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Galeria Paiva Frade
Auctioneer: Alexandre Paiva Frade
BELLE ÉPOQUE
04 de July às 20:00h
05 de July às 20:00h
06 de July às 20:00h
Description
IMPORTANTE: Esse leilão será apregoado A VISTA. MODALIDADES: DEPÓSITO BANCÁRIO. Entre em contato: (35) 3332 4150. No caso de arrematação os valores deverão ser quitados, em até 72 horas, após recebimento do E-MAIL DE COBRANÇA. O não cumprimento do prazo previsto, Leiloeiro dará por desfeita a venda e, por via de EXECUÇÃO JUDICIAL, cobrará sua comissão e a dos organizadores. DÚVIDAS POR FAVOR CONTATE: (35) 3332- 4150.
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200
Bid
R$ 1.000.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 1.000.000,00 (BRL)
Cotações
$ 190,000.00 (USD)
$ 180,000.00 (EUR)
$ 23.850.000,00 (ARS)
Cotações
$ 190,000.00 (USD)
$ 180,000.00 (EUR)
$ 23.850.000,00 (ARS)
200a
PICASSO - CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
"Sculpteur, modèle et buste sculptè"
26,7 x 19,4 cm
Agua-forte
1933
Assinado "Picasso" à lápis no canto inferior direito. Exemplar de pequena tiragem de
250.
Provenance:
Christie's - New York

Reproduzido nos livros:
"Picasso - Tome / - Cataloguede l'ouvre Gravé et litographié 1904 - 1967" G. Bloch,
pg. 58, fig. 148.
B. Baer, "Picasso Peintre-Graveur", Tome Il - B. Baern, Editions Kornfeld 1986, pg.
114, fig. 300.
"Picasso's Suite Vollard", CAPA, Thames and Hudson, 1985.
"Impressionist & Modern Art - Works on paper", Christie's. 6-Nov-14
Sale 2889 Lot 227
Bid
R$ 40.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 40.000,00 (BRL)
Cotações
$ 7,600.00 (USD)
$ 7,200.00 (EUR)
$ 954.000,00 (ARS)
Cotações
$ 7,600.00 (USD)
$ 7,200.00 (EUR)
$ 954.000,00 (ARS)
201
PORTINARI
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"Transporte de algodão"
Desenho a carvão sobre papel kraft
Med. 95 x 62 cm
Grande fragmento do desenho para transporte algodão.
Reproduzido no livro Portinari - A Construção de uma Obra, Ed Dom Quixote, pg 74

Candido Portinari nasceu em Brodowski, no estado de São Paulo em 30 de dezembro de 1903 dois dias antes de 1904, o não da eclosão da Revolta da Vacina, contra a vacinação obrigatória, na cidade do Rio de Janeiro.
Semelhante a Picasso, começa a pintar aos 9 anos e, torna-se um dos maiores pintores da história tendo a O.N.U. abdicado de uma Tapeçaria da Guernica pelos painéis Guerra e Paz de Portinari.
Em 1920 com quinze anos, matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes e em 1928 com apenas 24 anos conquistou o Prêmio de Viagem à Europa.
Em 1922 recebe Menção Honrosa por um retrato, provavelmente de seu amigo Ezequiel Fonseca Filho.
Em 1927 com Retrato do Dr. Antônio Ferreira dos Santos recebe a Grande Medalha de Prata da XXXIV Exposição Geral de Belas Artes da Escola Nacional de Belas Artes.
Possibilitando, em 1928, na XXXV Exposição Geral de Belas Artes ganhar o Prêmio de Viagem à Europa, com mais um retrato o de Olegario Mariano
Em Paris, mora momentaneamente, em Montparnasse, reduto de artistas, porém, muda-se para o Hôtel du Dragon na mesma rua da Académie Julien, que frequenta e, no ano de 1930, percebe sua vocação: “Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…”
Antonio Callado escreve no magnifico livro de Portinari: “...arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra...”
Retorna em 1931 e, põe-se a retratar com cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor do povo, da cultura, da flora, da fauna e da história. Pintando em 1934 “Despojados” - a obra de temática social. Neste ano, a primeira instituição pública adquire obra, “Mestiço”, pela Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Em 1935, no Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal (UDF), Rio de Janeiro. Conquista com a tela “Café” no Instituto Carnegie, em Pittsburgh Menção Honrosa e realiza quatro famosos grandes painéis para o Monumento Rodoviário, na rodovia Washington Luís.
Em 1938, realiza centenas de estudos a carvão, crayon, têmpera, guache e aquarela para a execução dos 12 murais em afresco para a sede do Ministério da Educação, hoje Palácio Gustavo Capanema.
Em 1939, para o Pavilhão Brasileiro da Feira Mundial de Nova York, sob encomenda de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, pinta os painéis: Cena Gaúcha, Noite de São João e Jangadas do Nordeste. O Museu Nacional de Belas Artes realiza a sua maior exposição com 269 obras e catálogo com prefácio do modernista Mário de Andrade.
Em 1940, Exposição Portinari of Brazil é realizada no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) com 180 obras. Participa ainda da Latin American Exhibition of Fine Arts no Museu Riverside de Nova York, com 35 obras.
Em 1941, Universidade de Chicago edita o álbum Portinari, his Life and Art (Portinari, Vida e Arte). Inaugurada exposição na Galeria de Arte da Universidade de Howard, em Washington. Garimperos ,1941
Candido Portinari, ao lado de Niemeyer, Santa Rosa, Carlos Leão, Bianco, Burle-Marx, Santa Rosa, Quirino Campos Fiorito, Oswald de Andrade Filho, Bruno Giorgio, Mario Zarinini, participam da elite intelectual brasileira numa época de notável renovação na cultura do Brasil, refletida pelo caráter social da obra de Portinari.
Em 1942, são inaugurados os murais na Fundação Hispânica da Biblioteca do Congresso, em Washington.
Em 1943, é inaugurada uma exposição individual de Portinari no Museu Nacional de Belas Artes, com 168 trabalhos.
Em 1944, participa da exposição comemorativa dos 15 anos de fundação do MoMA – Art in Progress
É concluído o conjunto arquitetônico da Pampulha em Belo Horizonte, e a Igreja de São Francisco de Assis, decorada por Candido Portinari sob encomenda do então prefeito Juscelino Kubitschek a Oscar Niemeyer.
Em 1946, o governo francês condecora Portinari com a Legião de Honra. E na Galeria Charpentier, em Paris e inaugura uma individual de Portinari com 84 trabalhos.
Em 1947, é inaugurada sua primeira exposição individual na Argentina, no Salón Peuser, em Buenos Aires, com 91 obras.
Em 1948, Portinari, de volta ao Brasil, faz uma retrospectiva no MASP, em São Paulo.
Em 1949 a Embaixada Americana nega-lhe o visto de entrada. Portinari inicia o painel Tiradentes para o Colégio de Cataguases, em Minas Gerais, e em 1950 Recebe a Medalha de Ouro da Paz, com a obra Tiradentes, no II Congresso Mundial dos Partidários da Paz, em Varsóvia.
Em 1951, Portinari participa da I Bienal de São Paulo.
Em 1952, o Secretário Geral das Nações Unidas anuncia oferta, feita pelo governo brasileiro, de dois painéis (Guerra e Paz), que serão executados por Portinari, e que decorarão um dos salões da nova sede da ONU. Do mesmo ano "Nobre e Religioso"
Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País, com diversos convites de instituições para exposições e encomendas de obras, além de inúmeras honrarias por todo mundo, como para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz.
Em 1953, após dez anos sem expor individualmente no Rio de Janeiro, expõe 100 obras no MAM, Museu de Arte Moderna.
Em 1954, realiza individual no Museu de Arte de São Paulo – MASP com mais de 100 obras, entre elas, duas maquetes para os painéis Guerra e Paz.
Em 1955, participa da III Bienal de São Paulo com sala especial, hors concours, e apresenta 12 estudos para o painel Guerra, todos eles de grandes dimensões.
Ainda em 1955, é Agraciado em Nova York, como o melhor pintor do ano com a Medalha de Ouro concedida pelo International Fine Arts Council – IFAC.
Em 1956, entrega os painéis, de 14m x 10m cada um, Guerra e Paz, que foram realizados com a ajuda de Enrico Bianco e Rosalina Leão para a O.N.U. Antes de seguirem Presidente da República, Juscelino Kubitschek, inaugura a exposição dos painéis no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Na avaliação do artista Enrico Bianco: “Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.”
Em 1957, é inaugurada exposição individual de Portinari na Maison de la Pensée Française, em Paris, depois em Munique e em Colônia, na Alemanha.
Em 1957 São doados oficialmente os painéis Guerra e Paz. Portinari.
Em 1958, inaugura uma individual, na Galleria del Libraio, em Bolonha na Itália, terra de seus pais.
Em 1959, A V Bienal de São Paulo realiza retrospectiva da obra de Portinari com 127 obras e, participa da exposição itinerante Artistas Brasileiros na Europa, organizada pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Em 1960, Nasce Denise, neta de Candido Portinari. É publicado na Itália o livro Brasil, Dipinti di Portinari.
Em 1961, realiza sua última exposição individual em vida, na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro e, faz três painéis em azulejos: Frevo e Peixes, para o Pampulha Iate Clube, projeto de Oscar Niemeyer, e Pombas, para um edifício em Paris.
Em 1962, Portinari intoxicado pelos metais pesados contidos nas tintas. Estavam em seu velório, o ex-Presidente da República Juscelino Kubitschek, Hermes Lima, representando o Presidente João Goulart, Luis Carlos Prestes e Carlos Marighela, Carlos Lacerda. É decretado luto oficial de três dias no Estado da Guanabara.
Bid
R$ 25.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 25.000,00 (BRL)
Cotações
$ 4,750.00 (USD)
$ 4,500.00 (EUR)
$ 596.250,00 (ARS)
Cotações
$ 4,750.00 (USD)
$ 4,500.00 (EUR)
$ 596.250,00 (ARS)
202
PORTINARI
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Estudo para pintura "Cena Gaúcha".
Med. 85 x 149 cm
Desenho a carvão/papel kraft


