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Gallery Galeria Paiva Frade
Next auction: 19/05/2021, 20:30h
Exhibition
at Galeria Paiva Frade
Av. Getulio Vargas, 350, Centro - São Lourenço - MG
Gallery contacts
Phone: 55 (35) 3332-4150 / 55 (35) 3331-6966
Email: paivafrade@paivafrade.com.br
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Auctioned Pieces
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37
VITRINE no estilo francês LUÍS XVI. Madeira maciça folhada à rádica de raiz de nogueira. No frontão da reserva ornada por aplique em bronze lavrado e dourado no formato de vaso com guirlandas pendentes. Toda filetada em bronze: laterais, reservas, cimalha, apliques no formato de rocalhas, conchas e rosetas enriquecem o conjunto. Três prateleiras no centro, outras três nas laterais, sendo duas em vitrine. Importada. Medidas: 1,78 X 1,62 X 0,48 cm.
38
Recamier prata, madeira entalhada e com folha de prata, estofamento em capitonê. Medidas: 70 x 100 x 55 cm.
39
Recamier prata, madeira entalhada e com folha de prata, estofamento em capitonê. Medidas: 70 x 100 x 55 cm.
48
Par de poltronas em madeira patinada de verde, com almofada solta de assento e encosto estofado. No estado. Medindo 65 x 58 x 84 cm. de altura.
49
Cômoda em madeira marchetada, estilo Luis XV, com 3 gavetas, tampo de mármore e puxadores em metal. Medindo 114 x 50 x 96 cm. de altura.
54
HANS WEGNER - SAWBACH CHAIR - CH28 (1952) - cadeira ícone projetada pelo designer de móveis dinamarqueses Hans Wegner em 1952 e fabricado por Carl Hansen & Son da Dinamarca. Medidas: 100x63x63 cm.
55
DUMBWAITER TABLE - antiga mesinha auxiliar de dois platôs, selo da tradicional manufatura Leandro Martins (1885-1960). Madeira maciça folhada em plaqueterie em rádica. Orla vazada e adorno nos pés em bronze. Diâmetros: 33 e 46 cm. Altura: 72 cm.
55
HANS WEGNER - SAWBUCH CHAIR - CH28 (1952) - cadeira ícone projetada pelo designer de móveis dinamarqueses Hans Wegner em 1952 e fabricado por Carl Hansen & Son da Dinamarca. Medidas: 100x63x63 cm.
56
CADEIRA GAIVOTA- RENO BONZON - 92x55x109 cm. PI0945-MCB- III Prêmio de Design-Museu da Casa Brasileira-1988, melhor peça do mobiliário nacional na I Bienal Brasileira de Design, em Curitiba 1990. A partir de 2005, a peça começou a ser editada sob encomenda na Dpot-SP. O francês RENO BONZON é formado em psicologia pela Universidade de Paris e em marcenaria pela prestigiada ECOLLE BOULLE, também na capital francesa.
Lâminas maciças de 4 mm de mogno ou ipê, coladas a frio com resina epóxi, técnica que foi uma inovação na produção moveleira em nosso país.

Reno Bonzon, francês de origem, é formado em marcenaria na prestigiosa Ecole Boulle (Paris). Ele é graduado em Psicologia da Universidade de Paris V.

Reno Bonzon se instala no Brasil em 1986, no litoral sul de São Paulo. Ele monta sua propria marcenaria, para desenvolver móveis e objetos de madeira, de ferro e de alumínio. Ele participa de vários concursos nacionais e internacionais. Suas criações recebem o reconhecimento de Profissionais e do público, avaliadas com numerosos prêmios.
A peça emblemática do trabalho do Reno Bonzon é com certeza a cadeira de balanço “Gaivota”. Provavelmente a peça mais premiada no Brasil, a Gaivota combina estetismo, conforto e ergonomia.

Dublamente premiado em 1988 -pelo Museu da Casa Brasileira e pela MOVESP-, Reno foi escolhido em 1990 para representar a criação brasileira na Bienal de Design do Brasil em Curitiba. A respeito da Gaivota, o Júri do Prêmio do Museu da Casa Brasileira destacou o “princípio da fabricação que dá ao produto a sua grande leveza”. Também, foram destacadas as “qualidades estéticas combinadas ao factor ergonómico”.
O desenho mesmo da Gaivota, as suas curvas sinuosas, evoca o movimento de balanço. Quanto à luminária Nuala, ela define as características do trabalho do Reno: elegância e simplicidade ao serviço da função do objeto.
A Nuala foi a primeira peça produzida na Europa graças à editora Objekto.

