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85
Rubem Valentim (Salvador BA 1922 - São Paulo SP 1991)
50X43 CM.
Acrílico sobre cedro
Composição-1961
Reproduzido no catálogo do Leilão TNT 14 de Maio de 2013
Bid
R$ 100.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 100.000,00 (BRL)
Cotações
$ 19,000.00 (USD)
$ 16,000.00 (EUR)
$ 1.438.000,00 (ARS)
Cotações
$ 19,000.00 (USD)
$ 16,000.00 (EUR)
$ 1.438.000,00 (ARS)
86
Mauricio Nogueira Lima
Abertura Verde e Branco
med 70 x 70
1987
Obra com certificado.
adquirida no Leilão Vitor Braga 13 e 14 de Maio de 2013
Bid
R$ 50.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 50.000,00 (BRL)
Cotações
$ 9,500.00 (USD)
$ 8,000.00 (EUR)
$ 719.000,00 (ARS)
Cotações
$ 9,500.00 (USD)
$ 8,000.00 (EUR)
$ 719.000,00 (ARS)
90
Willys de Castro (Uberlândia MG 1926 - São Paulo SP 1988)
44x32 cm.
NO VERSO: "Soma entre pontos- n-038"
Desenho a nanquim.

Consta de laudo de: Claudia R. Nunes & Ladislas Szarvas Jr.
Conservadores e Restauradores, Abril 2013.
Bid
R$ 90.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 90.000,00 (BRL)
Cotações
$ 17,100.00 (USD)
$ 14,400.00 (EUR)
$ 1.294.200,00 (ARS)
Cotações
$ 17,100.00 (USD)
$ 14,400.00 (EUR)
$ 1.294.200,00 (ARS)
91
FIAMINGHI, Hermelindo (São Paulo SP 1920 - 2004)
27X21 cm./ 47x41 cm.
Guache.
Estudo 3MH.
Abril, 1958.
Bid
R$ 40.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 40.000,00 (BRL)
Cotações
$ 7,600.00 (USD)
$ 6,400.00 (EUR)
$ 575.200,00 (ARS)
Cotações
$ 7,600.00 (USD)
$ 6,400.00 (EUR)
$ 575.200,00 (ARS)
92
FIAMINGHI, Hermelindo (São Paulo SP 1920 - 2004)
26X26 cm./ 50x50 cm.
Guache.
Composição,
Dezembro, 1956.
Bid
R$ 40.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 40.000,00 (BRL)
Cotações
$ 7,600.00 (USD)
$ 6,400.00 (EUR)
$ 575.200,00 (ARS)
Cotações
$ 7,600.00 (USD)
$ 6,400.00 (EUR)
$ 575.200,00 (ARS)
93
ANTONIO MALUF (São Paulo, 1926 — São Paulo, 2005)
44x43 cm./ 44x45 cm.
O.S.M.
Composição, 1957
Certificado no Projeto Maluf.
Bid
R$ 150.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 150.000,00 (BRL)
Cotações
$ 28,500.00 (USD)
$ 24,000.00 (EUR)
$ 2.157.000,00 (ARS)
Cotações
$ 28,500.00 (USD)
$ 24,000.00 (EUR)
$ 2.157.000,00 (ARS)
94
Alfredo VOLPI (Lucca, Itália, 1896 — São Paulo, 1988)
29x15 cm.
T.S.C.
Fachada
Catalogado no Projeto Volpi
IAVAM 2894
Dec de 1950
Bid
R$ 300.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 300.000,00 (BRL)
Cotações
$ 57,000.00 (USD)
$ 48,000.00 (EUR)
$ 4.314.000,00 (ARS)
Cotações
$ 57,000.00 (USD)
$ 48,000.00 (EUR)
$ 4.314.000,00 (ARS)
95
PANCETTI, José ( Giuseppe Gianinni Pancetti, 1903 –1958)
83X72 CM.
Óleo sobre madeira.
"Auto retrato com Anita e Nilma, mulher e filha", 1943.
CONSTA NO VERSO: Selo Retrospectiva do MAM-RJ
Reproduzido no livro, José Pancetti, o pintor marinheiro, 1979, página 88.
Bid
R$ 900.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 900.000,00 (BRL)
Cotações
$ 171,000.00 (USD)
$ 144,000.00 (EUR)
$ 12.942.000,00 (ARS)
Cotações
$ 171,000.00 (USD)
$ 144,000.00 (EUR)
$ 12.942.000,00 (ARS)
96
Arcangelo IANELLI (São Paulo SP 1922 - 2009).
Cores em Graduação
70 x 50 cm./94x74 cm.
1993.
Reproduzido no Leilão Vitor Braga 12 de novembro de 2009
registrado no Instituto Ianelli com certificado emitido por Katia Ianelli.
Bid
R$ 35.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 35.000,00 (BRL)
Cotações
$ 6,650.00 (USD)
$ 5,600.00 (EUR)
$ 503.300,00 (ARS)
Cotações
$ 6,650.00 (USD)
$ 5,600.00 (EUR)
$ 503.300,00 (ARS)
97
Arcangelo IANELLI (São Paulo SP 1922 - 2009)
100x80 cm. / 102x82 cm.
Óleo sobre tela
Composição, 1983.
Com certificado do instituto Ianelli
Bid
R$ 100.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 100.000,00 (BRL)
Cotações
$ 19,000.00 (USD)
$ 16,000.00 (EUR)
$ 1.438.000,00 (ARS)
Cotações
$ 19,000.00 (USD)
$ 16,000.00 (EUR)
$ 1.438.000,00 (ARS)
98
Gervane de Paula
120x150cm./124x154 cm.
Óleo sobre tela.
"Festa de São João".

