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Gallery Galeria Paiva Frade
Next auction: 16/11/2021, 20:00h
Exhibition
at Galeria Paiva Frade
Av. Getulio Vargas, 350, Centro - São Lourenço - MG
Gallery contacts
Phone: 55 (35) 3332-4150 / 55 (35) 3331-6966
Email: paivafrade@paivafrade.com.br
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Auctioned Pieces
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1
2
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1
Busto em bronze – representando Mozart – medindo 31 cm. altura – sobre base em mármore
6
Casal de "Cães de Fó", entalhados em madeira "Rosewood", a fêmea tem filhote sob o pé, China cerca de 1940. Medidas:13x9x8 cm.
12
ISABEL DO BRASIL
Princesa Isabel (A REDENTORA) antigo busto, raríssimo sinete para coleção.
Bronze maciço espessurado a prata,
Base virgem sem monograma ou brasão.
Escultura produzida de rara fotografia da PRINCESA ISABEL, onde seu cabelo está disposto amarrado para trás e cacheado em cima das orelhas, diferente das fotos mais comuns onde isabel dispõe de um cabelo curto e cacheado.
Medidas: 7 x 3,5 x 2,5 cm.

16
ACADEMIA JULIAN - PARIS - INÍCIO DO SÉC XX

H. MORIE - (Hokuzan Ogiwara Morie, 1879 - 1910)

Primeira fase Académie Julian Paris: H. MORIE
Escultura em bronze, representando homem, provavelmente auto retrato (vide foto) com adaga, torso nu, portando capa. Base de mármore. Medidas: 41 X 16 cm.

BIOGRAFIA:
Escultor do período Meiji no Japão. Seu nome verdadeiro era Morie Ogiwara (荻 原 守衛).
Considerado um dos pioneiros da escultura de bronze moderna no Japão.

Ogiwara nasceu em Azumino, nas montanhas do centro do Japão, mudou-se para Tóquio em 1899, viajou para Nova York em 1901 para estudar New York School of Art. Em 1903 foi para Paris, estudou na famosa Académie Julian. Conheceu Rodin pessoalmente e recebendo instruções dele decidiu dedicar exclusivamente à escultura de bronze.

Embora sua carreira tenha sido curta e ele tenha deixado apenas algumas obras, Ogiwara influenciou fortemente o desenvolvimento da escultura moderna no Japão.

Os originais de suas obras Woman e Hojo Torakichi foram listados pelo governo japonês como Propriedades Culturais Importantes do Japão . Agora são exibidos no Museu Nacional de Tóquio, enquanto o original de bronze da Mulher está no Museu Nacional de Arte Moderna de Tóquio .
36
EDOUARD DROUOT ( Sommevoire, France 03/04/1859-1945)
"On the track of deer" (na trilha dos cervos)
Escultura em bronze, marfim, base em mármore. 53x61 cm.
Peso:18 k.

"(...) Em Paris foi aluno d ehomas e Mathurin-Moreau, medalha de bronze no Salão de 1892, e Menção Honrosa na Exposição universal de Paris ano 1.900." (...) the Dictionary of Sculptors in Bronze, James Mackay, página 111.

Reproduzida fotograficamente na página 141, “Art deco and other figures” by Brian Catley, Antique collectors club.

Reproduzido no livro: ”Les bronzes de XIXe siècle” by Pierre Kjellberg, Les éditions des amateurs

29 outras esculturas reproduzidas na enciclopédia ABAGE- Bronze- Sculptors & Founders, Harold Berman.

Reproduzida fotograficamente no livro: Statuettes art deco period, 2016 -Alberto Shayo
39
FRANZ IFFLAND (1862 Berlin – 1935 Ebenda)
Medidas: 20 x 12 x 12 cm.
Original busto em pewter com douração.
Intitulado: "SALOMÉ", e assinado no verso.
Acrecido de base em mármore espanhol Crema Marfil.
*Artista catalogado no Abage - Harold Berman, com outras 23 esculturas catalogadas fotograficamente.
56
GEORGES OMERTH (France 1895-1925)
"A pequena jardineira", escultura em bronze e biscuit branco. Assinado. Medidas: 15,5 x 12,5 x 6 cm.
*Artista catalogado no ABAGE, Harold Berman, com 19 outras esculturas reproduzidas fotograficamente.
64
Antigo serviço de licoreiro e floreiro em grupo escultórico de bronze figurando "Cervo". Hastes e bases das garrafas em bronze Ormolu. Suspiro em cristal doublé rosado lapidado e acidado. Alemanha, século XIX. Medidas: 38 x 26 x 15 cm.
68
Assinatura Ilegível , acrescida da inscrição: K. E. KÄMPF-BERLIN- Antiga escultura em bronze alemão, figurando dançarina nua com pandeirola. Base em mármore. Assinada. Alt. total 20,5cm.
72
FRIEDRICH GOLDSCHEIDER (Austrian, 1845-1897)
Faiança policromada marcada no selo: "Reproduction Reserve", no estado.
73x33x16 cm
AUTORIA: Arthur STRASSER (1854-1927)
"ABLA"- filha do rei Zoheir- Prometida a ANTAR, filho do emir Cheddad, que morreu de pé em seu cavalo, de uma flecha envenenada, trazendo de volta os mil camelos Açafir que lhe dariam o direito de se casar com ABLA. REPRODUZIDA NO LIVRO de Stéphane Richemond, "Orientalistas de terracota dos séculos XIX", L'Objet d'Art, abril de 1995.


