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Cia Paulista de Leilões
Auctioneer: José Roberto Bortoletto Junior
Leilão Residencial
17 de November às 20:00h
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1
STOCKINGER FRANCISCO - Escultura de bronze representando torso feminino – alt 17 cm.
2
MARINA CARAN – Carnaval, técnica mista – CID – 71 x 51 cm. Marina Caran (Sorocaba, São Paulo, 1925 – São Paulo, São Paulo, 2008) Pintora, escultora, desenhista, gravadora e ilustradora. Inicia sua produção artística em Sorocaba, em 1945. Muda – se para São Paulo e é apresentada ao modernista Oswald de Andrade (1890-1954) que, impressionado com o trabalho da jovem artista, apresenta – lhe a Pietro Maria Bardi (1900-1999). Em meados de 1950. Conhece Di Cavalcanti (1897-1976). Que lhe empresta seu ateliê. Sua primeira exposição é uma individual no Museu de Arte de São Paulo (Masp), em 1951. Recebe do Governo Francês uma bolsa de estudos em Paris, onde frequenta a Escola Superior de Belas Artes, entre 1951 e 1953. Regressando ao Brasil, expõe novamente no Masp. Realiza diversas viagens de estudo, conhecendo Inglaterra. Argentina, Uruguai, Bolívia e várias partes do Brasil. Em 1983, recebe convite do Museu Saint-Vic, em Saint – Armand Montrond, França, para expor suas obras. Como ilustradora, Caran colabora com Suplemento Literário do Jornal o Estado de S. Paulo e realiza as ilustrações dos livros Ibéria Crucificada, de Miguel Melgarejo (1961), Grito de Augusto, de Aldenora de Sá Porto (1967). Joatão e a ilha, de José Fonseca Fernandes (1986) e Vocação Hipócrita, de Paulo Fratelli (1986).
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R$ 1.500,00 (BRL)
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R$ 1.500,00 (BRL)
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3
MARCELO GRASSMANN – Guerreiro e Dragão – Sanguínea e aguada – CID, 1977, 47 x 62 cm. Marcelo Grassmann (São Simão, São Paulo, 1925 – São Paulo, São Paulo 2013). Gravador, desenhista, ilustrador, professor. Estuda fundição, mecânica e entalhe em madeira na escola Profissional Masculina do Brás, em São Paulo, entre 1939 e 1942. Passa a realizar Xilogravuras a partir de 1943. Atua como ilustrador do suplemento Literário do Diário de São Paulo, entre 1947 e 1948, e do Jornal O estado de S. Paulo em 1948. Reside no Rio de Janeiro a partir de 1949, atuando como ilustrador do jornal do Estado da Guanabara. Frequenta, no Liceu de Artes e Ofícios, os cursos de gravura em metal, com Henrique Oswald (1918-1965), e de litografia, com Poty Lazzarotto (1924-1998). Em 1952, reside em Salvador onde trabalha com Mario Cravo Junior (1923). Recebe, em 1953, o prêmio de viagem ao exterior do salão Nacional de Arte Moderna (SNAM), e viaja para Viena, onde estuda na Academia de Artes aplicadas. Passa a dedicar – se principalmente ao desenho, à litografia e à gravura em metal. Em 1969, sua obra completa é adquirida pelo governo do Estado de São Paulo, passando a integrar o acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo (Pesp). Em 1978, a casa em que nasceu, em São Simão, é transformada em museu, por iniciativa de Secretaria de Cultura, Ciência e tecnologia de São Paulo, e tomabada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat) no mesmo ano. Entre 1991 e 1992, Grassmann é bolsita da Fundação Vitae, em São Paulo.
4
RAIMUNDO DE OLIVEIRA – Cristo, Nanquim sobre papel – Dat. 1955 – 61 x 45 cm. Raimundo Falcão de Oliveira (Feira de Santana BA 1930 – Salvador BA 1966) – Gravador, pintor, desenhista. Inicia-se nas artes por intermédio da mãe, pintora de temática religiosa, que o encaminha para o desenho e a pintura, como também o orienta na religião. Incentivado pela professora de desenho, expõe pela primeira vez no Ginásio Santanópolis, onde retrata os professores da escola. Após a conclusão do curso ginasial, em 1947, segue para Salvador, onde faz cursos regulares de pintura com Maria Célia Amado, na Escola de Belas Artes da Universidade da Bahia, e conhece Mario Cravo Junior e Jenner Augusto. Realiza a primeira individual no Hall da Prefeitura de Feira de Santana em 1951, momento em que se liga a um grupo de artistas independentes, responsável pelos cadernos da Bahia. Reside em São Paulo de 1958 a 1964, depois volta a morar na Bahia. Vive no Rio de Janeiro entre 1965 e 1966. No ano de seu suicídio. 1966 é editada a Pequena Bíblia de Raimundo de Oliveira. Xilogravura, pela Galeria Bonino e Petite Galerie, organizada por Julio Pacello, com prefácio de Jorge Amado. Em 1982, é publicado o segundo álbum do artista. Via Crucis, pela Fundação Cultural do Estado da Bahia, e é inaugurada a Galeria Raimundo de Oliveira, em Salvador.
