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Gallery Galeria Paiva Frade
Next auction: 05/10/2022, 20:00h
Exhibition
at Galeria Paiva Frade
Av. Getulio Vargas, 350, Centro - São Lourenço - MG
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Phone: 55 (35) 3332-4150 / 55 (35) 3331-6966
Email: paivafrade@paivafrade.com.br
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João BAPTISTA DA COSTA (1865 — 1926)
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Ex-coleção RAUL PALETTO com dístico no verso.
"Paisagem de Teresópolis".
Óleo sobre tela,
Medidas: 60 x 81 cm. Com moldura: 95 x 116,5 cm.
Assinado no canto inferior esquerdo.


João Batista da Costa (1865 — 1926) foi um pintor, desenhista, professor e ilustrador brasileiro.

Filho de Francisco José da Costa e Emília da Costa. Após uma infância pobre passada no Asilo de Meninos Desvalidos, no Rio de Janeiro, Batista da Costa ingressou em 1885 na Academia Imperial de Belas Artes, com o apoio do Barão de Mamoré, Ministro do Império, onde foi aluno de Zeferino da Costa e de Rodolfo Amoedo.

Em 1896, após ganhar o Prêmio Viagem à Europa, estudou em Paris na Academia Julian. Dois anos depois retorna ao Brasil e a partir de 1906 foi professor e depois diretor da Escalo Nacional de Belas Artes, onde trabalhou até a sua morte.

Bid
R$ 75.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 75.000,00 (BRL)
Cotações
$ 14,250.00 (USD)
$ 15,000.00 (EUR)
$ 2.106.000,00 (ARS)
Cotações
$ 14,250.00 (USD)
$ 15,000.00 (EUR)
$ 2.106.000,00 (ARS)
2
João BAPTISTA DA COSTA (1865 — 1926)
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"Paisagem de Teresópolis".
Óleo sobre madeira,
Medidas: 30 x 40 cm. Com moldura: 71 x 80,5 cm.
Assinado no canto inferior esquerdo.


João Batista da Costa (1865 — 1926) foi um pintor, desenhista, professor e ilustrador brasileiro.

Filho de Francisco José da Costa e Emília da Costa. Após uma infância pobre passada no Asilo de Meninos Desvalidos, no Rio de Janeiro, Batista da Costa ingressou em 1885 na Academia Imperial de Belas Artes, com o apoio do Barão de Mamoré, Ministro do Império, onde foi aluno de Zeferino da Costa e de Rodolfo Amoedo.

Em 1896, após ganhar o Prêmio Viagem à Europa, estudou em Paris na Academia Julian. Dois anos depois retorna ao Brasil e a partir de 1906 foi professor e depois diretor da Escalo Nacional de Belas Artes, onde trabalhou até a sua morte.
Bid
R$ 22.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 22.000,00 (BRL)
Cotações
$ 4,180.00 (USD)
$ 4,400.00 (EUR)
$ 617.760,00 (ARS)
Cotações
$ 4,180.00 (USD)
$ 4,400.00 (EUR)
$ 617.760,00 (ARS)
3
MANUEL FARIA (1895 - 1980)
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INTITULADO NO VERSO: "GRAJAHU"
Obra medalha de prata do Salão Nacional de Belas Artes de 1940.
O.S.T.
Consta da descrição no chassis: "SALÃO DE BELAS ARTES, 1940. MEDALHA DE PRATA".
E CARIMBO: XLVI SALÃO NACIONAL DE BELAS ARTES coberto por reentelamento mas antes registrado fotograficamente. No Chassi consta escrito a pincel pelo artista o referido prêmio. Consta também a obra no catálogo do referido Salão de 1940.
Medindo:130 x 90 cm, com moldura:152 x 112 cm.


Biografia inedita e completa fruto de pesquisa da Galeria Paiva Frade:

Manuel Faria
1895 - 1980, Rio de Janeiro
Em 1909, iniciou seus estudos de arte no Liceu de Artes e Ofícios, quatro anos depois transferiu-se para a Escola Nacional de Belas Artes onde estudou com Lucílio de Albuquerque, Rodolfo Chambelland e João Batista da Costa de quem tornou-se amigo e foi influenciado por toda a vida, porém conseguiu não ser uma copia, mas criar um estilo próprio inclusive tendo pintado sem o uso da tinta preta, como fizeram os impressionistas.
Haveria ainda de pintar um quadro de costumes e com um ele conquistou um merecido e indiscutível primeiro lugar num concurso desse gênero.
Possuidor no Salão Nacional de Bellas Artes, da menção honrosa, em 1922, da medalha de bronze em 1925 e de prata em 1926
Em 1925, segundo o "O Jornal" (RJ), Ano 1925\Edição 02090, Faria realizou uma exposição no saguño do palácio do Lyceu de Artes e Officios do Rio de Janeiro.
Em 1930, segundo o jornal Diário da Noite, de Assis Chateaubriand, deSEQUNDA-FEIRA, 25 DE AGOSTO DE 1930, um fato inusitado aconteceu quando a redação recebeu uma carta de Manoel Faria elogiando e afirmando ser seu concorrente o único merecedor do Prêmio Viagem do Salão Nacional de Belas Artes. A carta era falsa e mereceu a primeira página do Jornal.
Obteve da no Salão de 1931 da Associação dos Artistas Brasileiros, patrocinado pelo Lloyd Brasileiro, um prêmio de viagem ao Brasil, com a tela Serra dos Órgãos, em decisão unânime do júri constituído por Nestor Figueiredo, Olegário Mariano, Celso Kelly, Humberto Cozzo e Cândido Portinari.
Em 1931 realizou uma mostra individual no Palace Hotel, promovida pelaAssociação dos Artistas Brasileiros.
Ainda em 1931, recebeu o premio viagem do Salão Nacional de Belas Artes
Em 1932 realizou uma exposição no Palacio do Lyceu de Artes e Officios com o tema Cidade MAravilhosa.
Em 1934 recebeu o Prêmio Viagem ao Estrageiro, partindo para a Europa
Segundo a edição 00030 do ano 1937 da Revista Ilustração Brasileira, Manuel Faria realizou uma mostra individual no Palace Hotel, promovida pelaAssociação dos Artistas Brasileiros. Manuel Faria trouxe várias lembranças de sua estadia recente na Europa. Duas delas, Coimbra e Penacova,atestam-lhe sensível evolução na técnica.
Expôs individualmente no Rio e em Lisboa, em 1936.
Em 1938 o Museu Nacional de Belas Artes realizou uma grande e prestigiada exposição de Manuel Faria.
Em 1940, Manoel Faria recebe o Prêmio Viagem ao Brasil do XLVI Salão Nacional de Belas Artes com a enorme obra 358 de título "Serra da mar", hoje no acervo da Galeria de Arte Paiva Frade de MG, a obra 359, Corcovado Acervo Museu Nacional de Belas Artes e medalha de prata do Salão Nacional com 360 - Grajahú hoje no acervo da Galeria de Arte Paiva Frade de MG.
Ainda em 1941 a Sociedade Brasileira de Belas Artes realizou uma grande exposição individual do consagrado pintor na Associação Christã de Moços com 60 obras. Ainda
Em 1941 já é membro do júri do Salão Nacional de Belas Artes, premiando o artista cearense Vicente Leite.
Em 1941, por iniciativa do Centro Carioca em prol do turismo indigena edita um álbum de tricromias das paisagens.
Em 1942, ilustrou o catálogo oficial A CIDADE MARAVILHOSA, com uma coleção de paisagens do Rio de Janeiro, com enorme diversidade dos aspectos panorâmicos.
Segundo o Almanach Eu Sei Tudo (RJ) 1946, pág 36, expôs 40 obras no Museu Nacional de Belas Artes, também em 1954 conforme anuncia o jornal Imprensa Popular Ano 1954\Edição 01283.
Em 1951 no segundo Salão da Municipal do Rio de Janeiro recebe, com o quadro "Entrada da Guanabara" o Grande Prêmio Municipalidade do Rio de Janeiro.
Foi é membro do júri de vários Salões Nacionais de Belas Artes
Em 1956, um trágico acidente aconteceu na loja de tintas, atelier de pintura e fábrica de móveis de propriedade de Manoel Faria, na rua do Lavradio n 140 pegou fogo e consumiu o prédio e muitas de suas obras.
Ocupou a cadeira 9 da Academia Brasileira de Belas Artes.
Bid
R$ 22.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 22.000,00 (BRL)
Cotações
$ 4,180.00 (USD)
$ 4,400.00 (EUR)
$ 617.760,00 (ARS)
Cotações
$ 4,180.00 (USD)
$ 4,400.00 (EUR)
$ 617.760,00 (ARS)
4
MANUEL FARIA (1895 - 1980)
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Obra que participou do Salão em que ganhou o Premio viagem ao Brasil da DIVISÃO VERDE AMARELLA do XLVI do Salão Nacional de Belas Artes e Medalha de Prata.
INTITULADO: "Serra do Mar", datado de 1940.
Medindo:170 x 110 cm, com moldura: 193 x 131 cm.


Consta CARIMBO DA DIVISÃO VERDE AMARELLA do XLVI SALÃO NACIONAL DE BELAS ARTES, coberto por reentelamento, mas antes registrado fotograficamente. Consta também a obra no catálogo do referido Salão de 1940.

Biografia inedita e completa fruto de pesquisa da Galeria Paiva Frade:

Manuel Faria
1895 - 1980, Rio de Janeiro
Em 1909, iniciou seus estudos de arte no Liceu de Artes e Ofícios, quatro anos depois transferiu-se para a Escola Nacional de Belas Artes onde estudou com Lucílio de Albuquerque, Rodolfo Chambelland e João Batista da Costa de quem tornou-se amigo e foi influenciado por toda a vida, porém conseguiu não ser uma copia, mas criar um estilo próprio inclusive tendo pintado sem o uso da tinta preta, como fizeram os impressionistas.
Haveria ainda de pintar um quadro de costumes e com um ele conquistou um merecido e indiscutível primeiro lugar num concurso desse gênero.
Possuidor no Salão Nacional de Bellas Artes, da menção honrosa, em 1922, da medalha de bronze em 1925 e de prata em 1926
Em 1925, segundo o "O Jornal" (RJ), Ano 1925\Edição 02090, Faria realizou uma exposição no saguño do palácio do Lyceu de Artes e Officios do Rio de Janeiro.
Em 1930, segundo o jornal Diário da Noite, de Assis Chateaubriand, deSEQUNDA-FEIRA, 25 DE AGOSTO DE 1930, um fato inusitado aconteceu quando a redação recebeu uma carta de Manoel Faria elogiando e afirmando ser seu concorrente o único merecedor do Prêmio Viagem do Salão Nacional de Belas Artes. A carta era falsa e mereceu a primeira página do Jornal.
Obteve da no Salão de 1931 da Associação dos Artistas Brasileiros, patrocinado pelo Lloyd Brasileiro, um prêmio de viagem ao Brasil, com a tela Serra dos Órgãos, em decisão unânime do júri constituído por Nestor Figueiredo, Olegário Mariano, Celso Kelly, Humberto Cozzo e Cândido Portinari.
Em 1931 realizou uma mostra individual no Palace Hotel, promovida pelaAssociação dos Artistas Brasileiros.
Ainda em 1931, recebeu o premio viagem do Salão Nacional de Belas Artes
Em 1932 realizou uma exposição no Palacio do Lyceu de Artes e Officios com o tema Cidade MAravilhosa.
Em 1934 recebeu o Prêmio Viagem ao Estrageiro, partindo para a Europa
Segundo a edição 00030 do ano 1937 da Revista Ilustração Brasileira, Manuel Faria realizou uma mostra individual no Palace Hotel, promovida pelaAssociação dos Artistas Brasileiros. Manuel Faria trouxe várias lembranças de sua estadia recente na Europa. Duas delas, Coimbra e Penacova,atestam-lhe sensível evolução na técnica.
Expôs individualmente no Rio e em Lisboa, em 1936.
Em 1938 o Museu Nacional de Belas Artes realizou uma grande e prestigiada exposição de Manuel Faria.
Em 1940, Manoel Faria recebe o Prêmio Viagem ao Brasil do XLVI Salão Nacional de Belas Artes com a enorme obra 358 de título Serra da mar, hoje no acervo da Galeria de Arte Paiva Frade de MG, a obra 359, Corcovado Acervo Museu Nacional de Belas Artes e medalha de prata do Salão Nacional com 360 - Grajahú hoje no acervo da Galeria de Arte Paiva Frade de MG.
Ainda em 1941 a Sociedade Brasileira de Belas Artes realizou uma grande exposição individual do consagrado pintor na Associação Christã de Moços com 60 obras. Ainda
Em 1941 já é membro do júri do Salão Nacional de Belas Artes, premiando o artista cearense Vicente Leite.
Em 1941, por iniciativa do Centro Carioca em prol do turismo indigena edita um álbum de tricromias das paisagens.
Em 1942, ilustrou o catálogo oficial A CIDADE MARAVILHOSA, com uma coleção de paisagens do Rio de Janeiro, com enorme diversidade dos aspectos panorâmicos.
Segundo o Almanach Eu Sei Tudo (RJ) 1946, pág 36, expôs 40 obras no Museu Nacional de Belas Artes, também em 1954 conforme anuncia o jornal Imprensa Popular Ano 1954\Edição 01283.
Em 1951 no segundo Salão da Municipal do Rio de Janeiro recebe, com o quadro "Entrada da Guanabara" o Grande Prêmio Municipalidade do Rio de Janeiro.
Foi é membro do júri de vários Salões Nacionais de Belas Artes
Em 1956, um trágico acidente aconteceu na loja de tintas, atelier de pintura e fábrica de móveis de propriedade de Manoel Faria, na rua do Lavradio n 140 pegou fogo e consumiu o prédio e muitas de suas obras.
Ocupou a cadeira 9 da Academia Brasileira de Belas Artes.
Bid
R$ 44.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 44.000,00 (BRL)
Cotações
$ 8,360.00 (USD)
$ 8,800.00 (EUR)
$ 1.235.520,00 (ARS)
Cotações
$ 8,360.00 (USD)
$ 8,800.00 (EUR)
$ 1.235.520,00 (ARS)
5
MANUEL FARIA (1895 - 1980)
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Paisagem de Petrópolis, década de 1940.
Óleo sobre tela.
Medidas: 64 x 96 cm. Com moldura: 81,5 x 113,5 cm.