REFERÊNCIAS: https://www.lotsearch.net/lot/abla-epreuve-en-terre-cuite-polychrome-signee-et-cachet-de-goldscheider-37926259?page=1&orderBy=dollarBasedPrice-hammerPrice&order=DESC
REFERÊNCIAS: https://www.invaluable.com/auction-lot/Friedrich-GOLDSCHEIDER-1845-1897-,-Jeune-orienta_32B4672A6C/#
REFERÊNCIAS: https://www.christies.com/lot/lot-friedrich-goldscheider-1845-1897-buste-de-berbere-5697518/
73
FRIEDRICH GOLDSCHEIDER (Austrian, 1845-1897)
«Antar, fils de l'Emir Cheddad».
Faiança policromada e marcada com selo: "Reproduction Reserve". No estado.
MEDIDAS: 73x56x22 cm
Escultura policromada, autor: Arthur Strasser (1854-1927) Escultor e pintor vienense, que fez várias esculturas para Goldscheider.

HISTÓRICO: “Antar era um guerreiro e poeta árabe, filho do emir Cheddad e Zebiba, um escravo negro adquirido em uma incursão, ele obteve o posto de homem livre por sua bravura. Ele morreu de pé em seu cavalo, de uma flecha envenenada, trazendo de volta os mil camelos Açafir que lhe dariam o direito de se casar com Abla, filha do rei Zoheir. "

BIOGRAFIA: Páginas 24 e 68 em Goldscheider de O. Pinhas Ed. R. Dennis 2006.
Página 224 N ° 5 em Terres cuites orientalistes et africanistes, de Stéphane Richemond, les éditions de l'amateur 1999.
Modelo N ° 903

REFERÊNCIAS:https://www.galerieorigines.com/en/artwork/collections/art-nouveau/goldsheider-manuf-polychrome-sculpture

76
DÉCIO VILLARES (1851-1931) - Pintor responsável por executar a primeira pintura da bandeira do Brasil.
CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
Escultura em bronze: "República".
Medidas: 21 x 19,3 x 11,4 cm. com base; 18 x 16 x 10 cm. (escultura).

Décio Villares em muito explorou o tema da República: Nesta representação rara em bronze, observamos uma senhora com o os seios à mostra, remetendo-nos a Mariane - Representação da República Francesa posta a sanar a fome do povo.

BIOGRAFIA: Em 1889, Benjamin Constant, ministro da Guerra da República Velha, aprovou a arte final, que serviu de base à pintura a óleo de Villares. Esta foi molde para que as costureiras confeccionassem as primeiras bandeiras da República.

Os republicanos, defendiam a separação de Estado e Igreja e apoiaram o desenho da Bandeira Nacional, concebido por Raimundo Teixeira Mendes em novembro de 1889, após a Proclamação da República. Os rascunhos foram feitos em dois papéis, sendo que Décio Villares foi o responsável pelo desenho da esfera, onde vem as estrelas e os dizeres "Ordem e Progresso".
Em 2010, foi furtada. A Polícia Federal e a Interpol foram acionadas, mas a obra até hoje não foi recuperada.
Filho de um monarquista detentor do título de Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa, garantiu-lhe a entrada no Colégio Pedro II e depois na Academia Imperial de Belas Artes, onde matriculou-se na principal instituição de ensino superior em Artes Plásticas do país, relevante para a vida cultural do Império.
A partir 1870, Villares foi caricaturista na Comédia Social, publicada por Pedro Américo e seu irmão Aurélio de Figueiredo. Posteriormente, Aurélio e Villares trabalharam juntos no atelier de Pedro Américo em Florença.
Estudou na Europa por nove anos no exterior, tendo em 1872, quando foi para Paris e matriculou-se no atelier de Alexandre Cabanel, artista francês dos mais influentes na pintura acadêmica e opositor dos impressionistas - era o preferido de Napoleão III.
Villares foi premiado no Salão de Paris de 1874, ganhando a medalha de ouro de melhor pintura de artista estrangeiro.
Em sua estadia em Paris, Villares, deixa o catolicismo e afirma-se na perspectiva positivo-materialista inaugurada pelo filósofo Auguste Comte e, pinta a obra Virgem da Humanidade para o Templo Positivista de Paris. O positivismo torna-se uma constante na sua obra, inclusive o lema "Ordem e Progresso", que usou na bandeira nacional.
Por suas ideias positivistas, se recusa a se naturalizar francês, e perde o cargo de professor da Académie des Beaux-Arts de Paris, conquistado em concurso.
Regressado ao Brasil em 1881, trabalhou esculturas e vários bustos de personagens históricas.
Após seu retorno da Europa, Villares juntamente com Aurélio de Figueiredo recebem uma grande encomenda oficial: 18 telas retratando índios Botocudos para a Exposição Antropológica de 1882, no Museu Nacional com a presença do imperador, D. Pedro II, e da princesa Isabel.
Em 1887, foi eleito professor de pintura histórica na Academia Imperial de Belas Artes, mas nunca assumiu, pedindo inclusive a extinção da Academia de Belas Artes.
Morreu considerado insubordinado recusou o cargo de professor na Ècole de Beaux Arts de Paris e, ao voltar ao Brasil, na Escola Nacional de Belas Artes.
No Museu Nacional de Belas Artes se encontram 22 trabalhos de Villares.
No dia seguinte à sua morte parte de suas obras é incendiada por sua esposa, que num acesso de loucura ateou fogo em seu ateliê.
78
AGATHON LÉONARD ( Aghaton Van Der Weyderveld, Belgian 1841 - 1923 ).
Figura número 13. Criação do ano 1.899. Consta da marca número 54: (1850-1899)*
*Página, 344. Acrescida da inscrição:V-1900-10.
*Marca Reproduzida no livro: "SÉVRES- Des origines à nous jours",1978. Página, 344.
Medidas: 54 x 29 x 29 cm.