Gervane de Paula reside em Cuiabá. Começou a pintar em 1976, freqüentando o Ateliê Livre da Fundação Cultural. Entre outras, participou das coletivas: “Panorama da Arte Jovem em Cuiabá” (1977), “Visão/ Arte Mato-grossense” (1979), ambas no Museu de Arte e de Cultura Popular (MACP) da UFMT, em Cuiabá; “Primitivos de Mato Grosso” No Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, (MASP, 1980); “Brasil-Cuiabá: Pintura Cabocla” (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e de São Paulo e na Fundação Cultural de Brasília, 1981); “Universidade, Arte como Forma de Conhecimento” (Fundação Armando Álvares Penteado, São Paulo e Universidade Federal do E. Santo, Vitória, em 1986); “Negra Sensibilidade” (1988) e “Momentos da República na Arte Mato-grossense” (1989), todas organizadas e promovidas pelo MACP da UFMT. Integrou as coletivas: “Como vai você, Geração 80?” (Parque Lage, Rio, 1984); “A Mão Afro-brasileira” (Museu de Arte Moderna de São Paulo, 1988); “Referências Pantaneiras na Pintura de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul” (Projeto Pantanal: Alerta Brasil, Paço das Artes, São Paulo, 1988); “Introspectives Contemporany Art By Americans and Brazilians” (African Museum, Los Angeles, USA, 1989); por ocasião do lançamento do livro “Arte aqui é mato” de Aline Figueiredo, participa da coletiva do mesmo nome realizada no MASP (São Paulo) e no Museu de Arte Brasileira (Brasília), ambas em 1991; “BR80 Pintura Brasil Década de 80” Galeria Itaú (Campo Grande, MS, 1992). Integrou ainda as coletivas “Eco 92” e “Imagens dos anos 80 e 90”, ambas no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1992/ 94, esta última também apresentada no Art Museum of the América, em Seatle, USA (1994) e “Arte em Campo” (Centro Cultural da Justiça, Rio de Janeiro 2002). Tendo participado de diversos salões, entre outros, recebeu premiações no III e IV Salão Jovem Arte Mato-grossense (Fundação Cultural de Mato Grosso, Cuiabá, 1978 e 1979) I Salão Regional do Centro Oeste (Goiânia), IV Salão de Artes Plásticas de Assis (ambos em 1981) e no V Salão Nacional de Artes Plásticas (Funarte, Rio, 1982). Foi difusor de arte da Secretaria de Estado da Cultura entre 1995/ 2000, período em que revitalizou as edições do Salão Jovem Arte Mato-grossense. Em Cuiabá, organiza e participa das coletivas “Grandeolhar 1 e 2”, realizadas na Estação Rodoviária e no Mercado Municipal, em 2000/01, com obras de grandes dimensões, envolvendo doze artistas entre ambas; e ainda “Artista do Século” (MACP, 2000), envolvendo 32 artistas. Individualmente, expôs nas Galerias César Ache (1983) e Macunaíma (Funarte, 1985) ambos no Rio de Janeiro; no MACP da UFMT (Cuiabá, 1988), no Espaço Cultural dos Correios (RJ, 1997). Mais recentemente, participa do projeto “Arte em Trânsito” (2000); Arte em Campo (projeto da Coca Cola) Centro Cultural da Justiça Federal, Rio de Janeiro/RJ (2002). Apresenta em Cuiabá a individual “Acerto de Contas” no Stúdio Centro Histórico (2002); e na Galeria SESC/Arsenal (2003), onde revisita sua trajetória plástica, com novos e variados suportes. Também organiza e participa do Panorama das Artes Plásticas em Mato Grosso, no século XX – Stúdio Centro Histórico- Cuiabá/MT (2002/2003). Prêmio Funarte, Mostra de Artes Plásticas Brasil Central- Bonito/MS e Mostra Brasil Central, no Museu de Arte Contemporânea – Campo Grande/ MS, ambas em (2004). Várias Paisagens, Centro de Eventos do Pantanal, Projeto Arte Pública e Projeto Van Gogh – Stúdio Centro Histórico em Cuiabá/ MT (2004). “Imagens da Religiosidade” – Galeria Mato-grossense de Artes Visuais – Secretaria de Estado de Cultura (Junho-2005). Individual Campo Minado – Reflexão de uma artista, Museu de Arte e de Cultura Popular da UFMT (2005). Redemergencia – Funarte/Rio de Janeiro (2005/2006). Território – Ibirapuera/ São Paulo (2005/2006). 4 Artistas e sua Cidade, Secretaria de Cultura de Cuiabá (2006), Circuito Grandeolhar, Rondonópolis/MT (2006). Eco-reflexão – Centro de Eventos do Pantanal, Cuiabá/MT (2007). Circuito Panorama de Artes Plásticas – Galeria da Secretaria de Estado de Cultura – Cuiabá/MT (2007)
Bid
R$ 7.500,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 7.500,00 (BRL)
Cotações
$ 1,425.00 (USD)
$ 1,200.00 (EUR)
$ 107.850,00 (ARS)
Cotações
$ 1,425.00 (USD)
$ 1,200.00 (EUR)
$ 107.850,00 (ARS)
99
Gervane de Paula
154x236cm.
Óleo sobre tela.

