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Galeria Paiva Frade
Auctioneer: Alexandre Paiva Frade
BELLE ÉPOQUE
04 de July às 20:00h
05 de July às 20:00h
06 de July às 20:00h
Description
IMPORTANTE: Esse leilão será apregoado A VISTA. MODALIDADES: DEPÓSITO BANCÁRIO. Entre em contato: (35) 3332 4150. No caso de arrematação os valores deverão ser quitados, em até 72 horas, após recebimento do E-MAIL DE COBRANÇA. O não cumprimento do prazo previsto, Leiloeiro dará por desfeita a venda e, por via de EXECUÇÃO JUDICIAL, cobrará sua comissão e a dos organizadores. DÚVIDAS POR FAVOR CONTATE: (35) 3332- 4150.
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409
Bid
R$ 1.000.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 1.000.000,00 (BRL)
Cotações
$ 190,000.00 (USD)
$ 180,000.00 (EUR)
$ 23.850.000,00 (ARS)
Cotações
$ 190,000.00 (USD)
$ 180,000.00 (EUR)
$ 23.850.000,00 (ARS)
409a
Pablo Picasso (1881-1973)
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Reproduzido no livro " Picasso - Peintre - Graveur" - Vol. IV - Pág. 203.
51,6 x 66,7Aquatinte au sucre et au grattoir
Crâne de Chèvre Sur la Table (Crânio de cabra sobre a mesa), 1953
Imagem:25 3/4 x 20 pol (65,4 cm x 50,8 cm)
Folha:30 1/8 pol x 21 7/8 pol (76,5 cm x 55,6 cm
O Certificado de Autenticidade acompanhará este trabalho.
Emoldurado de acordo com os padrões de conservação de nível de museu com Plexiglas de grau óptico.
Esta série está registrada no Inventário do Ministerio da cultura francês sob o numero: MPA 1981.6.15



Criada em 17 a 20 de janeiro de 1953, como esse guache sobre litho, Picasso pintou um óleo sobre tela.
Publicada por Lacourière, Paris, esta obra é assinada à mão por Pablo Picasso na margem inferior direita. Considerada uma 1ª impressão Lacourière em papel Arches, esta obra é numerada.

Bibliografias onde onstam a obra:

Catálogo Raisonné & COA
Crâne de Chèvre Sur la Table (Crâne de Chèvre Sur la Table), de Pablo Picasso Goat's Skull on the Table, 1953, está totalmente documentado e referenciado no catálogo raisonnés e nos livros:

1. Baer, ​​Brigitte. Picasso, Peintre-Graveur Tomo IV Catálogo Raisonné de l'ouvre grave et des monotypes. Edições Kornfeld: Berne, 1988. Listado como catálogo raisonné no. 903 na pág. 203 como Lacourière State I. Lacourière State II é ilustrado.

2. Bloch, Georges. Pablo Picasso, Tomo I Catalogue de l'œuvre grave et lithographié 1904 - 1967. Edições Kornfeld et Cie: Berne, 1984. no. 696 na pág. 159.

3. Comune di Arona, Assessorato per la Cultura. Picasso e Arona. SIAE: Arona, 2002. ilustrado na pág. 56.

4. GIRAUDY (Danièle). - A obra de Picasso em Antibes n°3, Catálogo de gravuras. - Antibes: Museu Ed. Picasso, 1982 / isbn 2 902634 13 7 / - Reprod. n. e B. e citação. pág. 27/.

5. PASSERON (Roger). -Picasso. - Paris: Bibliothèque des Arts, 1984. - (Mestres da coleção de gravura) / isbn 2 85047 050 3 / - Reprod. n. e pb 125, cit. pág. 124 / .

6. Gravador Picasso: Museu Léon Dierx, Saint-Denis, Museu Picasso, Antibes, junho de 1990. Antibes: Museu Ed. Picasso, 1990 / isbn 209 05-315-261 / - Cit. pág. 10/.

7. GIRAUDY (Danièle). - Picasso em Picasso. - Antibes: Museu Ed. Picasso, 1991 / isbn 2 905315 38 8 / - Reprod. n. e pb 76

Fato 1: Uma pintura de Picasso estabeleceu o recorde mundial de obras de arte mais caras quando foi vendida por US$ 104 milhões em 2004

Bid
R$ 250.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 250.000,00 (BRL)
Cotações
$ 47,500.00 (USD)
$ 45,000.00 (EUR)
$ 5.962.500,00 (ARS)
Cotações
$ 47,500.00 (USD)
$ 45,000.00 (EUR)
$ 5.962.500,00 (ARS)
410
PORTINARI
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Café
Participou da exposição de 1959 na Casa da Amizade com os Povos Estrangeiros em Moscou.
Desenho a grafite e crayon/papel
Medidas: 16 x 16 cm. Com moldura: 40 x 40 cm.