COTAÇÃO INTERNACIONAL, VENDIDA NA CHRISTIE'S POR MAIS DE US$ 40.000 E COM REPLICAS VENDIDAS NA EXPOSIÇÃO DE SEVRES EM PARIS, NO ANO DE 2005, POR 7.911 EUROS.

“LE JEU DE L’ECHARPE”, “THE SACARF GAME”: UMA COREOGRAFIA REVELADA.
Em 1897, Alexandre Sandier (1843-1916), novo diretor artístico da Manufacture de Sèvres, notou durante uma exposição os modelos de um projeto de decoração destinado a enfeitar um salão de dança, fez grande sucesso. O artista AGATHON LÉONARD , foi então convidado a adaptar essas figuras de dançarinos a um projeto maior, especialmente em porcelana BISQUIT. O vestido fluido, de cintura alta e mangas largas, lembra o da DANÇARINA AMERICANA LOÏE FULLER , pioneira da dança moderna que inventou, em 1891, um espetáculo coreográfico que brincava com projeções luminosas em seu traje e véus.
O conjunto é composto por quinze estatuetas: onze dançarinas, duas musicistas e duas portadoras de tochas. Foi apresentado naEXPOSIÇÃO UNIVERSAL DE PARIS DO ANO1900,onde foi saudado pela crítica e pelo público e premiado com umaMEDALHA DE OURO.  Essas estatuetas graciosas e sinuosas traduziram de maneira brilhante para o espaço o espírito doMOVIMENTO ART NOVEAU, tornando-as EMBLEMÁTICAS .
Um exemplar foi dado comopresente diplomático ao Czar e à Imperatriz da Rússia em outubro de 1901.Conjuntos completos são mantidos na Embaixada da França em Praga, no Victoria & Albert Museum em Londres e no Museu Nacional de Cerâmica de Sèvres.

REFERÊNCIAS: https://www.sevresciteceramique.fr/galerieshowroom/les-univers-de-sevres/product/surtout-du-jeu-de-l-echarpe.html
https://www.sevresciteceramique.fr/galerieshowroom/les-univers-de-sevres/product/les-danseuses.html

BIOGRAFIA: AGATHON mudou-se para Paris ainda muito jovem e estudou escultura na École des Beaux-Arts de Paris com Eugène Delaplanche. Tornou-se membro da Société des Artistes Français em 1887 e membro da Société Nationale des Beaux-Arts em 1897.Expôs regularmente em toda a França e foi nomeado chevalier da Légion d'Honneur em 1900.
Alguns de seus melhores trabalhossão estudos de dançarinos, como La Cothurne, modelado em 1895 e fundido em 1900. “O Jogo da Echarpe”, executado em um estilo
fin-de-siècle , Art Nouveau;
Versões em bronze da obraforam realizadas pela fundição Susse Frères Editeurs. Produziu trabalhos em mármore, quartzo e marfim. Seu baixo-relevo de Santa Cecília pode ser encontrado no Museu Abbeville ; o Museu de Nantes abriga um busto intitulado “O Saqueador de Naufrágios.”

80b
Franz Heise
Busto em bronze figurando Duque de Caxias
datado 1941
Fundição Zani Rio
Medidas escultura: 16 x 16 x 8 cm.
Medidas base: 6 x 14 x 9 cm.
Altura total: 21,5 cm.

