I want to sign up
If you are not yet registered, click here to continue.
languages
log in
subscribe
Galeria Paiva Frade
Auctioneer: Alexandre Paiva Frade
CLÁSSICO - MODERNO
05 de October às 20:00h
06 de October às 20:00h
Consulte pelo WHATSAPP
Pagination
Sort
Display
158
PORTINARI (1903-1962)
CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
Auto Retrato
Nanquim e bico de pena
1957
Medidas: 19 x 15,5 cm.
Reproduzido no Catálogo Raisonné Vol IV pag 317
Reproduzido no Livro Portinari a Construção de uma Obra pag 185
FCO 430

Cândido Portinari nasceu em Brodowski, no estado de São Paulo em 30 de dezembro de 1903 dois dias antes de 1904, o não da eclosão da Revolta da Vacina, contra a vacinação obrigatória, na cidade do Rio de Janeiro.
Semelhante a Picasso, começa a pintar aos 9 anos e, torna-se um dos maiores pintores da história tendo a O.N.U. abdicado de uma Tapeçaria da Guernica pelos painéis Guerra e Paz de Portinari.
Em 1920 com quinze anos, matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes e em 1928 com apenas 24 anos conquistou o Prêmio de Viagem à Europa.
Em 1922 recebe Menção Honrosa por um retrato, provavelmente de seu amigo Ezequiel Fonseca Filho.
Em 1927 com Retrato do Dr. Antônio Ferreira dos Santos recebe a Grande Medalha de Prata da XXXIV Exposição Geral de Belas Artes da Escola Nacional de Belas Artes.
Possibilitando, em 1928, na XXXV Exposição Geral de Belas Artes ganhar o Prêmio de Viagem à Europa, com mais um retrato o de Olegario Mariano
Em Paris, mora momentaneamente, em Montparnasse, reduto de artistas, porém, muda-se para o Hôtel du Dragon na mesma rua da Académie Julien, que frequenta e, no ano de 1930, percebe sua vocação: “Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…”
Antonio Callado escreve no magnifico livro de Portinari: “...arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra...”
Retorna em 1931 e, põe-se a retratar com cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor do povo, da cultura, da flora, da fauna e da história. Pintando em 1934 “Despojados” - a obra de temática social. Neste ano, a primeira instituição pública adquire obra, “Mestiço”, pela Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Em 1935, no Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal (UDF), Rio de Janeiro. Conquista com a tela “Café” no Instituto Carnegie, em Pittsburgh Menção Honrosa e realiza quatro famosos grandes painéis para o Monumento Rodoviário, na rodovia Washington Luís.
Em 1938, realiza centenas de estudos a carvão, crayon, têmpera, guache e aquarela para a execução dos 12 murais em afresco para a sede do Ministério da Educação, hoje Palácio Gustavo Capanema.
Em 1939, para o Pavilhão Brasileiro da Feira Mundial de Nova York, sob encomenda de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, pinta os painéis: Cena Gaúcha, Noite de São João e Jangadas do Nordeste. O Museu Nacional de Belas Artes realiza a sua maior exposição com 269 obras e catálogo com prefácio do modernista Mário de Andrade.
Em 1940, Exposição Portinari of Brazil é realizada no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) com 180 obras. Participa ainda da Latin American Exhibition of Fine Arts no Museu Riverside de Nova York, com 35 obras.
Em 1941, Universidade de Chicago edita o álbum Portinari, his Life and Art (Portinari, Vida e Arte). Inaugurada exposição na Galeria de Arte da Universidade de Howard, em Washington. Garimperos ,1941
Candido Portinari, ao lado de Niemeyer, Santa Rosa, Carlos Leão, Bianco, Burle-Marx, Santa Rosa, Quirino Campos Fiorito, Oswald de Andrade Filho, Bruno Giorgio, Mario Zarinini, participam da elite intelectual brasileira numa época de notável renovação na cultura do Brasil, refletida pelo caráter social da obra de Portinari.
Em 1942, são inaugurados os murais na Fundação Hispânica da Biblioteca do Congresso, em Washington.
Em 1943, é inaugurada uma exposição individual de Portinari no Museu Nacional de Belas Artes, com 168 trabalhos.
Em 1944, participa da exposição comemorativa dos 15 anos de fundação do MoMA – Art in Progress
É concluído o conjunto arquitetônico da Pampulha em Belo Horizonte, e a Igreja de São Francisco de Assis, decorada por Candido Portinari sob encomenda do então prefeito Juscelino Kubitschek a Oscar Niemeyer.
Em 1946, o governo francês condecora Portinari com a Legião de Honra. E na Galeria Charpentier, em Paris e inaugura uma individual de Portinari com 84 trabalhos.
Em 1947, é inaugurada sua primeira exposição individual na Argentina, no Salón Peuser, em Buenos Aires, com 91 obras.
Em 1948, Portinari, de volta ao Brasil, faz uma retrospectiva no MASP, em São Paulo.
Em 1949 a Embaixada Americana nega-lhe o visto de entrada. Portinari inicia o painel Tiradentes para o Colégio de Cataguases, em Minas Gerais, e em 1950 Recebe a Medalha de Ouro da Paz, com a obra Tiradentes, no II Congresso Mundial dos Partidários da Paz, em Varsóvia.
Em 1951, Portinari participa da I Bienal de São Paulo.
Em 1952, o Secretário Geral das Nações Unidas anuncia oferta, feita pelo governo brasileiro, de dois painéis (Guerra e Paz), que serão executados por Portinari, e que decorarão um dos salões da nova sede da ONU. Do mesmo ano "Nobre e Religioso"
Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País, com diversos convites de instituições para exposições e encomendas de obras, além de inúmeras honrarias por todo mundo, como para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz.
Em 1953, após dez anos sem expor individualmente no Rio de Janeiro, expõe 100 obras no MAM, Museu de Arte Moderna.
Em 1954, realiza individual no Museu de Arte de São Paulo – MASP com mais de 100 obras, entre elas, duas maquetes para os painéis Guerra e Paz.
Em 1955, participa da III Bienal de São Paulo com sala especial, hors concours, e apresenta 12 estudos para o painel Guerra, todos eles de grandes dimensões.
Ainda em 1955, é Agraciado em Nova York, como o melhor pintor do ano com a Medalha de Ouro concedida pelo International Fine Arts Council – IFAC.
Em 1956, entrega os painéis, de 14m x 10m cada um, Guerra e Paz, que foram realizados com a ajuda de Enrico Bianco e Rosalina Leão para a O.N.U. Antes de seguirem Presidente da República, Juscelino Kubitschek, inaugura a exposição dos painéis no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Na avaliação do artista Enrico Bianco: “Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.”
Em 1957, é inaugurada exposição individual de Portinari na Maison de la Pensée Française, em Paris, depois em Munique e em Colônia, na Alemanha.
Em 1957 São doados oficialmente os painéis Guerra e Paz. Portinari.
Em 1958, inaugura uma individual, na Galleria del Libraio, em Bolonha na Itália, terra de seus pais.
Em 1959, A V Bienal de São Paulo realiza retrospectiva da obra de Portinari com 127 obras e, participa da exposição itinerante Artistas Brasileiros na Europa, organizada pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Em 1960, Nasce Denise, neta de Candido Portinari. É publicado na Itália o livro Brasil, Dipinti di Portinari.
Em 1961, realiza sua última exposição individual em vida, na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro e, faz três painéis em azulejos: Frevo e Peixes, para o Pampulha Iate Clube, projeto de Oscar Niemeyer, e Pombas, para um edifício em Paris.
Em 1962, Portinari intoxicado pelos metais pesados contidos nas tintas. Estavam em seu velório, o ex-Presidente da República Juscelino Kubitschek, Hermes Lima, representando o Presidente João Goulart, Luis Carlos Prestes e Carlos Marighela, Carlos Lacerda. É decretado luto oficial de três dias no Estado da Guanabara.

1 bid
Bid
R$ 25.000,00 (BRL)
1 bid
Valor do lote
R$ 25.000,00 (BRL)
Cotações
$ 4,750.00 (USD)
$ 5,000.00 (EUR)
$ 702.000,00 (ARS)
Cotações
$ 4,750.00 (USD)
$ 5,000.00 (EUR)
$ 702.000,00 (ARS)
159
PORTINARI (1903-1962)
CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
"Cabeça de India", 1960.
TÉCNICA: Nanquim, Bico de Pena e lápis colorido
MEDIDAS: 33 x 26 cm
Consta dedicatória.


Cândido Portinari nasceu em Brodowski, no estado de São Paulo em 30 de dezembro de 1903 dois dias antes de 1904, o não da eclosão da Revolta da Vacina, contra a vacinação obrigatória, na cidade do Rio de Janeiro.
Semelhante a Picasso, começa a pintar aos 9 anos e, torna-se um dos maiores pintores da história tendo a O.N.U. abdicado de uma Tapeçaria da Guernica pelos painéis Guerra e Paz de Portinari.
Em 1920 com quinze anos, matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes e em 1928 com apenas 24 anos conquistou o Prêmio de Viagem à Europa.
Em 1922 recebe Menção Honrosa por um retrato, provavelmente de seu amigo Ezequiel Fonseca Filho.
Em 1927 com Retrato do Dr. Antônio Ferreira dos Santos recebe a Grande Medalha de Prata da XXXIV Exposição Geral de Belas Artes da Escola Nacional de Belas Artes.
Possibilitando, em 1928, na XXXV Exposição Geral de Belas Artes ganhar o Prêmio de Viagem à Europa, com mais um retrato o de Olegario Mariano
Em Paris, mora momentaneamente, em Montparnasse, reduto de artistas, porém, muda-se para o Hôtel du Dragon na mesma rua da Académie Julien, que frequenta e, no ano de 1930, percebe sua vocação: “Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…”
Antonio Callado escreve no magnifico livro de Portinari: “...arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra...”
Retorna em 1931 e, põe-se a retratar com cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor do povo, da cultura, da flora, da fauna e da história. Pintando em 1934 “Despojados” - a obra de temática social. Neste ano, a primeira instituição pública adquire obra, “Mestiço”, pela Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Em 1935, no Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal (UDF), Rio de Janeiro. Conquista com a tela “Café” no Instituto Carnegie, em Pittsburgh Menção Honrosa e realiza quatro famosos grandes painéis para o Monumento Rodoviário, na rodovia Washington Luís.
Em 1938, realiza centenas de estudos a carvão, crayon, têmpera, guache e aquarela para a execução dos 12 murais em afresco para a sede do Ministério da Educação, hoje Palácio Gustavo Capanema.
Em 1939, para o Pavilhão Brasileiro da Feira Mundial de Nova York, sob encomenda de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, pinta os painéis: Cena Gaúcha, Noite de São João e Jangadas do Nordeste. O Museu Nacional de Belas Artes realiza a sua maior exposição com 269 obras e catálogo com prefácio do modernista Mário de Andrade.
Em 1940, Exposição Portinari of Brazil é realizada no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) com 180 obras. Participa ainda da Latin American Exhibition of Fine Arts no Museu Riverside de Nova York, com 35 obras.
Em 1941, Universidade de Chicago edita o álbum Portinari, his Life and Art (Portinari, Vida e Arte). Inaugurada exposição na Galeria de Arte da Universidade de Howard, em Washington. Garimperos ,1941
Candido Portinari, ao lado de Niemeyer, Santa Rosa, Carlos Leão, Bianco, Burle-Marx, Santa Rosa, Quirino Campos Fiorito, Oswald de Andrade Filho, Bruno Giorgio, Mario Zarinini, participam da elite intelectual brasileira numa época de notável renovação na cultura do Brasil, refletida pelo caráter social da obra de Portinari.
Em 1942, são inaugurados os murais na Fundação Hispânica da Biblioteca do Congresso, em Washington.
Em 1943, é inaugurada uma exposição individual de Portinari no Museu Nacional de Belas Artes, com 168 trabalhos.
Em 1944, participa da exposição comemorativa dos 15 anos de fundação do MoMA – Art in Progress
É concluído o conjunto arquitetônico da Pampulha em Belo Horizonte, e a Igreja de São Francisco de Assis, decorada por Candido Portinari sob encomenda do então prefeito Juscelino Kubitschek a Oscar Niemeyer.
Em 1946, o governo francês condecora Portinari com a Legião de Honra. E na Galeria Charpentier, em Paris e inaugura uma individual de Portinari com 84 trabalhos.
Em 1947, é inaugurada sua primeira exposição individual na Argentina, no Salón Peuser, em Buenos Aires, com 91 obras.
Em 1948, Portinari, de volta ao Brasil, faz uma retrospectiva no MASP, em São Paulo.
Em 1949 a Embaixada Americana nega-lhe o visto de entrada. Portinari inicia o painel Tiradentes para o Colégio de Cataguases, em Minas Gerais, e em 1950 Recebe a Medalha de Ouro da Paz, com a obra Tiradentes, no II Congresso Mundial dos Partidários da Paz, em Varsóvia.
Em 1951, Portinari participa da I Bienal de São Paulo.
Em 1952, o Secretário Geral das Nações Unidas anuncia oferta, feita pelo governo brasileiro, de dois painéis (Guerra e Paz), que serão executados por Portinari, e que decorarão um dos salões da nova sede da ONU. Do mesmo ano "Nobre e Religioso"
Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País, com diversos convites de instituições para exposições e encomendas de obras, além de inúmeras honrarias por todo mundo, como para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz.
Em 1953, após dez anos sem expor individualmente no Rio de Janeiro, expõe 100 obras no MAM, Museu de Arte Moderna.
Em 1954, realiza individual no Museu de Arte de São Paulo – MASP com mais de 100 obras, entre elas, duas maquetes para os painéis Guerra e Paz.
Em 1955, participa da III Bienal de São Paulo com sala especial, hors concours, e apresenta 12 estudos para o painel Guerra, todos eles de grandes dimensões.
Ainda em 1955, é Agraciado em Nova York, como o melhor pintor do ano com a Medalha de Ouro concedida pelo International Fine Arts Council – IFAC.
Em 1956, entrega os painéis, de 14m x 10m cada um, Guerra e Paz, que foram realizados com a ajuda de Enrico Bianco e Rosalina Leão para a O.N.U. Antes de seguirem Presidente da República, Juscelino Kubitschek, inaugura a exposição dos painéis no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Na avaliação do artista Enrico Bianco: “Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.”
Em 1957, é inaugurada exposição individual de Portinari na Maison de la Pensée Française, em Paris, depois em Munique e em Colônia, na Alemanha.
Em 1957 São doados oficialmente os painéis Guerra e Paz. Portinari.
Em 1958, inaugura uma individual, na Galleria del Libraio, em Bolonha na Itália, terra de seus pais.
Em 1959, A V Bienal de São Paulo realiza retrospectiva da obra de Portinari com 127 obras e, participa da exposição itinerante Artistas Brasileiros na Europa, organizada pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Em 1960, Nasce Denise, neta de Candido Portinari. É publicado na Itália o livro Brasil, Dipinti di Portinari.
Em 1961, realiza sua última exposição individual em vida, na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro e, faz três painéis em azulejos: Frevo e Peixes, para o Pampulha Iate Clube, projeto de Oscar Niemeyer, e Pombas, para um edifício em Paris.
Em 1962, Portinari intoxicado pelos metais pesados contidos nas tintas. Estavam em seu velório, o ex-Presidente da República Juscelino Kubitschek, Hermes Lima, representando o Presidente João Goulart, Luis Carlos Prestes e Carlos Marighela, Carlos Lacerda. É decretado luto oficial de três dias no Estado da Guanabara.
1 bid
Bid
R$ 50.000,00 (BRL)
1 bid
Valor do lote
R$ 50.000,00 (BRL)
Cotações
$ 9,500.00 (USD)
$ 10,000.00 (EUR)
$ 1.404.000,00 (ARS)
Cotações
$ 9,500.00 (USD)
$ 10,000.00 (EUR)
$ 1.404.000,00 (ARS)
160
PORTINARI (1903-1962)
CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
Estudo para a pintura "OS DESPEJADOS", 1934.
TÉCNICA: Grafite.
TEMA: Social, figura humana.
Medidas: 28 x 37 cm.
Reproduzido no Catálogo Raisonné - Vol. I, pg. 269;
Reproduzido nos livros: Portinari - A Construção de uma Obra, Ed Dom Quixote, pg. 60-61;
Encontro com Portinari, Rosane Acedo, 1996 (p. 10) e 1997 (p. 14);
O Político Candido Torquato Portinari, João Batista Berardo, 1983, p. 26;
Retrato de Portinari, Antonio Callado, 1956(p.151), 1978(p.75), 2003(p.112);
Portinari: vou pintar aquela gente...", Nilson Moulin, 1997, p.43;
"Portinari, o menino de Brodósqui", Candido Portinari, 1979, p.86-87;
Os Despejados (Cod.: 1514)