Candido Portinari nasceu em Brodowski, no estado de São Paulo em 30 de dezembro de 1903 dois dias antes de 1904, o não da eclosão da Revolta da Vacina, contra a vacinação obrigatória, na cidade do Rio de Janeiro.
Semelhante a Picasso, começa a pintar aos 9 anos e, torna-se um dos maiores pintores da história tendo a O.N.U. abdicado de uma Tapeçaria da Guernica pelos painéis Guerra e Paz de Portinari.
Em 1920 com quinze anos, matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes e em 1928 com apenas 24 anos conquistou o Prêmio de Viagem à Europa.
Em 1922 recebe Menção Honrosa por um retrato, provavelmente de seu amigo Ezequiel Fonseca Filho.
Em 1927 com Retrato do Dr. Antônio Ferreira dos Santos recebe a Grande Medalha de Prata da XXXIV Exposição Geral de Belas Artes da Escola Nacional de Belas Artes.
Possibilitando, em 1928, na XXXV Exposição Geral de Belas Artes ganhar o Prêmio de Viagem à Europa, com mais um retrato o de Olegario Mariano
Em Paris, mora momentaneamente, em Montparnasse, reduto de artistas, porém, muda-se para o Hôtel du Dragon na mesma rua da Académie Julien, que frequenta e, no ano de 1930, percebe sua vocação: “Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…”
Antonio Callado escreve no magnifico livro de Portinari: “...arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra...”
Retorna em 1931 e, põe-se a retratar com cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor do povo, da cultura, da flora, da fauna e da história. Pintando em 1934 “Despojados” - a obra de temática social. Neste ano, a primeira instituição pública adquire obra, “Mestiço”, pela Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Em 1935, no Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal (UDF), Rio de Janeiro. Conquista com a tela “Café” no Instituto Carnegie, em Pittsburgh Menção Honrosa e realiza quatro famosos grandes painéis para o Monumento Rodoviário, na rodovia Washington Luís.
Em 1938, realiza centenas de estudos a carvão, crayon, têmpera, guache e aquarela para a execução dos 12 murais em afresco para a sede do Ministério da Educação, hoje Palácio Gustavo Capanema.
Em 1939, para o Pavilhão Brasileiro da Feira Mundial de Nova York, sob encomenda de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, pinta os painéis: Cena Gaúcha, Noite de São João e Jangadas do Nordeste. O Museu Nacional de Belas Artes realiza a sua maior exposição com 269 obras e catálogo com prefácio do modernista Mário de Andrade.
Em 1940, Exposição Portinari of Brazil é realizada no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) com 180 obras. Participa ainda da Latin American Exhibition of Fine Arts no Museu Riverside de Nova York, com 35 obras.
Em 1941, Universidade de Chicago edita o álbum Portinari, his Life and Art (Portinari, Vida e Arte). Inaugurada exposição na Galeria de Arte da Universidade de Howard, em Washington. Garimperos ,1941
Candido Portinari, ao lado de Niemeyer, Santa Rosa, Carlos Leão, Bianco, Burle-Marx, Santa Rosa, Quirino Campos Fiorito, Oswald de Andrade Filho, Bruno Giorgio, Mario Zarinini, participam da elite intelectual brasileira numa época de notável renovação na cultura do Brasil, refletida pelo caráter social da obra de Portinari.
Em 1942, são inaugurados os murais na Fundação Hispânica da Biblioteca do Congresso, em Washington.
Em 1943, é inaugurada uma exposição individual de Portinari no Museu Nacional de Belas Artes, com 168 trabalhos.
Em 1944, participa da exposição comemorativa dos 15 anos de fundação do MoMA – Art in Progress
É concluído o conjunto arquitetônico da Pampulha em Belo Horizonte, e a Igreja de São Francisco de Assis, decorada por Candido Portinari sob encomenda do então prefeito Juscelino Kubitschek a Oscar Niemeyer.
Em 1946, o governo francês condecora Portinari com a Legião de Honra. E na Galeria Charpentier, em Paris e inaugura uma individual de Portinari com 84 trabalhos.
Em 1947, é inaugurada sua primeira exposição individual na Argentina, no Salón Peuser, em Buenos Aires, com 91 obras.
Em 1948, Portinari, de volta ao Brasil, faz uma retrospectiva no MASP, em São Paulo.
Em 1949 a Embaixada Americana nega-lhe o visto de entrada. Portinari inicia o painel Tiradentes para o Colégio de Cataguases, em Minas Gerais, e em 1950 Recebe a Medalha de Ouro da Paz, com a obra Tiradentes, no II Congresso Mundial dos Partidários da Paz, em Varsóvia.
Em 1951, Portinari participa da I Bienal de São Paulo.
Em 1952, o Secretário Geral das Nações Unidas anuncia oferta, feita pelo governo brasileiro, de dois painéis (Guerra e Paz), que serão executados por Portinari, e que decorarão um dos salões da nova sede da ONU. Do mesmo ano "Nobre e Religioso"
Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País, com diversos convites de instituições para exposições e encomendas de obras, além de inúmeras honrarias por todo mundo, como para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz.
Em 1953, após dez anos sem expor individualmente no Rio de Janeiro, expõe 100 obras no MAM, Museu de Arte Moderna.
Em 1954, realiza individual no Museu de Arte de São Paulo – MASP com mais de 100 obras, entre elas, duas maquetes para os painéis Guerra e Paz.
Em 1955, participa da III Bienal de São Paulo com sala especial, hors concours, e apresenta 12 estudos para o painel Guerra, todos eles de grandes dimensões.
Ainda em 1955, é Agraciado em Nova York, como o melhor pintor do ano com a Medalha de Ouro concedida pelo International Fine Arts Council – IFAC.
Em 1956, entrega os painéis, de 14m x 10m cada um, Guerra e Paz, que foram realizados com a ajuda de Enrico Bianco e Rosalina Leão para a O.N.U. Antes de seguirem Presidente da República, Juscelino Kubitschek, inaugura a exposição dos painéis no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Na avaliação do artista Enrico Bianco: “Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.”
Em 1957, é inaugurada exposição individual de Portinari na Maison de la Pensée Française, em Paris, depois em Munique e em Colônia, na Alemanha.
Em 1957 São doados oficialmente os painéis Guerra e Paz. Portinari.
Em 1958, inaugura uma individual, na Galleria del Libraio, em Bolonha na Itália, terra de seus pais.
Em 1959, A V Bienal de São Paulo realiza retrospectiva da obra de Portinari com 127 obras e, participa da exposição itinerante Artistas Brasileiros na Europa, organizada pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Em 1960, Nasce Denise, neta de Candido Portinari. É publicado na Itália o livro Brasil, Dipinti di Portinari.
Em 1961, realiza sua última exposição individual em vida, na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro e, faz três painéis em azulejos: Frevo e Peixes, para o Pampulha Iate Clube, projeto de Oscar Niemeyer, e Pombas, para um edifício em Paris.
Em 1962, Portinari intoxicado pelos metais pesados contidos nas tintas. Estavam em seu velório, o ex-Presidente da República Juscelino Kubitschek, Hermes Lima, representando o Presidente João Goulart, Luis Carlos Prestes e Carlos Marighela, Carlos Lacerda. É decretado luto oficial de três dias no Estado da Guanabara.
Bid
R$ 35.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 35.000,00 (BRL)
Cotações
$ 6,650.00 (USD)
$ 6,300.00 (EUR)
$ 834.750,00 (ARS)
Cotações
$ 6,650.00 (USD)
$ 6,300.00 (EUR)
$ 834.750,00 (ARS)
411
PORTINARI
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Desenho estudo para o Painel garimpeiros de 1951 de 153 x 185 cm.
Medidas: 11,5 x 8,5 cm.
Com moldura: 52 x 49 cm.


Duas figuras do primeiro plano. Cena de garimpeiros no rio. No primeiro plano, rio representado por áreas geometrizadas. À direita, garimpeiro de costas, 3/4 voltado para a esquerda, curvado para a frente com bateia nas mãos e pernas mergulhadas n'água á altura das canelas. Está com torso nu, musculoso, usa calças brancas à altura dos joelhos e chapéu de palha na cabeça. Os garimpeiros têm os traços fisionômicos apenas esboçados.
Bid
R$ 35.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 35.000,00 (BRL)
Cotações
$ 6,650.00 (USD)
$ 6,300.00 (EUR)
$ 834.750,00 (ARS)
Cotações
$ 6,650.00 (USD)
$ 6,300.00 (EUR)
$ 834.750,00 (ARS)
412
PORTINARI
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Bandeirantes
Desenho a grafite sobre papel
Med. 24,5 x 79,5cm
Projeto Portinari - FCO 1872
Estudo para a pintura mural em mosaico “Bandeirantes” - Projeto Portinari FCO 2724
Reproduzida no "Catálogo Raisonné - Vol. III" do artista, pg. 326;

CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO SOBRE A CARREIRA DE PORTINARI
Trata-se do estudo para um mural, aplicado nos anos 1951-1952, em mosaico de pastilhas de 2cm x 2cm formando um painel de 253,5 cm x 742,5 cm.
Foi criado o Salões do tradicional Hotel Comodoro no centro da cidade de São Paulo, situado entre os principais pontos culturais: Sala São Paulo, Complexo Júlio Prestes, Pinacoteca do Estado, Museu de Arte Sacra, Teatro São Pedro, Teatro Municipal de São Paulo.
Após décadas, a degradação da área urbana o painel foi retirado, recuperado e fixado numa plataforma móvel e exibido no saguão de entrada da Bolsa de Mercadorias e Futuro de São Paulo adquirido pelo banqueiro Olavo Setúbal, levando-o para a nova parede no interior do Centro Empresarial Itausa.

Composição em preto e branco. Linhas de contorno e sombreados. Composição representando cena de Bandeira contra fundo com linhas formando suave geometrismo. As figuras estão contornadas e preenchidas por áreas escuras geometrizadas sugerindo claro-escuro. Da esquerda para a direita vê-se: homem em pé, de frente com o tronco inclinado para a esquerda, tem os braços dobrados e mãos na altura da cintura, os traços fisionômicos não estão definidos e as pernas estão afastadas; mais para a direita, homem em pé, de perfil para a direita carregando criança no pescoço; a seu lado direito, vê-se um carneiro malhado, também de perfil para a direita, com a cabeça voltada para trás, à esquerda do centro; mais ao fundo, três homens, formando fila ligeiramente na diagonal para a direita e em perspectiva para o fundo, carregando fardos na cabeça; ao centro, grupo de bandeirantes em pé de frente, todos usando roupa característica com botas de cano alto e de chapéu; na frente do grupo, à esquerda, outro bandeirante sentado no que seria um caixote, de perfil para a direita; ele tem o braço direito esticado para frente e também olha para frente; mais para a direita, próximo ao grupo, bandeirante em pé, de costas, 3/4 voltado para a esquerda sugerindo estar falando com o grupo. Na metade direita da composição, homem quase de perfil para a esquerda com a cabeça voltada para a direita, com as pernas abertas sugerindo estar pronto a suspender uma bandeira que segura a sua direita. A seu lado esquerdo, outro bandeirante, sugerindo ser o chefe do grupo, usando roupa característica e chapéu de abas largas. Ele tem o braço esquerdo esticado e a mão apontando para a direita. Por trás das figuras, áreas geometrizadas escuras definindo sombras.
Bid
R$ 45.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 45.000,00 (BRL)
Cotações
$ 8,550.00 (USD)
$ 8,100.00 (EUR)
$ 1.073.250,00 (ARS)
Cotações
$ 8,550.00 (USD)
$ 8,100.00 (EUR)
$ 1.073.250,00 (ARS)
413
PORTINARI
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69,5 x 87,5 cm


