).
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Assinado e datado de 1928.
Óleo sobre tela, técnica de pontilhismo.
Medidas: 96,5 x 110 cm.
PROJETO PARA O "PANO DE BOCA" DO TEATRO CARLOS GOMES DE CAMPINAS, SP.

Acompanha a partitura "Sinfonia dell´Opera Ballo IL GUARANY" - O Guarani. Edição original italiana Com 13 páginas, por G. Ricordi.
Com carimbo da Casa Levy - São Paulo.

DESCRIÇÃO: Na reserva superior: "As nove Musas"*.
Na cena central: O maestro CARLOS GOMES, ao piano, veste um robe sobre as roupas, segura uma partitura e sonha as três cenas ao fundo: 1 - Cecília (Ceci) e Peri (índio da tribo dos Goitacazes, considerado o herói da trama); 2 - Morte de Álvaro de Sá em uma emboscada, Isabel e seu pai D. Antonio de Mariz; 3 - Peri age como um verdadeiro cavaleiro medieval, valorizando a fidalguia, a honradez, a hierarquia e até mesmo a religião, que acaba por abraçar para obter permissão do pai para salvar a amada Ceci.

DA TEMÁTICA: Essa raríssima pintura foi modelo para o pano de boca do teatro Carlos Gomes em Campinas e talvez hoje seja tudo que sobrou dele.
Campinas, que nesta época era uma cidade rica, dos grandes barões do Café, moderna e privilegiada culturalmente, distribuía ao restante do país, em primeira mão, as novidades que vinham da Europa.
Em 1.850 existia o Teatro São Carlos, demolido em 1922, para dar lugar à um teatro maior e mais luxuoso, o Teatro Carlos Gomes, inaugurado em 10 de setembro de 1930. Era um prédio majestoso, para dar lugar à nova “Casa de Ópera” em um ambiente de muita riqueza.

Devido ao abandono, problemas estruturais, rachaduras e infiltrações em 1965, baseado em dois laudos técnicos, o então prefeito Ruy Novais apoiado pela maioria dos vereadores, decidiu colocar o monumento abaixo, demolindo repentinamente.

Assim se foi “um pouco” da história de Campinas ainda registrada nesta importante obra de Dakir Parreiras, artista que seguiu os passos do pai, o pintor Antônio Parreiras, ícone do paisagismo brasileiro entre os séculos XIX e XX.

A relação entre os pintores e suas respectivas carreiras foram tema da exposição “Antônio e Dakir Parreiras: de pai para filho” com curadoria do Museu Antônio Parreiras - Secretaria de Estado de Cultura/FUNARJ.

BIOGRAFIA: Dakir Parreiras expõe pela primeira vez na Exposição Geral de Belas Artes de 1911 e recebe menção honrosa e estuda na Académie Julian de Paris.
A partir de 1913, é encarregado da decoração dos navios e das agências da companhia de navegação Lloyd Brasileiro.
Em 1915, expõe com Antônio Parreiras na Escola Nacional de Belas Artes (Enba). Torna-se professor do Instituto de Educação de Niterói.
Em 1922, ano desta obra, recebe medalha de bronze da ENBA.
Em 1930, recebe medalha de prata; e, em 1964, seu último salão, exibe "Grand Canal-Veneza" e "Mau tempo".
Também participa de salões oficiais em São Paulo.
Há obras suas nos palácios de governo de Porto Alegre e Florianópolis.
Realiza panos de boca para teatros das cidades paulistas de Campinas e Ribeirão Preto.

A ÓPERA: "Il Guarany" é uma ópera em quatro atos composta por Antônio Carlos Gomes, baseada no romance de José de Alencar, O Guarani. Seu libreto, em italiano ao invés do português nativo de Carlos Gomes, foi escrito por Antonio Scalvini e Carlo D'Ormeville. A obra se destaca como a primeira ópera brasileira a ser aclamada fora do Brasil. A estreia mundial teve lugar no Teatro Alla Scala, em Milão, Itália, em 19 de março de 1870. A ópera recebeu produções europeias adicionais. A primeira apresentação brasileira foi no Rio de Janeiro em 2 de dezembro de 1870, no Theatro D. Pedro II, prédio que foi demolido em 1934.

O autor da obra literária "O GUARANY" (1857), José de Alencar nasceu em Fortaleza, CE 1829. Formado em Direito pela Faculdade de Direito de São Paulo, teve intensa carreira política como deputado, ministro e outros cargos. Vitimado pela tuberculose, faleceu no Rio de Janeiro em 12 de dezembro de 1877.

* AS NOVE MUSAS: Após a guerra contra os titãs, as divindades anteriores aos deuses, Zeus se encontra com Mnemosine, deusa da memória, e, por dez noites consecutivas, se deita com ela. Após um ano, Mnemosine dá a luz às nove musas. As nove musas foram encarregadas de cantar a vitória e os grandes feitos dos deuses, sobre as suas divindades e belezas. Mouseion, significa Templo das Musas.
Bid
R$ 22.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 22.000,00 (BRL)
Cotações
$ 4,180.00 (USD)
$ 3,520.00 (EUR)
$ 408.320,00 (ARS)
Cotações
$ 4,180.00 (USD)
$ 3,520.00 (EUR)
$ 408.320,00 (ARS)
9
ANTÔNIO PARREIRAS (1860 - 1937)
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Montanhas rochosas, Serra da Arcádia, interior do estado do RJ.
Óleo sobre tela.
Medidas: 40 x 70 cm. / 66 x 95 cm.
Assinado e datado (1932)

Acompanha uma bela medalha da Exposição Internacional do Centenário da Independência - Rio de Janeiro. Onde Antônio Parreiras, conquistou todas as três medalhas de ouro no mesmo Salão da Exposição Internacional do Centenário da Independência e foi o Grande artista aclamado pelo público. Isso num momento onde toda a imprensa apoiava o movimento modernista e desprezava os grande acadêmicos.

Considerando dentre os maiores nomes já falecidos do Estado do Rio de Janeiro, está o de Antônio Parreiras. Pintor genial que ainda em vida, fora consagrado o mais eminente dos artistas entre os brasileiros.

Foi em um estabelecimento fotográfico, de Joaquim Insley Pacheco, fotógrafo da Casa Imperial, que Parreiras realizou a sua primeira grande mostra, em 1886.
Na época havia proximidade entre pintores e fotógrafos: foi no ateliê do fotógrafo Félix Nadar (1820-1910), que aconteceu a primeira exposição dos impressionistas em Paris, entre 15 de abril e 15 de maio de 1874. Na época, rejeitados pela crítica.

Do Grupo Grimm, foi um dos fundadores na década de 1880 quando, o alemão Johann Georg Grimm, reúne em torno de si um grupo de estudantes entusiasmados com pintar o naturalismo. Foram destaque na imprensa nacional, pois fazia ver, aos brasileiros, sua própria terra.

Os artistas que fizeram parte desse grupo são fundamentais dentro da história da arte brasileira, dentre eles: Antônio Parreiras, Castagneto, Garcia y Vasquez, França Júnior e Manoel Madruga

Dedicaram-se à pintar realísticas paisagens, e como grande desafio: O dificílimo tema de pedreiras.

Parreiras:

1878 – Solicitou inscrição no curso noturno de desenho da Academia Imperial de Belas Artes.

Em 1883, matriculou-se na Academia Imperial e, em 1884, saiu para pintar a “d'après nature” no Georg Grimm.

Em 1886 Dom Pedro II, visitou a casa do paisagista e adquiriu duas obras do pintor. Então a Academia encomendou algumas obras.

Em 1887, com recursos de suas obras adquiridas pela Academia viajou à Europa e, na França, montou seu próprio ateliê que tornou-se sucesso, e ainda, foi o segundo pintor brasileiro a expor no Salão de Paris. Nos vários anos entre Brasil e França, executou encomendas oficiais para edifícios públicos.

1888 - Em 27 de janeiro, numa exposição na Casa Insley Pacheco, na Rua do Ouvidor, duas foram adquiridas pela própria princesa Isabel.

Viajou para a Itália e durante dois anos frequentou a Academia de Belas Artes de Veneza e expôs, com sucesso, no Salão Permanente de Belas Artes em Veneza.