Biografia inedita e completa fruto de pesquisa da Galeria Paiva Frade:

Manuel Faria
1895 - 1980, Rio de Janeiro
Em 1909, iniciou seus estudos de arte no Liceu de Artes e Ofícios, quatro anos depois transferiu-se para a Escola Nacional de Belas Artes onde estudou com Lucílio de Albuquerque, Rodolfo Chambelland e João Batista da Costa de quem tornou-se amigo e foi influenciado por toda a vida, porém conseguiu não ser uma copia, mas criar um estilo próprio inclusive tendo pintado sem o uso da tinta preta, como fizeram os impressionistas.
Haveria ainda de pintar um quadro de costumes e com um ele conquistou um merecido e indiscutível primeiro lugar num concurso desse gênero.
Possuidor no Salão Nacional de Bellas Artes, da menção honrosa, em 1922, da medalha de bronze em 1925 e de prata em 1926
Em 1925, segundo o "O Jornal" (RJ), Ano 1925\Edição 02090, Faria realizou uma exposição no saguño do palácio do Lyceu de Artes e Officios do Rio de Janeiro.
Em 1930, segundo o jornal Diário da Noite, de Assis Chateaubriand, deSEQUNDA-FEIRA, 25 DE AGOSTO DE 1930, um fato inusitado aconteceu quando a redação recebeu uma carta de Manoel Faria elogiando e afirmando ser seu concorrente o único merecedor do Prêmio Viagem do Salão Nacional de Belas Artes. A carta era falsa e mereceu a primeira página do Jornal.
Obteve da no Salão de 1931 da Associação dos Artistas Brasileiros, patrocinado pelo Lloyd Brasileiro, um prêmio de viagem ao Brasil, com a tela Serra dos Órgãos, em decisão unânime do júri constituído por Nestor Figueiredo, Olegário Mariano, Celso Kelly, Humberto Cozzo e Cândido Portinari.
Em 1931 realizou uma mostra individual no Palace Hotel, promovida pelaAssociação dos Artistas Brasileiros.
Ainda em 1931, recebeu o premio viagem do Salão Nacional de Belas Artes
Em 1932 realizou uma exposição no Palacio do Lyceu de Artes e Officios com o tema Cidade MAravilhosa.
Em 1934 recebeu o Prêmio Viagem ao Estrageiro, partindo para a Europa
Segundo a edição 00030 do ano 1937 da Revista Ilustração Brasileira, Manuel Faria realizou uma mostra individual no Palace Hotel, promovida pelaAssociação dos Artistas Brasileiros. Manuel Faria trouxe várias lembranças de sua estadia recente na Europa. Duas delas, Coimbra e Penacova,atestam-lhe sensível evolução na técnica.
Expôs individualmente no Rio e em Lisboa, em 1936.
Em 1938 o Museu Nacional de Belas Artes realizou uma grande e prestigiada exposição de Manuel Faria.
Em 1940, Manoel Faria recebe o Prêmio Viagem ao Brasil do XLVI Salão Nacional de Belas Artes com a enorme obra 358 de título Serra da mar, hoje no acervo da Galeria de Arte Paiva Frade de MG, a obra 359, Corcovado Acervo Museu Nacional de Belas Artes e medalha de prata do Salão Nacional com 360 - Grajahú hoje no acervo da Galeria de Arte Paiva Frade de MG.
Ainda em 1941 a Sociedade Brasileira de Belas Artes realizou uma grande exposição individual do consagrado pintor na Associação Christã de Moços com 60 obras. Ainda
Em 1941 já é membro do júri do Salão Nacional de Belas Artes, premiando o artista cearense Vicente Leite.
Em 1941, por iniciativa do Centro Carioca em prol do turismo indigena edita um álbum de tricromias das paisagens.
Em 1942, ilustrou o catálogo oficial A CIDADE MARAVILHOSA, com uma coleção de paisagens do Rio de Janeiro, com enorme diversidade dos aspectos panorâmicos.
Segundo o Almanach Eu Sei Tudo (RJ) 1946, pág 36, expôs 40 obras no Museu Nacional de Belas Artes, também em 1954 conforme anuncia o jornal Imprensa Popular Ano 1954\Edição 01283.
Em 1951 no segundo Salão da Municipal do Rio de Janeiro recebe, com o quadro "Entrada da Guanabara" o Grande Prêmio Municipalidade do Rio de Janeiro.
Foi é membro do júri de vários Salões Nacionais de Belas Artes
Em 1956, um trágico acidente aconteceu na loja de tintas, atelier de pintura e fábrica de móveis de propriedade de Manoel Faria, na rua do Lavradio n 140 pegou fogo e consumiu o prédio e muitas de suas obras.
Ocupou a cadeira 9 da Academia Brasileira de Belas Artes.
Bid
R$ 6.200,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 6.200,00 (BRL)
Cotações
$ 1,178.00 (USD)
$ 1,240.00 (EUR)
$ 174.096,00 (ARS)
Cotações
$ 1,178.00 (USD)
$ 1,240.00 (EUR)
$ 174.096,00 (ARS)
6
DÉCIO VILLARES (Rio de Janeiro, 1851 — 1931)
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ARES, O DEUS DA GUERRA.
Óleo sobre tela
DATAÇÃO ATRIBUÍDA: Anterior a 1888.*
Medidas: 190 x 123 cm. / 211 x 143 cm.

DO PERSONAGEM: ARES é o deus grego da guerra e da coragem. Ele é um dos Doze Olimpianos , e filho de Zeus e Hera
Seu correspondente Romano é MARTE.

DA DATAÇÃO:
"Católico fervoroso no princípio de sua carreira, Décio Vilares converteu-se em Paris ao dogma POSITIVISTA (1888) , pintando então obras como "Queda do Cristianismo" e "Virgem da Humanidade", destinados a adornar o Templo da Religião da Humanidade na capital francesa. (...)"
"Chama a atenção que as obras arroladas no quadro eram todas em homenagem a
um homem ou mulher reais. Não apoiaram obras a seres MITOLÓGICOS, FICTÍCIOS OU SIMBÓLICOS,
pois a arte para, os positivistas, não deveria ser voltada para ilusões ou para um
sentimentalismo vago."

FONTE: OS FILÓSOFOS EM TINTAS e BRONZE: ARTE, POSITIVISMO E POLÍTICA
NA OBRA DE DÉCIO VILLARES E EDUARDO DE SÁ". Elisabete da Costa Leal , UFRJ

BIOGRAFIA:
Em 1889, Benjamin Constant, ministro da Guerra da República Velha, aprovou a arte final, que serviu de base à pintura a óleo de Villares. Esta foi molde para que as costureiras confeccionassem as primeiras bandeiras da República.
Os republicanos, defendiam a separação de Estado e Igreja e apoiaram o desenho da Bandeira Nacional, concebido por Raimundo Teixeira Mendes em novembro de 1889, após a Proclamação da República. Os rascunhos foram feitos em dois papéis, sendo que Décio Villares foi o responsável pelo desenho da esfera, onde vem as estrelas e os dizeres "Ordem e Progresso".
Em 2010, foi furtada. A Polícia Federal e a Interpol foram acionadas, mas a obra até hoje não foi recuperada.
Filho de um monarquista detentor do título de Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa, garantiu-lhe a entrada no Colégio Pedro II e depois na Academia Imperial de Belas Artes, onde matriculou-se na principal instituição de ensino superior em Artes Plásticas do país, relevante para a vida cultural do Império.
A partir 1870, Villares foi caricaturista na Comédia Social, publicada por Pedro Américo e seu irmão Aurélio de Figueiredo. Posteriormente, Aurélio e Villares trabalharam juntos no atelier de Pedro Américo em Florença.
Estudou na Europa por nove anos no exterior, tendo em 1872, quando foi para Paris e matriculou-se no atelier de Alexandre Cabanel, artista francês dos mais influentes na pintura acadêmica e opositor dos impressionistas - era o preferido de Napoleão III.
Villares foi premiado no Salão de Paris de 1874, ganhando a medalha de ouro de melhor pintura de artista estrangeiro.
Em sua estadia em Paris, Villares, deixa o catolicismo e afirma-se na perspectiva positivo-materialista inaugurada pelo filósofo Auguste Comte e, pinta a obra Virgem da Humanidade para o Templo Positivista de Paris. O positivismo torna-se uma constante na sua obra, inclusive o lema "Ordem e Progresso", que usou na bandeira nacional.
Por suas ideias positivistas, se recusa a se naturalizar francês, e perde o cargo de professor da Académie des Beaux-Arts de Paris, conquistado em concurso.
Regressado ao Brasil em 1881, trabalhou esculturas e vários bustos de personagens históricas.
Após seu retorno da Europa, Villares juntamente com Aurélio de Figueiredo recebem uma grande encomenda oficial: 18 telas retratando índios Botocudos para a Exposição Antropológica de 1882, no Museu Nacional com a presença do imperador, D. Pedro II, e da princesa Isabel.
Em 1887, foi eleito professor de pintura histórica na Academia Imperial de Belas Artes, mas nunca assumiu, pedindo inclusive a extinção da Academia de Belas Artes.
Morreu considerado insubordinado recusou o cargo de professor na Ècole de Beaux Arts de Paris e, ao voltar ao Brasil, na Escola Nacional de Belas Artes.
No Museu Nacional de Belas Artes se encontram 22 trabalhos de Villares.
No dia seguinte à sua morte parte de suas obras é incendiada por sua esposa, que num acesso de loucura ateou fogo em seu ateliê.


Bid
R$ 85.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 85.000,00 (BRL)
Cotações
$ 16,150.00 (USD)
$ 17,000.00 (EUR)
$ 2.386.800,00 (ARS)
Cotações
$ 16,150.00 (USD)
$ 17,000.00 (EUR)
$ 2.386.800,00 (ARS)
12
EDGAR WALTER
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(1917-1994)
Paisagem de Sabará
Óleo s/ tela
Ass. e datado 1969, cie e verso
Medidas: 73 x 100 cm. Com moldura: 87 x 113,5 cm.

Sobre Edgar Walter Simmons:
Nasceu em Nova Lima em 1917 e faleceu, aos 77 anos, em Teresópolis 1994. Filho do minerador inglês Frederick James Simmons, e da Ouro Pretana Francisca Walter Hailbulth Simmons.
Em 1935, apenas 18 anos, dedicou-se a dança, especificamente ao Balé Clássico, chegando ao cobiçado posto de primeiro bailarino do Teatro Municipal do Rio Janeiro, o maior posto que alguém poderia almejar no Brasil. Nesta época ainda fez sapateado e dança moderna trabalhando, como auxilio na forma de sustento, nos grandiosos musicais do Cassino da Urca, Quitandinha e outros.
Um dia, estressado do trabalho contábil que exercia no agitado centro do Rio, ao passar em frente a Igreja da Candelária resolve entrar para escutar o órgão, neste momento vê uma criança, um coroinha, deitado sobre um degrau de mármore com uma fresta de luz sobre seu rosto. Essa cena, como uma luz divina, o faz optar naquele momento por ser pintor. Abandonou a dança e o trabalho, de modo súbito, dedicando-se a pintura com Oswaldo Teixeira, na Escola Nacional de Belas artes.
Como um “Faça-se a Luz” nasce, naquele momento o pintor que lidaria como ninguém com raios e frestas de luz. Apesar do retrato e cenas de gênero, sua especialidade maior tornou-se a paisagem e, embora tenha pintado Inglaterra, Itália, França e Austrália, a Minas Gerais da Ouro preto de sua infância continuou a ser sua maior fonte de inspiração. No Rio de Janeiro frequentemente ia ao Corcovado pintar a belíssima estrada das Paineiras, que tornou-se seu principal tema. Tamanha assiduidade, que tinha uma espécie de resguardo do atelier no Hotel Paineiras, onde guardava seus equipamentos e fazia suas refeições.
Aos 36 anos, em 1953, conquistou pela primeira vez, o cobiçado Prêmio Viagem ao estrangeiro do LIX Salão Nacional de Belas artes e, também o premio aquisição de outra obra - algo muito raro.
Seguiu primeiro para Tavistock, cidade de seu pai, na Inglaterra, posteriormente para Milão, Roma, Florença, Veneza e Paris, cidades onde convive com outros artistas premiados do Salão: Iberê Camargo em 1947, Clovis Graciano em 1948, Bustamante Sá em 1949, Armando Pacheco em 1950, Aurelio d'Alincourt e Fernando P. em 1951, Sylvio Pinto em 1952.
No Globo noticia:
"Foi um exemplo de disposição para a vitória da arte..." "... aos 18 anos escapou do curso de contabilidade e chegou ao cobiçado posto de bailarino do Teatro Municipal do Rio Janeiro; ninguém dançava melhor que ele, mas largou tudo pelo desejo de ser pintor."
Com apenas 44 anos, a partir de 1961, devido a sua altíssima qualidade técnica é mais convidado, para os Salões como hors-concours e membro júri. Foi o que aconteceu no Primeiro Salão Fluminense de Belas Artes.
Em 1962, participou da criação do Instituto de Belas Artes do Rio de Janeiro.
Em 1965 é homenageado como hors-concours do festejado Salão do IV Centenário do Rio Janeiro. No Salão da Sociedade Brasileira de Belas Artes recebeu seu segundo Prêmio Viagem ao Estrangeiro. Conquistou ainda, a Medalha de Ouro - Grande Prêmio Governador do Estado do Rio de Janeiro.
Nas comemorações dos 120 anos de JF, O museu Mariano Procópio realizou uma exposição comemorativa - individual de Edgar.
Em 1974, hors-concours, recebeu a “Medalha especial Antônio Parreiras” da Associação Artística Baptista da Costa.
Em 1975, hors-concours, a Sociedade dos Artistas Nacionais confere-lhe a Medalha de Honra, por sua Participação Especial no Salão.
Em 1976, hors-concours, foi o Convidado Especial do Primeiro Salão de Artes Plásticas da Associação Brasileira de Desenho e de Artes Visuais.
Em 1977, recebeu Menção Especial de Honra no Primeiro Salão de Paisagem organizado pela Sociedade Brasileira de Belas Artes.
Em 1978, a Instituição Conexão Brasil-Israel convidou Edgar, como hors-concours, para promover o Salão da Associação Brasileira de Desenho e Artes Visuais no Clube Hebraica.
Em 1985, volta mais uma vez a concorrer, desta vez no Salão da Sociedade Petropolitana de Pintores, um importante salão realizado no Quitandinha Clube e, recebe seu terceiro Prêmio de Viagem ao Estrangeiro e viaja à Alemanha.
Outras premiações acumulam-se: Medalha de Ouro da Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro, Medalha de Ouro da Associação Brasileira de Desenho e Artes Visuais de 1989 entre muitas outras.
Embora Edgar tenha sido um acadêmico, foi localizado em um documento de 1979 em que o cita até como professor dos Cursos de Verão, da Escola de Artes Visuais do Parque Laje.
Segundo Vitor Braga, autor do livro de Edgar Walter: “Oswaldo Teixeira é uma espécie de hífen; como discípulo de Baptista da Costa, Oswaldo soube transmitir a Edgar toda a força emotiva, técnica e pictórica de seu amigo mais experimentado.”
Bid
R$ 6.200,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 6.200,00 (BRL)
Cotações
$ 1,178.00 (USD)
$ 1,240.00 (EUR)
$ 174.096,00 (ARS)
Cotações
$ 1,178.00 (USD)
$ 1,240.00 (EUR)
$ 174.096,00 (ARS)
13
MAURO FERREIRA (Belo Horizonte, 1958 - 2021)
Óleo sobre tela.
Medidas: 46 x 75 cm. Com moldura: 63 x 92 cm.
Riacho da Zona da Mata, MG.
2005
Bid
R$ 3.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 3.000,00 (BRL)
Cotações
$ 570.00 (USD)
$ 600.00 (EUR)
$ 84.240,00 (ARS)
Cotações
$ 570.00 (USD)
$ 600.00 (EUR)
$ 84.240,00 (ARS)
14
EDGAR PARREIRAS (Niterói, RJ 1885 – 1960)
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Óleo sobre tela - datado 1953.
Medidas: 54 x 65 cm. Com moldura: 77,5 x 89,5 cm.



