Dali Art
Leiloeiro: Emerson Curi
Leilão n.6 - 16 de fevereiro de 2017
16 de Fevereiro de 2017 às 20:00hs
Descrição
As obras estarão disponíveis para exame na Rua Jamaica, 50, mediante prévio agendamento
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1
Wesley Duke Lee (1931-2010) - Com quatro lignias passar por todos os pontos, sem tirar o lápis do papel - Gravura em metal 36/36 - 20 x 15 cm MI e 27 x 22 cm ME
2
Maciej Babinski (1931) - Sem título - Aquarela - 1982 - 20 x 28 cm - Sem moldura
3
Carlos Martins (1946) - Fez - Gravura em metal 7/20 - 40 x 36 cm ME - Sem moldura
4
Caetano de Almeida (1964) - Fotomontagem sobre papel - 30 x 30 cm - 1999/2014 - Siglado e datado no verso
5
Marcius Galan (1972) - Sem título - Gravura 33/50 - 29,5 x 21 cm - 2004
6
Marepe - Marcos Reis Peixoto - (1970) - Sem título - Colagem de isopor - 48 x 58 cm - 2004
O artista no momento está com a exposição Suave na nave na Galerie Max Hetzler, em Paris.
7
Alex Vallauri (1949-1987) - Anjo correio - Gravura PA - 70 x 50 cm
8
Cildo Meirelles (1948) - Por que Celso Daniel foi assassinado ? / Dois reais - Offset - 6,5 x 12,2 cm - 2010
9
Emmanuel Nassar (1949) - Feliz Ano Novo 1991/1992 - Guache - 16 x 22 cm - No verso selo da Rex Molduras
10
Aldemir Martins (1922-2006) - Mulher - Nanquim e aguada - 30 x 24 cm - 1976
11
Clóvis Graciano (1907-1988) - Figura com cesto - Guache sobre cartão - 57 x 40 cm - 1965
12
Mário Zanini (1907-1971) - Projeto para painel - Guache - 35 x 13 cm - 1959
13
Emiliano di Cavalcanti (1897-1976) - Erótico - Nanquim - 37 x 45 cm - Assinado embaixo à direita
14
Luiz Paulo Baravelli (1942) - Sem título - Conjunto de 13 pequenas aquarelas emolduradas num só quadro - tamanhos diversos mas em sua maioria 4 x 6 cm e 5 x 7 cm - 1977 - Assinado, dedicado e datado na lateral direita.
15
Luiz Paulo Baravelli (1942) - Sem título - Série TOT - Madeira e cerâmica pintadas - 43 x 26 x 6 cm - 1980 - No verso selo do ateliê do artista
16
Emanoel Araújo (1940) - Croquis - Guache - 60 x 44 cm - Confirmação via email de autoria pelo artista.
17
Dora Longo Bahia (1961) - Paisagem - Fotografia - 9,5 x 10,5 cm - 2003 - Assinado e datado no verso
18
Wesley Duke Lee (1931-2010) - Série das Ligas - Gravura em metal 5/10 - 33 x 50 cm MI e 48 x 66 cm ME - déc. 60 - Assinada embaixo à esquerda e numerada à esquerda.
Rara e importante gravura, de baixa tiragem, da mais importante Série do artista.
19
Marina Saleme (1958) - Garotas (As descabeladas) - Óleo e lápis sobre tela - 2012 - Assinado e datado no verso.
20
Mira Shendel (1919-1988) - Sem título - Técnica mista sobre papel - 18,5 x 14 cm - déc. 70 - Acompanha certificado da Galeria Almeida e Dale e transferência de propriedade
21
Arthur Luiz Piza (1928) - Jacaré - Gravura em metal 71/99 - 80 x 60 cm - c. 1973 - Assinado embaixo à direita e numerado à esquerda
22
Anita Malfatti (1889-1964) - Moça - Nanquim e lápis grafite - 15,5 x 14,5 cm - c. déc. 40 - Assinado com as iniciais ACM embaixo à direita. Obra reproduzida no catálogo raisonée de Martha Rossetti Batista sob o número 758 à página 225, Edusp, 2006.
23
Aldemir Martins (1922-2006) - Maria com xadrez - Óleo sobre tela - 100 x 80 cm - 1967 - Assinado e datado embaixo à esquerda e intitulado no verso
24
Carlos Lacerda / Axl Leskoschek - Uma luz pequenina - Ilustrado por Axl Leskoschek - Rio de Janeiro - 1948 - Exemplar XXVII de tiragem de CLXXX, assinado pelo autor, acompanha álbum com 8 ilustrações de Axl Leskoschek incluindo o retrato de Carlos Lacerda, todas assinadas por Axl. - 34 x 24 cm
25
Cassiano Ricardo / Oswaldo Goeldi - André de Léon et le Démon aux cheveux roux (suite Symphonique Brésilliene) - Poème de Cassiano Ricardo - Ilustrado por Oswaldo Goeldi - Poema sinfônico com arranjo do músico Hekel Tavares - 1937 - Encadernação original - 33 x 33 cm - Versão em Francês
26
Heitor dos Prazeres (1898-1966) - Varal - Óleo sobre tela - 38 x 46 cm - 1963 - Assinado e datado embaixo à direita
27
Flávio de Carvalho (1899-1973) - Retrato de Cacilda Becker - Nanquim sobre papel - 48,5 x 32 cm - Assinado e datado em cima à direita - 1938 - Reproduzido nos livros Flavio de Carvalho e a Volúpia da Forma à página 215 e Flavio de Carvalho, Cosac e Naify, à página 120. No verso a inscrição manual: "Desenho original de Flávio de Carvalho, São Paulo. Coleção Guignard - Rio - Rio 16 de março de 1939"

