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Galeria Paiva Frade
Auctioneer: Alexandre Paiva Frade
ARISTOCRÁTICOS E ETERNOS
24 de February às 20:30h
25 de February às 20:30h
26 de February às 20:30h
Description
IMPORTANTE: Esse leilão será apregoado A VISTA. MODALIDADES: DEPÓSITO BANCÁRIO. Entre em contato: (35) 3332 4150. No caso de arrematação os valores deverão ser quitados, em até 72 horas, após recebimento do E-MAIL DE COBRANÇA. O não cumprimento do prazo previsto, Leiloeiro dará por desfeita a venda e, por via de EXECUÇÃO JUDICIAL, cobrará sua comissão e a dos organizadores. DÚVIDAS POR FAVOR CONTATE: (35) 3332- 4150.
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1
ETIENNE FRANÇOIS AUGUSTE MAYER (1805 -1890)
Assinado no canto inferior esquerdo
Paisagem do Rio de Janeiro com figuras e barcos
Óleo sobre madeira
Medidas: 72 X 101,5 cm.
Laudo da pintura: Julio Bandeira - Historiador
Laudo da localização: Eduardo Schnorr - Historiador e Professor

Rara iconografia pintada de Niterói, Baía do Rio de Janeiro, cidade em panorâmica.
Conforme Anuário do Museu Imperial em anexo, o pintor acompanhou a Princesa D. Tereza Cristina para o casamento com D. Pedro II. O Museu possui um quadro retratando a viagem.
2
OSCAR PEREIRA DA SILVA (São Fidélis RJ 1867 - São Paulo SP 1939)
"Iconografia - "Praia do José Menino em Santos - Vista para São Vicente, SP".
Óleo sobre tela
Medidas: 50 x 95 cm
Assinado: Canto inferior direito - 1904
Procedência: Galeria Maurício Pontual.

Em 1882, matriculou-se na Academia Imperial de Belas Artes
Em 1887, tornou-se ajudante de Zeferino da Costa na decoração da Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro.

Em Paris, Oscar foi pensionista do ateliê de dois dos maiores conservadores, Léon Bonnat e Jean-Léon Gérôme, que atendia aos pedidos de oficiais do governo francês.

Em 1896 retornou ao Brasil. No Rio de Janeiro, realizou uma exposição individual no salão da Escola Nacional de Belas Artes (Enba).
Em São Paulo e lecionou no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo e fundou o Núcleo Artístico, que, mais tarde, se transformaria na Escola de Belas Artes, onde deu aulas.
Entre 1903 e 1911, decorou o Theatro Municipal de São Paulo, elaborando três murais: O Teatro na Grécia Antiga, A Dança e A Música.

Sua pintura era muito apreciada pelas elites ligadas a cafeicultura, as quais assumiam cada vez mais um papel de destaque no canário político, devido a instauração da República no país, gerando a produção de iconografias locais.

"Iconografia - Santos - SP" é uma rara obra pois sabe-se que Oscar Pereira da Silva e Benedito Calixto, nesta época, tornaram-se próximos, pois executavam pinturas na igreja de Santa Cecília.

A experiência de trabalhar na decoração da Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, gerou frutos em São Paulo, tendo a oportunidade de decorar, juntamente com Benedito Calixto, a Igreja de Santa Cecília e as igrejas de Santa Ifigênia, da Consolação e do Rosário, em São Paulo.

Na cidade de São Paulo estão os principais trabalhos do artista, entre os quais se destacam "Escrava Romana" (1894), "Infância de Giotto" (1895), "Fundação de São Paulo" (1909) e "Desembarque de Cabral em Porto Seguro" (1900), entre outros preservados pela Pinacoteca de São Paulo e pelo Museu Paulista da Universidade de São Paulo.


3
OSCAR PEREIRA DA SILVA (São Fidélis - RJ, 1867 - São Paulo - SP, 1939)
OVAL
Medidas: 69 x 39 cm. / 80 x 43 cm.
Óleo sobre cartão.
Flores, natureza morta.
Consta de selo no verso: Restaurado em 1999 por Renata Weithermer.

Em 1882, matriculou-se na Academia Imperial de Belas Artes
Em 1887, tornou-se ajudante de Zeferino da Costa na decoração da Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro.

Em Paris, Oscar foi pensionista do ateliê de dois dos maiores conservadores, Léon Bonnat e Jean-Léon Gérôme, que atendia aos pedidos de oficiais do governo francês.

Em 1896 retornou ao Brasil. No Rio de Janeiro, realizou uma exposição individual no salão da Escola Nacional de Belas Artes (Enba).
Em São Paulo e lecionou no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo e fundou o Núcleo Artístico, que, mais tarde, se transformaria na Escola de Belas Artes, onde deu aulas.
Entre 1903 e 1911, decorou o Theatro Municipal de São Paulo, elaborando três murais: O Teatro na Grécia Antiga, A Dança e A Música.