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R$ 4.000,00 (BRL)
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5
TIKASHI FUKUSHIMA – Abstrato – OST/CIE – 40 x 26 cm. Tikashi Fukushima foi um pintor e gravador Nipo-Brasileiro. Conmsiderado um dos abstracionistas mais importantes do Brasil. Fukushima também produziu ao longo de sua carreira várias obras no campo do figurativismo. O artista recebeu inúmeras críticas positivas de inúmeros e importantes críticos de arte por suas produções tanto abstracionistas quanto figurativista. Fukushima pertence á geração dos imigrantes pré-guerra, composta por imigrantes comuns que após várias mudanças em suas vidas desperataram para as artes plásticas, sendo que seu mestre foi Tadashi Kaminagai, quem Fukushima vê como mentor, mas que possuia estilo diferente de pintura da qual posteriormente desenvolveu suas obras apresendatas em exposições nacionais e internacionais.
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R$ 3.500,00 (BRL)
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R$ 3.500,00 (BRL)
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6
MARINA CARAN – Palhaço Enamorado – OST – SP. 1980 – 80 x 60 cm.
7
CARYBÉ HECKTOR BENABÓ - Guache sobre cartão - Ass. No verso – 24 x 68 cm. Estudo para painel de Mosaico para uma residência no Bairro de Nazaré, realizado em 1953 – Carybé 81 – Acompanha declaração de Autenticidade de Valdemar Szaniecki. Nascido em 7 de Fevereiro de 1911, na pequena cidade de Lanús, Subúrbio de Buenos Aires, o pintor viveu em Gênova a Roma (Itália) dos 6 meses aos 8 anos. Em 1919, veio morar no Brasil onde completou os estudos secundários no Rio de Janeiro e estudou na Escola Nacional de Belas Artes. Em 1927, retornou para Argentina, onde trabalhou em diversos jornais, até que o periódico “Prégon” o contratou para viajar por vários países fazendo e enviando desenhos e reportagens de onde passasse. Com isso Carybé começou a ter contato com várias culturas e diferentes formas de Expressão artística, que influenciaram o seu trabalho como pintir. Em uma dessas viagens conheceu Salvador, onde começou a ter contato com a cultura Baiana. Até meados dos anos 40, Carybé viveu vários países, mais sempre retornando ao Brasil. Neste período, trabalhou como ilustrador de obras literárias e traduziu o livro Macunaíma, de Mário de Andrade, para o Espanho, neste mesmo ano ele conquista o Primeiro Prêmio da Câmara Argentina del Libro por sua ilustração do livro Juvenília, de Miguel Cané, ícone da literatura Argentina. Em 1943, fez sua primeira exposição individual e ilustrou o livro “Macumba, relatos de La Tierra Verde” de Bernardo Kordan.