Gervane de Paula reside em Cuiabá. Começou a pintar em 1976, freqüentando o Ateliê Livre da Fundação Cultural. Entre outras, participou das coletivas: “Panorama da Arte Jovem em Cuiabá” (1977), “Visão/ Arte Mato-grossense” (1979), ambas no Museu de Arte e de Cultura Popular (MACP) da UFMT, em Cuiabá; “Primitivos de Mato Grosso” No Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, (MASP, 1980); “Brasil-Cuiabá: Pintura Cabocla” (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e de São Paulo e na Fundação Cultural de Brasília, 1981); “Universidade, Arte como Forma de Conhecimento” (Fundação Armando Álvares Penteado, São Paulo e Universidade Federal do E. Santo, Vitória, em 1986); “Negra Sensibilidade” (1988) e “Momentos da República na Arte Mato-grossense” (1989), todas organizadas e promovidas pelo MACP da UFMT. Integrou as coletivas: “Como vai você, Geração 80?” (Parque Lage, Rio, 1984); “A Mão Afro-brasileira” (Museu de Arte Moderna de São Paulo, 1988); “Referências Pantaneiras na Pintura de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul” (Projeto Pantanal: Alerta Brasil, Paço das Artes, São Paulo, 1988); “Introspectives Contemporany Art By Americans and Brazilians” (African Museum, Los Angeles, USA, 1989); por ocasião do lançamento do livro “Arte aqui é mato” de Aline Figueiredo, participa da coletiva do mesmo nome realizada no MASP (São Paulo) e no Museu de Arte Brasileira (Brasília), ambas em 1991; “BR80 Pintura Brasil Década de 80” Galeria Itaú (Campo Grande, MS, 1992). Integrou ainda as coletivas “Eco 92” e “Imagens dos anos 80 e 90”, ambas no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1992/ 94, esta última também apresentada no Art Museum of the América, em Seatle, USA (1994) e “Arte em Campo” (Centro Cultural da Justiça, Rio de Janeiro 2002). Tendo participado de diversos salões, entre outros, recebeu premiações no III e IV Salão Jovem Arte Mato-grossense (Fundação Cultural de Mato Grosso, Cuiabá, 1978 e 1979) I Salão Regional do Centro Oeste (Goiânia), IV Salão de Artes Plásticas de Assis (ambos em 1981) e no V Salão Nacional de Artes Plásticas (Funarte, Rio, 1982). Foi difusor de arte da Secretaria de Estado da Cultura entre 1995/ 2000, período em que revitalizou as edições do Salão Jovem Arte Mato-grossense. Em Cuiabá, organiza e participa das coletivas “Grandeolhar 1 e 2”, realizadas na Estação Rodoviária e no Mercado Municipal, em 2000/01, com obras de grandes dimensões, envolvendo doze artistas entre ambas; e ainda “Artista do Século” (MACP, 2000), envolvendo 32 artistas. Individualmente, expôs nas Galerias César Ache (1983) e Macunaíma (Funarte, 1985) ambos no Rio de Janeiro; no MACP da UFMT (Cuiabá, 1988), no Espaço Cultural dos Correios (RJ, 1997). Mais recentemente, participa do projeto “Arte em Trânsito” (2000); Arte em Campo (projeto da Coca Cola) Centro Cultural da Justiça Federal, Rio de Janeiro/RJ (2002). Apresenta em Cuiabá a individual “Acerto de Contas” no Stúdio Centro Histórico (2002); e na Galeria SESC/Arsenal (2003), onde revisita sua trajetória plástica, com novos e variados suportes. Também organiza e participa do Panorama das Artes Plásticas em Mato Grosso, no século XX – Stúdio Centro Histórico- Cuiabá/MT (2002/2003). Prêmio Funarte, Mostra de Artes Plásticas Brasil Central- Bonito/MS e Mostra Brasil Central, no Museu de Arte Contemporânea – Campo Grande/ MS, ambas em (2004). Várias Paisagens, Centro de Eventos do Pantanal, Projeto Arte Pública e Projeto Van Gogh – Stúdio Centro Histórico em Cuiabá/ MT (2004). “Imagens da Religiosidade” – Galeria Mato-grossense de Artes Visuais – Secretaria de Estado de Cultura (Junho-2005). Individual Campo Minado – Reflexão de uma artista, Museu de Arte e de Cultura Popular da UFMT (2005). Redemergencia – Funarte/Rio de Janeiro (2005/2006). Território – Ibirapuera/ São Paulo (2005/2006). 4 Artistas e sua Cidade, Secretaria de Cultura de Cuiabá (2006), Circuito Grandeolhar, Rondonópolis/MT (2006). Eco-reflexão – Centro de Eventos do Pantanal, Cuiabá/MT (2007). Circuito Panorama de Artes Plásticas – Galeria da Secretaria de Estado de Cultura – Cuiabá/MT (2007)
Bid
R$ 7.500,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 7.500,00 (BRL)
Cotações
$ 1,425.00 (USD)
$ 1,200.00 (EUR)
$ 107.850,00 (ARS)
Cotações
$ 1,425.00 (USD)
$ 1,200.00 (EUR)
$ 107.850,00 (ARS)
100
Enido Michelini
49x49 cm./51x51 cm.