Candido Portinari nasceu em Brodowski, no estado de São Paulo em 30 de dezembro de 1903 dois dias antes de 1904, o não da eclosão da Revolta da Vacina, contra a vacinação obrigatória, na cidade do Rio de Janeiro.
Semelhante a Picasso, começa a pintar aos 9 anos e, torna-se um dos maiores pintores da história tendo a O.N.U. abdicado de uma Tapeçaria da Guernica pelos painéis Guerra e Paz de Portinari.
Em 1920 com quinze anos, matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes e em 1928 com apenas 24 anos conquistou o Prêmio de Viagem à Europa.
Em 1922 recebe Menção Honrosa por um retrato, provavelmente de seu amigo Ezequiel Fonseca Filho.
Em 1927 com Retrato do Dr. Antônio Ferreira dos Santos recebe a Grande Medalha de Prata da XXXIV Exposição Geral de Belas Artes da Escola Nacional de Belas Artes.
Possibilitando, em 1928, na XXXV Exposição Geral de Belas Artes ganhar o Prêmio de Viagem à Europa, com mais um retrato o de Olegario Mariano
Em Paris, mora momentaneamente, em Montparnasse, reduto de artistas, porém, muda-se para o Hôtel du Dragon na mesma rua da Académie Julien, que frequenta e, no ano de 1930, percebe sua vocação: “Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…”
Antonio Callado escreve no magnifico livro de Portinari: “...arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra...”
Retorna em 1931 e, põe-se a retratar com cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor do povo, da cultura, da flora, da fauna e da história. Pintando em 1934 “Despojados” - a obra de temática social. Neste ano, a primeira instituição pública adquire obra, “Mestiço”, pela Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Em 1935, no Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal (UDF), Rio de Janeiro. Conquista com a tela “Café” no Instituto Carnegie, em Pittsburgh Menção Honrosa e realiza quatro famosos grandes painéis para o Monumento Rodoviário, na rodovia Washington Luís.
Em 1938, realiza centenas de estudos a carvão, crayon, têmpera, guache e aquarela para a execução dos 12 murais em afresco para a sede do Ministério da Educação, hoje Palácio Gustavo Capanema.
Em 1939, para o Pavilhão Brasileiro da Feira Mundial de Nova York, sob encomenda de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, pinta os painéis: Cena Gaúcha, Noite de São João e Jangadas do Nordeste. O Museu Nacional de Belas Artes realiza a sua maior exposição com 269 obras e catálogo com prefácio do modernista Mário de Andrade.
Em 1940, Exposição Portinari of Brazil é realizada no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) com 180 obras. Participa ainda da Latin American Exhibition of Fine Arts no Museu Riverside de Nova York, com 35 obras.
Em 1941, Universidade de Chicago edita o álbum Portinari, his Life and Art (Portinari, Vida e Arte). Inaugurada exposição na Galeria de Arte da Universidade de Howard, em Washington. Garimperos ,1941
Candido Portinari, ao lado de Niemeyer, Santa Rosa, Carlos Leão, Bianco, Burle-Marx, Santa Rosa, Quirino Campos Fiorito, Oswald de Andrade Filho, Bruno Giorgio, Mario Zarinini, participam da elite intelectual brasileira numa época de notável renovação na cultura do Brasil, refletida pelo caráter social da obra de Portinari.
Em 1942, são inaugurados os murais na Fundação Hispânica da Biblioteca do Congresso, em Washington.
Em 1943, é inaugurada uma exposição individual de Portinari no Museu Nacional de Belas Artes, com 168 trabalhos.
Em 1944, participa da exposição comemorativa dos 15 anos de fundação do MoMA – Art in Progress
É concluído o conjunto arquitetônico da Pampulha em Belo Horizonte, e a Igreja de São Francisco de Assis, decorada por Candido Portinari sob encomenda do então prefeito Juscelino Kubitschek a Oscar Niemeyer.
Em 1946, o governo francês condecora Portinari com a Legião de Honra. E na Galeria Charpentier, em Paris e inaugura uma individual de Portinari com 84 trabalhos.
Em 1947, é inaugurada sua primeira exposição individual na Argentina, no Salón Peuser, em Buenos Aires, com 91 obras.
Em 1948, Portinari, de volta ao Brasil, faz uma retrospectiva no MASP, em São Paulo.
Em 1949 a Embaixada Americana nega-lhe o visto de entrada. Portinari inicia o painel Tiradentes para o Colégio de Cataguases, em Minas Gerais, e em 1950 Recebe a Medalha de Ouro da Paz, com a obra Tiradentes, no II Congresso Mundial dos Partidários da Paz, em Varsóvia.
Em 1951, Portinari participa da I Bienal de São Paulo.
Em 1952, o Secretário Geral das Nações Unidas anuncia oferta, feita pelo governo brasileiro, de dois painéis (Guerra e Paz), que serão executados por Portinari, e que decorarão um dos salões da nova sede da ONU. Do mesmo ano "Nobre e Religioso"
Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País, com diversos convites de instituições para exposições e encomendas de obras, além de inúmeras honrarias por todo mundo, como para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz.
Em 1953, após dez anos sem expor individualmente no Rio de Janeiro, expõe 100 obras no MAM, Museu de Arte Moderna.
Em 1954, realiza individual no Museu de Arte de São Paulo – MASP com mais de 100 obras, entre elas, duas maquetes para os painéis Guerra e Paz.
Em 1955, participa da III Bienal de São Paulo com sala especial, hors concours, e apresenta 12 estudos para o painel Guerra, todos eles de grandes dimensões.
Ainda em 1955, é Agraciado em Nova York, como o melhor pintor do ano com a Medalha de Ouro concedida pelo International Fine Arts Council – IFAC.
Em 1956, entrega os painéis, de 14m x 10m cada um, Guerra e Paz, que foram realizados com a ajuda de Enrico Bianco e Rosalina Leão para a O.N.U. Antes de seguirem Presidente da República, Juscelino Kubitschek, inaugura a exposição dos painéis no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Na avaliação do artista Enrico Bianco: “Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.”
Em 1957, é inaugurada exposição individual de Portinari na Maison de la Pensée Française, em Paris, depois em Munique e em Colônia, na Alemanha.
Em 1957 São doados oficialmente os painéis Guerra e Paz. Portinari.
Em 1958, inaugura uma individual, na Galleria del Libraio, em Bolonha na Itália, terra de seus pais.
Em 1959, A V Bienal de São Paulo realiza retrospectiva da obra de Portinari com 127 obras e, participa da exposição itinerante Artistas Brasileiros na Europa, organizada pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Em 1960, Nasce Denise, neta de Candido Portinari. É publicado na Itália o livro Brasil, Dipinti di Portinari.
Em 1961, realiza sua última exposição individual em vida, na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro e, faz três painéis em azulejos: Frevo e Peixes, para o Pampulha Iate Clube, projeto de Oscar Niemeyer, e Pombas, para um edifício em Paris.
Em 1962, Portinari intoxicado pelos metais pesados contidos nas tintas. Estavam em seu velório, o ex-Presidente da República Juscelino Kubitschek, Hermes Lima, representando o Presidente João Goulart, Luis Carlos Prestes e Carlos Marighela, Carlos Lacerda. É decretado luto oficial de três dias no Estado da Guanabara.
Bid
R$ 30.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 30.000,00 (BRL)
Cotações
$ 5,700.00 (USD)
$ 5,400.00 (EUR)
$ 715.500,00 (ARS)
Cotações
$ 5,700.00 (USD)
$ 5,400.00 (EUR)
$ 715.500,00 (ARS)
203
PORTINARI
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Pernas - Enorme estudo para a pintura mural Café.
Reproduzido no livro Portinari - A Construção de uma Obra, Ed Dom Quixote. pg. 75
54,5 x 135
Desenho a carvão sobre papel kraft

Candido Portinari nasceu em Brodowski, no estado de São Paulo em 30 de dezembro de 1903 dois dias antes de 1904, o não da eclosão da Revolta da Vacina, contra a vacinação obrigatória, na cidade do Rio de Janeiro.
Semelhante a Picasso, começa a pintar aos 9 anos e, torna-se um dos maiores pintores da história tendo a O.N.U. abdicado de uma Tapeçaria da Guernica pelos painéis Guerra e Paz de Portinari.
Em 1920 com quinze anos, matricula-se na Escola Nacional de Belas-Artes e em 1928 com apenas 24 anos conquistou o Prêmio de Viagem à Europa.
Em 1922 recebe Menção Honrosa por um retrato, provavelmente de seu amigo Ezequiel Fonseca Filho.
Em 1927 com Retrato do Dr. Antônio Ferreira dos Santos recebe a Grande Medalha de Prata da XXXIV Exposição Geral de Belas Artes da Escola Nacional de Belas Artes.
Possibilitando, em 1928, na XXXV Exposição Geral de Belas Artes ganhar o Prêmio de Viagem à Europa, com mais um retrato o de Olegario Mariano
Em Paris, mora momentaneamente, em Montparnasse, reduto de artistas, porém, muda-se para o Hôtel du Dragon na mesma rua da Académie Julien, que frequenta e, no ano de 1930, percebe sua vocação: “Vou pintar aquela gente com aquela roupa e com aquela cor…”
Antonio Callado escreve no magnifico livro de Portinari: “...arte que ensina os brasileiros a amarem mais sua terra...”
Retorna em 1931 e, põe-se a retratar com cores fortes a pobreza, as dificuldades, a dor do povo, da cultura, da flora, da fauna e da história. Pintando em 1934 “Despojados” - a obra de temática social. Neste ano, a primeira instituição pública adquire obra, “Mestiço”, pela Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Em 1935, no Instituto de Artes da Universidade do Distrito Federal (UDF), Rio de Janeiro. Conquista com a tela “Café” no Instituto Carnegie, em Pittsburgh Menção Honrosa e realiza quatro famosos grandes painéis para o Monumento Rodoviário, na rodovia Washington Luís.
Em 1938, realiza centenas de estudos a carvão, crayon, têmpera, guache e aquarela para a execução dos 12 murais em afresco para a sede do Ministério da Educação, hoje Palácio Gustavo Capanema.
Em 1939, para o Pavilhão Brasileiro da Feira Mundial de Nova York, sob encomenda de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, pinta os painéis: Cena Gaúcha, Noite de São João e Jangadas do Nordeste. O Museu Nacional de Belas Artes realiza a sua maior exposição com 269 obras e catálogo com prefácio do modernista Mário de Andrade.
Em 1940, Exposição Portinari of Brazil é realizada no Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) com 180 obras. Participa ainda da Latin American Exhibition of Fine Arts no Museu Riverside de Nova York, com 35 obras.
Em 1941, Universidade de Chicago edita o álbum Portinari, his Life and Art (Portinari, Vida e Arte). Inaugurada exposição na Galeria de Arte da Universidade de Howard, em Washington. Garimperos ,1941
Candido Portinari, ao lado de Niemeyer, Santa Rosa, Carlos Leão, Bianco, Burle-Marx, Santa Rosa, Quirino Campos Fiorito, Oswald de Andrade Filho, Bruno Giorgio, Mario Zarinini, participam da elite intelectual brasileira numa época de notável renovação na cultura do Brasil, refletida pelo caráter social da obra de Portinari.
Em 1942, são inaugurados os murais na Fundação Hispânica da Biblioteca do Congresso, em Washington.
Em 1943, é inaugurada uma exposição individual de Portinari no Museu Nacional de Belas Artes, com 168 trabalhos.
Em 1944, participa da exposição comemorativa dos 15 anos de fundação do MoMA – Art in Progress
É concluído o conjunto arquitetônico da Pampulha em Belo Horizonte, e a Igreja de São Francisco de Assis, decorada por Candido Portinari sob encomenda do então prefeito Juscelino Kubitschek a Oscar Niemeyer.
Em 1946, o governo francês condecora Portinari com a Legião de Honra. E na Galeria Charpentier, em Paris e inaugura uma individual de Portinari com 84 trabalhos.
Em 1947, é inaugurada sua primeira exposição individual na Argentina, no Salón Peuser, em Buenos Aires, com 91 obras.
Em 1948, Portinari, de volta ao Brasil, faz uma retrospectiva no MASP, em São Paulo.
Em 1949 a Embaixada Americana nega-lhe o visto de entrada. Portinari inicia o painel Tiradentes para o Colégio de Cataguases, em Minas Gerais, e em 1950 Recebe a Medalha de Ouro da Paz, com a obra Tiradentes, no II Congresso Mundial dos Partidários da Paz, em Varsóvia.
Em 1951, Portinari participa da I Bienal de São Paulo.
Em 1952, o Secretário Geral das Nações Unidas anuncia oferta, feita pelo governo brasileiro, de dois painéis (Guerra e Paz), que serão executados por Portinari, e que decorarão um dos salões da nova sede da ONU. Do mesmo ano "Nobre e Religioso"
Portinari alcança reconhecimento dentro e fora do seu País, com diversos convites de instituições para exposições e encomendas de obras, além de inúmeras honrarias por todo mundo, como para a sede da Organização das Nações Unidas, os painéis Guerra e Paz.
Em 1953, após dez anos sem expor individualmente no Rio de Janeiro, expõe 100 obras no MAM, Museu de Arte Moderna.
Em 1954, realiza individual no Museu de Arte de São Paulo – MASP com mais de 100 obras, entre elas, duas maquetes para os painéis Guerra e Paz.
Em 1955, participa da III Bienal de São Paulo com sala especial, hors concours, e apresenta 12 estudos para o painel Guerra, todos eles de grandes dimensões.
Ainda em 1955, é Agraciado em Nova York, como o melhor pintor do ano com a Medalha de Ouro concedida pelo International Fine Arts Council – IFAC.
Em 1956, entrega os painéis, de 14m x 10m cada um, Guerra e Paz, que foram realizados com a ajuda de Enrico Bianco e Rosalina Leão para a O.N.U. Antes de seguirem Presidente da República, Juscelino Kubitschek, inaugura a exposição dos painéis no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Na avaliação do artista Enrico Bianco: “Guerra e Paz são as duas grandes páginas da emocionante comunicação que o filósofo / pintor entrega à humanidade.”
Em 1957, é inaugurada exposição individual de Portinari na Maison de la Pensée Française, em Paris, depois em Munique e em Colônia, na Alemanha.
Em 1957 São doados oficialmente os painéis Guerra e Paz. Portinari.
Em 1958, inaugura uma individual, na Galleria del Libraio, em Bolonha na Itália, terra de seus pais.
Em 1959, A V Bienal de São Paulo realiza retrospectiva da obra de Portinari com 127 obras e, participa da exposição itinerante Artistas Brasileiros na Europa, organizada pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Em 1960, Nasce Denise, neta de Candido Portinari. É publicado na Itália o livro Brasil, Dipinti di Portinari.
Em 1961, realiza sua última exposição individual em vida, na Galeria Bonino, no Rio de Janeiro e, faz três painéis em azulejos: Frevo e Peixes, para o Pampulha Iate Clube, projeto de Oscar Niemeyer, e Pombas, para um edifício em Paris.
Em 1962, Portinari intoxicado pelos metais pesados contidos nas tintas. Estavam em seu velório, o ex-Presidente da República Juscelino Kubitschek, Hermes Lima, representando o Presidente João Goulart, Luis Carlos Prestes e Carlos Marighela, Carlos Lacerda. É decretado luto oficial de três dias no Estado da Guanabara.
Bid
R$ 30.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 30.000,00 (BRL)
Cotações
$ 5,700.00 (USD)
$ 5,400.00 (EUR)
$ 715.500,00 (ARS)
Cotações
$ 5,700.00 (USD)
$ 5,400.00 (EUR)
$ 715.500,00 (ARS)
204
PORTINARI
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Estudo do Desenho a grafite para o Painel "A Primeira Missa no Brasil" que hoje está na coleção do Museu Nacional de Belas Artes
Med. 27 x 49 cm
Projeto Portinari FCO 404

Em 1948, Portinari desenhou quando estava em Montevidéu, no Uruguai. A obra foi uma encomenda do Barão de Saavedra para o Banco Boa Vista, um dos projetos mais importantes de Niemeyer, o Edifício Pio X, no Centro do Rio de Janeiro.