8
MABE MANABÚ – Composição Abstrata – OST/CIE – Dat. 72 assinado e datado no verso, número QAB72-39, 128 x 102 cm. Acompanha xerox do recibo do Artista. Mabe Manabu (Kumamoto, Japão 1924 – São Paulo – SP 1997). Pintor Gravador, ilustrador De Kobe, Japão emigra com a família para o Brasil em 1934, para dedicar-se ao trabalho na lavoura de café no interior do Estado de São Paulo. Interessado em pintura, começa a pesquisar, como autodidata, em revista Japonesas e livros sobre arte. Em 1945, na cidade de Lins, aprende a preparar a tela e diluir tintas com o pintor e fotografo Teisuke Kumasaka. No fim da década de 1940, em São Paulo, conhece o pintor Tomoo Handa a quem apresenta seus trabalhos. Integra-se ao Grupo Seibi e participa das reuniões de estudos do Grupo 15. No ano seguinte adquire conhecimentos técnicos e teóricos com o pintor Yoshiya Takaoka. Nosa anos 1950 toma parte nas exposições organizadas pelo Grupo Guanabara. Em 1957 vende seu cafezal em Lins e muda-se para São Paulo para dedicar-se exclusivamente á pintura. No ano seguinte, recebe o Prêmio Leiner de Arte Contemporânea. Em 1959, é homenageado com o artigo intitulado The Year of Manabu Mabe (O ano de Manabu Mabe) publicado na revista Time, em Nova York. Conquista prêmio de melhor pintor nacional na 5ª Bienal internacional de São Paulo é prêmio de pintura na 1ª Bienal de Paris. Nos Estados Unidos; ilustra O livro de Hai-Kais, tradução de Olga Salvary e edição de Massao Ohno e Roswita Kempl; e elabora a cortina de fundo do teatro Provincial, em Kumamoto Japão
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R$ 110.000,00 (BRL)
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9
OCTAVIO ARAÚJO – Don Quixote - 1966 – Nanquim Octávio Ferreira de Araújo (Terra Roxa, SP, 1926 – São Paulo, SP.2016) Gravador, pintor, desenhista, ilustrador, artista gráfico. Estuda pintura na Escola Profissional Masculina do Brás, em São Paulo, com Edmundo Migliaccio e José Barchitta, entre 1939 e 1943. Itengra o Grupo dos 19, em 1947. Dois anos depois, viaja para Paris, onde estuda gravura na École National Supérieure des Beaux-Arts (Escola Nacional Superior de Belas Artes) e frequenta o Gabinete de Estampas do Musée du Louvre (Museu do Louvre) Retorna ao Brasil em 1951, e no ano seguinte passa a residir no Rio de Janeiro. Indicado pelo pintor Clóvis Graciano (1907-1988) trabalha como auxiliar de Candido Portinari (1903-1962). Com o prêmio de Gravura do salão para todos. Realizado no Rio de Janeiro, em 1959, viaja para a China. Recebe em 1960 uma bolsa de estudos do instituto Répin, em Leningrado, atual São Petersburgo, patrocinada pelo Ministério da Cultura da União Soviética (atual Rússia). Em 1961, frequenta o instituto Poligráfico em Moscou. Permanece nessa cidade por oito anos, e trabalha como ilustrador de livros latinos – Americanos, tradutor e dublador de documentos. É realizada em 1972 a mostra Octávio Araújo – 20 Anos depois, no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateubriand (Masp), e em 1979 é publicado o livro Octávio Ferreira de Araújo: 10 Anos de Pintura, de Jose Roberto Teixeira Leite.
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MABE MANABÚ – Abstrato – OST/CID – Dat. 72 Ass. No verso – Mabe – Nº AB 7241 – 52 x 57 cm. Acompanha Xerox do recibo do Artista em 16 de Agosto de 1971.
11
MARINA CARAN – Flores Litografia – 1979 – 69 x 57 cm.
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R$ 1.500,00 (BRL)
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12
VLAVIANOS NICOLAS - Escultura em aço – 8/10, base em acrílico, 42 x 17 x 4 cm. Nicolas Charilaos Vlavianos (Atenas, Crécia, 1929). Escultor e professor. Entre 1955 e 1956, dedica-se à pintura, orientando por Costa Elíades, em Atenas, Grécia. Mais tarde, transfere-se para Paris e estuda escultura na Académie de la Grande Chaumiére, com o escultor russo Ossip Zadkine (1890-1967), e na Académie du Feu, com pintor húngaro Lászlo Szabó (1913 – 1984). Em 1958 e 1959, participa do salão Réalités Nouvelles, na capital Francesa. Passa a morar em São Paulo em 1961. A partir de 1969, atua como professor de expressão tridimensional na Faculdade de Artes Plásticas da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap). É premiado na 7ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1963, no 1° Salão Esso de Artistas Jovens, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC/USP), em 1965, na 1ª Bienal Nacional de Arte Plásticas, em Salvador, em 1966, e no 4º salão de Arte Moderna, em Brasília, em 1967. Entre Plásticas, em Salvador, em 1966, e no 4º salão de Arte Moderna, em Brasília, em 1967. Entre 1972 e 1988, figura em várias edições do Panorama de Arte Atual Brasileira, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAN/SP). Em 1974 e 2001, recebe o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (Apca). Em 1974, é também premiado no 5º salão Paulista de Arte Contemporânea. São realizadas retrospectivas de sua obra no Museu de Arte de São Paulo (Masp), em 1993, e no MAB/Faap, em 2001.
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R$ 1.500,00 (BRL)
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13
MARINA CARAN – Composição – OST – 55 x 67 cm.