A mais importante obra de Portinari à venda no Brasil, faz parte da criação de um dos cinco quadros da Série Retirantes, encomendada por Assis Chateaubriand para a Radio Tupy e doada ao Masp em 1948.
Grande desenho a óleo sobre papel
Reproduzido nos livros: Catálogo Raisonné - Vol. II do artista, pg. 460; Portinari
A Construção de uma Obra, Ed Dom Quixote, pg. 103;
A Fabulação trágica de Portinari na fase dos Retirantes, Ângela Azevedo S. Balloussier, 1986; Candido Portinari: O lavrador de quadros, 2003; Disegni di Portinari, 1955;

Participou das exposições:
Portinari, Galerie Charpentier, Paris, 1946;
Portinari, Salón Peuser, Buenos Aires, 1947;
Portinari: exposição de sua obra de 1920 a 1948 Museu de Arte de SP Assis Chateaubriand, 1948; Portinari, oil paintings and drawings: 1940-1956 Bezalel National Art Museum, Jerusalem| Tel Aviv Museum, Tel Aviv |
Museum of Modern Art, Haifa |
Museum of Ein Harod, Ein Harod;
Exposição Portinari Haus der Kulturinstitute, Munique |
Colônia, 1957;
Portinari: oeuvres récentes Mason de la Pensée Française, Paris, 1957;
Portinari: retrospectiva Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, São Paulo, 1997.
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1 bid
Bid
R$ 62.000,00 (BRL)
1 bid
Valor do lote
R$ 62.000,00 (BRL)
Cotações
$ 11,780.00 (USD)
$ 11,160.00 (EUR)
$ 1.478.700,00 (ARS)
Cotações
$ 11,780.00 (USD)
$ 11,160.00 (EUR)
$ 1.478.700,00 (ARS)
414

CHIPARUS- (Demetre H. Chiparus, 1886-1947) "FANCY DRESS"- Grupo escultórico de bronze e marfim sobre base de mármore. Altura: 49 cm. Peso:25k Escultura de bronze e marfim sobre base de mármore. Assinado no mármore. Reproduzida em "Art Deco and Other Figures", de Bryan Catley à página 79 Reproduzida em página inteira em "Master of Art Deco", de Alberto Shayo, à página 91

Bid
R$ 490.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 490.000,00 (BRL)
Cotações
$ 93,100.00 (USD)
$ 88,200.00 (EUR)
$ 11.686.500,00 (ARS)
Cotações
$ 93,100.00 (USD)
$ 88,200.00 (EUR)
$ 11.686.500,00 (ARS)
415

PAOLO TROUBETZKOY ( Prince Pável Petróvich Trubetzkói, INTRA, 1866 – PALLANZA, 1938) Lady Constance Stewart Richardson, 1914 Bronze 34.3 × 8.9 × 31.1 cm Paolo Troubetzkoy ou Pável Petróvich Trubetzkói foi um escultor e pintor russo.. George Bernard Shaw descreveu-o como "o escupltor mais surpreendente dos tempos modernos." Uma das suas obras mais famosas é a estátua equestre monumental de Alexandre III da Rússia. Livros: Prince Paul Troubetzkoy: The Belle Epoch Captured in Bronze : Exhibition : 21 May-27 June 2008

Bid
R$ 99.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 99.000,00 (BRL)
Cotações
$ 18,810.00 (USD)
$ 17,820.00 (EUR)
$ 2.361.150,00 (ARS)
Cotações
$ 18,810.00 (USD)
$ 17,820.00 (EUR)
$ 2.361.150,00 (ARS)
416

PAOLO TROUBETZKOY ( Prince Pável Petróvich Trubetzkói,INTRA, 1866 – PALLANZA, 1938) escultura em Bronze. Peso:12k Paolo Troubetzkoy ou Pável Petróvich Trubetzkói foi um escultor e pintor russo.. George Bernard Shaw descreveu-o como "o escupltor mais surpreendente dos tempos modernos." Uma das suas obras mais famosas é a estátua equestre monumental de Alexandre III da Rússia. Livros: Prince Paul Troubetzkoy: The Belle Epoch Captured in Bronze : Exhibition : 21 May-27 June 2008

Bid
R$ 56.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 56.000,00 (BRL)
Cotações
$ 10,640.00 (USD)
$ 10,080.00 (EUR)
$ 1.335.600,00 (ARS)
Cotações
$ 10,640.00 (USD)
$ 10,080.00 (EUR)
$ 1.335.600,00 (ARS)
417

A. BECQUEREL (1893-1981) "Golden Wedding" Escultura em bronze e marfim . Base em mármore. 34 x 27 x 15 cm. (13.4 x 10.6 x 5.9 in.) André Vincent Becquerel (1893-1981) é um escultor francês. Estudou na École des Beaux-Arts de Paris, sob a orientação de Hector Lemaire e Prosper Lecourtier. Expôs no Salão da Sociedade dos Artistas Franceses de 1914 a 1922. Becquerel fez muitas esculturas decorativas, por ocasião da Exposição Universal de 1937 em Paris e, expôs uma escultura monumental em gesso patinado para o Pavilhão Internacional. * Reproduzida no Art Deco- Bryan Catley, página 41. Fotos em anexo.

Bid
R$ 60.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 60.000,00 (BRL)
Cotações
$ 11,400.00 (USD)
$ 10,800.00 (EUR)
$ 1.431.000,00 (ARS)
Cotações
$ 11,400.00 (USD)
$ 10,800.00 (EUR)
$ 1.431.000,00 (ARS)
418

TARSILA DO AMARAL Livreto de sua primeira exposição no ano de 1926, em Paris. Na última página e na contracapa, dois desenhos a lápis, representando figuras num bar. Emoldurado em sanduíche de vidro especial tipo museu. Brochura original, com desgastes. Com 3 ilustrações e textos (6 poemas) de Blaise Cendrars, além da lista de quadros expostos, obras produzidas de 1923 a 1926, e desenhos e aquarelas. Na Galeria Percier, em Paris. Segunda-feira, 7 de junho de 1926. A pintora brasileira Tarsila do Amaral inaugurou sua primeira exposição individual, na Galeria Percier, em Paris. A mostra fora longamente planejada por Tarsila, o poeta Oswald de Andrade, que na altura era seu marido, e outro poeta, o franco-suíço Blaise Cendrars, que desde 1923 era amigo do casal de modernistas brasileiros. Na edição número 401 da revista Para Todos, de 21 de agosto de 1926, é publicada uma fotografia de Tarsila do Amaral no dia de seu vernissage, diante da obra Morro da favela (1924). Essa fotografia de Tarsila, vestida com o modelo “Écossais”, da maison Paul Poiret, é de autoria da fotógrafa norte-americana Thérèse Bonney. Entre 18 de junho e 2 de julho de 1928 a artista realizara ainda uma segunda individual, também na Galeria Percier, mas desse vernissage não conheço nenhum registro fotográfico.

