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Galeria Paiva Frade
Auctioneer: Alexandre Paiva Frade
ARISTOCRÁTICOS E ETERNOS
24 de February às 20:30h
25 de February às 20:30h
26 de February às 20:30h
Description
IMPORTANTE: Esse leilão será apregoado A VISTA. MODALIDADES: DEPÓSITO BANCÁRIO. Entre em contato: (35) 3332 4150. No caso de arrematação os valores deverão ser quitados, em até 72 horas, após recebimento do E-MAIL DE COBRANÇA. O não cumprimento do prazo previsto, Leiloeiro dará por desfeita a venda e, por via de EXECUÇÃO JUDICIAL, cobrará sua comissão e a dos organizadores. DÚVIDAS POR FAVOR CONTATE: (35) 3332- 4150.
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2
OSCAR PEREIRA DA SILVA (São Fidélis RJ 1867 - São Paulo SP 1939)
"Iconografia - "Praia do José Menino em Santos - Vista para São Vicente, SP".
Óleo sobre tela
Medidas: 50 x 95 cm
Assinado: Canto inferior direito - 1904
Procedência: Galeria Maurício Pontual.

Em 1882, matriculou-se na Academia Imperial de Belas Artes
Em 1887, tornou-se ajudante de Zeferino da Costa na decoração da Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro.

Em Paris, Oscar foi pensionista do ateliê de dois dos maiores conservadores, Léon Bonnat e Jean-Léon Gérôme, que atendia aos pedidos de oficiais do governo francês.

Em 1896 retornou ao Brasil. No Rio de Janeiro, realizou uma exposição individual no salão da Escola Nacional de Belas Artes (Enba).
Em São Paulo e lecionou no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo e fundou o Núcleo Artístico, que, mais tarde, se transformaria na Escola de Belas Artes, onde deu aulas.
Entre 1903 e 1911, decorou o Theatro Municipal de São Paulo, elaborando três murais: O Teatro na Grécia Antiga, A Dança e A Música.

Sua pintura era muito apreciada pelas elites ligadas a cafeicultura, as quais assumiam cada vez mais um papel de destaque no canário político, devido a instauração da República no país, gerando a produção de iconografias locais.

"Iconografia - Santos - SP" é uma rara obra pois sabe-se que Oscar Pereira da Silva e Benedito Calixto, nesta época, tornaram-se próximos, pois executavam pinturas na igreja de Santa Cecília.

A experiência de trabalhar na decoração da Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, gerou frutos em São Paulo, tendo a oportunidade de decorar, juntamente com Benedito Calixto, a Igreja de Santa Cecília e as igrejas de Santa Ifigênia, da Consolação e do Rosário, em São Paulo.

Na cidade de São Paulo estão os principais trabalhos do artista, entre os quais se destacam "Escrava Romana" (1894), "Infância de Giotto" (1895), "Fundação de São Paulo" (1909) e "Desembarque de Cabral em Porto Seguro" (1900), entre outros preservados pela Pinacoteca de São Paulo e pelo Museu Paulista da Universidade de São Paulo.


3
OSCAR PEREIRA DA SILVA (São Fidélis - RJ, 1867 - São Paulo - SP, 1939)
OVAL
Medidas: 69 x 39 cm. / 80 x 43 cm.
Óleo sobre cartão.
Flores, natureza morta.
Consta de selo no verso: Restaurado em 1999 por Renata Weithermer.

Em 1882, matriculou-se na Academia Imperial de Belas Artes
Em 1887, tornou-se ajudante de Zeferino da Costa na decoração da Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro.

Em Paris, Oscar foi pensionista do ateliê de dois dos maiores conservadores, Léon Bonnat e Jean-Léon Gérôme, que atendia aos pedidos de oficiais do governo francês.

Em 1896 retornou ao Brasil. No Rio de Janeiro, realizou uma exposição individual no salão da Escola Nacional de Belas Artes (Enba).
Em São Paulo e lecionou no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo e fundou o Núcleo Artístico, que, mais tarde, se transformaria na Escola de Belas Artes, onde deu aulas.
Entre 1903 e 1911, decorou o Theatro Municipal de São Paulo, elaborando três murais: O Teatro na Grécia Antiga, A Dança e A Música.

Sua pintura era muito apreciada pelas elites ligadas a cafeicultura, as quais assumiam cada vez mais um papel de destaque no canário político, devido a instauração da República no país, gerando a produção de iconografias locais.

