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Oscar Pereira da Silva
OSCAR PEREIRA DA SILVA (1867 - 1939)
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Artista premiado com o maior prêmio da ENBA: "Viagem ao estrangeiro".
Lavadeira.
Óleo sobre tela.
Assinado, cid.
Medidas: 130 x 71 cm.

Reproduzido no Catálogo de Agosto de 2008, de nossos correlatos em Casa leiloeira privada e comercial: Bolsa de Arte do Rio de Janeiro.

No período do Império estudou entre 1882 e 1887, estudou na Academia Imperial das Belas Artes, no Rio de Janeiro e auxiliou seu professor, Zeferino da Costa, na decoração da Igreja da Candelária.

Com 15 anos, em 1880, recebeu a pequena medalha de ouro em desenho da Academia Imperial de Belas Artes,

Aos 16 anos, recebeu medalha de ouro em pintura histórica e modelo vivo.

Em 1882, recebeu novamente medalha de ouro em pintura histórica.

Em 1887 ganha o Prêmio de Viajem da academia, seguindo, somente em 1890 para a França.

Em 1896, transfere-se para São Paulo.

No inicio da Republica, São Paulo, continha elites ligadas a cafeicultura, que assumiam papel de destaque no canário político nacional em contrapartida a antiga monarquia o Rio de Janeiro.

Os intelectuais empenhavam-se na construção da imagem da história da cidade. Os pintores, produziram iconografias de pinturas históricas, construindo uma narrativa que colocasse em destaque o estado como liderança na República.

Oscar Pereira da Silva, nesse gênero artístico estabeleceu-se como pintor de história, mais importante do sistema acadêmico.

Afonso Taunay, foi diretor do Museu Paulista, quando encomendou, de Oscar Pereira da Silva, para a comemoração do Centenário da Independência em 1922, duas grandes obras marcantes da história brasileira:
“Desembarque de Dom Pedro Álvares Cabral em Porto Seguro em 1500” e
“A Corte de Lisboa”

Em 1897, ganha medalha de ouro com Escrava Romana, hoje na Pinacoteca de SP

Em 1908, recebeu o grande prêmio da importantíssima exposição comemorativa da abertura dos portos do Brasil.

Em 1937, recebeu o prêmio máximo, o Grande Premio de Honra da na Exposição Nacional de Belas Artes.

Em 1897 participou da fundação da Escola de Belas Artes em São Paulo, onde viria a lecionar. Também foi professor do Liceu de Artes e Ofícios,

Em 1933, recebeu grande medalha de ouro no Salão Paulista de Belas Artes.

Obras primas pintadas em São Paulo:

Teatro Municipal de São Paulo,
Santa Ifigênia,
Consolação,
Rosário,
Nossa Senhora da Conceição,
Santa Cecília.
R$ 33.000,00
Alberto da Veiga Guignard
GUIGNARD, Alberto da Veiga Guignard (Nova Friburgo, RJ 1896 - Belo Horizonte, MG, 1962).
Cristo
Medidas: 46 x 38 cm.
Com dedicatoria à Portinari, 1960. Assinado frente e verso.
Adquirido na Galeria Pinakotheke, do Sr. Max Perlingeiro.

Alberto da Veiga Guignard (Nova Friburgo, Rio de Janeiro, 1896 - Belo Horizonte, Minas Gerais, 1962). Pintor, professor, desenhista, ilustrador e gravador. Dedica-se a vários gêneros da pintura, como retrato, autorretrato, paisagem, natureza-morta, flor, pinturas de gênero e temática religiosa, muitas vezes tratando de dois ou mais gêneros na mesma tela, quase sempre de caráter fantástico, que trazem uma paisagem ao fundo.

Muda-se com a família para a Europa em 1907 e inicia os estudos artísticos na Königliche Akademie der Bildenden Künste [Real Academia de Belas Artes] de Munique, entre 1917 e 1918 e de 1921 a 1923, onde tem aulas de pintura e desenho com o pintor alemão Hermann Groeber (1865-1935), e com o artista gráfico e ilustrador Adolf Hengeler (1863-1927), que influenciam em sua carreira. Dedica-se ainda ao aprendizado da arte flamenga na Pinacoteca de Munique. Em 1924 prossegue com os estudos em Florença, momento em que se liberta da rigidez acadêmica, marcando sua passagem para o modernismo.