Nascido em São Paulo, Enido Michelini mora atualmente a maior parte do tempo em Boca Raton, EUA. Começou nos anos 60 ao trabalhar como ilustrador e artista gráfico e como artista plástico participou de exposições em grupo e individuais no Brasil e no exterior, ganhando vários premios. Em 2006 ao se mudar para os Estados Unidos, fixou-se exclusivamente no trabalho artistico.
Bid
R$ 5.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 5.000,00 (BRL)
Cotações
$ 950.00 (USD)
$ 800.00 (EUR)
$ 71.900,00 (ARS)
Cotações
$ 950.00 (USD)
$ 800.00 (EUR)
$ 71.900,00 (ARS)
105
Bustamante Sá (Rio de Janeiro, 1907-1988)
15x40 cm./39x65 cm. o.s.e.
Praia e figuras.
Bid
R$ 600,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 600,00 (BRL)
Cotações
$ 114.00 (USD)
$ 96.00 (EUR)
$ 8.628,00 (ARS)
Cotações
$ 114.00 (USD)
$ 96.00 (EUR)
$ 8.628,00 (ARS)
106
Bustamante Sá (Rio de Janeiro, 1907-1988)
16x26 cm./ 36x46 cm. O.s.t.
"Praia do Farol da Barra, Salvador, BA".
Bid
R$ 600,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 600,00 (BRL)
Cotações
$ 114.00 (USD)
$ 96.00 (EUR)
$ 8.628,00 (ARS)
Cotações
$ 114.00 (USD)
$ 96.00 (EUR)
$ 8.628,00 (ARS)
107
MAURO COSTA
MED:50x60 / 69x79 CM.
Óleo sobre tela. /2003
"Vassouras, interior do estado do RJ"
Bid
R$ 600,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 600,00 (BRL)
Cotações
$ 114.00 (USD)
$ 96.00 (EUR)
$ 8.628,00 (ARS)
Cotações
$ 114.00 (USD)
$ 96.00 (EUR)
$ 8.628,00 (ARS)
112
Clodomiro Amazonas( Taubaté SP 1883 - São Paulo SP 1953 )
41 x 56 cm./61x76 cm.
Óleo sobre tela.
TEMÁTICA: Paisagem
MOLDURA: de época.
_____Clodomiro Amazonas Monteiro: Pintor e restaurador. Inicia-se em pintura aos 16 anos, realizando restaurações em telas e afrescos do Convento Santa Clara, em Taubaté. Estuda com o pintor Augusto Luís de Freitas (1868 - 1962) no fim da década de 1890. Interessado em promover atividades culturais, funda na cidade, em 1905, a Associação Artística e Literária. Passa a viver em São Paulo em 1906, quando entra em contato com a obra de Baptista da Costa (1865 - 1926) e tem aulas com o pintor Carlo de Servi (1871 - 1947). Paralelamente às atividades artísticas, trabalha em repartições públicas e atua como ilustrador para publicações como a Revista da Semana. A partir de 1924 dedica-se exclusivamente à pintura. Mantém contato com intelectuais, escritores e artistas como Monteiro Lobato (1882 - 1948), Menotti del Picchia (1892 - 1988), Lucílio de Albuquerque (1877 - 1939) e Georgina de Albuquerque (1885 - 1962) e Pedro Alexandrino (1856 - 1942), entre outros. É um dos fundadores do Salão Paulista de Belas Artes, em 1934. Torna-se principalmente pintor de paisagens paulistanas, utilizando óleo, aquarela, carvão e pastel. FONTE:CDA.
1 bid
Bid
R$ 4.500,00 (BRL)
1 bid
Valor do lote
R$ 4.500,00 (BRL)
Cotações
$ 855.00 (USD)
$ 720.00 (EUR)
$ 64.710,00 (ARS)
Cotações
$ 855.00 (USD)
$ 720.00 (EUR)
$ 64.710,00 (ARS)
113
OSCAR PEREIRA DA SILVA ( 1867, São Fidélis, RJ - 1939, São Paulo, SP )
69 x 49 cm. / 89x69 cm.
Óleo sobre tela.
Caçador, 1894.

