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Gallery Galeria Paiva Frade
Next auction: 04/05/2021, 00:00h
Exhibition
at Galeria Paiva Frade
Av. Getulio Vargas, 350, Centro - São Lourenço - MG
Gallery contacts
Phone: 55 (35) 3332-4150 / 55 (35) 3331-6966
Email: paivafrade@paivafrade.com.br
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Auctioned Pieces
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1
CHANINA (Chanina Luwisz Szejnbejn, Polonia,1927 - Belo Horizonte, 2012)
med:32 x 22 CM. (Com moldura:60X49 cm.)
Grafite e aquarela, Cristo, 1980.
BIOGRAFIA:
Emigra para o Brasil com seus pais, aos nove anos de idade, estabelecendo-se em Belo Horizonte. Cursa gravura em metal com Anna Letycia (1929), litografia com João Quaglia (1928) e composição com Fayga Ostrower (1920-2001), na mesma cidade, em meados de 1940. Em 1946, estuda pintura e desenho com Guignard (1896-1962) e escultura com Franz Weissmann (1921), no Instituto de Belas Artes de Belo Horizonte, hoje Escola Guignard. Naquele mesmo ano, ingressa no curso de medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), formando-se em 1955. Paralelamente ao exercício da medicina, dedica-se às atividades artísticas e ao ensino, tornando-se professor de pintura na Escola Guignard. Faz capas de livros e ilustrações, especialmente para o Suplemento Literário do Diário Oficial de Minas Gerais. Em 1984, é laureado com a medalha da Inconfidência, comenda concedida pelo governo de Minas Gerais a personalidades que contribuem para a projeção da cultura mineira.
(...) "A obra pictórica de Chanina caracteriza-se por intenso colorismo e apoia-se numa abordagem em que a fantasia é a tônica dominante. Os temas de suas pinturas são os mais variados, incluindo paisagens, figuras, palhaços, cavalos e retratos, entre outros. Ao longo de sua carreira, Chanina também faz algumas incursões pela abstração lírica, em trabalhos como Abstração (1964) e O Sonho (1988). Para o ensaísta Isaías Golgher, a gama de cores presente nesses trabalhos se harmoniza com a forma, pois sua função não seria apenas decorativa. Por outro lado, o tema das cidades imaginárias, que permeia décadas da produção de Chanina - Festa em BH (1955) e Noite de São João no Interior (1999) são exemplos -, mostra os vínculos de sua pintura com a obra de Guignard, com quem estudou em 1946. Algumas lições deixadas pelo mestre marcam fortemente sua obra: o grafismo, a linha como elemento decorativo e a cor modulada nas figuras e muitas vezes na paisagem. Segundo a artista Yara Tupynambá (1932), também aluna de Guignard, é recorrente nos trabalhos de Chanina a conciliação do uso da cor homogênea, no primeiro plano, com a liberdade do traço, no fundo. Além disso, o artista retoma de Guignard o emprego da transparência nas cores, o uso dos azuis e a delicadeza dos meios tons, vazados por um lirismo onírico. A todas essas características Chanina acrescenta ainda algo da fantasia poética de Marc Chagall (1887-1985). (...)"
ARTISTA CITADO NO LIVRO: "A escola Guignard: na cultura modernista de Minas, 1944-1962".
por Ivone Luzia Vieira, 1988
1
Gravura à pochoir (pintadas individualmente) do folio “La dernière lettre persane” , de autoria de Benito, principal autor das capas das revistas Vogue e Vanity Fair, nos anos 20. Folio publicitário para a marca Heim Furs, Paris, 1921, peleteiro da aristocracia, que mostra os modelos e tendências para o inverno.
37X27 cm.
1
FINE ART
REYNALDO DA FONSECA
36X48/52X64CM.
GRAVURA EMOLDURADA.
1
ETIENNE FRANÇOIS AUGUSTE MAYER (1805 -1890)
Assinado no canto inferior esquerdo
Paisagem do Rio de Janeiro com figuras e barcos
Óleo sobre madeira
Medidas: 72 X 101,5 cm.
Laudo da pintura: Julio Bandeira - Historiador
Laudo da localização: Eduardo Schnorr - Historiador e Professor