Em 5 de janeiro de 1890, retornou ao Brasil e ganhou medalha de ouro na Exposição Geral de Belas Artes

Tornou-se professor de paisagem na Academia e, em 1911, delegado da Sociedade Nacional de Belas-Artes.

Participa de inúmeras exposições de grande sucesso em São Paulo e Rio, e também travou uma propagada luta pela renovação da ENBA

Em 1898 foi contratado pelo presidente da República, Campos Salles, para produzir obras para o Supremo Tribunal Federal.

1905 - Contratado pelo governador do Pará executou em Belém a obra "A conquista do Amazonas" e expôs no Teatro da Paz, e no Palácio do Rio Negro de Manaus.

Em 1906, em Lisboa, conviveu com pintor José Malhôa e pintores do Grupo Leão. Em Paris, encontrava-se frequentemente com o casal Lucílio de Georgina de Albuquerque.

1907 - Retornou ao Brasil, mas já em 1909 tornou-se associado da Societé Nationale de Beaux Arts et Lettres de Paris.

Década de 1910 realiza inúmeras mostras e vai várias vezes a Paris, onde tem um ateliê.

1911 – participou da Exposição Universal de Turim.

Em 1915 expõe na Escola de Belas Artes, com seu filho, Dakir .

Em 1922 conquistou todas as Grandes Honrarias:
•Medalha de Ouro (Exposição do Centenário da Independência)
•Medalha de Honra (Exposição do Centenário da Independência)
•Grande Medalha (Exposição do Centenário da Independência)

1923 – Recebeu a medalha de honra de ouro na 30ª Exposição Geral de Belas Artes.

Foi eleito, em 1925, o maior artista do país no Grande Concurso Nacional realizado entre os leitores da revista Fon-Fon. segundo Rodolfo Bernardelli e terceiro lugar Baptista da Costa.

Em 1926 foi publicado o primeiro livro sobre Antônio Parreiras.

Em 1927, participou em vida, de uma homenagem oficial: a inauguração de seu busto em bronze, executado pelo francês Marc Robert, no Jardim Icaraí, atual praça Getúlio Vargas. Ainda entra para a Academia Fluminense de Letras.

Em 1935, no Salão Ibero Americano de Sevilha, bem como na Exposição Universal de Barcelona foi premiado com medalhas de ouro.

Em 1936, já doente e bastante debilitado, pinta ao ar livre, em viagens ao distrito de Barão de Javary, perto de Miguel Pereira.

Em 1937, no dia 17 de outubro, faleceu em sua residência de Niterói.

Segundo ele nos 55 anos fez mais 850 pinturas, sendo 720 no Brasil e fez 39 exposições.

Em 1942, por decreto-Lei, inaugura-se o Museu Antônio Parreiras, o primeiro museu brasileiro dedicado a um só artista, hoje tombado pelo Instituto do Patrimônio Artístico Nacional.

Medalha - Exposição Internacional do Centenário da Independência - Rio de Janeiro

É a maior exposição internacional realizada até hoje em terras brasileiras.
Grande Medalha das comemorações do Centenário da Independência.
A conhecida face ao motivo, tamanho e magnifico desenho.
Bronze, com 7,5 cm de diâmetro.

A Exposição Internacional do Centenário da Independência foi uma exposição realizada no Rio de Janeiro entre 7 de setembro de 1922 e 23 de março de 1923.

Participaram no total 14 países de 3 continentes.
O Brasil teve no total 6.013 expositores, representando todos os estados da federação.
No total circularam pela exposição mais de 3 milhões de pessoas.

Em artes plásticas, o pintor Antônio Parreiras, conquistou três medalhas de ouro, no mesmo Salão da Exposição Internacional do Centenário da Independência - Rio de Janeiro e foi aclamado pelo publico.
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R$ 18.000,00 (BRL)
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R$ 18.000,00 (BRL)
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$ 3,420.00 (USD)
$ 2,880.00 (EUR)
$ 334.080,00 (ARS)
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$ 334.080,00 (ARS)
10
BAPTISTA DA COSTA
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Itaguaí-RJ, 1865 - Rio de Janeiro-RJ, 1926.
Artista premiado com o maior prêmio da ENBA: "Viagem ao estrangeiro".
Óleo sobre tela
INTITULADO: Esboceto - Transe Doloroso.
Medidas: 70 x 90 cm.

Esta inédita obra foi herança para sua filha, e posteriormente para seu neto, Mauro da Costa Lobo, diplomata brasileiro que morou seus últimos anos em Morretes, Paraná, onde conservou consigo por mais de 20 anos, até vender ao marchand paranaense José Eduardo Ribas em 2008, que por sua vez negociou a obra em 2021, possibilitando pela primeira vez na história ser apresentada em um leilão.

Essa obra é histórica e um marco na carreira de Baptista da Costa, quando no Rio de Janeiro e em 1900 conquistou medalha de ouro na Exposição Geral de Belas Artes da ENBA, com a obra Transe Doloroso, uma obra intensa e pincelada solta, marcada por magnífica luz nos lençóis brancos que cobrem o menino na cama e nas mangas do vestido da moça que se ajoelha ao lado dele. Nesta cena de gênero, no canto do lado esquerdo do quadro, um homem sozinho, afastado da cena, está sentado e ao seu lado um cão observam os acontecimentos. No primeiro plano vemos discretamente ao pé da cama um menino.
Transe Doloroso é bem diferente das outras obras de Baptista, pois apresenta o silêncio, a introspecção, com intensidade.

Em um artigo sobre esta obra Marcelo José Pereira Carvalho observa que:
"A arte proporcionou ao pintor, portanto, a possibilidade de tornar pública sua própria
experiência." (PERROT, 2011:239/30)

Posteriormente, Baptista da Costa se casa em 1905 com Noemi, irmã de Oswaldo Cruz, com quem tem mais quatro filhos.
Em 1906 foi nomeado Diretor da Escola Nacional de Belas Artes, cargo que ocupou até o ano de seu falecimento em 1926.
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R$ 56.000,00 (BRL)
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R$ 56.000,00 (BRL)
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$ 10,640.00 (USD)
$ 8,960.00 (EUR)
$ 1.039.360,00 (ARS)
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11
HENRIQUE BERNARDELLI (Valparaiso, Chile, 1857 - Rio de Janeiro, RJ, 1936)
ACADEMIA IMPERIAL DE BELAS ARTES
"Lembranças do ateliê"
Rio, 1916
Medidas: 47 x 32 cm. / 75,5 x 59,5 cm.

Nascido no Chile, em 1857, mudou-se ainda criança para o Brasil, em 1865, quando seus pais, um violinista e uma bailarina, foram contratados pelo Imperador Dom Pedro II para serem preceptores das princesas imperiais.

Em 1870 matricula-se na Academia Imperial de Belas Artes. Entre 1879 e 1888 vive e estuda na Europa. De volta ao Rio de Janeiro em 1888, o artista participou de inúmeras exposições: em 1889, da Exposição Universal de Paris, ganhando medalha de bronze com a tela Os Bandeirantes; em 1890 da Exposição Geral das Belas Artes; em 1893 da Exposição Universal de Chicago.

Em 1891, torna-se professor de pintura na recém-inaugurada Escola Nacional de Belas Artes. Leciona na Escola até 1906, passando então a dar aulas particulares em seu atelier. Sua atuação como decorador merece destaque, tendo realizado trabalhos no Theatro Municipal, na Biblioteca Nacional e no Museu Nacional de Belas Artes.

Em 1916 conquista uma das mais altas premiações que um artista plástico pode aspirar no Brasil: a Medalha de Honra.

Foi membro do Conselho Superior de Belas Artes, para o qual prestou relevantes serviços.

O Museu Nacional de Belas-Artes possui 120 obras suas, de diferentes épocas e técnicas.
A Pinacoteca do Estado de São Paulo possui cerca de 344 desenhos, entre 41 aquarelas e vários óleos.
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R$ 6.600,00 (BRL)
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R$ 6.600,00 (BRL)
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$ 1,254.00 (USD)
$ 1,056.00 (EUR)
$ 122.496,00 (ARS)
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11a
PRINCESA ISABEL DO BRASIL - RODOLFO BERNARDELLI (Guadalajara, 1852 - RJ, 1931) -
CASA IMPERIAL BRASILEIRA.
Artista premiado com o maior premio da ENBA: "Viagem ao estrangeiro".