Em 1905, estudou com seu tio, o pintor Antônio Parreiras. Posteriormente, seguiram, em 1908, para Paris e Edgar matriculou-se na Academia Julian, onde estudou até 1910.
No Brasil, em 1911, integrou a 1ª Exposição Paulista de Belas Artes, no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo.
Retorna à Paris ainda em 1913, e vive com seu tio Antônio e primo Dakir Parreiras.
1913, recebeu menção honrosa na 20ª Exposição Geral de Belas Artes,
1916, recebeu nova menção honrosa na 23ª Exposição Geral de Belas Artes,
1917, recebeu medalha de bronze na 24ª Exposição Geral de Belas Artes,
1918, recebeu medalha de prata na 25ª Exposição Geral de Belas Artes
1919, recebeu medalha de prata na 26ª Exposição Geral de Belas Artes,
Foi medalha de ouro em 1925.
Em 1928, ao lado de Georgina de Albuquerque, Lucílio de Albuquerque, Pedro Alexandrino, Rodolfo Bernardelli e Oscar Pereira da Silva faz da parte da exposição do Grupo Almeida Júnior, em São Paulo, no Palácio das Arcadas.
Em 1940 fundou, com Azeredo Coutinho e Campofiorito, a Associação Fluminense de Belas Artes, em Niterói,
Obteve medalha de prata em 1940 e grande medalha de prata em 1945 no Salão Paulista de Belas Artes.
Suas pinturas integram o acervo do Museu Antônio Parreiras, em Niterói.
Bid
R$ 3.500,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 3.500,00 (BRL)
Cotações
$ 665.00 (USD)
$ 700.00 (EUR)
$ 98.280,00 (ARS)
Cotações
$ 665.00 (USD)
$ 700.00 (EUR)
$ 98.280,00 (ARS)
15
EDGAR PARREIRAS(Niterói, RJ 1885 – 1960)\CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
OURO PRETO
O.S.T.C.M.
Consta de estudo de marinha inacabado no verso.
Medidas: 24 x 33 cm. Com moldura: 32 x 41 cm.
Dat. 1926



Em 1905, estudou com seu tio, o pintor Antônio Parreiras. Posteriormente, seguiram, em 1908, para Paris e Edgar matriculou-se na Academia Julian, onde estudou até 1910.
No Brasil, em 1911, integrou a 1ª Exposição Paulista de Belas Artes, no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo.
Retorna à Paris ainda em 1913, e vive com seu tio Antônio e primo Dakir Parreiras.
1913, recebeu menção honrosa na 20ª Exposição Geral de Belas Artes,
1916, recebeu nova menção honrosa na 23ª Exposição Geral de Belas Artes,
1917, recebeu medalha de bronze na 24ª Exposição Geral de Belas Artes,
1918, recebeu medalha de prata na 25ª Exposição Geral de Belas Artes
1919, recebeu medalha de prata na 26ª Exposição Geral de Belas Artes,
Foi medalha de ouro em 1925.
Em 1928, ao lado de Georgina de Albuquerque, Lucílio de Albuquerque, Pedro Alexandrino, Rodolfo Bernardelli e Oscar Pereira da Silva faz da parte da exposição do Grupo Almeida Júnior, em São Paulo, no Palácio das Arcadas.
Em 1940 fundou, com Azeredo Coutinho e Campofiorito, a Associação Fluminense de Belas Artes, em Niterói,
Obteve medalha de prata em 1940 e grande medalha de prata em 1945 no Salão Paulista de Belas Artes.
Suas pinturas integram o acervo do Museu Antônio Parreiras, em Niterói.
Bid
R$ 2.600,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 2.600,00 (BRL)
Cotações
$ 494.00 (USD)
$ 520.00 (EUR)
$ 73.008,00 (ARS)
Cotações
$ 494.00 (USD)
$ 520.00 (EUR)
$ 73.008,00 (ARS)
16

OSWALDO TEIXEIRA (Rio de Janeiro, 1905 — 1974) CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO Artista premiado com o "Prêmio Viagem" no Salão Nacional. Medidas: 33 X 41 cm. Com moldura: 54,5 x 63,5 cm. Cais de porto, década de 1940. DE 1924 A 1927 (…) Um outro ponto significativo foi sua passagem pela antiga Escola de Belas Artes, onde obteve orientação de Rodolfo Chambelland (1879/1926) em desenho de modelo vivo e de Batista da Costa (1865/1926) em pintura; e conquistou, em 1924, PRÊMIO DE VIAGEM À EUROPA com 19 anos, com o quadro “O pescador.” Dessa forma, não podemos deixar de mencionar que foi o mais jovem artista a receber a distinção em toda a história da Instituição e o único pintor brasileiro a receber todas as honrarias possíveis em sua categoria e um dos mais premiados pintores brasileiros. Ficou fora do país durante alguns anos, PERMANECENDO NA EUROPA ATÉ 1927, ocupado entre a Academia Inglesa e seu estágio em FLORENÇA (Foi aluno da Brittish Academy of Rome) e Paris. FONTE: PINTURA E ARTE GRÁFICA DE OSWALDO TEIXEIRA: UMA REVISÃO HISTORIOGRÁFICA DE SUA OBRA: https://core.ac.uk/download/pdf/227293865.pdf Estudou no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro e na Escola Nacional de Belas Artes - Enba com Baptista da Costa. Em 1924, recebeu o prêmio de viagem ao exterior, na 31ª Exposição Geral de Belas Artes. Em 1925 viajou para a Europa, e esteve em Portugal, Espanha, França e Itália onde viveu na capital do renascimento, Florença. De 1932 e 1937 lecionou desenho na Escola Nacional de Belas Artes e no Instituto Nacional de Educação. Em 1937, assumiu o cargo de diretor do Museu Nacional de Belas Artes - MNBA no Rio de Janeiro, permanecendo até 1961. Em 1940 publicou o livro Getúlio Vargas e a Arte no Brasil. Em 1944 escreveu o prefácio do livro História da Pintura no Brasil de Reis Júnior. Em 1952 participou da exposição "Um Século de Pintura Brasileira" No Museu Nacional de Belas Artes Em 1958 participou da exposição "O Trabalho na Arte" No Museu Nacional de Belas Artes. O Museu Nacional de Belas Artes, o homenageou com um retrospectiva em 1973. Até o final da vida, exerceu a atividade de professor de pintura e em várias instituições, inclusive no Instituto de Belas Artes.

Bid
R$ 3.500,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 3.500,00 (BRL)
Cotações
$ 665.00 (USD)
$ 700.00 (EUR)
$ 98.280,00 (ARS)
Cotações
$ 665.00 (USD)
$ 700.00 (EUR)
$ 98.280,00 (ARS)
17
JOAQUIM DA ROCHA FERREIRA (1900-1965)
Saiba a importância do artista - CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
"Sala de Dona Veridiana da Silva Prado"
O.S.E.
CID
Medidas: 36 x 49 cm. Com moldura: 48 x 57,2 cm.


DA TEMÁTICA: Atualmente sede do Iate Clube de Santos na Av. Higienópolis, 18 - São Paulo capital, o PALACETE VERIDIANA DA SILVA PRADO , foi construído após uma viagem a Paris, da qual
VERIDIANA volta em 1882. Inspirada na arquitetura francesa, ela inicia a construção na chácara que comprara em 1879, no então bairro de Santa Cecília. 
Na chácara, a proprietária lançou um salão intelectual onde se encontravam inúmeras personalidades históricas para discutir sobre arte e política. Lá estiveram pessoas como Teodoro Sampaio, Joaquim Nabuco, Graça Aranha, D. Pedro II e a Princesa Isabel, que elogiou muito o palacete. 
Segundo uma nota publicada no jornal Correio Paulistano de 19 de novembro de 1884, em seu diário, a Princesa Isabel escreveu: “A propriedade de D. Veridiana é lindíssima; casa à francesa, exterior e interior muitíssimo bonitos, de muito bom gosto”. 
Segundo o livro Dona Veridiana, de Luiz Felipe Avila,  quando a mulher recebeu D.Pedro II, ela fez questão de colocar todos os seus filhos e netos em fila, desde o porão de sua chácara até a porta principal do palácio, como se seus entes queridos fossem uma família real prestes a receber o monarca. 
A família Prado foi, de fato, um alicerce para a monarquia. O Barão de Iguape ( pai de Veridiana) era amigo pessoal de D.Pedro I. Além disso, o filho primogênito de Veridiana, Antônio Prado, foi ministro do Império em 1887" (...)
FONTE: https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/dona-veridiana-mulher-que-escandalizou-o-conservadorismo-da-elite-cafeeira-paulista.phtml

(…) “Segundo o sociólogo José de Souza Martins, da USP, Dona Veridiana deixou a casa para o neto, Paulo Prado, que foi patrono da “Semana de 22”, na condição que fosse para um clube masculino, com uma cláusula de que mulher não entraria, pois, as mulheres que falavam mal da vida dela, na casa dela não podiam entrar.”
FONTE: https://jornaldomedico.com.br/2021/09/a-maldicao-de-dona-veridiana-da-silva-prado/

DO AUTOR: JOAQUIM DA ROCHA FERREIRA, também conhecido como "Rocha Ferreira", foi um pintor brasileiro.
Realizou seus estudos no "Colégio do Convento do Carmo", depois no Liceu de Artes e Ofícios e, ao lado de Candido Portinari, Oswaldo Teixeira e Quirino da Silva, na Escola Nacional de Belas Artes, onde foi discípulo de Lucílio de Albuquerque.
No Salão Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro recebeu, dentre, outras as distinções:
1921: menção honrosa no Salão Nacional de Belas Artes;
1924: medalha de bronze no Salão Nacional de Belas Artes;
1932: medalha de prata no Salão Nacional de Belas Artes;
1936: Recebeu o prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Belas Artes. Viveu sucessivamente, entre Roma e Paris onde radicou-se. Ali encontrou a romana Bianca Maria Colléla, com quem casou em grande pompa e teve a bênção epistolar do Sumo Pontífice da Igreja
Católica Apostólica Romana, o Santo Papa Pio XII. O Matrimonio foi celebrado sob o patrocínio do Conde Galleazzo Ciano, Ministro das Relações do Reino da Itália, do Embaixador Leão Velloso e Consulesa Leontina Licínio Cardoso, da representação diplomática dos Estados Unidos do Brasil.
No Salão Paulista de Belas foi Competidor emérito do "Salão Paulista de Belas Artes", galardeou-se em anos quase sucessivos com a "Grande Medalha de Ouro";
"Prêmio Governador do Estado";
"Prêmio Presidência da Assembléia Legislativa"
Em 1962 recebeu prêmio de viagem ao exterior do Salão Paulista de Belas Artes.
Autor de obras emblemáticas de Museus como:
Museu Nacional de Buenos Aires:
"General Osório"
Museu Paulista:
Retrato de José de Anchieta
Dom Pedro I
Museu Histórico Nacional
Barão do Triunfo
General Osório
No Edifício do Ministério da Guerra, no Rio de Janeiro
Painel mosaico de Duque de Caxias - patrono do Exército Nacional
Na Escola Militar das Agulhas Negras:
Destacam-se várias cenas guerreiras da nossos dos feitos e armas.
Do Grande Hotel de Araxá, então maior edificação Balneária da América do Sul:
Autor dos murais em encáustica, que decoraram a rotunda das termas, mostrando a importância dos banhos desde a antiguidade egípcia, Índia, Gréga e Romana.
Recentemente restaurados pelo Iphan.
Fonte Dona Beja em Araxá MG:
Autor dos azulejos que decoram o interior fonte de água radioativa foi batizada com o nome de Dona Beja que, segundo a lenda, costumava tomar banhos naturais no local. Na época a obra foi orçada em 281 contos.
Membro da "Academia Brasileira de Bélas Artes"
Supervisor Artístico dos "Museu Paulista do Ipiranga"
Professor da "Escola Paulista de Belas Artes"
Professor da "Fundação Alvares Penteado"
Membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo.
Homenagens:
No ano de seu falecimento, foi homenageado de no Salão Paulista de Belas Artes, São Paulo de 1965.
Em São Paulo, no Bairro Barra Funda, existe a Avenida Joaquim da Rocha Ferreira, que eterniza seu nome.
1 bid
Bid
R$ 1.700,00 (BRL)
1 bid
Valor do lote
R$ 1.700,00 (BRL)
Cotações
$ 323.00 (USD)
$ 340.00 (EUR)
$ 47.736,00 (ARS)
Cotações
$ 323.00 (USD)
$ 340.00 (EUR)
$ 47.736,00 (ARS)
18
JOAQUIM DA ROCHA FERREIRA (1900-1965)
Saiba a importância do artista - CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
Modelo Vivo
O.S.T.
CID
Rio - 936
Medidas: 59 x 47 cm. Com moldura: 80 x 68 cm.