Sua pintura era muito apreciada pelas elites ligadas a cafeicultura, as quais assumiam cada vez mais um papel de destaque no canário político, devido a instauração da República no país, gerando a produção de iconografias locais.

A experiência de trabalhar na decoração da Igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, gerou frutos em São Paulo, tendo a oportunidade de decorar, juntamente com Benedito Calixto, a Igreja de Santa Cecília e as igrejas de Santa Ifigênia, da Consolação e do Rosário, em São Paulo.

Na cidade de São Paulo estão os principais trabalhos do artista, entre os quais se destacam "Escrava Romana" (1894), "Infância de Giotto" (1895), "Fundação de São Paulo" (1909) e "Desembarque de Cabral em Porto Seguro" (1900), entre outros preservados pela Pinacoteca de São Paulo e pelo Museu Paulista da Universidade de São Paulo.

Após retornar de Paris em novembro de 1930, surge modificações em suas telas de composições mais despreocupadas, paleta mais claras, pinceladas soltas, contudo preservando o primor no desenho.
4
ASSINATURA ILEGÍVEL- ESCOLA EUROPÉIA - SÉCULO XIX.
Figura feminina ao estilo BELLE ÉPOQUE (1870-1900). Composição rodeada de flores e véus com transparência no busto, fundos em arvoredos.
Moldura original.
Medidas: 72 x 60 cm. / 96 x 83 cm.
5
Aimé Stevens 1869-1951 - Escola Belga, séc. XIX-XX
Jardim e Vila ao Fundo.
Ass. cid.
Medidas: 45 x 55 cm.
Artista com cotação internacional, ArtPrice. Moldura de época.
6
Anita Malfatti (São Paulo, São Paulo, 1889 - 1964)
Figuras na roça “Caipiras”, década de 40
Óleo s/ tela
Ass. Inf. Direito
Procedência: Coleção Luiza P. Greggio – Coleção Particular Rio de Janeiro
Medidas: 75 x 54,5 cm.
7
Anita Malfatti (São Paulo, São Paulo, 1889 - idem 1964)
"Árvores no bosque", Paris, década de 1920.
Óleo sobre cartão, Assinado.
Medidas: 27 x 35 cm. (tamanho da obra) e 50 x 58 cm. (tamanho da moldura)
Reproduzido no livro "Anita Malfatti" por Luzia Portinari Greggio, à página 73 e em outras publicações da artista, participou de várias exposições.
Coleção particular, Rio de Janeiro/RJ.
8
BARLEUS, 1º Edição 1647 - Post, Frans Jansz, 1612-1680 (il.)
Classisquae in PatriamComitemRevexit. - Amstelodami: TypographeioIoannisBlaev.
Gravura da frota, composta por treze naus e aproximadamente 1400 pessoas, que partiu para oBrasil acompanhando Maurício de Nassau, em 1644. Reproduzido na Brasiliana Guita e José Mindlin.
Medidas: 41,5 x 54,5 cm.
9
"BRASIL HOLANDÊS"- Barlaei, Casparis. Rerum per octennium in Brasilia et alibi gestarum: sub praefectura illustrissimi comitis I. Marutii Nassaviae. 724 pp.; 9,5 x 15,8 cm, 1660. Clivis: Ex officina Tobiae Silberling.

Primeira edição em latim, do mais belo e luxuoso livro da época do Brasil Holandês. Patrocinado por Maurício de Nassau para celebrar sua estadia quando administrador da ocupação das capitanias do norte do Brasil - Pernambuco, Itamaracá, Paraíba e Rio Grande - pela Companhia das Índias Ocidentais neerlandesa. Contém 3 mapas, 5 vistas desdobráveis. Acrescentada com quatro textos do médico Moritz. Encadernação de época, em pergaminho. BORBA DE MORAES: Barleus, Gaspar. Res Brasiliae imperante illustrissimo D.I.Mauritio Nassoviae etc. Principe, per C. Barleum. Accedi G. Pisonis Tractatus de Aere Aquis et Locis cum S.C.M.Privilegio Clivis, Apud Tobiam Silberling, 1660. 15 x 9; retrato de Nassau com as armas de Nassau na p. seguinte (ao lado) , seguido de deic., 4 fls. s.n., 664 pp., 11 fls. c/ índice, 8 gravs e mapas desdobr., (Não tem a gravura do eclipse que Borba observa faltar em vários exemplares.)