Flávio Resende de Carvalho (Amparo da Barra Mansa, RJ, 1899 - Valinhos, SP, 1973). Pintor, desenhista, arquiteto, cenógrafo, decorador, escritor, teatrólogo, engenheiro. Muda-se com a família para São Paulo em 1900. Em 1911, passa a estudar em Paris e, três anos depois, na Inglaterra, onde, em Newcastle, em 1918, inicia o curso de engenharia civil no Armstrong College da Universidade de Durham e ingressa no curso noturno de artes da King Edward the Seventh School of Fine Arts. Conclui o curso de engenharia em 1922 e nesse ano volta a residir em São Paulo, onde chega logo após a realização da Semana de Arte Moderna. Desenvolve atividades em várias áreas artísticas e intelectuais, freqüentemente de forma inovadora e provocativa. (...) Em 1933, funda o Teatro da Experiência, que encena O Bailado do Deus Morto, um espetáculo experimental de teatro e dança, para o qual cria texto, cenários, figurino e faz a iluminação. Os atores, em sua maioria negros, usam máscaras de alumínio e realizam movimentos dinâmicos e ritualistas. O espetáculo inova a cena teatral brasileira e filia-se às manifestações dadaístas e surrealistas. O teatro é fechado pela polícia, e resulta no encerramento das atividades do CAM. Em 1935, realiza sua primeira exposição individual, também fechada pela polícia, com cinco obras apreendidas sob a alegação de atentado ao pudor e imoralidade. O artista consegue, na Justiça, o direito de reabertura da mostra.(...) itaucultural

28
Wesley Duke Lee (1931-2010) - Sem título - Gravura em metal 30/36 - 27 x 22 cm - Assinada embaixo à direita e numerada à esquerda
29
Paulo Climachauska (1962) - Sem título - Permanent maker sobre papel - 32,5 x 44,5 cm
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Sol Lewitt (1928-2007) - Sem título - Objeto 1/20 - 12,7 x 12,7 x 12,7 cm - (Cubo/caixa que abre e fecha)