Em 1993, Reno Bonzon e Ligia Miguez recebem o primeiro prêmio do Museu da Casa Brasileira com “Folha”. Folha é uma linha de talheres de mesa em alumínio fundido reciclado, desenvolvida em conjunto.
Outra criação do casal: a luminária Galhão. Foi selecionada em 2000 no International Design Yearbook 15 por Ingo Maurer (Laurence King Publishing).

Os móveis assinados por Reno Bonzon são editados e distribuídos no mundo pela Objekto.

https://futon-company.com.br/designers/reno-bonzon/

https://dpot.com.br/reno-bonzon.html

Autor: Reno Bonzon
Origem: Brasil
Ano: 1988
Dimensões: 56 X 107 X 94 H
Códigos: CP1634

http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI311874-16928,00-CADEIRAS+DE+BALANCO.html
62
Antiga sala ART NOUVEAU (1890-1910)- Peroba do campo, consta de namoradeira de dois lugares e 4 cadeirinhas. Delicada madeira marchetada. Cadeiras medindo 84 cm de altura, 41 de comprimento e 40 de profundidade. Sofá medindo 88 cm de altura, 110 de comprimento e 48 de profundidade.
63
ART DÉCO (1920) - Conjunto de sala de visita formado por namoradeira e par de poltronas em madeira entalhada e decorada com faixas em marchetaria. Assentos e encostos estofados e forrados em tecido floral, tacheado. Medidas: 74,5 x 117,5 x 48,5 cm. e 75 x 65 x 49,5 cm.
64
Elegante conjunto para sala de visitas composto por namoradeira e 2 cadeirinhas. Século XIX. Em madeira nobre, com ricos e delicados entalhes. Encostos emmedalhão com palhinha tendo ao centro placa em madeira com marqueterie: "Rosa dos Ventos". Originalmente em molas de cobre. Assentos em tecido. Pernas torneadas com detalhes em perolados. Med. 96x94x51 cm (sofá) e 91,5 cm (altura das cadeiras).
66
Antiga mesinha auxiliar em madeira de lei, estilo Chippendale, pés cabriolet, talha de concha no frontão. Uma gaveta, puxadores em bronze. Medidas: 68 x 72 x 50 cm.
66
CÔMODA PAPELEIRA ESTILO DOM JOÃO V - Brasil, século XIX
Medidas: 112 X 123 x 70 cm.

É um móvel sóbrio, rico em detalhes típicos das papeleiras da época, com escaninhos, gavetinhas e um engenhoso jogo de caixas superpostas, localizadas no fundo falso de um pequeno compartimento, com porta entalhada. Quando aberto, o tampo configura a mesa de escrever. Espelhos das fechaduras em bronze ricamente lavrado e puxadores em madeira torneados.