Escultura em bronze de S.A.I Princesa Isabel
Assinada.
Medidas: 30 x 19 x 12 cm. com base; 27 x 19 x 12 cm. (escultura)

A versão em gesso desta obra integra o acervo artístico da Pinacoteca do Estado de São Paulo.

"(...) Dessa forma nota-se que os retratos realizados por Bernardelli nos anos 1880 foram muito destacados na imprensa carioca. O artista dedica-se principalmente a realização de retratos da Família Imperial, como busto da Princesa Isabel (c.1888) e da Imperatriz Teresa Cristina (1889), em que se demonstra um notável escultor."(...)*

"(...) Com grande pompa e festejos, em 13 de maio de 1922, no prédio “Mariano Procópio”, foram inaugurados a pinacoteca e os bustos em bronze da Princesa Isabel e do Conde d´Eu, obras de Bernardelli, reproduzidos em bronze a partir dos moldes do natural, realizados em Petrópolis em 1888. A fundição das peças, consideradas perfeitas, foram concretizadas pela Fundição Cavina. A solenidade contou com a presença de vereadores, deputados e representantes militares, além de outras personalidades, como Max Fleiuss, do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB), que discursou. Algumas obras chegaram ao museu por meio de doação de Henrique Bernardelli, irmão de Rodolpho." (...)**

* FONTE: "A propósito de três esculturas de Rodolfo Bernardelli: a Baiana (1886), o Retrato de Negro (1886) e o Túmulo de José Bonifácio (1888-89)" Maria do Carmo Couto da Silva- Doutoranda em História da Arte pelo Departamento de História do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual em Campinas.
**https://pjf.mg.gov.br/noticias/view.php?modo=link2&idnoticia2=64139
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$ 608.00 (USD)
$ 512.00 (EUR)
$ 59.392,00 (ARS)
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$ 59.392,00 (ARS)
12a
AUGUSTA FAMÍLIA IMPERIAL DO BRASIL
LITOGRAFIA FRANCESA do séc XIX, Retrata a AUGUSTA FAMÍLIA IMPERIAL DO BRASIL. Ilustrado por Hélio Dujardin e impresso em Paris por volta de 1880.
A imagem traz sete medalhões que emolduram a imagem dos descendentes da Coroa Brasileira. Ao topo o Imperador DOM PEDRO II e sua esposa, a Imperatriz DONA THERESA CHRISTINA. Ao centro a Princesa DONA ISABEL e seu Marido o Conde D'EU e aos pés seus descendentes DOM LUIZ, DOM PEDRO DE ALCANTARA E DOM ANTONIO. Os Medalhões são envoltos por Ramos de Café e Tabaco em Flor, dispostos como louro e encimados por uma Tremulante BANDEIRA IMPERIAL DO BRASIL.
Envolta por paspatour em Camurça na cor Verde e Primorosa moldura Dourada adornada com Flores, Ramos e Volutas.

MEDIDAS: 21 X 28cm/ 51 X 61cm.
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R$ 2.000,00 (BRL)
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R$ 2.000,00 (BRL)
Cotações
$ 380.00 (USD)
$ 320.00 (EUR)
$ 37.120,00 (ARS)
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$ 380.00 (USD)
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16
JEAN-BAPTISTE DEBRET(1768-1848)
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Par de LITOGRAFIAS ORIGINAIS AQUARELADAS À MÃO séc. XIX

JEAN-BAPTISTE DEBRET, Decoração do Ballet Histórico (Decoration du Ballet Historique"- Donnéau Théatre de la Cour à Rio de Janeiro, le 13 Mai 1818). E Cena do teatro representando a coroação do IMPERADOR D. PEDRO I.(Rideau d'avant scène exécuté au Théatre de lacour, pour la répresentation d'apparat, à l'occasion du Couronnement de L'Empereur D.Pedro I)

JEAN-BAPTISTE DEBRET integrou a Missão Artística francesa em 1817 que fundou no Rio de Janeiro uma Academia de Artes e Ofícios, mais tarde Academia Imperialismos de Belas Artes, onde lecionou.
De volta à França em 1831 publicou “VOYAGE PITTORESQUE ET HISTORIQUE AU BRÉSIL” documentando aspectos da natureza do homem e da sociedade Brasileira no início do séc. XIX.

A derrota de Napoleão, em 1815, foi um golpe duro aos artistas, que perderam o principal pilar que sustentava a arte neoclássica. Assim ele e o arquiteto Grandjean deMontigny foram convidados a participar de uma missão de artistas franceses que rumava para a Rússia a pedido do Czar Alexandre I, mas Debret escolheu a missão para o Brasil chefiada por Joachim Lebreton aportando em território brasileiro em 1816.

Os franceses foram recebidos oficialmente e pensionados pelo príncipe regente DOM JOÃO VI. Debret produz muitas obras em território nacional, aqui permanecendo até depois da volta da Corte Portuguesa para Lisboa, passando a trabalhar para o governo como pintor após a Proclamação da Independência por DOM PEDRO I, de quem recebeu a comenda da Ordem de Cristo.
Debret foi professor de pintura histórica na Academia Imperial; entre seus alunos estavam Manuel de Araújo Porto Alegre e Augusto Müller. Em 1829 organizou uma exposição da Classe de Pintura Histórica, a primeira mostra pública de arte no Brasil.

Uma de suas obras serviu como base para definir as cores e formas geométricas da atual Bandeira do Brasil, adotada em 19 de novembro de 1889. Exímio artista, demonstrou em suas telas não somente o cotidiano do Brasil da época que englobava tanto a aristocracia, da população em geral e a vida dos escravos, como também acontecimentos históricos do período anterior à independência do país e nos anos seguintes.

A primeira bandeira da história do Brasil independente é uma de suas obras mais importantes.

O processo de litogravura consiste na preparação de uma matriz em pedra calcária desenhada com material de base gordurosa, onde de maneira particular desta técnica, o autor possui grande liberdade nos traços para criar formas sobre a matriz, que logo após a finalização do desenho recebe um tratamento químico para repelir a água e aderir a tinta, vinda de um rolo; desta forma quando prensada sobre a celulose somente os espaços do desenho que possuem a base gordurosa atraem a tinta, e repelem os espaços em branco que são preenchidos pela água, assim esse processo centenário é capaz de produzir obras únicas e em número limitado (uma vez que a matriz é desfeita para a produção de novas impressões, e a ação do tempo vai transformando as obras existentes), tornando as peças produzidas cada vez mais raras.

Medidas: 20 x 34 cm., na moldura 40 x 59 cm. Aquarela e Litografia sobre Papel.
Bid
R$ 1.800,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 1.800,00 (BRL)
Cotações
$ 342.00 (USD)
$ 288.00 (EUR)
$ 33.408,00 (ARS)
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$ 342.00 (USD)
$ 288.00 (EUR)
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17
OTTO BUNGNER (1890 - 1965)
Medidas: 24 x 36 cm. / 52 x 61 cm.
Aquarela.
Papel com Marca d'agua com inscrição Latina "LABOR OMNIA VINCIT"* Numerado 144
Intitulado no C.I.D.: "Rio"

Nasceu na Alemanha em 1890 e faleceu em 1965 no Rio de Janeiro. O Dicionário brasileiro de artistas plásticos (INL/MEC, v. 1, 1973), organizado por Carlos Cavalcanti, registra o nome do artista numa grafia diferente, Otto Bughner, e lhe atribui origem alemã. Nenhum outro dicionário, entre os mais conhecidos, a ele se refere. De acordo com o que consta no verbete acima referido, Otto participou de vários Salões de Arte Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, tendo conquistado medalha de prata em 1915 e menção honrosa de primeiro grau em 1918,além de ter participado dos Salões de 1922 a 1933. Também no Rio, consta ainda que participou, em 1940, da exposição Flamboyant, promovida pela Sociedade Brasileira de Belas Artes. Em 2005, teve uma obra participante da exposição “Cidade Maravilhosa: uma iconografia carioca – 1920/1980”, no Instituto Moreira Salles no Rio de Janeiro.
*FONTE: http://www.brasilcult.pro.br/ex_libris/catalogo_lista.htm

Bid
R$ 2.500,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 2.500,00 (BRL)
Cotações
$ 475.00 (USD)
$ 400.00 (EUR)
$ 46.400,00 (ARS)
Cotações
$ 475.00 (USD)
$ 400.00 (EUR)
$ 46.400,00 (ARS)
18
FREDERICO GUILHERME BRIGGS
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PANORAMA DO RIO DE JANEIRO séc. XIX
LITOGRAFIA AQUARELADA F. G. BRIGGS (PANORAMA DO RIO DE JANEIRO- CAPITAL DO BRAZIL-1837)
Litografado em Londres por DAY & HAGHE (lithographers to the King 1837-1840)
Medidas: 243,5 x 33 cm.; na moldura 40,5 x 250,5 cm.
Aquarela e litografia sobre Papel.