Retorna ao Rio de Janeiro em 1929 e integra-se ao cenário cultural por meio do contato com o pintor Ismael Nery (1900-1934). Na época, Guignard pinta a cidade em cores claras e pinceladas miúdas. No ano seguinte, instala seu ateliê no Jardim Botânico, que retrata em várias obras, como em Bambus (1937), com a qual recebe o segundo prêmio no Salão Oficial de Buenos Aires.

Participa do Salão Revolucionário de 1931 com 27 obras, e destaca-se como uma das revelações da mostra. Em sua atividade docente, de 1931 a 1943, dedica-se ao ensino de desenho, pintura e gravura na Fundação Osório, no Rio de Janeiro, e, em 1935, no Instituto de Artes do Distrito Federal.

A pintura de Guignard tem um caráter decorativo acentuado, presente nos retratos, nos arranjos florais, nas estampas das roupas e em toda ornamentação em torno dos modelos femininos, como na obra Os Noivos (1937), repleta de arabescos e outros motivos. Pinta também tetos, painéis, móveis e objetos.

Há ainda traços da nova objetividade – movimento alemão que transpõe os limites do real, buscando impregná-lo de poesia –, aproximando-a, pelo tema tratado, da produção do pintor francês Henri Rousseau (1844-1910), especialmente na fase denominada lirismo nacionalista, representada por obras como Família do Fuzileiro Naval (ca. 1937), Família na Praça (1940) e Casamento na Roça (1960).

Os retratos, considerados por alguns críticos a vertente mais fértil de sua obra, constituem a maior parte de sua produção e trazem pessoas de sua família, amigos ou filhos de amigos, intelectuais, artistas e autorretratos. Estão presentes também representações de Cristo e seu martírio, e de outras figuras religiosas. Nessa produção destaca-se ainda As Gêmeas (1940), com a qual recebe o prêmio de viagem ao país, na divisão moderna do Salão Nacional de Belas Artes. A tela retrata as irmãs Léa e Maura sentadas num sofá, com a paisagem de Laranjeiras, bairro do Rio de Janeiro, ao fundo.

Entre 1940 e 1942, vive num hotel em Itatiaia, onde pinta a paisagem local, como na obra Serra de Itatiaia (1940), e dedica-se à decoração de peças e cômodos do hotel.

Em 1941, integra a Comissão Organizadora da Divisão de Arte Moderna do Salão Nacional de Belas Artes, com o arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012) e o contista Aníbal Machado (1894-1964). Em 1943, funda com outros artistas, no Diretório Acadêmico da Escola Nacional de Belas Artes (Enba), o Grupo Guignard, no qual orienta artistas como Iberê Camargo (1914-1994) e Waldemar Cordeiro (1925-1973). A única exposição do grupo é fechada por alunos conservadores e reinaugurada na Associação Brasileira de Imprensa (ABI).

A convite do então prefeito de Belo Horizonte, Juscelino Kubitschek (1902-1976), transfere-se para a cidade no ano de 1944 e leciona num curso livre de desenho e pintura na Escola de Belas Artes, também conhecida por Escola do Parque. Frequentam a escola artistas como Mary Vieira (1927-2001), Amilcar de Castro (1920-2002), Farnese de Andrade (1926-1996) e Lygia Clark (1920-1988). Permanece à frente da escola até 1962, quando, em sua homenagem, esta passa a se chamar Escola Guignard.

Na década de 1960, pinta ainda paisagens imaginantes, como Noite de São João (1961), em que sua palheta volta-se para um cinza esbranquiçado e tudo parece estar em suspensão, sem solo ou pontos de apoio firmes. Não há caminhos, acidentes geográficos, nem distâncias, há apenas um mundo nublado e tristonho.

Alberto da Veiga Guignard consolida-se como um dos mais renomados pintores do modernismo brasileiro do século XX e torna-se influência para outros artistas no país. Reinventa-se em sua produção artística, retratando tanto a paisagem quanto a sociedade brasileira e seu imaginário religioso.

fonte Itau Cultural
R$ 220.000,00
AUGUSTE MOREAU (1834 / 1917)
"Le Sentier Perdu- Medaille d’or"”.
Escultura bronze A. Moreau.
MEDIDAS: 60 X...X...cm.

R$ 3.200,00
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