1 bid
Bid
R$ 30.000,00 (BRL)
1 bid
Valor do lote
R$ 30.000,00 (BRL)
Cotações
$ 5,700.00 (USD)
$ 5,400.00 (EUR)
$ 715.500,00 (ARS)
Cotações
$ 5,700.00 (USD)
$ 5,400.00 (EUR)
$ 715.500,00 (ARS)
419

OSCAR NIEMEYER (1907-2012) Desenho, caneta pilot sobre papel vegetal. Medidas: 50 X 70 cm. NU FEMININO Coleção Carlos Eduardo Niemeyer, com Certificado

Bid
R$ 9.800,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 9.800,00 (BRL)
Cotações
$ 1,862.00 (USD)
$ 1,764.00 (EUR)
$ 233.730,00 (ARS)
Cotações
$ 1,862.00 (USD)
$ 1,764.00 (EUR)
$ 233.730,00 (ARS)
420

OSCAR NIEMEYER (1907-2012) Desenho, caneta pilot sobre papel vegetal. Medidas: 50 X 70cm. NU FEMININO Coleção Carlos Eduardo Niemeyer, com Certificado

Bid
R$ 9.800,00 (BRL)
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R$ 9.800,00 (BRL)
Cotações
$ 1,862.00 (USD)
$ 1,764.00 (EUR)
$ 233.730,00 (ARS)
Cotações
$ 1,862.00 (USD)
$ 1,764.00 (EUR)
$ 233.730,00 (ARS)
420a

OSCAR NIEMEYER (1907-2012) Desenho, caneta pilot sobre papel vegetal. Medidas: 50 X 70 cm. NU FEMININO Coleção Carlos Eduardo Niemeyer, com Certificado

Bid
R$ 9.800,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 9.800,00 (BRL)
Cotações
$ 1,862.00 (USD)
$ 1,764.00 (EUR)
$ 233.730,00 (ARS)
Cotações
$ 1,862.00 (USD)
$ 1,764.00 (EUR)
$ 233.730,00 (ARS)
421

Carybé - Hector Bernabó (1911-1997) Feira, 1981 Vinil Medidas: 35 x 50 cm. Com moldura: 64 x 79 cm. Acompanha certificado de autenticidade emitido pela filha do artista, Solange Bernabó, datado de 10/08/2021.

Bid
R$ 35.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 35.000,00 (BRL)
Cotações
$ 6,650.00 (USD)
$ 6,300.00 (EUR)
$ 834.750,00 (ARS)
Cotações
$ 6,650.00 (USD)
$ 6,300.00 (EUR)
$ 834.750,00 (ARS)
422

TOMÁS SANTA ROSA ( João Pessoa, PB 1909 / Nova Délhi, Índia 1956) CUBISMO Óleo sobre tela Ass. e datado CID, 1956. Medidas: 54 x 65 cm./ 90 x 77 cm. Obra adquirida no Lote 519 do Leilão de numero 14216, em 05/12/2019, de nossos correlatos em Casa leiloeira privada e comercial, Dagmar Saboya, RJ. Foi um artista multimeios: cenógrafo, artista gráfico, ilustrador, pintor, gravador, decorador, figurinista e crítico de arte. Famoso em meados do século XX, assinava capas de alguns dos escritores mais importantes daquela geração. É reconhecido como o primeiro cenógrafo moderno brasileiro. Foi coordenador das montagens do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, sem licenciatura, dirigiu o Conservatório Nacional de Teatro e ministrou um curso de cenografia no SNT. Foi o primeiro ilustrador de seu amigo, Stanislaw Ponte Preta de Sérgio Porto. Dedicou-se em muito ao designer gráfico. Assinou a coluna de crítica de arte do Diário de Notícias. Foi cenógrafo de Vestido de Noiva (1943), de Nélson Rodrigues. Entre os autores dos livros estavam José Lins do Rego, Rachel de Queiroz, Jorge Amado, Graciliano Ramos, Guimarães Rosa e Carlos Drummond de Andrade. Como pintor, influenciou sua geração e trabalhou com Cândido Portinari em diversos murais. Seu principal auxiliar e amigo, foi o grande artista Fernando P, que ao chegar no Rio de Janeiro residiu no estudio de Santa Rosa e posteriormente tornou-se auxiliar de Di Cavalcanti. Esse é um de seus últimos quadros datado 1956, ano em que faleceu em Nova Délhi na Índia.

Bid
R$ 6.200,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 6.200,00 (BRL)
Cotações
$ 1,178.00 (USD)
$ 1,116.00 (EUR)
$ 147.870,00 (ARS)
Cotações
$ 1,178.00 (USD)
$ 1,116.00 (EUR)
$ 147.870,00 (ARS)
423
JUAREZ MACHADO
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"Mulher com guarda chuva"
serigrafia sobre fundo com espelho 60/100
Med: 74 x 55 cm
Datado de 1976.


Sobre Juarez Machado

Nasceu em Joinville 1941.

Em seu imaginário, certamente tem como primeira de seus pais, D. Leonora, pintora de leques e João Machado, viajante, fotógrafo, colecionador de antiguidades, restaurador de relógios. Os tecidos coloridos, o relógio, a bicicleta e as mulheres em cores intensas são elementos fazem parte do imaginário na obra de Juarez.

Em 1958, trabalhou no Laboratório Catarinense desenhando rótulos, embalagens de remédios.

Na década de 1960 estudou na Escola de Belas Artes em Curitiba, onde trabalhou na TV Paraná produzindo cenários.

Em 1965, no Rio de Janeiro, trabalhou como chargista e cartunista nos principais jornais e revistas do país, desenhou para Oscar Niemeyer, fez cenários para peças teatrais e shows musicais, publicou livros infantis de imagens sem texto que receberam prêmios no Brasil e exterior e fez amigos como Ziraldo, Mielle, Millôr Fernandes, Sergio Rodrigues, Jaguar, Henfil, Zanini...

Por mais de vinte anos trabalhou nos núcleos de criação e humor, ao lado de Chico Anysio e Jô Soares, na Rede Globo. Foi responsável por vinhetas e aberturas de “Faça Humor não Faça Guerra” e “Balança, mas não cai”, “Balão Mágico”...

Fez parte da produção de videoclipes de Elis Regina, Roberto Carlos, Raul Seixas, entre outros.

Em 1967 Participou da 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

Seu auge televisivo foi na década de 1970, quando inovou com um personagem mímico que interagia com seus próprios desenhos no “Fantástico”. Popularizou no país inteiro com essas performances, que invariavelmente terminavam com o mímico desenhando uma linha de trem, passarela ou trilha de pegadas, por onde ele caminhava até desaparecer e, foi nele que inspiramos a vinheta de abertura dos vídeos da Galeria Paiva Frade.

Na década de 1980, montou atelier na Rua das Abbesses em Montmartre, Paris, mas também mantém residência e atelier em Joinville e em Copacabana no Rio de Janeiro.

Em 1988 em Paris expôs na mostra Châteaux Bordeaux no Centro Georges Pompidou

A pintura de Juarez, foi fonte de inspiração ao premiado filme “Le fabuleux destin d’Amélie Poulain”, do diretor francês Jean-Pierre Jeunet.

Em 2014, inaugurou, em Joinville/SC, o Instituto Internacional Juarez Machado.

Em 2015, para comemorar um ano da existência do Instituto, realizou uma exposição em Curitiba onde reuniu 200 obras.
Pioneiro do desenho de humor na televisão brasileira, Juarez inovou ao deixar o caminho acadêmico dos Salões e partir para exibição de seu trabalho, através da TV para a grande massa. Hoje, é reconhecido como um dos mais importantes e influentes artistas brasileiros, com obras em museus, galerias, coleções particulares, e espaços públicos.

“Eu trabalho muito com o deboche, o humor é uma forma crítica que provoca e diverte...”.