Pintor e professor de arte, entre 1882 e 1887 estudou na Academia Imperial de Belas Artes, no Rio de Janeiro, tendo como professores Zeferino da Costa, Vítor Meireles e José Maria de Medeiros. Como assistente, colaborou na execução dos painéis decorativos da nave principal da Igreja da Candelária. Obteve o prêmio de viagem à Europa, fixando-se, de 1889 a 1896, em Paris, onde estudou com Bonnat e Léon Gerôme. De volta ao Brasil, seguiu para São Paulo, onde tornou-se professor do Liceu de Artes e Ofícios. Entre outros prêmios, em 1933 obteve a grande medalha de ouro no Salão Paulista de Belas Artes. Integra os principais museus brasileiros. Em 1982, foi incluído na mostra 150 Anos de Pintura de Marinha na História da Arte Brasileira, no Museu Nacional de Belas Artes.

Referências: Contemporâneos: pintores e escultores (Benedicto de Souza, 1929), de Gonzaga Duque; História da arte no Brasil (Oscar Mano & Cia, 1939) e Mestres da pintura no Brasil (1950), de Francisco Acquarone; Artistas pintores no Brasil (São Paulo, 1942), de Teodoro Braga; História da pintura no Brasil (Leia, 1944), de José Maria dos Reis Júnior; História da pintura brasileira no século XIX (Pinakotheke, 1983), de Quirino Campofiorito; 100 obras Itaú (MASP, 1985); 150 anos de pintura no Brasil: 1820/1970 (Ilustrado pela coleção Sergio Fadel, Colorama, 1989), de Donato Mello Júnior, Ferreira Gullar e outros; Coleção Aldo Franco (Pinakotheke, 2000), de Jacob Klintowitz; Impressões de um amador: textos esparsos de crítica 1882-1909 (Fundação Casa de Rui Barbosa/UFMG, 2001), de Gonzaga Duque, organização de Júlio Castañon Guimarães e Vera Lins; Pintores paisagistas: São Paulo - 1890 a 1920 (Edusp/Imprensa Oficial, 2002), de Ruth Sprung Tarasantchi; Nacional estrangeiro: história social e cultural do modernismo artístico em São Paulo (Companhia das Letras, 2003), de Sergio Miceli; O Brasil do século XIX na coleção Fadel (Fadel, 2004), de Alexei Bueno. FONTE:CDA.
Bid
R$ 20.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 20.000,00 (BRL)
Cotações
$ 3,800.00 (USD)
$ 3,200.00 (EUR)
$ 287.600,00 (ARS)
Cotações
$ 3,800.00 (USD)
$ 3,200.00 (EUR)
$ 287.600,00 (ARS)
115
TRAN THO (Saigon, Vietnã 1947-São Paulo, 2003)
Med 80x100 cm./ 110x130 cm.
O.S.M.
Assinado C.I.D.