Nascido no dia 11 de maio de 1891 em Hamburgo - Alemanha,
No final da década de 1920 chega ao Rio de Janeiro
Foi de excelência acadêmica, discípulo de Carl Bennewitz e Rheinhold Begas.
Na Alemanha, Heise realizou obras públicas como as Valkírias. Com Carl Bernewitz ele tomou gosto pela escultura. Mas foi com Rheinhold Begas com quem Heise desenvolveu toda sua técnica e influência.
Muito católico, por quase toda sua vida no Brasil ele residiu no sótão de uma igreja na zona leste de São Paulo, com sua esposa.
Realizou várias obras pelo sudeste, centro oeste, sul, Nordeste.
Entre os trabalhos constam obras de real importância, por exemplo:
Busto do Duque de Caxias,
Busto do Conde de Afonso Celso,
Busto de Yolanda Pereira [Miss Universo 1930]
Cabeça do Maestro Walter Burle Marx
entre outras.

Participou de exposições com nomes importantes da arte brasileira como por exemplo, Cândido Portinari, John Graz, Tarsila do Amaral, Dimitri Smailovitch, Di Cavalcanti, Anita Malfatti e Carolina Penteado da Silva Telles entre outros.

Em 1931, Participou do Salão Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro
Em 1933, Participou do Salão Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro

Afirmou Roberto Burle Marx: "o seu academicismo sem concessão talvez tenha sido a causa do isolamento em um sótão de uma igreja""


Faleceu em 1977.
81
DUQUE DE CAXIAS
Assinado Irmãos Mueller - Curitiba
busto em bronze
Patrono do Exército Brasileiro o antes Marques de Caxias que mais tarde torna-se o Duque de Caxias, sendo o único homem a receber este titulo no governo de D. PEDRO II, já neste período marechal do exército e MINISTRO DA GUERRA DO BRASIL.
Med. 24 cm

Fundição Mueller
Em 1843 nasce na Suíça Gottlieb Mueller. Aos 25 anos, Müller emigra para o Brasil, mais especificamente para a cidade de São Francisco do Sul, no litoral catarinense. No ano seguinte, casa-se em Joinville com Ana Maria Baumer, cuja família residia ali há muitos anos. Em 1877 muda-se para Curitiba com a família. Tinha então sete filhos: Rudolpho, Oscar, João, Adolpho, Alfredo, Ana, Sofia e Maria. Em 1878, instala uma oficina de ferraria em um terreno situado na saída da cidade, entre a estrada da Graciosa (atual Avenida Cândido de Abreu) e a estrada do Assungui (atual Rua Mateus Leme). Toda a família comemorou a fundação da sua pequena indústria.

Com uma bigorna e um fole de mão, Gottlieb Mueller reparava e recolocava peças nos carroções que transportavam todo tipo de mercadoria. Sendo ponto obrigatório de parada no final do século XIX, a ferraria tornou-se um negócio próspero. Juntamente com a oficina, Mueller aliou à parte mecânica um forno para fundição que forneceria serviços de tornearia e usinagens. Aos poucos, novas máquinas foram sendo adquiridas e a fundição impulsionava o desenvolvimento de outras empresas da época, como os engenhos de mate e serrarias.

Não querendo mais viver como estrangeiro, em 18 de janeiro de 1883, Mueller firmou uma carta imperial e tornou-se cidadão brasileiro. No mesmo ano foi nomeado pelo governo provincial Segundo Suplente de Delegado de Polícia, participando ativamente da vida política. Seis anos depois, em 1889, recebeu do governo imperial uma valiosa espada e a patente de Capitão da Guarda Nacional por serviços prestados à sua pátria adotiva.

Além da vida política, sua vida nos negócios era intensa, pois iniciou contato com várias empresas européias visando à implantação de máquinas, locomotivas e outros artigos de ferro. Dessa forma, foi aperfeiçoando sua indústria. O jornal O Estado do Paraná, no ano de 1978, publica uma matéria atribuindo a Gottlieb o papel de precursor da Previdência Social, já que havia criado a Caixa Mútua, que proporcionava aos funcionários e operários de sua empresa assistência médica e dentária, remédios a preço de custo, empréstimos, auxílio funeral e outras vantagens, mediante um pequeno desconto da folha do operário, ficando o restante a cargo da empresa. Mesmo antes de surgirem leis de proteção ao trabalhador, Mueller já pagava férias e remunerava os aprendizes menores e os operários não qualificados. [1]

Seus filhos, antes de serem seus sócios, foram seus operários. Casaram-se e constituíram família, alguns deles, inclusive, já haviam se formado em Engenharia na Europa. Rudolpho e Oscar, os filhos mais velhos, e o genro, Guilherme Lindroth, foram admitidos como sócios e a firma foi organizada sob o nome de “Mueller e filhos”.