Cândido Portinari nasceu em Brodowski, no estado de São Paulo em 30 de dezembro de 1903 dois dias antes de 1904, o não da eclosão da Revolta da Vacina, contra a vacinação obrigatória, na cidade do Rio de Janeiro.
Semelhante a Picasso, começa a pintar aos 9 anos e, torna-se um dos maiores pintores da história tendo a O.N.U. abdicado de uma Tapeçaria da Guernica pelos painéis Guerra e Paz de Portinari.
Em 1920 com quinze anos, matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes e em 1928 com apenas 24 anos conquistou o Prêmio de Viagem à Europa.
Em 1922 recebe Menção Honrosa por um retrato, provavelmente de seu amigo Ezequiel Fonseca Filho.
Em 1927 com Retrato do Dr. Antônio Ferreira dos Santos recebe a Grande Medalha de Prata da XXXIV Exposição Geral de Belas Artes da Escola Nacional de Belas Artes.
Possibilitando, em 1928, na XXXV Exposição Geral de Belas Artes ganhar o Prêmio de Viagem à Europa, com mais um retrato o de Olegário Mariano.
Em Paris, mora momentaneamente, em Montparnasse, reduto de artistas, porém, muda-se para o Hôtel du Dragon na mesma rua da Académie Julien, que frequenta e, no ano de 1930, percebe sua vocação: “Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…”
Antonio Callado escreve no magnifico livro de Portinari: “...arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra...”
Retorna em 1931 e, põe-se a retratar com cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor do povo, da cultura, da flora, da fauna e da história. Pintando em 1934 “Despojados” - a obra de temática social. Neste ano, a primeira instituição pública adquire obra, “Mestiço”, pela Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Em 1935, no Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal (UDF), Rio de Janeiro. Conquista com a tela “Café” no Instituto Carnegie, em Pittsburgh Menção Honrosa e realiza quatro famosos grandes painéis para o Monumento Rodoviário, na rodovia Washington Luís.
Em 1938, realiza centenas de estudos a carvão, crayon, têmpera, guache e aquarela para a execução dos 12 murais em afresco para a sede do Ministério da Educação, hoje Palácio Gustavo Capanema.
Em 1939, para o Pavilhão Brasileiro da Feira Mundial de Nova York, sob encomenda de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, pinta os painéis: Cena Gaúcha, Noite de São João e Jangadas do Nordeste. O Museu Nacional de Belas Artes realiza a sua maior exposição com 269 obras e catálogo com prefácio do modernista Mário de Andrade.
Em 1940, Exposição Portinari of Brazil é realizada no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) com 180 obras. Participa ainda da Latin American Exhibition of Fine Arts no Museu Riverside de Nova York, com 35 obras.
Em 1941, Universidade de Chicago edita o álbum Portinari, his Life and Art (Portinari, Vida e Arte). Inaugurada exposição na Galeria de Arte da Universidade de Howard, em Washington. Garimperos ,1941
Candido Portinari, ao lado de Niemeyer, Santa Rosa, Carlos Leão, Bianco, Burle-Marx, Santa Rosa, Quirino Campos Fiorito, Oswald de Andrade Filho, Bruno Giorgio, Mario Zarinini, participam da elite intelectual brasileira numa época de notável renovação na cultura do Brasil, refletida pelo caráter social da obra de Portinari.
Em 1942, são inaugurados os murais na Fundação Hispânica da Biblioteca do Congresso, em Washington.
Em 1943, é inaugurada uma exposição individual de Portinari no Museu Nacional de Belas Artes, com 168 trabalhos.
Em 1944, participa da exposição comemorativa dos 15 anos de fundação do MoMA – Art in Progress
É concluído o conjunto arquitetônico da Pampulha em Belo Horizonte, e a Igreja de São Francisco de Assis, decorada por Candido Portinari sob encomenda do então prefeito Juscelino Kubitschek a Oscar Niemeyer.
Em 1946, o governo francês condecora Portinari com a Legião de Honra. E na Galeria Charpentier, em Paris e inaugura uma individual de Portinari com 84 trabalhos.
Em 1947, é inaugurada sua primeira exposição individual na Argentina, no Salón Peuser, em Buenos Aires, com 91 obras.
Em 1948, Portinari, de volta ao Brasil, faz uma retrospectiva no MASP, em São Paulo.
Em 1949 a Embaixada Americana nega-lhe o visto de entrada. Portinari inicia o painel Tiradentes para o Colégio de Cataguases, em Minas Gerais, e em 1950 Recebe a Medalha de Ouro da Paz, com a obra Tiradentes, no II Congresso Mundial dos Partidários da Paz, em Varsóvia.
Em 1951, Portinari participa da I Bienal de São Paulo.
Em 1952, o Secretário Geral das Nações Unidas anuncia oferta, feita pelo governo brasileiro, de dois painéis (Guerra e Paz), que serão executados por Portinari, e que decorarão um dos salões da nova sede da ONU. Do mesmo ano "Nobre e Religioso"
Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País, com diversos convites de instituições para exposições e encomendas de obras, além de inúmeras honrarias por todo mundo, como para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz.
Em 1953, após dez anos sem expor individualmente no Rio de Janeiro, expõe 100 obras no MAM, Museu de Arte Moderna.
Em 1954, realiza individual no Museu de Arte de São Paulo – MASP com mais de 100 obras, entre elas, duas maquetes para os painéis Guerra e Paz.
Em 1955, participa da III Bienal de São Paulo com sala especial, hors concours, e apresenta 12 estudos para o painel Guerra, todos eles de grandes dimensões.
Ainda em 1955, é Agraciado em Nova York, como o melhor pintor do ano com a Medalha de Ouro concedida pelo International Fine Arts Council – IFAC.
Em 1956, entrega os painéis, de 14m x 10m cada um, Guerra e Paz, que foram realizados com a ajuda de Enrico Bianco e Rosalina Leão para a O.N.U. Antes de seguirem Presidente da República, Juscelino Kubitschek, inaugura a exposição dos painéis no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Na avaliação do artista Enrico Bianco: “Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.”
Em 1957, é inaugurada exposição individual de Portinari na Maison de la Pensée Française, em Paris, depois em Munique e em Colônia, na Alemanha.
Em 1957 São doados oficialmente os painéis Guerra e Paz. Portinari.
Em 1958, inaugura uma individual, na Galleria del Libraio, em Bolonha na Itália, terra de seus pais.
Em 1959, A V Bienal de São Paulo realiza retrospectiva da obra de Portinari com 127 obras e, participa da exposição itinerante Artistas Brasileiros na Europa, organizada pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Em 1960, Nasce Denise, neta de Candido Portinari. É publicado na Itália o livro Brasil, Dipinti di Portinari.
Em 1961, realiza sua última exposição individual em vida, na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro e, faz três painéis em azulejos: Frevo e Peixes, para o Pampulha Iate Clube, projeto de Oscar Niemeyer, e Pombas, para um edifício em Paris.
Em 1962, Portinari intoxicado pelos metais pesados contidos nas tintas. Estavam em seu velório, o ex-Presidente da República Juscelino Kubitschek, Hermes Lima, representando o Presidente João Goulart, Luis Carlos Prestes e Carlos Marighela, Carlos Lacerda. É decretado luto oficial de três dias no Estado da Guanabara.
Bid
R$ 25.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 25.000,00 (BRL)
Cotações
$ 4,750.00 (USD)
$ 5,000.00 (EUR)
$ 702.000,00 (ARS)
Cotações
$ 4,750.00 (USD)
$ 5,000.00 (EUR)
$ 702.000,00 (ARS)
161
PORTINARI (1903 – 1962)
CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
Estudo para o mural da ONU: “Menino Morto ”- 1955
Medidas: 14,5 x 41 cm.
Desenho a sépia, crayon e grafite sobre papel
Assinada na metade inferior à direita "Portinari".
Datada na inscrição na metade inferior à direita "guerra 55". Na margem inferior à direita
"Mural O.N.U."

Reproduzido no catálogo Raisonné - vol. IV, pág.: 63. Reproduzido no livro Portinari - A Construção de uma Obra, Ed Dom Quixote, pág. 158/159.

Cândido Portinari nasceu em Brodowski, no estado de São Paulo em 30 de dezembro de 1903 dois dias antes de 1904, o não da eclosão da Revolta da Vacina, contra a vacinação obrigatória, na cidade do Rio de Janeiro.
Semelhante a Picasso, começa a pintar aos 9 anos e, torna-se um dos maiores pintores da história tendo a O.N.U. abdicado de uma Tapeçaria da Guernica pelos painéis Guerra e Paz de Portinari.
Em 1920 com quinze anos, matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes e em 1928 com apenas 24 anos conquistou o Prêmio de Viagem à Europa.
Em 1922 recebe Menção Honrosa por um retrato, provavelmente de seu amigo Ezequiel Fonseca Filho.
Em 1927 com Retrato do Dr. Antônio Ferreira dos Santos recebe a Grande Medalha de Prata da XXXIV Exposição Geral de Belas Artes da Escola Nacional de Belas Artes.
Possibilitando, em 1928, na XXXV Exposição Geral de Belas Artes ganhar o Prêmio de Viagem à Europa, com mais um retrato o de Olegario Mariano
Em Paris, mora momentaneamente, em Montparnasse, reduto de artistas, porém, muda-se para o Hôtel du Dragon na mesma rua da Académie Julien, que frequenta e, no ano de 1930, percebe sua vocação: “Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…”
Antonio Callado escreve no magnifico livro de Portinari: “...arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra...”
Retorna em 1931 e, põe-se a retratar com cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor do povo, da cultura, da flora, da fauna e da história. Pintando em 1934 “Despojados” - a obra de temática social. Neste ano, a primeira instituição pública adquire obra, “Mestiço”, pela Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Em 1935, no Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal (UDF), Rio de Janeiro. Conquista com a tela “Café” no Instituto Carnegie, em Pittsburgh Menção Honrosa e realiza quatro famosos grandes painéis para o Monumento Rodoviário, na rodovia Washington Luís.
Em 1938, realiza centenas de estudos a carvão, crayon, têmpera, guache e aquarela para a execução dos 12 murais em afresco para a sede do Ministério da Educação, hoje Palácio Gustavo Capanema.
Em 1939, para o Pavilhão Brasileiro da Feira Mundial de Nova York, sob encomenda de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, pinta os painéis: Cena Gaúcha, Noite de São João e Jangadas do Nordeste. O Museu Nacional de Belas Artes realiza a sua maior exposição com 269 obras e catálogo com prefácio do modernista Mário de Andrade.
Em 1940, Exposição Portinari of Brazil é realizada no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) com 180 obras. Participa ainda da Latin American Exhibition of Fine Arts no Museu Riverside de Nova York, com 35 obras.
Em 1941, Universidade de Chicago edita o álbum Portinari, his Life and Art (Portinari, Vida e Arte). Inaugurada exposição na Galeria de Arte da Universidade de Howard, em Washington. Garimperos ,1941
Candido Portinari, ao lado de Niemeyer, Santa Rosa, Carlos Leão, Bianco, Burle-Marx, Santa Rosa, Quirino Campos Fiorito, Oswald de Andrade Filho, Bruno Giorgio, Mario Zarinini, participam da elite intelectual brasileira numa época de notável renovação na cultura do Brasil, refletida pelo caráter social da obra de Portinari.
Em 1942, são inaugurados os murais na Fundação Hispânica da Biblioteca do Congresso, em Washington.
Em 1943, é inaugurada uma exposição individual de Portinari no Museu Nacional de Belas Artes, com 168 trabalhos.
Em 1944, participa da exposição comemorativa dos 15 anos de fundação do MoMA – Art in Progress
É concluído o conjunto arquitetônico da Pampulha em Belo Horizonte, e a Igreja de São Francisco de Assis, decorada por Candido Portinari sob encomenda do então prefeito Juscelino Kubitschek a Oscar Niemeyer.
Em 1946, o governo francês condecora Portinari com a Legião de Honra. E na Galeria Charpentier, em Paris e inaugura uma individual de Portinari com 84 trabalhos.
Em 1947, é inaugurada sua primeira exposição individual na Argentina, no Salón Peuser, em Buenos Aires, com 91 obras.
Em 1948, Portinari, de volta ao Brasil, faz uma retrospectiva no MASP, em São Paulo.
Em 1949 a Embaixada Americana nega-lhe o visto de entrada. Portinari inicia o painel Tiradentes para o Colégio de Cataguases, em Minas Gerais, e em 1950 Recebe a Medalha de Ouro da Paz, com a obra Tiradentes, no II Congresso Mundial dos Partidários da Paz, em Varsóvia.
Em 1951, Portinari participa da I Bienal de São Paulo.
Em 1952, o Secretário Geral das Nações Unidas anuncia oferta, feita pelo governo brasileiro, de dois painéis (Guerra e Paz), que serão executados por Portinari, e que decorarão um dos salões da nova sede da ONU. Do mesmo ano "Nobre e Religioso"
Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País, com diversos convites de instituições para exposições e encomendas de obras, além de inúmeras honrarias por todo mundo, como para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz.
Em 1953, após dez anos sem expor individualmente no Rio de Janeiro, expõe 100 obras no MAM, Museu de Arte Moderna.
Em 1954, realiza individual no Museu de Arte de São Paulo – MASP com mais de 100 obras, entre elas, duas maquetes para os painéis Guerra e Paz.
Em 1955, participa da III Bienal de São Paulo com sala especial, hors concours, e apresenta 12 estudos para o painel Guerra, todos eles de grandes dimensões.
Ainda em 1955, é Agraciado em Nova York, como o melhor pintor do ano com a Medalha de Ouro concedida pelo International Fine Arts Council – IFAC.
Em 1956, entrega os painéis, de 14m x 10m cada um, Guerra e Paz, que foram realizados com a ajuda de Enrico Bianco e Rosalina Leão para a O.N.U. Antes de seguirem Presidente da República, Juscelino Kubitschek, inaugura a exposição dos painéis no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Na avaliação do artista Enrico Bianco: “Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.”
Em 1957, é inaugurada exposição individual de Portinari na Maison de la Pensée Française, em Paris, depois em Munique e em Colônia, na Alemanha.
Em 1957 São doados oficialmente os painéis Guerra e Paz. Portinari.
Em 1958, inaugura uma individual, na Galleria del Libraio, em Bolonha na Itália, terra de seus pais.
Em 1959, A V Bienal de São Paulo realiza retrospectiva da obra de Portinari com 127 obras e, participa da exposição itinerante Artistas Brasileiros na Europa, organizada pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Em 1960, Nasce Denise, neta de Candido Portinari. É publicado na Itália o livro Brasil, Dipinti di Portinari.
Em 1961, realiza sua última exposição individual em vida, na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro e, faz três painéis em azulejos: Frevo e Peixes, para o Pampulha Iate Clube, projeto de Oscar Niemeyer, e Pombas, para um edifício em Paris.
Em 1962, Portinari intoxicado pelos metais pesados contidos nas tintas. Estavam em seu velório, o ex-Presidente da República Juscelino Kubitschek, Hermes Lima, representando o Presidente João Goulart, Luis Carlos Prestes e Carlos Marighela, Carlos Lacerda. É decretado luto oficial de três dias no Estado da Guanabara.

Bid
R$ 31.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 31.000,00 (BRL)
Cotações
$ 5,890.00 (USD)
$ 6,200.00 (EUR)
$ 870.480,00 (ARS)
Cotações
$ 5,890.00 (USD)
$ 6,200.00 (EUR)
$ 870.480,00 (ARS)
162
PORTINARI (1903-1962)
CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
"PÉ", 1944.
TÉCNICA: Nanquim à pincel.
MEDIDAS: 27 x 47 cm.
CONTEXTO: Igreja de São Francisco de Assis, Pampulha (altar e azulejos internos e externos.

PÉ, a representação dicotômica da luta pela terra uma outra forma de ver o homem.
Pé é uma palavra pequena, forte e metafórica. Esse Pé desenhado por Portinari está sozinho, calçado em uma sandália de dedo. Sandália que não revela sua marca. É costume usar sandálias para dar proteção aos pés, proteger os pés do frio, do perigo, do desconforto. O pé que Portinari desenha é um pé forte, pesado, pé pisante com contorno de linhas negras. Seus dedos estão espremidos por sobre a sandália e o pé se esparrama tomando conta dela. Este pé pode ser de qualquer um, pois não revela o rosto do dono. Qualquer um pode calçar a sandália de dedo, personificar-se nesse pé, homem ou mulher, rico ou pobre, de qualquer lugar, de qualquer tempo.

Tanto Portinari quanto Salgado utilizaram os tons: preto, branco e cinza para comunicar uma intenção e uma tensão. Esses tons, possivelmente, são os responsáveis pelo im pacto visual. Na fotografia, a sombra desce sobre os pés, escura, pesada, no desenho, os mesmos tons foram tratados com leveza, seus cinzas estão diluídos, “aguadeados” entre os limites das linhas negras e por todo o limite do suporte.

Na fotografia, há uma repetição de pés, três pés. No desenho, há um único pé pisando por todo o espaço e, sozinho, se apossa do suporte. Os dedos dos pés retratados por Salgado apontam para o espectador, desafiantes, contrapondo-se ao pé de Portinari que se apresenta de perfil, parado, deixando-se contemplar. Esses pés se aproximam e se distanciam. São pés que provocam de formas diferentes, pés que conversam com o espectador e entre si.

Nessa perspectiva, os pés aparecem com ênfase nas obras de muitos artistas. Os pés da Índia Tapuia de Eckhout estão calçados com sandálias de dedo, sandálias feitas à mão, com tiras de corda. Esses pés, pés de índia, como o pé desenhado por Portinari e o retratado na fotografia, também estão parados, posando, deixando-se observar num tom de pele que se mistura à cor da terra. Terra de seus ancestrais, terra que alimenta, terra que abriga, terra-mãe. Os índios também querem a terra, eles precisam dela para se identificar como um povo.
2 bids
Bid
R$ 33.000,00 (BRL)
2 bids
Valor do lote
R$ 33.000,00 (BRL)
Cotações
$ 6,270.00 (USD)
$ 6,600.00 (EUR)
$ 926.640,00 (ARS)
Cotações
$ 6,270.00 (USD)
$ 6,600.00 (EUR)
$ 926.640,00 (ARS)
163
PORTINARI (1903-1962)
CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
TEMA: Estudo para o painel "Jó" , 1943.
MEDIDAS: 29 x 21 cm.
TÉCNICA: Grafite e lápis colorido.
CONJUNTO: Série Bíblica, Rádio Tupi, São Paulo.
Reproduzido no Catálogo Raisonné - Vol. II, pg. 351;
Reproduzido no livro Portinari - A Construção de uma Obra, Ed. Dom Quixote, pg. 100. [FCO 2737]


Cândido Portinari nasceu em Brodowski, no estado de São Paulo em 30 de dezembro de 1903 dois dias antes de 1904, o não da eclosão da Revolta da Vacina, contra a vacinação obrigatória, na cidade do Rio de Janeiro.
Semelhante a Picasso, começa a pintar aos 9 anos e, torna-se um dos maiores pintores da história tendo a O.N.U. abdicado de uma Tapeçaria da Guernica pelos painéis Guerra e Paz de Portinari.
Em 1920 com quinze anos, matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes e em 1928 com apenas 24 anos conquistou o Prêmio de Viagem à Europa.
Em 1922 recebe Menção Honrosa por um retrato, provavelmente de seu amigo Ezequiel Fonseca Filho.
Em 1927 com Retrato do Dr. Antônio Ferreira dos Santos recebe a Grande Medalha de Prata da XXXIV Exposição Geral de Belas Artes da Escola Nacional de Belas Artes.
Possibilitando, em 1928, na XXXV Exposição Geral de Belas Artes ganhar o Prêmio de Viagem à Europa, com mais um retrato o de Olegário Mariano.
Em Paris, mora momentaneamente, em Montparnasse, reduto de artistas, porém, muda-se para o Hôtel du Dragon na mesma rua da Académie Julien, que frequenta e, no ano de 1930, percebe sua vocação: “Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…”
Antonio Callado escreve no magnifico livro de Portinari: “...arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra...”
Retorna em 1931 e, põe-se a retratar com cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor do povo, da cultura, da flora, da fauna e da história. Pintando em 1934 “Despojados” - a obra de temática social. Neste ano, a primeira instituição pública adquire obra, “Mestiço”, pela Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Em 1935, no Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal (UDF), Rio de Janeiro. Conquista com a tela “Café” no Instituto Carnegie, em Pittsburgh Menção Honrosa e realiza quatro famosos grandes painéis para o Monumento Rodoviário, na rodovia Washington Luís.
Em 1938, realiza centenas de estudos a carvão, crayon, têmpera, guache e aquarela para a execução dos 12 murais em afresco para a sede do Ministério da Educação, hoje Palácio Gustavo Capanema.
Em 1939, para o Pavilhão Brasileiro da Feira Mundial de Nova York, sob encomenda de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, pinta os painéis: Cena Gaúcha, Noite de São João e Jangadas do Nordeste. O Museu Nacional de Belas Artes realiza a sua maior exposição com 269 obras e catálogo com prefácio do modernista Mário de Andrade.
Em 1940, Exposição Portinari of Brazil é realizada no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) com 180 obras. Participa ainda da Latin American Exhibition of Fine Arts no Museu Riverside de Nova York, com 35 obras.
Em 1941, Universidade de Chicago edita o álbum Portinari, his Life and Art (Portinari, Vida e Arte). Inaugurada exposição na Galeria de Arte da Universidade de Howard, em Washington. Garimperos ,1941
Candido Portinari, ao lado de Niemeyer, Santa Rosa, Carlos Leão, Bianco, Burle-Marx, Santa Rosa, Quirino Campos Fiorito, Oswald de Andrade Filho, Bruno Giorgio, Mario Zarinini, participam da elite intelectual brasileira numa época de notável renovação na cultura do Brasil, refletida pelo caráter social da obra de Portinari.
Em 1942, são inaugurados os murais na Fundação Hispânica da Biblioteca do Congresso, em Washington.
Em 1943, é inaugurada uma exposição individual de Portinari no Museu Nacional de Belas Artes, com 168 trabalhos.
Em 1944, participa da exposição comemorativa dos 15 anos de fundação do MoMA – Art in Progress
É concluído o conjunto arquitetônico da Pampulha em Belo Horizonte, e a Igreja de São Francisco de Assis, decorada por Candido Portinari sob encomenda do então prefeito Juscelino Kubitschek a Oscar Niemeyer.
Em 1946, o governo francês condecora Portinari com a Legião de Honra. E na Galeria Charpentier, em Paris e inaugura uma individual de Portinari com 84 trabalhos.
Em 1947, é inaugurada sua primeira exposição individual na Argentina, no Salón Peuser, em Buenos Aires, com 91 obras.
Em 1948, Portinari, de volta ao Brasil, faz uma retrospectiva no MASP, em São Paulo.
Em 1949 a Embaixada Americana nega-lhe o visto de entrada. Portinari inicia o painel Tiradentes para o Colégio de Cataguases, em Minas Gerais, e em 1950 Recebe a Medalha de Ouro da Paz, com a obra Tiradentes, no II Congresso Mundial dos Partidários da Paz, em Varsóvia.
Em 1951, Portinari participa da I Bienal de São Paulo.
Em 1952, o Secretário Geral das Nações Unidas anuncia oferta, feita pelo governo brasileiro, de dois painéis (Guerra e Paz), que serão executados por Portinari, e que decorarão um dos salões da nova sede da ONU. Do mesmo ano "Nobre e Religioso"
Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País, com diversos convites de instituições para exposições e encomendas de obras, além de inúmeras honrarias por todo mundo, como para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz.
Em 1953, após dez anos sem expor individualmente no Rio de Janeiro, expõe 100 obras no MAM, Museu de Arte Moderna.
Em 1954, realiza individual no Museu de Arte de São Paulo – MASP com mais de 100 obras, entre elas, duas maquetes para os painéis Guerra e Paz.
Em 1955, participa da III Bienal de São Paulo com sala especial, hors concours, e apresenta 12 estudos para o painel Guerra, todos eles de grandes dimensões.
Ainda em 1955, é Agraciado em Nova York, como o melhor pintor do ano com a Medalha de Ouro concedida pelo International Fine Arts Council – IFAC.
Em 1956, entrega os painéis, de 14m x 10m cada um, Guerra e Paz, que foram realizados com a ajuda de Enrico Bianco e Rosalina Leão para a O.N.U. Antes de seguirem Presidente da República, Juscelino Kubitschek, inaugura a exposição dos painéis no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Na avaliação do artista Enrico Bianco: “Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.”
Em 1957, é inaugurada exposição individual de Portinari na Maison de la Pensée Française, em Paris, depois em Munique e em Colônia, na Alemanha.
Em 1957 São doados oficialmente os painéis Guerra e Paz. Portinari.
Em 1958, inaugura uma individual, na Galleria del Libraio, em Bolonha na Itália, terra de seus pais.
Em 1959, A V Bienal de São Paulo realiza retrospectiva da obra de Portinari com 127 obras e, participa da exposição itinerante Artistas Brasileiros na Europa, organizada pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Em 1960, Nasce Denise, neta de Candido Portinari. É publicado na Itália o livro Brasil, Dipinti di Portinari.
Em 1961, realiza sua última exposição individual em vida, na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro e, faz três painéis em azulejos: Frevo e Peixes, para o Pampulha Iate Clube, projeto de Oscar Niemeyer, e Pombas, para um edifício em Paris.
Em 1962, Portinari intoxicado pelos metais pesados contidos nas tintas. Estavam em seu velório, o ex-Presidente da República Juscelino Kubitschek, Hermes Lima, representando o Presidente João Goulart, Luis Carlos Prestes e Carlos Marighela, Carlos Lacerda. É decretado luto oficial de três dias no Estado da Guanabara.
Bid
R$ 23.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 23.000,00 (BRL)
Cotações
$ 4,370.00 (USD)
$ 4,600.00 (EUR)
$ 645.840,00 (ARS)
Cotações
$ 4,370.00 (USD)
$ 4,600.00 (EUR)
$ 645.840,00 (ARS)
164
PORTINARI (1903-1962)
CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
TÉCNICA: Grafite e lápis colorido
Medidas: 48 x 18 cm.
TEMA: São José e Maria, 1957