Estudou na Ecole de Beaux Arts, em Paris, onde permaneceu até 1947. Menção Honrosa na Bienal de Veneza (1954 e 1956), premiado em Salões de Arte nos Estados Unidos, Itália, Suíça, França, participou de onze Bienais de São Paulo. Realizou exposições individuais no Japão, Israel, Itália, Suíça, Mônaco, Estados Unidos e França. Na arte de Tran Tho encontramos a síntese das técnicas da arte oriental e ocidental, forma e conteúdo que unem tradição e modernidade. Com grande disciplina, Tho faz surgir uma arte livre, visões íntimas e mensagens transmitidas através de uma magnífica expressão colorística. Com um gestual livre e decidido, as pinceladas, as linhas e as manchas formam um estilo próprio, com intrincadas texturas que vão de sombras, cinzas e negros às cores brilhantes. São abstrações que têm um véu de mistério.

(Meiri Levin) Tran Tho alterna seu tempo de trabalho entre Nova lorque, Roma e São Paulo desde 1965. Além de importantes participações em 11 Bienais de São Paulo, tem reconhecimento internacional graças aos vários prêmios nos principais Salões de Artes e Bienais em todo o mundo. "... Seu desenho sutil e seu colorido muito fino revelam uma sensibilidade matizada, dificilmente penetrável, mas cheia de encantos".

(Sergio Milliet) "Sua arte possui uma técnica exótica. No entanto, esse exotismo, reconhecível à primeira vista, não pertence ao exótico que depende de um esforço de atenção, erudito ou cultivado, imediatamente, ao primeiro golpe de vista. A pintura de Tran Tho se revela em toda a sua sugestiva qualidade, e vemos começarem a viver, no plano da criação pictórica, os seus temas, seus motivos, seus elementos..."
Bid
R$ 30.000,00 (BRL)
be the first to bid
Valor do lote
R$ 30.000,00 (BRL)
Cotações
$ 5,700.00 (USD)
$ 4,800.00 (EUR)
$ 431.400,00 (ARS)
Cotações
$ 5,700.00 (USD)
$ 4,800.00 (EUR)
$ 431.400,00 (ARS)
116
Sami Mattar (Mejdlaia, Líbano, 1930-Rio de Janeiro, 2017).
Med: 33 x 24 cm.
O.S.T.
Deusa das Montanhas
Bid
R$ 900,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 900,00 (BRL)
Cotações
$ 171.00 (USD)
$ 144.00 (EUR)
$ 12.942,00 (ARS)
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$ 171.00 (USD)
$ 144.00 (EUR)
$ 12.942,00 (ARS)
117
MANOEL COSTA( Gurupá, Pará, 1943)
27X35 / 53X60 CM.
Óleo sobe eucatex.
"Junta de carro de bois", 1983.
Nascido no Pará, em 1943, Manoel Costa passou a infância e adolescência no Amapá, crescendo em plena selva amazônica. Entre os perigos e seduções da floresta, deixou-se fascinar pela visão dos seringueiros, pelas colheitas, pela pesca nos igarapés e pelos batuques da tradicional festa do Marabaixo: cenas inesquecíveis que se tornariam temas principais da sua produção artística. Mesmo sem o menor contato com o fenômeno arte, Manoel despertou precocemente para pintura. Aproveitando sobras de tintas que seu pai utilizava para pintar canoas criando toscas paisagens sobre pedaços de madeira ou papelão, sob o olhar contrariado de seu pai. Mudando-se para Macapá, foi fortemente incentivado pelo seu professor de literatura, Antonio Munhoz Lopes, abraçou a pintura com garra maior, desenvolvendo um paisagismo vibrante voltado para captação dos momentos mágicos da natureza. Seu esforço foi recompensado com prêmios em salões e com uma bolsa de estudos concedida pelo Governador que lhe abriria as portas da escola de belas Artes do Rio de Janeiro. Uma vez na metrópole, aprimorou-se no desenho e expandiu sua visão da arte, mas sem trair jamais suas origens. Em 1987 foi lançado um livro sobre sua vida e sua obra, com texto de Walmir Ayala.
Bid
R$ 1.500,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 1.500,00 (BRL)
Cotações
$ 285.00 (USD)
$ 240.00 (EUR)
$ 21.570,00 (ARS)
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$ 285.00 (USD)
$ 240.00 (EUR)
$ 21.570,00 (ARS)
118
SYLVIO PINTO ( Rio de Janeiro, 1918-1997)
med 136 x 100 CM.
INSCRIÇÃO NO VERSO: "Santa Teresa - Rio de Janeiro, 1950.
CONSTA DE CHANCELA: "56 -Salão Nacional de Belas Arte"- Medalha de PRATA