Principais Exposições
1979 - Curitiba PR - Individual, no Museu Guido Viaro
1981 - Nova York (Estados Unidos) - Individual, na Zoma Gallery
1982 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino
1982 - Premontrés (França) - Individual, no Centro Cultural
1983 - Strasbourg (França) - Individual, na Galerie du Sagittaire
1987 - Paris (França) - Individual, na Galerie Debret
1990 - Lisboa (Portugal) - Individual, na Galeria Alfa-Mixta
1991 - Paris (França) - Individual, na Galerie L'Entrée des Artistes
1991 - Montevidéu (Uruguai) - Individual, na Galeria Latina
1991 - Roma (Itália) - Individual, na Galeria Cândido Portinari
1991 - Paris (França) - Individual, na Galeria Inter Art

Alguna Salões:
1961 - Curitiba PR - 13º Salão da Primavera - menção honrosa
1962 - Curitiba PR - 14º Salão da Primavera - medalha de bronze
1963 - Curitiba PR - 15º Salão da Primavera - medalha de prata
1963 - Curitiba PR - 20º Salão Paranaense de Belas Artes, na Biblioteca Pública do Paraná - menção honrosa
1963 - Porto Alegre RS - Salão Cidade de Porto Alegre - 1º prêmio
1964 - Curitiba PR - 16º Salão da Primavera - medalha de ouro
1964 - Curitiba PR - 21º Salão Paranaense de Belas Artes, na Biblioteca Pública do Paraná
1965 - Curitiba PR - 22º Salão Paranaense de Belas Artes, na Biblioteca Pública do Paraná - prêmio aquisição
1966 - Curitiba PR - 23º Salão Paranaense de Belas Artes, na Biblioteca Pública do Paraná
1967 - São Paulo SP - 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1978 - São Paulo SP - 1ª Mostra do Móvel e do Objeto Inusitado, no Paço das Artes
1982 - Penápolis SP - 5º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1986 - Curitiba PR – Tradição / Contradição, no Museu de Arte Contemporânea
1987 - Curitiba PR - Retrospectiva Quatro Artistas da Geração 60, no Museu de Arte Contemporânea
1988 - Paris (França) - Châteaux Bordeaux, no Centro Georges Pompidou
1990 - Joinville SC - Retrospectvia, no Museu de Arte Contemporânea de Joinville
1991 - Curitiba PR - Museu Municipal de Arte: acervo, no Museu Municipal de Arte
1996 - Porto Alegre RS - Arte na América Latina: 100 Anos de Produção, no Instituto Estadual de Artes Plásticas da UFRGS
1996 - São Paulo SP - Mostra do Acervo, na Sudameris Galeria
1997 - Curitiba PR - Guido Viaro, 100 Anos: Interpretação 97, na MAP
1998 - Curitiba PR - Arte Paranaense: movimento de renovação, no Conjunto Cultural da Caixa
1998 - São Paulo SP - Impressões: a arte da gravura brasileira, no Espaço Cultural Banespa-Paulista
2001 - São Paulo SP - 8º Salão na A Hebraica
Bid
R$ 1.300,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 1.300,00 (BRL)
Cotações
$ 247.00 (USD)
$ 234.00 (EUR)
$ 31.005,00 (ARS)
Cotações
$ 247.00 (USD)
$ 234.00 (EUR)
$ 31.005,00 (ARS)
424
JUAREZ MACHADO (1941).
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"Músicos e Dançarinos no Night Club"
Guache, 100 X 70 cm./ 83 x 112 cm.
Assinado, datado (2009) e localizado (Paris) no c.i.d.


Sobre Juarez Machado

Nasceu em Joinville 1941.

Em seu imaginário, certamente tem como primeira de seus pais, D. Leonora, pintora de leques e João Machado, viajante, fotógrafo, colecionador de antiguidades, restaurador de relógios. Os tecidos coloridos, o relógio, a bicicleta e as mulheres em cores intensas são elementos fazem parte do imaginário na obra de Juarez.

Em 1958, trabalhou no Laboratório Catarinense desenhando rótulos, embalagens de remédios.

Na década de 1960 estudou na Escola de Belas Artes em Curitiba, onde trabalhou na TV Paraná produzindo cenários.

Em 1965, no Rio de Janeiro, trabalhou como chargista e cartunista nos principais jornais e revistas do país, desenhou para Oscar Niemeyer, fez cenários para peças teatrais e shows musicais, publicou livros infantis de imagens sem texto que receberam prêmios no Brasil e exterior e fez amigos como Ziraldo, Mielle, Millôr Fernandes, Sergio Rodrigues, Jaguar, Henfil, Zanini...

Por mais de vinte anos trabalhou nos núcleos de criação e humor, ao lado de Chico Anysio e Jô Soares, na Rede Globo. Foi responsável por vinhetas e aberturas de “Faça Humor não Faça Guerra” e “Balança, mas não cai”, “Balão Mágico”...

Fez parte da produção de videoclipes de Elis Regina, Roberto Carlos, Raul Seixas, entre outros.

Em 1967 Participou da 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

Seu auge televisivo foi na década de 1970, quando inovou com um personagem mímico que interagia com seus próprios desenhos no “Fantástico”. Popularizou no país inteiro com essas performances, que invariavelmente terminavam com o mímico desenhando uma linha de trem, passarela ou trilha de pegadas, por onde ele caminhava até desaparecer e, foi nele que inspiramos a vinheta de abertura dos vídeos da Galeria Paiva Frade.

Na década de 1980, montou atelier na Rua das Abbesses em Montmartre, Paris, mas também mantém residência e atelier em Joinville e em Copacabana no Rio de Janeiro.

Em 1988 em Paris expôs na mostra Châteaux Bordeaux no Centro Georges Pompidou

A pintura de Juarez, foi fonte de inspiração ao premiado filme “Le fabuleux destin d’Amélie Poulain”, do diretor francês Jean-Pierre Jeunet.

Em 2014, inaugurou, em Joinville/SC, o Instituto Internacional Juarez Machado.

Em 2015, para comemorar um ano da existência do Instituto, realizou uma exposição em Curitiba onde reuniu 200 obras.
Pioneiro do desenho de humor na televisão brasileira, Juarez inovou ao deixar o caminho acadêmico dos Salões e partir para exibição de seu trabalho, através da TV para a grande massa. Hoje, é reconhecido como um dos mais importantes e influentes artistas brasileiros, com obras em museus, galerias, coleções particulares, e espaços públicos.

“Eu trabalho muito com o deboche, o humor é uma forma crítica que provoca e diverte...”.

Principais Exposições
1979 - Curitiba PR - Individual, no Museu Guido Viaro
1981 - Nova York (Estados Unidos) - Individual, na Zoma Gallery
1982 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino
1982 - Premontrés (França) - Individual, no Centro Cultural
1983 - Strasbourg (França) - Individual, na Galerie du Sagittaire
1987 - Paris (França) - Individual, na Galerie Debret
1990 - Lisboa (Portugal) - Individual, na Galeria Alfa-Mixta
1991 - Paris (França) - Individual, na Galerie L'Entrée des Artistes
1991 - Montevidéu (Uruguai) - Individual, na Galeria Latina
1991 - Roma (Itália) - Individual, na Galeria Cândido Portinari
1991 - Paris (França) - Individual, na Galeria Inter Art