10
"BRASIL HOLANDÊS"- NIEUHOF, JOHAN GEDENKWEERDIGE - BRASILIAENSE ZEE - en LANTREIZE
PRIMEIRA EDIÇÃO DESTA OBRA CLÁSSICA SOBRE O BRASIL HOLANDÊS- Apresenta muitas imagens junto ao texto e algumas gravuras desdobráveis que reúnem as principais espécies de árvores e frutas do Brasil. Incontestavelmente, uma das fontes mais importantes que existe para o estudo do Brasil Holandês. O autor viveu no Nordeste de 1640 a 1649 e teve, portanto, tempo suficiente para estudar o país, aprender o português e anotar com cuidado todos os acontecimentos ocorridos nesse período de nossa história. Barleus foi o cronista dos feitos nassovianos e Nieuhof o historiador de tudo quanto aconteceu posteriormente a Nassau. (Rubens Borba de Moraes, 1942: XIII). COMPLETO, EXCELENTE ESTADO DE CONSERVAÇÃO. Medidas: 32 x 20 cm.

NIEUHOF, JOHAN GEDENKWEERDIGE BRASILIAENSE ZEE-en LANT-REIZE. Behelzende Al het geen op dezelve is voorgevallen. Beneffens Een bondige befchrivjving van gantfch. NEERLANTS BRASIL Zoo van landschappen, steden, dieren, gewaffen, als drachten, zeden en godsdienft der inwoonders: En inzonderheit. Een wijtloopig verhael der merkwaardigste voorvallen en geschiedenissen, die zich, gedurende zijn negenjarige verblijf in Brazil, in donzen, zich sedert het jaer 1640 tot 1649 hebben toegedragen. Door gaens versiert met verfcheide afbeeldingen na het leven aldaer getekend AMSTERDAM. Voor de Weduwe van Jacob van Meurs, op de Keizers -gracht, 1682. 573 pp. p. 40 e 47 dupl.. (32 x 20 cm).
11
"BRASIL HOLANDÊS"- HISTORIA NATURALIS BRASILIAE - DE INDIAE UTRIUSQUERE NATURALI ET MEDICA- 1658- Guilherme PISO, WILLEM e George MARCGRAF.
Guilielmi Pisonis medici Amstel aedamensis de Indiae Utriusquere naturali et medica Libri quatuordecim, Quorum contenta pagina sequensexhibet. Amstelaedami, Apud Ludovicum et Daniel em Ezevirios, Aº. CI ) I ) C LVIII [1658]. 36 x 22; 11 fls. s.n., c/prefácio, dedic., etc., seguido de : ‖Historiaenaturalis et medicae Indiae Occidentalis...‖ por Piso, 327 pp., e 5 fls. s.n. c/ìndice, seguido pelo ―Tractatus topographicus et metereologicus Brasiliae . . .‖ por Marcgraf, 39 pp. -Encadernação em couro moderna

Segue-se a ―Historiae naturalis et medicae Indiae Orientalis. . .‖ por Jacobus Bontius, 160 pp, seguido por ―Mantissa aromatica . . .‖ por Piso, 161 pp. até 226, e 2 fls. s.n. c/índice. Numerosas ilustrações no texto. Frontispício gravado.

William Pies, cujo nome ficou conhecido na história sob a forma latina Pisonius e Piso, nasceu em Leyde, em 1611. Estudou medicina na sua cidade natal e em Caen, e praticou em Amsterdam até a sua partida para o Brasil, a fim de substituir o médico de Nassau, que falecera quando de sua chegada. Piso regressará à Holanda com Nassau. Ao que tudo indica, ele não apenas foi o médico do governador do Brasil Holandês, mas também chefe da missão científica enviada para aqui pela Companhia das Indias Ocidentais, a pedido do príncipe. Durante sua permanência no Brasil, Piso realizou estudos comparáveis aos de Marcgraf, alguns dos quais haviam sido publicados dez anos antes, na Historia naturalisBrasiliae, no capìtulo intitulado ―Medicina Brasiliensi.‖

Piso não aprovou a maneira pela qual Laet havia editado essa obra, que continha erros e fora publicada, como ele explica no prefácio, durante sua permanência no Brasil. Por conseguinte, decidira reorganizá-la inteiramente e publicá-la de novo sob o tìtulo ―De Indiae utriusquere naturali et medica‖. Esta edição reúne quatro obras diferentes: a primeira parte (em cinco livros) contém o ―MedecinaBrasiliensi‖, Reliure d'art Nicole Chalifouxe Piso, e a ―Historiae rerumnaturalium Brasiliae‖, de Marcgraf, ambas completamente revisadas.

O primeiro livro da primeira parte trata da ―aeribus, locis et aquis‖; o segundo da natureza e das curas para as doenças mais comuns no Brasil; o terceiro dos animais; o quarto das árvores e ervas medicinais e comestíveis; e o quinto dos venenos e antídotos.

A segunda parte contém um tratado de Marcgraf: ―Tractatus topographicus et metereologicusBrasiliae, cum ObservationeEclipsis Solaris‖.

A terceira parte é inteiramente de autoria de JacobusBontius e contém a ―Historiaenaturalis et medicaeIndiaeOrientalis.‖ Piso editou o trabalho cientìfico que Bontius, morto nas Índias Orientais, não pudera publicar, provendo-o de notas e comentários.