(...)A cômoda-papeleira é um móvel de guarda geralmente formado por três gavetões e duas gavetas, que serve para guardar roupas e pequenos objetos. Este móvel já é uma evolução da arca (caixa com tampo), que com o tempo foi sendo modificada e além da caixa, apareceram duas gavetas na parte inferior de sua estrutura. No século XVII, nos Países Baixos, surgiu um outro móvel de guarda, composto, que era uma cômoda, acrescida na parte superior de um escritório com escaninhos, nichos e gavetinhas, e um tampo móvel, que passou a ser conhecido com cômoda-papeleira.
A cômoda-papeleira só se tornou comum em Portugal na segunda metade do século XVIII. As mais belas peças em jacarandá datam desse período, nos estilos D. João V e D. José I, apresentando grande detalhamento nos entalhes e ferragens. As de estilo D. Maria I, final do século XVIII, são retilíneas, com inscrustações, muitas delas construídas com "segredos", disfarçados entre os escaninhos, com a finalidade de ocultar documentos.
A cômoda-papeleira de tampo inclinado é um móvel muito importante no mobiliário luso-brasileiro, que continuou a ser produzida até o início do século XIX; foi o tipo de escrivaninha de uso doméstico, urbano e rural.
FONTE: http://museucostapinto.blogspot.com.br/p/pecas-em-destaque_19.html
67
ART NOUVEAU (1890-1910) - Vitrine em madeira de Mogno maciço. Uma banda de porta envidraçada e espelhada. Apresenta na lateral direita quatro gavetinhas formando um platô e alçado com espelho, uma peanha de cada lado. Medidas: 231 x 121 x 50 cm.
68
CÔMODA PAPELEIRA ESTILO D. JOSÉ I. Brasil, século XIXI. MEDIDAS: 108x112x50 cm.
É um móvel sóbrio, rico em detalhes típicos das papeleiras da época, com escaninhos, gavetinhas e um engenhoso jogo de caixas superpostas, localizadas no fundo falso de um pequeno compartimento, com porta entalhada. Quando aberto, o tampo configura a mesa de escrever. Espelhos das fechaduras em bronze ricamente lavrado e puxadores em madeira torneados.
ORIGEM DO ESTILO: (...)A cômoda-papeleira é um móvel de guarda geralmente formado por três gavetões e duas gavetas, que serve para guardar roupas e pequenos objetos. Este móvel já é uma evolução da arca (caixa com tampo), que com o tempo foi sendo modificada e além da caixa, apareceram duas gavetas na parte inferior de sua estrutura. No século XVII, nos Países Baixos, surgiu um outro móvel de guarda, composto, que era uma cômoda, acrescida na parte superior de um escritório com escaninhos, nichos e gavetinhas, e um tampo móvel, que passou a ser conhecido com cômoda-papeleira.
A cômoda-papeleira só se tornou comum em Portugal na segunda metade do século XVIII. As mais belas peças em jacarandá datam desse período, nos estilos D. João V e D. José I, apresentando grande detalhamento nos entalhes e ferragens. As de estilo D. Maria I, final do século XVIII, são retilíneas, com inscrustações, muitas delas construídas com "segredos", disfarçados entre os escaninhos, com a finalidade de ocultar documentos.
A cômoda-papeleira de tampo inclinado é um móvel muito importante no mobiliário luso-brasileiro, que continuou a ser produzida até o início do século XIX; foi o tipo de escrivaninha de uso doméstico, urbano e rural.
FONTE: http://museucostapinto.blogspot.com.br/p/pecas-em-destaque_19.html
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CASSONE- Arca em nogueira,estilo Renaissence - Itália séc. XVIII. Fina talha, brasonada ao centro: figuração de cruz, sobreposta por elmo, ladeada por figuras fantásticas meio-humanas de lanceiros, entrelaçados. Ferragens originais. 73 x 131 x 66cm _________________FONTE: CASSONE O BAÚ DE CASAMENTO DA RENASCENÇA________O Cassone é uma caixa ou baú de casamento da Renascença. Normalmente encomendados em duplas, eram peças importantes de mobília, muitas vezes a peça mais cara da casa. Eles eram encomendados para um casamento, a fim de acomodar o dote da moça. Os noivos recebiam um dote da família da moça quando eles pediam suas mãos. Nas famílias conterrâneas, este consistia de uma quantia em dinheiro, bem como uma boa coleção de enxovais e tecidos para confecção de roupas, uma tradição. Eram altamente decorados. No século 15, eles foram muitas vezes pintados, enquanto na transição ao século 16, a madeira esculpida tornou-se o meio preferido. Pinturas de cenas da vida cotidiana ou da mitologia, geralmente com uma moral apontada para as virtudes da noiva. Caso contrário, eles podem ser apenas decorativos, com brasões das famílias e Grotescos: mascarões, ornamentos de arte aplicada redescobertos nas escavações romanas dos anos 1500 no Renascimento.
DETALHE FOTO: Assim, neste exemplo pintado no museu Horne (Florença) a partir de 1480, atribuído a Lorenzo di Credi, juntou-se os brasões de duas famílias: Rossi e Pitti, é pintado dentro de uma decoração grotesca que apresenta puttis. Estavam em uso em toda a Itália, eram muito populares em Florença, e muitos dos exemplos que vemos em museus do mundo são Toscanos (especialmente os mais pintados).
http://www.turismo.intoscana.it/allthingstuscany/tuscanyarts/cassone/
77
Papeleira D. Maria I em jacarandá, decorada com vaso de flores em marchetaria, dotada de 3 corpos, sendo o superior com 16 gavetas, seis de cada lado, quatro gavetas inferiores e prateleira interna encerrada por porta de duas folhas; corpo intermediário com porta basculante e internamente doze pequenas gavetas, escaninho central e duas grandes gavetas abaixo; mesa com saia ondeada com quatro pernas retas seguindo o mesmo estilo de decoração, forma o terceiro corpo, puxadores de gaveta em madeira. Medidas: 213 x 100 x 50 cm. Acompanha cadeira de braços em jacarandá claro filetada encosto vazado e assento de palhinha. Brasil, circa 1800.
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ORATÓRIO ESTILO PORTUGUÊS DOM JOSÉ . Móvel executado em madeira de cerejeira na década de 1940. Em dois corpos: cômoda papeleira com escrivaninha de alçado embutido e Nicho de oratório com prateleira. Na cimalha e na saia, fina talha de volutas, concheados, florões e vazados sob o penacho. Almofadas nas portas em Rocalhas bipartidas. Pernas recurvas ao gosto "Cabriolet", volumosas joelheiras e sapatas. Forros escurecidos. Medidas: 233 x 106 x 48 cm.
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CÔMODA estilo português DOM JOSÉ, SÉCULO XIX. MEDIDAS: 92x100x51 cm.
Móvel executado em madeira de Jacarandá. Na saia, fina talha de volutas, florões e concheados. Almofadas e Rocalhas nas gavetas, puxadores originaisem bronze. Pernas recurvas ao gosto "Cabriolet", volumosas joelheiras e sapatas.


