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Galeria Paiva Frade
Auctioneer: Alexandre Paiva Frade
ARISTOCRÁTICOS E ETERNOS
24 de February às 20:30h
25 de February às 20:30h
26 de February às 20:30h
Description
IMPORTANTE: Esse leilão será apregoado A VISTA. MODALIDADES: DEPÓSITO BANCÁRIO. Entre em contato: (35) 3332 4150. No caso de arrematação os valores deverão ser quitados, em até 72 horas, após recebimento do E-MAIL DE COBRANÇA. O não cumprimento do prazo previsto, Leiloeiro dará por desfeita a venda e, por via de EXECUÇÃO JUDICIAL, cobrará sua comissão e a dos organizadores. DÚVIDAS POR FAVOR CONTATE: (35) 3332- 4150.
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105
JUAREZ MACHADO
65X93 CM.
DESENHO ORIGINAL: GRAFITE, ponto azul em gouache.
"ESTUDO-SEREIAS-RIO, 2002.

O artista plástico Juarez Machado, pioneiro do desenho de humor na televisão brasileira, teve um quadro de enorme sucesso nos primeiros anos do Fantástico: vinhetas animadas nas quais ele atuava como mímico – ou, na sua própria definição, um “desenhista do gesto” – ao som de um tema composto pelo maestro Júlio Medaglia.

Juarez Machado trabalhava como cenógrafo da Globo quando – inspirado na coluna de humor Nonsense, que assinava no Jornal do Brasil – teve a ideia de emprestar o corpo para dar vida aos seus desenhos. No seu quadro, exibido até 1978, Juarez interagia com os próprios desenhos e se apresentava com o rosto pintado de branco e vestindo uma fantasia que era uma mistura de boneco e palhaço.

As performances invariavelmente terminavam com o mímico desenhando uma linha de trem, uma passarela ou uma trilha de pegadas, por onde ele caminhava até desaparecer na tela. A estrada sempre foi um tema recorrente na obra de Juarez Machado e aparecia representada de várias formas em muito dos seus desenhos.
109
BRUNO GIORGI
56 x 18 x 18 cm.
TORSO EM MÁRMORE DE CARRARA, BASE EM BLOCO DE GRANITO.
Assinado por extenso
Procedência Galeria Dom Quixote RJ.

Em Paris 1937 frequenta a Académie de la Grande Chaumière e a Ranson, aluno de Aristide Maillol, conviveu com Henry Moore e Charles Despiau.

Em 1939 integra-se ao movimento modernista brasileiro com Vitor Brecheret e Mário de Andrade. Trabalhou com os artistas do Grupo Santa Helena
Participou da exposição do Grupo Família Artística Paulista.
134
Escola Espanhola - Século XVII/XVIII
Cristo
O.S.T.
Medidas: 119 x 87 cm.
Necessita de pequenos restauros

ECCE HOMO– ( Eis o Homem)- "BOM JESUS DO LIVRAMENTO" -
Sob essa invocação, venera-se a imagem de Jesus Cristo, em diferentes episódios de sua Paixão: Atado a Coluna, Na Pedra Fria, vestido de manto vermelho, a cana ao invés de cetro, a coroa de espinhos.
135
AUGUSTE MOREAU (França, 1834 - 1917)
Figura Feminina
Escultura em bronze patinado e cinzelado.
Base em mármore negro. Assinada. Altura: 42 cm.
Louis-Auguste Moreaux (ou Moreau) (Rocroy, 1818 - Rio de Janeiro, 1877) foi um pintor francês radicado no Brasil e ativo no século XIX.

Era irmão de François-René Moreaux, a quem acompanhou ao Brasil em 1830, residindo primeiro em Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Sul antes de fixar-se no Rio por volta de 1840. No ano seguinte já participava da II Exposição Geral de Belas Artes, conquistando a medalha de ouro pela tela Alta de Mineiros.

Participou também nas edições subseqüentes da exposição, e em 1843 recebeu a Imperial Ordem da Rosa, no grau de Cavaleiro, pela sua obra Jesus Cristo e o Anjo. Outra tela sua que teve grande sucesso foi o retrato da atriz Lagrange como Norma em A Desposada de Lammermor, que mececeu o elogio do exigente Gonzaga Duque. Em sua produção privilegiou temas históricos e os retratos, realizados em um estilo romântico.

Em parceria com Abraham-Louis Buvelot realizou em cromolitografia uma série de cenas e paisagens do Rio, reunidas no álbum O Rio de Janeiro Pitoresco, publicado em 1842
137
WALTER LEWY (Bad Oldesloe, Alemanha 1905 - São Paulo SP 1995)
Medidas: 60 x 80 cm. / 62 x 83 cm.
Óleo sobre tela.
1983

Surrealista alemão contemporâneo do escritor francês André Breton 1896-1966 que em 1924 publicou o Manifesto Surrealista.