O painel, concluído foi apresentado no Teatro Solis, no Uruguai, antes de ser transferido para o hall do edifício do Banco Boa Vista onde ficou 60 anos e, somente saiu uma vez para a primeira Bienal de São Paulo em 1951, até ser adquirido nos anos 2000 para o Museu Nacional de Belas Artes.

A ligação de Cândido Portinari com o MNBA é histórica. Em 1939, o Museu fez a maior exposição do pintor, com 269 obras, feito marcante para a época. Posteriormente em 1942, outra exposição individual de 168 obras.

Reproduzido nos livros:
Catálogo Raisonné do artista, Vol. III, pg. 218;
Antonio Callado, "Retrato de Portinari", 2003;
"Portinari - A Construção de uma Obra", Dom Quixote, pg. 122/123.

Composição em preto e branco. Linhas de contorno e sombreados. Representação da Primeira Missa no Brasil. Em primeiro plano da esquerda para a direita, soldado de pé, quase de costas, olhando em direção ao altar que se encontra no centro da composição; grupo de padres, quase de costas, ajoelhados; baú aberto; grupo de homens ajoelhados, voltados para o centro. No segundo plano, ao centro, padre de frente para um altar, com os braços elevados e sacristão ajoelhado atrás. No fundo, sugestão de árvores, morros, mar e outros grupos de figuras.
CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO SOBRE A CARREIRA DE PORTINARI
Bid
R$ 40.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 40.000,00 (BRL)
Cotações
$ 7,600.00 (USD)
$ 7,200.00 (EUR)
$ 954.000,00 (ARS)
Cotações
$ 7,600.00 (USD)
$ 7,200.00 (EUR)
$ 954.000,00 (ARS)
205

COLINET ( Claire Jeanne Roberte Colinet,Bruxelas, Bélgica, 1880– Asnières-sur-Seine , Paris-1950) Dancer Escultura em bronze e base em mármore. Altura: 55,9 cm. Peso:13k Foi uma escultora francesa de nascimento belga que trabalhou durante o início do século XX. O assunto de seu trabalho mais conhecido era principalmente dançarinas árabes. A maior parte de sua produção na escultura pode ser classificada como sendo do estilo Art Deco . Colinet foi expositora frequente nas exposições de arte Salon des Artistes Francais e Salon des Independents em Paris. Suas esculturas, em sua maioria representadas por formas femininas lindamente imaginadas, energizadas e dramáticas, foram postadas postumamente no Salão de Paris por quase 30 anos. Em data indeterminada - provavelmente por volta de 1910 - Colinet emigrou para Paris , França , onde estudou escultura sob o olhar atento de Jef Lambeaux e expôs pela primeira vez no Salon des Artistes Francais em 1913 e tornou-se membro permanente da organização em 1929. De 1937 a 1940 expôs no Salon des Independents em Paris e se juntou ao Sindicato de Mulheres Pintores e Escultores. [1] O trabalho de Colinet é feito principalmente no estilo Art Deco , e seus modelos incluíam odaliscas , dançarinos exóticos, malabaristas e artistas de cabaré . Algumas de suas peças de bailarinas femininas foram influenciadas por um renascimento do movimento orientalista que havia sido popular na Europa entre 1860 e 1880. Seu material de moldagem preferido era o bronze ; no entanto, várias de suas esculturas mais ilustres são criselefantinas , sendo uma combinação de bronze e marfim . Pouco se sabe sobre sua vida além da obra de arte que ela produziu durante uma carreira de sucesso que durou mais de 40 anos. Como mulher, ela foi minoria em seu campo de escultura escolhido durante a era em que trabalhou e viveu. A escultura de Colinet tornou-se altamente desejável para os colecionadores e, cada vez mais, está vendendo por somas exorbitantes. Em uma venda da Christie's em 4 de maio de 2007, sua estátua Ankara Dancer de cerca de 1930 foi vendida por um preço de US $ 285.984. -44 outras esculturas reproduzidas fotograficamente no livro:“Art deco and other figures” by Brian Catley, Antique collectors club. -9 outras esculturas reproduzidas fotograficamente na Enciclopédia ABAGE- Bronze- Sculptors & Founders, Harold Berman. -Verbete no Dicionário "Sculptors in Bronze"- James Mackay, página 75.

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R$ 65.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 65.000,00 (BRL)
Cotações
$ 12,350.00 (USD)
$ 11,700.00 (EUR)
$ 1.550.250,00 (ARS)
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206
CHIPARUS- (Demetre H. Chiparus, 1886-1947)
GIRL ON WALL
Escultura em Bronze Criselefantino.
Castanho escuro patinado e policromado pintado a frio, assinado.
Altura: 36,5 cm./ 14 1/2 In.
peso:8,5k
Reproduzido fotograficamente no livro , figura 179, página 262.


Representação lírica, totalmente plástica, de uma garota tentando decifrar, olhos baixos, pousando em pé e com o parapeito da parede inclinado. Através da combinação eficaz de cores sutilmente matizadas, bronze e detalhes de marfim tornaram-se uma figura artisticamente notável do famoso escultor romeno-francês em Paris de 1920 aos mestres que definem o estilo do estilo Art Déco. H. 38 cm.
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207
PEDRO WEINGÄRTNER - Porto Alegre, RS, 1853 - 1929
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"Ninfas"
Oléo Sobre Tela
Roma, 1902.
Medidas: 90 x 60 cm. com Moldura 75 x 115 cm.
Raríssima pintura de inspiração mitológica greco-romana em estilo acadêmico herdado, da época que estudou na Academia, ao lado do mundialmente famoso Guillaume Seignac, com o grande mestre francês William-Adolphe Bouguereau que pintou em 1884 a famosa obra The Youth of Bacchus de tema em voga à época.



Historico:
Castelo de Santa Teresa, Luiz Carlos de Abreu Pereira.
2020 de Miguel Salles (reproduzida fotograficamente em catálogo impresso)
Antiquario Carlos Quimarães em Campinas SP
2022 - Acervo da Galeria Paiva Frade

Pedro Weingärtner nasceu, de pais alemães,no meio de século XIX, em 1853, na cidade de Porto Alegre.
Aos 24 anos foi estudar na Europa, chegou a ser financiado pelo imperador Dom Pedro II frequentando academias famosas por vários anos. Formado, instalou seu atelier em Roma. No Brasil, realizou muitas exposições, sendo reconhecido como um dos melhores pintores brasileiros.
Em 1877, adoeceu gravemente e em fevereiro de 1878, com suas economias, foi estudar no Liceu de Artes e Ofícios de Hamburgo, posteriormente na Academia Grão-ducal de Arte de Baden.
Em 1880, foi para a Real Academia de Artes da Prússia, e participou da Exposição Brasileira-Alemã de Porto Alegre.
Conhecido por suas pinturas regionalistas, onde retratou imigrantes e gaúchos em labor, foi pintor neoclássico, romântico, naturalista e de cenas narrativas, quando na na fase europeia dedicou-se aos temas clássicos e mitológicos.
Em 1882 entrou na Academia Julian de Paris onde dedicou-se ao estudo do nu, motivo obrigatório para que um artista demonstrasse sua destreza ao público francês. A pintura da mitologia greco-romana de estilo acadêmico foi herdada, quando estudou na Academia, ao lado de Guillaume Seignac, com o mestre William-Adolphe Bouguereau que pintou em 1884 a famosa obraThe Youth of Bacchus.
Um exemplo, é o uso de túnicas diáfanas cobrindo os corpos das mulheres.
Em 1883, solicitou uma pensão ao imperador Dom Pedro II. Avalizado pelo embaixador em Paris, o Barão de Itajubá, a pensão lhe foi concedida pelo próprio Imperador e em agradecimento e prestigiando o Imperador, seu mecenas, em 1884, participou do salão da Academia Imperial de Belas Artes, na cidade do Rio de Janeiro.
Para suas obras clássicas, mitológicas e seus nus que realçam o corpo feminino nu destilando discretos erotismo, na Europa, encontravam um ótimo mercado por parte da burguesia que via virtudes e ideais no tema, tratado com poesia.
Em 1885, no Tirol, experimentou o impressionismo e seguiu para Roma, onde abriu em 1887, um ateliê na Villa Strohl-fern, um palacete com cem ateliês de aluguel e, partiu para umavisita de seis meses em Porto Alegre, onde chegou em navio embandeirado com festa promovida por amigos, colecionadores e fãs.
Acompanhando a tendência da segunda metade do século XIX, em que o academismo brasileiro entrava em seu apogeu, Weingärtner foi estudar na Europa onde acontecia a ascensão da classe média como mercado consumidor de arte, o que no Brasil ainda demoraria muito. Lá destacou-se participando da exposição do “In Arte Libertas”, organizada em Londres em 1888, dedicada ao academismo tradicional e temas clássicos.
Ainda em 1888, no Rio de Janeiro, visitou o imperador e descobriu que uma tela enviada de presente a Dom Pedro II ficou retida na alfândega e fora vendida em leilão. Localizou-a e comprou-a do arrematante restituindo o presente à majestade. A imprensa noticiou muito o caso e atraiu grande público para sua exposição que estava acontecendo, Em seguida, voltou a Roma, onde até 1920 ficou dividido entre Itália e Brasil, realizando muitas exposições.
Já na República, sob influência do Positivismo no pensamento dos brasileiros, foi contratado como professor na Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro.
Em 1893, participou da Exposição Universal de Chicago, documentou a Revolução Federalista com uma série de obras dedicadas ao tema.
Em 1896 novamente na Itália, teve como admirador o papa Leão XIII, e em seu atelier, na Associazione Artistica Internazionale, na Via Margutta, recebeu Campos Sales, então presidente brasileiro.
Ainda em 1896, recebeu convite especial do Conselho Superior de Belas Artes da República do Brasil para exibir no salão da Escola Nacional, honraria até então somente concedida a Zeferino da Costa, Puvis de Chavannes e Auguste Rodin.
Participou da Exposição Universal de Paris em 1900, e em sua primeira exposição na cidade de São Paulo, Campos Sales ofertou três telas ao presidente argentino Julio Roca.
Em 1909, incentivado por seu amigo Joaquim Nabuco, viajou para Portugal. Suas obras portuguesas, vibrantes e expressivas, em 1910, foram expostas em grande número, por volta de cinquenta telas em São Paulo, incluindo "A Fazedora de Anjos", adquirida pela Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Até 1913, quando em Porto Alegre participou da fundação do Centro Artístico do Estado realizou diversas mostras até que, em 1920 deixou a Europa para viver, definitivamente, em Porto Alegre, onde em 1925 fez sua última exposição e faleceu em 1929.
Toda sua produção está em seletas coleções privadas e grandes museus do Brasil e Europa.
Bid
R$ 121.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 121.000,00 (BRL)
Cotações
$ 22,990.00 (USD)
$ 21,780.00 (EUR)
$ 2.885.850,00 (ARS)
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208
PEDRO BRUNO (1888 - 1949)
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"SANTO ANTONIO - SERMÃO AOS PEIXES, por Padre Antonio Vieira"
óleo sobre tela
Medidas: 48 x 36 cm. Com moldura: 57 x 46 cm.
Sem assinatura, mas com informação no verso, da filha, Magna Bruno Vergani, do pintor declarando reconhecer a pintura de autoria do seu pai.


DA TEMÁTICA: Antonio Vieira (Lisboa, Sé, 6 de fevereiro de 1608 — Salvador, 18 de julho de 1697). Padre Antonio Vieira é o maior representante da prosa barroca no Brasil e o maior orador sacro do Brasil-Colônia. Nascido em Portugal, veio para o Brasil ainda criança e estudou no Colégio dos Jesuítas, em Salvador. O sermão foi proferido em São Luís do Maranhão em 13 de junho de 1654, dia de Santo Antônio e três dias antes da partida de Vieira para Portugal, onde pretendia interceder em favor dos índios diante das autoridades portuguesas. O sermão é construído em forma de alegoria, dirige-se aos peixes mas, na verdade, fala aos homens.
Exalta as qualidades dos peixes, como a obediência, e repreende os vícios, como a soberba e o oportunismo. Deve-se destacar aí a citação de diversos tipos de peixes. As virtudes são descritas nos peixes de Tobias, Rémora, Torpedo e Quatro-Olhos. Já os defeitos estão nos seguintes peixes: Roncadores, Pegadores, Voadores e no Polvo. O principal defeito apontado é a voracidade, já que os peixes devoram uns aos outros, e, pior ainda, os maiores devoram os menores.