Segue link para maiores informações acerca da distinção da obra:
https://drive.google.com/drive/folders/1zjAMs7LSpauEvIFk7mdk3yFqwtjq-WRE?usp=sharing

Este raro panorama é construído a partir da união de 4 estampas de F. Briggs, que traz consigo uma vista em 360º do Rio de Janeiro do Séc. XIX. As 4 litografias colorizadas à mão formam um conjunto verdadeiramente raro; atualmente existem apenas 3 iguais no Brasil, expostas na COLEÇÃO BRASILIANA ITAÚ, na COLEÇÃO GEYER e nos arquivos da BIBLIOTECA NACIONAL. É também reproduzido a cores no livro “Paisagem do Rio de Janeiro” por George Ermakoff em página inteira.

Biografia:

FREDERICO GUILHERME BRIGGS, Brasileiro de ascendência inglesa, é um dos primeiros alunos da Academia Imperial de Belas Artes - Aiba, onde estuda pintura de paisagem com FÉLIX TAUNAY (1795 - 1881) e arquitetura com GRANDJEAN DE MONTIGNY (1776 - 1850), entre 1826 e 1834, no Rio de Janeiro.
Viaja posteriormente para a Inglaterra, onde se especializa em litografia. Realiza, em 1837, um álbum composto de quatro pranchas em cores sobre o Rio de Janeiro, intitulado Panorama da Cidade do Rio de Janeiro. Capital do Brasil. Nessas litografias a cidade é tomada em quatro vistas, que abrangem principalmente o quadrilátero urbano: na primeira está representada uma paisagem vista do morro de Santo Antônio, abarcando o convento de mesmo nome e o morro do Castelo; na segunda é enfocada a atual praça Tiradentes, no centro da cidade, o morro da Conceição e o campo de São Cristóvão; na terceira estão o Morro de Santo Antônio, o morro e convento de Santa Teresa, e ao fundo a baía de Guanabara e Pão de Açúcar; e na quarta são vistos principalmente o Morro e Convento de Santa Teresa e o bairro do Catumbi. Para o historiador Gilberto Ferrez, suas vistas destacam-se não só pelo caráter artístico como também pela elaboração, perspectiva, detalhes arquitetônicos e beleza dos primeiros planos.

Em 1840, o artista abre no Rio de Janeiro a Litografia Briggs, onde realiza a impressão de documentos, faturas, músicas, etiquetas para farmácia e também produz litografias artísticas. Entre elas, destaca-se uma série de desenhos satíricos, abordando cenas e tipos populares ou relativos à crítica política, atribuídos a Rafael Mendes de Carvalho (1817 - 1870) e a Porto Alegre (1806 - 1879). Pela sua oficina, é publicada a série Costumes do Brasil, com 50 lâminas coloridas, que abordam diversos aspectos da vida no Rio de Janeiro. A coleção é vendida completa ou em exemplares avulsos. Segundo o escritor Herman Lima, com tal série parece ter se encerrado a voga das caricaturas avulsas, já que, em 1844, com o surgimento de A Lanterna Mágica, de Porto Alegre, inicia-se o ciclo de publicações ilustradas com desenhos humorísticos.
Briggs teve importante atuação no desenvolvimento da técnica da litografia assim como na divulgação das estampas litográficas no Brasil.

O processo de litogravura consiste na preparação de uma matriz em pedra calcária desenhada com material de base gordurosa, onde de maneira particular desta técnica, o autor possui grande liberdade nos traços para criar formas sobre a matriz, que logo após a finalização do desenho recebe um tratamento químico para repelir a água e aderir a tinta, vinda de um rolo; desta forma quando prensada sobre a celulose somente os espaços do desenho que possuem a base gordurosa atraem a tinta, e repelem os espaços em branco que são preenchidos pela água, assim esse processo centenário é capaz de produzir obras únicas e em número limitado (uma vez que a matriz é desfeita para a produção de novas impressões, e a ação do tempo vai transformando as obras existentes), tornando as peças produzidas cada vez mais raras.
Bid
R$ 249.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 249.000,00 (BRL)
Cotações
$ 47,310.00 (USD)
$ 39,840.00 (EUR)
$ 4.621.440,00 (ARS)
Cotações
$ 47,310.00 (USD)
$ 39,840.00 (EUR)
$ 4.621.440,00 (ARS)
18c
W. GORE OUSELEY (1797-1866)

LITOGRAFIA ORIGINAL AQUARELADA À MÃO

Igreja Nossa Senhora da Glória e Aqueduto, BRASIL no séc. XIX, 1852 (CHURCH OF NOSSA SENHORA DA GLÓRIA, AND AQUEDUCT.) Litografado por J. NEEDHAM. Colorizado à mão.

Medidas: 25 x 34 cm., na moldura 45,5 x 54 cm. Litografia sobre Papel.

Ex-coleção Mauricio Pontual Galeria de Arte, RJ.

Publicado em 1852 no livro Vistas na América do Sul por desenhos originais feitos no Brasil. (Views in South America from original drawings made in Brazil, the River Plate and Parana, de W. G. Ouseley.)

Sir William Gore Ouseley nasceu em Londres; artista e diplomata, filho de Sir William Ouseley, se casou com Marcia Van Ness, filha do governador de Vermont. Foi transferido para o Rio de Janeiro, em 1833, onde trabalhou como secretário comercial britânico e depois como ministro especial. Esteve na Bahia, em 1835, onde fez algumas aquarelas, incluindo a do Porto da Gamboa, Ladeira da Barra e da antiga Capela de São Gonçalo. Essas litografias foram publicadas, em 1852, no livro Views in South America from original drawings made in Brazil, the River Plate and Parana, de W. G. Ouseley. Nesse livro, Ouseley faz alguns comentários sobre Salvador.
Ouseley deixou o Brasil em 1841 e passou a trabalhar em outras missões na América. Aposentou-se em 1860 e morreu em Londres, em 1866.

O processo de litogravura consiste na preparação de uma matriz em pedra calcária desenhada com material de base gordurosa, onde de maneira particular desta técnica, o autor possui grande liberdade nos traços para criar formas sobre a matriz, que logo após a finalização do desenho recebe um tratamento químico para repelir a água e aderir a tinta, vinda de um rolo; desta forma quando prensada sobre a celulose somente os espaços do desenho que possuem a base gordurosa atraem a tinta, e repelem os espaços em branco que são preenchidos pela água, assim esse processo centenário é capaz de produzir obras únicas e em número limitado (uma vez que a matriz é desfeita para a produção de novas impressões, e a ação do tempo vai transformando as obras existentes), tornando as peças produzidas cada vez mais raras.




Bid
R$ 900,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 900,00 (BRL)
Cotações
$ 171.00 (USD)
$ 144.00 (EUR)
$ 16.704,00 (ARS)
Cotações
$ 171.00 (USD)
$ 144.00 (EUR)
$ 16.704,00 (ARS)
18b
JEAN-BAPTISTE DEBRET (1768-1848)
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LITOGRAFIA ORIGINAL AQUARELADA À MÃO

Largo do Paço, vendo-se em primeiro plano o chafariz do Mestre Valentim e embaixo uma vista do centro da cidade do Rio de Janeiro, BRASIL no séc. XIX, 1839 (VUE DE LA PLACE DU PALAIS, À RIO DE JANEIRO. VUE GÉNÉRALE DE LA VILLE, DU CÔTÉ DE LA MER.)
Litografado por THIERRY FRÈRES, SUCC. DE ENGELMANN E COMPANIE.