Obra participou da importantíssima Exposição Internacional de Arte Sacra de Novara em 1961.
Portinari. 58 desenhos. Casa do Artista Plástico, São paulo 1963.
Mostra Di Candido Portinari. Palazzo Reale, Milão.
Reproduzido no catálogo Raisonné - vol. lV ,pg: 267/268
Reproduzido no livro "Portinari - A Construção de uma Obra", Ed Dom Quixote, pg. 188.

Cândido Portinari nasceu em Brodowski, no estado de São Paulo em 30 de dezembro de 1903 dois dias antes de 1904, o não da eclosão da Revolta da Vacina, contra a vacinação obrigatória, na cidade do Rio de Janeiro.
Semelhante a Picasso, começa a pintar aos 9 anos e, torna-se um dos maiores pintores da história tendo a O.N.U. abdicado de uma Tapeçaria da Guernica pelos painéis Guerra e Paz de Portinari.
Em 1920 com quinze anos, matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes e em 1928 com apenas 24 anos conquistou o Prêmio de Viagem à Europa.
Em 1922 recebe Menção Honrosa por um retrato, provavelmente de seu amigo Ezequiel Fonseca Filho.
Em 1927 com Retrato do Dr. Antônio Ferreira dos Santos recebe a Grande Medalha de Prata da XXXIV Exposição Geral de Belas Artes da Escola Nacional de Belas Artes.
Possibilitando, em 1928, na XXXV Exposição Geral de Belas Artes ganhar o Prêmio de Viagem à Europa, com mais um retrato o de Olegario Mariano
Em Paris, mora momentaneamente, em Montparnasse, reduto de artistas, porém, muda-se para o Hôtel du Dragon na mesma rua da Académie Julien, que frequenta e, no ano de 1930, percebe sua vocação: “Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…”
Antonio Callado escreve no magnifico livro de Portinari: “...arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra...”
Retorna em 1931 e, põe-se a retratar com cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor do povo, da cultura, da flora, da fauna e da história. Pintando em 1934 “Despojados” - a obra de temática social. Neste ano, a primeira instituição pública adquire obra, “Mestiço”, pela Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Em 1935, no Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal (UDF), Rio de Janeiro. Conquista com a tela “Café” no Instituto Carnegie, em Pittsburgh Menção Honrosa e realiza quatro famosos grandes painéis para o Monumento Rodoviário, na rodovia Washington Luís.
Em 1938, realiza centenas de estudos a carvão, crayon, têmpera, guache e aquarela para a execução dos 12 murais em afresco para a sede do Ministério da Educação, hoje Palácio Gustavo Capanema.
Em 1939, para o Pavilhão Brasileiro da Feira Mundial de Nova York, sob encomenda de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, pinta os painéis: Cena Gaúcha, Noite de São João e Jangadas do Nordeste. O Museu Nacional de Belas Artes realiza a sua maior exposição com 269 obras e catálogo com prefácio do modernista Mário de Andrade.
Em 1940, Exposição Portinari of Brazil é realizada no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) com 180 obras. Participa ainda da Latin American Exhibition of Fine Arts no Museu Riverside de Nova York, com 35 obras.
Em 1941, Universidade de Chicago edita o álbum Portinari, his Life and Art (Portinari, Vida e Arte). Inaugurada exposição na Galeria de Arte da Universidade de Howard, em Washington. Garimperos ,1941
Candido Portinari, ao lado de Niemeyer, Santa Rosa, Carlos Leão, Bianco, Burle-Marx, Santa Rosa, Quirino Campos Fiorito, Oswald de Andrade Filho, Bruno Giorgio, Mario Zarinini, participam da elite intelectual brasileira numa época de notável renovação na cultura do Brasil, refletida pelo caráter social da obra de Portinari.
Em 1942, são inaugurados os murais na Fundação Hispânica da Biblioteca do Congresso, em Washington.
Em 1943, é inaugurada uma exposição individual de Portinari no Museu Nacional de Belas Artes, com 168 trabalhos.
Em 1944, participa da exposição comemorativa dos 15 anos de fundação do MoMA – Art in Progress
É concluído o conjunto arquitetônico da Pampulha em Belo Horizonte, e a Igreja de São Francisco de Assis, decorada por Candido Portinari sob encomenda do então prefeito Juscelino Kubitschek a Oscar Niemeyer.
Em 1946, o governo francês condecora Portinari com a Legião de Honra. E na Galeria Charpentier, em Paris e inaugura uma individual de Portinari com 84 trabalhos.
Em 1947, é inaugurada sua primeira exposição individual na Argentina, no Salón Peuser, em Buenos Aires, com 91 obras.
Em 1948, Portinari, de volta ao Brasil, faz uma retrospectiva no MASP, em São Paulo.
Em 1949 a Embaixada Americana nega-lhe o visto de entrada. Portinari inicia o painel Tiradentes para o Colégio de Cataguases, em Minas Gerais, e em 1950 Recebe a Medalha de Ouro da Paz, com a obra Tiradentes, no II Congresso Mundial dos Partidários da Paz, em Varsóvia.
Em 1951, Portinari participa da I Bienal de São Paulo.
Em 1952, o Secretário Geral das Nações Unidas anuncia oferta, feita pelo governo brasileiro, de dois painéis (Guerra e Paz), que serão executados por Portinari, e que decorarão um dos salões da nova sede da ONU. Do mesmo ano "Nobre e Religioso"
Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País, com diversos convites de instituições para exposições e encomendas de obras, além de inúmeras honrarias por todo mundo, como para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz.
Em 1953, após dez anos sem expor individualmente no Rio de Janeiro, expõe 100 obras no MAM, Museu de Arte Moderna.
Em 1954, realiza individual no Museu de Arte de São Paulo – MASP com mais de 100 obras, entre elas, duas maquetes para os painéis Guerra e Paz.
Em 1955, participa da III Bienal de São Paulo com sala especial, hors concours, e apresenta 12 estudos para o painel Guerra, todos eles de grandes dimensões.
Ainda em 1955, é Agraciado em Nova York, como o melhor pintor do ano com a Medalha de Ouro concedida pelo International Fine Arts Council – IFAC.
Em 1956, entrega os painéis, de 14m x 10m cada um, Guerra e Paz, que foram realizados com a ajuda de Enrico Bianco e Rosalina Leão para a O.N.U. Antes de seguirem Presidente da República, Juscelino Kubitschek, inaugura a exposição dos painéis no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Na avaliação do artista Enrico Bianco: “Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.”
Em 1957, é inaugurada exposição individual de Portinari na Maison de la Pensée Française, em Paris, depois em Munique e em Colônia, na Alemanha.
Em 1957 São doados oficialmente os painéis Guerra e Paz. Portinari.
Em 1958, inaugura uma individual, na Galleria del Libraio, em Bolonha na Itália, terra de seus pais.
Em 1959, A V Bienal de São Paulo realiza retrospectiva da obra de Portinari com 127 obras e, participa da exposição itinerante Artistas Brasileiros na Europa, organizada pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Em 1960, Nasce Denise, neta de Candido Portinari. É publicado na Itália o livro Brasil, Dipinti di Portinari.
Em 1961, realiza sua última exposição individual em vida, na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro e, faz três painéis em azulejos: Frevo e Peixes, para o Pampulha Iate Clube, projeto de Oscar Niemeyer, e Pombas, para um edifício em Paris.
Em 1962, Portinari intoxicado pelos metais pesados contidos nas tintas. Estavam em seu velório, o ex-Presidente da República Juscelino Kubitschek, Hermes Lima, representando o Presidente João Goulart, Luis Carlos Prestes e Carlos Marighela, Carlos Lacerda. É decretado luto oficial de três dias no Estado da Guanabara.
Bid
R$ 27.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 27.000,00 (BRL)
Cotações
$ 5,130.00 (USD)
$ 5,400.00 (EUR)
$ 758.160,00 (ARS)
Cotações
$ 5,130.00 (USD)
$ 5,400.00 (EUR)
$ 758.160,00 (ARS)
165
PORTINARI (1903-1962)
CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
TÉCNICA: Zincografia sobre papel 6/50
TEMA: Figura de Menina, 1939.
Medidas: 33 x 29 cm.
Gravura com a mesma composição da pintura "Menina com fita".
Assinada no canto inferior direito.
Reproduzido no Catálogo Raisonné - Vol. II - pg. 97;
[FCO 842]

Cândido Portinari nasceu em Brodowski, no estado de São Paulo em 30 de dezembro de 1903 dois dias antes de 1904, o não da eclosão da Revolta da Vacina, contra a vacinação obrigatória, na cidade do Rio de Janeiro.
Semelhante a Picasso, começa a pintar aos 9 anos e, torna-se um dos maiores pintores da história tendo a O.N.U. abdicado de uma Tapeçaria da Guernica pelos painéis Guerra e Paz de Portinari.
Em 1920 com quinze anos, matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes e em 1928 com apenas 24 anos conquistou o Prêmio de Viagem à Europa.
Em 1922 recebe Menção Honrosa por um retrato, provavelmente de seu amigo Ezequiel Fonseca Filho.
Em 1927 com Retrato do Dr. Antônio Ferreira dos Santos recebe a Grande Medalha de Prata da XXXIV Exposição Geral de Belas Artes da Escola Nacional de Belas Artes.
Possibilitando, em 1928, na XXXV Exposição Geral de Belas Artes ganhar o Prêmio de Viagem à Europa, com mais um retrato o de Olegario Mariano
Em Paris, mora momentaneamente, em Montparnasse, reduto de artistas, porém, muda-se para o Hôtel du Dragon na mesma rua da Académie Julien, que frequenta e, no ano de 1930, percebe sua vocação: “Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…”
Antonio Callado escreve no magnifico livro de Portinari: “...arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra...”
Retorna em 1931 e, põe-se a retratar com cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor do povo, da cultura, da flora, da fauna e da história. Pintando em 1934 “Despojados” - a obra de temática social. Neste ano, a primeira instituição pública adquire obra, “Mestiço”, pela Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Em 1935, no Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal (UDF), Rio de Janeiro. Conquista com a tela “Café” no Instituto Carnegie, em Pittsburgh Menção Honrosa e realiza quatro famosos grandes painéis para o Monumento Rodoviário, na rodovia Washington Luís.
Em 1938, realiza centenas de estudos a carvão, crayon, têmpera, guache e aquarela para a execução dos 12 murais em afresco para a sede do Ministério da Educação, hoje Palácio Gustavo Capanema.
Em 1939, para o Pavilhão Brasileiro da Feira Mundial de Nova York, sob encomenda de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, pinta os painéis: Cena Gaúcha, Noite de São João e Jangadas do Nordeste. O Museu Nacional de Belas Artes realiza a sua maior exposição com 269 obras e catálogo com prefácio do modernista Mário de Andrade.
Em 1940, Exposição Portinari of Brazil é realizada no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) com 180 obras. Participa ainda da Latin American Exhibition of Fine Arts no Museu Riverside de Nova York, com 35 obras.
Em 1941, Universidade de Chicago edita o álbum Portinari, his Life and Art (Portinari, Vida e Arte). Inaugurada exposição na Galeria de Arte da Universidade de Howard, em Washington. Garimperos ,1941
Candido Portinari, ao lado de Niemeyer, Santa Rosa, Carlos Leão, Bianco, Burle-Marx, Santa Rosa, Quirino Campos Fiorito, Oswald de Andrade Filho, Bruno Giorgio, Mario Zarinini, participam da elite intelectual brasileira numa época de notável renovação na cultura do Brasil, refletida pelo caráter social da obra de Portinari.
Em 1942, são inaugurados os murais na Fundação Hispânica da Biblioteca do Congresso, em Washington.
Em 1943, é inaugurada uma exposição individual de Portinari no Museu Nacional de Belas Artes, com 168 trabalhos.
Em 1944, participa da exposição comemorativa dos 15 anos de fundação do MoMA – Art in Progress
É concluído o conjunto arquitetônico da Pampulha em Belo Horizonte, e a Igreja de São Francisco de Assis, decorada por Candido Portinari sob encomenda do então prefeito Juscelino Kubitschek a Oscar Niemeyer.
Em 1946, o governo francês condecora Portinari com a Legião de Honra. E na Galeria Charpentier, em Paris e inaugura uma individual de Portinari com 84 trabalhos.
Em 1947, é inaugurada sua primeira exposição individual na Argentina, no Salón Peuser, em Buenos Aires, com 91 obras.
Em 1948, Portinari, de volta ao Brasil, faz uma retrospectiva no MASP, em São Paulo.
Em 1949 a Embaixada Americana nega-lhe o visto de entrada. Portinari inicia o painel Tiradentes para o Colégio de Cataguases, em Minas Gerais, e em 1950 Recebe a Medalha de Ouro da Paz, com a obra Tiradentes, no II Congresso Mundial dos Partidários da Paz, em Varsóvia.
Em 1951, Portinari participa da I Bienal de São Paulo.
Em 1952, o Secretário Geral das Nações Unidas anuncia oferta, feita pelo governo brasileiro, de dois painéis (Guerra e Paz), que serão executados por Portinari, e que decorarão um dos salões da nova sede da ONU. Do mesmo ano "Nobre e Religioso"
Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País, com diversos convites de instituições para exposições e encomendas de obras, além de inúmeras honrarias por todo mundo, como para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz.
Em 1953, após dez anos sem expor individualmente no Rio de Janeiro, expõe 100 obras no MAM, Museu de Arte Moderna.
Em 1954, realiza individual no Museu de Arte de São Paulo – MASP com mais de 100 obras, entre elas, duas maquetes para os painéis Guerra e Paz.
Em 1955, participa da III Bienal de São Paulo com sala especial, hors concours, e apresenta 12 estudos para o painel Guerra, todos eles de grandes dimensões.
Ainda em 1955, é Agraciado em Nova York, como o melhor pintor do ano com a Medalha de Ouro concedida pelo International Fine Arts Council – IFAC.
Em 1956, entrega os painéis, de 14m x 10m cada um, Guerra e Paz, que foram realizados com a ajuda de Enrico Bianco e Rosalina Leão para a O.N.U. Antes de seguirem Presidente da República, Juscelino Kubitschek, inaugura a exposição dos painéis no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Na avaliação do artista Enrico Bianco: “Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.”
Em 1957, é inaugurada exposição individual de Portinari na Maison de la Pensée Française, em Paris, depois em Munique e em Colônia, na Alemanha.
Em 1957 São doados oficialmente os painéis Guerra e Paz. Portinari.
Em 1958, inaugura uma individual, na Galleria del Libraio, em Bolonha na Itália, terra de seus pais.
Em 1959, A V Bienal de São Paulo realiza retrospectiva da obra de Portinari com 127 obras e, participa da exposição itinerante Artistas Brasileiros na Europa, organizada pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Em 1960, Nasce Denise, neta de Candido Portinari. É publicado na Itália o livro Brasil, Dipinti di Portinari.
Em 1961, realiza sua última exposição individual em vida, na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro e, faz três painéis em azulejos: Frevo e Peixes, para o Pampulha Iate Clube, projeto de Oscar Niemeyer, e Pombas, para um edifício em Paris.
Em 1962, Portinari intoxicado pelos metais pesados contidos nas tintas. Estavam em seu velório, o ex-Presidente da República Juscelino Kubitschek, Hermes Lima, representando o Presidente João Goulart, Luis Carlos Prestes e Carlos Marighela, Carlos Lacerda. É decretado luto oficial de três dias no Estado da Guanabara.
1 bid
Bid
R$ 7.100,00 (BRL)
1 bid
Valor do lote
R$ 7.100,00 (BRL)
Cotações
$ 1,349.00 (USD)
$ 1,420.00 (EUR)
$ 199.368,00 (ARS)
Cotações
$ 1,349.00 (USD)
$ 1,420.00 (EUR)
$ 199.368,00 (ARS)
166
PORTINARI (1903-1962)
CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
"NOBRE E RELIGIOSO" - Estudo para o painel "A chegada de D. João VI".
Nanquin e Bico de Pena
Medidas: 29 x 14,5 cm.
1952
Consta dedicatória à Antonio Callado, autor de um de seus livros biográficos.

Exposição, Mostra di Candido Portinari. Palazzo, Milão.
Reproduzido no Catálogo Raisonné - Vol. III do artista, pg. 357;
Reproduzido no livro Portinari - A Construção de uma obra, Ed. Dom Quixote, pg. 140.