BIOGRAFIA: JOAQUIM DA ROCHA FERREIRA, também conhecido como "Rocha Ferreira", foi um pintor brasileiro.
Realizou seus estudos no "Colégio do Convento do Carmo", depois no Liceu de Artes e Ofícios e, ao lado de Candido Portinari, Oswaldo Teixeira e Quirino da Silva, na Escola Nacional de Belas Artes, onde foi discípulo de Lucílio de Albuquerque.

No Salão Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro recebeu, dentre outras as distinções:
1921: menção honrosa no Salão Nacional de Belas Artes;
1924: medalha de bronze no Salão Nacional de Belas Artes;
1932: medalha de prata no Salão Nacional de Belas Artes;
1936: Recebeu o prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Belas Artes. Viveu sucessivamente, entre Roma e Paris onde radicou-se. Ali encontrou a romana Bianca Maria Colléla, com quem casou em grande pompa e teve a bênção epistolar do Sumo Pontífice da Igreja Católica Apostólica Romana, o Santo Papa Pio XII. O matrimônio foi celebrado sob o patrocínio do Conde Galleazzo Ciano, Ministro das Relações do Reino da Itália, do Embaixador Leão Velloso e Consulesa Leontina Licínio Cardoso, da representação diplomática dos Estados Unidos do Brasil. Ao Salão Paulista de Belas foi Competidor emérito do "Salão Paulista de Belas Artes", galardeou-se em anos quase sucessivos com a "Grande Medalha de Ouro";"Prêmio Governador do Estado";"Prêmio Presidência da Assembleia Legislativa". Em 1962 recebeu prêmio de viagem ao exterior do Salão Paulista de Belas Artes.

Autor de obras emblemáticas de Museus como:
Do Museu Nacional de Buenos Aires:
"General Osório"
Do Museu Paulista:
Retrato de José de Anchieta
Dom Pedro I
Do Museu Histórico Nacional
Barão do Triunfo
General Osório
No Edifício do Ministério da Guerra, no Rio de Janeiro
Painel mosaico de Duque de Caxias - patrono do Exército Nacional
Na Escola Militar das Agulhas Negras:
Destacam-se várias cenas guerreiras da nossos dos feitos e armas.
Do Grande Hotel de Araxá, então maior edificação Balneária da América do Sul:
Autor dos murais em encausticada, que decoraram a rotunda das termas, mostrando a importância dos banhos desde a antiguidade egípcia, Índia, Grega e Romana. Recentemente restaurados pelo Iphan.
Fonte Dona Beja em Araxá MG:
Autor dos azulejos que decoram o interior fonte de água radioativa foi batizada com o nome de Dona Beja que, segundo a lenda, costumava tomar banhos naturais no local. Na época a obra foi orçada em 281 contos.
Membro da "Academia Brasileira de Belas Artes"
Supervisor Artístico dos "Museu Paulista do Ipiranga"
Professor da "Escola Paulista de Belas Artes"
Professor da "Fundação Alvares Penteado"
Membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo.

Homenagens:
No ano de seu falecimento, foi homenageado de no Salão Paulista de Belas Artes, São Paulo de 1965.
Em São Paulo, no da Bairro Barra Funda, existe a Avenida Joaquim da Rocha Ferreira, que eterniza seu nome.
Bid
R$ 2.200,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 2.200,00 (BRL)
Cotações
$ 418.00 (USD)
$ 440.00 (EUR)
$ 61.776,00 (ARS)
Cotações
$ 418.00 (USD)
$ 440.00 (EUR)
$ 61.776,00 (ARS)
27
CESARE ALESSANDRO FORMENTI (Ferrara, 11 de setembro de 1874 — Rio de Janeiro, 23 de janeiro de 1944)
Assinado em monograma: C. A. Formenti
Óleo sobre tela cartonada.
"Mouros muçulmanos."
Medidas: 25,5 x 17 cm. Com moldura: 32,5 x 24 cm.

BIOGRAFIA: Mosaicista e decorador ítalo-brasileiro. Seu filho, Gastão Formenti, também foi pintor.
Estudou Belas Artes na Escola de Belas Artes de Ferrara, Itália. Chegou ao Brasil em 1890, radicando-se em São Paulo. Transferiu-se em 1918 para o Rio de Janeiro, onde montou um ateliê de vitrais.
OBRAS PÚBLICAS EM VITRAIS:
Jockey Club Brasileiro
Clube Naval do Rio de Janeiro, RJ.
Palácio Tiradentes, RJ.
Fundação Oswaldo Cruz, RJ.
Supremo Tribunal Federal no Rio de Janeiro, RJ.
Igreja do Rosário, na cidade de Valença, RJ.
Igreja de Bom Jesus do Monte, na Ilha de Paquetá, RJ.
Catedral Metropolitana de Vitória, ES.
Secretaria da Fazenda do Ceará, Fortaleza, CE.
Faculdade de Medicina do Recife, hoje Memorial da Medicina de Pernambuco, PE.
EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS:
1940 - Rio de Janeiro RJ - Individual promovida pela Sociedade Brasileira de Belas Artes - SBBA
EXPOSIÇÕES COLETIVAS:
1890 - Ferrara (Itália) - Associação de Belas Artes de Ferrara - Prêmio Roma
1908 - Rio de Janeiro RJ - Exposição Comemorativa do Centenário da Abetura dos Portos, realiza a decoração do Pavilhão da Bahia - premiado
1930 - Rio de Janeiro RJ - 37ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba - menção honrosa
1934 - São Paulo SP - 1º Salão Paulista de Belas Artes, na Rua 11 de Agosto
1935 - Rio de Janeiro RJ - 3º Salão Carioca.
EXPOSIÇÕES PÓSTUMAS:
1945 - São Paulo SP - 11º Salão Paulista de Belas Artes, na Galeria Prestes Maia
1982 - São Paulo SP - Pintores Italianos no Brasil, no MAM/SP
1993 - São Paulo SP - O Olhar Italiano sobre São Paulo, na Pinacoteca do Estado.
CRÍTICAS:
"Artista completo - pintor, escultor, vitralista, mosaísta - espalhou com prodigalidade primores de seu talento, devendo destacar-se a obra que realizou em São Paulo, decorando os edifícios do arquiteto Ramos de Azevedo. Compreendeu ele, desde cedo, que a arte não deveria pairar em altitudes inatingíveis; possuía noção muito justa da função da arte na coletividade, e para atingir esse ideal procurou difundir o gosto da decoração entre os particulares, fornecendo uma produção acessível e de boa qualidade".
Henrique Sálvio
150 ANOS de pintura no Brasil: 1820-1970. Apresentação de Jean Boghici e Sergio Sahione Fadel. Textos de Ferreira Gullar e Rogério Faria. Rio de Janeiro: Colorama, 1989.




Bid
R$ 2.200,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 2.200,00 (BRL)
Cotações
$ 418.00 (USD)
$ 440.00 (EUR)
$ 61.776,00 (ARS)
Cotações
$ 418.00 (USD)
$ 440.00 (EUR)
$ 61.776,00 (ARS)
28
CESARE ALESSANDRO FORMENTI (Ferrara, 11 de setembro de 1874 — Rio de Janeiro, 23 de janeiro de 1944)
Assinado em monograma: C. A. Formenti. (Rio, 1818-1944)
Intitulado: "Bacchante"
Pastel oleoso sobre cartão
Medidas: 35 x 28 cm. Com moldura: 56 x 49 cm.

BIOGRAFIA: Mosaicista e decorador ítalo-brasileiro. Seu filho, Gastão Formenti, também foi pintor.
Estudou Belas Artes na Escola de Belas Artes de Ferrara, Itália. Chegou ao Brasil em 1890, radicando-se em São Paulo. Transferiu-se em 1918 para o Rio de Janeiro, onde montou um ateliê de vitrais.
OBRAS PÚBLICAS EM VITRAIS:
Jockey Club Brasileiro
Clube Naval do Rio de Janeiro, RJ.
Palácio Tiradentes, RJ.
Fundação Oswaldo Cruz, RJ.
Supremo Tribunal Federal no Rio de Janeiro, RJ.
Igreja do Rosário, na cidade de Valença, RJ.
Igreja de Bom Jesus do Monte, na Ilha de Paquetá, RJ.
Catedral Metropolitana de Vitória, ES.
Secretaria da Fazenda do Ceará, Fortaleza, CE.
Faculdade de Medicina do Recife, hoje Memorial da Medicina de Pernambuco, PE.
EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS:
1940 - Rio de Janeiro RJ - Individual promovida pela Sociedade Brasileira de Belas Artes - SBBA
EXPOSIÇÕES COLETIVAS:
1890 - Ferrara (Itália) - Associação de Belas Artes de Ferrara - Prêmio Roma
1908 - Rio de Janeiro RJ - Exposição Comemorativa do Centenário da Abetura dos Portos, realiza a decoração do Pavilhão da Bahia - premiado
1930 - Rio de Janeiro RJ - 37ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba - menção honrosa
1934 - São Paulo SP - 1º Salão Paulista de Belas Artes, na Rua 11 de Agosto
1935 - Rio de Janeiro RJ - 3º Salão Carioca.
EXPOSIÇÕES PÓSTUMAS:
1945 - São Paulo SP - 11º Salão Paulista de Belas Artes, na Galeria Prestes Maia
1982 - São Paulo SP - Pintores Italianos no Brasil, no MAM/SP
1993 - São Paulo SP - O Olhar Italiano sobre São Paulo, na Pinacoteca do Estado.
CRÍTICAS:
"Artista completo - pintor, escultor, vitralista, mosaísta - espalhou com prodigalidade primores de seu talento, devendo destacar-se a obra que realizou em São Paulo, decorando os edifícios do arquiteto Ramos de Azevedo. Compreendeu ele, desde cedo, que a arte não deveria pairar em altitudes inatingíveis; possuía noção muito justa da função da arte na coletividade, e para atingir esse ideal procurou difundir o gosto da decoração entre os particulares, fornecendo uma produção acessível e de boa qualidade".
Henrique Sálvio
150 ANOS de pintura no Brasil: 1820-1970. Apresentação de Jean Boghici e Sergio Sahione Fadel. Textos de Ferreira Gullar e Rogério Faria. Rio de Janeiro: Colorama, 1989.



Bid
R$ 1.700,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 1.700,00 (BRL)
Cotações
$ 323.00 (USD)
$ 340.00 (EUR)
$ 47.736,00 (ARS)
Cotações
$ 323.00 (USD)
$ 340.00 (EUR)
$ 47.736,00 (ARS)
29
GASTÃO FORMENTI
1894 - 1974
Estrada Imperial, Petrópolis
Medidas: 65 x 81. Com moldura: 92,5 x 109 cm.
Datado de 1956

Biografia inédita e completa fruto de pesquisa da Galeria Paiva Frade:
Foi além de um pintor, vitralista e cantor brasileiro.
De família de artistas, era filho do italiano Cesare Formenti, pintor, decorador e cantor lírico amador.
Em 1895, sua família se transferiu para São Paulo.
Aos nove anos, começou a estudar pintura com o pai e com Pedro Strina.
Em 1910, transferindo-se com a família para o Rio de Janeiro, passou a trabalhar com o pai em pintura.
Em 1913, da Exposição Geral de Belas Artes, organizada pela Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, recebe menção honrosa.
Em 1921, da mesma Exposição Geral de Belas Artes, recebe medalha de bronze.
E, em 1924 Exposição Geral de Belas Artes, recebe medalha de prata
Também, no Salão Paulista de Belas Artes de 1940, obtem a medalha de prata.
Ao lado do pai, produziu os vitrais da cúpula do Palácio Tiradentes, aa Igreja de São Domingos, do Hospital dos Lázaros de São Cristóvão...
Ao lado de Carmen Miranda, foi o primeiro cantor brasileiro a assinar um contrato com uma rádio, a Mayrink Veiga, em 1930. No mesmo ano, porém, transferiu-se para a Rádio Transmissora. Trocou também de gravadora; saindo da Odeon, passou para a Brunswick e, após gravar um único disco pela Columbia em fevereiro de 1931, foi contratado pela Victor, através da qual lançou várias músicas da dupla Joubert de Carvalho e Olegário Mariano, como o cateretê "De Papo pro Á", a canção "Zíngara" e o fox "Beduíno". Em junho de 1932, gravou a canção "Maringá" (Joubert de Carvalho), um grande sucesso que, mais tarde, daria nome à cidade paranaense.
Começou a se afastar da carreira de cantor a partir de 1940. Entre esse ano e o seguinte, gravou apenas dois discos.
Passou a se dedicar mais à pintura, área em que se destacou com louvor e maestria.
Um de seus entusiastas críticos, foi Monteiro Lobato, que escreveu vários artigos sobre o pintor.
Em 1970, no projeto “Depoimentos para a Posteridade” do Museu da Imagem e do Som de São Paulo – MIS, gravou sua história de vida.
Possui obras no acervo do Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro.
Bid
R$ 3.100,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 3.100,00 (BRL)
Cotações
$ 589.00 (USD)
$ 620.00 (EUR)
$ 87.048,00 (ARS)
Cotações
$ 589.00 (USD)
$ 620.00 (EUR)
$ 87.048,00 (ARS)
30
GASTÃO FORMENTI
Marinha - Itaipu
O.S.T.
Medidas: 60 x 81 cm. Com moldura: 74,5 x 95,5 cm.