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Antiga mesa estilo Colonial Português-Manuelino. (8) cadeiras, sendo duas de braços. Em madeira nobre entalhada. Cadeiras com encostos e assentos em couro pirogravado e com tachas douradas. Medidas mesa aberta, com 2 tábuas: 76 x 165 x 104 cm. Mesa fechada: 76 x 115 x 104 cm. Medidas cadeiras com braços e sem braços: 114 x 62 x 49 cm. e 105 x 42 x 45 cm.
87
Antigo ÉTAGER estilo Colonial Português-Manuelino. Em madeira nobre entalhada e torneada. Formado por 2 bandas de porta, tendo estas vidros bisotados. Parte inferior formada por uma porta em cada lado e tendo ao centro 3 gavetas. Interior com espelho. Adornos em bronze polido.ÉTAGER (fusão de buffet com cristaleira, ou louceiro) Medidas: 203 x 169 x 51,5 cm.
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Porta bibelots em madeira laqueada, estilo Art Nouveau. Três platôs, braços colaterais, encimado por espelho. Medidas: 135 x 78 x 28 cm.
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Elegante conjunto para sala de visitas composto por namoradeira e 2 cadeirinhas. Século XIX. Em madeira nobre, com ricos e delicados entalhes. Encostos emmedalhão com palhinha tendo ao centro placa em madeira com marqueterie: "Rosa dos Ventos". Originalmente em molas de cobre. Assentos em tecido. Pernas torneadas com detalhes em perolados. Med. 96x94x51 cm (sofá) e 91,5 cm (altura das cadeiras).
92
Aparador em ferronerie gráfica, base em mármore negro e tampo de vidro. SP, anos 1940.
86x47x150 cm.
93
Aparador estilo "Terri della Stufa" , forrado em pele de cobra (imitação) e tampo em espelho. SP, anos 1970.
80x39x139 cm.
93
Cômoda Papeleira Estilo D. José I. Brasil, século XIX. Medidas: 108 x 112 x 50 cm.
É um móvel sóbrio, rico em detalhes típicos das papeleiras da época, com escaninhos, gavetinhas e um engenhoso jogo de caixas superpostas, localizadas no fundo falso de um pequeno compartimento, com porta entalhada. Quando aberto, o tampo configura a mesa de escrever. Espelhos das fechaduras em bronze ricamente lavrado e puxadores em madeira torneados.
ORIGEM DO ESTILO: (...)A cômoda-papeleira é um móvel de guarda geralmente formado por três gavetões e duas gavetas, que serve para guardar roupas e pequenos objetos. Este móvel já é uma evolução da arca (caixa com tampo), que com o tempo foi sendo modificada e além da caixa, apareceram duas gavetas na parte inferior de sua estrutura. No século XVII, nos Países Baixos, surgiu um outro móvel de guarda, composto, que era uma cômoda, acrescida na parte superior de um escritório com escaninhos, nichos e gavetinhas, e um tampo móvel, que passou a ser conhecido com cômoda-papeleira.
A cômoda-papeleira só se tornou comum em Portugal na segunda metade do século XVIII. As mais belas peças em jacarandá datam desse período, nos estilos D. João V e D. José I, apresentando grande detalhamento nos entalhes e ferragens. As de estilo D. Maria I, final do século XVIII, são retilíneas, com inscrustações, muitas delas construídas com "segredos", disfarçados entre os escaninhos, com a finalidade de ocultar documentos.
A cômoda-papeleira de tampo inclinado é um móvel muito importante no mobiliário luso-brasileiro, que continuou a ser produzida até o início do século XIX; foi o tipo de escrivaninha de uso doméstico, urbano e rural.
FONTE: http://museucostapinto.blogspot.com.br/p/pecas-em-destaque_19.html
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SALVATORE DINUCCI- Conjunto de aparador e espelho patinados. SP, anos 1940. Aparador: 89x40x105 cm. Espelho: 124x70 cm.