BIGRAFIA: Em 1897, aos seis anos de idade, com o pintor Giovanni Battista Castagneto toma as primeiras noções de arte.
Em 1905, com voz de barítono. aos quatorze anos, estudou no Conservatório de Nápoles e no Conservatório de Roma. Posteriormente trabalhou no Conservatório de Música do Rio de Janeiro.
Com 21 anos e ainda autodidata, em 1912, recebeu Medalha de Bronze na Exposição Geral de Belas Artes da na Escola Nacional de Belas Artes.
Em 1918, com 27 anos, ingressou na Escola Nacional de Belas Artes e teve o privilegio de estudar com Baptista da Costa.
Um feito inédito aconteceu em 1919 quando com apenas um ano de estudo conquistou o cobiçado Prêmio de Viagem da 26ª Exposição Geral de Belas Artes.
Em 1920, em Roma, estudou na Academia Inglesa de Roma onde, com apenas seis meses de estudo, ministrou aulas de modelo vivo.
Sua carreira meteórica continua com sua volta ao Brasil em 1922 quando, ao chegar, já conquista a Medalha de Ouro da Exposição Geral de Belas Artes.
Tendo conquistado os principais prêmios da Exposição Geral de Belas Artes, da Escola Nacional de Belas Artes - órgão oficial no Rio de Janeiro, passa em 1924, a colaborar com o Salão Paulista de Belas Artes até sua morte. Em reconhecimento, da Prefeitura da Cidade de São Paulo, uma rua do bairro de Butantã recebe seu o nome.
O último grande trabalho de bruno foi a tela Gonçalves Dias, pintada no ano anterior ao de sua morte.
Em 1948, um busto seu foi erguido na praça que leva seu nome na ilha de Paquetá, com a legenda: "O poeta da cor, das árvores e dos pássaros".
No centenário da Proclamação da República, o quadro “Pátria” de bruno foi incluído na nota de 200 cruzados novos. O quadro está Museu da República.
Na Itália, possui obras no Museu de Salerno e a obra “Apoteose a Tiradentes”, obra executada na Itália, encontra-se hoje no Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro.
Bid
R$ 1.800,00 (BRL)
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R$ 1.800,00 (BRL)
Cotações
$ 342.00 (USD)
$ 324.00 (EUR)
$ 42.930,00 (ARS)
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$ 342.00 (USD)
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209
PEDRO BRUNO (1888 - 1949)
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"Saída dos pescadores, no alvorecer"
Óleo sobre tela.
Medidas: 66 x 81cm. Na Moldura: 87,5 x 104cm
Datado 1941
Obra impressionista ao estilo da obra de Claude Monet: "Sun in the Mist, de 1891


BIOGRAFIA:
Em 1897, aos seis anos de idade, com o pintor Giovanni Battista Castagneto toma as primeiras noções de arte.
Em 1905, com voz de barítono. aos quatorze anos, estudou no Conservatório de Nápoles e no Conservatório de Roma. Posteriormente trabalhou no Conservatório de Música do Rio de Janeiro.
Com 21 anos e ainda autodidata, em 1912, recebeu Medalha de Bronze na Exposição Geral de Belas Artes da na Escola Nacional de Belas Artes.
Em 1918, com 27 anos, ingressou na Escola Nacional de Belas Artes e teve o privilegio de estudar com Baptista da Costa.
Um feito inédito aconteceu em 1919 quando com apenas um ano de estudo conquistou o cobiçado Prêmio de Viagem da 26ª Exposição Geral de Belas Artes.
Em 1920, em Roma, estudou na Academia Inglesa de Roma onde, com apenas seis meses de estudo, ministrou aulas de modelo vivo.
Sua carreira meteórica continua com sua volta ao Brasil em 1922 quando, ao chegar, já conquista a Medalha de Ouro da Exposição Geral de Belas Artes.
Tendo conquistado os principais prêmios da Exposição Geral de Belas Artes, da Escola Nacional de Belas Artes - órgão oficial no Rio de Janeiro, passa em 1924, a colaborar com o Salão Paulista de Belas Artes até sua morte. Em reconhecimento, da Prefeitura da Cidade de São Paulo, uma rua do bairro de Butantã recebe seu o nome.
O último grande trabalho de bruno foi a tela Gonçalves Dias, pintada no ano anterior ao de sua morte.
Em 1948, um busto seu foi erguido na praça que leva seu nome na ilha de Paquetá, com a legenda: "O poeta da cor, das árvores e dos pássaros".
No centenário da Proclamação da República, o quadro “Pátria” de bruno foi incluído na nota de 200 cruzados novos. O quadro está Museu da República.
Na Itália, possui obras no Museu de Salerno e a obra “Apoteose a Tiradentes”, obra executada na Itália, encontra-se hoje no Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro.
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R$ 2.200,00 (BRL)
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R$ 2.200,00 (BRL)
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$ 418.00 (USD)
$ 396.00 (EUR)
$ 52.470,00 (ARS)
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$ 418.00 (USD)
$ 396.00 (EUR)
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210

Ettore Tito (1859 - 1941) Marina O.S.E. Rio, 1921. Medidas: 39,5 x 29,5 cm. Com moldura: 50,5 x 40 cm. Ettore Tito 17 de dezembro de 1859 - 26 de junho de 1941 Artista italiano particularmente conhecido por suas pinturas narrativas da vida contemporânea e paisagens de Veneza. Estudos na Accademia di Belle Arti em Veneza e de 1894 a 1927 onde depois foi professor. Tito expôs amplamente e foi premiado com o Grande Prêmio de pintura na Exposição Internacional Panamá-Pacífico de 1915 em San Francisco . Em 1926 foi nomeado membro da Real Academia da Itália . Tito nasceu em Castellammare di Stabia, perto de Nápoles em 17 de dezembro de 1859, filho de um capitão da marinha mercante e mãe veneziana, para onde a familia foi quando pequeno. Estudou com o holandês Cecil van Haanen , e depois na Accademia di Belle Arti, onde foi aceito aos 12 anos onde estudou com Pompeo Marino Molmenti e se formou aos 17 anos. Seu primeiro grande sucesso veio veio aso 28 anos, em 1887, quando uma pintura do antigo mercado de peixe no Rialto,ganhou grandes elogios na Esposizione Nazionale Artistica em Veneza e foi posteriormente comprada pela Galleria Nazionale d'Arte Moderna de Roma . Expôs na Bienal de Veneza desde seu início em 1895 até 1914 e novamente em 1920, quando a Bienal foi retomada após a Primeira Guerra Mundial . Na Bienal, ganhou o Premio Città di Venezia (Prêmio Cidade de Veneza) em1897 e uma Grande Medaglia d'Oro (Grande Medalha de Ouro) na Bienal de 1903. Em 1909, uma sala inteira da Bienal foi dedicada a sua exposição retrospectiva e, novamente nas Bienais de 1922, 1930 e 1936. A tela Chioggia recebeu medalha de ouro na Exposição Universal de 1900 em Paris e foi posteriormente comprada pelo Musée du Luxembourg . Sua pintura, La gomena ganhou o Grande Prêmio na Exposition Universelle et Internationale em Bruxelas em 1910, e em 1915 ele foi premiado com o Grande Prêmio de pintura italiana na Exposição Internacional Panamá-Pacífico em San Francisco Em 1926, ano em que ele foi nomeado membro da Academia Real da Itália . Após 1900,, fez pinturas para a Villa Berlinghieri em Roma e no Palazzo Martinengo em Veneza e desenhos que ilustraram várias as revistas The Graphic , Scribner's Fez, em 1920ilustrações Art Deco picantes para uma revista francesa e, Aide-toi, le ciel t'aidera, O céu ajuda aqueles que se ajudam, está no Victoria and Albert Museum Ao longo dos anos, as propriedades da família, Villa Tito na Riviera del Brenta e o Palazzotto Tito, foram locais de encontro em Veneza. Em 1894 Tito sucedeu Pompeo Molmenti como professor de pintura na Accademia de Veneza, cargo que ocupou até 1927. Em 1929, aos 70 anos pintou a abóbada da Igreja de Santa Maria di Nazareth, de 400 metros quadrados, em Veneza, substituindo a de Tiepolo destruída na Primeira Guerra Mundial. Sua última grande obra I maestri veneziani, Os Mestres Venezianos, foi exibida na Bienal de Veneza em 1940. a pintura retrata uma jovem cercada por os maiores artistas da cidade deVeneza: Tiepolo, Veronese , Ticiano e Tintoretto enquanto Goldoni e um arlequim observam. Tito morreu em Veneza em 26 de junho de 1941 aos 81 anos. Seu filho, Luigi Tito também foi um notável pintor. Em setembro de 2003, uma exposição retrospectiva das obras de Etttore, Luigi e Pietro Giuseppe Tito foi realizada na Villa Pisani. Em Veneza foi professor de Pedro Bruno e Gustavo Dall'Ara.

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R$ 1.800,00 (BRL)
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$ 342.00 (USD)
$ 324.00 (EUR)
$ 42.930,00 (ARS)
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211

ELISEU VISCONTI (Giffoni Valle Piana, 30 de julho de 1866 — Rio de Janeiro, 15 de outubro de 1944), Nu e rosto feminino. "Sfumato" - Desenho com giz vermelho, chamado sanguínea, que tal como o carvão e o pastel seco, recebe fixador apropriado. Essa técnica foi usada por Leonardo da Vinci, Rafael e Rubens. TÉCNICA: Sanguínea Ano de 1900. Medidas: 42 x 25 cm. Com moldura: 78 x 69 cm. Ano de 1900. CATALOGADO NO PROJETO ELISEU VISCONTI: D555. Obra aprovada na 28º reunião da Comissão de Autenticação das Obras de Eliseu Visconti, realizada em 22 de novembro de 2016. Eliseu Visconti nasceu em Giffoni Valle Piana, 30 de julho de 1866 e é considerado um expoente da pintura impressionista no Brasil, para onde veio em 1873 fixando-se na fazenda de propriedade do barão de Guararema, em Além Paraíba. A própria baronesa coloca o jovem para estudar musica no Rio de Janeiro. onde em 1882 muda o curso para artes Liceu de Artes e Ofícios e posteriormente matricula-se na Academia Imperial de Belas Artes, onde estudou com os "Premio Viagem ao Estrangeiro" Amoedo, Henrique Bernardelli, Zeferino da Costa e Victor Meirelles Em 1890, Eliseu Visconti com os "modernos", abandonam a Academia de Imperial de Belas Artes e fundam o "Ateliê Livre", com o fim do Império, Academia transforma-se na Escola Nacional de Belas Artes e, no período republicano, Visconti retorna e, no Salão Nacional de Belas Artes de 1982 recebe o Prêmio de Viagem ao Exterior seguindo para a Europa a bordo do navio Congo onde, falando bem o idioma francês, entra com a sétima colocação dentre os 84 concorrentes na École nationale supérieure des beaux-arts,da qual em em 1894, se transfere para École normale d'enseignement du dessin conhecida como École Guérin, onde estudou com Eugène Grasset, uma expressão do Art Nouveau. Como aluno também da Academia Julian, estudou com Bouguereau que foi também professor de Pedro Weingartner. Embora em sua passagem pela Europa tenha realizado cópias de Diego Velázquez, sua formação e influências são dos movimentos dos simbolistas, impressionistas e Art nouveau, estilos em voga em Paris onde expôs nos salões e recebeu Medalha de Prata na importantíssima Exposição Universal de 1900. Na mesma Exposição Universal, recebeu Menção Honrosa na Seção de Artes Decorativas e Artes Aplicadas. Em 1901, em sua primeira exposição individual na Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, e em 1903 em São Paulo, apresenta obras da Arte Nova, do seu período com Grasset e telas pintadas na França. A exposição foi aberta pelo então Presidente do Estado, Dr. Bernardino de Campos Em 1903, apresenta projetos art nouveau, que vencem o concurso e são publicados com elogios no Brasil e no exterior, inclusive na revista francesa “L’Illustration”. Em 1904, na Exposição Internacional de St. Louis, nos Estados Unidos, foi o único brasileiro a ganhar a medalha de ouro em pintura e uma medalha na recém criada seção de arte aplicada à indústria. A convite do prefeito Pereira Passos, entre 1905 e 1908, alugou o maior atelie à época em Paris que pertencia à Puvis de Chauvannes, em Neuilly-sur-Seine, na França, executou o pano de boca, o teto sobre a plateia e o proscênio. Em 1906, substituiu Henrique Bernardelli na antiga Escola Nacional de Belas Artes, demitindo-se em 1913, para dedicar-se, na Europa entre 1913 e 1916, à pintura dos painéis do foyer do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em Paris que inicia os trabalhos num barracão construído em terreno alugado na Rua Didot mas deixou o atelier de Paris sob a ameaça de invasão alemã na primeira guerra mundial, refugiando-se em Saint Hubert e Le Mans. Após 1920, participa do processo modernização urbana da cidade do Rio de Janeiro, executando decorações da Biblioteca Nacional, do Palácio Tiradentes e Palácio Pedro Ernesto. Em 1922, é agraciado com a Medalha de Honra na Exposição Internacional do Centenário da Independência e, sobre a Semana de Arte Moderna, na revista “ISTO É” em dezembro de 1977Pietro Maria Bardi comentou: "Esqueceram o único realmente moderno de sua época, que era Visconti". Após 50 anos, em 1972, Willys de Castro incluiu uma tela de Visconti no Cartaz Comemorativo do Cinquentenário da Semana de Arte Moderna. Em meio às discussões modernistas, em 1926, ano da primeira exposição de Tarsila do Amaral em Paris, o já aclamado Visconti apresenta o fantástico ex-libris e o emblema da Biblioteca Nacional. Em 1927,doando quatro telas para o acervo, Visconti participou com Assis Chateaubriand, dos primeiros esforços para criação de um Museu de Arte em São Paulo, O MASP, que seria fundado em1947, tendo em sua direção o seu admirador Pietro Maria Bardi. Em meados da década de 1930, com alargamento do palco Visconti volta ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e executa o novo friso sobre a boca de cena auxiliado por sua filha Yvonne Visconti Cavalleiro, seu genro Henrique Cavalleiro e Agenor César de Barros e Martinho de Haro. Entre 1934 e 1936, ainda leciona no curso de extensão universitária de artes decorativas da Escola Politécnica do Rio de Janeiro. Na Europa Belle époque da revolução industrial multiplicavam-se as Escolas de Artes Aplicadas onde eram estimuladas as artes gráficas e os utilitários artísticos. No Brasil, Visconti, oriundo de uma dessas escolas, a École Guérin, foi quem introduziu esse, então, moderno estilo de arte. Ele pessoalmente produziu cartazes, selos, ex-libris, estamparias, jarros cerâmicos, vitrais etc... Em um medíocre assalto ao seu atelier da Av. Mem de Sá, em 1944, golpeado na cabeça, três meses depois o artista de vanguarda que antecipou a modernização da arte brasileira faleceu aos 78 anos de idade. Em 2004 Tobias Stourdzé Visconti, neto do artista, criou o Projeto Eliseu Visconti que, entre outras atividades,já realizou exposições, participou a restauração das pinturas do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, quando em 2008, em bom estado, foi encontrado por acaso o proscênio preservado de antes do alargamento do palco. O projeto ainda fez o projeto do livro sobre a vida e a obra do artista e o lançamento do Catálogo raisonné de Eliseu Visconti.