Ex-Coleção Mauricio Pontual Galeria de Arte, RJ.

PL. no 1, 3ª Parte do Livro “VOYAGE PITTORESQUE ET HISTORIQUE AU BRÉSIL”, consta no acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo, Coleção Brasiliana.
Reproduzido no Livro Paisagem do Rio de Janeiro de GEORGE ERMAKOFF pg. 153.

JEAN-BAPTISTE DEBRET Integrou a Missão Artística francesa em 1817 que fundou no Rio de Janeiro uma Academia de Artes e Ofícios, mais tarde Academia Imperialismos de Belas Artes, onde lecionou.
De volta à França em 1831 publicou “VOYAGE PITTORESQUE ET HISTORIQUE AU BRÉSIL” documentando aspectos da natureza do homem e da sociedade Brasileira no início do séc. XIX.

A derrota de Napoleão, em 1815, foi um golpe duro aos artistas, que perderam o principal pilar que sustentava a arte neoclássica. Assim ele e o arquiteto Grandjean deMontigny foram convidados a participar de uma missão de artistas franceses que rumava para a Rússia a pedido do Czar Alexandre I, mas Debret escolheu a missão para o Brasil chefiada por Joachim Lebreton aportando em território brasileiro em 1816.

Os franceses foram recebidos oficialmente e pensionados pelo príncipe regente DOM JOÃO VI. Debret Produz muitas obras em território nacional, aqui permanecendo até depois da volta da Corte Portuguesa para Lisboa, passando a trabalhar para o governo como pintor após a proclamação da independência por DOM PEDRO I, de quem recebeu a comenda da Ordem de Cristo.

Debret foi professor de pintura histórica na Academia Imperial, entre seus alunos estavam Manuel de Araújo Porto Alegre e Augusto Müller. Em 1829 organizou uma exposição da Classe de Pintura Histórica, a primeira mostra pública de arte no Brasil.

Uma de suas obras serviu como base para definir as cores e formas geométricas da atual Bandeira do Brasil, adotada em 19 de novembro de 1889. Exímio artista, demonstrou em suas telas não somente o cotidiano do Brasil da época que englobava tanto a aristocracia, da população em geral e a vida dos escravos, como também acontecimentos históricos do período anterior à independência do país e nos anos seguintes.

A primeira bandeira da história do Brasil independente é uma de suas obras mais importantes.

O processo de litogravura consiste na preparação de uma matriz em pedra calcária desenhada com material de base gordurosa, onde de maneira particular desta técnica, o autor possui grande liberdade nos traços para criar formas sobre a matriz, que logo após a finalização do desenho recebe um tratamento químico para repelir a água e aderir a tinta, vinda de um rolo; desta forma quando prensada sobre a celulose somente os espaços do desenho que possuem a base gordurosa atraem a tinta, e repelem os espaços em branco que são preenchidos pela água, assim esse processo centenário é capaz de produzir obras únicas e em número limitado (uma vez que a matriz é desfeita para a produção de novas impressões, e a ação do tempo vai transformando as obras existentes), tornando as peças produzidas cada vez mais raras.

Medidas: 24 x 37,5 cm., na moldura 47,8 x 64,6 cm. Litografia em Papel.
Bid
R$ 900,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 900,00 (BRL)
Cotações
$ 171.00 (USD)
$ 144.00 (EUR)
$ 16.704,00 (ARS)
Cotações
$ 171.00 (USD)
$ 144.00 (EUR)
$ 16.704,00 (ARS)
18a
JEAN-BAPTISTE DEBRET (1765-1848)
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LITOGRAFIA ORIGINAL AQUARELADA À MÃO

Cortejo do Batismo da Princesa real D.ª Maria da Glória no Rio de Janeiro, BRASIL no séc. XIX, 1839 (CORTÉGE DU BAPTÊME DE LA PRINCESSE ROYALE Da. MARIA DA GLÓRIA, À RIO DE JANEIRO.)

Litografado por THIERRY FRÈRES, À PARIS. Colorizado à mão.

Ex-Coleção Mauricio Pontual Galeria de Arte, RJ.

PL: 44, 3ª Parte do Livro “VOYAGE PITTORESQUE ET HISTORIQUE AU BRÉSIL”, consta no Acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo, Coleção Brasiliana.

JEAN-BAPTISTE DEBRET integrou a Missão Artística francesa em 1817 que fundou no Rio de Janeiro uma Academia de Artes e Ofícios, mais tarde Academia Imperialismos de Belas Artes, onde lecionou.
De volta à França em 1831 publicou “VOYAGE PITTORESQUE ET HISTORIQUE AU BRÉSIL” documentando aspectos da natureza do homem e da sociedade Brasileira no início do séc. XIX.

A derrota de Napoleão, em 1815, foi um golpe duro aos artistas, que perderam o principal pilar que sustentava a arte neoclássica. Assim ele e o arquiteto Grandjean deMontigny foram convidados a participar de uma missão de artistas franceses que rumava para a Rússia a pedido do Czar Alexandre I, mas Debret escolheu a missão para o Brasil chefiada por Joachim Lebreton aportando em território brasileiro em 1816.

Os franceses foram recebidos oficialmente e pensionados pelo príncipe regente DOM JOÃO VI. Debret produz muitas obras em território nacional, aqui permanecendo até depois da volta da Corte Portuguesa para Lisboa, passando a trabalhar para o governo como pintor após a Proclamação da Independência por DOM PEDRO I, de quem recebeu a comenda da Ordem de Cristo.

Debret foi professor de pintura histórica na Academia Imperial, entre seus alunos estavam Manuel de Araújo Porto Alegre e Augusto Müller. Em 1829 organizou uma exposição da Classe de Pintura Histórica, a primeira mostra pública de arte no Brasil.

Uma de suas obras serviu como base para definir as cores e formas geométricas da atual Bandeira do Brasil, adotada em 19 de novembro de 1889. Exímio artista, demonstrou em suas telas não somente o cotidiano do Brasil da época que englobava tanto a aristocracia, da população em geral e a vida dos escravos, como também acontecimentos históricos do período anterior à independência do país e nos anos seguintes.

A primeira bandeira da história do Brasil independente é uma de suas obras mais importantes.

O processo de litogravura consiste na preparação de uma matriz em pedra calcária desenhada com material de base gordurosa, onde de maneira particular desta técnica, o autor possui grande liberdade nos traços para criar formas sobre a matriz, que logo após a finalização do desenho recebe um tratamento químico para repelir a água e aderir a tinta, vinda de um rolo; desta forma quando prensada sobre a celulose somente os espaços do desenho que possuem a base gordurosa atraem a tinta, e repelem os espaços em branco que são preenchidos pela água, assim esse processo centenário é capaz de produzir obras únicas e em número limitado (uma vez que a matriz é desfeita para a produção de novas impressões, e a ação do tempo vai transformando as obras existentes), tornando as peças produzidas cada vez mais raras.

Medidas: 26 x 35,5 cm., na moldura 52,8 x 63,4 cm. Aquarela e Litografia em Papel.
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R$ 900,00 (BRL)
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R$ 900,00 (BRL)
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$ 171.00 (USD)
$ 144.00 (EUR)
$ 16.704,00 (ARS)
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$ 171.00 (USD)
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19
EDMOND B. DE LA TOUANNE (1781-1846)

LITOGRAFIA AQUARELADA FRANCESA,

Oficiais da Marinha Francesa visitando o cume do Corcovado, BRASIL no séc. XIX, EDMOND B. DE LA TOUANNE 1837 (VUE PRISE AU SOMMET DU CORCOVADO)
Litografado por SABATIER, Leon Jean-Baptiste, na oficina de BERNARD ET FREY. Colorizado à mão.

Medidas: 18,3 x 28 cm., na moldura 50,5 x 58,5 cm. Aquarela e Litografia sobre Papel.

Ex-coleção Mauricio Pontual Galeria de arte, RJ.

PL. no. 33 do: Diário de navegação ao redor do globo da fragata Thetis e da corveta l'Esperance. (Journal de la navigation autour du globe de la fregate la Thetis et de la corvette l'Esperance.)
Reproduzido no Livro Paisagem do Rio de Janeiro de GEORGE ERMAKOFF pg. 117.

