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Lindo e suntuoso espelho de parede com bela moldura entalhada e dourada, ostentando no cimo a pluma D José. O espelho é bizotado. Mede 100 x 70 cm
R$ 2.500,00
Carlos Oswald
CARLOS OSWALD (Florença. 1882 - Petrópolis. 1971).
Autor do desenho do Cristo Redentor do Corcovado.
Artista medalha de ouro da Exposição Geral de Belas Artes
"Santa Ceia".
Óleo s/tela.
75 x 110 cm.

Vice Consulado do Império do Brasil, em Florença.

Carlos Oswald deixou um legado de obras primas que se encontram no acervo do Museu Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro.

Formou-se em física e matemática em 1902, pelo Instituto Galileo Galilei de Florença.
Em 1903 ingressou na Accademia di Belle Arti di Firenze.
Vem ao, Brasil pela primeira vez, em 1906 e, realiza no Rio de Janeiro sua primeira exposição individual.
Em 1904, recebe menção honrosa de 2º grau na 11ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
Em 1906, recebe medalha de prata na 13ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
Em 1908, em Florença, estudou gravura com Carl Strauss e em Munique estuda da água-forte.
Em 1909, recebe menção honrosa de 1º grau na 16ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
Em 1911, Participa do Salão de Artes de Paris
Em 1911, participa, ao lado de Antonio Parreiras e Manuel Madruga da Exposição Internacional de Turim.
Em 1912 recebe medalha de bronze na 19ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
Volta ao Rio de Janeiro em 1913 e expòe com Eugênio Latour na Escola Nacional de Belas Artes.
Em 1913 recebe medalha de ouro na 20ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
Em 1914, foi nomeado, professor no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro.
Em 1916recebe a grande medalha de prata na 23ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba
Em 1930, faz o desenho final do Monumento ao Cristo Redentor. A obra foi executada na França, por Paul Landowski e instalada no Corcovado em 1931.
Em 1946, torna-se professor na Fundação Getúlio Vargas - FGV.
Em 1957, publica a autobiografia: "Como Me Tornei Pintor".
Em 2000, o livro: "Carlos Oswald, 1882-1971: Pintor da luz e dos reflexos" é publicado pela Casa Jorge Editorial.
R$ 7.500,00
Decio Rodrigues Villares
DECIO VILLARES (Rio de Janeiro, 1851 — 1931)
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O.S.T.
Medidas: 35 x 25 cm. / 47 x 37 cm.
Datado 1900.

BIOGRAFIA: Em 1889, Benjamin Constant, ministro da Guerra da República Velha, aprovou a arte final, que serviu de base à pintura a óleo de Villares. Esta foi molde para que as costureiras confeccionassem as primeiras bandeiras da República.

Os republicanos, defendiam a separação de Estado e Igreja e apoiaram o desenho da Bandeira Nacional, concebido por Raimundo Teixeira Mendes em novembro de 1889, após a Proclamação da República. Os rascunhos foram feitos em dois papéis, sendo que Décio Villares foi o responsável pelo desenho da esfera, onde vem as estrelas e os dizeres "Ordem e Progresso".
Em 2010, foi furtada. A Polícia Federal e a Interpol foram acionadas, mas a obra até hoje não foi recuperada.
Filho de um monarquista detentor do título de Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa, garantiu-lhe a entrada no Colégio Pedro II e depois na Academia Imperial de Belas Artes, onde matriculou-se na principal instituição de ensino superior em Artes Plásticas do país, relevante para a vida cultural do Império.
A partir 1870, Villares foi caricaturista na Comédia Social, publicada por Pedro Américo e seu irmão Aurélio de Figueiredo. Posteriormente, Aurélio e Villares trabalharam juntos no atelier de Pedro Américo em Florença.
Estudou na Europa por nove anos no exterior, tendo em 1872, quando foi para Paris e matriculou-se no atelier de Alexandre Cabanel, artista francês dos mais influentes na pintura acadêmica e opositor dos impressionistas - era o preferido de Napoleão III.
Villares foi premiado no Salão de Paris de 1874, ganhando a medalha de ouro de melhor pintura de artista estrangeiro.
Em sua estadia em Paris, Villares, deixa o catolicismo e afirma-se na perspectiva positivo-materialista inaugurada pelo filósofo Auguste Comte e, pinta a obra Virgem da Humanidade para o Templo Positivista de Paris. O positivismo torna-se uma constante na sua obra, inclusive o lema "Ordem e Progresso", que usou na bandeira nacional.
Por suas ideias positivistas, se recusa a se naturalizar francês, e perde o cargo de professor da Académie des Beaux-Arts de Paris, conquistado em concurso.
Regressado ao Brasil em 1881, trabalhou esculturas e vários bustos de personagens históricas.
Após seu retorno da Europa, Villares juntamente com Aurélio de Figueiredo recebem uma grande encomenda oficial: 18 telas retratando índios Botocudos para a Exposição Antropológica de 1882, no Museu Nacional com a presença do imperador, D. Pedro II, e da princesa Isabel.
Em 1887, foi eleito professor de pintura histórica na Academia Imperial de Belas Artes, mas nunca assumiu, pedindo inclusive a extinção da Academia de Belas Artes.
Morreu considerado insubordinado recusou o cargo de professor na Ècole de Beaux Arts de Paris e, ao voltar ao Brasil, na Escola Nacional de Belas Artes.
No Museu Nacional de Belas Artes se encontram 22 trabalhos de Villares.
No dia seguinte à sua morte parte de suas obras é incendiada por sua esposa, que num acesso de loucura ateou fogo em seu ateliê.
R$ 6.600,00
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