Walter Lewy, em 1923, estudava na Handwerk und Kunstgewerbeschule, escola alinhada com a filosofia das vanguardas, semelhante a Bauhaus. Já o Manifesto Surrealista, foi publicado pelo escritor francês André Breton em 1924. Os dois eram fortemente influenciados pelas teorias psicanalíticas do psicólogo Sigmund Freud, pois era o espirito da época do qual Lewy é legitimo representante.

A iconografia de Lewy pode ser comparada à de Dali, Ernst ou Tanguy, ao explorar a condição humana, por meio de imagens desafiadoras a percepção da realidade do espectador.
Na Segunda Guerra Mundial, praticamente todos os membros do grupo surrealista foram forçados ao exílio: Salvador Dali, Max Ernst, Yves Tanguy e André Breton nos Estados Unidos semelhante a Lewy no Brasil. Neste período seus pais foram mortos no campo de concentração de Auschwitz.

No Brasil, sem nunca abrir mão de seu estilo, fez parte do modernismo, frequentando o Grupo Santa Helena

lustrou vários livros para diversas editoras, em obras de renomados autores: Machado de Assis, Sérgio Milliet, Franz Kafka, Arnold Toynbee, entre outros.

Acervo
Mac
Masp
138
WALTER LEWY (Bad Oldesloe, Alemanha 1905 - São Paulo SP 1995)
Óleo sobre tela.
Medidas: 27 x 35 cm. / 30 x 39 cm.
1976.

Surrealista alemão contemporâneo do escritor francês André Breton 1896-1966 que em 1924 publicou o Manifesto Surrealista.

Walter Lewy, em 1923, estudava na Handwerk und Kunstgewerbeschule, escola alinhada com a filosofia das vanguardas, semelhante a Bauhaus. Já o Manifesto Surrealista, foi publicado pelo escritor francês André Breton em 1924. Os dois eram fortemente influenciados pelas teorias psicanalíticas do psicólogo Sigmund Freud, pois era o espirito da época do qual Lewy é legitimo representante.

A iconografia de Lewy pode ser comparada à de Dali, Ernst ou Tanguy, ao explorar a condição humana, por meio de imagens desafiadoras a percepção da realidade do espectador.
Na Segunda Guerra Mundial, praticamente todos os membros do grupo surrealista foram forçados ao exílio: Salvador Dali, Max Ernst, Yves Tanguy e André Breton nos Estados Unidos semelhante a Lewy no Brasil. Neste período seus pais foram mortos no campo de concentração de Auschwitz.

No Brasil, sem nunca abrir mão de seu estilo, fez parte do modernismo, frequentando o Grupo Santa Helena

lustrou vários livros para diversas editoras, em obras de renomados autores: Machado de Assis, Sérgio Milliet, Franz Kafka, Arnold Toynbee, entre outros.

Acervo
Mac
Masp
139
WALTER Lewy (Bad Oldesloe, Alemanha 1905 - São Paulo SP 1995)
Medidas: 53 x 71 cm. / 57 x 76 cm.
Óleo sobre tela.
1975

Surrealista alemão contemporâneo do escritor francês André Breton 1896-1966 que em 1924 publicou o Manifesto Surrealista.

Walter Lewy, em 1923, estudava na Handwerk und Kunstgewerbeschule, escola alinhada com a filosofia das vanguardas, semelhante a Bauhaus. Já o Manifesto Surrealista, foi publicado pelo escritor francês André Breton em 1924. Os dois eram fortemente influenciados pelas teorias psicanalíticas do psicólogo Sigmund Freud, pois era o espirito da época do qual Lewy é legitimo representante.

A iconografia de Lewy pode ser comparada à de Dali, Ernst ou Tanguy, ao explorar a condição humana, por meio de imagens desafiadoras a percepção da realidade do espectador.
Na Segunda Guerra Mundial, praticamente todos os membros do grupo surrealista foram forçados ao exílio: Salvador Dali, Max Ernst, Yves Tanguy e André Breton nos Estados Unidos semelhante a Lewy no Brasil. Neste período seus pais foram mortos no campo de concentração de Auschwitz.

No Brasil, sem nunca abrir mão de seu estilo, fez parte do modernismo, frequentando o Grupo Santa Helena

lustrou vários livros para diversas editoras, em obras de renomados autores: Machado de Assis, Sérgio Milliet, Franz Kafka, Arnold Toynbee, entre outros.

Acervo
Mac
Masp
140
JOHN GRAZ (Genebra, Suíça 1891 - São Paulo, 1980)
Veneza
Guache s/ papel
Ass. cid.
Localizado Veneza e datado 1972.
Medidas: 33,5 x 47,5 cm.
Apresenta certificado de autenticidade do Instituto John Graz. Coleção particular do Rio de Janeiro.