A experiência de trabalhar na decoração da Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, gerou frutos em São Paulo, tendo a oportunidade de decorar, juntamente com Benedito Calixto, a Igreja de Santa Cecília e as igrejas de Santa Ifigênia, da Consolação e do Rosário, em São Paulo.

Na cidade de São Paulo estão os principais trabalhos do artista, entre os quais se destacam "Escrava Romana" (1894), "Infância de Giotto" (1895), "Fundação de São Paulo" (1909) e "Desembarque de Cabral em Porto Seguro" (1900), entre outros preservados pela Pinacoteca de São Paulo e pelo Museu Paulista da Universidade de São Paulo.

Após retornar de Paris em novembro de 1930, surge modificações em suas telas de composições mais despreocupadas, paleta mais claras, pinceladas soltas, contudo preservando o primor no desenho.
4
ASSINATURA ILEGÍVEL- ESCOLA EUROPÉIA - SÉCULO XIX.
Figura feminina ao estilo BELLE ÉPOQUE (1870-1900). Composição rodeada de flores e véus com transparência no busto, fundos em arvoredos.
Moldura original.
Medidas: 72 x 60 cm. / 96 x 83 cm.
24
GEORGINA DE ALBUQUERQUE (Taubaté, SP, 1885 - Rio de Janeiro, 1962)
Meninas no Parreiral. Década de 20.
Óleo s/ tela.
Ass. cie.
Medidas: 56 x 46,5 cm.
Procedência Sebastian Deya Gallery, Buenos Aires, Argentina.

Georgina entregou-se de corpo e alma à visualidade impressionista, que parecia atender nitidamente à sua sensibilidade como pintora e sua seleção de temas, que permitiam a ela trabalhar os efeitos de luz ao ar livre, explica o livro Vozes Femininas. Foi a primeira mulher a fazer uma pintura histórica no país, o quadro Sessão do Conselho do Estado que decidiu a Independência (1922) que está no Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro. É considerada a introdutora do impressionismo no Brasil, movimento artístico que se preocupa com a luz e seus efeitos na pintura. A técnica, ela conheceu na Europa, no período em que morou no continente com seu marido, o também artista plástico Lucilio Albuquerque.


30
YVONNE VISCONTI CAVALLEIRO (França, Paris, 1901 / Brasil, RJ, 1965)
Pedra da Gávea.
Óleo s/ madeira
Ass. cid.
Medidas: 28 x 20 cm.
Apresenta selo no verso da Galeria Mauricio Pontual, RJ.
31
MARQUES JÚNIOR - Augusto José Marques Júnior, Rio de Janeiro RJ 1887 -1960).
65X46 cm./
Vaso de Flores -
Óleo sobre tela colada em madeira
Assinado C.I.E.
Pintor e professor. Estuda na Escola Nacional de Belas Artes (Enba), a partir de 1905, como aluno de Baptista da Costa (1865-1926), Eliseu Visconti (1866-1944), Zeferino da Costa (1840-1915) e Bérard (1846-1910). Recebe o Prêmio Viagem ao Exterior em 1916, com a tela Harmonia em Verde, viajando para Paris em 1917, onde permanece até meados de 1922. Frequenta na Académie Julian, o ateliê de Jean-Paul Laurens (1838-1921) e o de Adolphe Dechaenaud (1868-1929) na Académie de la Grande Chaumière, onde estuda os impressionistas, sobretudo Pierre-Auguste Renoir (1841-1919). Perde quase todos os seus trabalhos num incêndio em seu ateliê, em 1921. De volta ao Brasil em 1922, é nomeado docente de pintura da Enba. Rege as cadeiras de desenho figurado (de 1934 a 1937) e de pintura (de 1938 a 1948). Em 1948 torna-se livre-docente da II cadeira de desenho artístico e, em 1950, catedrático de desenho de modelo vivo. Em 1952, é escolhido vice-diretor da Enba. Faz sua primeira exposição individual em 1922, na Galeria Jorge, no Rio de Janeiro. Expõe em São Paulo em 1923, com Hélios Seelinger (1878-1965) e em 1935, com Henrique Cavalleiro (1892-1975). É presidente da Sociedade Brasileira de Belas Artes e membro efetivo do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Sphan). É responsável pela decoração do restaurante da antiga Câmara dos Deputados, no Rio de Janeiro, e pelas ilustrações do livro O Rio de Janeiro no tempo dos vice-reis, de Luiz Edmundo, publicado em 1951.
32
VIRGILIO LOPES RODRIGUES (Recife, Pernambuco, 1863 - Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1944)
Óleo sobre cedro
Assinado C.I.D.
Medidas: 15 x 24 cm. / 38 x 49 cm.
BIOGRAFIA: Pintor. Estuda na colônia agrícola Frei Caneca, em Pernambuco, dirigida por religiosos . Antes de completar 20 anos de idade, transfere-se para o Rio de Janeiro com a intenção de matricular-se no Colégio Militar, intuito frustrado devido a uma enfermidade. Nessa cidade, dedica-se ao comércio de arte, trabalhando no escritório do leiloeiro Joaquim Dias dos Santos, por ocasião da dispersão dos bens da Família Imperial em 1890. Organiza em 1893, ao lado de Eduardo de Sá (1866-1940) e Décio Villares (1851-1931), uma exposição no antigo Paço da cidade do Rio de Janeiro, em benefício do projeto de criação de uma Academia Livre de Belas Artes. No dia de abertura, a exposição é malograda pela eclosão da Revolta da Armada e a Academia não chega a funcionar. Organizando a exposição, Rodrigues toma conhecimento do trabalho de Santa-Olalla (1870-1895), pintor espanhol residente no Rio de Janeiro, com o qual passa a tomar lições de pintura e estabelece estreita amizade. Por incentivo do pintor, frequenta, em meados de 1894, o Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro. Torna-se um leiloeiro conhecido, dedicando-se paralelamente à pintura. Mantém uma barraca na praia de Copacabana, com materiais para a produção de pinturas, onde recebia artistas como Manuel Faria, Gastão Formenti, Vicente Leite e Artur Lucas, pintores com os quais realiza, em 1926, a Exposição dos Cinco. Apoia a carreira de artistas como Santa-Olalla e Oswaldo Teixeira. Em 1897 participa de sua primeira Exposição Geral de Belas Artes, seguida de muitas outras, chegando a obter a grande medalha de prata na Exposição Geral de 1930.
33
NOÊMIA MOURÃO (Bragança Paulista, SP, 1912 - 1992)
Vaso de Flores.
Óleo s/ tela.
Ass. cie e datado Paris, 935.
Medidas: 62 x 51,5 cm (MI); 97 x 86 cm (ME).