EDMOND B. DE LA TOUANNE foi um artista topográfico e Oficial da Marinha, foi tenente na expedição Thétis aos mares do sul em 1824-26 sob o comando do explorador francês Hyacinthe de Bougainville. Esteve no Rio de Janeiro no ano de 1826, ocasião em que registrou várias vistas da cidade, mais tarde Litografadas em Paris e publicadas no “Álbum Pittoresque de la Frégate La Thétis et de la Corvette L'Espérance”.

O processo de litogravura consiste na preparação de uma matriz em pedra calcária desenhada com material de base gordurosa, onde de maneira particular desta técnica, o autor possui grande liberdade nos traços para criar formas sobre a matriz, que logo após a finalização do desenho recebe um tratamento químico para repelir a água e aderir a tinta, vinda de um rolo; desta forma quando prensada sobre a celulose somente os espaços do desenho que possuem a base gordurosa atraem a tinta, e repelem os espaços em branco que são preenchidos pela água, assim esse processo centenário é capaz de produzir obras únicas e em número limitado (uma vez que a matriz é desfeita para a produção de novas impressões, e a ação do tempo vai transformando as obras existentes), tornando as peças produzidas cada vez mais raras.
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R$ 1.000,00 (BRL)
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$ 190.00 (USD)
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20
GEORGINA DE ALBUQUERQUE (Taubaté SP, 1885- Rio de Janeiro RJ, 1962)
Óleo sobre eucatex.
Composição com Uvas
Medidas: 26 x 28 cm. / 42 x 44 cm.

Georgina entregou-se de corpo e alma à visualidade impressionista, que parecia atender nitidamente à sua sensibilidade como pintora e sua seleção de temas, que permitiam a ela trabalhar os efeitos de luz ao ar livre, explica o livro Vozes Femininas.
Foi a primeira mulher a fazer uma pintura histórica no país, o quadro Sessão do Conselho do Estado que decidiu a Independência (1922) que está no Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro.
É CONSIDERADA A INTRODUTORA DO IMPRESSIONISMO NO BRASIL. A técnica, ela conheceu na Europa, no período em que morou no continente com seu marido, o também artista plástico Lucilio Albuquerque.

Georgina de Moura Andrade Albuquerque (Taubaté SP 1885 - Rio de Janeiro RJ 1962)
Aos 15 anos, iniciou sua formação artística com o pintor italiano Rosalbino Santoro (1858 - s.d.). Muda-se para o Rio de Janeiro em 1904, matricula-se na Escola Nacional de Belas Artes - Enba e estuda com Henrique Bernardelli (1858 - 1936). Em 1906, casa-se com o pintor Lucílio de Albuquerque (1877 - 1939) e viaja para a França. Em Paris, freqüenta a École Nationale Supérieure des Beaux-Arts [Escola Nacional Superior de Belas Artes] e ainda a Académie Julian, onde é aluna de Henri Royer. Volta ao Brasil em 1911, expõe em São Paulo e, partir dessa data, participa regularmente da Exposição Geral de Belas Artes. De 1927 a 1948, leciona desenho artístico na Enba e, em 1935, é professora do curso de artes decorativas do Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal. Em 1940, em sua casa no bairro de Laranjeiras, no Rio de Janeiro, funda o Museu Lucílio de Albuquerque, e institui um curso pioneiro de desenho e pintura para crianças. Entre 1952 e 1954, exerce o cargo de diretora da Enba.

1900 - É aluna do pintor italiano Rosalbino Santoro
1904 - Na Escola Nacional de Belas Artes - Enba, é aluna de Henrique Bernardelli (1858 - 1936)
1906 - Casa-se com o pintor Lucílio de Albuquerque (1877 - 1939)
1906/1911 - Em Paris. Estuda na École Nationale Supérieure des Beaux-Arts com Paul Gervaix, Guetin, Miller e Decheneau. Na Académie Julian, foi aluna de Henri Royer
1927/1948 - Primeira mulher professora de desenho da Enba
1935 - Professora e chefe de seção do curso de artes decorativas do Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal, no Rio de Janeiro
1940 - Funda o Museu Lucílio de Albuquerque, no Rio de Janeiro
1952/1954 - É a primeira mulher diretora da Enba
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R$ 5.500,00 (BRL)
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R$ 5.500,00 (BRL)
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$ 880.00 (EUR)
$ 102.080,00 (ARS)
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$ 1,045.00 (USD)
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21
LUCÍLIO DE ALBUQUERQUE (Barras, PI 1877 - Rio de Janeiro, RJ 1939)
Artista premiado com o maior premio da ENBA: "Viagem ao estrangeiro".
Óleo sobre tela
Modelo vivo de atelier.
Medidas: 46 x 30 cm. / 62 x 45 cm.

NESTA OBRA, AO INVÉS DE PUBLICARMOS O CURRICULO DO ARTISTA, PUBLICAMOS INTERESSANTE TEXTO SOBRE O AMOR NA ESCOLA NACIONAL DE BELAS ARTES:

"HISTÓRIA DE AMOR: Na vida, na arte, até que a morte nos separe: o romance de GEORGINA e de LUCÍLIO DE ALBUQUERQUE.

(...) Dois pintores brasileiros que se apaixonaram, e dividiram uma cama, um ateliê e uma vida inteira. Espero que você se apaixone por eles também.

Então, primeiro as damas. Seu trabalho e paixão pela arte fizeram de Georgina uma figura importante no meio artístico brasileiro. Certa vez, ela escreveu que sentiu que nasceu pintora:

'Sinto que nasci pintora, ia a museus e procurava pintar, pintar muito a qualquer hora, a qualquer hora do dia, nem quando meus dois filhos eram pequenos, saía um dia para trabalhar. É o que eu faço, o tempo todo.'

Começou a pintar muito jovem, primeiro com um professor particular, um pintor italiano residente em sua cidade, e depois sua formação profissional começou aos 15 anos, quando viajou ao Rio de Janeiro para se matricular na Escola de Belas Arts.

Ficou conhecida pela beleza de suas obras e também trabalhou como professora, tendo até dirigido a Escola de Belas Artes. Nenhuma dessas frases soaria tão estranha hoje, mas há um detalhe que ainda não contei: Georgina nasceu em 1885 e sua trajetória artística aconteceu nos primeiros anos do século 20, época em que as mulheres não eram consideradas artistas profissionais em Brasil .

Lucílio era quase dez anos mais velho que ela e estudou Direito em São Paulo. Por volta da virada do século, ele decidiu abandonar os estudos e estudar pintura na Escola de Belas Artes. Foi lá que Georgina e Lucílio se conheceram pela primeira vez.

Os dois tiveram aulas com o mesmo professor, Henrique Bernardelli, e ficaram cada vez mais próximos. O que antes era um vínculo artístico logo se tornou uma amizade sincera, que mais tarde se transformou em amor e em 1906 em casamento - e a promessa de união na vida e na arte.

No mesmo ano, Lucílio ganhou uma bolsa para estudar arte na Europa, o que era muito comum na época. Todos os anos, quando o Salão era inaugurado, o premiado artista ganhava uma viagem para estudar por um ou dois anos em qualquer país europeu. O casal foi para a França (e só voltou em 1911)

Na França, Lucílio e Georgina entraram em contato com o impressionismo e o simbolismo, que se refletem em suas obras. Ambos se interessaram pelos efeitos da luz e se encantaram com a técnica da pintura ao ar livre. Eles passaram muito tempo pintando juntos e servindo como modelos um para o outro. Eles também permaneceram colegas de classe, estudando juntos na Academia Julien enquanto Lucílio também participava de Salões em Paris, Bruxelas e Torino.

Quando voltaram ao Brasil, os dois se tornaram professores da Academia de Belas Artes. Lucílio assumiu a direção da instituição em 1937, mas logo em seguida renunciou ao cargo por motivos de saúde. Enquanto isso, Georgina lecionava não apenas na Academia, mas também em outras universidades.