A quarta parte, que completa o volume, contém um tratado de Pìso sobre a ―Mantissimaaromatica.‖

Piso foi acusado de plagiar Marcgraf e de ter omitido o nome desse último na descrição de inúmeras novas espécies. O próprio irmão de Marcgraf o acusou veementemente. Contudo, na p. 107 desta obra, Piso escreve que emprestou muitos desenhos e notas ao ―optimo et diligentissimomeo domestico Dr. Marcgravius, in nostrisperegrinationibusobservatusmutatusmutatus sum.‖ Mais adiante, declara que o fato de serem atribuúidas a ele ou Marcgraf o mérito das novas descobertas lhe era indiferente. O que importava era serem úteis aos médicos e pacientes do Novo e do Velho Mundo.
Na verdade, muitos cientistas preferem o modo como o material encontra-se disposto na HistoriaNaturalisBrasiliae, do que tal como na obra de Piso.
As pranchas são majoritariamente as mesmas da outra edição, assim como o são até mesmo os frontispícios gravados. Embora não levem o nome, seja do artista, seja do gravador, são provavelmente de Matham. Os desenhos originais encontram-se na Biblioteca Albertina, em Viena.

A Historia Naturalis Brasiliae e a De India e Utriusquere naturali et medica, são obras intimamente relacionadas, e os nomes de Piso e Marcgraf estão tão entrelaçados que é impossível dissociá-los. Encadernação moderna pleno couro.

De India Utriusque Re Naturali et Medica é o título do livro de Guilherme Piso, médico holandês que viveu no Brasil Holandês durante o período nassoviano, publicado em 1658, como uma segunda edição da obra Historia Naturalis Brasiliae.
12
ADOLF BAUMGARTNER-STOILOFF (Linz, 1850 - Vienna, 1924 AUSTRIAN)
Medidas tela: 81 x 53 cm.
Medidas com moldura: 125 x 175 cm.
Óleo sobre tela, moldura original de época.
The Gold Escort - Russian School - 19th Century

BIOGRAFIA: Adolf Baumgartner-Stoiloff nasceu em 1850 em Linz (Áustria) e faleceu em 1924 em Viena. Estudou na Academia Imperial de Belas Artes de São Petersburgo na década de 1880.
Era muito conhecido como pintor de cavalos.
Entre 1890 e 1900, suas cenas russas com cossaques e caçadores eram frequentemente publicadas em várias revistas europeias.
Formas de assinatura: "A.Baumgartner-Stoiloff", "Stoiloff", "Constantin Stoiloff" ou "C.Stoiloff".

REFERÊNCIAS:
https://www.christies.com/lot/lot-adolf-baumgartner-stoiloff-austrian-1850-1924-the-gold-escort-5969138/?
http://www.arcadja.com/auctions/en/baumgartner_stoiloff_adolf/artist/67235/
https://www.dorotheum.com/en/l/5943766/
https://www.alamy.com/baumgartner-stoiloff-adolf-the-gold-escort-russian-school-19th-century-
13
Sir ALFRED DE BREANSKI ( UNITED KINGDON, 1852-1928)
MEDIDAS: 50x89-71x110 cm.
Óleo sobre tela.
"lago e montanhas".


BIOGRAFIA: Nasceu em Londres em uma família de artistas e vivendo grande parte de sua vida em Greenwich, era casado com Annie Roberts, uma notável artista galesa que conheceu em viagens de pintura ao País de Gales. O casal teve sete filhos, incluindo dois filhos, Gustave e Alfred, que também se tornaram conhecidos por suas pinturas de paisagens. Foi um conhecido pintor de paisagens de cenas galesas e escocesas, especialmente lagos nas montanhas ao pôr do sol, banhados pela luz.
De Breanski começou a expor na Royal Academy de Londres em 1869,e também expôs na Royal Society of British Artists, Suffolk Street e na New Watercolor Society. Seu estilo era realista e detalhado.
(...)"Frequentou a Escola de Arte de St. Martin antes de embarcar em sua própria carreira pintando paisagens naturalísticas do interior da Escócia e do País de Gales. Semelhante a Antoine-Louis Barye e Alfred Barye, ( pai e filho) os De Breanksi trabalharam no mesmo meio com assuntos semelhantes e, portanto, precisaram distinguir suas obras umas das outras por meio de uma assinatura exclusiva. O artista mais tarde viajou para a França na década de 1890 e foi exposto ao estilo Belle Époque, conheceu James Abbott McNeil Whistler . Suas obras começaram a mostrar a influência do impressionismo após seu retorno à Grã-Bretanha, com pinceladas proeminentes e grande atenção dada à luz.(...)"
ASSINATURA segundo John Castagno, página 89. Vide foto em anexo.
OBRAS EM MUSEUS:
The Sydney Museum na Austrália,
Southampton Art Gallery
Laing Art Gallery em Newcastle upon Tyne.

