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Galeria Paulista
Auctioneer: Reinaldo Marques da Silva
Grande Leilão GP de Arte Online - Junho
30 de June às 20:00h
Description
Grande Leilão GP de Arte "DE COLECIONADOR PARA COLECIONADOR V" | Em apoio a Casas André Luiz*
*Parte de toda a renda arrecadada neste leilão será doada pela Galeria Paulista a Casas André Luiz. O QUE É A CASAS ANDRÉ LUIZ, VOCÊ SABE? A Casas André Luiz é uma instituição que atende gratuitamente cerca de 2000 pessoas com deficiências intelectuais e físicas, dependentes de cuidados 24 horas por dia. Além disso, muitas não falam e outras não enxergam e não escutam. 600 delas moram na instituição, algumas há mais de 50 anos. Anualmente, realiza 7,8 milhões de atendimentos e procedimentos. Pela credibilidade e transparência, está entre as 100 melhores ONGs do Brasil para se doar. Alguns números que a Casas André Luiz movimenta todo ano para atender mais de 2000 pessoas: | 7.800.000 atendimentos e procedimentos. | 600 leitos para pessoas com deficiências. | 56.000 atendimentos ambulatoriais. | 1.664.544 medicamentos utilizados.585 toneladas de alimentos. | 1.100.000 roupas lavadas.
Artist Pieces "Abelardo Germano da Hora"
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ABELARDO DA HORA - "Meninos do Recife". Raríssima Xilogravura S/ Papel. Medidas: 45x31,5 cm, 63x50 cm (quadro). Data: 1962. Assinada e datada "1962" no CIE, (na matriz). Esta obra fez parte do Álbum "Meninos do Recife". Com moldura nova, passepartout, vidro de proteção e foamboard anti-mofo no verso. Estado de conservação: Bom.
.
SOBRE O ARTISTA E A OBRA: Abelardo Germano da Hora (São Lourenço da Mata, Pernambuco, 1924 - Recife, Pernambuco, 2014). Escultor, desenhista, gravador, ceramista, professor.
Na xilogravura Meninos do Recife denuncia a miséria por meio da representação de crianças esquálidas, apresentando afinidade com o realismo e o expressionismo. A mesma temática social é revelada em suas esculturas, realizadas em bronze, mármore e principalmente em cimento, material escolhido por seu caráter duro e áspero, que acrescenta um grau de sofrimento às figuras.
A partir da década de 1940, realiza vários trabalhos em cerâmica para o industrial Ricardo Brennand, com temas relacionados a frutas e motivos regionais. Em 1946, participa da criação da Sociedade de Arte Moderna de Recife (SAMR), que dirige por quase dez anos. Durante a década de 1940, o artista realiza gravuras com temática social, presente também nas esculturas. Funda, juntamente com Gilvan Samico, Wilton de Souza, Wellington Virgolino, Ionaldo, Ivan Carneiro e Marius Lauritzen o Ateliê Coletivo, que dirige entre 1952 e 1957. Nesse período, ABELARDO da Hora passa a produzir várias esculturas para praças do Recife, representando tipos populares. Durante a década de 1960, exerce várias atividades, entre as quais: diretor da Divisão de Parques e Jardins, secretário de Educação e diretor da Divisão de Artes Plásticas e Artesanato, em Recife. É o fundador do Movimento de Cultura Popular (MCP), na mesma cidade, que abrange, além das artes plásticas, música, dança e teatro. Publica, em 1962, o álbum de gravuras Meninos do Recife. Em 1986, é criado o Espaço de Esculturas ABELARdo da Hora, pertencente à prefeitura de Recife.
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ABELARDO DA HORA - "Meninos do Recife". Raríssima Xilogravura S/ Papel. Medidas: 45x31,5 cm, 63x50 cm (quadro). Data: 1962. Assinada e datada "1962" no CID, (na matriz). Esta obra fez parte do Álbum "Meninos do Recife". Com moldura nova, passepartout, vidro de proteção e foamboard anti-mofo no verso. Estado de conservação: Bom.
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SOBRE O ARTISTA E A OBRA: Abelardo Germano da Hora (São Lourenço da Mata, Pernambuco, 1924 - Recife, Pernambuco, 2014). Escultor, desenhista, gravador, ceramista, professor.
Na xilogravura Meninos do Recife denuncia a miséria por meio da representação de crianças esquálidas, apresentando afinidade com o realismo e o expressionismo. A mesma temática social é revelada em suas esculturas, realizadas em bronze, mármore e principalmente em cimento, material escolhido por seu caráter duro e áspero, que acrescenta um grau de sofrimento às figuras.
A partir da década de 1940, realiza vários trabalhos em cerâmica para o industrial Ricardo Brennand, com temas relacionados a frutas e motivos regionais. Em 1946, participa da criação da Sociedade de Arte Moderna de Recife (SAMR), que dirige por quase dez anos. Durante a década de 1940, o artista realiza gravuras com temática social, presente também nas esculturas. Funda, juntamente com Gilvan Samico, Wilton de Souza, Wellington Virgolino, Ionaldo, Ivan Carneiro e Marius Lauritzen o Ateliê Coletivo, que dirige entre 1952 e 1957. Nesse período, ABELARDO da Hora passa a produzir várias esculturas para praças do Recife, representando tipos populares. Durante a década de 1960, exerce várias atividades, entre as quais: diretor da Divisão de Parques e Jardins, secretário de Educação e diretor da Divisão de Artes Plásticas e Artesanato, em Recife. É o fundador do Movimento de Cultura Popular (MCP), na mesma cidade, que abrange, além das artes plásticas, música, dança e teatro. Publica, em 1962, o álbum de gravuras Meninos do Recife. Em 1986, é criado o Espaço de Esculturas ABELARdo da Hora, pertencente à prefeitura de Recife.
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