Alguna Salões:
1961 - Curitiba PR - 13º Salão da Primavera - menção honrosa
1962 - Curitiba PR - 14º Salão da Primavera - medalha de bronze
1963 - Curitiba PR - 15º Salão da Primavera - medalha de prata
1963 - Curitiba PR - 20º Salão Paranaense de Belas Artes, na Biblioteca Pública do Paraná - menção honrosa
1963 - Porto Alegre RS - Salão Cidade de Porto Alegre - 1º prêmio
1964 - Curitiba PR - 16º Salão da Primavera - medalha de ouro
1964 - Curitiba PR - 21º Salão Paranaense de Belas Artes, na Biblioteca Pública do Paraná
1965 - Curitiba PR - 22º Salão Paranaense de Belas Artes, na Biblioteca Pública do Paraná - prêmio aquisição
1966 - Curitiba PR - 23º Salão Paranaense de Belas Artes, na Biblioteca Pública do Paraná
1967 - São Paulo SP - 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1978 - São Paulo SP - 1ª Mostra do Móvel e do Objeto Inusitado, no Paço das Artes
1982 - Penápolis SP - 5º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1986 - Curitiba PR – Tradição / Contradição, no Museu de Arte Contemporânea
1987 - Curitiba PR - Retrospectiva Quatro Artistas da Geração 60, no Museu de Arte Contemporânea
1988 - Paris (França) - Châteaux Bordeaux, no Centro Georges Pompidou
1990 - Joinville SC - Retrospectvia, no Museu de Arte Contemporânea de Joinville
1991 - Curitiba PR - Museu Municipal de Arte: acervo, no Museu Municipal de Arte
1996 - Porto Alegre RS - Arte na América Latina: 100 Anos de Produção, no Instituto Estadual de Artes Plásticas da UFRGS
1996 - São Paulo SP - Mostra do Acervo, na Sudameris Galeria
1997 - Curitiba PR - Guido Viaro, 100 Anos: Interpretação 97, na MAP
1998 - Curitiba PR - Arte Paranaense: movimento de renovação, no Conjunto Cultural da Caixa
1998 - São Paulo SP - Impressões: a arte da gravura brasileira, no Espaço Cultural Banespa-Paulista
2001 - São Paulo SP - 8º Salão na A Hebraica
Bid
R$ 17.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 17.000,00 (BRL)
Cotações
$ 3,230.00 (USD)
$ 3,060.00 (EUR)
$ 405.450,00 (ARS)
Cotações
$ 3,230.00 (USD)
$ 3,060.00 (EUR)
$ 405.450,00 (ARS)
425
Juarez Machado
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“Sem título”
Medidas: 77 x 115 cm. (114 x 140 cm. com moldura)
Técnica mista sobre papel
2016 - Assinado no canto inferior esquerdo


Sobre Juarez Machado

Nasceu em Joinville 1941.

Em seu imaginário, certamente tem como primeira de seus pais, D. Leonora, pintora de leques e João Machado, viajante, fotógrafo, colecionador de antiguidades, restaurador de relógios. Os tecidos coloridos, o relógio, a bicicleta e as mulheres em cores intensas são elementos fazem parte do imaginário na obra de Juarez.

Em 1958, trabalhou no Laboratório Catarinense desenhando rótulos, embalagens de remédios.

Na década de 1960 estudou na Escola de Belas Artes em Curitiba, onde trabalhou na TV Paraná produzindo cenários.

Em 1965, no Rio de Janeiro, trabalhou como chargista e cartunista nos principais jornais e revistas do país, desenhou para Oscar Niemeyer, fez cenários para peças teatrais e shows musicais, publicou livros infantis de imagens sem texto que receberam prêmios no Brasil e exterior e fez amigos como Ziraldo, Mielle, Millôr Fernandes, Sergio Rodrigues, Jaguar, Henfil, Zanini...

Por mais de vinte anos trabalhou nos núcleos de criação e humor, ao lado de Chico Anysio e Jô Soares, na Rede Globo. Foi responsável por vinhetas e aberturas de “Faça Humor não Faça Guerra” e “Balança, mas não cai”, “Balão Mágico”...

Fez parte da produção de videoclipes de Elis Regina, Roberto Carlos, Raul Seixas, entre outros.

Em 1967 Participou da 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal

Seu auge televisivo foi na década de 1970, quando inovou com um personagem mímico que interagia com seus próprios desenhos no “Fantástico”. Popularizou no país inteiro com essas performances, que invariavelmente terminavam com o mímico desenhando uma linha de trem, passarela ou trilha de pegadas, por onde ele caminhava até desaparecer e, foi nele que inspiramos a vinheta de abertura dos vídeos da Galeria Paiva Frade.

Na década de 1980, montou atelier na Rua das Abbesses em Montmartre, Paris, mas também mantém residência e atelier em Joinville e em Copacabana no Rio de Janeiro.

Em 1988 em Paris expôs na mostra Châteaux Bordeaux no Centro Georges Pompidou

A pintura de Juarez, foi fonte de inspiração ao premiado filme “Le fabuleux destin d’Amélie Poulain”, do diretor francês Jean-Pierre Jeunet.

Em 2014, inaugurou, em Joinville/SC, o Instituto Internacional Juarez Machado.

Em 2015, para comemorar um ano da existência do Instituto, realizou uma exposição em Curitiba onde reuniu 200 obras.
Pioneiro do desenho de humor na televisão brasileira, Juarez inovou ao deixar o caminho acadêmico dos Salões e partir para exibição de seu trabalho, através da TV para a grande massa. Hoje, é reconhecido como um dos mais importantes e influentes artistas brasileiros, com obras em museus, galerias, coleções particulares, e espaços públicos.

“Eu trabalho muito com o deboche, o humor é uma forma crítica que provoca e diverte...”.

Principais Exposições
1979 - Curitiba PR - Individual, no Museu Guido Viaro
1981 - Nova York (Estados Unidos) - Individual, na Zoma Gallery
1982 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino
1982 - Premontrés (França) - Individual, no Centro Cultural
1983 - Strasbourg (França) - Individual, na Galerie du Sagittaire
1987 - Paris (França) - Individual, na Galerie Debret
1990 - Lisboa (Portugal) - Individual, na Galeria Alfa-Mixta
1991 - Paris (França) - Individual, na Galerie L'Entrée des Artistes
1991 - Montevidéu (Uruguai) - Individual, na Galeria Latina
1991 - Roma (Itália) - Individual, na Galeria Cândido Portinari
1991 - Paris (França) - Individual, na Galeria Inter Art

Alguna Salões:
1961 - Curitiba PR - 13º Salão da Primavera - menção honrosa
1962 - Curitiba PR - 14º Salão da Primavera - medalha de bronze
1963 - Curitiba PR - 15º Salão da Primavera - medalha de prata
1963 - Curitiba PR - 20º Salão Paranaense de Belas Artes, na Biblioteca Pública do Paraná - menção honrosa
1963 - Porto Alegre RS - Salão Cidade de Porto Alegre - 1º prêmio
1964 - Curitiba PR - 16º Salão da Primavera - medalha de ouro
1964 - Curitiba PR - 21º Salão Paranaense de Belas Artes, na Biblioteca Pública do Paraná
1965 - Curitiba PR - 22º Salão Paranaense de Belas Artes, na Biblioteca Pública do Paraná - prêmio aquisição
1966 - Curitiba PR - 23º Salão Paranaense de Belas Artes, na Biblioteca Pública do Paraná
1967 - São Paulo SP - 9ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal
1978 - São Paulo SP - 1ª Mostra do Móvel e do Objeto Inusitado, no Paço das Artes
1982 - Penápolis SP - 5º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis
1986 - Curitiba PR – Tradição / Contradição, no Museu de Arte Contemporânea
1987 - Curitiba PR - Retrospectiva Quatro Artistas da Geração 60, no Museu de Arte Contemporânea
1988 - Paris (França) - Châteaux Bordeaux, no Centro Georges Pompidou
1990 - Joinville SC - Retrospectvia, no Museu de Arte Contemporânea de Joinville
1991 - Curitiba PR - Museu Municipal de Arte: acervo, no Museu Municipal de Arte
1996 - Porto Alegre RS - Arte na América Latina: 100 Anos de Produção, no Instituto Estadual de Artes Plásticas da UFRGS
1996 - São Paulo SP - Mostra do Acervo, na Sudameris Galeria
1997 - Curitiba PR - Guido Viaro, 100 Anos: Interpretação 97, na MAP
1998 - Curitiba PR - Arte Paranaense: movimento de renovação, no Conjunto Cultural da Caixa
1998 - São Paulo SP - Impressões: a arte da gravura brasileira, no Espaço Cultural Banespa-Paulista
2001 - São Paulo SP - 8º Salão na A Hebraica
1 bid
Bid
R$ 20.000,00 (BRL)
1 bid
Valor do lote
R$ 20.000,00 (BRL)
Cotações
$ 3,800.00 (USD)
$ 3,600.00 (EUR)
$ 477.000,00 (ARS)
Cotações
$ 3,800.00 (USD)
$ 3,600.00 (EUR)
$ 477.000,00 (ARS)
426