Excelente pintora, cenógrafa e desenhista. Em 1932, estuda com Di Cavalcanti (1897-1976), com quem casa-se no ano seguinte. Entre 1935 e 1940, vive em Paris (França) e frequenta as academias Ranson e de La Grande Chaumière e estuda Filosofia e História da Arte na Sorbonne. Colabora como ilustradora, para os jornais "Le Monde" e "Paris Soir" e é contratada pela Rádio Difusion Française, para participar de um programa sobre literatura e artes plásticas, juntamente com Cicero Dias (1907-2013), Tavares Bastos e Marcelino de Carvalho. De volta ao Brasil, estuda escultura com Victor Brecheret (1894-1955).
35
WERNER E. LEWIN (Berlin, Alemanha 1920- Rio de Janeiro, 1996)
80x60-99x79 cm.
Inscrição no verso: "Pablito, o pequeno vagabundo". Original de Werner Lewin.
43
PAULO GAGARIN (Rússia, São Petersburgo, 1885 - Rio de Janeiro, 1980) - Vaso com Flores. Óleo s/ tela. Ass. cid. Datado 1944. 49 x 60 cm (MI). 65 x 76 cm (ME). Artista autodidata encantou-se com a exuberância da flora tropical e as cores do litoral brasileiro, que representou num estilo próximo dos pós-impressionistas. Em 1900 estudou na universidade de sua cidade natal. Serviu no exército russo, na Europa e na Ásia, entre 1911 e 1914. Nos anos de 1914 a 1918 combateu nas fileiras russas durante a Primeira Guerra Mundial. Emigrou para a França, em 1919, após o triunfo da revolução socialista de 1917, que implicou a derrocada do czarismo. Chegou ao Brasil em 1921, como copeiro do navio Pelotas, acompanhando o destino da maioria dos refugiados políticos russos da sua condição.
49
PINTOR ANÔNIMO
ICONOGRAFIA DO RIO DE JANEIRO, Séc. XIX, circa 1850.
Óleo sobre placa de madeira (oval) emoldurado.
Medidas: 33 x 46 cm

Rara Iconografia do Cais do Rio de Janeiro com Chafariz Mestre Valentin e cidade ao Fundo
(Palácio dos Vice Reys; o Carmo; a Sé Velha; o Colégio dos Jesuítas; o forte de São Sebastião). Este cais foi feito por Jacques Funk e data do de 1789.
50
ROSALVO RIBEIRO (Marechal Deodoro, 1865 - Maceió, 1915)
Igrejinha de Copacabana
Óleo s/ madeira
Ass. e datado cid, 1908.
Medidas: 22 x 33 cm.