Recebeu seus primeiros estudos de pintura com seu pai, o pintor Bernardo Pinto da Silva (vulgo Pinto das Tintas, que dividia ateliê com o pintor Garcia Bento), e no Liceu de Artes e Ofícios do Rio de Janeiro.

Conheceu e se aproximou de José Pancetti, Armando Viana, Manuel Santiago, Bustamante Sá, Milton Dacosta, Ado Malagoli, Tadashi Kaminagai, Yoshiya Takaoka, entre outros. Esta convivência foi fundamental para a sua formação como pintor. Participou do movimento artístico denominado Núcleo Bernardelli, no Rio de Janeiro, no início década de 1930, núcleo esse que incentivou o movimento modernista na então Capital da República.

Em 1939, Pinto fez cenários para peças teatrais e alegorias de carnaval para escolas de samba do Rio de Janeiro. Em 1940 fundou o dirigiu no Jacarezinho, uma pequena escola de arte, gratuita, para crianças pobres. Em 1953-1954, viajou a Lisboa (Portugal), seguindo depois para Madrid e Sevilha (Espanha), logo alcançando Paris (França), onde fixou residência por todo o tempo do prêmio de viagem, obtido no Salão Nacional de Belas Artes.

Em 1977 viajou aos Estados Unidos e realiza importante exposição internacional com suas obras. Em 1981 montou um atelier em Ellenville, onde permaneceu por alguns anos.

Em 1985, entre o Rio de Janeiro e Ellenville, lança seu livro "Vida e Obra em depoimentos", escrito por seu grande amigo, o crítico e pintor brasileiro, Quirino Campofiorito.
Bid
R$ 20.000,00 (BRL)
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R$ 20.000,00 (BRL)
Cotações
$ 3,800.00 (USD)
$ 3,200.00 (EUR)
$ 287.600,00 (ARS)
Cotações
$ 3,800.00 (USD)
$ 3,200.00 (EUR)
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119
IBERÊ CAMARGO
"Semeadores", Rio de Janeiro 1964 -
Guache sobre cartão.
Ano da icônica exposição da Galeria Bonino - RJ. (vide fotos)
Medidas: 100 x 70 cm.

"(...) O homem pintor era também aquele que se interessava e se dedicava à formação de jovens artistas. Iberê contava a PARÁBOLA DO SEMEADOR, presente na Bíblia, para referir-se às atividades que desenvolveu como formador, principalmente como professor, mas, também, como autor de livro didático, instrutor de ateliê para presidiários e palestrante. Dizia ele que foi um SEMEADOR LOUCO, espalhando sementes sobre todos os tipos de terreno, sendo que haviam germinado as que caíram em solo fértil. Em 1955, ele escreveu apostilas para seus alunos sobre aspectos técnicos da gravura. As apostilas foram publicadas como livro vinte anos depois, e é válido até hoje por cobrir todas as maneiras da gravura em metal e pela generosidade de Iberê, ao disponibilizar aos iniciantes informações minuciosas, complementadas por imagens de todos os instrumentais empregados.
FONTE: http://iberecamargo.org.br/site/uploads/multimediaExposicao/ec1808201642aae767.pdf
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R$ 250.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 250.000,00 (BRL)
Cotações
$ 47,500.00 (USD)
$ 40,000.00 (EUR)
$ 3.595.000,00 (ARS)
Cotações
$ 47,500.00 (USD)
$ 40,000.00 (EUR)
$ 3.595.000,00 (ARS)
120
Aldo Bonadei (São Paulo, São Paulo, 1906 - Idem, 1974)
Paisagem, 1968.
40 x 33 cm./70x63 cm.
reproduzido no catálogo Leilão Vitor Braga 2019
Com certificado de autenticidade.
Bid
R$ 80.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 80.000,00 (BRL)
Cotações
$ 15,200.00 (USD)
$ 12,800.00 (EUR)
$ 1.150.400,00 (ARS)
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$ 15,200.00 (USD)
$ 12,800.00 (EUR)
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121
A. BECQUEREL (1893-1981)
"Golden Wedding"
Escultura em bronze e marfim . Base em mármore.
34 x 27 x 15 cm. (13.4 x 10.6 x 5.9 in.)