Em 1902 falece Gottlieb Mueller, porém seus filhos e demais membros da família prosseguem suas atividades até 1909, quando a sociedade é reorganizada, mudando a razão social da firma para “Mueller Irmãos Ltda.” e é como este nome que os jornais de comércio e as propagandas anunciam a empresa no início do século XX.

Durante a Primeira Grande Guerra, a empresa cooperou com o exército nacional, somando-se ao esforço bélico [2]. A indústria foi visitada e os técnicos militares verificaram que estava em condições de produzir granadas em grande quantidade na fundição.

Após a guerra, grandes investimentos são feitos no parque fabril. Entretanto esse período pós guerra também é marcado por sucessivas mortes: em 1927 morre Oscar Charles Mueller, diretor de Importação da empresa na Europa; nos anos de 1935 e 1936 falecem Alfredo Mueller e o engenheiro Adolpho Mueller, restando apenas os sócios Rudolpho e João, que vieram a falecer nos anos de 1939 e 1943, respectivamente. Apesar dessas perdas, a empresa continuou diversificando e aumentando sua linha de produção.

Na comemoração dos 70 anos de existência, em 1948, a fundição contava com 400 funcionários, quatro fornos de ferro e um de aço, sendo os dirigentes os netos do pioneiro Gottlieb, Edmundo Lindroth e Armin Mueller. Dois antigos funcionários chegaram ao cargo de direção: João Delitsch e Alfredo Woellner. Cinco anos mais tarde, a comemoração do 75º aniversário da empresa enalteceu a figura de Gottlieb Mueller por seu pioneirismo na indústria paranaense, bem como na previdência do Brasil. Com 90 anos de existência, a empresa possuía uma sociedade composta pelos netos do velho Mueller: Armin Mueller, Edmundo Lindroth, Egon Mueller, Orlando Mueller e outros colaboradores da empresa. Comemorou-se também o novo complexo, que visava melhorar as condições de produção em diversas seções. Com a matriz localizada na Rua Mateus Leme (com uma área de 13000m2) e uma filial no Pinheirinho (com área de 15000m2), no ano de 1973 a empresa possuía mais de 600 funcionários e seus produtos estampavam a marca Marumby.

A família Müeller administrou a empresa até a década de 1970, quando, devido a problemas financeiros, vendeu a empresa. Nesta época a empresa contava com uma fábrica de fogões no Rio Grande do Sul e uma Usina de Ferro próximo a Rio Branco do Sul, além de fábricas em Curitiba. Tinha uma produção em torno de 1000 toneladas de ferro lingotado de alta qualidade, máquinas, equipamentos, bombas hidráulicas, fogões, peças de ferro fundido, aço, carbono e manganês e de metais não ferrosos e pregos.

A nova fase da empresa acabou por desativar o prédio localizado na Rua Mateus Leme, que em 1978 foi comprado por dois empresários, Salomão Soifer e Milton Gurtensten. Em uma entrevista concedida ao Jornal do Estado, no ano de 2003, a historiadora Tatiana Marchetti afirma que “[...] o ambiente industrial já não combinava com a região, que estava se modernizando.” [3] Vislumbrando o potencial do prédio de abrigar um shopping, iniciaram as obras em 1981, mantendo algumas características originais. Em 1983, os novos proprietários inauguraram o shopping, tornando-se o primeiro de Curitiba, e cujo nome foi o mesmo do pioneiro da fundição, Mueller. A escolha do nome se deu pela força da tradição que a antiga fundição possuía, cuja localização era conhecida por todos na cidade
82
FRANCISCO DOS SANTOS
(Paiões, Rio de Mouro, Sintra, 22 de Outubro de 1878 — 27 de Junho de 1930, Rio de Mouro, Sintra)
“Rainha Isabel de Portugal”.
MEDIDAS: 37 CM
Escultor e entalhador português discípulo de Simões de Almeida e Charles Verlet.
Tem obras em diversos museus europeus e catalogado em vários livros de arte e escultura.