Pintor, ilustrador, decorador, escultor e artista gráfico suíço-americano. John Graz ingressou no curso de arquitetura, decoração e desenho da Escola de Belas Artes de Genebra em 1910, onde é aluno de Eugène Gilliard, Gabriel Vernet e Daniel Baud-Bovy. É discípulo também de Edouard Ravel, com quem aprende uma multiplicidade de técnicas e estilos. De 1911 a 1913, na Escola de Belas Artes de Munique, estudou decoração, design e publicidade com Carl Moos. Em viagem a Paris, se familiariza com o trabalho de Paul Cézanne e Ferdinand Hodler e entra em contato com o cubismo, o fauvismo e o futurismo. Conhece, também, o escultor Victor Brecheret e, em 1913, retorna a Genebra, onde desenha vitrais e faz ilustrações para cartazes publicitários. Trava amizade com o escritor Sérgio Milliet e conhece os irmãos Antônio e Regina Gomide, colegas na Escola de Belas Artes. Graz recebeu, por duas vezes, a Bolsa Lissignol e parte para estudos na Espanha. Noivo de Regina, vem ao Brasil em 1920 e casa-se com ela em São Paulo. Por intermédio de Oswald de Andrade, o casal passa a fazer parte da vida intelectual da cidade. Graz participa da Semana de Arte Moderna de 1922, expondo sete telas. No mesmo ano, tem um de seus trabalhos publicados na revista Klaxon, em sua 7ª edição.
141
JOHN GRAZ (Genebra, Suíça 1891 - São Paulo, 1980)
Três Pássaros, Bando de Aves - Tuiuiu.
Guache e ecoline s/ papel em chapa.
Ass. cid.
Medidas: 21 x 23 cm (MI).
Procedência Galeria Renot -SP.

Pintor, ilustrador, decorador, escultor e artista gráfico suíço-americano. John Graz ingressou no curso de arquitetura, decoração e desenho da Escola de Belas Artes de Genebra em 1910, onde é aluno de Eugène Gilliard, Gabriel Vernet e Daniel Baud-Bovy. É discípulo também de Edouard Ravel, com quem aprende uma multiplicidade de técnicas e estilos. De 1911 a 1913, na Escola de Belas Artes de Munique, estudou decoração, design e publicidade com Carl Moos. Em viagem a Paris, se familiariza com o trabalho de Paul Cézanne e Ferdinand Hodler e entra em contato com o cubismo, o fauvismo e o futurismo. Conhece, também, o escultor Victor Brecheret e, em 1913, retorna a Genebra, onde desenha vitrais e faz ilustrações para cartazes publicitários. Trava amizade com o escritor Sérgio Milliet e conhece os irmãos Antônio e Regina Gomide, colegas na Escola de Belas Artes. Graz recebeu, por duas vezes, a Bolsa Lissignol e parte para estudos na Espanha. Noivo de Regina, vem ao Brasil em 1920 e casa-se com ela em São Paulo. Por intermédio de Oswald de Andrade, o casal passa a fazer parte da vida intelectual da cidade. Graz participa da Semana de Arte Moderna de 1922, expondo sete telas. No mesmo ano, tem um de seus trabalhos publicados na revista Klaxon, em sua 7ª edição.
142
MODERNISMO LATIN AMERICA
CARYBÉ (Hector Julio Páride Bernabó (Lanús, Argentina 1911 — Salvador, BA 1997)
Nanquim
Med: 29 x 22 cm./ 55 x 46 cm.

Charge, Caricatural, Storyboard - Atribuído aos anos 1950-60

Artista homenageado com Sala Especial na VI Bienal Internacional de Arte de São Paulo.

Possui um dos mais vastos e prestigiados currículos da historia da arte no Brasil, que torna-se impossível resumir em importância. Desta feita sugerimos que copie e cole esse link:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Carybé
143
MODERNISMO LATIN AMERICA
CARYBÉ - Hector Julio Páride Bernabó
Lanús, Argentina 1911 — Salvador, BA 1997
Nanquim
Med: 29 x 22 cm/ 55 x 46 cm.
Cenas em uma Cantina Italiana.
Charge, Caricatural, Storyboard - Atribuído aos anos 1950-60

Artista homenageado com Sala Especial na VI Bienal Internacional de Arte de São Paulo.

Possui um dos mais vastos e prestigiados currículos da historia da arte no Brasil, que torna-se impossível resumir em importância. Desta feita sugerimos que copie e cole esse link:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Carybé
146
Pendant de litografias originais aquareladas by THOMAS ENDER (Viena, 1793 - 1875)
Gravuras em metal, aquareladas. Datadas 1827.

Vista Bairro Laranjeiras - Tab. physiognom. XXVI (BAIRRO DAS LARANJEIRAS)
“Vallis Larangeiras prope Sebastiana polin"
Dimensão da imagem: 20,5 x 33 cm.
Dimensão da folha: 24,8 x 35,5 cm.