Rara iconografia pintada de Niterói, Baía do Rio de Janeiro, cidade em panorâmica.
Conforme Anuário do Museu Imperial em anexo, o pintor acompanhou a Princesa D. Tereza Cristina para o casamento com D. Pedro II. O Museu possui um quadro retratando a viagem.
2
AMÍLCAR DE CASTRO
med.: 47 x 68 cm. (Com moldura:51x73 cm.
Serigrafia manual limitada: 47/100, Composição, 1985.
ARTISTA CITADO NO LIVRO: "A escola Guignard: na cultura modernista de Minas, 1944-1962".
por Ivone Luzia Vieira, 1988
2
Gravura à pochoir (pintadas individualmente) do folio “La dernière lettre persane” , de autoria de Benito, principal autor das capas das revistas Vogue e Vanity Fair, nos anos 20. Folio publicitário para a marca Heim Furs, Paris, 1921, peleteiro da aristocracia, que mostra os modelos e tendências para o inverno.
37X27 cm.
2
FINE ART
DI CAVALCANTI
47X32/64X52
GRAVURA EMOLDURADA.
2
OSCAR PEREIRA DA SILVA (São Fidélis RJ 1867 - São Paulo SP 1939)
"Iconografia - "Praia do José Menino em Santos - Vista para São Vicente, SP".
Óleo sobre tela
Medidas: 50 x 95 cm
Assinado: Canto inferior direito - 1904
Procedência: Galeria Maurício Pontual.

Em 1882, matriculou-se na Academia Imperial de Belas Artes
Em 1887, tornou-se ajudante de Zeferino da Costa na decoração da Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro.

Em Paris, Oscar foi pensionista do ateliê de dois dos maiores conservadores, Léon Bonnat e Jean-Léon Gérôme, que atendia aos pedidos de oficiais do governo francês.

Em 1896 retornou ao Brasil. No Rio de Janeiro, realizou uma exposição individual no salão da Escola Nacional de Belas Artes (Enba).
Em São Paulo e lecionou no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo e fundou o Núcleo Artístico, que, mais tarde, se transformaria na Escola de Belas Artes, onde deu aulas.
Entre 1903 e 1911, decorou o Theatro Municipal de São Paulo, elaborando três murais: O Teatro na Grécia Antiga, A Dança e A Música.

Sua pintura era muito apreciada pelas elites ligadas a cafeicultura, as quais assumiam cada vez mais um papel de destaque no canário político, devido a instauração da República no país, gerando a produção de iconografias locais.

"Iconografia - Santos - SP" é uma rara obra pois sabe-se que Oscar Pereira da Silva e Benedito Calixto, nesta época, tornaram-se próximos, pois executavam pinturas na igreja de Santa Cecília.

A experiência de trabalhar na decoração da Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, gerou frutos em São Paulo, tendo a oportunidade de decorar, juntamente com Benedito Calixto, a Igreja de Santa Cecília e as igrejas de Santa Ifigênia, da Consolação e do Rosário, em São Paulo.

Na cidade de São Paulo estão os principais trabalhos do artista, entre os quais se destacam "Escrava Romana" (1894), "Infância de Giotto" (1895), "Fundação de São Paulo" (1909) e "Desembarque de Cabral em Porto Seguro" (1900), entre outros preservados pela Pinacoteca de São Paulo e pelo Museu Paulista da Universidade de São Paulo.


3
SCLIAR, Carlos (Santa Maria da Boca do Monte, RS 1920 - Rio de Janeiro, 2001),
med.:47x 67 cm. ( Com moldura:54x74 cm.)
"Frutas"
serigrafia manual limitada: 42/120, 1989.
3
Gravura à pochoir (pintadas individualmente) do folio “La dernière lettre persane” , de autoria de Benito, principal autor das capas das revistas Vogue e Vanity Fair, nos anos 20. Folio publicitário para a marca Heim Furs, Paris, 1921, peleteiro da aristocracia, que mostra os modelos e tendências para o inverno.
37X27 cm.
3
José Paulo Moreira da Fonseca (Rio de Janeiro, 1922-2004)
43x35 cm. / 60x52 cm.
O.S.E.
"Mar azul", 1996.
3
FINE ART
REYNALDO DA FONSECA
47X38/64X52
GRAVURA EMOLDURADA.
3
OSCAR PEREIRA DA SILVA (São Fidélis - RJ, 1867 - São Paulo - SP, 1939)
OVAL
Medidas: 69 x 39 cm. / 80 x 43 cm.
Óleo sobre cartão.
Flores, natureza morta.
Consta de selo no verso: Restaurado em 1999 por Renata Weithermer.

Em 1882, matriculou-se na Academia Imperial de Belas Artes
Em 1887, tornou-se ajudante de Zeferino da Costa na decoração da Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro.