REGISTROS EM LEILÕES:
LOT 90, SALE 7437 Alfred de Bréanski, Sen. (1852-1928)
Summer Showers, Perth; e Bealach-ram-bo, NB
PREÇO REALIZADO GBP 46.100

Loch Lomond at Sunset
LOT 23, VENDA 5306 Alfred de Bréanski, Snr. (1852-1928)
Loch Lomond at Sunset
PREÇO REALIZADO GBP 29.300

Quando a Truta Subir
LOTE 65, VENDA 2547 Alfred de Bréanski (Britânico, 1852-1928)
Quando a Truta Subir
PREÇO REALIZADO USD 37.500

Outono nas terras altas
LOTE 71, VENDA 7728 Alfred De Bréanski, RBA (1852-1928)
Outono nas terras altas
PREÇO REALIZADO GBP 22.500

In wild Aberdeen
LOT 99, SALE 5845 Alfred de Bréanski, Snr., RBA (1852-1928) ...
In wild Aberdeen
PREÇO REALIZADO GBP 20.000

À noite de julho, Loch Lomond
LOT 68, VENDA 4753 Alfred De Bréanski, RBA (1852-1928)
Uma noite de julho, Loch Lomond
PREÇO REALIZADO GBP 20.000
O Vale do Teith
LOTE 117, VENDA 5627 Alfred De Bréanski, Sen. (1852-1928)
O Vale do Teith
PREÇO REALIZADO GBP 18.750
Um pôr do sol de verão
LOTE 90, VENDA 8020 Alfred De Bréanski (1852-1928)
Um pôr do sol de verão
PREÇO REALIZADO GBP 18.750
ALFRED DE BREANSKI (BRITISH, 1852-1928)
LOT 484, VENDA 5745 ALFRED DE BREANSKI (BRITISH, 1852-1928)
PREÇO REALIZADO GBP 15.000
Highland light
LOT 69, VENDA 4753 Alfred De Bréanski, RBA (1852-1928)
Highland light
PREÇO REALIZADO GBP 15.000
Um vale de Perthshire
LOT 37, VENDA 5222 Alfred de Bréanski, Snr., RBA (1852-1928)…
A Vale de Perthshire
PREÇO REALIZADO GBP 13.750
Loch Katrine, noite
LOT 48, VENDA 5222 Alfred de Bréanski, Snr., RBA (1852-1928)…
Loch Katrine, noite
PREÇO REALIZADO GBP 13.750
Dia de partida por ALFRED DE BREANSKI ALFRED DE BREANSKI Sr.
(BRITISH , 1852 - 1928) Dia de partida
ESTIMATIVA
$ 8.000 - 12.000 USD
14
Bilhete da Casa de Administração Geral dos Diamantes. Criada em 1771, a Casa de Administração Geral dos Diamantes emitia vales, quando se via sem moedas para pagar mantimentos, empregados, aluguel de escravos. Aceito por todos como dinheiro, esses vales eram pagos quando a Casa recebia moedas de Lisboa. Datado de 7 de agosto de 1777. É o 1o. Papel moeda do Brasil. Reproduzido na Coleção História Econômica do Brasil em 5 volumes. Ouro , diamantes, Minas Gerais
15
RARO E MAIS IMPORTANTE LIVRO PORTUGUÊS DE CAVALARIA.
ANDRADE, Manuel Carlos de
"LUZ DA LIBERAL, E OBRE ARTE DA CAVALLARIA, OFFERECIDA AO SENHOR D. JOAO, PRINCEPE DO BRAZIL" por Manoel Carlos de Andrade, Lisboa, por Ordem de Sua Magestade na Regia Officina Typographica - 1790. XXVI, 454, 2 p. : il., 1 retr., 93 gravuras.
Dimensões: 25 x 36 x 7 cm.
Encadernação antiga em couro, gravado com douração, livro cotação internacional e muito procurado , somente um exemplar a venda no mundo. PRIMEIRA EDIÇÃO, RARÍSSIMA de um dos mais importantes títulos da bibliografia equestre portuguesa.