Biografia inédita e completa fruto de pesquisa da Galeria Paiva Frade:
Foi além de um pintor, vitralista e cantor brasileiro.
De família de artistas, era filho do italiano Cesare Formenti, pintor, decorador e cantor lírico amador.
Em 1895, sua família se transferiu para São Paulo.
Aos nove anos, começou a estudar pintura com o pai e com Pedro Strina.
Em 1910, transferindo-se com a família para o Rio de Janeiro, passou a trabalhar com o pai em pintura.
Em 1913, da Exposição Geral de Belas Artes, organizada pela Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, recebe menção honrosa.
Em 1921, da mesma Exposição Geral de Belas Artes, recebe medalha de bronze.
E, em 1924 Exposição Geral de Belas Artes, recebe medalha de prata
Também, no Salão Paulista de Belas Artes de 1940, obtém a medalha de prata.
Ao lado do pai, produziu os vitrais da cúpula do Palácio Tiradentes, aa Igreja de São Domingos, do Hospital dos Lázaros de São Cristóvão...
Ao lado de Carmen Miranda, foi o primeiro cantor brasileiro a assinar um contrato com uma rádio, a Mayrink Veiga, em 1930. No mesmo ano, porém, transferiu-se para a Rádio Transmissora. Trocou também de gravadora; saindo da Odeon, passou para a Brunswick e, após gravar um único disco pela Columbia em fevereiro de 1931, foi contratado pela Victor, através da qual lançou várias músicas da dupla Joubert de Carvalho e Olegário Mariano, como o cateretê "De Papo pro Á", a canção "Zíngara" e o fox "Beduíno". Em junho de 1932, gravou a canção "Maringá" (Joubert de Carvalho), um grande sucesso que, mais tarde, daria nome à cidade paranaense.
Começou a se afastar da carreira de cantor a partir de 1940. Entre esse ano e o seguinte, gravou apenas dois discos.
Passou a se dedicar mais à pintura, área em que se destacou com louvor e maestria.
Um de seus entusiastas críticos, foi Monteiro Lobato, que escreveu vários artigos sobre o pintor.
Em 1970, no projeto “Depoimentos para a Posteridade” do Museu da Imagem e do Som de São Paulo – MIS, gravou sua história de vida.
Possui obras no acervo do Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro.
Bid
R$ 3.100,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 3.100,00 (BRL)
Cotações
$ 589.00 (USD)
$ 620.00 (EUR)
$ 87.048,00 (ARS)
Cotações
$ 589.00 (USD)
$ 620.00 (EUR)
$ 87.048,00 (ARS)
31
GASTÃO FORMENTI (Guaratinguetá, SP 1894 — Rio de Janeiro, 1974)
Medidas: 34 x 26 cm.
O.S.M.
RIO
1955

Biografia inédita e completa fruto de pesquisa da Galeria Paiva Frade:
Foi além de um pintor, vitralista e cantor brasileiro.
De família de artistas, era filho do italiano Cesare Formenti, pintor, decorador e cantor lírico amador.
Em 1895, sua família se transferiu para São Paulo.
Aos nove anos, começou a estudar pintura com o pai e com Pedro Strina.
Em 1910, transferindo-se com a família para o Rio de Janeiro, passou a trabalhar com o pai em pintura.
Em 1913, da Exposição Geral de Belas Artes, organizada pela Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, recebe menção honrosa.
Em 1921, da mesma Exposição Geral de Belas Artes, recebe medalha de bronze.
E, em 1924 Exposição Geral de Belas Artes, recebe medalha de prata
Também, no Salão Paulista de Belas Artes de 1940, obtém a medalha de prata.
Ao lado do pai, produziu os vitrais da cúpula do Palácio Tiradentes, aa Igreja de São Domingos, do Hospital dos Lázaros de São Cristóvão...
Ao lado de Carmen Miranda, foi o primeiro cantor brasileiro a assinar um contrato com uma rádio, a Mayrink Veiga, em 1930. No mesmo ano, porém, transferiu-se para a Rádio Transmissora. Trocou também de gravadora; saindo da Odeon, passou para a Brunswick e, após gravar um único disco pela Columbia em fevereiro de 1931, foi contratado pela Victor, através da qual lançou várias músicas da dupla Joubert de Carvalho e Olegário Mariano, como o cateretê "De Papo pro Á", a canção "Zíngara" e o fox "Beduíno". Em junho de 1932, gravou a canção "Maringá" (Joubert de Carvalho), um grande sucesso que, mais tarde, daria nome à cidade paranaense.
Começou a se afastar da carreira de cantor a partir de 1940. Entre esse ano e o seguinte, gravou apenas dois discos.
Passou a se dedicar mais à pintura, área em que se destacou com louvor e maestria.
Um de seus entusiastas críticos, foi Monteiro Lobato, que escreveu vários artigos sobre o pintor.
Em 1970, no projeto “Depoimentos para a Posteridade” do Museu da Imagem e do Som de São Paulo – MIS, gravou sua história de vida.
Possui obras no acervo do Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro.
Bid
R$ 2.800,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 2.800,00 (BRL)
Cotações
$ 532.00 (USD)
$ 560.00 (EUR)
$ 78.624,00 (ARS)
Cotações
$ 532.00 (USD)
$ 560.00 (EUR)
$ 78.624,00 (ARS)
32
RUBENS FORTES BUSTAMANTE SÁ (1907-1988)
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Medidas: 51 X 66 cm. Com moldura: 80 x 94 cm.
O.S.T.
Mariana, MG. (Seminário da Arquidiocese)
Década de 1970
Reproduzido no livro: "A pintura de Bustamante Sá", 1986. Página 149.



BIOGRAFIA: Com 19 anos inicia estudos na Escola Nacional de Belas Artes. Na Escola almejava estudar com o catedrático Baptista da Costa, que falece em 1926 e Bustamante estuda com seu substituto, Amoedo e em seguida com Augusto Bracet.
Já aos 21 anos, em 1928 participou do Salão Nacional de Arte Moderna.
Afim de superar o esgotamento do tímido impressionismo no Brasil, Bustamante Sá incorpora-se com Edson Motta, José Rescala, Aldo Malagoli e Milton Dacosta e, em 1931, fundam do Núcleo Henrique Bernardelli. Núcleo reformista e modernista da Escola Nacional de Belas Artes que preencheu a década de 1930. Em São Paulo surgia o Grupo Santa Helena que transmudou em Família Paulista.
Tamanha sua importância, que a história de Bustamante confunde-se com a do Núcleo Bernardelli. Ele trabalhou como gravador na Casa da Moeda, como fiscal da Telefônica, como professor de arte do Instituto Nacional de Educação de Surdos mas, ao mesmo tempo, ministrava aulas no Núcleo e, ainda fundou a Associação Brasileira de Desenho.
Em 1932, participou do 1º Salão do Núcleo Bernardelli.
Frederico Morais, com muita nitidez, ousou escrever uma comparação entre o que a Semana do 1922 e o Núcleo Bernardelli:
"enquanto o Modernismo de 1922 teve um caráter anárquico, destrutivo, elitista, intelectual, refletindo uma certa aristocráticia de espírito...” "o Núcleo Bernardelli revelava um outro comportamento - aberto, construtivo coletivo, artesanal...”.
Escreveu Quirino Campofiorito sobre a repercussão das mudanças :
“Os velhos mestres acadêmicos de Paris foram apenas substituídos pelos mestres modernistas, sem as devidas considerações por fatores sociais correspondentes à realidade que urgia atender primordialmente na evolução que se impunha.”
Com Bustamante, na Glória e no Catete os jovens do Núcleo Bernardelli e outros como Portinari, Teruz, Cicero Dias, Ismael Nery, Quirino Campofiorito e Di Cavalcanti, citando apenas alguns nomes, tiveram os primeiros contatos com a vida cultural, de convívio intelectual.
Em 1937, expõe com Milton da Costa em Buenos Aires na Argentina
No Salão Nacional de Belas Artes da Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, recebeu as premiações:
Medalha de bronze em 1934,
Medalha de prata em 1936,
Prêmio de viagem ao país na de 1938, onde percorre retratando aspectos do Brasil em Salvador, Recife, Porto Alegre, Curitiba e São Paulo.
Em 1949, Prêmio de Viagem ao estrangeiro. Viajou para a Europa em 1950, onde permaneceu até 1952. Esteve em Lisboa e Madrid, mas foi em Paris, na Academia Julian que recebeu maior conhecimento, tendo em vista, que todo corpo de professores éramos mesmos da Escola de Belas Artes, que foi todo trocado após a segunda Guerra, por modernistas e reformadores.
Em 1952, ao retornar da Europa, expõe no Salão Assírio do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Também já não mais fazia sentido participar do Salão Nacional assim, de 1952 à 1966, participou, como hors-concours, isento de júri, assiduamente do Salão Nacional de Arte Moderna do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, onde foi diversas vezes membro da Comissão Julgadora e Juri de Seleção e Premiação.
Bustamante, Milton Dacosta e José Pancetti, caminharam muito unidos na primeira metade da década de trinta. Ao trio se juntaram por fim Joaquim Tenreiro e Sylvio Pinto em andanças à procura de trechos atraentes, repetindo assim, o hábito de George Grimm, Antônio Parreiras e Castagneto, preferindo o trabalho ao ar livre.
Ainda recebeu:
•Medalha de Bronze Salão Instituto Belas Artes Rio Grande do Sul,
•Prêmio Fagundes Varela do Salão Fluminense de Belas Artes,
•Medalha de Prata do Salão Baiano em Salvador,
•Medalha de Bronze do Salão Paulista de Belas Artes,
•Prémio Antonio Parreiras do Salão Fluminense de Belas Artes,
•Medalha de Prata do Salão Paulista,
•Grande Prêmio do Salão Municipal do Rio de Janeiro,
•Primeiro Prémio Pintura no Salão Shell, entre outros.
Em 1975 expõe em Caracas, Toronto, New York e, a partir dai, em várias repúblicas da América do Sul.
Em 1977 a FUNARTE, Fundação Nacional de Artes, apresentou na Galeria Sergio Milliet, uma grande individual de Bustamante.
Faleceu no Rio de Janeiro em março de 1988.
Em 1995, em Salvador, aconteceu uma mostra póstuma do artista.

Texto e pesquisa com créditos para: Galeria Paiva Frade
Bid
R$ 1.800,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 1.800,00 (BRL)
Cotações
$ 342.00 (USD)
$ 360.00 (EUR)
$ 50.544,00 (ARS)
Cotações
$ 342.00 (USD)
$ 360.00 (EUR)
$ 50.544,00 (ARS)
33
RUBENS FORTES BUSTAMANTE SÁ (1907-1988)
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Medidas: 45 x 61 cm. Com medidas: 80 x 95 cm.
O.S.T.
Manaus, AM
1986.
Reproduzido no livro: "A pintura de Bustamante Sá", 1986. Página 270.



BIOGRAFIA: Com 19 anos inicia estudos na Escola Nacional de Belas Artes. Na Escola almejava estudar com o catedrático Baptista da Costa, que falece em 1926 e Bustamante estuda com seu substituto, Amoedo e em seguida com Augusto Bracet.
Já aos 21 anos, em 1928 participou do Salão Nacional de Arte Moderna.
Afim de superar o esgotamento do tímido impressionismo no Brasil, Bustamante Sá incorpora-se com Edson Motta, José Rescala, Aldo Malagoli e Milton Dacosta e, em 1931, fundam do Núcleo Henrique Bernardelli. Núcleo reformista e modernista da Escola Nacional de Belas Artes que preencheu a década de 1930. Em São Paulo surgia o Grupo Santa Helena que transmudou em Família Paulista.
Tamanha sua importância, que a história de Bustamante confunde-se com a do Núcleo Bernardelli. Ele trabalhou como gravador na Casa da Moeda, como fiscal da Telefônica, como professor de arte do Instituto Nacional de Educação de Surdos mas, ao mesmo tempo, ministrava aulas no Núcleo e, ainda fundou a Associação Brasileira de Desenho.
Em 1932, participou do 1º Salão do Núcleo Bernardelli.
Frederico Morais, com muita nitidez, ousou escrever uma comparação entre o que a Semana do 1922 e o Núcleo Bernardelli:
"enquanto o Modernismo de 1922 teve um caráter anárquico, destrutivo, elitista, intelectual, refletindo uma certa aristocráticia de espírito...” "o Núcleo Bernardelli revelava um outro comportamento - aberto, construtivo coletivo, artesanal...”.
Escreveu Quirino Campofiorito sobre a repercussão das mudanças :
“Os velhos mestres acadêmicos de Paris foram apenas substituídos pelos mestres modernistas, sem as devidas considerações por fatores sociais correspondentes à realidade que urgia atender primordialmente na evolução que se impunha.”
Com Bustamante, na Glória e no Catete os jovens do Núcleo Bernardelli e outros como Portinari, Teruz, Cicero Dias, Ismael Nery, Quirino Campofiorito e Di Cavalcanti, citando apenas alguns nomes, tiveram os primeiros contatos com a vida cultural, de convívio intelectual.
Em 1937, expõe com Milton da Costa em Buenos Aires na Argentina
No Salão Nacional de Belas Artes da Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, recebeu as premiações:
Medalha de bronze em 1934,
Medalha de prata em 1936,
Prêmio de viagem ao país na de 1938, onde percorre retratando aspectos do Brasil em Salvador, Recife, Porto Alegre, Curitiba e São Paulo.
Em 1949, Prêmio de Viagem ao estrangeiro. Viajou para a Europa em 1950, onde permaneceu até 1952. Esteve em Lisboa e Madrid, mas foi em Paris, na Academia Julian que recebeu maior conhecimento, tendo em vista, que todo corpo de professores éramos mesmos da Escola de Belas Artes, que foi todo trocado após a segunda Guerra, por modernistas e reformadores.
Em 1952, ao retornar da Europa, expõe no Salão Assírio do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Também já não mais fazia sentido participar do Salão Nacional assim, de 1952 à 1966, participou, como hors-concours, isento de júri, assiduamente do Salão Nacional de Arte Moderna do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, onde foi diversas vezes membro da Comissão Julgadora e Juri de Seleção e Premiação.
Bustamante, Milton Dacosta e José Pancetti, caminharam muito unidos na primeira metade da década de trinta. Ao trio se juntaram por fim Joaquim Tenreiro e Sylvio Pinto em andanças à procura de trechos atraentes, repetindo assim, o hábito de George Grimm, Antônio Parreiras e Castagneto, preferindo o trabalho ao ar livre.
Ainda recebeu:
•Medalha de Bronze Salão Instituto Belas Artes Rio Grande do Sul,
•Prêmio Fagundes Varela do Salão Fluminense de Belas Artes,
•Medalha de Prata do Salão Baiano em Salvador,
•Medalha de Bronze do Salão Paulista de Belas Artes,
•Prémio Antonio Parreiras do Salão Fluminense de Belas Artes,
•Medalha de Prata do Salão Paulista,
•Grande Prêmio do Salão Municipal do Rio de Janeiro,
•Primeiro Prémio Pintura no Salão Shell, entre outros.
Em 1975 expõe em Caracas, Toronto, New York e, a partir dai, em várias repúblicas da América do Sul.
Em 1977 a FUNARTE, Fundação Nacional de Artes, apresentou na Galeria Sergio Milliet, uma grande individual de Bustamante.
Faleceu no Rio de Janeiro em março de 1988.
Em 1995, em Salvador, aconteceu uma mostra póstuma do artista.