Em Paris, Oscar foi pensionista do ateliê de dois dos maiores conservadores, Léon Bonnat e Jean-Léon Gérôme, que atendia aos pedidos de oficiais do governo francês.

Em 1896 retornou ao Brasil. No Rio de Janeiro, realizou uma exposição individual no salão da Escola Nacional de Belas Artes (Enba).
Em São Paulo e lecionou no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo e fundou o Núcleo Artístico, que, mais tarde, se transformaria na Escola de Belas Artes, onde deu aulas.
Entre 1903 e 1911, decorou o Theatro Municipal de São Paulo, elaborando três murais: O Teatro na Grécia Antiga, A Dança e A Música.

Sua pintura era muito apreciada pelas elites ligadas a cafeicultura, as quais assumiam cada vez mais um papel de destaque no canário político, devido a instauração da República no país, gerando a produção de iconografias locais.

A experiência de trabalhar na decoração da Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, gerou frutos em São Paulo, tendo a oportunidade de decorar, juntamente com Benedito Calixto, a Igreja de Santa Cecília e as igrejas de Santa Ifigênia, da Consolação e do Rosário, em São Paulo.

Na cidade de São Paulo estão os principais trabalhos do artista, entre os quais se destacam "Escrava Romana" (1894), "Infância de Giotto" (1895), "Fundação de São Paulo" (1909) e "Desembarque de Cabral em Porto Seguro" (1900), entre outros preservados pela Pinacoteca de São Paulo e pelo Museu Paulista da Universidade de São Paulo.

Após retornar de Paris em novembro de 1930, surge modificações em suas telas de composições mais despreocupadas, paleta mais claras, pinceladas soltas, contudo preservando o primor no desenho.
4
BENIGNO (José Benigno Ribeiro, 1955)
Igreja da Glória
O.S.T.
Medidas: 21 x 35 cm.
Medida total com moldura: 44 x 57 cm.
4
SCLIAR, Carlos (Santa Maria da Boca do Monte, RS 1920 - Rio de Janeiro, 2001),
med.:47x 67 cm. ( Com moldura:54x74 cm.)
"Taça".
Serigrafia manual, limitada: 87/120. Assinada, 1989.

4
HILDE WEBER-desenho original à nanquim dos anos 1950. Conhecida chargista política dos principais jornais da época, no Rio e SP, e que teve grande participação na OSIRARTE, estúdio de pintura de azulejos, com Volpi, Zanini e outros, nos anos 1940/50, em SP.
TÍTULO: “Light”.
56X51 cm.
4
José Paulo Moreira da Fonseca (Rio de Janeiro, 1922-2004)
12x22 cm./ 27x37 cm.
O.S.E.
1982
4
SURREALISMO BRASIL - ESCOLA NACIONAL DE BELAS ARTES