Cândido Portinari nasceu em Brodowski, no estado de São Paulo em 30 de dezembro de 1903 dois dias antes de 1904, o não da eclosão da Revolta da Vacina, contra a vacinação obrigatória, na cidade do Rio de Janeiro.
Semelhante a Picasso, começa a pintar aos 9 anos e, torna-se um dos maiores pintores da história tendo a O.N.U. abdicado de uma Tapeçaria da Guernica pelos painéis Guerra e Paz de Portinari.
Em 1920 com quinze anos, matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes e em 1928 com apenas 24 anos conquistou o Prêmio de Viagem à Europa.
Em 1922 recebe Menção Honrosa por um retrato, provavelmente de seu amigo Ezequiel Fonseca Filho.
Em 1927 com Retrato do Dr. Antônio Ferreira dos Santos recebe a Grande Medalha de Prata da XXXIV Exposição Geral de Belas Artes da Escola Nacional de Belas Artes.
Possibilitando, em 1928, na XXXV Exposição Geral de Belas Artes ganhar o Prêmio de Viagem à Europa, com mais um retrato o de Olegario Mariano
Em Paris, mora momentaneamente, em Montparnasse, reduto de artistas, porém, muda-se para o Hôtel du Dragon na mesma rua da Académie Julien, que frequenta e, no ano de 1930, percebe sua vocação: “Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…”
Antonio Callado escreve no magnifico livro de Portinari: “...arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra...”
Retorna em 1931 e, põe-se a retratar com cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor do povo, da cultura, da flora, da fauna e da história. Pintando em 1934 “Despojados” - a obra de temática social. Neste ano, a primeira instituição pública adquire obra, “Mestiço”, pela Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Em 1935, no Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal (UDF), Rio de Janeiro. Conquista com a tela “Café” no Instituto Carnegie, em Pittsburgh Menção Honrosa e realiza quatro famosos grandes painéis para o Monumento Rodoviário, na rodovia Washington Luís.
Em 1938, realiza centenas de estudos a carvão, crayon, têmpera, guache e aquarela para a execução dos 12 murais em afresco para a sede do Ministério da Educação, hoje Palácio Gustavo Capanema.
Em 1939, para o Pavilhão Brasileiro da Feira Mundial de Nova York, sob encomenda de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, pinta os painéis: Cena Gaúcha, Noite de São João e Jangadas do Nordeste. O Museu Nacional de Belas Artes realiza a sua maior exposição com 269 obras e catálogo com prefácio do modernista Mário de Andrade.
Em 1940, Exposição Portinari of Brazil é realizada no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) com 180 obras. Participa ainda da Latin American Exhibition of Fine Arts no Museu Riverside de Nova York, com 35 obras.
Em 1941, Universidade de Chicago edita o álbum Portinari, his Life and Art (Portinari, Vida e Arte). Inaugurada exposição na Galeria de Arte da Universidade de Howard, em Washington. Garimperos ,1941
Candido Portinari, ao lado de Niemeyer, Santa Rosa, Carlos Leão, Bianco, Burle-Marx, Santa Rosa, Quirino Campos Fiorito, Oswald de Andrade Filho, Bruno Giorgio, Mario Zarinini, participam da elite intelectual brasileira numa época de notável renovação na cultura do Brasil, refletida pelo caráter social da obra de Portinari.
Em 1942, são inaugurados os murais na Fundação Hispânica da Biblioteca do Congresso, em Washington.
Em 1943, é inaugurada uma exposição individual de Portinari no Museu Nacional de Belas Artes, com 168 trabalhos.
Em 1944, participa da exposição comemorativa dos 15 anos de fundação do MoMA – Art in Progress
É concluído o conjunto arquitetônico da Pampulha em Belo Horizonte, e a Igreja de São Francisco de Assis, decorada por Candido Portinari sob encomenda do então prefeito Juscelino Kubitschek a Oscar Niemeyer.
Em 1946, o governo francês condecora Portinari com a Legião de Honra. E na Galeria Charpentier, em Paris e inaugura uma individual de Portinari com 84 trabalhos.
Em 1947, é inaugurada sua primeira exposição individual na Argentina, no Salón Peuser, em Buenos Aires, com 91 obras.
Em 1948, Portinari, de volta ao Brasil, faz uma retrospectiva no MASP, em São Paulo.
Em 1949 a Embaixada Americana nega-lhe o visto de entrada. Portinari inicia o painel Tiradentes para o Colégio de Cataguases, em Minas Gerais, e em 1950 Recebe a Medalha de Ouro da Paz, com a obra Tiradentes, no II Congresso Mundial dos Partidários da Paz, em Varsóvia.
Em 1951, Portinari participa da I Bienal de São Paulo.
Em 1952, o Secretário Geral das Nações Unidas anuncia oferta, feita pelo governo brasileiro, de dois painéis (Guerra e Paz), que serão executados por Portinari, e que decorarão um dos salões da nova sede da ONU. Do mesmo ano "Nobre e Religioso"
Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País, com diversos convites de instituições para exposições e encomendas de obras, além de inúmeras honrarias por todo mundo, como para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz.
Em 1953, após dez anos sem expor individualmente no Rio de Janeiro, expõe 100 obras no MAM, Museu de Arte Moderna.
Em 1954, realiza individual no Museu de Arte de São Paulo – MASP com mais de 100 obras, entre elas, duas maquetes para os painéis Guerra e Paz.
Em 1955, participa da III Bienal de São Paulo com sala especial, hors concours, e apresenta 12 estudos para o painel Guerra, todos eles de grandes dimensões.
Ainda em 1955, é Agraciado em Nova York, como o melhor pintor do ano com a Medalha de Ouro concedida pelo International Fine Arts Council – IFAC.
Em 1956, entrega os painéis, de 14m x 10m cada um, Guerra e Paz, que foram realizados com a ajuda de Enrico Bianco e Rosalina Leão para a O.N.U. Antes de seguirem Presidente da República, Juscelino Kubitschek, inaugura a exposição dos painéis no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Na avaliação do artista Enrico Bianco: “Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.”
Em 1957, é inaugurada exposição individual de Portinari na Maison de la Pensée Française, em Paris, depois em Munique e em Colônia, na Alemanha.
Em 1957 São doados oficialmente os painéis Guerra e Paz. Portinari.
Em 1958, inaugura uma individual, na Galleria del Libraio, em Bolonha na Itália, terra de seus pais.
Em 1959, A V Bienal de São Paulo realiza retrospectiva da obra de Portinari com 127 obras e, participa da exposição itinerante Artistas Brasileiros na Europa, organizada pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Em 1960, Nasce Denise, neta de Candido Portinari. É publicado na Itália o livro Brasil, Dipinti di Portinari.
Em 1961, realiza sua última exposição individual em vida, na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro e, faz três painéis em azulejos: Frevo e Peixes, para o Pampulha Iate Clube, projeto de Oscar Niemeyer, e Pombas, para um edifício em Paris.
Em 1962, Portinari intoxicado pelos metais pesados contidos nas tintas. Estavam em seu velório, o ex-Presidente da República Juscelino Kubitschek, Hermes Lima, representando o Presidente João Goulart, Luis Carlos Prestes e Carlos Marighela, Carlos Lacerda. É decretado luto oficial de três dias no Estado da Guanabara.
Bid
R$ 38.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 38.000,00 (BRL)
Cotações
$ 7,220.00 (USD)
$ 7,600.00 (EUR)
$ 1.067.040,00 (ARS)
Cotações
$ 7,220.00 (USD)
$ 7,600.00 (EUR)
$ 1.067.040,00 (ARS)
167
PORTINARI (1903 – 1962)
CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
Estudo para o mural da ONU: “Cabeça de gato”- 1955.
Medidas: 25,5 x 20 cm.
Desenho a caneta-tinteiro sobre papel
Assinado na metade direita. Estudo para painel "Guerra".

Reproduzido nos livros: Catálogo Raisonné - Vol. IV, pág. 99. / "Portinari - A Construção de uma Obra", Ed Dom Quixote, pág.166 - FCO 5467
CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
Cândido Portinari nasceu em Brodowski, no estado de São Paulo em 30 de dezembro de 1903 dois dias antes de 1904, o não da eclosão da Revolta da Vacina, contra a vacinação obrigatória, na cidade do Rio de Janeiro.
Semelhante a Picasso, começa a pintar aos 9 anos e, torna-se um dos maiores pintores da história tendo a O.N.U. abdicado de uma Tapeçaria da Guernica pelos painéis Guerra e Paz de Portinari.
Em 1920 com quinze anos, matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes e em 1928 com apenas 24 anos conquistou o Prêmio de Viagem à Europa.
Em 1922 recebe Menção Honrosa por um retrato, provavelmente de seu amigo Ezequiel Fonseca Filho.
Em 1927 com Retrato do Dr. Antônio Ferreira dos Santos recebe a Grande Medalha de Prata da XXXIV Exposição Geral de Belas Artes da Escola Nacional de Belas Artes.
Possibilitando, em 1928, na XXXV Exposição Geral de Belas Artes ganhar o Prêmio de Viagem à Europa, com mais um retrato o de Olegario Mariano
Em Paris, mora momentaneamente, em Montparnasse, reduto de artistas, porém, muda-se para o Hôtel du Dragon na mesma rua da Académie Julien, que frequenta e, no ano de 1930, percebe sua vocação: “Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…”
Antonio Callado escreve no magnifico livro de Portinari: “...arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra...”
Retorna em 1931 e, põe-se a retratar com cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor do povo, da cultura, da flora, da fauna e da história. Pintando em 1934 “Despojados” - a obra de temática social. Neste ano, a primeira instituição pública adquire obra, “Mestiço”, pela Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Em 1935, no Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal (UDF), Rio de Janeiro. Conquista com a tela “Café” no Instituto Carnegie, em Pittsburgh Menção Honrosa e realiza quatro famosos grandes painéis para o Monumento Rodoviário, na rodovia Washington Luís.
Em 1938, realiza centenas de estudos a carvão, crayon, têmpera, guache e aquarela para a execução dos 12 murais em afresco para a sede do Ministério da Educação, hoje Palácio Gustavo Capanema.
Em 1939, para o Pavilhão Brasileiro da Feira Mundial de Nova York, sob encomenda de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, pinta os painéis: Cena Gaúcha, Noite de São João e Jangadas do Nordeste. O Museu Nacional de Belas Artes realiza a sua maior exposição com 269 obras e catálogo com prefácio do modernista Mário de Andrade.
Em 1940, Exposição Portinari of Brazil é realizada no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) com 180 obras. Participa ainda da Latin American Exhibition of Fine Arts no Museu Riverside de Nova York, com 35 obras.
Em 1941, Universidade de Chicago edita o álbum Portinari, his Life and Art (Portinari, Vida e Arte). Inaugurada exposição na Galeria de Arte da Universidade de Howard, em Washington. Garimperos ,1941
Candido Portinari, ao lado de Niemeyer, Santa Rosa, Carlos Leão, Bianco, Burle-Marx, Santa Rosa, Quirino Campos Fiorito, Oswald de Andrade Filho, Bruno Giorgio, Mario Zarinini, participam da elite intelectual brasileira numa época de notável renovação na cultura do Brasil, refletida pelo caráter social da obra de Portinari.
Em 1942, são inaugurados os murais na Fundação Hispânica da Biblioteca do Congresso, em Washington.
Em 1943, é inaugurada uma exposição individual de Portinari no Museu Nacional de Belas Artes, com 168 trabalhos.
Em 1944, participa da exposição comemorativa dos 15 anos de fundação do MoMA – Art in Progress
É concluído o conjunto arquitetônico da Pampulha em Belo Horizonte, e a Igreja de São Francisco de Assis, decorada por Candido Portinari sob encomenda do então prefeito Juscelino Kubitschek a Oscar Niemeyer.
Em 1946, o governo francês condecora Portinari com a Legião de Honra. E na Galeria Charpentier, em Paris e inaugura uma individual de Portinari com 84 trabalhos.
Em 1947, é inaugurada sua primeira exposição individual na Argentina, no Salón Peuser, em Buenos Aires, com 91 obras.
Em 1948, Portinari, de volta ao Brasil, faz uma retrospectiva no MASP, em São Paulo.
Em 1949 a Embaixada Americana nega-lhe o visto de entrada. Portinari inicia o painel Tiradentes para o Colégio de Cataguases, em Minas Gerais, e em 1950 Recebe a Medalha de Ouro da Paz, com a obra Tiradentes, no II Congresso Mundial dos Partidários da Paz, em Varsóvia.
Em 1951, Portinari participa da I Bienal de São Paulo.
Em 1952, o Secretário Geral das Nações Unidas anuncia oferta, feita pelo governo brasileiro, de dois painéis (Guerra e Paz), que serão executados por Portinari, e que decorarão um dos salões da nova sede da ONU. Do mesmo ano "Nobre e Religioso"
Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País, com diversos convites de instituições para exposições e encomendas de obras, além de inúmeras honrarias por todo mundo, como para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz.
Em 1953, após dez anos sem expor individualmente no Rio de Janeiro, expõe 100 obras no MAM, Museu de Arte Moderna.
Em 1954, realiza individual no Museu de Arte de São Paulo – MASP com mais de 100 obras, entre elas, duas maquetes para os painéis Guerra e Paz.
Em 1955, participa da III Bienal de São Paulo com sala especial, hors concours, e apresenta 12 estudos para o painel Guerra, todos eles de grandes dimensões.
Ainda em 1955, é Agraciado em Nova York, como o melhor pintor do ano com a Medalha de Ouro concedida pelo International Fine Arts Council – IFAC.
Em 1956, entrega os painéis, de 14m x 10m cada um, Guerra e Paz, que foram realizados com a ajuda de Enrico Bianco e Rosalina Leão para a O.N.U. Antes de seguirem Presidente da República, Juscelino Kubitschek, inaugura a exposição dos painéis no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Na avaliação do artista Enrico Bianco: “Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.”
Em 1957, é inaugurada exposição individual de Portinari na Maison de la Pensée Française, em Paris, depois em Munique e em Colônia, na Alemanha.
Em 1957 São doados oficialmente os painéis Guerra e Paz. Portinari.
Em 1958, inaugura uma individual, na Galleria del Libraio, em Bolonha na Itália, terra de seus pais.
Em 1959, A V Bienal de São Paulo realiza retrospectiva da obra de Portinari com 127 obras e, participa da exposição itinerante Artistas Brasileiros na Europa, organizada pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Em 1960, Nasce Denise, neta de Candido Portinari. É publicado na Itália o livro Brasil, Dipinti di Portinari.
Em 1961, realiza sua última exposição individual em vida, na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro e, faz três painéis em azulejos: Frevo e Peixes, para o Pampulha Iate Clube, projeto de Oscar Niemeyer, e Pombas, para um edifício em Paris.
Em 1962, Portinari intoxicado pelos metais pesados contidos nas tintas. Estavam em seu velório, o ex-Presidente da República Juscelino Kubitschek, Hermes Lima, representando o Presidente João Goulart, Luis Carlos Prestes e Carlos Marighela, Carlos Lacerda. É decretado luto oficial de três dias no Estado da Guanabara.

Bid
R$ 30.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 30.000,00 (BRL)
Cotações
$ 5,700.00 (USD)
$ 6,000.00 (EUR)
$ 842.400,00 (ARS)
Cotações
$ 5,700.00 (USD)
$ 6,000.00 (EUR)
$ 842.400,00 (ARS)
168
PORTINARI (1903-1962)
CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
TEMA: "Preparando enterro na rede", 1958. (Cod.: 1578)
TÉCNICA: Grafite e crayon
Medidas: 34 x 48,5 cm.
Exposições: 1959 V Bienal de São Paulo.
Museu de Artes Moderna de São Paulo. 1960 Exposição de Portinari.
Galeria Bonino, Rio de Janeiro
Reproduzido no catálogo Raisonné - vol. lV ,pg: 353; R
Reproduzido no livro "Portinari - A Construção de uma Obra", Ed Dom Quixote, pg. 189.