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R$ 9.800,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 9.800,00 (BRL)
Cotações
$ 1,862.00 (USD)
$ 1,764.00 (EUR)
$ 233.730,00 (ARS)
Cotações
$ 1,862.00 (USD)
$ 1,764.00 (EUR)
$ 233.730,00 (ARS)
211a
ELISEU DANGELO VISCONTI
Medidas: 49,5 x 34 cm. Com moldura: 65,5 x 51 cm.
Obra com datação entre 1913 a 1920, leva ao período em que frequentava as inovadoras Ecole Gerin e a Academia Julian em Paris
CATALOGADO NO PROJETO ELISEU VISCONTI: D-459

Eliseu Visconti nasceu em Giffoni Valle Piana, 30 de julho de 1866 e é considerado um expoente da pintura impressionista no Brasil, para onde veio em 1873 fixando-se na fazenda de propriedade do barão de Guararema, em Além Paraíba.
A própria baronesa coloca o jovem para estudar musica no Rio de Janeiro. onde em 1882 muda o curso para artes Liceu de Artes e Ofícios e posteriormente matricula-se na Academia Imperial de Belas Artes, onde estudou com os "Premio Viagem ao Estrangeiro" Amoedo, Henrique Bernardelli, Zeferino da Costa e Victor Meirelles
Em 1890, Eliseu Visconti com os "modernos", abandonam a Academia de Imperial de Belas Artes e fundam o "Ateliê Livre", com o fim do Império, Academia transforma-se na Escola Nacional de Belas Artes e, no período republicano, Visconti retorna e, no Salão Nacional de Belas Artes de 1982 recebe o Prêmio de Viagem ao Exterior seguindo para a Europa a bordo do navio Congo onde, falando bem o idioma francês, entra com a sétima colocação dentre os 84 concorrentes na École nationale supérieure des beaux-arts,da qual em em 1894, se transfere para École normale d'enseignement du dessin conhecida como École Guérin, onde estudou com Eugène Grasset, uma expressão do Art Nouveau. Como aluno também da Academia Julian, estudou com Bouguereau que foi também professor de Pedro Weingartner.
Embora em sua passagem pela Europa tenha realizado cópias de Diego Velázquez, sua formação e influências são dos movimentos dos simbolistas, impressionistas e Art nouveau, estilos em voga em Paris onde expôs nos salões e recebeu Medalha de Prata na importantíssima Exposição Universal de 1900. Na mesma Exposição Universal, recebeu Menção Honrosa na Seção de Artes Decorativas e Artes Aplicadas.
Em 1901, em sua primeira exposição individual na Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, e em 1903 em São Paulo, apresenta obras da Arte Nova, do seu período com Grasset e telas pintadas na França. A exposição foi aberta pelo então Presidente do Estado, Dr. Bernardino de Campos
Em 1903, apresenta projetos art nouveau, que vencem o concurso e são publicados com elogios no Brasil e no exterior, inclusive na revista francesa “L’Illustration”.
Em 1904, na Exposição Internacional de St. Louis, nos Estados Unidos, foi o único brasileiro a ganhar a medalha de ouro em pintura e uma medalha na recém criada seção de arte aplicada à indústria.
A convite do prefeito Pereira Passos, entre 1905 e 1908, alugou o maior atelie à época em Paris que pertencia à Puvis de Chauvannes, em Neuilly-sur-Seine, na França, executou o pano de boca, o teto sobre a plateia e o proscênio.
Em 1906, substituiu Henrique Bernardelli na antiga Escola Nacional de Belas Artes, demitindo-se em 1913, para dedicar-se, na Europa entre 1913 e 1916, à pintura dos painéis do foyer do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em Paris que inicia os trabalhos num barracão construído em terreno alugado na Rua Didot mas deixou o atelier de Paris sob a ameaça de invasão alemã na primeira guerra mundial, refugiando-se em Saint Hubert e Le Mans.
Após 1920, participa do processo modernização urbana da cidade do Rio de Janeiro, executando decorações da Biblioteca Nacional, do Palácio Tiradentes e Palácio Pedro Ernesto.
Em 1922, é agraciado com a Medalha de Honra na Exposição Internacional do Centenário da Independência e, sobre a Semana de Arte Moderna, na revista “ISTO É” em dezembro de 1977Pietro Maria Bardi comentou: "Esqueceram o único realmente moderno de sua época, que era Visconti". Após 50 anos, em 1972, Willys de Castro incluiu uma tela de Visconti no Cartaz Comemorativo do Cinquentenário da Semana de Arte Moderna.
Em meio às discussões modernistas, em 1926, ano da primeira exposição de Tarsila do Amaral em Paris, o já aclamado Visconti apresenta o fantástico ex-libris e o emblema da Biblioteca Nacional.
Em 1927,doando quatro telas para o acervo, Visconti participou com Assis Chateaubriand, dos primeiros esforços para criação de um Museu de Arte em São Paulo, O MASP, que seria fundado em1947, tendo em sua direção o seu admirador Pietro Maria Bardi.
Em meados da década de 1930, com alargamento do palco Visconti volta ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e executa o novo friso sobre a boca de cena auxiliado por sua filha Yvonne Visconti Cavalleiro, seu genro Henrique Cavalleiro e Agenor César de Barros e Martinho de Haro.
Entre 1934 e 1936, ainda leciona no curso de extensão universitária de artes decorativas da Escola Politécnica do Rio de Janeiro.
Na Europa Belle époque da revolução industrial multiplicavam-se as Escolas de Artes Aplicadas onde eram estimuladas as artes gráficas e os utilitários artísticos. No Brasil, Visconti, oriundo de uma dessas escolas, a École Guérin, foi quem introduziu esse, então, moderno estilo de arte. Ele pessoalmente produziu cartazes, selos, ex-libris, estamparias, jarros cerâmicos, vitrais etc...
Em um medíocre assalto ao seu atelier da Av. Mem de Sá, em 1944, golpeado na cabeça, três meses depois o artista de vanguarda que antecipou a modernização da arte brasileira faleceu aos 78 anos de idade.
Em 2004 Tobias Stourdzé Visconti, neto do artista, criou o Projeto Eliseu Visconti que, entre outras atividades,já realizou exposições, participou a restauração das pinturas do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, quando em 2008, em bom estado, foi encontrado por acaso o proscênio preservado de antes do alargamento do palco.
O projeto ainda fez o projeto do livro sobre a vida e a obra do artista e o lançamento do Catálogo raisonné de Eliseu Visconti.
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R$ 9.800,00 (BRL)
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$ 1,862.00 (USD)
$ 1,764.00 (EUR)
$ 233.730,00 (ARS)
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212

CABRERA Y CANTÓ, Fernando (Alcoy, Alicante, ES 1866-1937) Óleo sobre tela. Pati de l’estudi de Cabrera. Patio del estudio de Cabrera, com figuras de três Mouros* 61 x 47 cm / 85 x 71 cm. Assinado CABRERA Y CANTÓ, Fernando (Alcoy, Alicante, ES 1866-1937) Óleo sobre tela. Pati de l’estudi de Cabrera. - Patio del estudio de Cabrera, com figuras de três Mouros* Med. 61 x 47 cm, Moldura 85 x 71 cm. BIOGRAFIA: Pertenceu a chamada escola de Alcoy, onde cultivou com igual sucesso a pintura com temas sociais e religiosos, retratos e paisagens. Iniciou os seus estudos de desenho com o professor Lorenzo Casanova, na Escola Superior de San Carlos em Valência e continuou-os em Madrid, onde foi discípulo de Casto Plasencia. Colaborou com o arquiteto Vicente Pascual Pastor na decoração da Casa del Pavo, um dos marcos da Art Nouveau em Alcoy. Em 1890, recebeu Medalha de Prata, com a tela "Huérfanos" (órfãos), na Exposição Nacional de Belas Artes (espanhol: Exposiciones Nacionales de Bellas Artes), um evento regular que ocorreu geralmente em Madri de 1856 a 1968. Estas exposições foram instituídas por um decreto real da rainha Isabel II em 1853 e foi a maior exposição oficial de arte espanhola. Em 1891 mudou-se para a Itália para continuar seus estudos, graças a uma pensão concedida pela Diputación de Alicante. Em seu retorno, tornou-se, professor na Escola de Artes e Ofícios de Alcoy. Também foi premiado com Medalha de Bronze na Exposition Universelle de Paris em 1900. Em 1906 recebeu Medalha de Ouro, na Exposição Nacional de Belas Artes com a tela "Al Abismo". Na Exposição Internacional Panamá-Pacífico de 1915, em San Francisco recebeu Medalha de Prata. A sua obra de tema social liga-se à tradição da pintura do século XIX. Nas obras onde despontam oaparecimento do impressionismo e a incorporação do "plein air" em suas paisagens, fazem deste autor um pintor moderno e expressivo de grande riqueza cromática. É citado no livro "O Museo del Prado" de Manuel Muñoz Ibáñez em 1981. La pintura contemporánea del País Valenciano 1900-1980 - Valencia, España, Edição Prometeo. p. 391.Escuela Municipal de Bellas Artes de Alcoy. Consultat el 2 de aprilie 2011 FASES: 1. Estágio de formação em Espanha: Academia de Santo Carles (Valência), ateliê-atelier Llorenç Casanova (Alcoi) e Academia de San Fernando (Madri) (1881-1891). Realismo romântico, simbolismo, modernismo e pinturas religiosas. 2. Estágio de formação na Itália: Academia de Roma, Nápoles, Florença, Veneza (1892-1894). Realismo social, Costumbrismo, cenas mitológicas e nus. 3. Alcoy: o regresso do pintor a casa (1895-1937). Pinturas de amor e morte, realismo acadêmico, natureza morta, pinturas religiosas, retratos, costumes, interiores, luminismo e autorretratos. FONTES: "O Museo del Prado" de Manuel Muñoz Ibáñez em 1981. La pintura contemporánea del País Valenciano 1900-1980 - Valencia, España, Edição Prometeo. p. 391. Escuela Municipal de Bellas Artes de Alcoy. Consultat el 2 de aprilie 2011 https://www.laventanadelarte.es/exposiciones/mua-museo-de-la-universidad-de-alicante/comunidad-valenciana/sant-vicent-del-raspeig/ferran-cabrera-canto/32180 *REFERÊNCIA AO LOCAL, VIDE FOTO: http://www.artalcoi.org/1900/01/13/pati-de-lestudi-de-cabrera

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R$ 7.500,00 (BRL)
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R$ 7.500,00 (BRL)
Cotações
$ 1,425.00 (USD)
$ 1,350.00 (EUR)
$ 178.875,00 (ARS)
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213
Benito Belli (1850 - 1899)
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Echarpe Catalã.
Óleo sobre tela
35 x 27 cm/ 61 X 70 cm.
Moldura de época.