Vista a partir Corcovado - Tab. physiognom. XIX (VISTA A PARTIR DO CORCOVADO)
"Prospectus e cacumine montis Corcovado"
Dimensão da imagem: 20,2 x 32,8 cm.
Dimensão da folha: 29,6 x 43,8 cm.

Pintor austríaco que deve ser incluído entre os chamados pintores viajantes, ou seja, aqueles que vieram ao Brasil a partir da época do príncipe regente D. João VI até os últimos anos do século XIX. Talvez as gravuras de mais esmerado acabamento executadas na Europa a partir de vistas do Brasil (Pedro Correa do Lago). Referência: livro Brasiliana, Itaú, à pág. 184, e Iconografia do Rio de Janeiro, por Gilberto Ferrez.

147
Leonardo Roda (Racconigi, 1868 – Torino, 1933)
"Iconografia panorâmica do Rio de Janeiro"
Tríptico
O.S.M.
Pintor viajante
Medidas: 32 x 144 cm
Assinado: L. Roda – década de 1920.

Único quadro conhecido do pintor no Brasil, artista catalogado internacionalmente, com obras em coleções particulares e Museus Un'opera Di Roda, precedentemente di proprietà dell'Istituto Bancario Italiano, è conservatanelle collezioni d'arte della Fondazione Cariplo. Un Altro Dipinto è conservato nel Museo Gaffoglio di Rapallo.
160
Martins de Porangaba (1944).
Composição abstrata.
Acrílica sobre tela.
Medidas :78 x 99 cm.
Assinado e datado 1995

Cursou desenho, pintura e modelo vivo na Associação Paulista de Belas Artes, entre 1967 e 1970.
Estuda gravura com Paulo Mentem e modelagem com Olinda Dalma
Em 1979 recebeu, no Salão da Associação Paulista de Belas Artes, Menção Honrosa
Em 1980 leciona pintura na Escola Panamericana de Artes.
em 1981 recebeu Medalha de Bronze do Salão da Associação Paulista de Belas Artes.

Está em acervos de instituições tais como:
Pinacoteca do Estado de São Paulo,
Museu de Arte Contemporânea de Campinas,
Centro Cívico de Santo André,
Divisão de Museus e Arquivos Históricos de Taubaté,
Pinacoteca Sambra,
Pinacoteca da Prefeitura de Piracicaba,
Pinacoteca do Brazilian-American Cultural Institute,
Spor 1 Gallery Remisen Brande Dinamarca,
Coleções particulares no Brasil, Alemanha, China, Espanha, França, Inglaterra, Panamá, Portugal, Suíça, Estados Unidos da América, Venezuela, Dinamarca.

161
Carlos Lousada(Rio de Janeiro, 1905 - 1984)
"Chegada dos marinheiros"
O.S.M.
Datado: 1970
Medidas: 77,3 x 57,3 cm. / 102,5 x 82 cm.


Participou da 1ª Bienal Nacional de Artes Plásticas 28-12-1966 no Convento de Nossa Senhora do Carmo. Igreja (Salvador, BA)

Do 17º Salão Nacional de Arte Moderna em 1968 no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro
Do 18º Salão Nacional de Arte Moderna em 1969 no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro
Do 19º Salão Nacional de Arte Moderna em 1970 no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro

Exposição O Mar em 1974 na Galeria Ibeu, Copacabana, Rio de Janeiro, RJ

Exposição "Gente da Terra" em 1980 no Paço das Artes

Exposição "Pop Brasil: a arte popular e o popular na arte" em 06-07-2002 no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB)

Exposição "Encontros e Reencontros na Arte Naïf" - Brasil-Haiti em 2005 no Centro Cultural Banco do Brasil de Brasilia, DF , d São Paulo, SP e no Museu de Arte Brasileira - MAB na FAAP de SãoPaulo.

Exposição "Arte brasileira e internacional na Coleção Boghici" em 2013 no Museu de Arte do Rio (MAR)

Citado nos livros:
Aspectos da pintura primitiva brasileira. Tradução Richard Spock. Apresentação Geraldo Edson de Andrade. Rio de Janeiro: Spala, 1978. 195 p.

Pop Brasil: arte popular e o popular na arte. Curadoria Paulo Klein; tradução João Moris, Beatriz Karan Guimarães, Maurício Nogueira Silva; texto Paulo Klein, Jean Boghici, Ladi Biezus et al. São Paulo: CCBB, 2002. 130 p.

GENTE da Terra. Texto de Lourdes Cedran. São Paulo: Paço das Artes, 1980.

IBEU em 60 Obras Selecionadas. Rio de Janeiro: Ibeu, 1994.

LEITE, José Roberto Teixeira. Dicionário crítico da pintura no Brasil. Rio de Janeiro: Artlivre, 1988.