Cândido Portinari nasceu em Brodowski, no estado de São Paulo em 30 de dezembro de 1903 dois dias antes de 1904, o não da eclosão da Revolta da Vacina, contra a vacinação obrigatória, na cidade do Rio de Janeiro.
Semelhante a Picasso, começa a pintar aos 9 anos e, torna-se um dos maiores pintores da história tendo a O.N.U. abdicado de uma Tapeçaria da Guernica pelos painéis Guerra e Paz de Portinari.
Em 1920 com quinze anos, matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes e em 1928 com apenas 24 anos conquistou o Prêmio de Viagem à Europa.
Em 1922 recebe Menção Honrosa por um retrato, provavelmente de seu amigo Ezequiel Fonseca Filho.
Em 1927 com Retrato do Dr. Antônio Ferreira dos Santos recebe a Grande Medalha de Prata da XXXIV Exposição Geral de Belas Artes da Escola Nacional de Belas Artes.
Possibilitando, em 1928, na XXXV Exposição Geral de Belas Artes ganhar o Prêmio de Viagem à Europa, com mais um retrato o de Olegário Mariano.
Em Paris, mora momentaneamente, em Montparnasse, reduto de artistas, porém, muda-se para o Hôtel du Dragon na mesma rua da Académie Julien, que frequenta e, no ano de 1930, percebe sua vocação: “Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…”
Antonio Callado escreve no magnifico livro de Portinari: “...arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra...”
Retorna em 1931 e, põe-se a retratar com cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor do povo, da cultura, da flora, da fauna e da história. Pintando em 1934 “Despojados” - a obra de temática social. Neste ano, a primeira instituição pública adquire obra, “Mestiço”, pela Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Em 1935, no Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal (UDF), Rio de Janeiro. Conquista com a tela “Café” no Instituto Carnegie, em Pittsburgh Menção Honrosa e realiza quatro famosos grandes painéis para o Monumento Rodoviário, na rodovia Washington Luís.
Em 1938, realiza centenas de estudos a carvão, crayon, têmpera, guache e aquarela para a execução dos 12 murais em afresco para a sede do Ministério da Educação, hoje Palácio Gustavo Capanema.
Em 1939, para o Pavilhão Brasileiro da Feira Mundial de Nova York, sob encomenda de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, pinta os painéis: Cena Gaúcha, Noite de São João e Jangadas do Nordeste. O Museu Nacional de Belas Artes realiza a sua maior exposição com 269 obras e catálogo com prefácio do modernista Mário de Andrade.
Em 1940, Exposição Portinari of Brazil é realizada no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) com 180 obras. Participa ainda da Latin American Exhibition of Fine Arts no Museu Riverside de Nova York, com 35 obras.
Em 1941, Universidade de Chicago edita o álbum Portinari, his Life and Art (Portinari, Vida e Arte). Inaugurada exposição na Galeria de Arte da Universidade de Howard, em Washington. Garimperos ,1941
Candido Portinari, ao lado de Niemeyer, Santa Rosa, Carlos Leão, Bianco, Burle-Marx, Santa Rosa, Quirino Campos Fiorito, Oswald de Andrade Filho, Bruno Giorgio, Mario Zarinini, participam da elite intelectual brasileira numa época de notável renovação na cultura do Brasil, refletida pelo caráter social da obra de Portinari.
Em 1942, são inaugurados os murais na Fundação Hispânica da Biblioteca do Congresso, em Washington.
Em 1943, é inaugurada uma exposição individual de Portinari no Museu Nacional de Belas Artes, com 168 trabalhos.
Em 1944, participa da exposição comemorativa dos 15 anos de fundação do MoMA – Art in Progress
É concluído o conjunto arquitetônico da Pampulha em Belo Horizonte, e a Igreja de São Francisco de Assis, decorada por Candido Portinari sob encomenda do então prefeito Juscelino Kubitschek a Oscar Niemeyer.
Em 1946, o governo francês condecora Portinari com a Legião de Honra. E na Galeria Charpentier, em Paris e inaugura uma individual de Portinari com 84 trabalhos.
Em 1947, é inaugurada sua primeira exposição individual na Argentina, no Salón Peuser, em Buenos Aires, com 91 obras.
Em 1948, Portinari, de volta ao Brasil, faz uma retrospectiva no MASP, em São Paulo.
Em 1949 a Embaixada Americana nega-lhe o visto de entrada. Portinari inicia o painel Tiradentes para o Colégio de Cataguases, em Minas Gerais, e em 1950 Recebe a Medalha de Ouro da Paz, com a obra Tiradentes, no II Congresso Mundial dos Partidários da Paz, em Varsóvia.
Em 1951, Portinari participa da I Bienal de São Paulo.
Em 1952, o Secretário Geral das Nações Unidas anuncia oferta, feita pelo governo brasileiro, de dois painéis (Guerra e Paz), que serão executados por Portinari, e que decorarão um dos salões da nova sede da ONU. Do mesmo ano "Nobre e Religioso"
Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País, com diversos convites de instituições para exposições e encomendas de obras, além de inúmeras honrarias por todo mundo, como para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz.
Em 1953, após dez anos sem expor individualmente no Rio de Janeiro, expõe 100 obras no MAM, Museu de Arte Moderna.
Em 1954, realiza individual no Museu de Arte de São Paulo – MASP com mais de 100 obras, entre elas, duas maquetes para os painéis Guerra e Paz.
Em 1955, participa da III Bienal de São Paulo com sala especial, hors concours, e apresenta 12 estudos para o painel Guerra, todos eles de grandes dimensões.
Ainda em 1955, é Agraciado em Nova York, como o melhor pintor do ano com a Medalha de Ouro concedida pelo International Fine Arts Council – IFAC.
Em 1956, entrega os painéis, de 14m x 10m cada um, Guerra e Paz, que foram realizados com a ajuda de Enrico Bianco e Rosalina Leão para a O.N.U. Antes de seguirem Presidente da República, Juscelino Kubitschek, inaugura a exposição dos painéis no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Na avaliação do artista Enrico Bianco: “Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.”
Em 1957, é inaugurada exposição individual de Portinari na Maison de la Pensée Française, em Paris, depois em Munique e em Colônia, na Alemanha.
Em 1957 São doados oficialmente os painéis Guerra e Paz. Portinari.
Em 1958, inaugura uma individual, na Galleria del Libraio, em Bolonha na Itália, terra de seus pais.
Em 1959, A V Bienal de São Paulo realiza retrospectiva da obra de Portinari com 127 obras e, participa da exposição itinerante Artistas Brasileiros na Europa, organizada pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Em 1960, Nasce Denise, neta de Candido Portinari. É publicado na Itália o livro Brasil, Dipinti di Portinari.
Em 1961, realiza sua última exposição individual em vida, na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro e, faz três painéis em azulejos: Frevo e Peixes, para o Pampulha Iate Clube, projeto de Oscar Niemeyer, e Pombas, para um edifício em Paris.
Em 1962, Portinari intoxicado pelos metais pesados contidos nas tintas. Estavam em seu velório, o ex-Presidente da República Juscelino Kubitschek, Hermes Lima, representando o Presidente João Goulart, Luis Carlos Prestes e Carlos Marighela, Carlos Lacerda. É decretado luto oficial de três dias no Estado da Guanabara.
Bid
R$ 45.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 45.000,00 (BRL)
Cotações
$ 8,550.00 (USD)
$ 9,000.00 (EUR)
$ 1.263.600,00 (ARS)
Cotações
$ 8,550.00 (USD)
$ 9,000.00 (EUR)
$ 1.263.600,00 (ARS)
169
PORTINARI (1903 – 1962)
CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
Estudo para o mural da ONU: “Estudo de mão”, 1955.
Medidas: 20 x 20 cm.
Desenho a grafite sobre papel.


Cândido Portinari nasceu em Brodowski, no estado de São Paulo em 30 de dezembro de 1903 dois dias antes de 1904, o não da eclosão da Revolta da Vacina, contra a vacinação obrigatória, na cidade do Rio de Janeiro.
Semelhante a Picasso, começa a pintar aos 9 anos e, torna-se um dos maiores pintores da história tendo a O.N.U. abdicado de uma Tapeçaria da Guernica pelos painéis Guerra e Paz de Portinari.
Em 1920 com quinze anos, matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes e em 1928 com apenas 24 anos conquistou o Prêmio de Viagem à Europa.
Em 1922 recebe Menção Honrosa por um retrato, provavelmente de seu amigo Ezequiel Fonseca Filho.
Em 1927 com Retrato do Dr. Antônio Ferreira dos Santos recebe a Grande Medalha de Prata da XXXIV Exposição Geral de Belas Artes da Escola Nacional de Belas Artes.
Possibilitando, em 1928, na XXXV Exposição Geral de Belas Artes ganhar o Prêmio de Viagem à Europa, com mais um retrato o de Olegario Mariano
Em Paris, mora momentaneamente, em Montparnasse, reduto de artistas, porém, muda-se para o Hôtel du Dragon na mesma rua da Académie Julien, que frequenta e, no ano de 1930, percebe sua vocação: “Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…”
Antonio Callado escreve no magnifico livro de Portinari: “...arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra...”
Retorna em 1931 e, põe-se a retratar com cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor do povo, da cultura, da flora, da fauna e da história. Pintando em 1934 “Despojados” - a obra de temática social. Neste ano, a primeira instituição pública adquire obra, “Mestiço”, pela Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Em 1935, no Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal (UDF), Rio de Janeiro. Conquista com a tela “Café” no Instituto Carnegie, em Pittsburgh Menção Honrosa e realiza quatro famosos grandes painéis para o Monumento Rodoviário, na rodovia Washington Luís.
Em 1938, realiza centenas de estudos a carvão, crayon, têmpera, guache e aquarela para a execução dos 12 murais em afresco para a sede do Ministério da Educação, hoje Palácio Gustavo Capanema.
Em 1939, para o Pavilhão Brasileiro da Feira Mundial de Nova York, sob encomenda de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, pinta os painéis: Cena Gaúcha, Noite de São João e Jangadas do Nordeste. O Museu Nacional de Belas Artes realiza a sua maior exposição com 269 obras e catálogo com prefácio do modernista Mário de Andrade.
Em 1940, Exposição Portinari of Brazil é realizada no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) com 180 obras. Participa ainda da Latin American Exhibition of Fine Arts no Museu Riverside de Nova York, com 35 obras.
Em 1941, Universidade de Chicago edita o álbum Portinari, his Life and Art (Portinari, Vida e Arte). Inaugurada exposição na Galeria de Arte da Universidade de Howard, em Washington. Garimperos ,1941
Candido Portinari, ao lado de Niemeyer, Santa Rosa, Carlos Leão, Bianco, Burle-Marx, Santa Rosa, Quirino Campos Fiorito, Oswald de Andrade Filho, Bruno Giorgio, Mario Zarinini, participam da elite intelectual brasileira numa época de notável renovação na cultura do Brasil, refletida pelo caráter social da obra de Portinari.
Em 1942, são inaugurados os murais na Fundação Hispânica da Biblioteca do Congresso, em Washington.
Em 1943, é inaugurada uma exposição individual de Portinari no Museu Nacional de Belas Artes, com 168 trabalhos.
Em 1944, participa da exposição comemorativa dos 15 anos de fundação do MoMA – Art in Progress
É concluído o conjunto arquitetônico da Pampulha em Belo Horizonte, e a Igreja de São Francisco de Assis, decorada por Candido Portinari sob encomenda do então prefeito Juscelino Kubitschek a Oscar Niemeyer.
Em 1946, o governo francês condecora Portinari com a Legião de Honra. E na Galeria Charpentier, em Paris e inaugura uma individual de Portinari com 84 trabalhos.
Em 1947, é inaugurada sua primeira exposição individual na Argentina, no Salón Peuser, em Buenos Aires, com 91 obras.
Em 1948, Portinari, de volta ao Brasil, faz uma retrospectiva no MASP, em São Paulo.
Em 1949 a Embaixada Americana nega-lhe o visto de entrada. Portinari inicia o painel Tiradentes para o Colégio de Cataguases, em Minas Gerais, e em 1950 Recebe a Medalha de Ouro da Paz, com a obra Tiradentes, no II Congresso Mundial dos Partidários da Paz, em Varsóvia.
Em 1951, Portinari participa da I Bienal de São Paulo.
Em 1952, o Secretário Geral das Nações Unidas anuncia oferta, feita pelo governo brasileiro, de dois painéis (Guerra e Paz), que serão executados por Portinari, e que decorarão um dos salões da nova sede da ONU. Do mesmo ano "Nobre e Religioso"
Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País, com diversos convites de instituições para exposições e encomendas de obras, além de inúmeras honrarias por todo mundo, como para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz.
Em 1953, após dez anos sem expor individualmente no Rio de Janeiro, expõe 100 obras no MAM, Museu de Arte Moderna.
Em 1954, realiza individual no Museu de Arte de São Paulo – MASP com mais de 100 obras, entre elas, duas maquetes para os painéis Guerra e Paz.
Em 1955, participa da III Bienal de São Paulo com sala especial, hors concours, e apresenta 12 estudos para o painel Guerra, todos eles de grandes dimensões.
Ainda em 1955, é Agraciado em Nova York, como o melhor pintor do ano com a Medalha de Ouro concedida pelo International Fine Arts Council – IFAC.
Em 1956, entrega os painéis, de 14m x 10m cada um, Guerra e Paz, que foram realizados com a ajuda de Enrico Bianco e Rosalina Leão para a O.N.U. Antes de seguirem Presidente da República, Juscelino Kubitschek, inaugura a exposição dos painéis no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Na avaliação do artista Enrico Bianco: “Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.”
Em 1957, é inaugurada exposição individual de Portinari na Maison de la Pensée Française, em Paris, depois em Munique e em Colônia, na Alemanha.
Em 1957 São doados oficialmente os painéis Guerra e Paz. Portinari.
Em 1958, inaugura uma individual, na Galleria del Libraio, em Bolonha na Itália, terra de seus pais.
Em 1959, A V Bienal de São Paulo realiza retrospectiva da obra de Portinari com 127 obras e, participa da exposição itinerante Artistas Brasileiros na Europa, organizada pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Em 1960, Nasce Denise, neta de Candido Portinari. É publicado na Itália o livro Brasil, Dipinti di Portinari.
Em 1961, realiza sua última exposição individual em vida, na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro e, faz três painéis em azulejos: Frevo e Peixes, para o Pampulha Iate Clube, projeto de Oscar Niemeyer, e Pombas, para um edifício em Paris.
Em 1962, Portinari intoxicado pelos metais pesados contidos nas tintas. Estavam em seu velório, o ex-Presidente da República Juscelino Kubitschek, Hermes Lima, representando o Presidente João Goulart, Luis Carlos Prestes e Carlos Marighela, Carlos Lacerda. É decretado luto oficial de três dias no Estado da Guanabara.

1 bid
Bid
R$ 20.000,00 (BRL)
1 bid
Valor do lote
R$ 20.000,00 (BRL)
Cotações
$ 3,800.00 (USD)
$ 4,000.00 (EUR)
$ 561.600,00 (ARS)
Cotações
$ 3,800.00 (USD)
$ 4,000.00 (EUR)
$ 561.600,00 (ARS)
170
PORTINARI (1903-1962)
Obra que participou da Bienal de São Paulo de 1959
CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
TÉCNICA: Desenho a carvão.
SUPORTE: Papel.
MEDIDAS: 50 x 33 cm.
Retrato de Beatrice Portinari (Cód.: 1504)
DATADA: 10 de Maio de 1920.

PORTINARI realizou este trabalho durante seu período de formação artística na Escola Nacional de Belas Artes.
Reproduzido no Catálogo Raisonné - Vol. I pg. 93;
Reproduzido no livro Portinari - A Construção de uma obra, Ed. Dom Quixote, pg. 43;
Participou da exposição Portinari, Galeria Praça Roosevelt, São Paulo - 1970.

Cândido Portinari nasceu em Brodowski, no estado de São Paulo em 30 de dezembro de 1903 dois dias antes de 1904, o não da eclosão da Revolta da Vacina, contra a vacinação obrigatória, na cidade do Rio de Janeiro.
Semelhante a Picasso, começa a pintar aos 9 anos e, torna-se um dos maiores pintores da história tendo a O.N.U. abdicado de uma Tapeçaria da Guernica pelos painéis Guerra e Paz de Portinari.
Em 1920 com quinze anos, matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes e em 1928 com apenas 24 anos conquistou o Prêmio de Viagem à Europa.
Em 1922 recebe Menção Honrosa por um retrato, provavelmente de seu amigo Ezequiel Fonseca Filho.
Em 1927 com Retrato do Dr. Antônio Ferreira dos Santos recebe a Grande Medalha de Prata da XXXIV Exposição Geral de Belas Artes da Escola Nacional de Belas Artes.
Possibilitando, em 1928, na XXXV Exposição Geral de Belas Artes ganhar o Prêmio de Viagem à Europa, com mais um retrato o de Olegário Mariano.
Em Paris, mora momentaneamente, em Montparnasse, reduto de artistas, porém, muda-se para o Hôtel du Dragon na mesma rua da Académie Julien, que frequenta e, no ano de 1930, percebe sua vocação: “Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…”
Antonio Callado escreve no magnifico livro de Portinari: “...arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra...”
Retorna em 1931 e, põe-se a retratar com cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor do povo, da cultura, da flora, da fauna e da história. Pintando em 1934 “Despojados” - a obra de temática social. Neste ano, a primeira instituição pública adquire obra, “Mestiço”, pela Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Em 1935, no Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal (UDF), Rio de Janeiro. Conquista com a tela “Café” no Instituto Carnegie, em Pittsburgh Menção Honrosa e realiza quatro famosos grandes painéis para o Monumento Rodoviário, na rodovia Washington Luís.
Em 1938, realiza centenas de estudos a carvão, crayon, têmpera, guache e aquarela para a execução dos 12 murais em afresco para a sede do Ministério da Educação, hoje Palácio Gustavo Capanema.
Em 1939, para o Pavilhão Brasileiro da Feira Mundial de Nova York, sob encomenda de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, pinta os painéis: Cena Gaúcha, Noite de São João e Jangadas do Nordeste. O Museu Nacional de Belas Artes realiza a sua maior exposição com 269 obras e catálogo com prefácio do modernista Mário de Andrade.
Em 1940, Exposição Portinari of Brazil é realizada no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) com 180 obras. Participa ainda da Latin American Exhibition of Fine Arts no Museu Riverside de Nova York, com 35 obras.
Em 1941, Universidade de Chicago edita o álbum Portinari, his Life and Art (Portinari, Vida e Arte). Inaugurada exposição na Galeria de Arte da Universidade de Howard, em Washington. Garimperos ,1941
Candido Portinari, ao lado de Niemeyer, Santa Rosa, Carlos Leão, Bianco, Burle-Marx, Santa Rosa, Quirino Campos Fiorito, Oswald de Andrade Filho, Bruno Giorgio, Mario Zarinini, participam da elite intelectual brasileira numa época de notável renovação na cultura do Brasil, refletida pelo caráter social da obra de Portinari.
Em 1942, são inaugurados os murais na Fundação Hispânica da Biblioteca do Congresso, em Washington.
Em 1943, é inaugurada uma exposição individual de Portinari no Museu Nacional de Belas Artes, com 168 trabalhos.
Em 1944, participa da exposição comemorativa dos 15 anos de fundação do MoMA – Art in Progress
É concluído o conjunto arquitetônico da Pampulha em Belo Horizonte, e a Igreja de São Francisco de Assis, decorada por Candido Portinari sob encomenda do então prefeito Juscelino Kubitschek a Oscar Niemeyer.
Em 1946, o governo francês condecora Portinari com a Legião de Honra. E na Galeria Charpentier, em Paris e inaugura uma individual de Portinari com 84 trabalhos.
Em 1947, é inaugurada sua primeira exposição individual na Argentina, no Salón Peuser, em Buenos Aires, com 91 obras.
Em 1948, Portinari, de volta ao Brasil, faz uma retrospectiva no MASP, em São Paulo.
Em 1949 a Embaixada Americana nega-lhe o visto de entrada. Portinari inicia o painel Tiradentes para o Colégio de Cataguases, em Minas Gerais, e em 1950 Recebe a Medalha de Ouro da Paz, com a obra Tiradentes, no II Congresso Mundial dos Partidários da Paz, em Varsóvia.
Em 1951, Portinari participa da I Bienal de São Paulo.
Em 1952, o Secretário Geral das Nações Unidas anuncia oferta, feita pelo governo brasileiro, de dois painéis (Guerra e Paz), que serão executados por Portinari, e que decorarão um dos salões da nova sede da ONU. Do mesmo ano "Nobre e Religioso"
Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País, com diversos convites de instituições para exposições e encomendas de obras, além de inúmeras honrarias por todo mundo, como para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz.
Em 1953, após dez anos sem expor individualmente no Rio de Janeiro, expõe 100 obras no MAM, Museu de Arte Moderna.
Em 1954, realiza individual no Museu de Arte de São Paulo – MASP com mais de 100 obras, entre elas, duas maquetes para os painéis Guerra e Paz.
Em 1955, participa da III Bienal de São Paulo com sala especial, hors concours, e apresenta 12 estudos para o painel Guerra, todos eles de grandes dimensões.
Ainda em 1955, é Agraciado em Nova York, como o melhor pintor do ano com a Medalha de Ouro concedida pelo International Fine Arts Council – IFAC.
Em 1956, entrega os painéis, de 14m x 10m cada um, Guerra e Paz, que foram realizados com a ajuda de Enrico Bianco e Rosalina Leão para a O.N.U. Antes de seguirem Presidente da República, Juscelino Kubitschek, inaugura a exposição dos painéis no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Na avaliação do artista Enrico Bianco: “Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.”
Em 1957, é inaugurada exposição individual de Portinari na Maison de la Pensée Française, em Paris, depois em Munique e em Colônia, na Alemanha.
Em 1957 São doados oficialmente os painéis Guerra e Paz. Portinari.
Em 1958, inaugura uma individual, na Galleria del Libraio, em Bolonha na Itália, terra de seus pais.
Em 1959, A V Bienal de São Paulo realiza retrospectiva da obra de Portinari com 127 obras e, participa da exposição itinerante Artistas Brasileiros na Europa, organizada pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Em 1960, Nasce Denise, neta de Candido Portinari. É publicado na Itália o livro Brasil, Dipinti di Portinari.
Em 1961, realiza sua última exposição individual em vida, na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro e, faz três painéis em azulejos: Frevo e Peixes, para o Pampulha Iate Clube, projeto de Oscar Niemeyer, e Pombas, para um edifício em Paris.
Em 1962, Portinari intoxicado pelos metais pesados contidos nas tintas. Estavam em seu velório, o ex-Presidente da República Juscelino Kubitschek, Hermes Lima, representando o Presidente João Goulart, Luis Carlos Prestes e Carlos Marighela, Carlos Lacerda. É decretado luto oficial de três dias no Estado da Guanabara.
1 bid
Bid
R$ 90.000,00 (BRL)
1 bid
Valor do lote
R$ 90.000,00 (BRL)
Cotações
$ 17,100.00 (USD)
$ 18,000.00 (EUR)
$ 2.527.200,00 (ARS)
Cotações
$ 17,100.00 (USD)
$ 18,000.00 (EUR)
$ 2.527.200,00 (ARS)
171
PORTINARI (1903-1962)
CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
Retrato de Nicolás Guillén, 1953.
TÉCNICA: Desenho a carvão/papel
MEDIDAS: 60 x 44 cm.
Participou da retrospectiva Portinari no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, em 1997; Reproduzido em todas edições do livro Portinari por Antonio Bento, e ainda no livro Cândido Portinari, O Lavrador de Quadros em 2003. Reproduzido no livro Portinari - A Construção de uma obra, Ed. Dom Quixote, pg. 142.