CÍCERO DIAS
Gravura
Medidas: 64 x 50 cm.
4
ASSINATURA ILEGÍVEL- ESCOLA EUROPÉIA - SÉCULO XIX.
Figura feminina ao estilo BELLE ÉPOQUE (1870-1900). Composição rodeada de flores e véus com transparência no busto, fundos em arvoredos.
Moldura original.
Medidas: 72 x 60 cm. / 96 x 83 cm.
5
TERUZ, Orlando (Rio de Janeiro, 1902-1984)
Década de 1960
"Animais do Circo", O.S.T.
Medidas: 30 x 60 cm.
Medida total com moldura: 40 x 70 cm.
5
EDUARDO SUED (Rio de Janeiro RJ 1925)
Composição – AST – 60 x 65
2014.
5
FERNANDO PACHECO (São João del Rei, MG - 1949)
Med: 120 x 180 cm.
Óleo sobre tela painel, sem moldura.
"O ROSTO NÃO REVELADO". MARÇO, 2011.
(...) "O mineiro de São João del-Rei, criado desde cedo na capital, celebra 50 anos de uma sólida carreira. Nesta mostra, apesar da versatilidade de sua produção – que passa por pintura, desenho, instalação, escultura, performance, entre outros gêneros –, Pacheco traz somente pinturas: óleo e acrílica sobre tela.
“Minha produção é muito eclética, mas vou expor apenas pinturas”, fala o artista. “Eu pinto o tempo todo, de maneira que passo praticamente meu tempo todo no ateliê”, afirma. Para esta exposição, o artista escolheu obras que instigam o público a refletir.
“Essa ‘Pintura Nua’ quer dizer que trata-se de uma pintura direta, transparente, como se fosse o cão sem plumas”, explica Pacheco. “Não é feita para iludir o fruidor, mas para convidá-lo à reflexão. É nua no sentido de despojada, de uma caligrafia pictórica direta – não há enfeites para iludir”.
Segundo o artista, sua obra convida o espectador a olhar para dentro de si. As formas que criam olhos em suas pinturas, os “olhinhos”, como ele nomina, são a metáfora do olhar para dentro de nós mesmos.
“É como se a pintura absorvida num primeiro momento pela retina lançasse uma pergunta para o espectador. ‘De quem são os olhinhos?’. ‘Quem você é, quais os seus sonhos, suas fantasias, aqueles guardados no fundo da alma?’. De maneira que é uma provocação”, fala Pacheco. “E significa também que o olhar com os olhos fechados vai mais longe que o raso, a visão natural. O olhar para dentro é um olhar infinito, pois vai ao encontro de um universo amplo de sonhos, fantasias”, destaca.
(...) O artista vive muito esse universo dos sonhos. “Desde criança, fui construindo um mundo paralelo a esse palpável, físico. Um mundo de fantasia, no sentido de que imaginava coisas, falava com pessoas invisíveis”, lembra o artista. “Fui criando um universo próprio a ponto de ficar um pouco deslocado na escola. Eu era aquele que diziam viver ‘no mundo da lua’ (risos)”, conta.
Pacheco diz que, na época, parecia até que ele tinha problemas neurológicos de tão forte que esse universo abraçava sua vida: “Mas a partir do momento em que fui para a adolescência, senti necessidade de materializar esse mundo, aquilo que imaginava, que via”.
E, assim, usando seus instintos para dar formas a esse mundo paralelo, Pacheco começou a pintar. “Sou o famoso autodidata”, conta ele. “Comecei meu traço muito pessoal, sem influência da Escola de Belas Artes ou da Guignard. E quando comecei a inscrever os trabalhos nos salões de arte, que existiam muito àquela época, e talvez pelo ineditismo do trabalho, passei a ser selecionado e premiado, o que chamou a atenção da crítica”, relata.