Manuel Carlos de Andrada (c. 1755-1817) foi discípulo do mestre Rodrigo Quaresma e picador da Picaria Real. Autor da obra Manejjo Real, oferecido a D. José I, inspirou este seu trabalho no Tratado de Equitação de François Robichon de la Guerniére. Segundo Inocêncio, a obra conheceu 1000 exemplares, dos quais apenas 200 foram postos à venda, e foi composta com os melhores gravadores e impressores da época. Além do merecimento do próprio texto, tido como referência durante muito tempo, as gravuras são de belíssima qualidade e figuram, entre os seus executores, nomes como Fróis Machado, Manuel Alegre, Fernandez Piedra, Martini, Gregório de Queiroz e Carneiro da Silva. Alguns bibliógrafos atribuem a autoria da obra ao Marquês de Marialva, D. Pedro de Alcântara de Menezes Coutinho, conhecendo esta obra como A Arte de Marialva. Inoc., V, p. 386 | Salema Garção, 2.ª parte, 153 | Hist. Gravura Art., I, p. 304.; BNP - PURL 29638
16
Rio de Janeiro by DESMONS, ILUCHAR (1803-1858)
Panorama da Cidade de Rio de Janeiro - Tomado do Morro de San Antônio a vôo de pássaro, 1854.
Raríssima litografia original impressa em Paris, por Lemercier. Desenho de Desmons, Iluchar (1803-1858) Gravador: Ciceri, Eugène (1813-1890)
Medidas: 31 x 48,3 cm (MI). 55,5 x 43 cm (ME).
Limpas e sem moldura. Reproduzidas em bibliografias especializadas G. Ferrez e outras.
17
Louis Lebreton (1818 - 1866)
"Rio de Janeiro - Vista tomada da Ilha das Cobras"
Litografia por Becquet Frères (c. 1838), realçada por aquarela de época.
Medidas: 39 x 54,5 cm. (MI); 60 x 74,5 cm. (ME)
Obra citada e reproduzida na página 204 do livro "Paisagem do Rio de Janeiro" por George Ermakoff.


18
Rio de Janeiro by DESMONS, ILUCHAR (1803-1858)
Panorama da Cidade de Rio de Janeiro - Vista da Cidade Rio de Janeiro com Candelária, 1854.
Litografia original impressa em Paris, por Lemercier. Desenho de Desmons, Iluchar (1803-1858)
Gravador: Ciceri, Eugène (1813-1890)
Medidas: 31 x 48,3 cm (MI). 55,5 x 43 cm (ME).
Limpas e sem moldura. Reproduzidas em bibliografias especializadas G. Ferrez e outras.
19
PEDRO WEINGÄRTNER (1853-1929)
Localizado: Roma
Datado: 1887
Tema mitológico com alegoria de infantes ao deus Baco.
Com dedicatoria:
"Ao Victor off Wiengartner" (vide fotos)
(termo que designa: "offerecido por Wiengartner:) No Imperio do Brasil, na língua portuguesa usava-se off dois "FF" para a palavra offerecido. Como pode ser visto em cartas enviadas a Sua Majestade o Imperador o Senhor D. Pedro II.
O.S.T.
Medidas: 30,5 x 80,5 cm.

(...)"Quanto a mitologia greco-romana, parte dos cânones temáticos da Europa no século XIX. O artista pintou do agricultor pobre ao presidente da província, havendo em sua arte diversa uma homogeneidade pictórica: o estilo acadêmico herdado do Velho Mundo e aprendido com o mestre William-Adolphe Bouguereau na Academia Julien em Paris". (...)

(...) "A considerar-se a data da publicação da crônica, 1887, Koseritz visitou Weingärtner no
seu primeiro ateliê romano, na Villa Strohl-Fern, local até os dias de hoje importante
para a história da arte europeia e americana, objeto de uma exposição que a descreve
como um lugar
Rodeado por vegetação, na fronteira da Villa Borghese, a Villa recebeu o nome do patrono
e artista alsaciano Alfred Wilhelm Strohl-Fern, que a adquiriu em 1879, criando um
extraordinário jardim onde, além de seu palácio, ele construiu uns estúdios com claraboias
para hospedar artistas. Sua ideia era de criar uma espécie de comunidade utópica, na
qual os artistas de todo o mundo poderiam viver e trabalhar livremente, pagando um
modesto aluguel. A partir do final de 1882, eles começaram a chegar: pintores, escultores,
escritores, fotógrafos, poetas, dançarinos e músicos, que se alternaram no local até após
a morte de Strohl-Fern, que ocorreu em 1927, quando a vila, por legado, tornou-se
propriedade do Estado francês.(...)".
(...) " Weingärtner não deixou, aparentemente, qualquer registro desse local. As referências
sobre sua temporada na Villa Strohl-Fern são escassas e resumem-se ao registro como
os efetuados por Camila Dazzi que indica sua permanência no local entre 1887 e
1891.(...)"



20
TEMISTOCLE LAMESI (Italiano, 1870–1951)
Título no verso: "Zampognaro" (Tocador de Zampogne*)
Óleo sobre cedro
Medidas: 45 x 27 cm. / 66 x 48 cm.
*Zampogne: instrumento musical arcaico de fole e várias canas. Tradicional do Centro-sul da Itália: Lazio, Abruzzo, Molise, Campania, Apúlia, Basilicata, Calabria, Sicília.

TEMISTOCLE LAMESI nasceu em Roma em 1870 e expôs regularmente nesta cidade junto com Pio Joris e Augusto Daini.