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REBOLO FRANCISCO – Figura de negra com paisagem – óleo sobre compensado de papelão – CSD – 49 x 40 cm. Acompanha – Recibo da galeria – A ponte atribuído ao período entre 1938 a 1942 e foto com autenticação por Lisbeth Rebolo em 1981. Francisco Rebolo Gonsales (São Paulo, 1902 – São Paulo 1980). Pintor e gravador. Inicia seus estudos em artes na Escola Profissional Masculina do Brás, onde tem aula de desenho com o professor Guiseppe Barquita, entre 1915 e 1917. Aos 14 anos, trabalha comom aprendiz de decorador de paredes. Paralelamente à sua atividade como decorador, atua como jogador de futebol, passando pela Associação Atlética São Bento, de 1917 a 1822, pelo Sport Club Corinthians Paulista, de 1922 a 1927, e pelo clube atlético Ypiranga, de 1927 a 1934. Em 1926, monta ateliê de decoração na Ra São Bento. A partir 1933, transfere seu Ateliê para uma sala no Palacete Santa Helena, quando inicia - se na pintura. A partir de 1935, partilha seu ateliê com Mario Zanini (1907-1971). Posteriormente, outras salas do Palacete são transformadas em ateliês e ocupadas por vários pintores. Mais tarde, este grupo de artistas passa a ser denominado Grupo Santa Helena. Rebolo desenvolve uma obra pautada na figuração, mas, a partir da década de 1950, esboça algumas experiências no abstracionismo e posteriormente no construtivismo. Em 1937, participa da formação do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo e integra a Família Artística Paulista (FAP). Em 1945, trabalha com outros artistas para a criação do clube dos Artistas e amigos da Arte (clubinho) do qual é diretor por várias vezes. Com prêmio de viagem ao exterior, obtido no 3° São Nacional de Arte Moderna, embarca para a Europa em 1955. Em 1956, faz curso de restauração no Vaticano, participando da recuperação de uma obra de Raphael (1483-1520) A partir de 1959, incentivado por Marcelo Grassmann (1925-2013). Inicia uma série de experiências como gravador.
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R$ 20.000,00 (BRL)
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15
LULA CARDOSO AYRES – Mulher – Gravura – 9/20 – 22 x 14 cm. Luiz Gonzaga Ayres (Recife PE 1910 – IDEM 1987) Pintor, fotógrafo, desenhista, ilustrador, muralista, cenógrafo. Estuda desenho e pintura com Heinrich Moser, entre 1922 e 1924. Viaja para Paris em 1925, visita a 1ª Exposição Internacional de Arte Decorativa. Frequenta museus e ateliês de pintores como Maurice Denis e entra em contato com os movimentos artísticos modernos da Europa. Regressa ao Brasil no ano seguinte. No Rio de Janeiro, estabelece ateliê no bairro de Laranjeiras, frequenta informalmente a Escola Nacional de Belas Artes – Enba, e tem aulas de modelo vivo com Rodolfo Amoedo. No ateliê de Carlos Chambelland. Estuda desenho e pintura. Conhece Candido Portinari, de quem se tonar amigo. Profissionalmente, realiza cenários para teatro e atua como ilustrador e caricaturista na revista. Para todos. No fim de 1932, volta a Pernambuco para ajudar a administrar a usina de açúcar da família, e reside em Cucaú, interior do Estado, até 1944. Realiza incursões por pequenos povoados da região e da observação dos costumes, festas, manifestações artísticas populares resultam diversões desenhos e uma extensa produção fotográfica. Interessa – se sobretudo pela cerâmica popular, que procura explorar em sua produção plástica em telas e aquarelas. Em 1934, no 1ª Congresso Afro – Brasileiro do Recife, conhece o pintor Cicero Dias, o psiquiatra Ulysses Pernambucano e o sociólogo Gilberto Freyre (1900 – 1987), com quem mantém uma forte ligação a partir de então. Os negócios da família sofrem grave crise em 1945, então Lula retorna ao Recife e procura alternativas para sustentar –se economicamente. Executa painéis e murais em várias cidades brasileiras, entre ele se destaca o elaborado para o Aeroporto dos Guararapes, no Recife, que retrata a vida cotidiana e festiva Nordestina e faz ilustrações para obras de autores como Manuel Bandeira (1886 – 1968) e Ascenso Ferreira. Em 1947, funda um curso de desenho para crianças. Como professor, atua na Escola de Belas Artes do atual Centro de Artes e comunicação da universidade Federal de Pernambuco – UFPE.