BIOGRAFIA:
Filho de um sapateiro pobre em Paiões, vilarejo de Rio de Mouro, Sintra, ficou órfão de pai aos dois anos de idade. Por iniciativa do pároco da freguesia entrou para a Casa Pia de Lisboa em 1887, revelando especiais aptidões para o desenho e para a escultura. Matriculou-se na Escola de Belas-Artes de Lisboa em 1893, onde foi aluno de José Simões de Almeida (tio), vindo a terminar o curso com distinção cinco anos mais tarde. Neste período foi jogador de futebol, inicialmente no Casa Pia e, mais tarde, a nível oficial, no Sporting Clube de Portugal.
Em 1903 partiu para Paris, como pensionista, para frequentar a Escola de Belas Artes. A bolsa de estudo era magra e na capital francesa passou por dificuldades financeiras. Frequentou o atelier de Charles Raoul Verlet e desposou Nadine Dubose, de nacionalidade francesa. Em 1906, graças a um subsídio concedido pelo Visconde de Valmor pode partir para Roma, para prosseguir os seus estudos e aprimorar a sua arte escultórica. Foi aí que executou a estátua Crepúsculo (1906), atualmente no Museu do Chiado, em Lisboa. Ainda lutando com dificuldades financeiras, agora pai de uma criança, lecionou francês e jogou futebol na equipe do Lazio, que chegou a capitanear e onde se destacou, tornando-se no primeiro futebolista português a jogar no estrangeiro.
Regressou a Portugal em 1909; no ano seguinte, no contexto da Implantação da República Portuguesa, venceu o concurso promovido pela Câmara Municipal de Lisboa para a eleição do busto feminino oficial da República portuguesa. No plano desportivo, prosseguiu a sua carreira no Sporting Clube de Portugal, como jogador. Foi um dos fundadores da Associação de Futebol de Lisboa e foi, também, árbitro de futebol.
A sua obra adota, "numa situação tardo-naturalista, intenções simbolistas" que seriam desenvolvidas de outro modo por escultores do primeiro modernismo nacional.Esculpiu Salomé, 1913, Beijo, 1915, Nina (obras pertencentes ao Museu do Chiado), e Prometeu, atualmente no Jardim Constantino, Lisboa. Foi ainda autor da escultura mortuária Poeta para o túmulo de Gomes Leal, no Cemitério do Alto de São João, em Lisboa, e o principal escultor do Monumento ao Marquês de Pombal, na praça do mesmo nome em Lisboa, depois de vencer o concurso aberto em 1915 para seleção do melhor projeto (em colaboração com os arquitetos Adães Bermudes e António do Couto).
Na pintura, assinale-se a sensualidade dos seus nus femininos.
Francisco dos Santos faleceu, inesperadamente, em Rio de Mouro, onde tinha nascido, às 4 da madrugada de 29 de Abril de 1930, vitimado por uma congestão.
Monumento ao Marquês de Pombal sua obra mais importante

87
Escultura em bronze representando figura de bailarina com ramalhete. Medindo 56 cm. de altura.
88
Busto em bronze representando figura de César. Medindo 23 cm. de altura.
89
Ceschiatti, Alfredo (Belo Horizonte, 1918 — Rio de Janeiro, 1989)
"Pietá"
Reprodução em bronze. 53x18x18 cm.
106
ALFREDO CESCHIATTI(1918-1989)
"A Criação do Homem"
Conquistou com "A Criação do Homem", o prêmio de viagem ao exterior no 51º Salão Nacional de Belas Artes.
Placa em bronze
Medindo: 45 x 56 cm. -
Peça assinada
Datada 1944

Foi um dos principais colaboradores de Oscar Niemeyer na integração arte-arquitetura.
Em 1940, entra para na Escola Nacional de Belas Artes.
Em 1944, surge o primeiro projeto com Oscar Niemeyer: O baixo-relevo do batistério da Igreja de São Francisco de Assis, na Pampulha, em Belo Horizonte.
Em 1948 realiza a primeira exposição individual no Instituto dos Arquitetos do Brasil - IAB.
Em 1956, vence o concurso de projetos para o Monumento aos Mortos da II Guerra Mundial, no Rio de Janeiro, alusivo às Três Forças Armadas.
Integrou a Comissão Nacional de Belas Artes em 1960.
De 1963 a 1965 lecionou escultura e desenho na Universidade de Brasília.
De sus famosas obras em Brasília, destacam-se:
As Banhistas, em frente ao Palácio da Alvorada,
A Justiça, em frente ao Superior Tribunal Federal,
Os Anjos e Os Quatro Evangelistas, na Catedral,
As Gêmeas, na cobertura do Palácio do Itamaraty.
116
Emile Louis Picault (1833-1915) -
PICAULT - "L'Homme Etle Le Passe".
Escultura de petit bronze.
Assinado e titulado.
Made in France.
Base de mármore rajado.
Medidas: 80 x 30 x 37 cm.

Émile Louis Picault - 1833 - 1915
Foi um escultor francês conhecido por suas obras retratando temas alegóricos, patrióticos, heróicos e mitológicos.
Picault foi um artista muito prolífico, produzindo esculturas em abundância - mais de 500 modelos no total - durante sua longa carreira de escultor.
Começou expondo no Salão de 1863.
De 1867 em diante expos as obras, no salão de Belas Artes de Pais:

Le Supplice de Tantale (1867)
Persée délivrant Andromède (1880)
Le Génie du progrès et Nicolas Flamel (1885)
Le Cid (1886)
La Naissance de Pégase (1888)
La Force Domtée
Le Génie des sciences (1894)
Le Génie des Arts (1895)
Le Livre (1896)
Le Drapeau "ad unum" (1898)
Vox progressi (1903)
Belléphoron (1906)

Recebeu medalha de ouro em 1888 com as esculturas: Joseph expliquant les songes du Pharaon e L'Agriculture.