Sol Lewitt nasce no dia 9 de setembro de 1928 em Hartford, Connecticut nos Estados Unidos. Faz o curso de Artes da Wadsworth Atheneum e obtém sua graduação pela Syracuse University, em Nova York.
Conhecido artista minimalista e conceitual, LeWitt cria nos anos 60 esculturas que ele mesmo denomina de estruturas – formas compostas de elementos cúbicos e derivadas de cubos que ele rearranja a cada trabalho. Essas estruturas são muito simples e às vezes sugerem ao espectador sua finalização mental que o leva a construir a imagem do cubo. Com essa configuração coloca em questão a relação entre concepção e percepção, superfície e volume, transparência e vazio, forçando-nos a perceber o espaço onde a obra se encontra.
Na década seguinte passa a realizar também pinturas murais, faixas finas de cor organizadas a partir de uma forma geométrica que, com passar do tempo, vão crescendo em dimensões. Dado importante desses projetos está em que seus murais geralmente duram apenas o tempo da exposição, ou seja, são efêmeros.
Graças à simplicidade e aura metafísica que caracterizam seus trabalhos, Lewitt muda as convenções de grande influência na arte contemporânea, em suas inúmeras formas de apresentação, tais como instalações e performances.
Além das obras plásticas, LeWitt publica textos sobre Arte Conceitual. O mais conhecido deles data de 1969, e intitula-se “Sentenças sobre a arte conceitual”. Nele escreve 35 frases que caracterizam o movimento; esse texto torna-se o primeiro guia para a nova arte conceitual que surge nesse momento. (...) instituto de artes da unicamp)

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Meyer Vaisman (1960) - Sem título - Colagem sobre xilogravura - 22,5 x 13,5 cm - Sem moldura

Nascido em Caracas, Venezuela, estudou na Parsons School of Design em Nova York. Mora e vive em Nova York.
Participou de exposições Paris, Tóquio, México, Bienal de Veneza de 2003, Miami, Nova York entre outras.
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Cildo Meireles - Camelô - Técnica mista (1000 alfinetes + 1000 barbatanas + um boneco + caixa de madeira e motor bivolt) - exemplar 848/1000 - 30 x 39 x 7 cm
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Luiz Hermano (1954) - em título - Pastel - 45 x 60 cm - 1992
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Carlos Martins (1946) - Série Guarani - Gravura em metal PA - 40 x 54 cm ME - Sem moldura

Carlos Botelho Martins Filho (Araçatuba SP 1946). Gravador, desenhista, museólogo, curador, professor. Na década de 1960, muda-se para São Paulo. Forma-se em arquitetura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, em 1969. Três anos depois, estuda desenho e pintura na Escola Brasil:. Entre 1973 e 1977, viaja para a Europa e frequenta cursos de gravura em metal na Chelsea School of Art, na Sir John Cass School of Arts e na Slade School of Arts, na Inglaterra. Na Itália, em Urbino, frequenta a Academia Raffaelo. De volta ao Brasil, em 1978, participa do 1º Salão Nacional de Artes Plásticas, no MNBA. Expõe na 2ª Bienal Iberoamericana, realizada pelo Instituto Cultural Domecq, no México, em 1980. Recebe, em 1982, o prêmio de melhor gravador pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Em 1986, viaja para Nova York para estudar monotipia. Ao retornar ao Brasil, leciona gravura na PUC/RJ e no Museu Histórico do Ingá, em Niterói, Rio de Janeiro. Em 1984, funda o Gabinete de Gravura do MNBA e, entre 1991 e 1995, dirige os Museus Castro Maya, no Rio de Janeiro. Ao lado de Valéria Piccoli, torna-se curador da Coleção Brasiliana de Jacques Kugel, em 1996. Adquirida pela fundação inglesa Rank-Packard, essa coleção vem para o Brasil, em regime de comodato, sob responsabilidade da Fundação Estudar, e, em 2002, é doada em caráter definitivo. Em 2006, com Valéria Piccoli e Eddy Stols, publica o livro O Diplomata e Desenhista Benjamin Mary e as Relações da Bélgica com o Império do Brasil. (itaucultural)
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Clóvis Graciano (1907-1988) - Mulher de vestido vermelho - Óleo sobre tela - 66 x 46 cm - 1966 - Assinado e datado embaixo à direita
Com moldura Kaminagai original
36
Judith Lauand (1922) - Relógio - Escultura sobre base de madeira - 19 x 14 x 13 cm - 1968 - Assinado e datado na base à direita
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Marepe - Marcos Reis Peixoto (1970) - Rosto - Aquarela - 33 x 24 cm - 2009
O artista no momento está com a exposição Suave na nave na Galerie Max Hetzler, em Paris.
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Regina Vater (1943) - (The Carnival) come to rest - Gravura 18/25 - 35 x 43 cm - 1973/1974 - Sem moldura - Embaixo à direita a autora escreveu: To the Carnival Ended / Carnival garbage / Rio 1973 / NY 1974 / Regina Vater
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Fotografia de Emiliano Di Cavalcanti - Com dedicatória " Ao velho amigo Josias / Di Cavalcanti / São Paulo 1953 - 22 x 17 cm - Foto original - 1953
O amigo Josias a quem é dedicada a foto é o Embaixador e colecionador Josias Leão, e o quadro que está atrás do pintor na fotografia é o "Mulher no Quarto", de 1950, e apontado no livro da Retrospectiva do artista no MAM em 1972, como sendo da coleção de Luiz Gonzaga Nascimento Silva, ministro de estado nos anos 70.
40
Mira Schendel (1919-1988) - Técnica mista sobre papel - 14,5 x 13 cm - déc. 70 - Acompanha certificado da Galeria Almeida e Dale e transferência de propriedade
41
Mesa de centro em madeira e acrílico com backlight - 120 x 100 x 40 cm de altura - Provavelmente França, c. 1960
42
Marina Saleme (1958) - Sem título - Ténica mista sobre tela - 23 x 30 cm - Assinado no verso
43
Emanoel Nassar (1935) - Feliz 1989 - Guache e colagem - 17 x 23 cm - 1989
44
Maciej Babinski (1931) - Sem título - Aquarela - 1982 - 20 x 28 cm - Sem moldura
45
Antonio Gomide (1895-1967) - Nu - Óleo sobre tela - 37,5 x 55 cm - 1958 - Assinado e datado embaixo à esquerda
46
Manoel Martins (1911-1979) - Cena urbana - Óleo sobre tela - 60 x 40 cm
47
Mario Zanini (1907-1971) - Lavadeiras - Aquarela e nanquim - 40 x 30 cm
48
Santuza Andrade (1941) - Sem título - Acrílica sobre tela - 65 x 160 cm - 1986