LOUZADA, Júlio. Artes Plásticas: seu mercado, seus leilões. São Paulo: Júlio Louzada, 1997.

A ARTE Naif no Brasil. São Paulo: Empresa das Artes, 1998.

PONTUAL, Roberto. Dicionário das artes plásticas no Brasil. Apresentação de Antônio Houaiss. Textos de Mário Barata et al. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1969.

AYALA, Walmir. Dicionário de Pintores Brasileiros. Curitiba: Ed. da UFPR, 1997.
162
Romanelli
“Dom Quixote”
Medidas: 150 x 100 cm.
Acrílica sobre tela
2020

Armando Romanelii, nasceu em 1945 no Rio de Janeiro
Cursou o Instituto de Belas Artes do Rio de Janeiro sendo discípulo de Edgar Walter, Oswaldo Teixeira e Manoel Santiago.
Recebeu sua primeira medalha de ouro em 1968 num salão julgado por Orlando Teruz, Silvia de Leon Chalréo e Quirino Campofiorito.
De 1965 a 1968 transita do Academicismo ao Impressionismo.
Entre os anos 1968 a 1972, participa de Salões de Arte, recebendo medalhas de ouro, prata, bronze, Menções Honrosas entre outros prêmios.
Em 1973 faz sua primeira exposição internacional, começando na Inglaterra em Londres, seguindo após exposições em Lisboa, Porto, Flórida, Atlanta e no Caribe.
Lançou em 1987 o seu primeiro livro ROMANELLI
Em 2002 lançou o livro Romanelli “As Cores do Tempo”, com uma exposição retrospectiva,na Casa França Brasil Rio de Janeiro.
Em 2009, realizou a pintura de um Painel de 20,00 m² na Igreja Santa Rosa de Lima, Rio de Janeiro.
Romanelli é um impressionante artista da pintura brasileira, que impõe em suas obras características de contraste e luz.
163
SYLVIO PINTO (Rio de Janeiro, 1918 -1997)
Marinha
Óleo s/ tela
Ass. cid.
Década de 1940
Medidas: 54 x 65 cm.

Paisagista e marinhista, era pai do pintor Ubirajara Pinto e filho do pintor português Bernardo Pinto da Silva, seu primeiro mestre. Estuda no Liceu de Artes e Ofícios em 1936, no Rio de Janeiro, onde teve como mestres Edson Mota, Manoel Santiago, Bustamante Sá e Pancetti, que muito influenciaria a sua obra. Em 1938p assa a frequentar o Grupo Bernardelli. No Rio conheceu ainda, entre outros, Quirino Campo, Milton Dacosta, Ado Malagoli. Realiza decorações e cenários para teatro e festejos carnavalescos, em 1939. Decide seguir carreira profissional de pintor em 1940. Funda uma escolinha de arte gratuita para crianças carentes no bairro carioca de Jacarepaguá, onde reside. Em 1953 viaja à Europa, seguindo por Lisboa, Madri e Sevilha (Espanha), para se fixar em Paris. Datam deste período algumas de suas melhores paisagens urbanas. Em 1977 viaja aos Estados Unidos retornando em 1981 para abrir ateliê em Ellenville, no estado de Nova York, onde permanece por alguns anos. Os derradeiros anos do artista foram vividos no bairro carioca do Leme.
164
KENJI FUKUDA (Indiana, 1943)
Sem Título.
Acrílico s/ tela
Ass. cid.
Medidas: 80 x 100 cm.

Pintor filho do imigrante japonês Tamotsu Fukuda, também pintor, começou a desenhar seus primeiros rascunhos aos 12 anos de idade. Expôs suas obras em Berlim (1985), Paris (1989) e Los Angeles (1990).
165
SÉRGIO TELLES (Rio de Janeiro RJ 1936)
"Bordel - Mangue", 2010
Med. 25 x 34 A.S.C

Em sua exposição na galeria Wildenstain, Londres 1978, publicou o poema "A Festa do Mangue", de Carlos Drummond de Andrade no catálogo.Desde então, a temática e a memória dos bordéis, do Mangue, a lendária e desaparecida Zona de baixo meretrício do centro do Rio de Janeiro, voltam e meia surgem na pintura de Sérgio Telles.

O ARTISTA FAZ PARTE DE IMPORTANTES ACERVOS EM MUSEUS:

Carnavalet
Beaubourg
Arte Moderna de Paris
Grenoble e Marselha
Petit Palais de Genebra
Hermitage de São Petersburgo
Pouchkine de Moscou
MASP de São Paulo
Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro
Fundação Gulbenkian
Museu de Lisboa
Bridgestone de Tóquio
Albertina de Viena
Palácio Kheireddine de Túnis
166
ALDEMIR MARTINS 1922 — 2006
70 x 43 cm./ 93 x 66 cm.
Violeiro.
LITHO AQUARELADA
70/100. Com marca d'água .
1981.