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JOSÉ LUIZ CUEVAS – Obesiones Criminales de Vicent Van Gooh – Litografia, assinada ao centro 57 x 76 cm. Participou Exposição na Galeria Multipla em 1974 – Acompanha recibo do artista. José Luis Cuevas Novelo (26 de Fevereiro de 1934-3 de Julho de 2017) José Luis Cuevas foi pintor, cartunista, escritor, gravador, escultor e ilustrador mexicano. Embora a biografia em seu pessoal marque a data de 1934, seu irmão mais velho, o médico e psicanalista Alberto Cuevas Novelo, garantiu que ele nasceu em 1931. Ele era conhecido como a “criança terrível” (enfant terrível) da pintura no México, e também tinha o apelido de “Gato Macho”. Desde sua primeira exposição em Washington, em 1954, com apenas 20 anos e pelo Washington Post e pela revista Time, ele aprendeu a explorar sua imagem pública como homem, sedutor de mulheres e artista sem cabelo na língua. Ele retrucou o movimento muralista mexicano que dominava na época e era um membro proeminente da Geração Ruptura. Ele era um artista autodidata, com muitos estilos e influências muito marcantes no lado negro de sua vida, e figuras frequentemente distorcidas e geravam debates. Ele era um personagem altamente controverso, não apenas por razões artísticas, mais também por suas controvérsias com outros escritores e artistas. Em 1992, foi inaugurado o Museu José Luis Cuevas, que no Centro Histórico da Cidade do México abriga muitas de suas obras e seu acervo de arte pessoal.
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R$ 2.500,00 (BRL)
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R$ 2.500,00 (BRL)
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17
YOLANDA MOHALYI – Composição Nº7 – OST – 90 x 70 cm. No verso etiqueta da Dan Galeria e carimbo do Espólio da Yolanda Mohaly – Acompanha recibo de 1983 assinada por Barbara Bartz, procuradora dos herdeiros e inserção de reprodução da obra na Enciclopédia Itaú Cultural . . Yolanda Leder Mohalyi (Kolozsvar, capital da Transilvânia, Hungria (atual Cluj Napoca, Romênia) 1909 – São Paulo SP 1978 – Pintora, desenhista. Na Hungria estuda pintura na Escola livre de Nagygania e em 1927, ingressa na Real Academia de Belas Artes de Budapeste. Em 1931, vem para o Brasil e fixa – se em São Paulo, onde leciona desenho e pintura. Foram seus alunos, entre outros, Maria Bonomi (1935) e Giselda Leirner (1928). A Partir de 1935, começa a frequentar o ateliê de Lasar Segall (1891-1957), com quem identifica-se. Por volta de 1937, integra o Grupo 7. Ao lado de Victor Brecheret (1894-1955), Antonio Gomide (1895-1967) e Elisabeth Nobiling (1902-1975), entre outros. Sua primeira exposição individual ocorre em 1945 no Instituto de Arquitetos do Brasil – IAB/SP. Em 1951 realiza suas primeiras Xilogravuras, com Hansen Bahia (1915-1978). Em 1958, recebe o Prêmio Leirner de Arte Contemporânea. Entre as décadas de 1950 e 1960, executa em São Paulo vitrais para a Fundação Armando Álvares Penteado – Faap e murais para igrejas Cristo Operário e São Domingos, além de mosaicos para residências particulares. Mais tarde, executa também vitrais para a Capela de São Francisco em Itatiaia. Entre 1960 e 1962, leciona no curso de desenho e plástica da Faap. É também nesse ano que a artista representa o Brasil na 1ª Bienal Americana de Arte, na Argentina, tendo alguns de seus trabalhos escolhidos pelo crítico Sir Herbert Reas para uma exposição itinerante nos Estados Unidos. Em 1963 recebe o prêmio de melhor pintor nacional na 7ª Bienal internacional de São Paulo
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R$ 80.000,00 (BRL)
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18
BERROCAL MIGUEL – Mini David Escultura desmontávelde metal – Dec 60 – alt 14 cm.