O doloroso golpe veio em 1939. Após mais de trinta anos de companheirismo na arte e no amor, a morte de Lucílio o separou de Georgina. Mas ela se recusou a aceitá-lo com demissão, e no ano seguinte fundou em sua casa o Museu Lucílio de Albuquerque. Como artista, Georgina conhecia o valor e a importância do trabalho de um colega pintor. Como esposa, ela queria honrar a memória do homem que amava tanto quanto amava sua própria arte.

Poucos anos após a morte de Lucílio, em 1952 Georgina foi convidada a dirigir a Escola Nacional de Belas Artes, cargo que ocupou por dois anos. Ela foi a primeira mulher a dirigir a instituição. Morreu em 1962. Talvez Georgina e Lucílio ainda pintem juntos, onde quer que estejam.

FONTE: https://www.dailyartmagazine.com/romance-of-georgina-and-lucilio/
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R$ 3.500,00 (BRL)
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R$ 3.500,00 (BRL)
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$ 665.00 (USD)
$ 560.00 (EUR)
$ 64.960,00 (ARS)
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$ 665.00 (USD)
$ 560.00 (EUR)
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25
GARCIA SANTA OLALLA (1870 - 1895)
Óleo sobre cartão,
Medidas: 30 x 40 cm. / 53 x 64 cm.
Século XIX,
data de 1892
Academia Provincial de Belas Artes - Málaga, Espanha
Artista premiado com medalha de ouro da AIBA.

Na Academia Provincial de Belas Artes de Málaga, foi premiado tornando-se pensionista do Estado. Após a conclusão do curso vem para o Rio de Janeiro.
Em 1893, participa, ao lado de Décio Villares (1854-1931), Virgílio Lopes Rodrigues (1863-1944) e Eduardo de Sá (1866-1940), do movimento para a criação da Academia Livre de Belas Artes.

No Salão Nacional de Belas Artes de 1894, expõe 12 pinturas e conquista a medalha de ouro.
Para tratar de uma enfermidade, põe à venda todas suas obras num leilão organizado por Virgílio Rodrigues.
Vive no Rio de Janeiro até 1895, quando falece precocemente aos 25 anos de idade, deixando pouquíssimas obras concluídas, das quais a pintura histórica Cristóvão Colombo Ajoelhado aos pés de Fernando VII e Isabel, a Católica e, raras paisagens do Rio de Janeiro.

Seus temas, como nesta obra, privilegiam a natureza e cenas de costumes, atendo-se ao registro fiel com abordagem mais lírica da luz, em desenho minucioso, e pincelada discreta preservando a acuidade da composição.
Bid
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$ 1,920.00 (EUR)
$ 222.720,00 (ARS)
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$ 2,280.00 (USD)
$ 1,920.00 (EUR)
$ 222.720,00 (ARS)
26
SANTA - OLALLA,
Francisco Garcia (Málaga, Espanha, 1870 - Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1895).
Medidas: 24 x 32 cm. / 41,5 x 49 cm.
Pintor.

Academia Provincial de Belas Artes - Málaga, Espanha
Artista premiado com medalha de ouro da AIBA.

Na Academia Provincial de Belas Artes de Málaga, foi premiado tornando-se pensionista do Estado. Após a conclusão do curso vem para o Rio de Janeiro.
Em 1893, participa, ao lado de Décio Villares (1854-1931), Virgílio Lopes Rodrigues (1863-1944) e Eduardo de Sá (1866-1940), do movimento para a criação da Academia Livre de Belas Artes.

No Salão Nacional de Belas Artes de 1894, expõe 12 pinturas e conquista a medalha de ouro.
Para tratar de uma enfermidade, põe à venda todas suas obras num leilão organizado por Virgílio Rodrigues.
Vive no Rio de Janeiro até 1895, quando falece precocemente aos 25 anos de idade, deixando pouquíssimas obras concluídas, das quais a pintura histórica Cristóvão Colombo Ajoelhado aos pés de Fernando VII e Isabel, a Católica e, raras paisagens do Rio de Janeiro.

Seus temas, como nesta obra, privilegiam a natureza e cenas de costumes, atendo-se ao registro fiel com abordagem mais lírica da luz, em desenho minucioso, e pincelada discreta preservando a acuidade da composição.
Bid
R$ 19.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 19.000,00 (BRL)
Cotações
$ 3,610.00 (USD)
$ 3,040.00 (EUR)
$ 352.640,00 (ARS)
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$ 3,610.00 (USD)
$ 3,040.00 (EUR)
$ 352.640,00 (ARS)
27
OSWALDO TEIXEIRA
1905 - 1974
Artista premiado com o "Prêmio Viagem" no Salão Nacional de Belas Artes
Medidas: 24 x 14 cm. / 42 x 36 cm.
Desenho.

BIOGRAFIA:
Estudou no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro e na Escola Nacional de Belas Artes - Enba com Baptista da Costa.
Em 1924, recebeu o prêmio de viagem ao exterior, na 31ª Exposição Geral de Belas Artes.
Em 1925 viajou para a Europa, e esteve em Portugal, Espanha, França e Itália onde viveu na capital do renascimento, Florença.
De 1932 e 1937 lecionou desenho na Escola Nacional de Belas Artes e no Instituto Nacional de Educação.
Em 1937, assumiu o cargo de diretor do Museu Nacional de Belas Artes - MNBA no Rio de Janeiro, permanecendo até 1961.
Em 1940 publicou o livro Getúlio Vargas e a Arte no Brasil.
Em 1944 escreveu o prefácio do livro História da Pintura no Brasil de Reis Júnior.
Em 1952 participou da exposição "Um Século de Pintura Brasileira" No Museu Nacional de Belas Artes
Em 1958 participou da exposição "O Trabalho na Arte" No Museu Nacional de Belas Artes.
O Museu Nacional de Belas Artes, o homenageou com um retrospectiva em 1973.
Até o final da vida, exerceu a atividade de professor de pintura e em várias instituições, inclusive no Instituto de Belas Artes.
Bid
R$ 450,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 450,00 (BRL)
Cotações
$ 85.50 (USD)
$ 72.00 (EUR)
$ 8.352,00 (ARS)
Cotações
$ 85.50 (USD)
$ 72.00 (EUR)
$ 8.352,00 (ARS)
28
ESCOLA NACIONAL DE BELAS ARTES - SEGUNDO QUARTEL DO SÉC. XX

OSWALDO TEIXEIRA 1905 - 1974.
Artista premiado com o "Prêmio Viagem" no Salão Nacional de Belas Artes.
"A divina vigília", 1946.
(Episódio Bíblico da Fuga para o Egito)
Medidas: 24 x 14 cm./ 42 x 36 cm.
Desenho original, grafite e lápis de cor.

BIOGRAFIA:
Estudou no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro e na Escola Nacional de Belas Artes - Enba com Baptista da Costa.
Em 1924, recebeu o prêmio de viagem ao exterior, na 31ª Exposição Geral de Belas Artes.
Em 1925 viajou para a Europa, e esteve em Portugal, Espanha, França e Itália onde viveu na capital do renascimento, Florença.
De 1932 e 1937 lecionou desenho na Escola Nacional de Belas Artes e no Instituto Nacional de Educação.
Em 1937, assumiu o cargo de diretor do Museu Nacional de Belas Artes - MNBA no Rio de Janeiro, permanecendo até 1961.
Em 1940 publicou o livro Getúlio Vargas e a Arte no Brasil.
Em 1944 escreveu o prefácio do livro História da Pintura no Brasil de Reis Júnior.
Em 1952 participou da exposição "Um Século de Pintura Brasileira" No Museu Nacional de Belas Artes
Em 1958 participou da exposição "O Trabalho na Arte" No Museu Nacional de Belas Artes.
O Museu Nacional de Belas Artes, o homenageou com um retrospectiva em 1973.
Até o final da vida, exerceu a atividade de professor de pintura e em várias instituições, inclusive no Instituto de Belas Artes.
Bid
R$ 450,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 450,00 (BRL)
Cotações
$ 85.50 (USD)
$ 72.00 (EUR)
$ 8.352,00 (ARS)
Cotações
$ 85.50 (USD)
$ 72.00 (EUR)
$ 8.352,00 (ARS)
29
OSWALDO TEIXEIRA
Artista premiado com o "Prêmio Viagem" no Salão Nacional de Belas Artes
Ponte Vecchio em FLORENÇA
Med. 48 X 64 cm.
Obra rara datada de 1926.