Benito Belli é um autêntico artista do Art Nouveau, ou como é conhecido em Barcelona, "Modernisme de la Catalunya" , em 1884 pintou as obras Maja e Head Study que se encontram hoje no importante Museu de Arte Moderna de Barcelona, digno representante do nacionalismo catalão.
No final do século 19 Barcelona, onde Belli vivia, tinha um número grande e crescente de pessoas de classe alta, indústria em expansão, riqueza crescente e população com elevada auto-estima, A classe alta sentiu-se financeiramente forte e num ambiente politicamente estável onde aflora a "Renaixença", o renascimento do nacionalismo catalão. Explicitamente favoreceram artistas catalães e, acima de tudo, arquitetos que inventaram seu próprio estilo e assim se tornaram ricos e populares.
Benito Belli viveu na Carrer d'en Tantarantana, 17, entre o Museu Picasso e o Parlamento da Catalunha, no Parc de la Ciutadella.
Foi diretor e professor de uma academia privada de pintura do "Modernisme de la Catalunya", onde, dentre outros, teve como discipulo o famoso pintor Ramón Casals y Vernís.
Benito Belli fez carreira nos Salões de Arte da Catalunha.
Em 1870, na clássica e tradicional Exposição de Belas Artes de Barcelona, apresentou as interpretações de, Jesus Cristo levado do Calvário ao Sepulcro do mestre Rafael e, Os Irmãos de José, apresentando sua túnica ao seu pai Jacob, oriundo da escola bolonhesa e, ainda, uma natureza morta com caça do mestre Juan Bautista Weenix.
Já na edição de 1871 da Exposição de Belas Artes de Barcelona, apresentou as pinturas quatro pinturas autorais, sendo uma Natureza-Morta,outra com o título, A Carta do Noivo, o Interior de uma Taverna e uma intitulada Minha Vida Política
Em outubro de 1871 viajou para Madrid onde no Museu do Prado fez várias releituras de grandes mestres do renascimento. Sua presença na capital da Espanha despertou definitivamente seu interesse por Goya .
De volta à Barcelona, em 1876, na Exposição da Sociedade Econômica dos Amigos do País de Barcelona apresentou um extenso conjunto de dez pinturas: Hamlet e Ofélia, O Sonho de um Pintor, Carlos V, O Antiquário, A Demissão Antes de Sair da Praça, Dom João da Áustria, O Arrependimento de um criminoso, O baile de máscaras, O Sonho de um Rei, e as aquarelas: O passarinho e Estudo da natureza.
Em 1878, ano em que o médico, arquiteto, escritor, político e artista Lluís Domenèch i Montaner publicou o artigo "En busca de una arquitectura nacional", em que o industrial Eusebi Güell descobrui seu contemporâneo Gaudí, Belli partiu para Paris, onde viveu por vários anos aperfeiçoando sua técnica em academias, participando de exposições e Salões. Hoje está presente em várias coleções públicas francesas e, recentemente na, nada mais, nada menos, coleção de Angelo Sommaruga, Paris
Retornando a Barcelona somente em 1884 pintou as obras primas Maja e Head Study, que hoje se encontram ao lado de Gaudi e os grandes da Catalunha, no prestigiado Museu de Arte Moderna de Barcelona.
Em 1886, ano em que no processo de modernização, eletrificaram os bondes de barcelona, Balli abre no seu novo atelier de pintura num local estratégico, da Calle del Pino, 14 próximo a Catedral de la Santa Creu i Santa Eulàlia.
A Exposição Universal de Barcelona de 1888,a primeira feira mundial realizada na Espanha, teve enorme sucesso e constituiu o avanço definitivo do Modernismo Catalão.
Balli, participou na exposição de Belas Artes de 1891 em Barcelona.
Está referenciado no livro, ​​Museu d'Art Modern de Barcelona, [cat.], 1987, v.1, p.156 (op.1884), no livro
Cien años de pintura, v.1, 1988 (exh.1870-op.p.1878), no livro Ossorio y Bernard, 1883-1884 (exh.1870-doc.1878) e no Diccionario Ráfols, v.1, 1951 (Benet Belli, exh.1870-doc.1878)

O Modernismo foi uma expressão da luta pela independência da Catalunha. e Balli um autêntico artista desta época sem suas últimas pinturas datadas, que se conhecem, correspondente a 1899.


Bid
R$ 2.200,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 2.200,00 (BRL)
Cotações
$ 418.00 (USD)
$ 396.00 (EUR)
$ 52.470,00 (ARS)
Cotações
$ 418.00 (USD)
$ 396.00 (EUR)
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214
O.X.D.F. (Assinado em Monograma)
SANTA CECÍLIA.
ÓLEO SOBRE TELA
Europa, século XIX.
MEDIDAS:53 x 67 cm./88 x 102 cm.
Na partitura lê-se: "in manus tuas, domine, comendo spiritum meum"
(locução latina que significa "nas tuas mãos, senhor, entrego a minha alma")
Exclamação suprema de Jesus Cristo, ao expirar na cruz; às vezes reduz-se só a frase in manus (ex.: dizer o seu in manus é encomendar a alma a Deus antes de morrer).
Fonte: S. Lucas, Evangelho, XXIII, 46.

DA DEVOÇÃO: Em 22 de novembro comemora-se a PADROEIRA DA MÚSICA SACRA, E DOS MÚSICOS.
"Santa Cecilia em Trastevere" é uma igreja monástica e titular do século IX, uma basílica menor localizada na Piazza di Santa Cecilia 22, no bairro Trastevere, divisa com o Vaticano.
A Missa Sancta Caeciliae (Missa cellensis) em dó maior, foi originalmente escrita em 1766 por JOSEPH HAYDN.

DA TRADIÇÃO: Enquanto Cecilia é uma das mártires romanas mais famosas, o que sabemos sobre ela é aparentemente baseado na tradição. Cecilia nasceu em uma família nobre em Roma no século II d.C. e se casou contra sua vontade com um aristocrata chamado Valeriano. Na noite de núpcias, ela disse a Valerian que havia feito um voto de virgindade e estava protegida por um anjo. Valeriano pediu provas da existência do anjo e Cecília disse-lhe que viajasse até o terceiro marco da Via Ápia para ser batizado na fé cristã.
No entanto, depois de enterrar mártires cristãos – o que era ilegal na época – tanto Valeriano quanto seu irmão Tibúrcio, que também era cristão convertido, foram julgados e executados. A própria Cecília também foi presa, julgada e executada: reza a lenda que, após ser golpeada três vezes no pescoço pela espada do carrasco, ela sobreviveu por mais três dias – com seu último suspiro, ela pediu ao Papa Urbano que convertesse o local da sua execução em uma igreja.
Diz-se que Cecília é a padroeira da música porque ouviu música celestial em seu coração durante a cerimônia de casamento. No entanto, passaram-se mais de mil anos antes de vermos uma ligação musical mais explícita, com pinturas datadas do século XVI que a retratam com uma viola ou um órgão.


Bid
R$ 9.800,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 9.800,00 (BRL)
Cotações
$ 1,862.00 (USD)
$ 1,764.00 (EUR)
$ 233.730,00 (ARS)
Cotações
$ 1,862.00 (USD)
$ 1,764.00 (EUR)
$ 233.730,00 (ARS)
215
Luidi Nunes,
reputado vitralista brasileiro
Vitral de vidro tipo “antique” não fabricado no Brasil, importado da França ou Alemanha.
Tema de Santa Cecilia em estilo mais puro Art Nouveau.
Med: 1,00 m de diâmetro,

Datado de 1978.
feito a mão utilizando da mesma técnica utilizada desde de Chartres, no século XII, cortando os pequenos vidros, centenas por metro quadrado, esmaltados a fogo e consolidados com chumbo e estanho.

O autor:
Luid, na década de 60, aprendeu e trabalhou com Alberto Magini o italiano precursor do vitral no Brasil, que veio ao Rio de Janeiro, no início do século passado, para montar os vitrais do Theatro Municipal do Rio de Janeiro e nunca mais regressou à Europa.
Membro da Stained Glass Association of America
Correspondente da Galerie du Vitrail, Charthes, França - especializada em restaurações.
Em 2003, mudou o atelier para o galpão, onde funcionou a antiga fábrica de móveis OCA.
Executou trabalhos de restauração, monitorados e chancelados pelo IPHAN, dos vitrais dos principais prédios históricos do Rio de Janeiro.
Recentemente trabalhou na restauração dos vitrais do Palácio Tiradentes. Tal feito serviu como objeto de estudo acadêmico dos profissionais da empresa especializada em restauro Ópera Prima, apresentado em um congresso internacional de restauração em Barcelona.
Alguns trabalhos de grande porte podem ser encontrados em Porto Alegre, São Paulo, Brasília, Belém, Salvador, Manaus, Rio de Janeiro, Fortaleza, Buenos Aires, Nova Iorque, Los Angeles, Lisboa, La Paz, Johanesburgo, Guyaquil, Cabo Verde, Durban, Maputo, Mendoza e Cidade do México, etc…

Luid Restaurou, entre outros a Catedral Metropolitana de Brasília, o Teatro Municipal do Rio de Janeiro, a Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, o Palácio Pedro Ernesto e Palácio Laranjeiras no Rio de Janeiro, entre outros.
Bid
R$ 8.900,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 8.900,00 (BRL)
Cotações
$ 1,691.00 (USD)
$ 1,602.00 (EUR)
$ 212.265,00 (ARS)
Cotações
$ 1,691.00 (USD)
$ 1,602.00 (EUR)
$ 212.265,00 (ARS)
216
OSIR - OSIRARTE - (Paulo Cláudio Rossi Osir, 1890 – 1959)
CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO Raríssima obra da fase europeia retratando Cidade italiana a beira do Mediterrâneo, 1927.
o.s.t.
Med: 60 x 55 cm / 71 x 66 cm .

BIOGRAFIA: Paulo Cláudio Rossi Osir começou a pintar com seu pai, o arquiteto Cláudio Rossi. Viaja para a Itália e estuda na Accademia di Belle Arti di Brera, em 1906 e 1907. Em 1908, fez cursos de aquarela e água-forte em Dover, Inglaterra. De volta ao Brasil, estudou na Escola Politécnica de São Paulo e no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo até 1911 partindo, no ano seguinte, para Paris onde cursou a aclamada Académie de la Grande Chaumière.
Sua formação é muito consistente, formando-se, arquiteto pela Real Academia da Bolonha, em 1916.
Sua carreira esteve sempre ligada a direção dos rumos artísticos da inovação no Brasil,participando entre outros da
Fundação da Sociedade Pró-Arte Moderna - Spam, em 1932,
Família Artística Paulista - FAP, em 1937.
O grande feito de sua vida foi, na década de 1940, criar a empresa Osirarte de azulejaria, fato que marca sua história e reúne, em torno de si, os principais artistas da década.
A Osirarte foi criada com a finalidade de realizar os azulejos desenhados por, por seu colega, Cândido Portinari para o revestimento do Ministério da Educação e Saúde no Rio de Janeiro, atual Palácio Gustavo Capanema e, posteriormente produziu os azulejos para os importantíssimos monumentos: Em 1944 A Igreja de São Francisco de Assis, na Pampulha, em Belo Horizonte e em 1951 o painel da fachada da Escola Municipal do Conjunto Habitacional do Pedregulho, no Rio de Janeiro.
A pintura, única, era feita sobre o azulejo cru de superfície porosa, em seguida esmaltado e queimado, exigindo assim elevada exatidão do traço dos azulejos de tamanho padrão em 15 x 15 cm.
Paralelamente, desenvolve composições que, a partir de 1942, são assinadas e participam de exposições com azulejos da Osirarte durante toda a década de 1940.
O grupo de Paulo Rossi Osir contou com a colaboração Mario Zanini, o primeiro a integrar a equipe, Alfredo Volpi uma espécie de chefe de oficina ,e eventualmente, Frans Krajcberg, Ernesto de Fiori, Ottone Zorlini, entre outros.
Na década de 1950 Burle Marx realizou, nas oficinas Osirarte, os azulejos para os painéis do Clube de Regatas Vasco da Gama, da Praça 19 de dezembro em Curitiba, do Instituto Oswaldo Cruz, entre outros.
Rossi Osir faleceu em 1959 e, com a morte de seu fundador, finda-se o grupo Osirarte que participou ativamente da estética brasileira das décadas de 1940/50.