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JOSÉ ANTONIO DA SILVA – Bois, guache sobre papel - Dat. 1977 – com dedicatória – 32 x 44 cm. José Antonio da Silva (Sales de Oliveira, São Paulo, 1909 – São Paulo, São Paulo, 1996). Pintor, desenhista, escritor, escultor, repentista. Trabalhador rural, de pouca formação escolar, é autodidata. Em 1931, muda – se para São José do Rio Preto, São Paulo. Participa da exposição de inauguração da Casa de Cultura da cidade, em 1946, quando suas pinturas chamam atenção dos críticos Lourival Gomes Machado (1917-1967). Paulo Mendes de Almeida (1905-1986) e do filósofo João Cruz e Costa. Dois anos depois, realiza mostra individual na Galeria Domus, em São Paulo. Nessa ocasião Pietro Maria Bardi (1900-1999), diretor do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp). Adquire seus quadros e deposita parte deles no acervo do museu. O museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP) edita seu primeiro livro, Romance de minha vida, em 1949. Na 1ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1951, recebe prêmio aquisição do Museum of Modern Art (MOMA) (Museu de Arte Moderna) de Nova York. Em 1966, Silva cria o Museu municipal de Arte Contemporânea de São José do Rio Preto e grava dois LPS, ambos chamados Registro do Folclore Mais Autêntico do Brasil, com composições de sua autoria. No mesmo ano, ganha sala Especial na 33ª Bienal de Veneza. Publica ainda os livros Maria Clara, 1970, com prefácio do crítico literário Antônio Candido (1918). Alice 1972, sou pintor, sou Poeta, 1982, e fazenda da Boa Esperança, 1987. Transfere – se de São José do Rio Preto para São Paulo, em 1973. Em 1980, é fundado o Museu de Arte Primitivista José Antonio da Silva (MAP), EM São José do Rio Preto, com obras do Artista e peças do antigo Museu Municipal de Arte Contemporânea.
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ALDO BONADEI – Tela e Barbante – Dat 1961 - 126 x 110 cm. Exposição Museu Lasar Segall – Aldo Bonadei – O caminho de um pintor – Exposto na exposição da Galeria Griffo em 1984, acompanha recibo da mesma. (Pequeno furo na tela) Aldo Cláudio Felipe Bonadei (São Paulo, São Paulo, 1906 – idem, 1974). Pintor, designer, gravador, figurinista e professor. Entre 1923 e 1928 é aluno de desenho do pintor Pedro Alexandrino (1856 – 1942), período em que também frequenta o ateliê do pintor Antonio Rocco (1880-1944). Em 1929, Bonadei torna-se amigo do professor de Arte Amadeo Scavone. Viaja para a Itália, entre 1930 e 1931, e frequenta a Accademia di Belle Arti di Firenze (Academia de Belas Artes de Florença), onde tem aulas com o pintor Felipe Carena (1879 – 1966) e seu assistente Ennio Pozzi (1893-1972), ambos ligados ao movimento novecento. Nesse período, dedica-se ao desenho da figura humana, principalmente ao nu. Retorna a São Paulo no início da década de 1930 e participa ativamente do Grupo Santa Helena, da Família Artística Paulista (FAP) e do Sindicato dos artistas Plásticos. Integra se 1939 e 1941 o Grupo Cultural Musical, criado pelo psiquiatra Adolpho Jagle, que promove reuniões de artistas. Datam dessa época as suas primeiras experiências abstratas. Em 1949 leciona na Escola livre de Artes Plásticas, primeira ESCOLA DE ARTE MODERNA DE São Paulo e participa do Grupo Teatro de Vanguarda. No ano seguinte, funda a Oficina de Arte (ODA), com Odetto Guersoni (1924-2007) e Bassano Vaccarini (1914-2002). No fim da década de 1950 atua como figurinista nas peças Vestido de Noiva, de Nelson Rodrigues (1912-1980), s Casamento Suspeitoso, de Ariano Suassuma (1927-2014), ambas encenadas pela Companhia Nídia Lícia – Sérgio Cardoso. Nesse período, desenha alguns figurinos para dois filmes dirigidos por Walter Hugo Khoury (1929-2003), Fronteiras do inferno (1958) e Na Garganta do Diabo (1959). (FURO NA TELA)
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R$ 150.000,00 (BRL)
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R$ 150.000,00 (BRL)
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21
CACIPORÉ TORRES – Luminária Aço – 120 x 33 x 44 cm. Caciporé de Sá Continho da Lamare Torres (Araçatuba, São Paulo,1935). Escultor, desenhista e professor. Viaja para a Europa através de bolsa de estudos que recebe na 1ª Bienal Internacional de São Paulo, de 1951, e durante dois anos frequenta os ateliês de escultura de Marino Marini (1901-1980) e Alexander Calder (1898-1976). Retorna ao Brasil em 1953, participa de exposições, e posteriormente, regressa à Europa. Em 1954, estuda história da arte na Sorbonne, Paris, e trabalha em ateliê durante 4 anos, período em que desenvolve obra de caráter abstracionista. Passa a construir formas maciças orgânicas e geométricas, utilizando peças metálicas de aparência industrial, como o aço, bronze e ferro. Muitas dessas esculturas são feitas em grandes dimensões e integram museus e espaços públicos de diversas cidades, como as obras na Praça da Sé, metrô Santa Cecília, e painel escultórico em Miami, Estados Unidos. Entre 1961 e 1971, leciona escultura na Fundação Armando Álvares Penteado (Faap) e, a partir de 1971, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie, ambas em São Paulo. Em 1970, é eleito presidente da Associação Paulista de Críticos de Artes Plásticas/Unesco, e em 1980 e 1982, melhor escultor brasileiro pela Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA). É agraciado com comenda Mário de Andrade pelos Governo do Estado de São Paulo, na gestão de Paulo Egydio Martins.