POSSUI OBRAS:
Palazzo Galeotti,
Museu Cívico,
Ministério do Patrimônio Cultural e Atividades
no Museu Municipal de Pescia.

Entre 1911 e 1920, realizaram-se na capital paulista várias exposições
de arte italiana com relativo êxito. A partir de 1919, o público
paulistano pôde conhecer de fato uma mostra representativa da pintura
contemporânea italiana.

A canalização para o Brasil de parte significante da produção
artística italiana, após 1918, pode ser explicada como consequência da
guerra para a Itália, que perdeu diversos mercados europeus.

Em 1919, uma magnifica exposição produzida por Paulo Forza, apresentou aos
paulistanos 325 obras de reputados pintores italianos, entre eles o promissor TEMISTOCLELAMESI.
A exposição, uma das maiores daquele ano, foi inaugurada em junho na Casa Melillo - Rua
de São Bento, n° 67. Posteriormente transferida para a Casa Martinelli, na Rua 15 de
Novembro, onde foi sucesso de público.
Esse indiscutível sucesso obrigou o prolongamento da mostra reabrindo-a no Teatro Boa Vista.
21
CERAMANO Charles Ferdinand. Nascido em 31 de maio de 1831 em Tielt (Flandres Ocidental - Bélgica) e morreu em 22 de abril de 1909 em Barbizon (França)
Medidas: 65 x 92 cm. / 89 x 115 cm.
O.S.T.
Ovelhas

Nascido em Tielt, Bélgica, em 1829, Charles-Ferdinand Ceramano foi autodidata junto com Charles Jacque e os dois colaboraram em projetos regularmente. Seu trabalho finalmente cresceu para quase se assemelhar ao trabalho de Jacque com uma firme especialização em cenas pastorais, especificamente focada em rebanhos de ovelhas e cenas internas de ovelhas. Em última análise, Ceramano seria o último pintor dos grupos Millet e Théodore Rousseau na Escola Barbizon. Expôs no Salons des Artistes Français em 1893, 1895 e 1897. Tendo passado os últimos 40 anos de sua vida em Barbizon, França, Ceramano foi sepultado lá em 1909.

Leituras:
Dicionário de Artistas E. Benezit, Vol. III, Gründ, 2006, p. 658-659.
Lexicon of the Belgian Romantic Painters, Flippo, Antwerpen, 1981.
Dicionário de pintores belgas nascidos entre 1750 e 1875, Berko, 1981.

https://fr.wikipedia.org/wiki/Charles_Ferdinand_Ceramano
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Eugene Ciceri (1813 - 1890)
"Rio de Janeiro - Tomada de Boa-Vista da Tijuca"
Litografia por Ciceri (c. 1852), realçada por aquarela de época.
Impressa por Lemercier, Paris e Publicada no Rio de janeiro a partir de daguerreotype com G. Leuzinger. Obra citada na p. 279 do livro "Paisagem do Rio de Janeiro" por George Ermakoff. Brasiliana Itaú, Gilberto Ferrez.
Medidas: 42 x 69 cm (MI); 70 x 96 cm (ME).
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RIO DE JANEIRO
ICONOGRAFIA - T. A FISQUET. Atribuído.
Circa de 1840/50.
Cascata da Tijuca.
Óleo s/ tela
Medidas: 35 x 50 cm.
Assinatura não legível no cid. Existe litografia da mesma cena de T. A. Fisquet, imagem anexo.
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GEORGINA DE ALBUQUERQUE (Taubaté, SP, 1885 - Rio de Janeiro, 1962)
Meninas no Parreiral. Década de 20.
Óleo s/ tela.
Ass. cie.
Medidas: 56 x 46,5 cm.
Procedência Sebastian Deya Gallery, Buenos Aires, Argentina.

Georgina entregou-se de corpo e alma à visualidade impressionista, que parecia atender nitidamente à sua sensibilidade como pintora e sua seleção de temas, que permitiam a ela trabalhar os efeitos de luz ao ar livre, explica o livro Vozes Femininas. Foi a primeira mulher a fazer uma pintura histórica no país, o quadro Sessão do Conselho do Estado que decidiu a Independência (1922) que está no Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro. É considerada a introdutora do impressionismo no Brasil, movimento artístico que se preocupa com a luz e seus efeitos na pintura. A técnica, ela conheceu na Europa, no período em que morou no continente com seu marido, o também artista plástico Lucilio Albuquerque.