ALEXANDRE RAPOPORT (Rio de Janeiro/RJ, 1929) "Paisagem urbana". Estudo. Desenho a carvão sobre papel Medidas: 27,5 x 38 cm. / 38 x 48,5 cm. Assinado e datado no canto inferior esquerdo, 1948

Bid
R$ 1.210,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 1.210,00 (BRL)
Cotações
$ 229.90 (USD)
$ 217.80 (EUR)
$ 28.858,50 (ARS)
Cotações
$ 229.90 (USD)
$ 217.80 (EUR)
$ 28.858,50 (ARS)
427

ALEXANDRE RAPOPORT (Rio de Janeiro/RJ, 1929) "Figura e igreja". Estudo. Desenho a carvão sobre papel Medidas: 38 x 27,5 cm. / 48,5 x 38 cm. Assinado no canto inferior direito. No canto inferior esquerdo, assinatura e inscrição "I Ano Arquitetura Primeira Prova parcial".

Bid
R$ 1.210,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 1.210,00 (BRL)
Cotações
$ 229.90 (USD)
$ 217.80 (EUR)
$ 28.858,50 (ARS)
Cotações
$ 229.90 (USD)
$ 217.80 (EUR)
$ 28.858,50 (ARS)
428

ALEXANDRE RAPOPORT (Rio de Janeiro/RJ, 1929) "Paisagem com casario". Estudo. Desenho a carvão sobre papel Medidas: 38 x 27,5 cm. / 48,5 x 38 cm. Assinado no canto inferior esquerdo. Inscrição "I Ano Arquitetura".

Bid
R$ 1.210,00 (BRL)
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R$ 1.210,00 (BRL)
Cotações
$ 229.90 (USD)
$ 217.80 (EUR)
$ 28.858,50 (ARS)
Cotações
$ 229.90 (USD)
$ 217.80 (EUR)
$ 28.858,50 (ARS)
429
ENRICO BIANCO
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Med.: 50 x 70 cm.
Óleo sobre tela
ANUNCIAÇÃO
2012


Melhor amigo, compadre e principal auxiliar de Candido Portinari, trabalhou nas obras do Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal - UDF, nos murais do Ministério da Educação e Cultura - MEC, os painéis do Banco da Bahia, além do Painel Guerra e Paz no edifício da ONU, e etc...

Participou da I Bienal de São Paulo, em 1951.

Realizou exposições em diversos países como: México, Portugal, Itália, Estados Unidos, Israel e França.

Bianco pintou especialmente paisagens e cenas do campo, num trabalho que evoca a tradição do “saber fazer” dos grandes pintores, pelo esforço incessante e a elaboração técnica.

Em 1937 Vei para o Brasil, fixando-se no Rio de Janeiro,

No fim da década de 30, ligado desde então a Portinari, trabalha como assistente na execução dos murais para o antigo Ministério da Educação e Saúde, no Rio de Janeiro.

Auxiliou Portinari na pintura dos painéis "Guerra e Paz" para a sede da ONU, em New York.

Enrico Bianco participou do grupo de intelectuais composto por Mário de Andrade, Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Graciliano Ramos, Lúcio Costa, Oscar Niemeyer, Carlos Leão, Affonso Eduardo Reydi, Villa-Lobos e outros, que na década de 40 fizeram no Brasil o movimento renovador da arte contemporânea."
Bid
R$ 8.900,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 8.900,00 (BRL)
Cotações
$ 1,691.00 (USD)
$ 1,602.00 (EUR)
$ 212.265,00 (ARS)
Cotações
$ 1,691.00 (USD)
$ 1,602.00 (EUR)
$ 212.265,00 (ARS)
430
SYLVIO PINTO (Rio de Janeiro, 1918- 1997)
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Marinha, década de 1940.
O.S.CEDRO
ASSINADO NO C.I.E
Medidas: 33 x 41 cm


No Núcleo Bernardelli, no início década de 1930, pintou com José Pancetti, Armando Viana, Manuel Santiago, Bustamante Sá, Milton Dacosta, Ado Malagoli, Tadashi Kaminagai, Yoshiya Takaoka.

O Núcleo Bernardelli, foi criado para incentivar as inovações na Escola Nacional de Belas Artes e o movimento modernista na Capital da República.

Em 1943, obteve medalha de bronze do Salão Nacional de Belas Artes

Em 1948, obteve medalha de prata do Salão Nacional de Belas Artes

Em 1948, participou do 14º Salão Paulista de Belas Artes

Em 1949, participou do 15º Salão Paulista de Belas Artes

Em 1950, recebe medalha do ouro do Salão Baiano de Arte

Em 1951, participou do 16º Salão Paulista de Belas Artes

Em 1951, participou da 1ª Bienal Internacional de São Paulo

Em 1953, ganhou prêmio de viagem ao estrangeiro do Salão Nacional de Belas Artes, em Paris dividiu residência com Fernando P. e Inimá de Paula, estudando na Academia Julian.

Em 1955, obteve prêmio de viagem ao pais do Salão Nacional de Belas Artes

Em 1977 viajou aos Estados Unidos e realiza importante exposição internacional com suas obras.

Em 1981 montou um atelier em Ellenville, onde permaneceu por alguns anos.

Em 1985, Quirino Campofiorito, lança o livro "Sylvio Pinto - Vida e Obra em depoimentos".

Em 1985, integrou a mostra 100 Obras Itaú, no MASP - Museu de Arte de São Paulo.

Em 1988, recebeu a medalha Pedro Ernesto. A Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

Em 1989, foi agraciado com a medalha de Honra ao Mérito na Assembleia do Rio de Janeiro.

Em 1991, em Portugal recebeu a medalha de Honra ao Mérito da Cultura de Portugal.

Em 1993, foi agraciado com a medalha de Honra ao Mérito da Cultura de Brasília.

Em 1993, o Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, inaugurou uma retrospectiva de sua obra.
1 bid
Bid
R$ 1.800,00 (BRL)
1 bid
Valor do lote
R$ 1.800,00 (BRL)
Cotações
$ 342.00 (USD)
$ 324.00 (EUR)
$ 42.930,00 (ARS)
Cotações
$ 342.00 (USD)
$ 324.00 (EUR)
$ 42.930,00 (ARS)
431
SYLVIO PINTO (Rio de Janeiro, 1918- 1997)
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"Marinha com barcos e pescadores".
Óleo sobre tela
54 x 65 cm/ 75,5 X 86 cm.
assinado no canto inferior direito


No Núcleo Bernardelli, no início década de 1930, pintou com José Pancetti, Armando Viana, Manuel Santiago, Bustamante Sá, Milton Dacosta, Ado Malagoli, Tadashi Kaminagai, Yoshiya Takaoka.

O Núcleo Bernardelli, foi criado para incentivar as inovações na Escola Nacional de Belas Artes e o movimento modernista na Capital da República.

Em 1943, obteve medalha de bronze do Salão Nacional de Belas Artes

Em 1948, obteve medalha de prata do Salão Nacional de Belas Artes

Em 1948, participou do 14º Salão Paulista de Belas Artes

Em 1949, participou do 15º Salão Paulista de Belas Artes

Em 1950, recebe medalha do ouro do Salão Baiano de Arte

Em 1951, participou do 16º Salão Paulista de Belas Artes

Em 1951, participou da 1ª Bienal Internacional de São Paulo

Em 1953, ganhou prêmio de viagem ao estrangeiro do Salão Nacional de Belas Artes, em Paris dividiu residência com Fernando P. e Inimá de Paula, estudando na Academia Julian.