22
CACIPORÉ TORRES – Escultura em aço – 67 x 61 x 30 cm.
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INOS CORADIN – Figura jogo de cartas OST – 100 x 39 cm. Artista figurativista, dedicou – se a paisagens, naturezas-mortas e figuras tratadas estilizadamente, com cores e tons iluminados. Passou a infância e adolescência em Castelbaldo, província de Padova, onde teve aulas de pintura com Tardivello. Em 1947 trabalhou em um monumento em homenagem aos mártires da resistência italiana contra o fascismo, erguido em Castelbado. Muda-se para o Brasil em 1950, fixando-se em Judiaí, São Paulo. É convidado pelo pintor Argentino Osvaldo Navarro a fazer parte do Núcleo artístico do Atelier Cooperativa Politone, na Vila Mariana, São Paulo, em 1951. Visita em Salvador, em 1953, onde conhece diversos artistas, como Mário Cravo Júnior, Rubens Valentin, Caribé, Jenner Augusto e Mirabeau Sampaio, o crítico Wilson Rocha e o cantor e compositor Dorival Caymmi. Participou da equipe de cenógrafos para Balé do IV Centenário de São Paulo em 1954 e executa cenários para balés peças teatrais para Rugero Giacobbi e Aldo Cravo. Instala-se em Ibiúna SP, onde pintou e trabalha com os madeireiros, que na época tinham na madeira sua principal fonte de economia, no ano de 1957. Na década de 1960 conhece seu primeiro Marchand, Américo Reisfield, que após cessar suas atividades foi sucedido por Josef Bartzion, que passou a representa-lo em exposições internacionais, cada vez mais frequentes. Em 1979 é contratado para pintar um cenário 8 x 11 m para o teatro de Rovigo, na Itália. Recebeu o Prêmio Quadrivio de Pintura, na Itália. Em 1997 lança o livro La Visione incatata, simultaneamente no Brasil e na Europa. Ao Longo dos anos 2000 lança outros livros, lançados na Europa e no Brasil além de realizar trabalhos de ilustração. Em 2008 é lançado o documentário Inos,sobre sua vida artística e pessoal.
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FULVIO PENNACCHI – Madona OST/CSE – Dat 1937 - 40 x 35 cm. (com restauro) Fulvio Pennacchi (Vila Collemandina – Garfagnana Toscana, Ítalia 1905 – São Paulo, São Paulo,1992). Pintor, ceramista, desenhista, ilustrador, gravador, professor. Em 1924, muda – se para Lucca e inicia sua formação artística frequentando o Regio Instituto di Belle Arti (atual Instituto Superiore Artístico A. Passaglia. Onde tem aulas com o pintor Pio Semeghini (1878 – 1964). Muda –se para São Paulo em 1929 e dedica – se à diferentes atividades até 1933, quando passa a auxiliar Galileo Emendabili (1898 – 1974) na execução de monumentos funerários. Em 1935, conhece Francisco Rebolo (1902-1980). Passa a frequentar seu ateliê e convive com os artistas do Grupo Santa Helena. No ano seguinte, indicado por Emendabili. Trabalha como professor de desenho geométrico e artes no Colégio Dante Alighieri. Nessa mesma época integra a Família Artística Paulista – FAP e inicia a produção de painéis em afresco e óleo para residências. Igrejas hotéis e outras edificações. Destacando – se os afrescos de grandes dimensões para igreja Nossa Senhora da Paz, no bairro do Glicério, executados entre os anos de 1941 e 1948. A partir de 1952, pesquisa técnicas de policromia em cerâmica. Em 1965, inicia um período de recolhimento e mantém – se afastado das exposições e do circuito artístico. Em 1973, reabre seu ateliê e recebe diversas homenagens no Brasil e na Itália. Nesse mesmo ano a ceramista Eunice Pessoa e com ela desenvolve um grande número de peças, expostas em 1975. Sem nunca te abandonado as atividades artísticas, Volta a figurar em diversas mostras e continua a produzir painéis em afresco. Em 1980, Pietro Maria Bardi (1900- 1999) publica um livro sobre sua obra. Nove anos depois, é lançado, pela editora Gema Desing, o livro Ofício Pennacchi, organizado por Valério Antonio Pennacchi, responsável também pela publicação. Em 2002, do livro Fulvio Pennacchi: Pintura Mural, editado pela Metalivros.