Apesar muito raras suas obras à óleo, Paulo Osir as assinou de varias formas. dependendo da fase:
Paulo Rossi
Cláudio Rossi
Paulo Osir
Cláudio Rossi
Rossi Osir
ou simplesmente Osir.
Bid
R$ 13.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 13.000,00 (BRL)
Cotações
$ 2,470.00 (USD)
$ 2,340.00 (EUR)
$ 310.050,00 (ARS)
Cotações
$ 2,470.00 (USD)
$ 2,340.00 (EUR)
$ 310.050,00 (ARS)
217
OSIR - OSIRATE - (Paulo Cláudio Rossi Osir, 1890 – 1959)
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Raríssima obra da fase EUROPÉIA de 1926.
o.s.m.
MEDIDAS: 41 x 31 cm. / 57 x 50 cm.

BIOGRAFIA: Paulo Cláudio Rossi Osir começou a pintar com seu pai, o arquiteto Cláudio Rossi. Viaja para a Itália e estuda na Accademia di Belle Arti di Brera, em 1906 e 1907. Em 1908, fez cursos de aquarela e água-forte em Dover, Inglaterra. De volta ao Brasil, estudou na Escola Politécnica de São Paulo e no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo até 1911 partindo, no ano seguinte, para Paris onde cursou a aclamada Académie de la Grande Chaumière.
Sua formação é muito consistente, formando-se, arquiteto pela Real Academia da Bolonha, em 1916.
Sua carreira esteve sempre ligada a direção dos rumos artísticos da inovação no Brasil,participando entre outros da
Fundação da Sociedade Pró-Arte Moderna - Spam, em 1932,
Família Artística Paulista - FAP, em 1937.
O grande feito de sua vida foi, na década de 1940, criar a empresa Osirarte de azulejaria, fato que marca sua história e reúne, em torno de si, os principais artistas da década.
A Osirarte foi criada com a finalidade de realizar os azulejos desenhados por, por seu colega, Cândido Portinari para o revestimento do Ministério da Educação e Saúde no Rio de Janeiro, atual Palácio Gustavo Capanema e, posteriormente produziu os azulejos para os importantíssimos monumentos: Em 1944 A Igreja de São Francisco de Assis, na Pampulha, em Belo Horizonte e em 1951 o painel da fachada da Escola Municipal do Conjunto Habitacional do Pedregulho, no Rio de Janeiro.
A pintura, única, era feita sobre o azulejo cru de superfície porosa, em seguida esmaltado e queimado, exigindo assim elevada exatidão do traço dos azulejos de tamanho padrão em 15 x 15 cm.
Paralelamente, desenvolve composições que, a partir de 1942, são assinadas e participam de exposições com azulejos da Osirarte durante toda a década de 1940.
O grupo de Paulo Rossi Osir contou com a colaboração Mario Zanini, o primeiro a integrar a equipe, Alfredo Volpi uma espécie de chefe de oficina ,e eventualmente, Frans Krajcberg, Ernesto de Fiori, Ottone Zorlini, entre outros.
Na década de 1950 Burle Marx realizou, nas oficinas Osirarte, os azulejos para os painéis do Clube de Regatas Vasco da Gama, da Praça 19 de dezembro em Curitiba, do Instituto Oswaldo Cruz, entre outros.
Rossi Osir faleceu em 1959 e, com a morte de seu fundador, finda-se o grupo Osirarte que participou ativamente da estética brasileira das décadas de 1940/50.

Apesar muito raras suas obras à óleo, Paulo Osir as assinou de varias formas. dependendo da fase:
Paulo Rossi
Cláudio Rossi
Paulo Osir
Cláudio Rossi
Rossi Osir
ou simplesmente Osir.
Bid
R$ 4.500,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 4.500,00 (BRL)
Cotações
$ 855.00 (USD)
$ 810.00 (EUR)
$ 107.325,00 (ARS)
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$ 855.00 (USD)
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$ 107.325,00 (ARS)
218
GEORGE FISCHHOF (WIEN, 1859-1914)
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https://www.youtube.com/watch?v=8kE6EtpfXo4
assinando KARL WAGNER
nome artístico do pintor de Viena na Áustria.
ÓLEO SOBRE TELA.
MEDIDAS: 102 X 75 cm
COM MOLDURA: 120 x 141 cm.
Vista panorâmica ensolarada da COSTA AMALFITANA na região do Vesúvio com as falésias, vista para o mar e a longa costa pontilhada de arbustos perenes e casas.

George Fischhof, nasceu em 11 de maio de 1859 em Viena onde estudou na escola de artes e ofícios, formou-se em Munique e pós graduou na na Academia de Düsseldorf, tornando-se membro da Escola de Düsseldorf de Pintura que, se refere a um grupo de pintores que ensinaram ou estudaram na Academia de Düsseldorf a partir da re-fundação da Academia Real Prussiana de Arte, até o final do Reinado da Prússia em 1819 e 1918. A pintura em "plein air" era quase uma unanimidade entre todos os membros, que também tendiam a usar uma paleta de cores suaves e relativamente uniformes vistas nas obras de Fischhof herdadas do Movimento Romântico Alemão.
A Escola de Düsseldorf de Pintura não era apenas um fenômeno regional, sua excelente reputação atraia um grande número de artistas de todo o mundo para Düsseldorf.

Após seus estudos, retornou a Viena onde realizou pinturas inspiradas em gobelins, hoje no Palais des Grafen von Seldern em Viena, na sala do trono do Conde Camillo Rasumofsky em Troppau, na sala do trono da Abadia de Klosterneuburg e em muitos estabelecimentos de luxo em Viena.

Em Viena também pintou muitos retratos de ilustres como o Arquiduque Rainer, Duque e Duquesa de Saxe Coburg Gotha e Princesa de Schleswig Holstein. Também fez muitas ilustrações de livros.

Ele é bem conhecido por seus temas mediterrâneos. Entre 1890 e 1914, viajou extensivamente para a Bélgica, Holanda, Dinamarca e Alemanha e Itália, onde sob o clima do impressionismo pintou utilizando nomes artísticos incluindo os já utilizados em Viena: Theodor WAGNER ou Karl Theodor WAGNER e, segundo os livros: “Léxico geral do artista” de Thieme e Becker, editado em Leipzig em 1999 e, "Os pintores austríacos do século XIX" de Heinrich Fuchs, editado em Viena 1972, na fase mediterrânea, usou os nomes artísticos que ficaram famosos como italianos: P. Toretti, A. L. Terni.
Fischhof faleceu em 1914.
Bid
R$ 22.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 22.000,00 (BRL)
Cotações
$ 4,180.00 (USD)
$ 3,960.00 (EUR)
$ 524.700,00 (ARS)
Cotações
$ 4,180.00 (USD)
$ 3,960.00 (EUR)
$ 524.700,00 (ARS)
219
GEORGE FISCHHOF (WIEN, 1859-1914)
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assinando A. L. TERNI
nome artístico do pintor de Viena, Áustria.
ÓLEO SOBRE TELA.
MEDIDAS:
COM MOLDURA:
Vista panorâmica ensolarada da COSTA AMALFITANA na região do Vesúvio com as falésias, vista para o mar e a longa costa pontilhada de arbustos perenes e casas.

George Fischhof, nasceu em 11 de maio de 1859 em Viena onde estudou na escola de artes e ofícios, formou-se em Munique e pós graduou na na Academia de Düsseldorf, tornando-se membro da Escola de Düsseldorf de Pintura que, se refere a um grupo de pintores que ensinaram ou estudaram na Academia de Düsseldorf a partir da re-fundação da Academia Real Prussiana de Arte, até o final do Reinado da Prússia em 1819 e 1918. A pintura em "plein air" era quase uma unanimidade entre todos os membros, que também tendiam a usar uma paleta de cores suaves e relativamente uniformes vistas nas obras de Fischhof herdadas do Movimento Romântico Alemão.
A Escola de Düsseldorf de Pintura não era apenas um fenômeno regional, sua excelente reputação atraia um grande número de artistas de todo o mundo para Düsseldorf.

Após seus estudos, retornou a Viena onde realizou pinturas inspiradas em gobelins, hoje no Palais des Grafen von Seldern em Viena, na sala do trono do Conde Camillo Rasumofsky em Troppau, na sala do trono da Abadia de Klosterneuburg e em muitos estabelecimentos de luxo em Viena.

Em Viena também pintou muitos retratos de ilustres como o Arquiduque Rainer, Duque e Duquesa de Saxe Coburg Gotha e Princesa de Schleswig Holstein. Também fez muitas ilustrações de livros.

Ele é bem conhecido por seus temas mediterrâneos. Entre 1890 e 1914, viajou extensivamente para a Bélgica, Holanda, Dinamarca e Alemanha e Itália, onde sob o clima do impressionismo pintou utilizando nomes artísticos incluindo os já utilizados em Viena: Theodor WAGNER ou Karl Theodor WAGNER e, segundo os livros: “Léxico geral do artista” de Thieme e Becker, editado em Leipzig em 1999 e, "Os pintores austríacos do século XIX" de Heinrich Fuchs, editado em Viena 1972, na fase mediterrânea, usou os nomes artísticos que ficaram famosos como italianos: P. Toretti, A. L. Terni.
Fischhof faleceu em 1914.
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$ 2,204.00 (USD)
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$ 276.660,00 (ARS)
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220
GEORGE FISCHHOF (WIEN, 1859-1914)
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assinando P. TORETTI
nome artístico do pintor de Viena na Áustria.
ÓLEO SOBRE TELA.
MEDIDAS:
COM MOLDURA:
Vista panorâmica ensolarada da COSTA AMALFITANA na região do Vesúvio com as falésias, vista para o mar e a longa costa pontilhada de arbustos perenes e casas.

George Fischhof, nasceu em 11 de maio de 1859 em Viena onde estudou na escola de artes e ofícios, formou-se em Munique e pós graduou na na Academia de Düsseldorf, tornando-se membro da Escola de Düsseldorf de Pintura que, se refere a um grupo de pintores que ensinaram ou estudaram na Academia de Düsseldorf a partir da re-fundação da Academia Real Prussiana de Arte, até o final do Reinado da Prússia em 1819 e 1918. A pintura em "plein air" era quase uma unanimidade entre todos os membros, que também tendiam a usar uma paleta de cores suaves e relativamente uniformes vistas nas obras de Fischhof herdadas do Movimento Romântico Alemão.
A Escola de Düsseldorf de Pintura não era apenas um fenômeno regional, sua excelente reputação atraia um grande número de artistas de todo o mundo para Düsseldorf.

Após seus estudos, retornou a Viena onde realizou pinturas inspiradas em gobelins, hoje no Palais des Grafen von Seldern em Viena, na sala do trono do Conde Camillo Rasumofsky em Troppau, na sala do trono da Abadia de Klosterneuburg e em muitos estabelecimentos de luxo em Viena.

Em Viena também pintou muitos retratos de ilustres como o Arquiduque Rainer, Duque e Duquesa de Saxe Coburg Gotha e Princesa de Schleswig Holstein. Também fez muitas ilustrações de livros.

Ele é bem conhecido por seus temas mediterrâneos. Entre 1890 e 1914, viajou extensivamente para a Bélgica, Holanda, Dinamarca e Alemanha e Itália, onde sob o clima do impressionismo pintou utilizando nomes artísticos incluindo os já utilizados em Viena: Theodor WAGNER ou Karl Theodor WAGNER e, segundo os livros: “Léxico geral do artista” de Thieme e Becker, editado em Leipzig em 1999 e, "Os pintores austríacos do século XIX" de Heinrich Fuchs, editado em Viena 1972, na fase mediterrânea, usou os nomes artísticos que ficaram famosos como italianos: P. Toretti, A. L. Terni.
Fischhof faleceu em 1914.
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221

L. CASTEL (?) - VERSAILLES - FRANCE. Aquarela (Vista dos jardins: lago com grupo escultórico ao centro) Medidas:54 x 40 cm./ 68 x 54 cm. Não datada. OS JARDINS DO PALÁCIO DE VERSALHES,INSPIRARAM PINTORES DESDE OS ANOS 1600, COMO NESSA EXPOSIÇÃO: “Desenhos para Versalhes. 20 anos de aquisições”.  de 1º de junho a 3 de outubro de 2021. O palácio decidiu revelar uma parte pouco conhecida de seus arquivos : desenhos da coleção do Departamento de Artes Gráficas do Palácio de Versalhes. Você não verá as 30.000 obras de arte que possui (alguns desenhos são frágeis demais para serem exibidos), mas poderá admirar obras suficientes para satisfazer nossa curiosidade e sua sede de coisas bonitas. Guache, pastel, lápis, sangüíneo, três gizes, pena, aquarela, desfrutam de muitas técnicas e estilos diferentes, e por um bom motivo: o acervo do Departamento de Artes Gráficas abrange mais de quatro séculos de criações gráficas. Lado a lado, você pode admirar obras de arte de Charles Le Brun, Charles de la Fosse, François Lemoyne, Richard Mique, Jacques Gondoin e até Lucien Lévy-Dhurmer.