REFERÊNCIA: O mobiliário de S. Dinucci é valorizadíssimo até os dias de hoje, e disputado nos leilões por quem entende do assunto. Dinucci foi um marceneiro, nos anos 1940, que caiu nas graças da colônia sírio-libanesa paulistana, e em seguida, de todos os ricos e poderosos. Na época, as casas eram decoradas segundo um conceito rígido, em que tudo era absolutamente do mesmo padrão, e Dinucci fez muitas delas. Em oposição ao colonial, escuro e pesado, o mobiliário Dinucci era pintado em tons pastéis, muitos em branco, e ornamentados com ferronerie dourada, com elementos gráficos ou formas da natureza. Algo entre o Barroco Moderno, ou o Regência ao estilo Hollywood, com muito glamour, mas ao mesmo tempo leve e elegante. Sobre a vida do italiano Dinucci a informação é escassa, mas seu legado é merecidamente reconhecido.
94
CÔMODA PAPELEIRA ESTILO DOM JOÃO V - Brasil, século XIX
Medidas: 112 X 123 x 70 cm.

É um móvel sóbrio, rico em detalhes típicos das papeleiras da época, com escaninhos, gavetinhas e um engenhoso jogo de caixas superpostas, localizadas no fundo falso de um pequeno compartimento, com porta entalhada. Quando aberto, o tampo configura a mesa de escrever. Espelhos das fechaduras em bronze ricamente lavrado e puxadores em madeira torneados.

(...)A cômoda-papeleira é um móvel de guarda geralmente formado por três gavetões e duas gavetas, que serve para guardar roupas e pequenos objetos. Este móvel já é uma evolução da arca (caixa com tampo), que com o tempo foi sendo modificada e além da caixa, apareceram duas gavetas na parte inferior de sua estrutura. No século XVII, nos Países Baixos, surgiu um outro móvel de guarda, composto, que era uma cômoda, acrescida na parte superior de um escritório com escaninhos, nichos e gavetinhas, e um tampo móvel, que passou a ser conhecido com cômoda-papeleira.
A cômoda-papeleira só se tornou comum em Portugal na segunda metade do século XVIII. As mais belas peças em jacarandá datam desse período, nos estilos D. João V e D. José I, apresentando grande detalhamento nos entalhes e ferragens. As de estilo D. Maria I, final do século XVIII, são retilíneas, com inscrustações, muitas delas construídas com "segredos", disfarçados entre os escaninhos, com a finalidade de ocultar documentos.
A cômoda-papeleira de tampo inclinado é um móvel muito importante no mobiliário luso-brasileiro, que continuou a ser produzida até o início do século XIX; foi o tipo de escrivaninha de uso doméstico, urbano e rural.
FONTE: http://museucostapinto.blogspot.com.br/p/pecas-em-destaque_19.html
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Mesa de centro estilo Neoclássico em bronze, pés ligados por roseta,tampo de mármore “Cartier”. Europa, anos 1940. 48x50x95 cm.
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