ARTISTA PREMIADO DUAS VEZES NA BIENAL DE VENEZA, TRÊS VEZES CONSECUTIVAS NA BIENAL DE SÃO PAULO E ISENÇÃO DE JÚRI DO SALÃO NACIONAL DE ARTE MODERNA.

Com Antônio Bandeira, Inimá de Paula e outros, funda Sociedade Cearense de Artistas Plásticas, consideradas como responsáveis pela renovação do ambiente artístico cearense.

Em 1945 participa do Salão Nacional de Belas Artes.
Em 1946 realiza sua primeira exposição individual no Instituto de Arquitetos do Brasil- SP.
Em 1947 é convidado a participar da exposição "19 Pintores", que marca a ascensão de uma nova geração de artistas brasileiros.
A partir de 1947, tinha exposições nos principais salões de arte do país e recebeu vários prêmios. Em 1949, fez um curso de história da arte com Pietro Maria Bardi e trabalhou no Masp,
Em 1951 Recebe o Prêmio de Aquisição na Iª Bienal de São Paulo.
Em 1952 participa participa da Bienal de Veneza. Também do IIº Salão Nacional de Arte Moderna, Salão de Arte Moderna América do Sul e da "Exposición de Pinturas y Dibujos Brasileños", em Santiago, Buenos Aires e Caracas.
Em 1953, Aldemir participa do 3º Salão Nacional de Arte Moderna e, recebe o Certificado de Isenção do Júri.
Em 1953 novamente é premiado na 2ª Bienal de São Paulo.
Em 1954 recebe Prêmio no 3º Salão Paulista de Arte Moderna,
Em 1955 novamente é premiado 3ª Bienal de São Paulo
Em 1956, em Veneza, recebe o prêmio "Prezidente del Consigli dei Ministri" da XXVIII Biennale di Venezia...
167
LUIZ AQUILA
Rio de Janeiro, 1943
"A Pintura de Ser Vista."
Importante obra reproduzida fotograficamente no catálogo da Exposição "Arte em Dialogo" no Museu Nacional de Belas Artes em novembro de 2008. (VIDE FOTO)

Acrílico s/ tela.
Ass. cid.
Ass. titulado e datado 2007, no verso.
Medidas: 60 x 180 cm.

168
BB SCHMITT (Ceará - 1957)
Trama nº 3. Fitas e Formas, 2011
Escultura em acrílico em 3D.
Ass. cid.
Medidas: 100 x 50 x 10 cm.

Nota Biográfica: Nascida no Ceará em 1957, iniciou seus estudos nas artes plásticas em 1976. Estudou escultura e Instalação com a escultora argentina Neuza Scher Gómez. Atuou no mundo fashion nos anos 80 e 90. Tendo uma ligação muito forte com o carnaval, desenvolveu adereços. De 2001 à 2005 estudou pintura contemporânea na Escola de Artes Visuais Parque Lage - Rio de Janeiro. Seus últimos projetos focam nas questões do homem e a natureza.

2004 - "SOCORRO FLORESTAS" - Foram dezoito trabalhos abordando o desmatamentos e das queimadas.

2005 - "DE VOLTA AO JARDIM" - Resultou numa exposição na Galeria Colecionador - Shopping Cassino Atlântico - RJ - Ganhou medalha de bronze no 2º Salão de Artes da Academiado Meio Ambiente, com a INSTALAÇÃO "Pescaria no Posto Seis".

2008 - "TRAJETÓRIA" - São trabalhos desenvolvidos a partir do objeto comum, dando a eles um novo significado. Utilizou látex e similar, focando o universo infantil e adulto. Com este participou da InternationArt Santa Fé na Califórnia - USA - com a Galeria de Arte Neide Leone - RJ

"Elementos" - Focado nos quatro elementos da natureza: Terra, Ar, Agua e Fogo - Desenvolveu trabalhos utilizando papel reciclado e látex.

Participou da Exposição Coletiva - Galeria Neide Leone - RJ

2009 - "POP ORGÂNICO" - Trabalhos em acrílico - Focados na Vitoria Regia entre outros.

2010 - "DOMINUS" - Trabalhos em acrílico focados na representação da água e outras abordagens.
169
BB Schmitt (Ceará - 1957)
"Relevos" - Série Aquíferos. Iconografia do Rio de Janeiro.
Díptico - Duas Esculturas de acrílico dupla face, assinadas.
Medidas: 50 x 100 x 9 cm. (cada uma).
Coleção particular, Rio de Janeiro/RJ.