******DE 1924 A 1927 (…) Um outro ponto significativo foi sua passagem pela antiga Escola de Belas Artes, onde obteve orientação de Rodolfo Chambelland (1879/1926) em desenho de modelo vivo e de Batista da Costa (1865/1926) em pintura; e conquistou, em 1924, PRÊMIO DE VIAGEM À EUROPA com 19 anos, com o quadro “O pescador.” Dessa forma, não podemos deixar de mencionar que foi o mais jovem artista a receber a distinção em toda a história da Instituição e o único pintor brasileiro a receber todas as honrarias possíveis em sua categoria e um dos mais premiados pintores brasileiros. Ficou fora do País durante alguns anos, PERMANECENDO NA EUROPA ATÉ 1927, ocupado entre a Academia Inglesa, seu estágio em FLORENÇA (Foi aluno da Brittish Academy of Rome) e Paris.
FONTE: PINTURA E ARTE GRÁFICA DE OSWALDO TEIXEIRA: UMA REVISÃO HISTORIOGRÁFICA DE SUA OBRA: https://core.ac.uk/download/pdf/227293865.pdf

Estudou no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro e na Escola Nacional de Belas Artes - Enba com Baptista da Costa.
Em 1924, recebeu o prêmio de viagem ao exterior, na 31ª Exposição Geral de Belas Artes.
Em 1925 viajou para a Europa, e esteve em Portugal, Espanha, França e Itália onde viveu na capital do renascimento, Florença.
De 1932 e 1937 lecionou desenho na Escola Nacional de Belas Artes e no Instituto Nacional de Educação.
Em 1937, assumiu o cargo de diretor do Museu Nacional de Belas Artes - MNBA no Rio de Janeiro, permanecendo até 1961.
Em 1940 publicou o livro Getúlio Vargas e a Arte no Brasil.
Em 1944 escreveu o prefácio do livro História da Pintura no Brasil de Reis Júnior.
Em 1952 participou da exposição "Um Século de Pintura Brasileira" No Museu Nacional de Belas Artes
Em 1958 participou da exposição "O Trabalho na Arte" No Museu Nacional de Belas Artes.
O Museu Nacional de Belas Artes, o homenageou com um retrospectiva em 1973.
Até o final da vida, exerceu a atividade de professor de pintura e em várias instituições, inclusive no Instituto de Belas Artes.
Bid
R$ 4.500,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 4.500,00 (BRL)
Cotações
$ 855.00 (USD)
$ 720.00 (EUR)
$ 83.520,00 (ARS)
Cotações
$ 855.00 (USD)
$ 720.00 (EUR)
$ 83.520,00 (ARS)
30
OSWALDO TEIXEIRA 1905 - 1974).
Artista premiado com o "Prêmio Viagem" no Salão Nacional de Belas Artes
Iconografia de Ouro Preto, MG: À direita Igreja Mercês de Baixo. À esquerda, igreja de S. Francisco de Assis.
Medidas: 48 x 65 cm. / 68 x 86 cm.
O.S.E
DÉCADA DE 1960.

Estudou no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro e na Escola Nacional de Belas Artes - Enba com Baptista da Costa.
Em 1924, recebeu o prêmio de viagem ao exterior, na 31ª Exposição Geral de Belas Artes.
Em 1925 viajou para a Europa, e esteve em Portugal, Espanha, França e Itália onde viveu na capital do renascimento, Florença.
De 1932 e 1937 lecionou desenho na Escola Nacional de Belas Artes e no Instituto Nacional de Educação.
Em 1937, assumiu o cargo de diretor do Museu Nacional de Belas Artes - MNBA no Rio de Janeiro, permanecendo até 1961.
Em 1940 publicou o livro Getúlio Vargas e a Arte no Brasil.
Em 1944 escreveu o prefácio do livro História da Pintura no Brasil de Reis Júnior.
Em 1952 participou da exposição "Um Século de Pintura Brasileira" No Museu Nacional de Belas Artes
Em 1958 participou da exposição "O Trabalho na Arte" No Museu Nacional de Belas Artes.
O Museu Nacional de Belas Artes, o homenageou com um retrospectiva em 1973.
Até o final da vida, exerceu a atividade de professor de pintura e em várias instituições, inclusive no Instituto de Belas Artes.

Bid
R$ 4.800,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 4.800,00 (BRL)
Cotações
$ 912.00 (USD)
$ 768.00 (EUR)
$ 89.088,00 (ARS)
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$ 912.00 (USD)
$ 768.00 (EUR)
$ 89.088,00 (ARS)
31a
Nicolas Louis Albert Delerive (Lille, 1755 — Lisboa, 1818)
Partida do Príncipe Regente de Portugal para o Brazil 27 de Novembro de 1807",
Litografia aquarelada, pelo pintor francês de ascendência espanhola que esteve em Lisboa entre 1792 e 1797 e entre 1800 e 1818.
Méd. 35 cm x 48 cm.
Século XIX.

Litografias com legendas traduzidas para português são assinadas por Constantino de Fontes e pelos indecifráveis "D." e "NC" e algumas não assinadas e legendadas em francês, fazem parte dos espólios da Biblioteca Nacional de Lisboa, Gabinete de Estudos Olisiponenses e Museu Nacional de Arte Antiga.

Em primeiro plano distingue-se a figura do Príncipe Regente D. João (futuro D. João VI), despedindo-se da comitiva. Traja de branco, com jaqueta vermelha. À direita, dois coches - num dos quais segue a rainha D. Maria I - e duas cadeirinhas, ambas com os tejadilhos levantados. Dois frades abandonam o local caminhando na direcção do observador e num plano mais recuado, vislumbra-se o casario de Belém, parte do Mosteiro de Santa Maria de Belém, duas tendas e a Guarda Real que acompanha o cortejo.

Cronologia historica:

24 de novembro O Conselho de Estado português, presidido pelo Príncipe Regente, decide transferir a Corte para o Brasil.

26 de novembro Por meio de um decreto, D. João informa ao povo os motivos de sua partida com a família real para o Brasil.

27 de novembro O Príncipe Regente D. João e a Corte embarcam para o Brasil, mas a frota parte somente dois dias depois, em 29 de novembro.

29 de novembro A frota portuguesa parte para o Brasil e Lisboa é ocupada por tropas francesas.

Não é conhecido, ao certo, o número de nobres – e sua criadagem – que vieram com D. João para o Brasil. As estimativas variam entre 521 (420 membros da corte mais 101 oficiais da Marinha portuguesa) e 15.000 (quinze mil), o que deve ser um recorde de margem de erro.

Além da família real – composta por 14 pessoas, incluindo as crianças -, apenas 19 nobres, que vieram de Lisboa com D. João, tiveram esse “direito” no Rio de Janeiro, de acordo com a documentação recolhida ao Arquivo Nacional (cf. Nireu Oliveira Cavalcanti, art. cit., p. 155, nota).
Bid
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R$ 8.000,00 (BRL)
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$ 1,520.00 (USD)
$ 1,280.00 (EUR)
$ 148.480,00 (ARS)
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$ 1,520.00 (USD)
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38
VISCONDE DE SÃO FRANCISCO - Francisco José Pacheco. (Rio de Janeiro, 31/07/1831 - 10/10/1880)
PINTURA A ÓLEO SOBRE TELA, Sem assinatura aparente.
MEDIDAS: 116 x 90 cm.

BIOGRAFIA: Filho do 1º Barão de São Francisco, por Portugal, Francisco José Pacheco. Casou com D. Anna da Rocha Miranda, irmã do Barão do Bananal. Dedicou-se à carreira comercial, foi Diretor do Banco do Brasil, Provedor de diversas Ordens e Irmandades, e sócio de varias associações de Beneficência. Era Comendador da Real Ordem de Cristo de Portugal e da Imperial Ordem da Rosa. Era 2º Barão de São Francisco, por Portugal.

CRIAÇÃO DOS TÍTULOS: Visconde por decreto de 17 de Setembro de 1888. 2º Barão por carta de 2 de Julho de 1869, em Portugal.

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$ 2,560.00 (EUR)
$ 296.960,00 (ARS)
Cotações
$ 3,040.00 (USD)
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