Em outros anos foi laureado com:
Andromède (1892)
Prométhée dérobant le feu du ciel (1894)
La Vaillance (1896)
Vertus civiques (1897)
Le Minerai (1902)
La Forge (1905)
Science et Industrie (1909)
Propter gloriam (1914)

O trabalho de Picault pode ser visto em museus nas seguintes cidades:

Chambéry ( Le Semeur d'idées , 45 cm)
Clermont-Ferrand ( Hébé , 93 cm)
Maubeuge ( Le devoir, Honor patria , 45 cm)
Troyes ( La famille, joies et peines )
117
ESCULTURA EM BRONZE, COM SELO DE FUNDIÇÃO FRANCESA E NUMERAÇÃO (1875-1930)
Figura trabalhador de mineração.
Medida escultura: 40,5 x 21,5 x 16 cm.
Base de mármore.
Medida total: 42,5 x 24 x 17 cm.

A Société des Bronzes de Paris: em funcionamento aproximadamente de 1875 a 1930, esta fundição estava localizada na 41 boulevard du Temple e 14 na rue Béranger em Paris. Uma oficina de fabricação também é mencionada em 117 boulevard Voltaire.

122
ALEXANDER ARCHIPENKO - Kiev 1887-1964 NY -
Mulher penteando o cabelo de 1914.

MEDIDAS: 61 X 15 X 20cm.

Base em mármore
* Tiragem especial comemorativa do Artista em NY

"Figura cubista", escultura em bronze assinada.
Selo da "Roman Bronze Works (Exposition) New York".

Archipenko produziu esta famosa composição em três tamanhos - 35 cm, 56,5 cm, 108 cm

Estatueta semelhante está no Museu de Arte Moderna de Nova York reproduzida no catálogo "Alexander Archipenko Tribute. Washington / Tel Aviv. 1987

A escultura pertence ao período experimental "heróico" da obra de Archipenko, quando, a partir do cubismo, o artista criou uma nova forma plástica que lhe trouxe fama mundial.

O artista ucraniano-americano Alexander Archipenko é considerado um dos mais importantes escultores de vanguarda da primeira metade do século XX.

Após estudos em Kiev e Moscou, Archipenko trabalhou em vários locais europeus a partir de 1908:

Paris, onde entrou em contato com a vanguarda francesa, tornou-se membro temporário da “Section d'Or”.

Alemanha, onde expôs na galeria de Berlim “Der Sturm” assim como no Folkwang-Museum.

Em 1910 expôs no Salon des Indépendants , Salon d'Automne juntamente com Georges Braque e outros

Em 1923, finalmente emigrou para os EUA, onde deu continuidade à obra de educação artística que havia iniciado na Europa.

Fundou uma escola de arte em Nova York e Los Angeles e lecionou na New Bauhaus em Chicago.

As esculturas de Archipenko compreendiam elementos do cubismo, por um lado transfere a geometrização abstrata para a escultura em 1912, Em 1914 por outro lado contém elementos do construtivismo.

Esta estatueta foi fundida durante a vida de Archipenko, uma vez que a versão original em gesso, a partir da qual é feito o molde para a fundição, Archipenko doou ao Museu Saarbrücken, e este museu não replicou a escultura.

Entre as coleções públicas com obras de Alexander Archipenko estão:

The Addison Gallery of American Art (Andover, Massachusetts)
The Art Institute of Chicago
O Museu Mary e Leigh Bloco de Arte (Universidade Northwestern, Illinois)
Museu de Arte da Universidade Brigham Young (Utah)
Museu Chi-Mei (Taiwan)
O Museu de Arte de Delaware (Wilmington, Delaware)
Museu de Arte de Denver (Colorado)
Os Museus de Belas Artes de São Francisco
O Museu Guggenheim (Nova York)
O Museu Hermitage (São Petersburgo)
O Hirshhorn Museum and Sculpture Garden (Washington DC)
O Museu de Arte Honolulu
Museu de Arte da Universidade de Indiana (Bloomington)
O Museu Los Angeles County of Art
Museu de Arte Maier (Randolph-Macon Woman's College, Virgínia)
O Museu de Arte de Milwaukee
O Instituto de Arte de Minneapolis (Minneapolis) [11]
O Museu de Belas Artes de Montgomery (Alabama)
O Museu de Belas Artes de Boston
O Museu de Belas Artes, Houston
O Museu de Arte Moderna (cidade de Nova York)
O Museu Nacional da Sérvia (Belgrado, Sérvia)
The Nasher Sculpture Center (Dallas, Texas)
A Galeria Nacional de Arte (Washington DC)
Museu Nacional de Cardiff
A Carolina do Norte Museu de Arte
O Simon Museum Norton (Pasadena, Califórnia)
A coleção Peggy Guggenheim (Veneza)
O Museu de Arte da Filadélfia (Pensilvânia)
The Phillips Collection (Washington DC)
Museu de Arte de Portland (Portland, Oregon)
O Museu de Arte de Portland (Maine)
Salisbury House (Des Moines, Iowa)
Museu da Liga de Arte de San Antonio (Texas)
O Museu San Diego of Art (Califórnia)
The Sheldon Memorial Art Gallery (Lincoln, Nebraska)
O Smithsonian American Art Museum (Washington DC)
Museu Städel (Frankfurt)
Tate Modern (Londres)
O Museu de Arte de Tel Aviv (Israel)
O Museu da Ucrânia (New York City)
Museu Von der Heydt (Wuppertal, Alemanha)
Walker Art Center (Minnesota)
Os Jardins Culturais de Cleveland (Jardim Ucraniano) no Parque Rockefeller (Ohio)
Fundação DOP (Caracas)
Museum de Fundatie ( Zwolle , Holanda)
122
Par de Cães de Fó em Pedra Dura, dois tons. China. Medidas: 10x7x4,5 cm. 630 g.
132
NOSSA SENHORA DA NATIVIDADE- Rara imagem de vulto em madeira, entalhada e policromada. PORTUGAL, SÉCULO XIX. Encontra-se na posição ajoelhada para saudar o "SALVATOR - MUNDI, feição serena e contemplativa. Mãos de encaixe. Às mãos pode-se acrescentar uma toalha de linho, quando da véspera do Natal. Base ovalada: consta de placa em metal como acabamento.
O manto azul, na iconografia, representa a transcendência, o mistério e o divino. É a cor do céu e, por isso, é vista como uma cor celestial.
Além disso, o livro de Números indicou que “os levitas devem espalhar sobre [a Arca da Aliança] um pano de azul “(4: 6). E ainda: “E sobre a mesa do pão da Presença eles devem espalhar um pano de cor azul” (4: 7) “. Maria é tradicionalmente chamada de nova Arca da Aliança, pois mantinha dentro de si mesma a "Divina Presença de Deus".
Medidas:107 x 61 X 45 cm. Acrescida de resplendor em bronze dourado, recortada e cinzelada em raias e nimbos. Diâmetro:24 cm.
133
Raro centro de mesa, França século XIX. Bronze de fina lavra sustentado por figura alada mitológica de TRITON, filho de Netuno, sobre pira acesa, brasão para gravação no frontão. Bojo em opalina, com rica pintura de casal de pássaros em reserva, borboletas, flores, faixas e arabescos. Borda recortada em colchetes. Base em mármore. Medidas: 38 x 29 x 18,5 cm.
135
Rancoulet, Ernest ( Bordeaux, 1870- Gironde, 1915).
Casal em petit bronze original com selo de Fundição Francesa. Pátina refeita.
*"(...) Participou dos Salões de 1870-1876", BENEZIT tomo 8, página 599.
**13 outras esculturas reproduzidas fotograficamente no ABAGE, Harold Berman, assinatura reproduzida página 479, tomo 2. Selo número 20, página 199, tomo 1.
Medidas: 44 x 24 x 24 cm.
136
Antiga escultura em petit bronze patinado figurando menino segurando "coroa de louros". Fundição européia, século XIX.
Medidas:37x15x15 cm. Peso:2 kg.
149
GEORGES OMERTH (France 1895-1925)
"A semeadora"
Escultura em petit bronze dourado e biscuit branco.
Assinado, consta de selo de fundição francesa*
Base em mármore espanhol Crema Marfil.
Pequena avaria em uma das mãos.
Altura: 33 x 17 x 15 cm.

*Artista catalogado no ABAGE, Harold Berman, com 19 outras esculturas reproduzidas fotograficamente.
Selo de fundição número 20 reproduzido na página 483, volume 2.

OMERTH foi um artista do período "Belle Époque", um momento de cultura cosmopolita na história da Europa, que começou no fim do século XIX, com o final da Guerra Franco-Prussiana, em 1871, e durou até a eclosão da Primeira Guerra Mundial, em 1914. A expressão também designa o clima intelectual e artístico do período em questão.

Foi aluno do escultor Albert-Ernest Carrier-Belleuse.
Produziu ativamente entre 1895 a 1925.
Expôs nos salões da Société des Artistes Français em Paris.
150
GEORGES OMERTH (France 1895-1925)
"A pequena jardineira", escultura em bronze e biscuit branco.
Assinado. Medidas: 15,5 x 12,5 x 6 cm.
*Artista catalogado no ABAGE, Harold Berman, com 19 outras esculturas reproduzidas fotograficamente.

OMERTH foi um artista do periodo "Belle Époque", um momento de cultura cosmopolita na história da Europa, que começou no fim do século XIX, com o final da Guerra Franco-Prussiana, em 1871, e durou até a eclosão da Primeira Guerra Mundial, em 1914. A expressão também designa o clima intelectual e artístico do período em questão.

Foi aluno do escultor Albert-Ernest Carrier-Belleuse.
Produziu ativamente entre 1895 a 1925.
Expôs nos salões da Société des Artistes Français em Paris.
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