Texto e pesquisa com créditos para: Galeria Paiva Frade
Bid
R$ 1.800,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 1.800,00 (BRL)
Cotações
$ 342.00 (USD)
$ 360.00 (EUR)
$ 50.544,00 (ARS)
Cotações
$ 342.00 (USD)
$ 360.00 (EUR)
$ 50.544,00 (ARS)
34
RUBENS FORTES BUSTAMANTE SÁ (1907-1988)
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Ouro Preto
O.S.T
Datado 1973
Medidas: 50 x 65 cm. Com moldura: 69,5 x 84,5 cm.



BIOGRAFIA: Com 19 anos inicia estudos na Escola Nacional de Belas Artes. Na Escola almejava estudar com o catedrático Baptista da Costa, que falece em 1926 e Bustamante estuda com seu substituto, Amoedo e em seguida com Augusto Bracet.
Já aos 21 anos, em 1928 participou do Salão Nacional de Arte Moderna.
Afim de superar o esgotamento do tímido impressionismo no Brasil, Bustamante Sá incorpora-se com Edson Motta, José Rescala, Aldo Malagoli e Milton Dacosta e, em 1931, fundam do Núcleo Henrique Bernardelli. Núcleo reformista e modernista da Escola Nacional de Belas Artes que preencheu a década de 1930. Em São Paulo surgia o Grupo Santa Helena que transmudou em Família Paulista.
Tamanha sua importância, que a história de Bustamante confunde-se com a do Núcleo Bernardelli. Ele trabalhou como gravador na Casa da Moeda, como fiscal da Telefônica, como professor de arte do Instituto Nacional de Educação de Surdos mas, ao mesmo tempo, ministrava aulas no Núcleo e, ainda fundou a Associação Brasileira de Desenho.
Em 1932, participou do 1º Salão do Núcleo Bernardelli.
Frederico Morais, com muita nitidez, ousou escrever uma comparação entre o que a Semana do 1922 e o Núcleo Bernardelli:
"enquanto o Modernismo de 1922 teve um caráter anárquico, destrutivo, elitista, intelectual, refletindo uma certa aristocráticia de espírito...” "o Núcleo Bernardelli revelava um outro comportamento - aberto, construtivo coletivo, artesanal...”.
Escreveu Quirino Campofiorito sobre a repercussão das mudanças :
“Os velhos mestres acadêmicos de Paris foram apenas substituídos pelos mestres modernistas, sem as devidas considerações por fatores sociais correspondentes à realidade que urgia atender primordialmente na evolução que se impunha.”
Com Bustamante, na Glória e no Catete os jovens do Núcleo Bernardelli e outros como Portinari, Teruz, Cicero Dias, Ismael Nery, Quirino Campofiorito e Di Cavalcanti, citando apenas alguns nomes, tiveram os primeiros contatos com a vida cultural, de convívio intelectual.
Em 1937, expõe com Milton da Costa em Buenos Aires na Argentina
No Salão Nacional de Belas Artes da Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, recebeu as premiações:
Medalha de bronze em 1934,
Medalha de prata em 1936,
Prêmio de viagem ao país na de 1938, onde percorre retratando aspectos do Brasil em Salvador, Recife, Porto Alegre, Curitiba e São Paulo.
Em 1949, Prêmio de Viagem ao estrangeiro. Viajou para a Europa em 1950, onde permaneceu até 1952. Esteve em Lisboa e Madrid, mas foi em Paris, na Academia Julian que recebeu maior conhecimento, tendo em vista, que todo corpo de professores eramos mesmos da Escola de Belas Artes, que foi todo trocado após a segunda Guerra, por modernistas e reformadores.
Em 1952, ao retornar da Europa, expõe no Salão Assírio do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Também já não mais fazia sentido participar do Salão Nacional assim, de 1952 à 1966, participou, como hors-concours, isento de júri, assiduamente do Salão Nacional de Arte Moderna do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, onde foi diversas vezes membro da Comissão Julgadora e Juri de Seleção e Premiação.
Bustamante, Milton Dacosta e José Pancetti, caminharam muito unidos na primeira metade da década de trinta. Ao trio se juntaram por fim Joaquim Tenreiro e Sylvio Pinto em andanças à procura de trechos atraentes, repetindo assim, o hábito de George Grimm, Antônio Parreiras e Castagneto, preferindo o trabalho ao ar livre.
Ainda recebeu:
•Medalha de Bronze Salão Instituto Belas Artes Rio Grande do Sul,
•Prêmio Fagundes Varela do Salão Fluminense de Belas Artes,
•Medalha de Prata do Salão Baiano em Salvador,
•Medalha de Bronze do Salão Paulista de Belas Artes,
•Prémio Antonio Parreiras do Salão Fluminense de Belas Artes,
•Medalha de Prata do Salão Paulista,
•Grande Prêmio do Salão Municipal do Rio de Janeiro,
•Primeiro Prémio Pintura no Salão Shell, entre outros.
Em 1975 expõe em Caracas, Toronto, New York e, a partir dai, em várias repúblicas da América do Sul.
Em 1977 a FUNARTE, Fundação Nacional de Artes, apresentou na Galeria Sergio Milliet, uma grande individual de Bustamante.
Faleceu no Rio de Janeiro em março de 1988.
Em 1995, em Salvador, aconteceu uma mostra póstuma do artista.

Texto e pesquisa com créditos para: Galeria Paiva Frade
Bid
R$ 2.400,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 2.400,00 (BRL)
Cotações
$ 456.00 (USD)
$ 480.00 (EUR)
$ 67.392,00 (ARS)
Cotações
$ 456.00 (USD)
$ 480.00 (EUR)
$ 67.392,00 (ARS)
35
RUBENS FORTES BUSTAMANTE SÁ (1907-1988)
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Medidas: 70 x 50 cm.
O.S.T.
RIO, 1957



BIOGRAFIA: Com 19 anos inicia estudos na Escola Nacional de Belas Artes. Na Escola almejava estudar com o catedrático Baptista da Costa, que falece em 1926 e Bustamante estuda com seu substituto, Amoedo e em seguida com Augusto Bracet.
Já aos 21 anos, em 1928 participou do Salão Nacional de Arte Moderna.
Afim de superar o esgotamento do tímido impressionismo no Brasil, Bustamante Sá incorpora-se com Edson Motta, José Rescala, Aldo Malagoli e Milton Dacosta e, em 1931, fundam do Núcleo Henrique Bernardelli. Núcleo reformista e modernista da Escola Nacional de Belas Artes que preencheu a década de 1930. Em São Paulo surgia o Grupo Santa Helena que transmudou em Família Paulista.
Tamanha sua importância, que a história de Bustamante confunde-se com a do Núcleo Bernardelli. Ele trabalhou como gravador na Casa da Moeda, como fiscal da Telefônica, como professor de arte do Instituto Nacional de Educação de Surdos mas, ao mesmo tempo, ministrava aulas no Núcleo e, ainda fundou a Associação Brasileira de Desenho.
Em 1932, participou do 1º Salão do Núcleo Bernardelli.
Frederico Morais, com muita nitidez, ousou escrever uma comparação entre o que a Semana do 1922 e o Núcleo Bernardelli:
"enquanto o Modernismo de 1922 teve um caráter anárquico, destrutivo, elitista, intelectual, refletindo uma certa aristocráticia de espírito...” "o Núcleo Bernardelli revelava um outro comportamento - aberto, construtivo coletivo, artesanal...”.
Escreveu Quirino Campofiorito sobre a repercussão das mudanças :
“Os velhos mestres acadêmicos de Paris foram apenas substituídos pelos mestres modernistas, sem as devidas considerações por fatores sociais correspondentes à realidade que urgia atender primordialmente na evolução que se impunha.”
Com Bustamante, na Glória e no Catete os jovens do Núcleo Bernardelli e outros como Portinari, Teruz, Cicero Dias, Ismael Nery, Quirino Campofiorito e Di Cavalcanti, citando apenas alguns nomes, tiveram os primeiros contatos com a vida cultural, de convívio intelectual.
Em 1937, expõe com Milton da Costa em Buenos Aires na Argentina
No Salão Nacional de Belas Artes da Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, recebeu as premiações:
Medalha de bronze em 1934,
Medalha de prata em 1936,
Prêmio de viagem ao país na de 1938, onde percorre retratando aspectos do Brasil em Salvador, Recife, Porto Alegre, Curitiba e São Paulo.
Em 1949, Prêmio de Viagem ao estrangeiro. Viajou para a Europa em 1950, onde permaneceu até 1952. Esteve em Lisboa e Madrid, mas foi em Paris, na Academia Julian que recebeu maior conhecimento, tendo em vista, que todo corpo de professores éramos mesmos da Escola de Belas Artes, que foi todo trocado após a segunda Guerra, por modernistas e reformadores.
Em 1952, ao retornar da Europa, expõe no Salão Assírio do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Também já não mais fazia sentido participar do Salão Nacional assim, de 1952 à 1966, participou, como hors-concours, isento de júri, assiduamente do Salão Nacional de Arte Moderna do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, onde foi diversas vezes membro da Comissão Julgadora e Juri de Seleção e Premiação.
Bustamante, Milton Dacosta e José Pancetti, caminharam muito unidos na primeira metade da década de trinta. Ao trio se juntaram por fim Joaquim Tenreiro e Sylvio Pinto em andanças à procura de trechos atraentes, repetindo assim, o hábito de George Grimm, Antônio Parreiras e Castagneto, preferindo o trabalho ao ar livre.
Ainda recebeu:
•Medalha de Bronze Salão Instituto Belas Artes Rio Grande do Sul,
•Prêmio Fagundes Varela do Salão Fluminense de Belas Artes,
•Medalha de Prata do Salão Baiano em Salvador,
•Medalha de Bronze do Salão Paulista de Belas Artes,
•Prémio Antonio Parreiras do Salão Fluminense de Belas Artes,
•Medalha de Prata do Salão Paulista,
•Grande Prêmio do Salão Municipal do Rio de Janeiro,
•Primeiro Prémio Pintura no Salão Shell, entre outros.
Em 1975 expõe em Caracas, Toronto, New York e, a partir dai, em várias repúblicas da América do Sul.
Em 1977 a FUNARTE, Fundação Nacional de Artes, apresentou na Galeria Sergio Milliet, uma grande individual de Bustamante.
Faleceu no Rio de Janeiro em março de 1988.
Em 1995, em Salvador, aconteceu uma mostra póstuma do artista.

Texto e pesquisa com créditos para: Galeria Paiva Frade
Bid
R$ 3.500,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 3.500,00 (BRL)
Cotações
$ 665.00 (USD)
$ 700.00 (EUR)
$ 98.280,00 (ARS)
Cotações
$ 665.00 (USD)
$ 700.00 (EUR)
$ 98.280,00 (ARS)
44
SYLVIO PINTO ( Rio de Janeiro, RJ, 1918 - 1997)
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Medidas: 72 x 90 cm. Com moldura: 94 x 110 cm.
O.S.T.
Ponta de Areia, 1974.
Estaleiros, Niterói-RJ


Recebeu seus primeiros estudos de pintura com seu pai, o pintor Bernardo Pinto da Silva (vulgo Pinto das Tintas, que dividia ateliê com o pintor Garcia Bento), e no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro.
Conheceu e se aproximou de José Pancetti, Armando Viana, Manuel Santiago, Bustamante Sá, Milton Dacosta, Ado Malagoli, Tadashi Kaminagai, Yoshiya Takaoka, entre outros. Esta convivência foi fundamental para a sua formação como pintor. Participou do movimento artístico denominado Núcleo Bernardelli, no Rio de Janeiro, no início década de 1930, núcleo esse que incentivou o movimento modernista na então Capital da República.
Em 1939, Pinto fez cenários para peças teatrais e alegorias de carnaval para escolas de samba do Rio de Janeiro. Em 1940 fundou o dirigiu no Jacarezinho, uma pequena escola de arte, gratuita, para crianças pobres. Em 1953-1954, viajou a Lisboa (Portugal), seguindo depois para Madrid e Sevilha (Espanha), logo alcançando Paris (França), onde fixou residência por todo o tempo do prêmio de viagem, obtido no Salão Nacional de Belas Artes.
Em 1977 viajou aos Estados Unidos e realiza importante exposição internacional com suas obras. Em 1981 montou um atelier em Ellenville, onde permaneceu por alguns anos.
Em 1985, entre o Rio de Janeiro e Ellenville, lança seu livro "Vida e Obra em depoimentos", escrito por seu grande amigo, o crítico e pintor brasileiro, Quirino Campofiorito.
No Núcleo Bernardelli, no início década de 1930, pintou com José Pancetti, Armando Viana, Manuel Santiago, Bustamante Sá, Milton Dacosta, Ado Malagoli, Tadashi Kaminagai, Yoshiya Takaoka.
O Núcleo Bernardelli, foi criado para incentivar as inovações na Escola Nacional de Belas Artes e o movimento modernista na Capital da República.
Em 1943, obteve medalha de bronze do Salão Nacional de Belas Artes
Em 1948, obteve medalha de prata do Salão Nacional de Belas Artes
Em 1948, participou do 14º Salão Paulista de Belas Artes
Em 1949, participou do 15º Salão Paulista de Belas Artes
Em 1950, recebe medalha do ouro do Salão Baiano de Arte
Em 1951, participou do 16º Salão Paulista de Belas Artes
Em 1951, participou da 1ª Bienal Internacional de São Paulo
Em 1953, ganhou prêmio de viagem ao estrangeiro do Salão Nacional de Belas Artes, em Paris dividiu residência com Fernando P. e Inimá de Paula, estudando na Academia Julian.
Em 1955, obteve prêmio de viagem ao pais do Salão Nacional de Belas Artes
Em 1977 viajou aos Estados Unidos e realiza importante exposição internacional com suas obras.
Em 1981 montou um atelier em Ellenville, onde permaneceu por alguns anos.
Em 1985, Quirino Campofiorito, lança o livro "Sylvio Pinto - Vida e Obra em depoimentos".
Em 1985, integrou a mostra 100 Obras Itaú, no MASP - Museu de Arte de São Paulo.
Em 1988, recebeu a medalha Pedro Ernesto. A Câmara Municipal do Rio de Janeiro.
Em 1989, foi agraciado com a medalha de Honra ao Mérito na Assembleia do Rio de Janeiro.
Em 1991, em Portugal recebeu a medalha de Honra ao Mérito da Cultura de Portugal.
Em 1993, foi agraciado com a medalha de Honra ao Mérito da Cultura de Brasília.
Em 1993, o Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, inaugurou uma retrospectiva de sua obra.
Bid
R$ 3.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 3.000,00 (BRL)
Cotações
$ 570.00 (USD)
$ 600.00 (EUR)
$ 84.240,00 (ARS)
Cotações
$ 570.00 (USD)
$ 600.00 (EUR)
$ 84.240,00 (ARS)
45
SYLVIO PINTO ( Rio de Janeiro, RJ, 1918 - 1997)
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Medidas: 75 x 38 cm. Com moldura: 92 x 52 cm.
O.S.T.
Palhaço, 1947.