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GEORGINA DE ALBUQUERQUE (Taubaté, SP, 1885 - Rio de Janeiro, 1962)
Aquarela
Titulo: "Brasil typos populares".
(Buscando água na bica)
Med: 31 x 25 cm

Georgina entregou-se de corpo e alma à visualidade impressionista, que parecia atender nitidamente à sua sensibilidade como pintora e sua seleção de temas, que permitiam a ela trabalhar os efeitos de luz ao ar livre, explica o livro Vozes Femininas. Foi a primeira mulher a fazer uma pintura histórica no país, o quadro Sessão do Conselho do Estado que decidiu a Independência (1922) que está no Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro. É considerada a introdutora do impressionismo no Brasil, movimento artístico que se preocupa com a luz e seus efeitos na pintura. A técnica, ela conheceu na Europa, no período em que morou no continente com seu marido, o também artista plástico Lucilio Albuquerque.
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BATALHA NAVAL DO IMPÉRIO DO BRASIL - 1826 - WAR IN SOUTH AMÉRICA 19 CENTURY
Combate de los Pozos contra el Império del Brasil - 17 de junio de 1826.
Óleo sobre tela
Medidas: 76 x 96 cm. Emoldurado: 100 x 118 cm.
Combate de los Pozos Guerras Cisplatinas - óleo original

O combate de Los Pozos ocorreu em 11 de junho de 1826 no Rio de La Plata, em frente à cidade de Buenos Aires, numa área de relativa maior profundidade (daí o nome de Los Pozos) Argentina e a frota do Império Brasil. São raras as citações e iconografias da batalha.
Fonte: https://es.wikipedia.org/wiki/Combate_de_Los_Pozos
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EDUARD HILDEBRANDT (Gdansk, Polônia, 1818 - 1868, Berlim, Alemanha, 1868)
Lagoa Rodrigo de Freitas, 1844.
Aquarela s/ papel
Assinado
Medidas: 23 x 34 cm. (MI); 37 x 48 cm.
Belíssima cena do Rio de Janeiro, vista Lagoa Rodrigo de Freitas e Corcovado e vista do Alto da Tijuca. Reproduzido no livro do artista pág. 62, por Gilberto Ferrez, o maior entendido em iconografia do Brasil século XX.

Aquarelista e pintor. De 1838 a 1840, é aluno em Berlim do pintor Wilhem Krause. Participa das exposições da Academia de Berlim. Em 1840, viaja pela Escandinávia, Inglaterra e Escócia. Em 1842, estuda em Paris com o pintor Eugène Isabey. Expõe no Salão de Belas Artes de 1842 e 1843, ano em que ganha medalha. De volta a Berlim, conhece o naturalista Alexander von Humboldt, que o indica ao rei da Prússia, Frederico-Guilherme IV. Este o patrocina em viagens a vários continentes. Chega ao Brasil em março de 1844, percorrendo os estados do Rio de Janeiro, da Bahia e de Pernambuco. Participa da Exposição Geral de Belas Artes (EGBA) do Rio de Janeiro. Louis Auguste Moreaux (1818-1877) faz um retrato seu. Recebe de d. Pedro II o título de Cavaleiro da Ordem da Rosa. Em junho, vai para os Estados Unidos, lá ficando até 1845. Volta à Europa, tornando-se, em seguida, membro da Academia de Berlim.
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CORONELLI - VENICE, 1696
Title : A set of 3 Coronelli Globe gores,showing Brazil, Argentina, Chile and Peru..Map maker :
Size : 18.5 x 11.4 inches. / 47.0 x 29.0 cm.
Colouring :
Description: These globe segments were published in 1696 as part of the atlas entitled "Libri dei Globi".
This atlas contained the sheets from which his two globes (one of the Earth and one of the Heavens) could be formed. The book was published in a small number, and is excessively rare: no more than 6 surviving copies are known.

The separate sections appear on the market every now and then, but are still very rare. To see an interlinking set like this on the market, is quite special. Coronelli's maps are among the best representations of the geographical knowledge of his time. He only used information that was confirmed by different sources (for example, the globe shows no Antarctic continent, because Coronelli did not believe any information about it reliable enough to use it on his map).

The segments offered here show all of South America below the Amazon river: Brazil, Paraguay, Uruguay, Argentina, Chile and Peru.
Beautifully composed with eye for detail and many nice small figures of Cannibals, Mythical animals, etcetera.
The cartouche on the eastern section shows Pope Alexander VI dividing the New World between Spain and Portugal.
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Litografia original aquarelada by RICHARD BATE (Londres, Inglaterra, 1775 - 1856)
"Rio de Janeiro", 1933
Litografia original aquarelada
Medidas: 16 x 23 cm/ 39 x 49 cm.

Engenheiro por Storer De um desenho de Rich& Bates. Parto do Aquadut com uma rua chamada mata Cavalos vista através de um dos arcos: O edifício nesta colina é o Convento de Sancta Thereza. Fischer, Son& Co. London 1833. Catalogada no Livro, Brasiliana G. Ferrez, Itaú Cultural
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YVONNE VISCONTI CAVALLEIRO (França, Paris, 1901 / Brasil, RJ, 1965)
Pedra da Gávea.
Óleo s/ madeira
Ass. cid.
Medidas: 28 x 20 cm.
Apresenta selo no verso da Galeria Mauricio Pontual, RJ.
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