Nota Biográfica: Nascida no Ceará em 1957, iniciou seus estudos nas artes plásticas em 1976. Estudou escultura e Instalação com a escultora argentina Neuza Scher Gómez. Atuou no mundo fashion nos anos 80 e 90. Tendo uma ligação muito forte com o carnaval, desenvolveu adereços. De 2001 à 2005 estudou pintura contemporânea na Escola de Artes Visuais Parque Lage - Rio de Janeiro. Seus últimos projetos focam nas questões do homem e a natureza.

2004 - "SOCORRO FLORESTAS" - Foram dezoito trabalhos abordando o desmatamentos e das queimadas.

2005 - "DE VOLTA AO JARDIM" - Resultou numa exposição na Galeria Colecionador - Shopping Cassino Atlântico - RJ - Ganhou medalha de bronze no 2º Salão de Artes da Academiado Meio Ambiente, com a INSTALAÇÃO "Pescaria no Posto Seis".

2008 - "TRAJETÓRIA" - São trabalhos desenvolvidos a partir do objeto comum, dando a eles um novo significado. Utilizou látex e similar, focando o universo infantil e adulto. Com este participou da InternationArt Santa Fé na Califórnia - USA - com a Galeria de Arte Neide Leone - RJ

"Elementos" - Focado nos quatro elementos da natureza: Terra, Ar, Agua e Fogo - Desenvolveu trabalhos utilizando papel reciclado e látex.

Participou da Exposição Coletiva - Galeria Neide Leone - RJ

2009 - "POP ORGÂNICO" - Trabalhos em acrílico - Focados na Vitoria Regia entre outros.

2010 - "DOMINUS" - Trabalhos em acrílico focados na representação da água e outras abordagens.
170
TOMÁS SANTA ROSA
João Pessoa, PB, 1909 / Nova Délhi, Índia -1956
Meninas
Óleo s/ tela
Ass. e datado CID, 1956.
Medidas: 52 x 63 cm.

Foi um artista multimeios: cenógrafo, artista gráfico, ilustrador, pintor, gravador, decorador, figurinista e crítico de arte.

Famoso em meados do século XX, assinava capas de alguns dos escritores mais importantes daquela geração.

É reconhecido como o primeiro cenógrafo moderno brasileiro. Foi coordenador das montagens do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, sem licenciatura, dirigiu o Conservatório Nacional de Teatro e ministrou um curso de cenografia no SNT.

Foi o primeiro ilustrador de seu amigo, Stanislaw Ponte Preta de Sérgio Porto. Dedicou-se em muito ao designer gráfico.

Assinou a coluna de crítica de arte do Diário de Notícias.
Foi cenógrafo de Vestido de Noiva (1943), de Nélson Rodrigues. Entre os autores dos livros estavam José Lins do Rego, Rachel de Queiroz, Jorge Amado, Graciliano Ramos, Guimarães Rosa e Carlos Drummond de Andrade.

Como pintor, influenciou sua geração e trabalhou com Cândido Portinari em diversos murais. Seu principal auxiliar e amigo, foi o grande artista Fernando P, que ao chegar no Rio de Janeiro residiu no estudio de Santa Rosa e posteriormente tornou-se auxiliar de Di Cavalcanti.

Esse é um de seus últimos quadros datado 1956, ano em que faleceu em Nova Délhi na Índia.

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PAR AQUARELAS CHINESAS SELO VERMELHO ASSINADAS
Par de pinturas chinesas sobre papel policromado e dourado, representando Cavaleiro e Arqueiro. Apresenta inscrições e selo vermelho CSE. Assinada. China, século XVIII. Medidas: 78 x 55 cm (emoldurada).
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BERNARD BUFFET (França, 1928 - 1999)
Coruja
Tapeçaria Assinada e datada de 1969. Emoldurada.
Medidas: 50 x 60 cm.
Artista catalogado internacional.

Buffet nasceu em Paris, França, onde estudou arte na École Nationale Supérieure des Beaux-Arts

Apoiado pelo carteador Maurice Garnier , Buffet produziu peças religiosas, paisagens, retratos e naturezas mortas .
Em 1946 expos no Salon des Moins de Trente Ans da Galerie Beaux-Arts.
Ele tinha pelo menos uma grande exposição por ano.

Pierre Bergé era o amante de Buffet até que Bergé trocou Buffet por Yves Saint Laurent e Buffet se casou com a escritora e atriz Annabel Schwob.
Bernard Buffet foi nomeado "Chevalier de la Légion d'Honneur" em 1973.

Em 23 de novembro de 1973, o Museu Bernard Buffet foi fundado por Kiichiro Okano, em Surugadaira, Japão.

Buffet criou mais de 8.000 pinturas, gravuras, tapeçarias e cometeu suicídio em sua casa em Tourtour , sul da França, em 1999, colocando a cabeça em um saco plástico preso ao pescoço com fita adesiva.

No século 21, houve um novo aumento no interesse pela obra de Bernard Buffet. Com algumas exposições de sucesso na França e em todo o mundo.