Em 1955, obteve prêmio de viagem ao pais do Salão Nacional de Belas Artes

Em 1977 viajou aos Estados Unidos e realiza importante exposição internacional com suas obras.

Em 1981 montou um atelier em Ellenville, onde permaneceu por alguns anos.

Em 1985, Quirino Campofiorito, lança o livro "Sylvio Pinto - Vida e Obra em depoimentos".

Em 1985, integrou a mostra 100 Obras Itaú, no MASP - Museu de Arte de São Paulo.

Em 1988, recebeu a medalha Pedro Ernesto. A Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

Em 1989, foi agraciado com a medalha de Honra ao Mérito na Assembleia do Rio de Janeiro.

Em 1991, em Portugal recebeu a medalha de Honra ao Mérito da Cultura de Portugal.

Em 1993, foi agraciado com a medalha de Honra ao Mérito da Cultura de Brasília.

Em 1993, o Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, inaugurou uma retrospectiva de sua obra.
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R$ 2.100,00 (BRL)
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R$ 2.100,00 (BRL)
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$ 399.00 (USD)
$ 378.00 (EUR)
$ 50.085,00 (ARS)
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432

REYNALDO FONSECA (Recife, PE, 1925- 2019) "A menininha", 1977. Técnica mista: Crayon e nanquim Medidas: 50 x 35 cm. Com moldura: 77 x 61 cm. Reynaldo de Aquino Fonseca foi aluno de Lula Cardoso Ayres e cursou de magistério e desenho foi dos fundadores da Sociedade de Arte Moderna do Recife - SAMR, associação que propõe a ruptura com o sistema acadêmico de ensino. Em 1944, no Rio de Janeiro, e estudou seis meses com Candido Portinari. Estuda gravura com Henrique Oswald no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro Em 1948 realizou viagem à Europa, onde estudou. Em meados de 1952, tornou-se professor catedrático de desenho artístico na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Pernambuco - UFPE. Freqüentou o Ateliê Coletivo, fundado por Abelardo da Hora, e realizou cursos de desenho. Pintou mural para o Banco do Brasil, no Recife, em 1964. De volta ao Rio de Janeiro em 1969, e retorna ao Recife no início da década de 1980. Ilustrou livros de João Cabral de Melo Neto (1920 - 1999), CCBB promoveu mostra retrospectiva de sua produção no Rio de Janeiro e em São Paulo.

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R$ 9.800,00 (BRL)
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R$ 9.800,00 (BRL)
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$ 1,862.00 (USD)
$ 1,764.00 (EUR)
$ 233.730,00 (ARS)
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$ 233.730,00 (ARS)
432a

CHRISTINA OITICICA e PAULO COELHO- “Caminhos Revividos”. O livro tem a Caixa de cetim Bucol e, é composto por 40 Serigrafias no formato 50 x 70 cm., com ilustrações de Christina Oiticica e textos manuscritos de Paulo Coelho. Tiragem de 200 exemplares. Cada gravura é assinada por Christina Oiticica A página final do livro é assinada por Paulo Coelho. Medidas com estojo: 53 x 38 x 7 cm. Seu Lançamento foi em 17 de agosto de 2005 nas lojas Louis Vuitton.

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R$ 1.500,00 (BRL)
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R$ 1.500,00 (BRL)
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$ 285.00 (USD)
$ 270.00 (EUR)
$ 35.775,00 (ARS)
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433
ENRICO BIANCO
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O.S.E.
MEDIDAS: 31,5 X 80 CM. / 51,5 X 99,5 CM.
PÁSSAROS, DÉCADA DE 1960


ACERVO PESSOAL DO ARTISTA

Melhor amigo, compadre e principal auxiliar de Cândido Portinari, trabalhou nas obras do Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal - UDF, nos murais do Ministério da Educação e Cultura - MEC, os painéis do Banco da Bahia, além do Painel Guerra e Paz no edifício da ONU, e etc...

Participou da I Bienal de São Paulo, em 1951.

Realizou exposições em diversos países como: México, Portugal, Itália, Estados Unidos, Israel e França.

Bianco pintou especialmente paisagens e cenas do campo, num trabalho que evoca a tradição do “saber fazer” dos grandes pintores, pelo esforço incessante e a elaboração técnica.

Em 1937 Vei para o Brasil, fixando-se no Rio de Janeiro,

No fim da década de 30, ligado desde então a Portinari, trabalha como assistente na execução dos murais para o antigo Ministério da Educação e Saúde, no Rio de Janeiro.

Auxiliou Portinari na pintura dos painéis "Guerra"e "Paz" para a sede da ONU, em New York.

Enrico Bianco participou do grupo de intelectuais composto por Mário de Andrade, Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Graciliano Ramos, Lúcio Costa, Oscar Niemeyer, Carlos Leão, Affonso Eduardo Reydi, Villa-Lobos e outros, que na década de 40 fizeram no Brasil o movimento renovador da arte contemporânea."
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R$ 2.500,00 (BRL)
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$ 450.00 (EUR)
$ 59.625,00 (ARS)
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434
ENRICO BIANCO
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https://www.youtube.com/watch?v=HvwK2aMDcMA&t=359s
MEDIDAS: 33,5 X 53,5 CM.
GUACHE SOBRE CARTÃO
CIRCO


Melhor amigo, compadre e principal auxiliar de Cândido Portinari, trabalhou nas obras do Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal - UDF, nos murais do Ministério da Educação e Cultura - MEC, os painéis do Banco da Bahia, além do Painel Guerra e Paz no edifício da ONU, e etc...

Participou da I Bienal de São Paulo, em 1951.

Realizou exposições em diversos países como: México, Portugal, Itália, Estados Unidos, Israel e França.

Bianco pintou especialmente paisagens e cenas do campo, num trabalho que evoca a tradição do “saber fazer” dos grandes pintores, pelo esforço incessante e a elaboração técnica.

Em 1937 Vei para o Brasil, fixando-se no Rio de Janeiro,

No fim da década de 30, ligado desde então a Portinari, trabalha como assistente na execução dos murais para o antigo Ministério da Educação e Saúde, no Rio de Janeiro.

Auxiliou Portinari na pintura dos painéis "Guerra"e "Paz" para a sede da ONU, em New York.

Enrico Bianco participou do grupo de intelectuais composto por Mário de Andrade, Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Graciliano Ramos, Lúcio Costa, Oscar Niemeyer, Carlos Leão, Affonso Eduardo Reydi, Villa-Lobos e outros, que na década de 40 fizeram no Brasil o movimento renovador da arte contemporânea."
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$ 1,178.00 (USD)
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435
ENRICO BIANCO
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MEDIDAS: 19,5 X 42,5 CM. / 43,5 X 71,5 CM.
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BUMBA MEU BOI


Melhor amigo, compadre e principal auxiliar de Candido Portinari, trabalhou nas obras do Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal - UDF, nos murais do Ministério da Educação e Cultura - MEC, os painéis do Banco da Bahia, além do Painel Guerra e Paz no edifício da ONU, e etc...

Participou da I Bienal de São Paulo, em 1951.

Realizou exposições em diversos países como: México, Portugal, Itália, Estados Unidos, Israel e França.

Bianco pintou especialmente paisagens e cenas do campo, num trabalho que evoca a tradição do “saber fazer” dos grandes pintores, pelo esforço incessante e a elaboração técnica.

Em 1937 Vei para o Brasil, fixando-se no Rio de Janeiro,

No fim da década de 30, ligado desde então a Portinari, trabalha como assistente na execução dos murais para o antigo Ministério da Educação e Saúde, no Rio de Janeiro.

Auxiliou Portinari na pintura dos painéis "Guerra"e "Paz" para a sede da ONU, em New York.

Enrico Bianco participou do grupo de intelectuais composto por Mário de Andrade, Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Graciliano Ramos, Lúcio Costa, Oscar Niemeyer, Carlos Leão, Affonso Eduardo Reydi, Villa-Lobos e outros, que na década de 40 fizeram no Brasil o movimento renovador da arte contemporânea."
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