Recebeu seus primeiros estudos de pintura com seu pai, o pintor Bernardo Pinto da Silva (vulgo Pinto das Tintas, que dividia ateliê com o pintor Garcia Bento), e no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro.
Conheceu e se aproximou de José Pancetti, Armando Viana, Manuel Santiago, Bustamante Sá, Milton Dacosta, Ado Malagoli, Tadashi Kaminagai, Yoshiya Takaoka, entre outros. Esta convivência foi fundamental para a sua formação como pintor. Participou do movimento artístico denominado Núcleo Bernardelli, no Rio de Janeiro, no início década de 1930, núcleo esse que incentivou o movimento modernista na então Capital da República.
Em 1939, Pinto fez cenários para peças teatrais e alegorias de carnaval para escolas de samba do Rio de Janeiro. Em 1940 fundou o dirigiu no Jacarezinho, uma pequena escola de arte, gratuita, para crianças pobres. Em 1953-1954, viajou a Lisboa (Portugal), seguindo depois para Madrid e Sevilha (Espanha), logo alcançando Paris (França), onde fixou residência por todo o tempo do prêmio de viagem, obtido no Salão Nacional de Belas Artes.
Em 1977 viajou aos Estados Unidos e realiza importante exposição internacional com suas obras. Em 1981 montou um atelier em Ellenville, onde permaneceu por alguns anos.
Em 1985, entre o Rio de Janeiro e Ellenville, lança seu livro "Vida e Obra em depoimentos", escrito por seu grande amigo, o crítico e pintor brasileiro, Quirino Campofiorito.
No Núcleo Bernardelli, no início década de 1930, pintou com José Pancetti, Armando Viana, Manuel Santiago, Bustamante Sá, Milton Dacosta, Ado Malagoli, Tadashi Kaminagai, Yoshiya Takaoka.
O Núcleo Bernardelli, foi criado para incentivar as inovações na Escola Nacional de Belas Artes e o movimento modernista na Capital da República.
Em 1943, obteve medalha de bronze do Salão Nacional de Belas Artes
Em 1948, obteve medalha de prata do Salão Nacional de Belas Artes
Em 1948, participou do 14º Salão Paulista de Belas Artes
Em 1949, participou do 15º Salão Paulista de Belas Artes
Em 1950, recebe medalha do ouro do Salão Baiano de Arte
Em 1951, participou do 16º Salão Paulista de Belas Artes
Em 1951, participou da 1ª Bienal Internacional de São Paulo
Em 1953, ganhou prêmio de viagem ao estrangeiro do Salão Nacional de Belas Artes, em Paris dividiu residência com Fernando P. e Inimá de Paula, estudando na Academia Julian.
Em 1955, obteve prêmio de viagem ao pais do Salão Nacional de Belas Artes
Em 1977 viajou aos Estados Unidos e realiza importante exposição internacional com suas obras.
Em 1981 montou um atelier em Ellenville, onde permaneceu por alguns anos.
Em 1985, Quirino Campofiorito, lança o livro "Sylvio Pinto - Vida e Obra em depoimentos".
Em 1985, integrou a mostra 100 Obras Itaú, no MASP - Museu de Arte de São Paulo.
Em 1988, recebeu a medalha Pedro Ernesto. A Câmara Municipal do Rio de Janeiro.
Em 1989, foi agraciado com a medalha de Honra ao Mérito na Assembleia do Rio de Janeiro.
Em 1991, em Portugal recebeu a medalha de Honra ao Mérito da Cultura de Portugal.
Em 1993, foi agraciado com a medalha de Honra ao Mérito da Cultura de Brasília.
Em 1993, o Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, inaugurou uma retrospectiva de sua obra.
Bid
R$ 2.500,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 2.500,00 (BRL)
Cotações
$ 475.00 (USD)
$ 500.00 (EUR)
$ 70.200,00 (ARS)
Cotações
$ 475.00 (USD)
$ 500.00 (EUR)
$ 70.200,00 (ARS)
46
SYLVIO PINTO ( Rio de Janeiro, RJ, 1918 - 1997)
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Medidas: 50 x 60 cm. Com moldura: 92 x 82 cm.
O.S.T.
Ribeira, Bahia 1984.


Recebeu seus primeiros estudos de pintura com seu pai, o pintor Bernardo Pinto da Silva (vulgo Pinto das Tintas, que dividia ateliê com o pintor Garcia Bento), e no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro.
Conheceu e se aproximou de José Pancetti, Armando Viana, Manuel Santiago, Bustamante Sá, Milton Dacosta, Ado Malagoli, Tadashi Kaminagai, Yoshiya Takaoka, entre outros. Esta convivência foi fundamental para a sua formação como pintor. Participou do movimento artístico denominado Núcleo Bernardelli, no Rio de Janeiro, no início década de 1930, núcleo esse que incentivou o movimento modernista na então Capital da República.
Em 1939, Pinto fez cenários para peças teatrais e alegorias de carnaval para escolas de samba do Rio de Janeiro. Em 1940 fundou o dirigiu no Jacarezinho, uma pequena escola de arte, gratuita, para crianças pobres. Em 1953-1954, viajou a Lisboa (Portugal), seguindo depois para Madrid e Sevilha (Espanha), logo alcançando Paris (França), onde fixou residência por todo o tempo do prêmio de viagem, obtido no Salão Nacional de Belas Artes.
Em 1977 viajou aos Estados Unidos e realiza importante exposição internacional com suas obras. Em 1981 montou um atelier em Ellenville, onde permaneceu por alguns anos.
Em 1985, entre o Rio de Janeiro e Ellenville, lança seu livro "Vida e Obra em depoimentos", escrito por seu grande amigo, o crítico e pintor brasileiro, Quirino Campofiorito.
No Núcleo Bernardelli, no início década de 1930, pintou com José Pancetti, Armando Viana, Manuel Santiago, Bustamante Sá, Milton Dacosta, Ado Malagoli, Tadashi Kaminagai, Yoshiya Takaoka.
O Núcleo Bernardelli, foi criado para incentivar as inovações na Escola Nacional de Belas Artes e o movimento modernista na Capital da República.
Em 1943, obteve medalha de bronze do Salão Nacional de Belas Artes
Em 1948, obteve medalha de prata do Salão Nacional de Belas Artes
Em 1948, participou do 14º Salão Paulista de Belas Artes
Em 1949, participou do 15º Salão Paulista de Belas Artes
Em 1950, recebe medalha do ouro do Salão Baiano de Arte
Em 1951, participou do 16º Salão Paulista de Belas Artes
Em 1951, participou da 1ª Bienal Internacional de São Paulo
Em 1953, ganhou prêmio de viagem ao estrangeiro do Salão Nacional de Belas Artes, em Paris dividiu residência com Fernando P. e Inimá de Paula, estudando na Academia Julian.
Em 1955, obteve prêmio de viagem ao pais do Salão Nacional de Belas Artes
Em 1977 viajou aos Estados Unidos e realiza importante exposição internacional com suas obras.
Em 1981 montou um atelier em Ellenville, onde permaneceu por alguns anos.
Em 1985, Quirino Campofiorito, lança o livro "Sylvio Pinto - Vida e Obra em depoimentos".
Em 1985, integrou a mostra 100 Obras Itaú, no MASP - Museu de Arte de São Paulo.
Em 1988, recebeu a medalha Pedro Ernesto. A Câmara Municipal do Rio de Janeiro.
Em 1989, foi agraciado com a medalha de Honra ao Mérito na Assembleia do Rio de Janeiro.
Em 1991, em Portugal recebeu a medalha de Honra ao Mérito da Cultura de Portugal.
Em 1993, foi agraciado com a medalha de Honra ao Mérito da Cultura de Brasília.
Em 1993, o Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, inaugurou uma retrospectiva de sua obra.
Bid
R$ 2.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 2.000,00 (BRL)
Cotações
$ 380.00 (USD)
$ 400.00 (EUR)
$ 56.160,00 (ARS)
Cotações
$ 380.00 (USD)
$ 400.00 (EUR)
$ 56.160,00 (ARS)
47
SYLVIO PINTO (Rio de Janeiro, RJ, 1918 - 1997)
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Medidas: 61 X 50 cm. Com moldura: 88 x 78 cm.
O.S.T.
OURO PRETO, Década de 1970.


Recebeu seus primeiros estudos de pintura com seu pai, o pintor Bernardo Pinto da Silva (vulgo Pinto das Tintas, que dividia ateliê com o pintor Garcia Bento), e no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro.
Conheceu e se aproximou de José Pancetti, Armando Viana, Manuel Santiago, Bustamante Sá, Milton Dacosta, Ado Malagoli, Tadashi Kaminagai, Yoshiya Takaoka, entre outros. Esta convivência foi fundamental para a sua formação como pintor. Participou do movimento artístico denominado Núcleo Bernardelli, no Rio de Janeiro, no início década de 1930, núcleo esse que incentivou o movimento modernista na então Capital da República.
Em 1939, Pinto fez cenários para peças teatrais e alegorias de carnaval para escolas de samba do Rio de Janeiro. Em 1940 fundou o dirigiu no Jacarezinho, uma pequena escola de arte, gratuita, para crianças pobres. Em 1953-1954, viajou a Lisboa (Portugal), seguindo depois para Madrid e Sevilha (Espanha), logo alcançando Paris (França), onde fixou residência por todo o tempo do prêmio de viagem, obtido no Salão Nacional de Belas Artes.
Em 1977 viajou aos Estados Unidos e realiza importante exposição internacional com suas obras. Em 1981 montou um atelier em Ellenville, onde permaneceu por alguns anos.
Em 1985, entre o Rio de Janeiro e Ellenville, lança seu livro "Vida e Obra em depoimentos", escrito por seu grande amigo, o crítico e pintor brasileiro, Quirino Campofiorito.
No Núcleo Bernardelli, no início década de 1930, pintou com José Pancetti, Armando Viana, Manuel Santiago, Bustamante Sá, Milton Dacosta, Ado Malagoli, Tadashi Kaminagai, Yoshiya Takaoka.
O Núcleo Bernardelli, foi criado para incentivar as inovações na Escola Nacional de Belas Artes e o movimento modernista na Capital da República.
Em 1943, obteve medalha de bronze do Salão Nacional de Belas Artes
Em 1948, obteve medalha de prata do Salão Nacional de Belas Artes
Em 1948, participou do 14º Salão Paulista de Belas Artes
Em 1949, participou do 15º Salão Paulista de Belas Artes
Em 1950, recebe medalha do ouro do Salão Baiano de Arte
Em 1951, participou do 16º Salão Paulista de Belas Artes
Em 1951, participou da 1ª Bienal Internacional de São Paulo
Em 1953, ganhou prêmio de viagem ao estrangeiro do Salão Nacional de Belas Artes, em Paris dividiu residência com Fernando P. e Inimá de Paula, estudando na Academia Julian.
Em 1955, obteve prêmio de viagem ao pais do Salão Nacional de Belas Artes
Em 1977 viajou aos Estados Unidos e realiza importante exposição internacional com suas obras.
Em 1981 montou um atelier em Ellenville, onde permaneceu por alguns anos.
Em 1985, Quirino Campofiorito, lança o livro "Sylvio Pinto - Vida e Obra em depoimentos".
Em 1985, integrou a mostra 100 Obras Itaú, no MASP - Museu de Arte de São Paulo.
Em 1988, recebeu a medalha Pedro Ernesto. A Câmara Municipal do Rio de Janeiro.
Em 1989, foi agraciado com a medalha de Honra ao Mérito na Assembleia do Rio de Janeiro.
Em 1991, em Portugal recebeu a medalha de Honra ao Mérito da Cultura de Portugal.
Em 1993, foi agraciado com a medalha de Honra ao Mérito da Cultura de Brasília.
Em 1993, o Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, inaugurou uma retrospectiva de sua obra.
Bid
R$ 2.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 2.000,00 (BRL)
Cotações
$ 380.00 (USD)
$ 400.00 (EUR)
$ 56.160,00 (ARS)
Cotações
$ 380.00 (USD)
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$ 56.160,00 (ARS)
48
SYLVIO PINTO (Rio de Janeiro, RJ, 1918 - 1997)
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Medidas: 51 x 61 cm.
O.S.T.
WOODSTOCK, NY, 1985.