Pintor, professor e naturalista. Rosalvo Ribeiro é um artista de sólida formação, que percorre as mesmas etapas dos artistas brasileiros mais destacados da segunda metade do século XIX. Estuda na Academia Imperial de Belas Artes do Rio de Janeiro, e dirige-se em seguida para a França, onde prossegue seus estudos em pintura de história.
53
Henrique Tribolet (Rio de Janeiro/RJ, 1862 - 1908)
"Sem Título"
Óleo sobre tela
Assinado "H. tribolet", localizado "Rio de Janeiro", datado 1899.
Medidas: 21 x 32 cm (MI); 53 x 65 cm (ME).
Obra já limpa erestaurada. Coleção Particular Vassouras/RJ.

Nota Biográfica: Henrique Tribolet foi um pintor e desenhista franco-brasileiro. Foi aluno e companheiro do paisagista italiano Nicola Facchinetti, a quem deve toda sua excelente formação artística. Tal como seu mestre, deixou muitos quadros em pequeno formato. Nota declaração do Doutor em História Eduardo Schnnoor: "Eu, Eduardo Schnoor Professor Doutor em História social pela USP-SP, venho informar que considero procedente ser o quadro ost 21X32 pintado em 1889 por Henrique Tribolet ter como iconografia do Rio de Janeiro , os estabelecimentos militares do Exercito Imperial existentes na Ilha do Bom Jesus que ficava próxima a Ilha do Governador. Além dos prédios o pequeno trapiche acrescenta um importante dado a esta iconografia por ser pelo tamanho um trapiche de "serviço" Areas estas aterradas do decorrer do crescimento da Cidade.
54
Henrique Tribolet (Rio de Janeiro/RJ, 1862 - 1908)
"Localizado URCA"
Óleo sobre madeira, assinado "H. Tribolet e datado 1905.
Medidas: 20 X 29 cm.
Moldura de época.

Nota Biográfica: Henrique Tribolet foi um pintor e desenhista franco-brasileiro. Foi aluno e companheiro do paisagista italiano Nicola Facchinetti, a quem deve toda sua excelente formação artística. Tal como seu mestre, deixou muitos quadros em pequeno formato.
No acervo do Museu Nacional de Belas Artes, encontra-se um óleo de sua autoria intitulado simplesmente Marinha, datado e assinado em 1896 (inventário nº 2753).

No acervo do Museu Nacional de Belas Artes, encontra-se um óleo de sua autoria intitulado simplesmente Marinha, datado e assinado em 1896 (inventário nº 2753).

Procedência Galeria Colecionador - Rio de Janeiro com transferência anexa.
63
SOBRAGIL GOMES CAROLLO (Alegrete, RS, 1896 - Rio de Janeiro, RJ, 1974.)
Medidas: 74 x 93 cm. / 100 X 120 cm.
Óleo sobre tela, moldura original de época.
Outeiro da Glória, Rio de Janeiro 1952.
Consta de cachets no verso: IV salão da E.N.B.A Rio de Janeiro, 1952 onde obteve medalha de prata.
1953 ouro e 1954 o prêmio máximo: Viagem ao Estrangeiro, para estudar por dois anos em Paris.
BIOGRAFIA: Foi aluno de Eugênio Latour no Instituto de Belas Artes de Porto Alegre. Em 1922 ingressa como ouvinte na Escola Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro. Recebe menção honrosa no Salão Nacional de Belas Artes, 1925. Retorna por um período breve ao Rio Grande do Sul e volta a fixar-se definitivamente no Rio de Janeiro, onde participa de todas as edições do Salão Nacional de Belas Artes, ganhando prêmios, culminando com o de viagem ao estrangeiro em 1954. Existe controvérsia quanto ao local de nascimento do artista. O Dicionário Brasileiro de Artistas Plásticos confere a Pelotas, enquanto Artes plásticas Brasil 90, de Júlio Louzada, menciona Porto Alegre. Roberto Pontual, em seu Dicionário das Artes Plásticas no Brasil, aponta Alegrete.
64
EDGAR WALTER
Medidas: 38 x 46 cm. / 52,5 x 59 cm.
Óleo sobre duratex.
"Clareira no Alto da Boa Vista"