Nascida em Belo Horizonte, estuda em São Paulo com Oswald de Andrade Filho, o Nonê em 1964. Estuda com Frederico Nasser em 1968 e em 1971 na escola Brasil. Em 1991 estuda na Parsons School em Nova York.

49
Anita Malfatti (1889-1964) - Harmonia e Pelo telefone 22 - Dois desenhos - Nanquim sobre cartão - 15,5 x 16,1 cm - Assinado com as iniciais ACM embaixo à direita de cada desenho
50
Cícero Dias (1907-2003) - Festa - Aquarela - 47,5 x 29 cm - 1929 - Assinado, datado e dedicado embaixo à direita

Cícero dos Santos Dias (Escada PE 1907 - Paris França 2003). Pintor, gravador, desenhista, ilustrador, cenógrafo e professor. Inicia estudos de desenho em sua terra natal. Em 1920, muda-se para o Rio de Janeiro, onde matricula-se, em 1925, nos cursos de arquitetura e pintura da Escola Nacional de Belas Artes, mas não os conclui. Entra em contato com o grupo modernista e, em 1929, colabora com a Revista de Antropofagia. Em 1931, no Salão Revolucionário, na Enba, expõe o polêmico painel, tanto por sua dimensão quanto pela temática, Eu Vi o Mundo... Ele Começava no Recife. A partir de 1932, no Recife, leciona desenho em seu ateliê. Ilustra, em 1933, Casa Grande & Senzala, de Gilberto Freyre (1900- 1987). Em 1937, é preso no Recife quando da decretação do Estado Novo. A seguir, incentivado por Di Cavalcanti, viaja para Paris onde conhece Georges Braque, Henri Matisse, Fernand Léger e Pablo Picasso, de quem se torna amigo. Em 1942, é preso pelos nazistas e enviado a Baden-Baden, na Alemanha. Entre 1943 e 1945, vive em Lisboa como Adido Cultural da Embaixada do Brasil. Retorna a Paris onde integra o grupo abstrato Espace. Em 1948, realiza o mural do edifício da Secretaria das Finanças do Estado de Pernambuco, considerado o primeiro trabalho abstrato do gênero na América Latina. Em 1965, é homenageado com sala especial na Bienal Internacional de São Paulo. Inaugura, em 1991, painel de 20 metros na Estação Brigadeiro do Metrô de São Paulo. No Rio de Janeiro, é inaugurada a Sala Cicero Dias no Museu Nacional de Belas Artes. Recebe do governo francês a Ordem Nacional do Mérito da França, em 1998, aos 91 anos. (itaucultural)

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