Recebeu seus primeiros estudos de pintura com seu pai, o pintor Bernardo Pinto da Silva (vulgo Pinto das Tintas, que dividia ateliê com o pintor Garcia Bento), e no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro.
Conheceu e se aproximou de José Pancetti, Armando Viana, Manuel Santiago, Bustamante Sá, Milton Dacosta, Ado Malagoli, Tadashi Kaminagai, Yoshiya Takaoka, entre outros. Esta convivência foi fundamental para a sua formação como pintor. Participou do movimento artístico denominado Núcleo Bernardelli, no Rio de Janeiro, no início década de 1930, núcleo esse que incentivou o movimento modernista na então Capital da República.
Em 1939, Pinto fez cenários para peças teatrais e alegorias de carnaval para escolas de samba do Rio de Janeiro. Em 1940 fundou o dirigiu no Jacarezinho, uma pequena escola de arte, gratuita, para crianças pobres. Em 1953-1954, viajou a Lisboa (Portugal), seguindo depois para Madrid e Sevilha (Espanha), logo alcançando Paris (França), onde fixou residência por todo o tempo do prêmio de viagem, obtido no Salão Nacional de Belas Artes.
Em 1977 viajou aos Estados Unidos e realiza importante exposição internacional com suas obras. Em 1981 montou um atelier em Ellenville, onde permaneceu por alguns anos.
Em 1985, entre o Rio de Janeiro e Ellenville, lança seu livro "Vida e Obra em depoimentos", escrito por seu grande amigo, o crítico e pintor brasileiro, Quirino Campofiorito.
No Núcleo Bernardelli, no início década de 1930, pintou com José Pancetti, Armando Viana, Manuel Santiago, Bustamante Sá, Milton Dacosta, Ado Malagoli, Tadashi Kaminagai, Yoshiya Takaoka.
O Núcleo Bernardelli, foi criado para incentivar as inovações na Escola Nacional de Belas Artes e o movimento modernista na Capital da República.
Em 1943, obteve medalha de bronze do Salão Nacional de Belas Artes
Em 1948, obteve medalha de prata do Salão Nacional de Belas Artes
Em 1948, participou do 14º Salão Paulista de Belas Artes
Em 1949, participou do 15º Salão Paulista de Belas Artes
Em 1950, recebe medalha do ouro do Salão Baiano de Arte
Em 1951, participou do 16º Salão Paulista de Belas Artes
Em 1951, participou da 1ª Bienal Internacional de São Paulo
Em 1953, ganhou prêmio de viagem ao estrangeiro do Salão Nacional de Belas Artes, em Paris dividiu residência com Fernando P. e Inimá de Paula, estudando na Academia Julian.
Em 1955, obteve prêmio de viagem ao pais do Salão Nacional de Belas Artes
Em 1977 viajou aos Estados Unidos e realiza importante exposição internacional com suas obras.
Em 1981 montou um atelier em Ellenville, onde permaneceu por alguns anos.
Em 1985, Quirino Campofiorito, lança o livro "Sylvio Pinto - Vida e Obra em depoimentos".
Em 1985, integrou a mostra 100 Obras Itaú, no MASP - Museu de Arte de São Paulo.
Em 1988, recebeu a medalha Pedro Ernesto. A Câmara Municipal do Rio de Janeiro.
Em 1989, foi agraciado com a medalha de Honra ao Mérito na Assembleia do Rio de Janeiro.
Em 1991, em Portugal recebeu a medalha de Honra ao Mérito da Cultura de Portugal.
Em 1993, foi agraciado com a medalha de Honra ao Mérito da Cultura de Brasília.
Em 1993, o Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, inaugurou uma retrospectiva de sua obra.
Bid
R$ 4.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 4.000,00 (BRL)
Cotações
$ 760.00 (USD)
$ 800.00 (EUR)
$ 112.320,00 (ARS)
Cotações
$ 760.00 (USD)
$ 800.00 (EUR)
$ 112.320,00 (ARS)
49
SYLVIO PINTO (Rio de Janeiro, RJ, 1918 - 1997)
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Raríssima obra retratando BARCELONA, em 1955
Medidas: 41 X 33 cm. Com moldura: 57 x 48 cm.


Recebeu seus primeiros estudos de pintura com seu pai, o pintor Bernardo Pinto da Silva (vulgo Pinto das Tintas, que dividia ateliê com o pintor Garcia Bento), e no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro.
Conheceu e se aproximou de José Pancetti, Armando Viana, Manuel Santiago, Bustamante Sá, Milton Dacosta, Ado Malagoli, Tadashi Kaminagai, Yoshiya Takaoka, entre outros. Esta convivência foi fundamental para a sua formação como pintor. Participou do movimento artístico denominado Núcleo Bernardelli, no Rio de Janeiro, no início década de 1930, núcleo esse que incentivou o movimento modernista na então Capital da República.
Em 1939, Pinto fez cenários para peças teatrais e alegorias de carnaval para escolas de samba do Rio de Janeiro. Em 1940 fundou o dirigiu no Jacarezinho, uma pequena escola de arte, gratuita, para crianças pobres. Em 1953-1954, viajou a Lisboa (Portugal), seguindo depois para Madrid e Sevilha (Espanha), logo alcançando Paris (França), onde fixou residência por todo o tempo do prêmio de viagem, obtido no Salão Nacional de Belas Artes.
Em 1977 viajou aos Estados Unidos e realiza importante exposição internacional com suas obras. Em 1981 montou um atelier em Ellenville, onde permaneceu por alguns anos.
Em 1985, entre o Rio de Janeiro e Ellenville, lança seu livro "Vida e Obra em depoimentos", escrito por seu grande amigo, o crítico e pintor brasileiro, Quirino Campofiorito.
No Núcleo Bernardelli, no início década de 1930, pintou com José Pancetti, Armando Viana, Manuel Santiago, Bustamante Sá, Milton Dacosta, Ado Malagoli, Tadashi Kaminagai, Yoshiya Takaoka.
O Núcleo Bernardelli, foi criado para incentivar as inovações na Escola Nacional de Belas Artes e o movimento modernista na Capital da República.
Em 1943, obteve medalha de bronze do Salão Nacional de Belas Artes
Em 1948, obteve medalha de prata do Salão Nacional de Belas Artes
Em 1948, participou do 14º Salão Paulista de Belas Artes
Em 1949, participou do 15º Salão Paulista de Belas Artes
Em 1950, recebe medalha do ouro do Salão Baiano de Arte
Em 1951, participou do 16º Salão Paulista de Belas Artes
Em 1951, participou da 1ª Bienal Internacional de São Paulo
Em 1953, ganhou prêmio de viagem ao estrangeiro do Salão Nacional de Belas Artes, em Paris dividiu residência com Fernando P. e Inimá de Paula, estudando na Academia Julian.
Em 1955, obteve prêmio de viagem ao pais do Salão Nacional de Belas Artes
Em 1977 viajou aos Estados Unidos e realiza importante exposição internacional com suas obras.
Em 1981 montou um atelier em Ellenville, onde permaneceu por alguns anos.
Em 1985, Quirino Campofiorito, lança o livro "Sylvio Pinto - Vida e Obra em depoimentos".
Em 1985, integrou a mostra 100 Obras Itaú, no MASP - Museu de Arte de São Paulo.
Em 1988, recebeu a medalha Pedro Ernesto. A Câmara Municipal do Rio de Janeiro.
Em 1989, foi agraciado com a medalha de Honra ao Mérito na Assembleia do Rio de Janeiro.
Em 1991, em Portugal recebeu a medalha de Honra ao Mérito da Cultura de Portugal.
Em 1993, foi agraciado com a medalha de Honra ao Mérito da Cultura de Brasília.
Em 1993, o Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, inaugurou uma retrospectiva de sua obra.

Bid
R$ 1.700,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 1.700,00 (BRL)
Cotações
$ 323.00 (USD)
$ 340.00 (EUR)
$ 47.736,00 (ARS)
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$ 323.00 (USD)
$ 340.00 (EUR)
$ 47.736,00 (ARS)
57
PEDRO WEINGÄRTNER - Porto Alegre, RS, 1853 - 1929
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Medidas: 46 x 35 cm.
O.S.M.
1890
Interior de Templo Romano com afrescos.
Da época que estudou na Academia, ao lado do mundialmente famoso Guillaume Seignac, com o grande mestre francês William-Adolphe Bouguereau que pintou em 1884 a famosa obra The Youth of Bacchus de tema em voga à época.



Pedro Weingärtner nasceu, de pais alemães, no meio de século XIX, em 1853, na cidade de Porto Alegre.
Aos 24 anos foi estudar na Europa, chegou a ser financiado pelo imperador Dom Pedro II frequentando academias famosas por vários anos. Formado, instalou seu atelier em Roma. No Brasil, realizou muitas exposições, sendo reconhecido como um dos melhores pintores brasileiros.
Em 1877, adoeceu gravemente e em fevereiro de 1878, com suas economias, foi estudar no Liceu de Artes e Ofícios de Hamburgo, posteriormente na Academia Grão-ducal de Arte de Baden.
Em 1880, foi para a Real Academia de Artes da Prússia, e participou da Exposição Brasileira-Alemã de Porto Alegre.
Conhecido por suas pinturas regionalistas, onde retratou imigrantes e gaúchos em labor, foi pintor neoclássico, romântico, naturalista e de cenas narrativas, quando na na fase europeia dedicou-se aos temas clássicos e mitológicos.
Em 1882 entrou na Academia Julian de Paris onde dedicou-se ao estudo do nu, motivo obrigatório para que um artista demonstrasse sua destreza ao público francês. A pintura da mitologia greco-romana de estilo acadêmico foi herdada, quando estudou na Academia, ao lado de Guillaume Seignac, com o mestre William-Adolphe Bouguereau que pintou em 1884 a famosa obraThe Youth of Bacchus.
Um exemplo, é o uso de túnicas diáfanas cobrindo os corpos das mulheres.
Em 1883, solicitou uma pensão ao imperador Dom Pedro II. Avalizado pelo embaixador em Paris, o Barão de Itajubá, a pensão lhe foi concedida pelo próprio Imperador e em agradecimento e prestigiando o Imperador, seu mecenas, em 1884, participou do salão da Academia Imperial de Belas Artes, na cidade do Rio de Janeiro.
Para suas obras clássicas, mitológicas e seus nus que realçam o corpo feminino nu destilando discretos erotismo, na Europa, encontravam um ótimo mercado por parte da burguesia que via virtudes e ideais no tema, tratado com poesia.
Em 1885, no Tirol, experimentou o impressionismo e seguiu para Roma, onde abriu em 1887, um ateliê na Villa Strohl-fern, um palacete com cem ateliês de aluguel e, partiu para umavisita de seis meses em Porto Alegre, onde chegou em navio embandeirado com festa promovida por amigos, colecionadores e fãs.
Acompanhando a tendência da segunda metade do século XIX, em que o academismo brasileiro entrava em seu apogeu, Weingärtner foi estudar na Europa onde acontecia a ascensão da classe média como mercado consumidor de arte, o que no Brasil ainda demoraria muito. Lá destacou-se participando da exposição do “In Arte Libertas”, organizada em Londres em 1888, dedicada ao academismo tradicional e temas clássicos.
Ainda em 1888, no Rio de Janeiro, visitou o imperador e descobriu que uma tela enviada de presente a Dom Pedro II ficou retida na alfândega e fora vendida em leilão. Localizou-a e comprou-a do arrematante restituindo o presente à majestade. A imprensa noticiou muito o caso e atraiu grande público para sua exposição que estava acontecendo, Em seguida, voltou a Roma, onde até 1920 ficou dividido entre Itália e Brasil, realizando muitas exposições.
Já na República, sob influência do Positivismo no pensamento dos brasileiros, foi contratado como professor na Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro.
Em 1893, participou da Exposição Universal de Chicago, documentou a Revolução Federalista com uma série de obras dedicadas ao tema.
Em 1896 novamente na Itália, teve como admirador o papa Leão XIII, e em seu atelier, na Associazione Artistica Internazionale, na Via Margutta, recebeu Campos Sales, então presidente brasileiro.
Ainda em 1896, recebeu convite especial do Conselho Superior de Belas Artes da República do Brasil para exibir no salão da Escola Nacional, honraria até então somente concedida a Zeferino da Costa, Puvis de Chavannes e Auguste Rodin.
Participou da Exposição Universal de Paris em 1900, e em sua primeira exposição na cidade de São Paulo, Campos Sales ofertou três telas ao presidente argentino Julio Roca.
Em 1909, incentivado por seu amigo Joaquim Nabuco, viajou para Portugal. Suas obras portuguesas, vibrantes e expressivas, em 1910, foram expostas em grande número, por volta de cinquenta telas em São Paulo, incluindo "A Fazedora de Anjos", adquirida pela Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Até 1913, quando em Porto Alegre participou da fundação do Centro Artístico do Estado realizou diversas mostras até que, em 1920 deixou a Europa para viver, definitivamente, em Porto Alegre, onde em 1925 fez sua última exposição e faleceu em 1929.
Toda sua produção está em seletas coleções privadas e grandes museus do Brasil e Europa.
Bid
R$ 26.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 26.000,00 (BRL)
Cotações
$ 4,940.00 (USD)
$ 5,200.00 (EUR)
$ 730.080,00 (ARS)
Cotações
$ 4,940.00 (USD)
$ 5,200.00 (EUR)
$ 730.080,00 (ARS)
58
EDY GOMES CAROLLO (1921-2000)
Saiba a importância do artista - CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
Horto Florestal, Rio de Janeiro
1964
Medidas: 65 x 92 cm. Com moldura: 84 x 110 cm.



BIOGRAFIA: Nasceu em Porto Alegre em 1921. Iniciou seus estudos em pintura com seu pai, o acadêmico da Escola Nacional de Belas artes, Sobragil Gomes Carollo, que o orientou, nos primeiros tempos aprendizado, a analisar pintura Rodolfo Amoedo e Batista Costa.
Realizou sua primeira exposição em 1941, em Pelotas, RS. A partir da década de 50 passou a viver no Rio de Janeiro.
Segundo o Levantamento completo de 50 anos de exposições realizadas pelo Museu Nacional de Belas Artes, desde sua inauguração 1937 – 1986, a partir de 1945 com as obras realizadas nas Galerias internas do Museu Nacional de Belas Artes, Edi realizou as exposições temporárias do Museu:
Em 1945, exposição individual,
Em 1959, nas datsa de 04 a 18/05, exposição individual,
Em 1960, de 24/10 a 07/11 aconteceu a exposição: “Sobragil e Edy Gomes Carollo”,
Em 1955, conquistou o cobiçado Prêmio de Viagem ao Exterior do Salão Nacional de Belas Artes, Rio de janeiro. Em Paris, estudou por dois anos, participou de salões e realizou até uma exposição individual.
Em 1970, pela segunda vez, é premiado no Salão Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro.
Em 1978, recebeu Medalha Prata, no Salão Nacional de Belas Artes do Rio de janeiro.
Recebeu ainda as premiações:
No Salão Fluminense de Belas Artes, Medalha de Prata.
No Salão Paulista de Belas Artes, recebeu Menção Honrosa e Medalha Prata.
Da Sociedade Brasileira de Belas Artes, recebeu Medalha de Ouro e Medalha de Prata. Participou de Salões da Academia Brasileira de Belas Artes no Rio de Janeiro.
Do Salão da Maçonaria recebeu Medalha Ouro.
Do Salão da Aeronáutica recebeu Medalha Prata.
Do Salão Associação Brasileira de Desenho, recebeu Medalha de Ouro.
Do Salão da Sociedade Brasileira de Eubiose em São Lourenço, MG, recebeu Medalha de Ouro.
Foi Membro Emérito da Academia Brasileira de Belas Artes.
Além do Museu Nacional de Belas Artes e outros museus do sudeste, suas obras fazem parte do acervo do Museu de Arte do Rio Grande do Sul, do Museu Ado Malagoli e do Museu de La Plata.

Bid
R$ 5.100,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 5.100,00 (BRL)
Cotações
$ 969.00 (USD)
$ 1,020.00 (EUR)
$ 143.208,00 (ARS)
Cotações
$ 969.00 (USD)
$ 1,020.00 (EUR)
$ 143.208,00 (ARS)
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