André Vincent Becquerel (1893-1981) é um escultor francês.
Estudou na École des Beaux-Arts de Paris, sob a orientação de Hector Lemaire e Prosper Lecourtier.
Expôs no Salão da Sociedade dos Artistas Franceses de 1914 a 1922.
Becquerel fez muitas esculturas decorativas, por ocasião da Exposição Universal de 1937 em Paris e, expôs uma escultura monumental em gesso patinado para o Pavilhão Internacional.
* Reproduzida no Art Deco- Bryan Catley, página 41. Fotos em anexo.
Bid
R$ 70.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 70.000,00 (BRL)
Cotações
$ 13,300.00 (USD)
$ 11,200.00 (EUR)
$ 1.006.600,00 (ARS)
Cotações
$ 13,300.00 (USD)
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123
Franz Weissmann ( Knittelfeld - Áustria, 1911- Rio de Janeiro, 2005)
Escultura.
1,72x22x38 cm
Adquirida na Galeria Sérgio Caribé - SP
Bid
R$ 180.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 180.000,00 (BRL)
Cotações
$ 34,200.00 (USD)
$ 28,800.00 (EUR)
$ 2.588.400,00 (ARS)
Cotações
$ 34,200.00 (USD)
$ 28,800.00 (EUR)
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124
CÍCERO DIAS (Escada, PE 1907 — Paris, 2003)
76X55 CM./ 100x80 cm.
Óleo sobre madeira
Sonhos
Registrado no projeto Cicero Dias
Bid
R$ 240.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 240.000,00 (BRL)
Cotações
$ 45,600.00 (USD)
$ 38,400.00 (EUR)
$ 3.451.200,00 (ARS)
Cotações
$ 45,600.00 (USD)
$ 38,400.00 (EUR)
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125
Chang Dai-chien (Neijiang, 10 de maio de 1899 — Taipé, 2 de abril de 1983)
50x70 cm/92x102 cm.

Bid
R$ 3.800.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 3.800.000,00 (BRL)
Cotações
$ 722,000.00 (USD)
$ 608,000.00 (EUR)
$ 54.644.000,00 (ARS)
Cotações
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$ 608,000.00 (EUR)
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125a
Bada Shanren 八大山人
Em pinyin: bā dà shān rén
Nome de nascimento: zhū dā 朱 耷

Foi um pintor chinês e calígrafo . De ascendência real, sendo descendente direto do príncipe Zhu Quan da dinastia Ming feudal em Nanchang .

Vida e trabalho

Bada Shanren, quando criança começou a pintar e escrever poesia. Por volta do ano de 1644 quando o imperador Ming cometeu suicídio e o exército Manchu do norte atacou Pequim, buscou refúgio em um mosteiro Budista.pois, por ser um príncipe Ming, a revolução dinástica iria atentar contra sua vida.
À medida que os anos se passavam e a corte manchu se tornava mais firmemente estabelecida, diminuía a insegurança com os herdeiros do regime Qing. Devido a essas circunstâncias mais estáveis, após 40 anos, Bada Shanren considerou aceitável deixar o claustro budista e retornar à vida cotidiana da sociedade.

Zhu Da abandonou sua vida monástica e desenvolveu uma carreira como pintor profissional, adotando uma série de pseudônimos descritivos, mais notavelmente Bada Shanren pelo qual ele é mais conhecido hoje.

Bid
R$ 4.000.000,00 (BRL)
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Valor do lote
R$ 4.000.000,00 (BRL)
Cotações
$ 760,000.00 (USD)
$ 640,000.00 (EUR)
$ 57.520.000,00 (ARS)
Cotações
$ 760,000.00 (USD)
$ 640,000.00 (EUR)
$ 57.520.000,00 (ARS)
148
Luiz Sacilotto (Santo André SP 1924 - São Bernardo do Campo SP 2003)
Terras Naturais 737
Medidas: 15,5 x 20,5 cm./ 35,5x40,5 cm.
ACRÍLICA SOBRE CARTÃO
REPRODUZIDO NO LIVRO AUDÁCIA CONCRETA, PÁGINA 76
MUSEU OSCAR NIEMEYER - CURITIBA - PR
Bid
R$ 45.000,00 (BRL)
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R$ 45.000,00 (BRL)
Cotações
$ 8,550.00 (USD)
$ 7,200.00 (EUR)
$ 647.100,00 (ARS)
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