Cândido Portinari nasceu em Brodowski, no estado de São Paulo em 30 de dezembro de 1903 dois dias antes de 1904, o não da eclosão da Revolta da Vacina, contra a vacinação obrigatória, na cidade do Rio de Janeiro.
Semelhante a Picasso, começa a pintar aos 9 anos e, torna-se um dos maiores pintores da história tendo a O.N.U. abdicado de uma Tapeçaria da Guernica pelos painéis Guerra e Paz de Portinari.
Em 1920 com quinze anos, matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes e em 1928 com apenas 24 anos conquistou o Prêmio de Viagem à Europa.
Em 1922 recebe Menção Honrosa por um retrato, provavelmente de seu amigo Ezequiel Fonseca Filho.
Em 1927 com Retrato do Dr. Antônio Ferreira dos Santos recebe a Grande Medalha de Prata da XXXIV Exposição Geral de Belas Artes da Escola Nacional de Belas Artes.
Possibilitando, em 1928, na XXXV Exposição Geral de Belas Artes ganhar o Prêmio de Viagem à Europa, com mais um retrato o de Olegário Mariano.
Em Paris, mora momentaneamente, em Montparnasse, reduto de artistas, porém, muda-se para o Hôtel du Dragon na mesma rua da Académie Julien, que frequenta e, no ano de 1930, percebe sua vocação: “Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…”
Antonio Callado escreve no magnifico livro de Portinari: “...arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra...”
Retorna em 1931 e, põe-se a retratar com cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor do povo, da cultura, da flora, da fauna e da história. Pintando em 1934 “Despojados” - a obra de temática social. Neste ano, a primeira instituição pública adquire obra, “Mestiço”, pela Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Em 1935, no Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal (UDF), Rio de Janeiro. Conquista com a tela “Café” no Instituto Carnegie, em Pittsburgh Menção Honrosa e realiza quatro famosos grandes painéis para o Monumento Rodoviário, na rodovia Washington Luís.
Em 1938, realiza centenas de estudos a carvão, crayon, têmpera, guache e aquarela para a execução dos 12 murais em afresco para a sede do Ministério da Educação, hoje Palácio Gustavo Capanema.
Em 1939, para o Pavilhão Brasileiro da Feira Mundial de Nova York, sob encomenda de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, pinta os painéis: Cena Gaúcha, Noite de São João e Jangadas do Nordeste. O Museu Nacional de Belas Artes realiza a sua maior exposição com 269 obras e catálogo com prefácio do modernista Mário de Andrade.
Em 1940, Exposição Portinari of Brazil é realizada no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) com 180 obras. Participa ainda da Latin American Exhibition of Fine Arts no Museu Riverside de Nova York, com 35 obras.
Em 1941, Universidade de Chicago edita o álbum Portinari, his Life and Art (Portinari, Vida e Arte). Inaugurada exposição na Galeria de Arte da Universidade de Howard, em Washington. Garimperos ,1941
Candido Portinari, ao lado de Niemeyer, Santa Rosa, Carlos Leão, Bianco, Burle-Marx, Santa Rosa, Quirino Campos Fiorito, Oswald de Andrade Filho, Bruno Giorgio, Mario Zarinini, participam da elite intelectual brasileira numa época de notável renovação na cultura do Brasil, refletida pelo caráter social da obra de Portinari.
Em 1942, são inaugurados os murais na Fundação Hispânica da Biblioteca do Congresso, em Washington.
Em 1943, é inaugurada uma exposição individual de Portinari no Museu Nacional de Belas Artes, com 168 trabalhos.
Em 1944, participa da exposição comemorativa dos 15 anos de fundação do MoMA – Art in Progress
É concluído o conjunto arquitetônico da Pampulha em Belo Horizonte, e a Igreja de São Francisco de Assis, decorada por Candido Portinari sob encomenda do então prefeito Juscelino Kubitschek a Oscar Niemeyer.
Em 1946, o governo francês condecora Portinari com a Legião de Honra. E na Galeria Charpentier, em Paris e inaugura uma individual de Portinari com 84 trabalhos.
Em 1947, é inaugurada sua primeira exposição individual na Argentina, no Salón Peuser, em Buenos Aires, com 91 obras.
Em 1948, Portinari, de volta ao Brasil, faz uma retrospectiva no MASP, em São Paulo.
Em 1949 a Embaixada Americana nega-lhe o visto de entrada. Portinari inicia o painel Tiradentes para o Colégio de Cataguases, em Minas Gerais, e em 1950 Recebe a Medalha de Ouro da Paz, com a obra Tiradentes, no II Congresso Mundial dos Partidários da Paz, em Varsóvia.
Em 1951, Portinari participa da I Bienal de São Paulo.
Em 1952, o Secretário Geral das Nações Unidas anuncia oferta, feita pelo governo brasileiro, de dois painéis (Guerra e Paz), que serão executados por Portinari, e que decorarão um dos salões da nova sede da ONU. Do mesmo ano "Nobre e Religioso"
Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País, com diversos convites de instituições para exposições e encomendas de obras, além de inúmeras honrarias por todo mundo, como para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz.
Em 1953, após dez anos sem expor individualmente no Rio de Janeiro, expõe 100 obras no MAM, Museu de Arte Moderna.
Em 1954, realiza individual no Museu de Arte de São Paulo – MASP com mais de 100 obras, entre elas, duas maquetes para os painéis Guerra e Paz.
Em 1955, participa da III Bienal de São Paulo com sala especial, hors concours, e apresenta 12 estudos para o painel Guerra, todos eles de grandes dimensões.
Ainda em 1955, é Agraciado em Nova York, como o melhor pintor do ano com a Medalha de Ouro concedida pelo International Fine Arts Council – IFAC.
Em 1956, entrega os painéis, de 14m x 10m cada um, Guerra e Paz, que foram realizados com a ajuda de Enrico Bianco e Rosalina Leão para a O.N.U. Antes de seguirem Presidente da República, Juscelino Kubitschek, inaugura a exposição dos painéis no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Na avaliação do artista Enrico Bianco: “Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.”
Em 1957, é inaugurada exposição individual de Portinari na Maison de la Pensée Française, em Paris, depois em Munique e em Colônia, na Alemanha.
Em 1957 São doados oficialmente os painéis Guerra e Paz. Portinari.
Em 1958, inaugura uma individual, na Galleria del Libraio, em Bolonha na Itália, terra de seus pais.
Em 1959, A V Bienal de São Paulo realiza retrospectiva da obra de Portinari com 127 obras e, participa da exposição itinerante Artistas Brasileiros na Europa, organizada pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Em 1960, Nasce Denise, neta de Candido Portinari. É publicado na Itália o livro Brasil, Dipinti di Portinari.
Em 1961, realiza sua última exposição individual em vida, na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro e, faz três painéis em azulejos: Frevo e Peixes, para o Pampulha Iate Clube, projeto de Oscar Niemeyer, e Pombas, para um edifício em Paris.
Em 1962, Portinari intoxicado pelos metais pesados contidos nas tintas. Estavam em seu velório, o ex-Presidente da República Juscelino Kubitschek, Hermes Lima, representando o Presidente João Goulart, Luis Carlos Prestes e Carlos Marighela, Carlos Lacerda. É decretado luto oficial de três dias no Estado da Guanabara.
Bid
R$ 33.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 33.000,00 (BRL)
Cotações
$ 6,270.00 (USD)
$ 6,600.00 (EUR)
$ 926.640,00 (ARS)
Cotações
$ 6,270.00 (USD)
$ 6,600.00 (EUR)
$ 926.640,00 (ARS)
172
PORTINARI (1903 – 1962)
CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
Medidas: 24 x 42 cm.
Desenho a grafite, crayon e crayon colorido sobre papel
Estudo para painel "Guerra", "Mulher Ajoelhada com filho morto"


Cândido Portinari nasceu em Brodowski, no estado de São Paulo em 30 de dezembro de 1903 dois dias antes de 1904, o não da eclosão da Revolta da Vacina, contra a vacinação obrigatória, na cidade do Rio de Janeiro.
Semelhante a Picasso, começa a pintar aos 9 anos e, torna-se um dos maiores pintores da história tendo a O.N.U. abdicado de uma Tapeçaria da Guernica pelos painéis Guerra e Paz de Portinari.
Em 1920 com quinze anos, matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes e em 1928 com apenas 24 anos conquistou o Prêmio de Viagem à Europa.
Em 1922 recebe Menção Honrosa por um retrato, provavelmente de seu amigo Ezequiel Fonseca Filho.
Em 1927 com Retrato do Dr. Antônio Ferreira dos Santos recebe a Grande Medalha de Prata da XXXIV Exposição Geral de Belas Artes da Escola Nacional de Belas Artes.
Possibilitando, em 1928, na XXXV Exposição Geral de Belas Artes ganhar o Prêmio de Viagem à Europa, com mais um retrato o de Olegario Mariano
Em Paris, mora momentaneamente, em Montparnasse, reduto de artistas, porém, muda-se para o Hôtel du Dragon na mesma rua da Académie Julien, que frequenta e, no ano de 1930, percebe sua vocação: “Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…”
Antonio Callado escreve no magnifico livro de Portinari: “...arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra...”
Retorna em 1931 e, põe-se a retratar com cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor do povo, da cultura, da flora, da fauna e da história. Pintando em 1934 “Despojados” - a obra de temática social. Neste ano, a primeira instituição pública adquire obra, “Mestiço”, pela Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Em 1935, no Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal (UDF), Rio de Janeiro. Conquista com a tela “Café” no Instituto Carnegie, em Pittsburgh Menção Honrosa e realiza quatro famosos grandes painéis para o Monumento Rodoviário, na rodovia Washington Luís.
Em 1938, realiza centenas de estudos a carvão, crayon, têmpera, guache e aquarela para a execução dos 12 murais em afresco para a sede do Ministério da Educação, hoje Palácio Gustavo Capanema.
Em 1939, para o Pavilhão Brasileiro da Feira Mundial de Nova York, sob encomenda de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, pinta os painéis: Cena Gaúcha, Noite de São João e Jangadas do Nordeste. O Museu Nacional de Belas Artes realiza a sua maior exposição com 269 obras e catálogo com prefácio do modernista Mário de Andrade.
Em 1940, Exposição Portinari of Brazil é realizada no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) com 180 obras. Participa ainda da Latin American Exhibition of Fine Arts no Museu Riverside de Nova York, com 35 obras.
Em 1941, Universidade de Chicago edita o álbum Portinari, his Life and Art (Portinari, Vida e Arte). Inaugurada exposição na Galeria de Arte da Universidade de Howard, em Washington. Garimperos ,1941
Candido Portinari, ao lado de Niemeyer, Santa Rosa, Carlos Leão, Bianco, Burle-Marx, Santa Rosa, Quirino Campos Fiorito, Oswald de Andrade Filho, Bruno Giorgio, Mario Zarinini, participam da elite intelectual brasileira numa época de notável renovação na cultura do Brasil, refletida pelo caráter social da obra de Portinari.
Em 1942, são inaugurados os murais na Fundação Hispânica da Biblioteca do Congresso, em Washington.
Em 1943, é inaugurada uma exposição individual de Portinari no Museu Nacional de Belas Artes, com 168 trabalhos.
Em 1944, participa da exposição comemorativa dos 15 anos de fundação do MoMA – Art in Progress
É concluído o conjunto arquitetônico da Pampulha em Belo Horizonte, e a Igreja de São Francisco de Assis, decorada por Candido Portinari sob encomenda do então prefeito Juscelino Kubitschek a Oscar Niemeyer.
Em 1946, o governo francês condecora Portinari com a Legião de Honra. E na Galeria Charpentier, em Paris e inaugura uma individual de Portinari com 84 trabalhos.
Em 1947, é inaugurada sua primeira exposição individual na Argentina, no Salón Peuser, em Buenos Aires, com 91 obras.
Em 1948, Portinari, de volta ao Brasil, faz uma retrospectiva no MASP, em São Paulo.
Em 1949 a Embaixada Americana nega-lhe o visto de entrada. Portinari inicia o painel Tiradentes para o Colégio de Cataguases, em Minas Gerais, e em 1950 Recebe a Medalha de Ouro da Paz, com a obra Tiradentes, no II Congresso Mundial dos Partidários da Paz, em Varsóvia.
Em 1951, Portinari participa da I Bienal de São Paulo.
Em 1952, o Secretário Geral das Nações Unidas anuncia oferta, feita pelo governo brasileiro, de dois painéis (Guerra e Paz), que serão executados por Portinari, e que decorarão um dos salões da nova sede da ONU. Do mesmo ano "Nobre e Religioso"
Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País, com diversos convites de instituições para exposições e encomendas de obras, além de inúmeras honrarias por todo mundo, como para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz.
Em 1953, após dez anos sem expor individualmente no Rio de Janeiro, expõe 100 obras no MAM, Museu de Arte Moderna.
Em 1954, realiza individual no Museu de Arte de São Paulo – MASP com mais de 100 obras, entre elas, duas maquetes para os painéis Guerra e Paz.
Em 1955, participa da III Bienal de São Paulo com sala especial, hors concours, e apresenta 12 estudos para o painel Guerra, todos eles de grandes dimensões.
Ainda em 1955, é Agraciado em Nova York, como o melhor pintor do ano com a Medalha de Ouro concedida pelo International Fine Arts Council – IFAC.
Em 1956, entrega os painéis, de 14m x 10m cada um, Guerra e Paz, que foram realizados com a ajuda de Enrico Bianco e Rosalina Leão para a O.N.U. Antes de seguirem Presidente da República, Juscelino Kubitschek, inaugura a exposição dos painéis no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Na avaliação do artista Enrico Bianco: “Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.”
Em 1957, é inaugurada exposição individual de Portinari na Maison de la Pensée Française, em Paris, depois em Munique e em Colônia, na Alemanha.
Em 1957 São doados oficialmente os painéis Guerra e Paz. Portinari.
Em 1958, inaugura uma individual, na Galleria del Libraio, em Bolonha na Itália, terra de seus pais.
Em 1959, A V Bienal de São Paulo realiza retrospectiva da obra de Portinari com 127 obras e, participa da exposição itinerante Artistas Brasileiros na Europa, organizada pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Em 1960, Nasce Denise, neta de Candido Portinari. É publicado na Itália o livro Brasil, Dipinti di Portinari.
Em 1961, realiza sua última exposição individual em vida, na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro e, faz três painéis em azulejos: Frevo e Peixes, para o Pampulha Iate Clube, projeto de Oscar Niemeyer, e Pombas, para um edifício em Paris.
Em 1962, Portinari intoxicado pelos metais pesados contidos nas tintas. Estavam em seu velório, o ex-Presidente da República Juscelino Kubitschek, Hermes Lima, representando o Presidente João Goulart, Luis Carlos Prestes e Carlos Marighela, Carlos Lacerda. É decretado luto oficial de três dias no Estado da Guanabara.

1 bid
Bid
R$ 45.000,00 (BRL)
1 bid
Valor do lote
R$ 45.000,00 (BRL)
Cotações
$ 8,550.00 (USD)
$ 9,000.00 (EUR)
$ 1.263.600,00 (ARS)
Cotações
$ 8,550.00 (USD)
$ 9,000.00 (EUR)
$ 1.263.600,00 (ARS)
173

AMADEO LORENZATO (Belo Horizonte MG 1900 - 1995) 40 X 34 CM O.S.T. PAISAGEM 1980

Bid
R$ 35.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 35.000,00 (BRL)
Cotações
$ 6,650.00 (USD)
$ 7,000.00 (EUR)
$ 982.800,00 (ARS)
Cotações
$ 6,650.00 (USD)
$ 7,000.00 (EUR)
$ 982.800,00 (ARS)
174

AMADEO LORENZATO (Belo Horizonte MG 1900 - 1995) 30 X 40 CM O.S.T. VENTANIA 1980

Bid
R$ 45.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 45.000,00 (BRL)
Cotações
$ 8,550.00 (USD)
$ 9,000.00 (EUR)
$ 1.263.600,00 (ARS)
Cotações
$ 8,550.00 (USD)
$ 9,000.00 (EUR)
$ 1.263.600,00 (ARS)
175

Alfredo CESCHIATTI CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO Escultura em bronze Assinada, com selo da Fundição original de CESCHIATTI: Fundição Zani MEDIDAS: 33 x 34 x 30 cm. BASE EM GRANITO:20 x 20 x 20 cm. Altura total com base: 57 cm. DO AUTOR: Estudou na Escola Nacional de Belas Artes. Premiado no Salão Nacional de Belas Artes, em 1945. Conheceu Oscar Niemeyer, que lhe encomendou uma escultura para o Conjunto Arquitetônico da Pampulha, em Belo Horizonte. CESCHIATTI criou O Abraço, obra de duas mulheres abraçadas. Considerada imoral pelos mineiros, ficou guardada muitos anos até ser finalmente exposta em um jardim da Pampulha. Em 1960 esculpiu, em granito, As três forças armadas, um dos temas no Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, no Rio de Janeiro. Tornou-se o principal escultor da nova capital do País em Brasília, com as obras: As Iaras, em bronze, no espelho d'água do Palácio da Alvorada; Leda e o Cisne, em bronze, no pátio interno do Palácio do Jaburu; A Justiça, em granito, em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal; Os Anjos e Os Evangelistas, na Catedral Metropolitana de Brasília; As gêmeas, em bronze, na cobertura do Palácio Itamaraty; Anjo, em bronze dourado na Câmara dos Deputados do Brasil; A Contorcionista, no foyer da Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional Cláudio Santoro; Deusa Athena, no saguão da Biblioteca Central da Universidade de Brasília; Nossa Senhora da Piedade sustentando o Cristo morto, na área fronteira à Basílica da Padroeira de Minas Gerais, em Caeté. Na nova Capital Federal, fez parte da Comissão Nacional de Belas Artes. Foi professor de escultura e desenho na Universidade de Brasília. Do fundidor: Fundada nos anos 20 a Fundição Zani, situava-se no Santo Cristo, Rio de Janeiro. O proprietário, Amadeu Zani, é o autor de famosos monumentos como: 'Glória Imortal aos Fundadores de São Paulo', no Páteo do Colégio, escultura de Verdi, no Vale do Anhangabaú. Zani trabalhou três anos no ateliê de Rodolpho Bernardelli. Estudou escultura e desenho em Paris e na Itália. Foi considerado, ao lado da fundição indígena, um dos melhores fundidores do Brasil, não tendo sido superado até os dias de hoje.