Em 2016, o autor britânico Nicholas Foulkes publicou Bernard Buffet: The Invention of the Modern Mega-Artist , no qual ele oferece um relato biográfico controverso da vida e obra de Buffet.
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Djanira
Tapeçaria ”Casa de Farinha”
Medidas: 84 x 125 cm.
Assinado cid, emoldurada


“Djanira traz o Brasil em suas mãos, sua ciência é a do povo, seu saber é esse do coração aberto à paisagem, à cor, ao perfume, P'as alegrias, dores e esperanças dos brasileiros." Jorge Amado

Nasceu em Avaré, filha de Oscar Paiva e Pia Job Paiva
Aos 23 anos, foi internada com vírus num Sanatório Dória. Posteriormente, no Rio de Janeiro, reside em Santa Teresa. Emeric Marcier a incentivava e dando aulas de pintura. Também frequentava, o Liceu de Artes e Ofícios onde conheceu Maria Helena Vieira da Silva, com Milton Da Costa e Scliar.

Em 1942 Djnira expos no 48º Salão Nacional de Belas Artes
Em 1943 realizou sua primeira mostra individual, na Associação Brasileira de Imprensa (ABI).
Em 1945, viaja para Nova York e, de volta ao Brasil, cria o mural Candomblé para Jorge Amado, em Salvador. Em Petrópolis realizou o painel para o Liceu Municipal.
Entre 1953 e 1954, viaja para estudar na União Soviética.
Na década de 1950, de volta ao Rio de Janeiro, torna-se uma das líderes do movimento pelo Salão Preto e Branco.
Realiza em 1963, o magnifico painel de azulejos Santa Bárbara, para a capela do túnel Santa Bárbara, no Rio de Janeiro.
No ano de 1966, a editora Cultrix publicou um álbum com poemas e serigrafias de sua autoria.
Em 1977, o Museu Nacional de Belas Artes, realizou uma grande retrospectiva de sua obra.
Na década de 1970, foi em Santa Catarina para ver de perto a vida dos mineiros e, para Itabira conhecer a extração de ferro.

Djanira trabalhou com xilogravura, gravura em metal, e desenhos para tapeçaria e azulejaria.
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ICONOGRAFIA do Rio de Janeiro - Gravura em metal intitulada “Rio de Janeiro 1840 - Mercado de barracas” - por Adolphe D'Hastrel.
Aquarelada de época.
Medidas: 23 x 30 cm.
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Henrique Goldschmidt (1867, Rio de Janeiro, RJ - 1952)
Iconografia do Rio de Janeiro, vista do Pão de Açúcar
Aquarela assinada
Medidas: 24 x 16,5 cm.
Não está emoldurada.
BIOGRAFIA: Dedicou-se à aquarela e ao desenho (bico de pena). Devem-se a Donato Mello Júnior as únicas referências atualizadas a seu respeito. O pesquisador a ele se refere como "artista amador" e "professor de línguas: português, latim, francês, castelhano, italiano, inglês". Ainda segundo Mello Júnior, Goldschmidt especializou-se "em pintar pequenas aquarelas, de grande delicadeza, preferindo o litoral carioca da Glória e Flamengo". Seus trabalhos integram coleções particulares e têm chamado a atenção do mercado de arte.
Referências: Um século de pintura (Röhe, 1916), de Laudelino Freire; Pinturas & pintores do Rio Antigo (Ilustrado pela coleção Sergio Fadel, 1990), textos de Paulo Berger, Herculano Gomes Mathias e Donato Mello Júnior.
REFERÊNCIAS: http://www.arcadja.com/auctions/pt/goldschmidt_henrique/artist/43101/
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Henrique Goldschmidt (1867, Rio de Janeiro, RJ - 1952)
Iconografia do Rio de Janeiro, vista da Pedra da Gávea
Aquarela assinada
Medidas: 24 x 16,5 cm.
Não está emoldurada.

BIOGRAFIA: Dedicou-se à aquarela e ao desenho (bico de pena). Devem-se a Donato Mello Júnior as únicas referências atualizadas a seu respeito. O pesquisador a ele se refere como "artista amador" e "professor de línguas: português, latim, francês, castelhano, italiano, inglês". Ainda segundo Mello Júnior, Goldschmidt especializou-se "em pintar pequenas aquarelas, de grande delicadeza, preferindo o litoral carioca da Glória e Flamengo". Seus trabalhos integram coleções particulares e têm chamado a atenção do mercado de arte.
Referências: Um século de pintura (Röhe, 1916), de Laudelino Freire; Pinturas & pintores do Rio Antigo (Ilustrado pela coleção Sergio Fadel, 1990), textos de Paulo Berger, Herculano Gomes Mathias e Donato Mello Júnior.
REFERÊNCIAS: http://www.arcadja.com/auctions/pt/goldschmidt_henrique/artist/43101/
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