Edgar Walter Simmons, Foi um pintor brasileiro de origem inglesa.
Dedicou-se ao judo e a dança clássica na juventude, integrando o corpo de baile do Teatro Municipal do Rio de Janeiro com Tatiana Leskowa, chegando à condição de primeiro bailarino.
Abandonou a dança de modo súbito, dedicando-se ao aprendizado da pintura com Oswaldo Teixeira, o fundador do Museu Nacional de Belas Artes, e diretor por quase 25 anos, até 1961.
Edgar Walter, tornou-se um dos maiores paisagistas do brasil e o maior de sua época tendo trabalhado em diversos países, notadamente Inglaterra, Itália, França e Austrália, tinha nas paisagens de Minas Gerais e Alto da Boa Vista a sua maior fonte de inspiração.
65
EDY GOMES CAROLLO (Porto Alegre, RS, 17 de outubro de 1925 — idem, 2000)
65x91/ 91x118 cm.
Óleo sobre tela.
"MATRIZ DO PILAR- Panorama de Ouro Preto", 1974.
HISTÓRICO: Filho e discípulo de Sobragil Carôllo, participou diversas vezes do Salão Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, entre 1995 e 1970, onde obteve premiações. Desenvolveu sua carreira no Rio de Janeiro, onde reside e trabalha. Sua pintura se caracteriza pela fidelidade ao real. Entre os temas abordados, encontra-se o gaúcho e cenas do interior mineiro com igrejas e casario.





66
EDY GOMES CAROLLO (Porto Alegre, RS, 17 de outubro de 1925 — idem, 2000)
70 x 100/ 86 x 116 cm.
Óleo sobre eucatex.
Inscrição no verso: "Voltando com a tropilha", Rio Grande do Sul".
HISTÓRICO: Filho e discípulo de Sobragil Carôllo, participou diversas vezes do Salão Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, entre 1995 e 1970, onde obteve premiações. Desenvolveu sua carreira no Rio de Janeiro, onde reside e trabalha. Sua pintura se caracteriza pela fidelidade ao real. Entre os temas abordados, encontra-se o gaúcho e cenas do interior mineiro com igrejas e casario.





67
CÂNDIDO PORTINARI (1903-1962)
“Retrato de Artur Scatena”
Medidas: 181 x 91 cm.
1952
Óleo sobre tela
Extraordinária obra retratando um dos principais ‘mecenas’ de Portinari, responsável pelo patrocínio de
diversas obras e painéis importantes.
Reproduzido no Raisonné, vol. III, pg. 380. FCO 2802
68
CÂNDIDO PORTINARI (1903-1962)
“A Cidade Assassinada”
Medidas: 18 x 18 cm.
1954
Desenho a nanquim e bico-de-pena sobre papel
Ilustração para a capa do livro “A Cidade Assassinada” de Antônio Callado. Assinada e datada “Portinari 54”. Reproduzido no “Catálogo Raisonné” - Vol. III, pág. 462; “A Construção de uma Obra”, Ed. Dom Quixote, pág. 143. FCO 2699

69
CÂNDIDO PORTINARI (1903-1962)
“Flautista”
Medidas: 36 x 25 cm.
1933
Desenho a grafite sobre papel
Estudo para a pintura “Flautista”.

Reproduzido no "Catálogo Raisonné" - Vol I, pg. 252; "Portinari - A Construção de uma Obra", Ed. Dom Quixote, pág. 58; participou da exposição “Portinari”, Galeria Praça Roosevelt, SP, 1970. FCO 385
70
CÂNDIDO PORTINARI (1903-1962)
“Escravos”
Medidas: 12 x 21 cm
1943
Desenho a carvão, grafite, gouache e aquarela sobre cartão.
Obra encomendada por Raymundo Castro Maya para monumento que seria erguido ao Major Manoel Gomes Acher, na Floresta da Tijuca, Rio de Janeiro. Reproduzido no “Catálogo Raisonné” - Vol. II, pág. 376; “Portinari - A Construção de uma Obra”, Ed. Dom Quixote, pág. 99. FCO 4941
71
Silvia Meyer
“Homenagem a Portinari”
Medidas: 41 x 33 cm.
Início Déc. 30
Retrato de Portinari

MEYER, Sílvia
(1889: Rio de Janeiro, RJ – 1955: idem).