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222
DAKIR PARREIRAS (Niterói, RJ 1894-1967)
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Medidas: 33 X 41 cm.
Paisagem de Roma,
datado e localizado, Roma 1953.

BIOGRAFIA: Expõe pela primeira vez na Exposição Geral de Belas Artes de 1911 e recebe menção honrosa e estuda na Académie Julian de Paris.
A partir de 1913, é encarregado da decoração dos navios e das agências da companhia de navegação Lloyd Brasileiro.
Em 1915, expõe com Antônio Parreiras na Escola Nacional de Belas Artes (Enba). Torna-se professor do Instituto de Educação de Niterói.
Em 1922, ano desta obra, recebe medalha de bronze da ENBA
Em 1930, recebe medalha de prata; e, em 1964, seu último salão, exibe Canal Grande, Veneza e Mau tempo.
Também participa de salões oficiais em São Paulo.
Há obras suas nos palácios de governo de Porto Alegre e Florianópolis.
Realiza panos de boca para teatros das cidades paulistas de Campinas e Ribeirão Preto.

HOMENAGEM PÓSTUMA: A relação entre os pintores e suas respectivas carreiras foram tema da exposição “Antônio e Dakir Parreiras: de pai para filho” com curadoria do Museu Antônio Parreiras - Secretaria de Estado de Cultura/FUNARJ.
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223
DAKIR PARREIRAS (Niterói, RJ 1894- 1967).
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Assinado e datado de 1928.
Óleo sobre tela, técnica de pontilhismo.
Medidas: 96,5 x 110 cm.
PROJETO PARA O "PANO DE BOCA" DO TEATRO CARLOS GOMES DE CAMPINAS, SP.

DESCRIÇÃO: Na reserva superior: "As nove Musas"*.
Na cena central: O maestro CARLOS GOMES, ao piano, veste um robe sobre as roupas, segura uma partitura e sonha as três cenas ao fundo: 1 - Cecília (Ceci) e Peri (índio da tribo dos Goitacazes, considerado o herói da trama); 2 - Morte de Álvaro de Sá em uma emboscada, Isabel e seu pai D. Antonio de Mariz; 3 - Peri age como um verdadeiro cavaleiro medieval, valorizando a fidalguia, a honradez, a hierarquia e até mesmo a religião, que acaba por abraçar para obter permissão do pai para salvar a amada Ceci.

DA TEMÁTICA: Essa raríssima pintura foi modelo para o pano de boca do teatro Carlos Gomes em Campinas e talvez hoje seja tudo que sobrou dele.
Campinas, que nesta época era uma cidade rica, dos grandes barões do Café, moderna e privilegiada culturalmente, distribuía ao restante do país, em primeira mão, as novidades que vinham da Europa.
Em 1.850 existia o Teatro São Carlos, demolido em 1922, para dar lugar à um teatro maior e mais luxuoso, o Teatro Carlos Gomes, inaugurado em 10 de setembro de 1930. Era um prédio majestoso, para dar lugar à nova “Casa de Ópera” em um ambiente de muita riqueza.

Devido ao abandono, problemas estruturais, rachaduras e infiltrações em 1965, baseado em dois laudos técnicos, o então prefeito Ruy Novais apoiado pela maioria dos vereadores, decidiu colocar o monumento abaixo, demolindo repentinamente.

Assim se foi “um pouco” da história de Campinas ainda registrada nesta importante obra de Dakir Parreiras, artista que seguiu os passos do pai, o pintor Antônio Parreiras, ícone do paisagismo brasileiro entre os séculos XIX e XX.

A relação entre os pintores e suas respectivas carreiras foram tema da exposição “Antônio e Dakir Parreiras: de pai para filho” com curadoria do Museu Antônio Parreiras - Secretaria de Estado de Cultura/FUNARJ.

BIOGRAFIA: Dakir Parreiras expõe pela primeira vez na Exposição Geral de Belas Artes de 1911 e recebe menção honrosa e estuda na Académie Julian de Paris.
A partir de 1913, é encarregado da decoração dos navios e das agências da companhia de navegação Lloyd Brasileiro.
Em 1915, expõe com Antônio Parreiras na Escola Nacional de Belas Artes (Enba). Torna-se professor do Instituto de Educação de Niterói.
Em 1922, ano desta obra, recebe medalha de bronze da ENBA.
Em 1930, recebe medalha de prata; e, em 1964, seu último salão, exibe "Grand Canal-Veneza" e "Mau tempo".
Também participa de salões oficiais em São Paulo.
Há obras suas nos palácios de governo de Porto Alegre e Florianópolis.
Realiza panos de boca para teatros das cidades paulistas de Campinas e Ribeirão Preto.

A ÓPERA: "Il Guarany" é uma ópera em quatro atos composta por Antônio Carlos Gomes, baseada no romance de José de Alencar, O Guarani. Seu libreto, em italiano ao invés do português nativo de Carlos Gomes, foi escrito por Antonio Scalvini e Carlo D'Ormeville. A obra se destaca como a primeira ópera brasileira a ser aclamada fora do Brasil. A estreia mundial teve lugar no Teatro Alla Scala, em Milão, Itália, em 19 de março de 1870. A ópera recebeu produções europeias adicionais. A primeira apresentação brasileira foi no Rio de Janeiro em 2 de dezembro de 1870, no Theatro D. Pedro II, prédio que foi demolido em 1934.

O autor da obra literária "O GUARANY" (1857), José de Alencar nasceu em Fortaleza, CE 1829. Formado em Direito pela Faculdade de Direito de São Paulo, teve intensa carreira política como deputado, ministro e outros cargos. Vitimado pela tuberculose, faleceu no Rio de Janeiro em 12 de dezembro de 1877.

* AS NOVE MUSAS: Após a guerra contra os titãs, as divindades anteriores aos deuses, Zeus se encontra com Mnemosine, deusa da memória, e, por dez noites consecutivas, se deita com ela. Após um ano, Mnemosine dá a luz às nove musas. As nove musas foram encarregadas de cantar a vitória e os grandes feitos dos deuses, sobre as suas divindades e belezas. Mouseion, significa Templo das Musas.
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R$ 22.000,00 (BRL)
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$ 3,960.00 (EUR)
$ 524.700,00 (ARS)
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224

Partitura da Ópera "O Guarani" de Carlos Gomes Original séc XIX. Partitura "Sinfonia dell´Opera Ballo IL GUARANY" - O Guarani. Edição original italiana do Século XIX. 13pp, por G. Ricordi. Com carimbo da Casa Levy - São Paulo. A ÓPERA: "Il Guarany" é uma ópera em quatro atos composta por Antônio Carlos Gomes, baseada no romance de José de Alencar, O Guarani. Seu libreto, em italiano ao invés do português nativo de Carlos Gomes, foi escrito por Antonio Scalvini e Carlo D'Ormeville. A obra se destaca como a primeira ópera brasileira a ser aclamada fora do Brasil. A estreia mundial teve lugar no Teatro Alla Scala, em Milão, Itália, em 19 de março de 1870. A ópera recebeu produções europeias adicionais. A primeira apresentação brasileira foi no Rio de Janeiro em 2 de dezembro de 1870, no Theatro D. Pedro II, prédio que foi demolido em 1934. O autor da obra literária "O GUARANY" (1857), José de Alencar nasceu em Fortaleza, CE 1829. Formado em Direito pela Faculdade de Direito de São Paulo, teve intensa carreira política como deputado, ministro e outros cargos. Vitimado pela tuberculose, faleceu no Rio de Janeiro em 12 de dezembro de 1877.

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225
Alfredo Galvão (Rio de Janeiro, 1900 - 1987)
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Artista premiado com o maior prêmio da ENBA: "Viagem ao estrangeiro".
Óleo sobre madeira
Medidas: 20 x 32 cm. / 53 x 65 cm.
Paquetá 1949


Estudou na Escola Nacional de Belas Artes (ENBA) entre 1916 a 1927. Foi discípulo de:
Lucílio de Albuquerque,
Rodolfo Amoedo,
Batista da Costa
Rodolfo Chambelland.

Em 1927 ganhou Prêmio Viagem e viveu em Paris até 1932.
Em 1934 foi nomeado para reger uma turma de Desenho da Escola Nacional de Belas Artes
Em 1938, assume a cátedra de Anatomia e Fisiologia Artísticas.
Em 1948 obteve o primeiro lugar no concurso para a Segunda Cadeira de Pintura, a qual ocupou até 1970 ao aposentar-se.
Na Escola Nacional de Belas Artes, foi Diretor de 1955 - 1957, período em que promoveu diversas mudanças administrativas:
Reorganizou
Catalogou os arquivos,
reestruturou a biblioteca,
reestruturou as galerias de moldagem e as de pintura.
Várias obras que haviam sido premiadas pela Academia e pela ENBA foram restauradas.
Nesse fértil período, os mostruários de gravura e de pedras preciosas receberam um tratamento especial.

Como pesquisador, Galvão dedicou-se a estudar, com afinco, a história da Academia Imperial de Belas Artes e da Escola Nacional de Belas Artes, nome que aquela recebeu, após 1889;

Tratando-se de um artista considerado no meio acadêmico, é de se admirar que até agora muito pouca coisa tenha sido escrito a seu respeito.
Bid
R$ 2.600,00 (BRL)
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R$ 2.600,00 (BRL)
Cotações
$ 494.00 (USD)
$ 468.00 (EUR)
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226
OSCAR PEREIRA DA SILVA (São Fidélis - RJ, 1867 - São Paulo - SP, 1939)
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Artista premiado com o maior premio da ENBA: "Viagem ao estrangeiro".
OVAL
Medidas: 69 x 39 cm. / 80 x 43 cm.
Óleo sobre cartão.
Flores, natureza morta.


Consta de selo no verso: Restaurado em 1999 por Renata Weithermer.
Em 1882, matriculou-se na Academia Imperial de Belas Artes
Em 1887, tornou-se ajudante de Zeferino da Costa na decoração da Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro.

Em Paris, Oscar foi pensionista do ateliê de dois dos maiores conservadores, Léon Bonnat e Jean-Léon Gérôme, que atendia aos pedidos de oficiais do governo francês.

Em 1896 retornou ao Brasil. No Rio de Janeiro, realizou uma exposição individual no salão da Escola Nacional de Belas Artes (Enba).
Em São Paulo e lecionou no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo e fundou o Núcleo Artístico, que, mais tarde, se transformaria na Escola de Belas Artes, onde deu aulas.
Entre 1903 e 1911, decorou o Theatro Municipal de São Paulo, elaborando três murais: O Teatro na Grécia Antiga, A Dança e A Música.

Sua pintura era muito apreciada pelas elites ligadas a cafeicultura, as quais assumiam cada vez mais um papel de destaque no canário político, devido a instauração da República no país, gerando a produção de iconografias locais.

A experiência de trabalhar na decoração da Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, gerou frutos em São Paulo, tendo a oportunidade de decorar, juntamente com Benedito Calixto, a Igreja de Santa Cecília e as igrejas de Santa Ifigênia, da Consolação e do Rosário, em São Paulo.

Na cidade de São Paulo estão os principais trabalhos do artista, entre os quais se destacam "Escrava Romana" (1894), "Infância de Giotto" (1895), "Fundação de São Paulo" (1909) e "Desembarque de Cabral em Porto Seguro" (1900), entre outros preservados pela Pinacoteca de São Paulo e pelo Museu Paulista da Universidade de São Paulo.

Após retornar de Paris em novembro de 1930, surge modificações em suas telas de composições mais despreocupadas, paleta mais claras, pinceladas soltas, contudo preservando o primor no desenho.
Bid
R$ 4.400,00 (BRL)
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R$ 4.400,00 (BRL)
Cotações
$ 836.00 (USD)
$ 792.00 (EUR)
$ 104.940,00 (ARS)
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$ 104.940,00 (ARS)
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DAMBROS (Art Deco, c.1930)
Bronze criselefantino, base em mármore.
"DOIS TRABALHADORES SENTADOS NA PRAÇA"
18x22x14 cm.
Bid
R$ 6.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 6.000,00 (BRL)
Cotações
$ 1,140.00 (USD)
$ 1,080.00 (EUR)
$ 143.100,00 (ARS)
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