Bid
R$ 5.300,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 5.300,00 (BRL)
Cotações
$ 1,007.00 (USD)
$ 1,060.00 (EUR)
$ 148.824,00 (ARS)
Cotações
$ 1,007.00 (USD)
$ 1,060.00 (EUR)
$ 148.824,00 (ARS)
176

ROMEO GREGORI (Carrara, 1900- Roma, 1940) Rosto de mulher - busto de pasta inglesa ou gesso estrutural - sobre base de madeira- assinado e datado 1937. Medidas: 52 x 17 x 18 cm. Altura escultura: 33,5 cm. BIOGRAFIA: Ele nasceu em Carrara em 4/01/1900, filho mais velho de Francesco e Rosi Alceste. Em 1915 matriculou-se na Academia de Belas Artes de sua cidade, onde teve como professor o escultor C. Fontana que o chamou para colaborar em seu laboratório. Ao mesmo tempo, começou a experimentar técnicas de mármore e escultura no ateliê de C. Vicoli, onde seu pai era escultor-finalizador de estátuas. Nos meses de verão, trabalhou como desenhista nos estaleiros de Muggiano e La Spezia. Alistado no exército em 1918, após o armistício obteve licença temporária e terminou a Academia sob a orientação de A. Dazzi, graduando-se em 1921. No mesmo ano mudou-se para Roma e, até 1926-27, ajudou C. Fontana na construção da Quadriga para o Altare della Patria. Na capital, entre 1921 e 1923, G. enriqueceu sua formação na Escola da arte da medalha da Casa da Moeda do Estado e obteve seus primeiros prêmios: o segundo prêmio no concurso para um monumento aos heróis de Massa Apuana (1922 ) e a medalha decorativa do porto de Marina di Carrara (1923). Em 1925, com o Monumento aos caídos da guerra (reeditado em Bordoni - Pozzi - Venutelli, p. 38 n. 22) obteve a aposentadoria de três anos de escultura da Academia de Carrara que lhe permitiu mudar-se para Roma. Como um ensaio de aposentadoria do primeiro ano, ele apresentou uma Cleópatra moribunda em 1926em mármore (o modelo é mantido em Carrara, Academia de Belas Artes; o gesso está na coleção dos herdeiros de Gregori, também em Carrara) próximo, para o acabamento das superfícies, às esculturas de L. Bistolfi e A. Wildt . Para o trabalho posou Augusta Martelli, com quem G. se casou em dezembro de 1929 e com quem teve uma filha, Wanda. Retornando a Roma depois de uma estadia em Veneza (1927-28), ele recebeu uma menção honrosa no concurso para o monumento ao bersagliere de 1930 e em 1931 ele executou o Slinger para o fórum de Mussolini. Nos mesmos anos conheceu I. Balbo, que lhe encomendou um busto de mármore do aviador Duce (1932) para o Ministério da Aeronáutica (foram enviadas duas peças de bronze para os aeródromos de Cufra e Cat, na África Oriental). Outro retrato de Mussolinie um do rei Vittorio Emanuele III encontrou um lugar no Air War Institute, também em Roma. Passou então a frequentar o Sindicato Nacional dos Artistas, onde também exerceu o cargo de auditor. Nas exposições sindicais do Lácio (1932-38) e nas exposições intersindicais de Florença (1933) e Nápoles (1937) estabeleceu-se como retratista com obras pertencentes à realidade cotidiana e popular, como atesta Testa di cavatore apuano (1932: Roma, Galeria Nacional de Arte Moderna) em mármore, caracterizado pelo uso hábil do cinzel, e Cabeça de açougueiro romano (1933: Florença, Galeria de Arte Moderna) em bronze, informado por uma linguagem mais expressiva . Em 1935, no concurso para o "retrato de uma medalha de ouro", apresentou o busto deDomenico Picca , que foi doado pela Rainha Elena ao Museu do Risorgimento em Roma. Em 1934 participou, pela primeira vez, na Bienal de Veneza com Atleta em repouso (bronze) e Testa di boxeur (terracota) e no ano seguinte na II Quadrienal Nacional. Em 1936, convidado para a XX Bienal de Veneza, expôs três estátuas de bronze da vida real: Mulher romana (local desconhecido), que já havia aparecido em 1935 na Exposição de Arte Italiana em Paris, Pastor em repouso (Latina, Galeria de Arte Moderna) e Legionário (local desconhecido), criticado por U. Ojetti como exemplos da escola martiniana. Nos mesmos anos, em nome do Estado, começou a criar obras decorativas e aparatos efêmeros: em 1935 para a Exposição Nacional de Artesanato na Feira do Mercado de Florença e em 1937 para a Exposição de Educação Técnica no Palazzo delle Esposizioni em Roma. Sem falar nas exposições organizadas pelo partido fascista no Circo Máximo: da Exposição Nacional da Maternidade e da Infância (1935) à do Dopolavoro Nacional (1938), à Exposição Mineral Autárquica (1939), para a qual desenhou o Águia de alumínio do pavilhão central da Autarquia e executou a escultura do infante caído (rep. in Longo, p. 215) e a estátua com baixos-relevos da Itália agrícola e guerreira (repr. ibid., pp. 227 s. ) localizado no pavilhão de Armas . A partir de meados dos anos trinta um lugar particular na produção de G. ocupou a colaboração com a Cooperativa de artistas de alabastro de Volterra, à qual forneceu, em estreita relação com o Artesanato Nacional e Pequenas Indústrias (ENAPI), modelos expressamente concebidos para o Volterra, caracterizada por uma linguagem de decoração sóbria. Esta atividade é documentada por obras como Descanso dos amantes (repr. In Escultura em alabastro ... , p. 31), deitado como os simulacros conjugais etruscos, e Dormiente (repr. Ibid. , p. 32), exibido na VI Triennale di Milano (1936) ), ou a série de pequenas esculturas em bronze, alabastro e cerâmica para a sala ENAPI encomendada por G. Guerrini na VII Trienal em 1940. Em 1937 G. interveio com G. Ceracchini no referendo sobre as condições da arte na Itália promovido por T. Interlandi no diário Il Tevere . No artigo, os dois autores argumentavam contra os artistas da geração anterior, inclusive os futuristas, e defendiam o retorno da arte italiana à "composição, à narrativa, ao sentido arquitetônico e àquele caráter de monumentalidade em movimento" que a distinguia da arte dos demais. povos (R. Gregori - G. Ceracchini, Personagens da pintura italiana , em Il Tevere , 30 de junho de 1937). 1939 foi um ano de intenso trabalho e satisfação. G. obteve uma sala pessoal na III Quadrienal Romana, onde expôs sete estátuas e três grupos escultóricos em cerâmica, mármore, peperino e bronze, incluindo os Legionários (bronze), obra concebida em 1936 para o concurso para o monumento ao legionários de Fiume - nunca concluído - onde o G. havia sido escolhido para a corrida final. As obras reafirmavam o duplo registro linguístico da produção do escultor, dividido entre uma abordagem monumental e retórica correspondente à ideia de uma arte estatal, e um arcaísmo popular e cotidiano que o colocava entre os artistas equilibrados de tendência moderna. Em 1939 G. foi o único escultor da nova geração, juntamente com F. Messina, chamado para representar a arte moderna italiana na Exposição Mundial de Nova York. Para este evento criou dois baixos-relevos que celebravam os empreendimentos do regime, A Recuperação Agrícola Integral e Obras Públicas (local desconhecido). Após o prêmio de escultura que lhe foi conferido em abril de 1937 pela Academia da Itália, em dezembro de 1939 foi nomeado professor honorário da Academia de Belas Artes de Carrara. G. morreu em Roma em 28 de março de 1940, enquanto ainda estava ocupado modelando os painéis da Mostra d'Oltremare em Nápoles. Ele foi lembrado com uma retrospectiva na IX Exposição Fascista Interprovincial do Sindicato de Belas Artes do Lácio (1940). As fotos das obras, os moldes de gesso, as pinturas e o corpus de desenhos do artista, preservados por seu irmão Pietro em Carrara, foram parcialmente expostos em 1991 na Academia de Belas Artes da cidade. Fontes e Bib. : Necr. em Giornale d'Italia , 30 de março de 1940; Il Messaggero , 29 de março de 1940; O Tibre , 29-30 de março de 1940; A. Bizzarri, artistas carrareses na Itália e no exterior: RG , em Il Popolo apuano , 13 abr. 1935; C. Tridenti, O renascimento do artesanato italiano , em Giornale d'Italia , 26 de março de 1936; U. Ojetti, A XX Bienal. Scultori nostra , no Corriere della sera , 5 de julho de 1936; A. Neppi, jovens artistas italianos. As recentes criações plásticas de RG , em Lavoro fascista , 30 de julho de 1937; C. Longo,Exposição autárquica do mineral italiano em Roma , em Arquitetura , XVIII (1939), 4, pp. 215, 227 s.; A. Peyrot, A IX Exposição do Sindicato de Belas Artes , em Il Piccolo , 24 abr. 1940; L. Aversano, Memória de RG , in Il Regime corporativo , 1940, nn. 10-11, pág. 3-7; Esculturas de alabastro de RG , em Il Marmo , 1941, n. 3, pág. 31 segundos; F. Sapori, Escultura Italiana Moderna , Roma 1949, p. 456; R. Bertolucci, Homenagem a RG , in The Nation (Crônica de Carrara), 12 de março de 1979; M. Cagetti, G.: deu a marca a uma época , ibid., 28 de março de 1990; C. Bordoni - G. Pozzi - M. Venutelli, RG esculturas e desenhos , Ospedaletto Pisa 1991; AV Laghi, RG , na X Bienal Internacional da cidade de Carrara. A Primazia da Escultura… , Carrara 2000, pp. 68 segundos. FONTE: https://www.treccani.it/enciclopedia/romeo-gregori_%28Dizionario-Biografico%29/ https://www.valutazionearte.it/artisti/romeo-gregori/ https://www.mutualart.com/Artist/Romeo-Gregori/924A3BCEF55927DB

Bid
R$ 3.140,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 3.140,00 (BRL)
Cotações
$ 596.60 (USD)
$ 628.00 (EUR)
$ 88.171,20 (ARS)
Cotações
$ 596.60 (USD)
$ 628.00 (EUR)
$ 88.171,20 (ARS)
177
BRUNO GIORGI
Medidas: 56 x 18 x 18 cm. Altura escultura: 40,5 cm.
TORSO EM MÁRMORE DE CARRARA, BASE EM BLOCO DE GRANITO.
Assinado por extenso
Procedência Galeria Dom Quixote RJ.



Seus pais vieram da região da Toscana e, em 1905 nasceu Bruno Giorgi em Mococa.
Sua primeira grande obra publica foi Monumento à Juventude Brasileira para o Ministério da Educação e Cultura, atual Palácio da Cultura, em 1942.
Em 1967, esculpiu o Meteoro para o Palácio do Ministério das Relações Exteriores, o sucesso foi tão grande que precisou esculpir outros em menores dimensões para atender Galerias e Colecionadores. A maquete do Meteoro recebeu o Grande Prêmio de Escultura de Milão, em 1966, e estampou os jornais europeus. Esta serie foi até o fim de sua vida a mais cobiçada.
Em 1989, para o Memorial da América Latina, em São Paulo, criou a obra Integração.
Aos 6 anos, sua família mudou-se para os arredores de Carrara, cidade do famoso mármore, que no futuro, viria a ser a principal matéria-prima para suas obras .
Em Roma, matriculou-se na Academia de Artes. Na Itália, na Itália torna-se anarquista quando seu tio paterno fundou o anarco-sindicalismo italiano.
Com o pai, negociava café, mas dos 25 aos 30 anos, Bruno militou na resistência ao Fascismo. Detido cumpriu quatro anos por conspirar.
Em 1937, foi extraditado e instalou-se no Rio de Janeiro. No mesmo ano transferiu-se para Paris, onde estudou nas academias La Grande Chaumière e Ranson.
Em 1940, ao retornar, convive com Portinari, Tarsila do Amaral, Mário de Andrade e Victor Brecheret e o amigo Alfredo Volpi, nascido na Toscana, terra natal de seu pai.
Em 1942 foi para o Rio de Janeiro, trabalhar em obras encomendadas por Niemeyer e Lucio Costa, na construção de Brasília.
Nos anos 1952 a 1954, fez parte da Comissão Nacional de Belas Artes.
Entre 1951 participou da Primeira Bienal de São Paulo.
Em 1953, recebeu da Bienal Internacional de São Paulo o Prêmio Nacional de Escultura.
Ainda em 1955 e1957, exibiu nas edições III e IV, da Bienal de São Paulo.
Foi medalhista de prata da Divisão Moderna do Salão Nacional de Belas Artes e, participou de inúmeras exposições no Brasil e Europa. Suas Obras estão em importantes Museus do Brasil e do mundo.
Na década de 60, se aventurou em abstração, mas sua escultura volumétrica é figurativa de formas estilizadas. Em 1965, passou à formas geométricas e a trabalhar em mármore branco de Carrara.
Considerado o mais importante escultor brasileiro contemporâneo, faleceu em 1993 deixando uma historia em mais de 60 matrizes e obras.
Bid
R$ 18.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 18.000,00 (BRL)
Cotações
$ 3,420.00 (USD)
$ 3,600.00 (EUR)
$ 505.440,00 (ARS)
Cotações
$ 3,420.00 (USD)
$ 3,600.00 (EUR)
$ 505.440,00 (ARS)
178

RUBENS GERCHMAN (Rio de Janeiro, 1942 — São Paulo, 2008) Medidas: 56,5 x 76 cm. Com moldura: 70,5 x 90,5 cm. Pastel oleoso sobre papel J. Perrigot Arches Special (30 x 22") Intitulado no verso: VII, 81 Pertenceu ao Presidente da Mineração Gurupí América do Sul, o empresário Alberto Braga Lee e Zelinda de Queiroz Lee, filha da imortal da Academia Brasileira de Letras, a Sra. Dinah Silveira de Queiroz esposa do embaixador Dário Moreira de Castro Alves. Posteriormente herdadas pela empresária Luciana de Queiroz Lee, que as transferiu à Galeria de Arte Paiva Frade. Alberto Braga Lee era formado em engenharia civil. Foi diretor da filial carioca da Auto Asbestos na América do Sul, desde 1938. Representante brasileiro da Copper Export Association, American Brass Company, R. Maes Export and Import Corporation, Melchior Armstrong Dessau Company, American Metal Company. Diretor da Fios e Cabos Plásticos do Brasil S.A.

Bid
R$ 9.800,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 9.800,00 (BRL)
Cotações
$ 1,862.00 (USD)
$ 1,960.00 (EUR)
$ 275.184,00 (ARS)
Cotações
$ 1,862.00 (USD)
$ 1,960.00 (EUR)
$ 275.184,00 (ARS)
179

RUBENS GERCHMAN (Rio de Janeiro, 1942 — São Paulo, 2008) Medidas: 56,5 x 76 cm. Com moldura: 70,5 x 90,5 cm. Pastel oleoso sobre papel J. Perrigot Arches Special (30 x 22") Intitulado no verso: XVI Pertenceu ao Presidente da Mineração Gurupí América do Sul, o empresário Alberto Braga Lee e Zelinda de Queiroz Lee, filha da imortal da Academia Brasileira de Letras, a Sra. Dinah Silveira de Queiroz esposa do embaixador Dário Moreira de Castro Alves. Posteriormente herdadas pela empresária Luciana de Queiroz Lee, que as transferiu à Galeria de Arte Paiva Frade. Alberto Braga Lee era formado em engenharia civil. Foi diretor da filial carioca da Auto Asbestos na América do Sul, desde 1938. Representante brasileiro da Copper Export Association, American Brass Company, R. Maes Export and Import Corporation, Melchior Armstrong Dessau Company, American Metal Company. Diretor da Fios e Cabos Plásticos do Brasil S.A.

Bid
R$ 9.800,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 9.800,00 (BRL)
Cotações
$ 1,862.00 (USD)
$ 1,960.00 (EUR)
$ 275.184,00 (ARS)
Cotações
$ 1,862.00 (USD)
$ 1,960.00 (EUR)
$ 275.184,00 (ARS)
180
FAYGA OSTROWER (Lodz, Polônia 1920 — Rio de Janeiro, 2001)
MEDIDAS: 56,5 x 76,5 cm. Com moldura: 70,5 x 90,5 cm.
AQUARELA SOBRE PAPEL FABRIANO, 1982/83 I.
Apenas a unidade numero 1

Pertenceu ao Presidente da Mineração Gurupí América do Sul, o empresário Alberto Braga Lee e Zelinda de Queiroz Lee, filha da imortal da Academia Brasileira de Letras, a Sra. Dinah Silveira de Queiroz esposa do embaixador Dário Moreira de Castro Alves. Posteriormente herdadas pela empresária Luciana de Queiroz Lee, que as transferiu à Galeria de Arte Paiva Frade.

Alberto Braga Lee era formado em engenharia civil. Foi diretor da filial carioca da Auto Asbestos na América do Sul, desde 1938. Representante brasileiro da Copper Export Association, American Brass Company, R. Maes Export and Import Corporation, Melchior Armstrong Dessau Company, American Metal Company. Diretor da Fios e Cabos Plásticos do Brasil S.A.

Biografia segundo o Instituto Fayga Ostrower
Gravadora, pintora, desenhista, ilustradora, teórica da arte e professora, Fayga Ostrower chegou ao Rio de Janeiro em 1934. Cursou Artes Gráficas na Fundação Getúlio Vargas (FGV), em curso coordenado por Tomás Santa Rosa. Seus professores foram Axl Leskoschek, Carlos Oswald, Hanna Levy-Deinhard, entre outros. Em 1955, viajou por um ano para Nova York com uma Bolsa de estudos da Fullbright.

Realizou exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior. Seus trabalhos se encontram nos principais museus brasileiros, da Europa e das Américas. Recebeu numerosos prêmios, entre os quais, o Grande Prêmio Nacional de Gravura da Bienal de São Paulo (1957) e o Grande Prêmio Internacional da Bienal de Veneza (1958); nos anos seguintes, o Grande Prêmio nas bienais de Florença, Buenos Aires, México, Venezuela e outros.

Entre os anos de 1954 e 1970, desenvolveu atividades docentes na disciplina de Composição e Análise Crítica no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. No decorrer da década de 60, lecionou no Spellman College, em Atlanta, EUA; na Slade School da Universidade de Londres, Inglaterra, e, posteriormente, como professora de pós-graduação, em várias universidades brasileiras. Durante estes anos desenvolveu também cursos para operários e centros comunitários, visando a divulgação da arte. Proferiu palestras em inúmeras universidades e instituições culturais no Brasil e no exterior.

Foi presidente da Associação Brasileira de Artes Plásticas entre 1963 e 1966. De 1978 a 1982, presidiu a comissão brasileira da International Society of Education through Art, INSEA, da Unesco. Em 1969, a Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, publicou álbum de gravuras suas, realizadas entre 1954 e 1966. É membro honorário da Academia delle Arti Dell Disegno de Florença, Itália. Fez parte do Conselho Estadual de Cultura do Rio de Janeiro de 1982 a 1988. Em 1972, foi agraciada com a condecoração Ordem do Rio Branco. Em 1998, foi condecorada com o Prêmio do Mérito Cultural pelo Presidente da República do Brasil. Em 1999, recebeu o Grande Prêmio de Artes Plásticas do Ministério da Cultura.

Seus livros sobre questões de arte e criação artística são: Criatividade e Processos de Criação (Editora Vozes, RJ); Universos da Arte (Editora da Unicamp, SP); Acasos e Criação Artística (Editora da Unicamp, SP); A Sensibilidade do Intelecto (Prêmio Literário Jabuti, em 1999); Goya, Artista Revolucionário e Humanista (Editora Imaginário, SP) e A Grandeza Humana: Cinco Séculos, Cinco Gênios da Arte. Publicou numerosos artigos e ensaios na imprensa e na mídia eletrônica. A biografia Fayga Ostrower foi lançada em 2002 pela Editora Sextante - RJ.

Fayga foi casada com Heinz Ostrower, historiador cuja biblioteca foi doada para o Arquivo Edgard Leuenroth, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas, em Campinas, São Paulo. Deixou dois filhos, Anna Leonor (Noni) e Carl Robert; e três netos, João Rodrigo, Leticia e Tatiana.