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BRUNO GIORGI – Nú Feminino – Bronze assinado – 16 cm - total 26 cm.
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BORGHESE - Jardim da Aclimação – OSM/CID – 1976
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WEGA NERY – Cidade La Medieval – OST/CID – 1975 – necessita restauro – 60 x 80 cm. Acompanha recibo da Artista em 7 de Agosto de 1975. Wega Nery Gomes Pinto (Corumbá MT 1912 – Guarujá SP 2007) Pintora desenhista, poeta e professora. Nos anos 1930, publica poemas na revista. O Malho (PARNASO Feminino) como “Vera Nunes”. De 1946 a 1949, estuda desenho e pintura na Escola de Belas Artes, Em São Paulo. Na década de 1950, tem aulas com Joaquim da Rocha Ferreira (900-1965) e Yoshiya Takaoka (1909-1978), com quem participa do Grupo Guanabara (1950-1959). Em 1953, frequenta o Atelier-abstração, de Samson Flexor (1907-1971) e produz as primeiras pinturas abstratas, de tendência geométrica. Em 1955, expõe desenhos no Museu de Arte de São Paulo (MASP) Participa de várias edições da Bienal Internacional de São Paulo, é premiada como melhor desenhista nacional em 1957 e recebe sala especial em 1963, 1973 e 1989. Ainda em 1963, leciona desenho e pintura na Sociedade Cívica Feminina de Santos, São Paulo. Na mesma década, cria as primeiras, “Paisagens Imaginárias” que pintará até fins de 1980. Expões obras em diversos Panorama da Arte atual Brasileira, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM/SP) a partir do primeiro, em 1969.Em 1975, o crítico de arte Geraldo Ferraz (1905-1979), companheiro da pintora, lança Wega liberta em Arte 1954-1974. Em 1993 a Pinacoteca do estado de São Paulo (Pesp) realiza uma individual da artista e no ano seguinte, uma retrospectiva é mostrada no Centro Cultural de São Paulo (CCSP).
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BRUNO GIORGI – Grupo – Bronze – 1955 – 23 x 13 cm. Acompanha foto com declaração de autenticidade do artista em 1977.
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VOLPI ALFREDO – Ogiva – Tempera sobre tela – Assinado no verso - 130 x 70 cm. Acompanha nota fiscal da A. Ponte em 1974, foto com assinatura e dedicatória do artista para a Sra. Lilian e reproduzido na capa e parte interna do catálogo da exposição Ogivas realizada no MAC. Alfredo Volpi (Lucca Itália 1896 – São Paulo SP 1988). Pintor. Musa – se com os pais para São Paulo em 1897 e, ainda criança, estuda na Escola Profissional Masculina do Brás. Mais tarde trabalha como marceneiro, entalhador e encanador. Em 1911, torna –se pintor decorador e começa a pintar sobre madeiras e telas. Na década de 1930 passa a fazer parte do grupo Santa Helena com vários artistas, como Mário Zanini e Francisco Rebolo, entre outros. Em 1936 participa da formação do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo e integra, em 1937, a Família Artística Paulista – FAP. Sua produção inicial é figurativa, destacando – se marinhas executadas em Itanhém, São Paulo. No fim dos anos de 1930, mantém contato com o pintor Emídio de Souza. Em 1940, ganha o concurso promovido pelo instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, com trabalhos realizados com base nos monumentos das cidades de São Miguel e Embu e encanta – se com a arte colonial, voltando – se para temas populares e religiosos. Realiza trabalhos para a Osirarte, empresa de azulejaria criada em 1940, por Rossi Osir. Sua primeira exposição individual ocorre em São Paulo, na Galeria Itá, em 1944. Em 1950, viaja para Europa acompanhado de Rossi Osir e Mario Zanini, quando impressiona – se com obras pré – Renascentistas. Passa a executar, a partir da década de 1950, composição que gradativamente caminham para a abstração. É convidado a participar, em 1956 e 1957, das Exposições Nacionais de Arte Concreta e mantém contato com artistas e poetas do grupo concreto. Recebe, em 1953, o prêmio de Melhor Pintor Nacional da Bienal Internacional de São Paulo, dividido com Di Cavalcanti, em 1958, o Prêmio Guggenheim; em 962 e 1966, o de melhor pintor brasileiro pela crítica de arte do Rio de Janeiro entre outros
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FANG – Composição com cadeira – OST/CID – Dat. 81 – 63 x 88 cm.
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