Pintou retratos, naturezas-mortas e figuras. A República estava em seus primeiros anos quando Sílvia iniciou seus estudos artísticos. A participaçăo de mulheres em certames oficiais era quase uma novidade, embora uma pintora sua contemporânea, Georgina de Albuquerque (1885-1962) tenha sido figura de destaque, inclusive chegando na direçăo da Escola Nacional de Belas Artes.

Esta Escola, que sucedeu a Academia Imperial, vivia momentos redefiniçăo de rumos. Em 1911 esse fator só acrescentou o mérito da participaçăo da artista na 18 Exposiçăo Geral de Belas Artes, quando tinha apenas 22 anos. Recebeu Mençăo honrosa, uma das 6 entăo atribuídas e, curiosamente, 3 delas a mulheres: Sílvia, Angelina Agostini e Fédora Monteiro.

1916 – Na Exposiçăo Geral recebeu Pequena medalha de prata, mais uma vez junto com outra artista, Maria Pardos e Henrique Cavalleiro.
1929 – Integrou o 11ş Salăo de Rosário, Argentina.
1931 – Esteve presente no célebre Salăo Revolucionário, no Rio de Janeiro, organizado por Lúcio Costa, quando presidente da Escola Nacional de Belas Artes.
1933 – Fez parte da 2 Exposiçăo da Sociedade Pró-Arte Moderna, em Săo Paulo.
1936 – Expôs no Salăo Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro.
1938 – Participou do 2 Salăo de Maio, em Săo Paulo.
Em 1911, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 26 e 28, participou da Exposiçăo Geral de Belas Artes

Fontes
BRAGA, Theodoro. Artistas pintores no Brasil. Săo Paulo Editora, 1942.
FREIRE, Laudelino. Um século de pintura no Brasil. Fontana. Rio de Janeiro, 1983.
LEITE, José Roberto Teixeira. Dicionário Crítico da Pintura no Brasil. p. 323. Artlivre, Rio de Janeiro, 1988.
PONTUAL, Roberto. Dicionário das artes plásticas no Brasil. Civilizaçăo Brasileira. Rio de Janeiro, 1969.
RUBENS, Carlos. Pequena história das artes plásticas no Brasil. Ed. Nacional, Săo Paulo, 1941
98
ISMAEL NERY (Belém, 1900-1934))
"Figuras"
Bico de Pena
Medidas: 16 x 11 cm.
Ass. cie.
Década de 20.


Pintor, desenhista, arquiteto, filósofo e poeta brasileiro de influência surrealista. Em 1909 mudou-se com a família para o Rio de Janeiro. Em 1917, ingressou na Escola Nacional de Belas Artes. Viajou pela Europa em 1920, tendo frequentado a Academia Julian, em Paris. De volta ao Brasil, trabalha como desenhista na seção de Arquitetura e Topografia da Diretoria do Patrimônio Nacional, órgão ligado ao Ministério da Fazenda. Lá conhece o poeta Murilo Mendes que se tornaria seu grande amigo e incentivador de sua obra. Sua obra sofreu, também, a influência metafísica de Giorgio de Chirico e do cubismo de Picasso. Seus temas remetem-se sempre à figura humana: retratos, autorretratos e nus. Não se interessou pelos temas nacionais, indígenas e afro-brasileiros, que considerava regionalistas e limitados. Dedicou-se a várias técnicas aplicadas em desenhos e ilustrações de livros. Foi, também, cenógrafo. Em 1929, depois de uma viagem à Argentina e Uruguai, um diagnóstico revelou que ele era portador de tuberculose, o que o levou a internar-se no Sanatório de Correas, em Petrópolis (RJ), por dois anos. Saiu de lá aparentemente curado. No entanto, em 1933, a doença voltou de forma irreversível. A partir daí, suas figuras tornaram-se mais viscerais e mutiladas. Morreu em 1934, aos trinta e três anos de idade, no Rio de Janeiro. Foi enterrado vestindo um hábito dos franciscanos, numa homenagem dos frades à sua ardorosa fé católica. A obra de Nery permaneceu ignorada do público e da crítica até 1965, quando teve seu nome inscrito na 8ª Bienal de São Paulo, na Sala Especial de Surrealismo e Arte Fantástica. Suas obras foram expostas também na 10ª Bienal de São Paulo. Foram feitas retrospectivas em 1966, no Rio de Janeiro, e em 1984, no MAC-USP.
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