Nascida em 1920 na cidade de Lodz, Polônia, a artista faleceu no Rio de Janeiro, em 2001
Bid
R$ 13.400,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 13.400,00 (BRL)
Cotações
$ 2,546.00 (USD)
$ 2,680.00 (EUR)
$ 376.272,00 (ARS)
Cotações
$ 2,546.00 (USD)
$ 2,680.00 (EUR)
$ 376.272,00 (ARS)
181
FAYGA OSTROWER (Lodz, Polônia 1920 — Rio de Janeiro, 2001)
MEDIDAS: 56,5 x 76 cm. Com moldura: 70,5 x 90,5 cm.
AQUARELA SOBRE PAPEL FRABRIANO, 1982.
Apenas a unidade numero 02

Pertenceu ao Presidente da Mineração Gurupí América do Sul, o empresário Alberto Braga Lee e Zelinda de Queiroz Lee, filha da imortal da Academia Brasileira de Letras, a Sra. Dinah Silveira de Queiroz esposa do embaixador Dário Moreira de Castro Alves. Posteriormente herdadas pela empresária Luciana de Queiroz Lee, que as transferiu à Galeria de Arte Paiva Frade.

Alberto Braga Lee era formado em engenharia civil. Foi diretor da filial carioca da Auto Asbestos na América do Sul, desde 1938. Representante brasileiro da Copper Export Association, American Brass Company, R. Maes Export and Import Corporation, Melchior Armstrong Dessau Company, American Metal Company. Diretor da Fios e Cabos Plásticos do Brasil S.A.

Biografia segundo o Instituto Fayga Ostrower
Gravadora, pintora, desenhista, ilustradora, teórica da arte e professora, Fayga Ostrower chegou ao Rio de Janeiro em 1934. Cursou Artes Gráficas na Fundação Getúlio Vargas (FGV), em curso coordenado por Tomás Santa Rosa. Seus professores foram Axl Leskoschek, Carlos Oswald, Hanna Levy-Deinhard, entre outros. Em 1955, viajou por um ano para Nova York com uma Bolsa de estudos da Fullbright.

Realizou exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior. Seus trabalhos se encontram nos principais museus brasileiros, da Europa e das Américas. Recebeu numerosos prêmios, entre os quais, o Grande Prêmio Nacional de Gravura da Bienal de São Paulo (1957) e o Grande Prêmio Internacional da Bienal de Veneza (1958); nos anos seguintes, o Grande Prêmio nas bienais de Florença, Buenos Aires, México, Venezuela e outros.

Entre os anos de 1954 e 1970, desenvolveu atividades docentes na disciplina de Composição e Análise Crítica no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. No decorrer da década de 60, lecionou no Spellman College, em Atlanta, EUA; na Slade School da Universidade de Londres, Inglaterra, e, posteriormente, como professora de pós-graduação, em várias universidades brasileiras. Durante estes anos desenvolveu também cursos para operários e centros comunitários, visando a divulgação da arte. Proferiu palestras em inúmeras universidades e instituições culturais no Brasil e no exterior.

Foi presidente da Associação Brasileira de Artes Plásticas entre 1963 e 1966. De 1978 a 1982, presidiu a comissão brasileira da International Society of Education through Art, INSEA, da Unesco. Em 1969, a Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, publicou álbum de gravuras suas, realizadas entre 1954 e 1966. É membro honorário da Academia delle Arti Dell Disegno de Florença, Itália. Fez parte do Conselho Estadual de Cultura do Rio de Janeiro de 1982 a 1988. Em 1972, foi agraciada com a condecoração Ordem do Rio Branco. Em 1998, foi condecorada com o Prêmio do Mérito Cultural pelo Presidente da República do Brasil. Em 1999, recebeu o Grande Prêmio de Artes Plásticas do Ministério da Cultura.

Seus livros sobre questões de arte e criação artística são: Criatividade e Processos de Criação (Editora Vozes, RJ); Universos da Arte (Editora da Unicamp, SP); Acasos e Criação Artística (Editora da Unicamp, SP); A Sensibilidade do Intelecto (Prêmio Literário Jabuti, em 1999); Goya, Artista Revolucionário e Humanista (Editora Imaginário, SP) e A Grandeza Humana: Cinco Séculos, Cinco Gênios da Arte. Publicou numerosos artigos e ensaios na imprensa e na mídia eletrônica. A biografia Fayga Ostrower foi lançada em 2002 pela Editora Sextante - RJ.

Fayga foi casada com Heinz Ostrower, historiador cuja biblioteca foi doada para o Arquivo Edgard Leuenroth, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas, em Campinas, São Paulo. Deixou dois filhos, Anna Leonor (Noni) e Carl Robert; e três netos, João Rodrigo, Leticia e Tatiana.

Nascida em 1920 na cidade de Lodz, Polônia, a artista faleceu no Rio de Janeiro, em 2001
Bid
R$ 13.400,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 13.400,00 (BRL)
Cotações
$ 2,546.00 (USD)
$ 2,680.00 (EUR)
$ 376.272,00 (ARS)
Cotações
$ 2,546.00 (USD)
$ 2,680.00 (EUR)
$ 376.272,00 (ARS)
182
FAYGA OSTROWER (Lodz, Polônia 1920 — Rio de Janeiro, 2001)
MEDIDAS: 56,5 x 75 cm. Com moldura: 70,5 x 90,5 cm.
AQUARELA SOBRE PAPEL FABRIANO, 1982
Apenas a unidade numero 03

Pertenceu ao Presidente da Mineração Gurupí América do Sul, o empresário Alberto Braga Lee e Zelinda de Queiroz Lee, filha da imortal da Academia Brasileira de Letras, a Sra. Dinah Silveira de Queiroz esposa do embaixador Dário Moreira de Castro Alves. Posteriormente herdadas pela empresária Luciana de Queiroz Lee, que as transferiu à Galeria de Arte Paiva Frade.

Alberto Braga Lee era formado em engenharia civil. Foi diretor da filial carioca da Auto Asbestos na América do Sul, desde 1938. Representante brasileiro da Copper Export Association, American Brass Company, R. Maes Export and Import Corporation, Melchior Armstrong Dessau Company, American Metal Company. Diretor da Fios e Cabos Plásticos do Brasil S.A.

Biografia segundo o Instituto Fayga Ostrower
Gravadora, pintora, desenhista, ilustradora, teórica da arte e professora, Fayga Ostrower chegou ao Rio de Janeiro em 1934. Cursou Artes Gráficas na Fundação Getúlio Vargas (FGV), em curso coordenado por Tomás Santa Rosa. Seus professores foram Axl Leskoschek, Carlos Oswald, Hanna Levy-Deinhard, entre outros. Em 1955, viajou por um ano para Nova York com uma Bolsa de estudos da Fullbright.

Realizou exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior. Seus trabalhos se encontram nos principais museus brasileiros, da Europa e das Américas. Recebeu numerosos prêmios, entre os quais, o Grande Prêmio Nacional de Gravura da Bienal de São Paulo (1957) e o Grande Prêmio Internacional da Bienal de Veneza (1958); nos anos seguintes, o Grande Prêmio nas bienais de Florença, Buenos Aires, México, Venezuela e outros.

Entre os anos de 1954 e 1970, desenvolveu atividades docentes na disciplina de Composição e Análise Crítica no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. No decorrer da década de 60, lecionou no Spellman College, em Atlanta, EUA; na Slade School da Universidade de Londres, Inglaterra, e, posteriormente, como professora de pós-graduação, em várias universidades brasileiras. Durante estes anos desenvolveu também cursos para operários e centros comunitários, visando a divulgação da arte. Proferiu palestras em inúmeras universidades e instituições culturais no Brasil e no exterior.

Foi presidente da Associação Brasileira de Artes Plásticas entre 1963 e 1966. De 1978 a 1982, presidiu a comissão brasileira da International Society of Education through Art, INSEA, da Unesco. Em 1969, a Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, publicou álbum de gravuras suas, realizadas entre 1954 e 1966. É membro honorário da Academia delle Arti Dell Disegno de Florença, Itália. Fez parte do Conselho Estadual de Cultura do Rio de Janeiro de 1982 a 1988. Em 1972, foi agraciada com a condecoração Ordem do Rio Branco. Em 1998, foi condecorada com o Prêmio do Mérito Cultural pelo Presidente da República do Brasil. Em 1999, recebeu o Grande Prêmio de Artes Plásticas do Ministério da Cultura.

Seus livros sobre questões de arte e criação artística são: Criatividade e Processos de Criação (Editora Vozes, RJ); Universos da Arte (Editora da Unicamp, SP); Acasos e Criação Artística (Editora da Unicamp, SP); A Sensibilidade do Intelecto (Prêmio Literário Jabuti, em 1999); Goya, Artista Revolucionário e Humanista (Editora Imaginário, SP) e A Grandeza Humana: Cinco Séculos, Cinco Gênios da Arte. Publicou numerosos artigos e ensaios na imprensa e na mídia eletrônica. A biografia Fayga Ostrower foi lançada em 2002 pela Editora Sextante - RJ.

Fayga foi casada com Heinz Ostrower, historiador cuja biblioteca foi doada para o Arquivo Edgard Leuenroth, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas, em Campinas, São Paulo. Deixou dois filhos, Anna Leonor (Noni) e Carl Robert; e três netos, João Rodrigo, Leticia e Tatiana.

Nascida em 1920 na cidade de Lodz, Polônia, a artista faleceu no Rio de Janeiro, em 2001
Bid
R$ 13.400,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 13.400,00 (BRL)
Cotações
$ 2,546.00 (USD)
$ 2,680.00 (EUR)
$ 376.272,00 (ARS)
Cotações
$ 2,546.00 (USD)
$ 2,680.00 (EUR)
$ 376.272,00 (ARS)
183
FAYGA OSTROWER (Lodz, Polônia 1920 — Rio de Janeiro, 2001)
MEDIDAS: 56,5 x 74 cm. Com moldura: 70,5 x 90,5 cm.
AQUARELA SOBRE PAPEL FABRIANO, 1982-83 IV.
Apenas a unidade numero 04

Pertenceu ao Presidente da Mineração Gurupí América do Sul, o empresário Alberto Braga Lee e Zelinda de Queiroz Lee, filha da imortal da Academia Brasileira de Letras, a Sra. Dinah Silveira de Queiroz esposa do embaixador Dário Moreira de Castro Alves. Posteriormente herdadas pela empresária Luciana de Queiroz Lee, que as transferiu à Galeria de Arte Paiva Frade.

Alberto Braga Lee era formado em engenharia civil. Foi diretor da filial carioca da Auto Asbestos na América do Sul, desde 1938. Representante brasileiro da Copper Export Association, American Brass Company, R. Maes Export and Import Corporation, Melchior Armstrong Dessau Company, American Metal Company. Diretor da Fios e Cabos Plásticos do Brasil S.A.

Biografia segundo o Instituto Fayga Ostrower
Gravadora, pintora, desenhista, ilustradora, teórica da arte e professora, Fayga Ostrower chegou ao Rio de Janeiro em 1934. Cursou Artes Gráficas na Fundação Getúlio Vargas (FGV), em curso coordenado por Tomás Santa Rosa. Seus professores foram Axl Leskoschek, Carlos Oswald, Hanna Levy-Deinhard, entre outros. Em 1955, viajou por um ano para Nova York com uma Bolsa de estudos da Fullbright.

Realizou exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior. Seus trabalhos se encontram nos principais museus brasileiros, da Europa e das Américas. Recebeu numerosos prêmios, entre os quais, o Grande Prêmio Nacional de Gravura da Bienal de São Paulo (1957) e o Grande Prêmio Internacional da Bienal de Veneza (1958); nos anos seguintes, o Grande Prêmio nas bienais de Florença, Buenos Aires, México, Venezuela e outros.

Entre os anos de 1954 e 1970, desenvolveu atividades docentes na disciplina de Composição e Análise Crítica no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. No decorrer da década de 60, lecionou no Spellman College, em Atlanta, EUA; na Slade School da Universidade de Londres, Inglaterra, e, posteriormente, como professora de pós-graduação, em várias universidades brasileiras. Durante estes anos desenvolveu também cursos para operários e centros comunitários, visando a divulgação da arte. Proferiu palestras em inúmeras universidades e instituições culturais no Brasil e no exterior.

Foi presidente da Associação Brasileira de Artes Plásticas entre 1963 e 1966. De 1978 a 1982, presidiu a comissão brasileira da International Society of Education through Art, INSEA, da Unesco. Em 1969, a Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, publicou álbum de gravuras suas, realizadas entre 1954 e 1966. É membro honorário da Academia delle Arti Dell Disegno de Florença, Itália. Fez parte do Conselho Estadual de Cultura do Rio de Janeiro de 1982 a 1988. Em 1972, foi agraciada com a condecoração Ordem do Rio Branco. Em 1998, foi condecorada com o Prêmio do Mérito Cultural pelo Presidente da República do Brasil. Em 1999, recebeu o Grande Prêmio de Artes Plásticas do Ministério da Cultura.

Seus livros sobre questões de arte e criação artística são: Criatividade e Processos de Criação (Editora Vozes, RJ); Universos da Arte (Editora da Unicamp, SP); Acasos e Criação Artística (Editora da Unicamp, SP); A Sensibilidade do Intelecto (Prêmio Literário Jabuti, em 1999); Goya, Artista Revolucionário e Humanista (Editora Imaginário, SP) e A Grandeza Humana: Cinco Séculos, Cinco Gênios da Arte. Publicou numerosos artigos e ensaios na imprensa e na mídia eletrônica. A biografia Fayga Ostrower foi lançada em 2002 pela Editora Sextante - RJ.

Fayga foi casada com Heinz Ostrower, historiador cuja biblioteca foi doada para o Arquivo Edgard Leuenroth, do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas, em Campinas, São Paulo. Deixou dois filhos, Anna Leonor (Noni) e Carl Robert; e três netos, João Rodrigo, Leticia e Tatiana.

Nascida em 1920 na cidade de Lodz, Polônia, a artista faleceu no Rio de Janeiro, em 2001
Bid
R$ 13.400,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 13.400,00 (BRL)
Cotações
$ 2,546.00 (USD)
$ 2,680.00 (EUR)
$ 376.272,00 (ARS)
Cotações
$ 2,546.00 (USD)
$ 2,680.00 (EUR)
$ 376.272,00 (ARS)
184

AMILCAR DE CASTRO (Paraisópolis MG 1920 - Belo Horizonte MG 2002) 136 X 75 CM ACRÍLICA SOBRE TELA. 1998 AMILCAR DE CASTRO começou a frequentar o curso de desenho e pintura de Alberto da Veiga Guignard em 1943, enquanto cursava o terceiro ano da Faculdade de Direito na Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte. Sua escultura parte de uma chapa de metal (em forma de círculo, retângulo ou quadrado), que depois de ser cortada e dobrada ganha tridimensionalidade. Não há adição ou subtração de matéria. Em 1952, muda-se para o Rio de Janeiro e, no ano de 1959, assina o Manifesto Neoconcreto. Como diagramador, realizou a reforma gráfica do Jornal do Brasil nos anos 1950. Amilcar de Castro foi o primeiro artista brasileiro a receber o prêmio bolsa de estudos da Fundação Solomon R. Guggenheim, em 1965. Participou de inúmeras exposições, entre elas, diferentes edições da Bienal de São Paulo.

Bid
R$ 160.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 160.000,00 (BRL)
Cotações
$ 30,400.00 (USD)
$ 32,000.00 (EUR)
$ 4.492.800,00 (ARS)
Cotações
$ 30,400.00 (USD)
$ 32,000.00 (EUR)
$ 4.492.800,00 (ARS)
185

AMILCAR DE CASTRO (Paraisópolis MG 1920 - Belo Horizonte MG 2002) 80 X 120 CM ACRÍLICA SOBRE TELA. 1998 AMILCAR DE CASTRO começou a frequentar o curso de desenho e pintura de Alberto da Veiga Guignard em 1943, enquanto cursava o terceiro ano da Faculdade de Direito na Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte. Sua escultura parte de uma chapa de metal (em forma de círculo, retângulo ou quadrado), que depois de ser cortada e dobrada ganha tridimensionalidade. Não há adição ou subtração de matéria. Em 1952, muda-se para o Rio de Janeiro e, no ano de 1959, assina o Manifesto Neoconcreto. Como diagramador, realizou a reforma gráfica do Jornal do Brasil nos anos 1950. Amilcar de Castro foi o primeiro artista brasileiro a receber o prêmio bolsa de estudos da Fundação Solomon R. Guggenheim, em 1965. Participou de inúmeras exposições, entre elas, diferentes edições da Bienal de São Paulo.

Bid
R$ 140.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 140.000,00 (BRL)
Cotações
$ 26,600.00 (USD)
$ 28,000.00 (EUR)
$ 3.931.200,00 (ARS)
Cotações
$ 26,600.00 (USD)
$ 28,000.00 (EUR)
$ 3.931.200,00 (ARS)
186

AMILCAR DE CASTRO (Paraisópolis MG 1920 - Belo Horizonte MG 2002) 80 X 120 CM ACRÍLICA SOBRE TELA. 2000. AMILCAR DE CASTRO começou a frequentar o curso de desenho e pintura de Alberto da Veiga Guignard em 1943, enquanto cursava o terceiro ano da Faculdade de Direito na Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte. Sua escultura parte de uma chapa de metal (em forma de círculo, retângulo ou quadrado), que depois de ser cortada e dobrada ganha tridimensionalidade. Não há adição ou subtração de matéria. Em 1952, muda-se para o Rio de Janeiro e, no ano de 1959, assina o Manifesto Neoconcreto. Como diagramador, realizou a reforma gráfica do Jornal do Brasil nos anos 1950. Amilcar de Castro foi o primeiro artista brasileiro a receber o prêmio bolsa de estudos da Fundação Solomon R. Guggenheim, em 1965. Participou de inúmeras exposições, entre elas, diferentes edições da Bienal de São Paulo.

Bid
R$ 140.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 140.000,00 (BRL)
Cotações
$ 26,600.00 (USD)
$ 28,000.00 (EUR)
$ 3.931.200,00 (ARS)
Cotações
$ 26,600.00 (USD)
$ 28,000.00 (EUR)
$ 3.931.200,00 (ARS)
187

AMILCAR DE CASTRO (Paraisópolis MG 1920 - Belo Horizonte MG 2002) 83 X 78 CM ACRILICA SOBRE TELA. 1998 AMILCAR DE CASTRO começou a frequentar o curso de desenho e pintura de Alberto da Veiga Guignard em 1943, enquanto cursava o terceiro ano da Faculdade de Direito na Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte. Sua escultura parte de uma chapa de metal (em forma de círculo, retângulo ou quadrado), que depois de ser cortada e dobrada ganha tridimensionalidade. Não há adição ou subtração de matéria. Em 1952, muda-se para o Rio de Janeiro e, no ano de 1959, assina o Manifesto Neoconcreto. Como diagramador, realizou a reforma gráfica do Jornal do Brasil nos anos 1950. Amilcar de Castro foi o primeiro artista brasileiro a receber o prêmio bolsa de estudos da Fundação Solomon R. Guggenheim, em 1965. Participou de inúmeras exposições, entre elas, diferentes edições da Bienal de São Paulo.

Bid
R$ 120.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 120.000,00 (BRL)
Cotações
$ 22,800.00 (USD)
$ 24,000.00 (EUR)
$ 3.369.600,00 (ARS)
Cotações
$ 22,800.00 (USD)
$ 24,000.00 (EUR)
$ 3.369.600,00 (ARS)
Pagination
institutes
support
Contact
Horário de Atendimento: das 12:30h às 17:30h, das 19:00h às 22:00h e em plantão durante os leilões.
Phone iArremate: (35) 99935-4693
E-mail: sac@iarremate.com
Where are we
R. Heitor Modesto, 28 - Estação
São Lourenço - MG
CEP: 37470-000
© iArremate - Portal de Arte (2013-2022) - powered by PPSW
All rights reserved. No part of this web page may be reproduced in any way or by any means without the prior written consent of iarremate.com.
The unauthorized use or copying of any content of this site, including user accounts or products offered will result in permanent account cancellation.