Nesses 50 anos, a carreira de Pacheco ganhou força não só aqui no Brasil, mas também no exterior. O artista conta que tem ido muito à Oceania, em particular à Nova Zelândia, e também à Ásia. Ele ganhou uma exposição individual em Pequim, na China. “Tudo isso me dá muito orgulho, pois construir uma carreira internacional morando em Belo Horizonte, ou seja, fora do eixo Rio-SP, é uma coisa fantástica, um milagre”, comemora. “E, veja, não são aquelas exposições no exterior no qual o artista é convidado a pagar. Foram convites oficiais”, completa.
Pacheco já está traçando planos para 2019 e trará ao público exposições de trabalhos em outros suportes. Há também dois filmes em produção. O primeiro é um documentário dirigido por Fernando Batista, da Noir Filmes, com lançamento previsto para o próximo ano.
“Inclui depoimentos de músicos do Clube da Esquina, como Flávio Venturini e Lô Borges; do (editor e jornalista) José Eduardo Gonçalves; do (escritor) Bartolomeu Campos de Queiroz (1944-2012)”. O segundo é uma produção de Ernane Alves. “Também está fazendo um filme sobre a irmã do Tom Jobim, Helena Jobim”, conta o artista. (..). FONTE: https://www.otempo.com.br/diversao/magazine/fernando-pacheco-em-75-telas-1.2057536
5
HILDE WEBER-desenho original à nanquim dos anos 1950. Conhecida chargista política dos principais jornais da época, no Rio e SP, e que teve grande participação na OSIRARTE, estúdio de pintura de azulejos, com Volpi, Zanini e outros, nos anos 1940/50, em SP.
TÍTULO: “Peron”.
44X33 cm.
5
José Paulo Moreira da Fonseca (Rio de Janeiro, 1922-2004)
24x19 cm./44x39 cm.
O.S.T.
"O vento que vem a tarde", 1985.
5
Simone Ribeiro (Peça Única) Escultura em Bronze São Francisco. Altura: 100 cm.
___________Nascida em São Lourenço, MG em 09/06/1971. Matrícula n 12112 na Sociedade Brasileira de Belas Artes, Rio 27/10/1994. Catalogada no Dicionário Artes Plásticas Brasil - Julio Louzada desde 1994 com cotações em diversos estados. Desde 1993 mantém seu atelier, em São Lourenço, MG.Junho 1997, Exposição na Casa de Minas, órgão de representação do governo mineiro em São Paulo, temática Cenas de bar”. De 1999 a 2001, participação na Seleção de Artistas da SOCIARTE, no clube Monte Líbano, São Paulo. Em maio, 2000 (comemoração 500 anos) exposição Artes e Ofícios de um povo aos 500 anos Câmara dos Deputados, Brasília. 2001- Individual Meninos do Brasil coleção adquirida pela empresa Arquitetura Humana, São Paulo. 2002- Individual Festa popular Brasileira coleção adquirida pela empresa Jandaia Sucos, Fortaleza. 2002- Individual Mãos que trabalham coleção adquirida pela empresa Arquitetura Humana, São Paulo. 2002/2003 manteve um Atelier / Galeria de trabalho e pesquisa no centro do Pelourinho em Salvador. Atelier Simone Ribeiro, Rua Inácio Acciole, 15, Pelourinho, Salvador. Maio, 2003, exposição “Costumes e festas na cultura brasileira” Espaço Cultural Câmara dos Deputados, galeria do anexo 4, Brasília, DF. Julho, 2004, Coletiva “Arte Cidadã”, Espaço Cultural Zumbi dos Palmares, Câmara dos Deputados, Brasília. Abril, 2005, Coletiva “Minas das Artes” Gabinete de Arte da Câmara dos Deputados, Brasília,DF. Maio, 2007, Individual “Barrocão” evento simultâneo: Exposição dos quadros, lançamento de livro e DVD com dois documentários. Congresso Nacional – Brasília, DF. Setembro, 2007, abertura do atelier no Parque das Águas Nestlé-Waters em São Lourenço - MG. Outubro, 2008, ilustração do livro “Monumentos Históricos Fazendários” – Casa da Moeda do Brasil, edição comemorativa aos 200 anos do Ministério da Fazenda no Brasil. Outubro, 2008, Exposição dos sete quadros reproduzidos no livro “Monumentos Históricos Fazendários – Museu Casa dos Contos, Ouro Preto MG. Março 2009, coletiva “Artistas Brasileiras” Gabinete de Arte da Câmara dos Deputados em Brasília, DF. Novembro 2010, Exposição “O Aleijadinho Pop” no Museu Casa dos Contos de Ouro Preto, com lançamento do livro de mesmo mome. Dezembro 2010, Exposição “O Aleijadinho Pop” no Palácio das Artes - Fundação Clóvis Salgado - BH, com abertura do Governador Antonio Anastasia. Dezembro 2010, Coletiva “Cem Mona lisas, com Mona lisa” Palácio das Artes - BH, com lançamento de livro com o mesmo nome. Fevereiro 2011, Exposição “O Aleijadinho Pop” na Câmara Municipal de Belo Horizonte - MG. Março de 2011, criação e lançamento da imagem símbolo da primeira “Comenda Ambiental Estância Hidromineral de São Lourenço, MG". Desta imagem foi feita uma série limitada de 140 gravuras ofertadas aos agraciados e foi usada em todo material gráfico, publicitário e ainda como fundo do palco na proporção de 7 x 10 metros. A solenidade foi presidida pelo Governador do Estado de Minas Gerais Antonio Anastasia. Abril de 2011, Solenidade de recebimento e inauguração dos 14 painéis da Via Sacra de “O Aleijadinho Pop” na Igreja N. Sra. da Imaculada Conceição, na Gávea no Rio de Janeiro, presidida pelo reverendíssimo Arcebispo do estado do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta. Fonte www.simoneribeiro.com
5
FINE ART
REYNALDO DA FONSECA
40X47/52X64 CM.
GRAVURA EMOLDURADA.
5
Aimé Stevens 1869-1951 - Escola Belga, séc. XIX-XX
Jardim e Vila ao Fundo.
Ass. cid.
Medidas: 45 x 55 cm.
Artista com cotação internacional, ArtPrice. Moldura de época.
6
Telles Júnior (Jerônimo José Telles Júnior, Recife 1851 - idem 1914)
Vista Iconográfica Recife Antigo
O.S.T.
Medidas: 42 x 68 cm.
Medida total com moldura: 52 x 78 cm.
6
ANTONIO POTEIRO ( Santa Cristina da Posse, Portugal 1925 – 2010, Goiânia )
Cavalhadas do Fogaréu – OST - 60 x 70 – 1986 - ACID
6
MORENO (Buenos Aires, 1995)
42x33 cm.
Nanquim aquarelado.
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